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Conta infantil: como os pais podem acompanhar e diferenciais do Inter

Aprender a administrar o dinheiro desde a infância pode ajudar crianças e adolescentes a desenvolver hábitos de planejamento, consumo consciente e organização financeira.

Nesse processo, pais e responsáveis têm papel importante ao explicar o valor dos recursos, estabelecer metas de economia e incentivar escolhas adequadas a cada fase do desenvolvimento.

As contas digitais infantis surgem como uma ferramenta para aproximar esse aprendizado da rotina das famílias. Além de permitir movimentações financeiras, algumas oferecem cartão de débito, Pix, recursos para organizar reservas e acesso a investimentos.

O que é uma conta digital infantil e como funciona a supervisão dos pais?

Uma conta digital infantil é uma conta bancária ou de pagamento destinada a menores de 18 anos. A abertura depende da participação dos pais ou responsáveis legais.

No Brasil, essas contas estão sujeitas à regulamentação do Banco Central (BC) e do Conselho Monetário Nacional (CMN), que estabelecem requisitos para abertura, manutenção, identificação dos titulares e segurança das operações.

Entre as principais normas estão a Resolução CMN nº 4.753/2019, relacionada às contas de depósitos, e a Resolução BCB nº 96/2021, que trata da abertura, manutenção e encerramento de contas de pagamento.

As instituições financeiras também devem seguir as regras de prevenção à lavagem de dinheiro, segurança cibernética e proteção dos dados dos clientes.

Quais são as regras para abrir uma conta para menores?

A abertura de uma conta infantil exige a identificação do menor e a participação de seu representante legal, conforme a idade e as condições estabelecidas pela legislação e pela instituição financeira.

Entre os principais cuidados adotados pelas instituições financeiras estão:

  • Identificação cadastral: apresentação dos documentos e do CPF do menor e do responsável
  • Validação de identidade: conferência de documentos e utilização de mecanismos digitais de autenticação, que podem incluir reconhecimento facial
  • Segurança das movimentações: adoção de controles para prevenir fraudes e identificar operações suspeitas
  • Regras para menores: a representação ou assistência dos responsáveis depende da idade e da natureza do ato praticado

O Pix também pode ser utilizado em contas de menores, desde que disponibilizado pela instituição financeira e respeitadas as condições de uso e segurança.

Como os pais podem acompanhar a Conta Kids do Inter?

A Conta Kids do Inter oferece recursos para que os responsáveis acompanhem as atividades financeiras dos filhos sem precisar realizar todas as operações por eles.

“A proposta é oferecer autonomia para os filhos com tranquilidade e supervisão para os responsáveis”, afirma Priscila Salles, diretora de Clientes do Inter.

Entre as funcionalidades informadas pelo Inter estão:

  • Acompanhamento de movimentações: consulta das transações realizadas na conta do menor
  • Múltiplo acesso simultâneo: possibilidade de acompanhamento pelo responsável
  • Notificações transacionais: envio de avisos sobre ações realizadas na conta infantil
  • Controle do cartão: possibilidade de bloquear o cartão pelo aplicativo em caso de perda, furto ou roubo
  • Organização financeira: recursos que ajudam a separar o dinheiro destinado a diferentes objetivos

Quais são os diferenciais da Conta Kids do Inter em relação à poupança tradicional?

Enquanto a poupança é utilizada principalmente para guardar dinheiro e obter rendimentos conforme suas regras, uma conta digital infantil pode reunir diferentes serviços financeiros em um único ambiente.

No caso da Conta Kids, o Inter destaca uma série de funcionalidades:

  • Pix e movimentações digitais: permitem enviar e receber dinheiro e realizar pagamentos, conforme as funcionalidades habilitadas
  • Cartão de débito personalizado: possibilita compras utilizando o saldo disponível na conta
  • Investimentos a partir de R$ 1: permitem começar a conhecer produtos financeiros e a formação de reservas, observadas as condições de cada aplicação
  • Metas financeiras: ajudam a separar valores para objetivos específicos e acompanhar o progresso da economia

A disponibilidade de produtos de investimento, suas condições e seus riscos variam conforme a modalidade oferecida. Por isso, é importante que pais e responsáveis verifiquem as regras de cada aplicação antes de investir.

Como a conta pode ajudar na educação financeira?

O contato com ferramentas financeiras pode transformar conceitos aprendidos em casa em experiências práticas. Ao acompanhar o saldo, definir objetivos e observar as consequências das próprias escolhas, crianças e adolescentes podem desenvolver hábitos de planejamento.

“Esse aprendizado desde cedo ajuda a desenvolver disciplina financeira, maior controle do dinheiro no futuro e uma relação mais saudável com consumo e planejamento financeiro”, diz Salles.

A educação financeira também pode ser adaptada à idade da criança:

  • Dos 3 aos 6 anos: brincadeiras de mercado, histórias e cofrinhos ajudam a apresentar o dinheiro, os preços e a diferença entre necessidades e desejos
  • Dos 7 aos 12 anos: metas para comprar um brinquedo ou livro, acompanhamento de pequenas economias e conversas sobre escolhas estimulam o planejamento
  • Na adolescência: registro de receitas e despesas, comparação de preços e explicações sobre juros, inflação, investimentos e golpes financeiros ampliam a preparação para a vida adulta

A mesada, quando faz parte da organização familiar, também pode funcionar como exercício de administração de recursos limitados.

A recomendação é que os responsáveis utilizem situações cotidianas para conversar sobre consumo consciente. Antes de uma compra, por exemplo, podem avaliar com os filhos se o produto é necessário naquele momento, se há alternativas mais econômicas e se vale a pena esperar para adquirir o item.

Quais cuidados de segurança devem ser observados?

A participação da família é importante para reduzir riscos associados ao uso de contas e aplicativos.

Além disso, algumas orientações ajudam a reforçar a proteção no dia a dia:

  • Não compartilhar senhas, códigos de autenticação ou dados de acesso
  • Desconfiar de mensagens, links e ofertas que solicitem informações bancárias
  • Conferir as movimentações e conversar sobre compras realizadas
  • Explicar como identificar tentativas de golpe e pedidos suspeitos de transferência
  • Bloquear o cartão pelo aplicativo em caso de perda, furto ou roubo

Na Conta Kids, a abertura é realizada digitalmente, com validação de documentos e reconhecimento facial. A instituição financeira também disponibiliza acompanhamento das movimentações pelos responsáveis e mecanismos de autenticação e segurança.

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Quem é Soso Careca, influenciadora que anunciou gravidez com MC Paiva

A internet se surpreendeu com o anúncio da gravidez da influenciadora Sophia Florence, 19, com o funkeiro MC Paiva netsa terça-feira (27). Mais conhecida como Soso Careca, ela fez um post com o namorado contando a boa nova aos seus seguidores.

“3 meses com o amor mais puro que existe”, escreveu MC Paiva em publicação compartilhada com Soso. Ao que os seguidores responderam com comentários surpresos. “Até parei de trabalhar aqui”, disse um deles; e “Mulher, me faltam palavras…”, escreveu outra.

Quem é Soso Careca?

Sophia começou a fazer sucesso no TikTok com seus vídeos de humor e rotina. Como, no começo de sua conta, ela usava muito um filtro que a deixava sem cabelos para não ser reconhecida pelos familiares e amigos, ganhou o apelido de “Soso Careca”, que hoje é sua marca registrada.

Soso Careca e MC Paiva assumiram o namoro em janeiro deste ano. Desde então, os dois passaram por algumas polêmicas, incluindo uma confusão com a influenciadora Malévola Alves, em abril.

Em julho, enquanto Soso estava nos Estados Unidos fazendo intercâmbio, o casal terminou o relacionamento após um desentendimento envolvendo a reconciliação da influenciadora com Malévola. Segundo Soso, Paiva decidiu terminar depois que ela fez as pazes com a influenciadora durante uma live, sem conversar com ela antes.

A separação, porém, durou pouco, e os dois reataram ainda naquele período.

Outro ponto polêmico do relacionamento é que Soso deixou um curso de graduação em Publicidade e Propaganda por não conseguir acompanhar a agenda do namorado. À época, ela argumentou que não deixaria de estudar e pretendia ingressar em uma faculdade com ensino a distância.

Maíra Cardi relata ciúmes de filha durante gravidez: Tentamos incluir

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A 4-watt video link passed Ukraine’s state tests, its maker says, and could stretch STING interceptors’ radius from 20 km to 30 km

Hornet Vision Ctrl system and Sting interceptor.

A new video transmitter for Wild Hornets’ drones, including its STING interceptors, has passed state tests, the Ukrainian drone maker told Militarnyi. The module sends a drone’s camera feed to its pilot. The company expects it to widen its interceptors’ operating radius.

Russia launched 140 Shahed-type drones at Ukraine overnight on 26 October and 280 the next night, when its main target was Kyiv, Air Force figures as of the morning show. Interceptor drones, which cost dozens of times less than the Shaheds they hunt, are one of Ukraine’s answers. The STING alone downed more than 3,000 drones in its first seven months of use, Wild Hornets says. If the company’s estimate holds, a 30 km radius would let each ground station cover more than twice the area it covers at 20 km.

What the testers checked

Specialists from the State Research Institute for Testing and Certification of Arms and Military Equipment and the Defense Ministry’s State Quality Assurance Directorate confirmed the module’s declared characteristics on three drone types, the company said. The three were the STING interceptor, the Queen of Hornets cargo platform, and the 10-inch Wild Hornets Digital anti-aircraft drone.

Some of the drones’ figures exceeded the values the company had set for them, Wild Hornets told Ukrainian defense outlet Oboronka, without saying which ones. Those figures will enter the official specifications after further field tests, it said.

More than double the power

The module, called HV VTX Pro, is part of an upgrade to Wild Hornets’ Hornet Vision digital video system. It more than doubles the transmitter’s maximum power, to 4 W. That sends a clear picture farther and makes the feed steadier in crowded airwaves and under electronic jamming, the company said.

Hornet Vision Ctrl system
Hornet Vision Ctrl system. Photo: Wild Hornets

Wild Hornets first described the module in August, when it was already in serial production. Its interceptors’ operating radius would grow from around 20 km to 30 km, the company said at the time. That estimate assumed good line of sight and the 360-degree antenna on its ground stations, according to a company statement Interfax-Ukraine quoted. Interception could also become at least 20% more effective against targets flying extremely low, the statement said.

Wild Hornets is a Ukrainian company that designs and builds drones, from strike FPV drones and cargo platforms to the STING, which the company says flies at up to 280 km/h to hunt Shaheds. Its drones serve with more than 100 units of Ukraine’s Defense Forces, from the army and the National Guard to military intelligence, the Air Force, and the border guard, according to Interfax-Ukraine.

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Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività

L’auto da corsa priva di volante che può correre senza pilota, perché dotata di telecamere ed attuatori autonomi per riconoscere il percorso. Il robot-chef capace di preparare gli spaghetti cacio e pepe o il risotto radicchio e speck seguendo la ricetta di un vero cuoco istruttore. E, poi, il casco neurale che capta segnali del corpo trasformandoli in comandi e la mano bionica stampata in 3D capace di replicare movimenti umani in tempo reale tramite webcam. Il futuro è già presente alla quattordicesima Maker Faire Rome – The European Edition, la tre giorni dedicata a innovazione e creatività allestita negli spazi del Gazometro Ostiense.

Oltre 400 gli stand espositivi con makers, realtà produttive fatte di multinazionali, imprese strutturate e startup ambiziose. Ma anche 26 Scuole secondarie e 27 Università e Centri di ricerca che hanno presentato i loro progetti, dalla manifattura digitale, all’Internet of Things, dalla robotica, all’intelligenza artificiale, dall’economia circolare all’agritech, passando per il design e l’aerospazio, fino alle ultime frontiere creative. Promossa e organizzata dalla Camera di Commercio di Roma – attraverso la sua Azienda speciale Innova Camera ed è curata nei contenuti da Alessandro Ranellucci, affiancato da un qualificato team di responsabili di area – la manifestazione è stata realizzata in collaborazione e con il sostegno di Regione Lazio e Lazio Innova con la partnership del Ministero del Lavoro e delle Politiche Sociali, Inail, InfoCamere, Dintec – Unioncamere, Pid, Tecnopolo Roma, Unindustria e CNA Roma. 

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Il Sindaco Roberto Gualtieri ammira Gajarda AWD Hybrid Driverless, una vera auto da corsa senza volante

Innovazione, Creatività e Scoperta

Storie di innovazione e testimonianze si alternano nel racconto no stop dell’area main stage allestita con sedie e tavoli in plastica riciclata disegnati e realizzati da Mediterranea, start up innovativa che produce elementi di interior design e compatibili con stampanti 3D. “Maker Faire Rome – ha spiegato Lorenzo Tagliavanti, Presidente della Camera di Commercio di Roma– è ormai un esempio consolidato di come la creatività e la forza delle idee possano generare modelli innovativi grazie alla contaminazione e divulgazione di conoscenze e capacità. Siamo un ecosistema aperto e inclusivo che coinvolge imprese, scuole, atenei e appassionati in percorsi di co-progettazione, apprendimento, formazione e matchmaking. La Camera di Commercio di Roma agevola costantemente questo processo avvalendosi del prezioso impegno di tutti i partner che, da anni, hanno condiviso con noi questo tipo di lavoro”.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Un robot al Maker Faire Rome risponde alle domande del pubblico

Educational e gaming

Migliaia di giovani provenienti da tutta Italia hanno invaso i percorso della kermesse, segno che la tecnologia occupi il primo posto negli interesse dei ragazzi. L’ampia area Educational e Gaming ha raccolto numerose proposte di attività didattiche, lezioni e laboratori, coinvolgendo intere famiglie. Lunghe soste di fronte al piccolo campo di calcio con in robot umanoidi e per ricevere informazioni sui droni di ultima generazione. Non solo per i giovanissimi, la kermesse ha offerto un ricchissimo calendario di incontri/dibattiti con gli esperti negli spazi dell’ISA – Istituto Superiore Antincendi – in collaborazione con il Corpo Nazionale dei Vigili del Fuoco e l’ISA.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Un drone di grandi dimensioni campeggia nello spazio di Regione Lazio dedicato a innovazione, tecnologia e creatività

Gli inventori incontrano gli investitori

C’è la giovane biologa che assieme al fratello presenta la sua invenzione rivolta alla semplificazione della campagne scientifiche in mare che permette di catalogare rapidamente e con precisione anche a bordo di un natante alcune tipologie di pesci, senza subire l’oscillazione delle onde. Di utilità per le famiglie, l’idea di due inventori a sostegno dei genitori: il prototipo di uno speciale braccialetto – non collegato a Gps o Sim, che consente il controllo se il piccolo si allontana al segnale della presenza in auto o l’ingresso in area a rischio. Nel lungo elenco di prototipi, il software per trasformare il voto da fisico in digitale, l’assistente inserita in un cube di design che può assistere nella visita guidata in un museo, stanza dopo stanza. “La manifestazione rappresenta un punto d’incontro fondamentale per inventori, imprese, investitori, scuole e mondo accademico” – ha affermato Maurizio Pezzetta, Presidente di Innova Camera, Azienda speciale della Camera di Commercio di Roma – “A Maker Faire Rome, infatti, le idee più innovative e brillanti spesso si trasformano in start up di successo e progetti aziendali concreti”.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Tessuti ed accessori realizzati con stampati 3d, il digital al servizio della moda

La partecipazione di Eni

Main partner di “Maker Faire Rome – The European Edition”, Eni ha presentato un grande spazio interattivo ed immerso – “Pioneers to Makers” – dedicato al racconto di una storia segnata dalla ricerca continua di nuove soluzioni e dalla capacità di guardare all’energia del futuro. Installazioni, giochi, proiezioni ed esperienze di realtà virtuale accompagneranno i visitatori in questo percorso tra storia, tecnologia e innovazione. E, poi, l’Eni2050 Lab, uno spazio dedicato alle tecnologie di punta della Ricerca e Sviluppo Eni, dai biocarburanti alla cattura e allo stoccaggio della CO₂, fino alle nuove soluzioni per la produzione e l’accumulo di energia da fonti rinnovabili.

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Prototipi di robot di tutte le fogge esposti negli stand degli inventori al Gazometro

Lazio tra le regioni più all’avanguardia

Numerose le proposte anche nello spazio di Regione Lazio, partner dell’evento. “Il Lazio – ha confermato  Roberta Angelilli, Vicepresidente della Regione Lazio e assessore allo Sviluppo economico, Commercio, Artigianato, Industria e Internazionalizzazione – è tra le 50 regioni più all’avanguardia in Europa per investimenti nell’innovazione e seconda in Italia per numero di startup innovative. L’innovazione è un pilastro della strategia regionale e rappresenta una leva fondamentale per la crescita e la competitività del nostro territorio. Per questo stiamo investendo nella ricerca e nello sviluppo di tecnologie avanzate nei settori strategici del digitale, del biotech, dell’aerospazio e della transizione energetica, destinando, a partire da ottobre 2026, oltre 115 milioni di euro per bandi specifici anche con l’obiettivo di rafforzare il collegamento tra università, ricerca e sistema produttivo.

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Una riflessione sul rispetto dell’ambienta arriva da ByLudo che propone il riciclo di tasti e cavi di computer in disuso che si trasformano in accessori e bijou

Internazionalità e business-oriented

Attorno alla manifestazione – oltre al supporto del Ministero degli Affari Esteri – collaborano partner istituzionali quali l’Agenzia ICE che – attraverso la collaborazione della propria rete di Uffici all’Estero – ha contribuito alla selezione degli operatori – investitori, giornalisti, blogger – invitati da vari Paesi europei e d’oltreoceano al fine di contribuire a potenziare la manifestazione e a renderla sempre più internazionale e business-oriented. Anche Roma Capitale ha rinnovato il proprio sostegno a Maker Faire Rome portando idee, progetti e competenze per mostrare come l’innovazione possa partire dai bisogni concreti di cittadine, cittadini e imprese e tradursi in nuovi servizi, strumenti e opportunità. Inoltre, attraverso la Casa delle Tecnologie Emergenti sono stati presentati startup e progetti sviluppati nei percorsi di accelerazione, con demo e attività interattive pensate per avvicinare il pubblico alle nuove tecnologie e raccontare concretamente il percorso verso una città più sostenibile, connessa e inclusiva.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Full immersion in una delle aule insonorizzate per il laboratorio di gruppo

Il futuro dell’artigianato nello spazio AvantCraft

Installazioni e performance, tra artigianato e tecnologia nello spazio AvantCraft, suggestiva esposizione curata da Stefano Micelli – professore di Economia e Gestione delle Imprese all’Università Ca’ Foscari Venezia – dedicata a mobilità, all’ingegneria di precisione, ma anche all’arte della ceramica, del vetro e alla moda con oggetti di gioielleria e accessori di design e nuovi biomateriali. Automobili ad alte prestazioni, biciclette in titanio, sculture in ceramica stampata in 3D, gioielli in titanio incastonati a mano, tessuti ricamati su grande formato e biomateriali nati dagli scarti sono solo alcuni degli oggetti che raccontano, pezzo per pezzo, come il Made in Italy stia reinventando la propria identità produttiva. “Ogni oggetto in mostra” – così il curatore descrive il progetto – “è la prova che le mani di chi lavora la ceramica, il vetro o il metallo possono dialogare con la stampa 3D, la robotica e l’intelligenza artificiale senza perdere nulla della propria identità: anzi, trovando nuovi linguaggi per raccontarla. È questo il volto del Made in Italy che vogliamo portare a Roma, e da qui, un giorno, anche oltre i confini italiani”. 

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Inter vs bancos tradicionais: o que muda nos produtos financeiros

A principal diferença entre os produtos financeiros do Inter e dos bancos tradicionais está no modelo de integração dos seus serviços. Além disso, tanto a operação quanto a estrutura de custos possuem características próprias de instituições financeiras digitais.

Priscila Salles, Diretora de Clientes do Inter, explica que “a combinação de tecnologia, personalização e integração permite que o cliente concentre sua vida financeira em um único ambiente”.

De acordo com ela, isso permite mais conveniência e uma experiência mais fluida do que a oferecida por bancos tradicionais.

Integração do ecossistema de serviços é a prioridade

O Inter evoluiu de banco digital para um Super App Financeiro Global. Reúne em uma única experiência digital serviços bancários, crédito, investimentos, seguros, shopping e soluções internacionais.

“Mais do que oferecer diferentes produtos, o diferencial está na integração do ecossistema e na capacidade de tornar a jornada do cliente mais simples e personalizada”, explica Priscila Salles.

A Diretora de Clientes da instituição destaca o uso de dados e inteligência artificial para soluções mais relevantes para cada perfil e momento de vida. Alguns exemplos são a iniciativa Meu Crédito, que centraliza modalidades de financiamento, e a assistente de IA, Seven, lançada no início de 2026.

A estratégia da fintech garantiu reconhecimentos como Prêmio Consumidor Moderno deste ano e a presença em rankings como o dos principais neobancos do mundo da Forbes.

Abaixo, conheça os principais produtos financeiros e nichos de serviços do Inter:

Modelo de negócio tem inclusão digital como um de seus objetivos

O Inter é uma instituição financeira 100% digital, pensada para simplificar e democratizar o acesso aos serviços financeiros, reduzindo custos, burocracia e fricções ao longo da jornada do cliente. Ou seja, funciona como um agente de inclusão financeira.

A companhia atingiu números recordes no segundo trimestre do ano, com mais de 45 milhões de clientes. Priscila Salles conta que isso consolidou a instituição como uma plataforma financeira completa e integrada, com uma experiência mais simples e eficiente.

“Ao mesmo tempo, a escala e o modelo digital permitem ganhos de eficiência que se traduzem em uma oferta mais acessível”, detalha a Diretora. “Mais do que crescer em número de clientes, o foco do Inter é aprofundar o relacionamento com sua base e aumentar a principalidade”.

No mercado financeiro, o termo principalidade descreve a situação em que a instituição se torna a escolha favorita do cliente, concentrando o maior volume de seus gastos, recebimentos, investimentos e transações diárias.

A Diretora de Clientes do Inter ainda ressalta que a próxima fase de competição no setor financeiro será cada vez mais baseada em personalização, relevância e experiência, e não só na aquisição de clientes.

“Escala sozinha não gera valor”, defende Salles. “A combinação entre tecnologia, integração e experiência é o que sustenta a competitividade do Inter e reforça sua posição como uma plataforma financeira completa”.

Assim, a disputa entre bancos digitais e instituições tradicionais tende a se concentrar cada vez mais na capacidade de oferecer soluções integradas, personalizadas e acessíveis.

Nesse cenário, o Inter aposta na combinação entre tecnologia, diversidade de produtos e conveniência para ampliar o relacionamento com os clientes e consolidar seu ecossistema financeiro.

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Microsoft, incentivi all’uscita volontaria per circa 60mila dipendenti in quattro Paesi: il piano mentre cresce la spesa per l’IA

Microsoft prepara un nuovo programma di incentivi per favorire l’uscita volontaria di circa 60mila lavoratori negli Stati Uniti, in Canada, India e Regno Unito. L’iniziativa arriva mentre il colosso tecnologico aumenta gli investimenti nelle infrastrutture per l’intelligenza artificiale, con una spesa crescente che mette sotto pressione le finanze aziendali.

Il programma riguarda quattro Paesi e segue quello di pensionamento annunciato ad aprile

Microsoft mette sul tavolo incentivi economici per i dipendenti che scelgono di lasciare volontariamente l’azienda. La nuova offerta potrebbe interessare circa 60mila lavoratori tra Stati Uniti, Canada, India e Regno Unito, secondo le informazioni diffuse lunedì 26 ottobre. Il gruppo di Redmond punta così a favorire le uscite su base volontaria attraverso un programma dedicato a una parte del proprio personale. La cifra di 60mila indica la platea potenzialmente interessata, non il numero di dipendenti che hanno già deciso di lasciare Microsoft. L’effettiva adesione dipenderà dalle scelte dei singoli lavoratori.

L’iniziativa segue un primo programma di pensionamento volontario annunciato ad aprile 2026, al quale poteva accedere circa il 7% dei dipendenti statunitensi. Il nuovo piano estende la possibilità di aderire a un’offerta di uscita volontaria anche a lavoratori di altri tre Paesi.

Microsoft, gli investimenti nell’intelligenza artificiale mettono sotto pressione i conti

Il programma arriva mentre Microsoft sta aumentando gli investimenti nei data center, necessari a sostenere la crescente domanda di servizi legati all’intelligenza artificiale. Il gruppo fornisce infrastrutture e servizi cloud ad aziende come OpenAI e Anthropic, oltre ad altri clienti che utilizzano le sue piattaforme per sviluppare e gestire applicazioni basate sull’IA. La crescita degli investimenti nelle infrastrutture tecnologiche sta assorbendo risorse finanziarie e aumentando la pressione sui conti del colosso americano. Microsoft interviene contemporaneamente sull’organizzazione del personale con il nuovo programma di incentivi.

Per il momento non è noto quanti dipendenti accetteranno effettivamente l’offerta. Il piano prevede la possibilità di un’uscita incentivata, senza che questo equivalga all’annuncio di 60mila licenziamenti.

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Anthropic, Claude vuole sbancare Wall Street: IPO da 100 miliardi nel mirino

Ricavi a 16,8 miliardi nel trimestre e valutazione da 1.500 miliardi: i conti sotto esame

Anthropic ha fatto ufficialmente richiesta di quotazione in borsa negli Stati Uniti, dove punta a raccogliere 100 miliardi di dollari. Una cifra astronomica, dato che Space X, a giugno, ne ha raccolti “solo” 75, più del doppio di quelli raccolti dall’ipotesi record di Saudi Aramco nel 2019. Il creatore dell’agente Ai Claude, concorrente di ChatGpt, punta dunque a un debutto storico destinato a mettere alla prova l’interesse degli investitori per il settore dell’intelligenza artificiale. Il calendario prevede l’inizio del road show per la presentazione agli investitori il 16 novembre e il debutto in Borsa del titolo il 24.

Anthropic, a giugno, aveva rivelato di aver presentato in via riservata la domanda per il collocamento negli Stati Uniti e, a fine maggio, aveva raccolto 65 miliardi di dollari con un round di finanziamento che aveva valutato la società circa mille miliardi di dollari.

Alcuni investitori potenziali valutano Anthropic a circa 1.500 miliardi di dollari, in calo rispetto ai circa 2mila miliardi ipotizzati precedentemente, dopo che la società aveva divulgato alcuni dettagli finanziari: fatturato in crescita del 45% nel terzo trimestre a 16 miliardi di dollari, in occasione di un evento dedicato agli investitori.

L’Ipo è comunque stata posticipata rispetto ai piani iniziali. Reuters aveva infatti riferito che l’inizio del road show era previsto per metà ottobre.

Anche OpenAI, che gestisce il chatbot ChatGpt, ha rivelato a giugno di aver presentato, in via riservata, una richiesta di collocamento negli Stati Uniti, ma non si quoterà prima nel 2026. L’ad e fondatore Sam Altman si è detto preoccupato circa la sicurezza dell’intelligenza artificiale, che rende “inaccettabile” l’ipotesi che l’Ai possa causare l’estinzione dell’umanità entro la fine del decennio, anche se il rischio è solo del 10%.

La società sta anche cercando di effettuare una raccolta fondi presso investitori istituzionali prima del previsto debutto in Borsa della rivale Anthropic, che potrebbe valutare, secondo Reuters, il produttore di ChatGpt oltre 1.400 miliardi di dollari.

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‘Silver Jobs’ promove a inclusão e a literacia digital da população sénior

VTM

O município de Bragança promove o ‘Silver Digital Days’, uma iniciativa integrada no projeto de cooperação transfronteiriça SILVERJOBS, apoiado pelo Programa de Cooperação Interreg Espanha-Portugal (POCTEP) 2021-2027.

A iniciativa aposta na inclusão e na literacia digital da população com mais de 55 anos, através da promoção de competências que reforcem a autonomia, a segurança e a participação ativa na sociedade digital.

O evento decorre durante dois dias. No primeiro dia, 28 de outubro, o Brigantia EcoPark, em Bragança, será um espaço de partilha de conhecimentos e experiências sobre tecnologia, inovação, economia prateada e novas oportunidades nos setores social e da saúde.

No segundo dia, 29 de outubro, o evento é levado a algumas aldeias, ao encontro das com comunidades rurais.

A formação digital assume um papel central nesta iniciativa, reconhecendo a importância de capacitar a comunidade com mais de 55 anos para utilizar ferramentas tecnológicas no quotidiano, aceder a serviços essenciais e comunicar de forma mais simples e segura. O desenvolvimento destas competências contribui para reduzir a exclusão digital e promover uma maior independência na realização de tarefas que são cada vez mais mediadas por plataformas e serviços online.

Entre as atividades previstas, destaca-se a sessão dedicada aos Serviços Públicos Digitais, que abordará a utilização da Segurança Social Direta, do Portal das Finanças e do Portal SNS. Esta componente pretende aproximar os participantes dos serviços digitais, facilitando o acesso à informação e promovendo uma utilização mais autónoma destas plataformas.

A segurança digital será igualmente abordada através de uma sessão de Cibersegurança Sénior, centrada na prevenção de burlas bancárias, falsas chamadas e esquemas online. A sensibilização para estes riscos é fundamental para que os participantes desenvolvam conhecimentos que lhes permitam identificar situações suspeitas, proteger os seus dados pessoais e utilizar a Internet com maior confiança.

O programa inclui ainda o workshop teórico-prático “Smartphones sem medo”, orientado para a aprendizagem de competências digitais úteis no dia a dia. A atividade permitirá abordar pesquisas na Internet, utilização de redes sociais, realização de videochamadas, registo de fotografias e vídeos e utilização do GPS, promovendo um contacto mais próximo e confiante com os dispositivos móveis.

Para além da capacitação digital, o Silver Digital Days promove a reflexão sobre os desafios e as oportunidades do emprego no setor social, através de uma mesa-redonda dedicada ao tema. Esta vertente enquadra-se nos objetivos mais amplos do SILVERJOBS, que procura valorizar o potencial da economia prateada e explorar novas respostas às necessidades associadas ao envelhecimento da população.

Num contexto de crescente transformação digital e de envelhecimento demográfico, a aquisição de competências tecnológicas constitui um fator importante para garantir que a população sénior acompanha as mudanças da sociedade, mantém a sua autonomia e beneficia das oportunidades proporcionadas pela inovação.

Com esta iniciativa, o município de Bragança reforça a aposta na “formação digital como instrumento de inclusão social, promovendo o acesso ao conhecimento, a utilização segura da tecnologia e a construção de uma comunidade mais informada, autónoma e preparada para os desafios do futuro”.

 

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SpaceX, Elon Musk scommette forte sull’IA: annunciato un finanziamento da 40 miliardi per l’acquisto di chip

SpaceX ha raccolto 40 miliardi di dollari in prestiti destinati all’acquisto di nuovi chip per l’intelligenza artificiale. Lo ha annunciato Elon Musk attraverso un messaggio pubblicato sul suo social X, spiegando che le risorse serviranno principalmente a finanziare l’acquisto di GPU, le unità di elaborazione grafica fondamentali per lo sviluppo dei sistemi di intelligenza artificiale, la cui consegna è prevista tra il primo e il secondo trimestre del 2027. “Si tratta principalmente del rimborso del debito contratto per l’acquisto di GPU che arriveranno nel primo e nel secondo trimestre”, ha scritto Musk rispondendo a un investitore, senza precisare né la scadenza né il tasso di interesse del finanziamento.

La notizia arriva dopo che il gruppo, presentando i risultati finanziari martedì scorso, aveva annunciato investimenti compresi tra 35 e 40 miliardi di dollari nell’ultimo trimestre dell’anno, una cifra doppia rispetto a quella del trimestre precedente. I nuovi fondi, attesi all’inizio del 2027, confermano la volontà di mantenere elevato il ritmo degli investimenti nel settore dell’intelligenza artificiale.

Dopo la fusione con xAI all’inizio dell’anno, SpaceX, con sede a Starbase, in Texas, ha rafforzato la propria presenza nel comparto dell’intelligenza artificiale. Nel terzo trimestre, secondo quanto riportato, il gruppo ha registrato il primo utile netto della sua storia, grazie soprattutto ai ricavi derivanti dall’affitto della capacità dei propri data center a clienti esterni, tra cui Anthropic.

Prosegue intanto l’ampliamento del data center Colossus II, al confine tra Mississippi e Tennessee, mentre Musk punta a trasformare SpaceX in un conglomerato tecnologico, valutando anche l’acquisizione di Tesla, l’altra grande azienda da lui guidata.

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Antonio Chiarello, digitale e blockchain non ingranano: ancora in rosso la sua fintech Weltix

La fintech Weltix (ex ClubDeal Digital), di cui Antonio Chiarello è socio di controllo tramite AC72 con oltre il 55% e amministratore delegato, che svolge la gestione digitale integrata dei private assets, permettendo a aziende e investitori di gestire online l’emissione di equity e debito, la tokenizzazione di strumenti finanziari su blockchain, è ancora in rosso, anche se i ricavi segnano un lieve miglioramento. Lo attesta il bilancio del 2025 che s’è chiuso con una perdita di 555mila euro, superiore a quella di 420mila euro del precedente esercizio a fronte di un valore della produzione che anno su anno è salito da 217mila euro a 677mila euro.

C’è da osservare peraltro che Weltix lo scorso anno ha ricevuto a vario titolo diversi importanti contributi pubblici, tutti erogati dalla Regione Lombardia. Chiarello nella relazione sulla gestione ricorda che nel 2025 Weltix ha ricevuto l’autorizzazione della Consob per il registro DLT, che agisce con la propria Weltix Fiduciaria e offre anche una suite di servizi post-trade. Sempre Chiarello sottolinea che Weltix ha in programma l’anno prossimo di rafforzarsi dal punto di vista patrimoniale anche grazie a investitori istituzionali internazionali.

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El chavismo en el centro de datos, Extremadura en la periferia

He de reconocer que, hasta ahora, creía que la postura escorada de los gobiernos autonómicos en favor de los centros de datos se debía a la misma injusta mezcla que nos afecta a buena parte de los españoles: la falta de información por parte de las grandes corporaciones promotoras y la diseminación por estas de algunos datos confusos y sobredimensionados en empleo e inversión. La labor que he tratado de desempeñar estos últimos meses, como investigador predoctoral del CSIC y de la UC3M, ha sido precisamente tratar de poner la información a disposición de los vecinos y las administraciones afectadas por estas instalaciones. Es por ello que recibí con ilusión la invitación de Unidas por Extremadura para comparecer en la Comisión de Economía, Empleo y Transformación Digital de la Asamblea de Extremadura con el objeto de ofrecer un análisis científico de los beneficios y riesgos asociados a los proyectos de instalación de grandes centros de datos en esta tierra. La misma tierra que cultivaron mis abuelos y de la que emigraron con la intención de que sus nietos pudieran estudiar en las instituciones en las que a día de hoy trabajo.

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© ASAMBLEA DE EXTREMADURA (ASAMBLEA DE EXTREMADURA)

Isabel Cortés Gervilla, diputada del Grupo Popular extremeño, en la Asamblea de Extremadura.
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El año negro de Meta: las claves de la mayor multa a una tecnológica por cometer 43 millones de infracciones

2026 no está siendo el mejor año para Meta. Un juez de Nuevo México, EE UU, ordenó este miércoles a la empresa matriz de Facebook, Instagram o WhatsApp el pago de una multa de unos 22.000 millones de euros al considerarla culpable de engañar a los usuarios de Facebook sobre su política de privacidad de datos.

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© Carlos Barria (REUTERS)

El director general de Meta, Mark Zuckerberg, se pone una gafas inteligentesMeta Ray-Ban Display en el evento corporativo Meta Connect, celebrado el pasado 17 de septiembre.
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Família Volksbus 2027 fica mais moderna com novo painel digital

A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) passa a equipar toda a família Volksbus com novo painel de instrumentos digital, mas como equipamentos opcionao. Com isso, a marca investe em mais segurança, conforto e tecnologia a bordo dos seus ônibus.

Disponível como opcional a partir de 2027, o novo painel digital poderá equipar todos os modelos de ônibus da marca, proporcionando uma condução ainda mais intuitiva, ergonômica e agradável.

O novo painel de instrumentos é uma alternativa tecnológica à versão analógica atual e estará disponível nos idiomas português, inglês, espanhol e francês.

Totalmente digital, a ferramenta reúne cerca de 80 funcionalidades, entre elas a avaliação do motorista, a indicação do peso por eixo e o controle da altura da suspensão nas versões pneumáticas.

Além do design moderno, o novo painel digital aprimora a visibilidade das informações e a navegação pelos menus, proporcionando mais controle e conhecimento sobre a operação do veículo durante a viagem.

Ergonomia e eficiência

A solução também torna o cockpit mais ergonômico e eficiente ao concentrar informações operacionais em uma única interface e permitir a total personalização de dados conforme as necessidades da operação.

Dessa forma, o motorista acessa com mais agilidade os principais indicadores do veículo, reduz distrações e ganha mais conforto, praticidade e controle ao longo de toda a jornada.

Para os modelos elétricos, o sistema conta ainda com integração ao aplicativo VWCOnnect, que disponibiliza no celular do cliente todas as informações do veículo.

Entre as funcionalidades, estão a interpretação de códigos de falha, consultas operacionais, acompanhamento de revisões, histórico de viagens, visualização do consumo médio e monitoramento de gastos.

Compatível com sistemas Android e iOS, o aplicativo permite ainda o cadastro de até sete veículos em uma única conta, proporcionando uma gestão centralizada e mais eficiente da frota.

O novo painel digital reforça a estratégia da VWCO de ampliar o acesso a tecnologias avançadas em toda a família Volksbus, elevando os níveis de conectividade, inteligência operacional e experiência do cliente a bordo.

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O marketing não acaba quando o cliente compra!

Há algo bastante curioso na forma como muitas empresas abordam o marketing: investem tempo, dinheiro e um esforço considerável para atrair novos clientes, mas, no momento em que alguém finalmente faz uma compra, a relação parece chegar a um fim abrupto.   O cliente comprou. A venda está concluída. Missão cumprida! Passemos ao próximo. Bora […]

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EU risks funding Israeli firms which help develop NAZA-type violent tech

The European Union has continued its scientific cooperation with Israeli firms and institutions implicated in genocide and apartheid throughout Israel’s three-year old assault on Gaza. Such complicity must stop.

Israel has been associated with the €95.5bn Horizon Europe research and innovation programme (2021-2027), and, according to the European Commission’s detailed Horizon dashboard, the EU’s net contribution to Israel amounts to €1.02bn.

While much of the funding supports legitimate research, the programme also channels substantial resources to Israeli universities and companies, some closely connected to Israel’s military and security apparatus. 

Pointing to just such EU-Israel collaboration, Francesca Albanese’s UN report “From economy of occupation to economy of genocide” published last year, estimated EU research funding to Israeli entities at over €2.12bn since 2014. 

Horizon Europe funds collaborative projects and European Research Council grants.

But it is the European Innovation Council (EIC) and schemes which include the EIC Accelerator, the EIC STEP Scale-up and the Scaleup Europe Fund which are especially relevant to the question of EU complicity in Israel’s ongoing assault on Gaza.

Horizon Europe is formally limited to civilian research, but Israeli companies with links to Israel’s military and security establishment have received funding through these schemes. 

In March 2026, for example, members of the European Parliament tabled a written parliamentary question asking the European Commission specifically about such companies including Sightec, an Israeli drone-navigation firm that received almost €2.5m through the EIC Accelerator and whose chief executive has described its technology as “combat-proven and deployed on over 3,000 drones in critical missions”.

The issue is not confined to overtly military applications. EU-funded civilian technologies can also serve Israel’s settler-colonial project.

Should European public money finance, for example, orange-harvesting robots that help Israel manage what it euphemistically calls a “labour shortage” in settlements built on occupied Palestinian land?

The EIC also goes beyond grants. Through the EIC fund, the EU can take equity in companies it supports; the new Scaleup Europe Fund is explicitly designed to make direct equity investments in strategic technology firms, and is open to companies based in countries associated with Pillar III of Horizon Europe, including Israel.

The EU can therefore not only subsidise Israeli technology firms but also acquire a financial stake in them and potentially profit from their future growth. 

And it could get worse.

The EIC’s 2026 work programme expands the type of projects that can be funded by including ‘dual use’ applications that are both civilian and military.

This opens the door for the EU to fund nuclear-related Israeli projects although Israel is not a member of the European Atomic Energy community (Euratom).

But none of this is inevitable.

Next EU budget and credibility at stake

Israel’s association with the current Horizon Europe programme runs only until 2027 and the shape and scale of the EU’s next Horizon programme will be  decided during ongoing negotiations on the bloc’s seven-year Multiannual Financial Framework (MFF).

There are also clear signs that Israel is likely to participate in the next Horizon programme (2028-2034).

Only a few weeks ago, Ekaterina Zaharieva, European commissioner for startups, research and innovation, met with the head of the Israel Space Agency, Shimrit Mama.

Reportedly, they discussed potential cooperation in high-tech air defence and space capabilities, AI and robotics, and underlined the importance of satellite imaging, AI modelling and a “multi-layer defence approach.” 

European Commission president Ursula von der Leyen and her team must ask themselves if the EU should be building an innovation architecture in which Israeli firms and state institutions, which are already deeply integrated into Israel’s military-industrial ecosystem, could receive European support for technologies explicitly framed as dual-use or defence-related. 

Are they comfortable with funding companies that help develop the type of violent technologies described in the award-winning documentary NAZA, which exposes the systems and AI technology used during the military campaign in Gaza?

Audience members hold signs supporting Yuval Abraham and Rachel Szor’s documentary Naza after it wins the European Film Audience Award at the 74th San Sebastian Film Festival in Spain, 26 September 2026 (Source: EPA/JUAN HERRERO)

Last year, under public pressure, von der Leyen proposed a partial suspension of Israel’s participation in Horizon Europe by specifically excluding Israeli entities from new EIC Accelerator grants and investment support. 

The proposal was modest: it would have affected future funding only, not existing agreements, and covered roughly 20 percent of EU financial flows to Israel under the programme.

It required a qualified majority in the Council but did not secure the necessary votes. It is, however, technically “still on the table”, according to commissioner Zaharieva.

Nobel Peace Prize winner Navi Pillay concluded in 2025 that Israel’s actions have “consistently pointed toward a singular, harrowing objective – the destruction of Palestinian life in Gaza”.

The EU has done little so far to stop the genocide in Gaza and ethnic cleansing in the occupied West Bank, and arguably – through trade and weapons’ exports – is actually contributing to it. 

Now the EU faces a clear choice. It can continue to fund, co-invest in and deepen research ties with an Israeli innovation sector increasingly oriented towards dual-use and defence technologies. 

Or it can stand with the winner of the 2026 Nobel Peace Prize, draw a line and decide that there will be no Israeli participation in the next Horizon programme, no EU equity in Israeli firms, and no public money for technologies that may be used to sustain genocide, occupation, surveillance and war.

The credibility of the EU and the values it proclaims depends on the choice it makes. 

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EU should use Digital Services Act against online tormentors of Belarusian and Russian exiles in Europe

In December 2023, a Belarusian KGB representative entered an online seminar organised by the Belarusian Free University and told participants that everything was under the service’s control.  

The following month, the online university, run from exile, was designated an “extremist entity”.

It was a warning that being in exile in a safe country does not necessarily put independent voices beyond the reach of authoritarian states. 

For people forced into exile, reaching the EU should mean being able to continue their work without fear. Yet repression follows them into the digital spaces where they organise, report, and communicate. “We can never be sure who is behind a switched-off camera in our online meetings,” one interviewee told us.  

ARTICLE 19 Europe’s new report, 404: Safety not found?, draws on interviews with exiled targeted journalists, human rights defenders working in Belarusian and Russian language environments, as well as digital security experts who try to protect them. Respondents identified Belarusian and Russian state-linked actors as major sources of threats, while stressing how difficult it is to attribute individual incidents. 

The research documents phishing attacks that expose private communications and trusted contacts, including people inside repressive states. It also shows how platform moderation is manipulated through coordinated malicious complaints.

“Extremist” and “foreign agent” designations deter audiences from sharing or subscribing to independent media. A publication may lose sensitive records built up over years, or remain online yet lose contact with the people it exists to inform. 

The harm extends beyond the person whose accounts are compromised. Stolen information may be used to pressure colleagues and relatives, while fear and mistrust drive self-censorship and withdrawal from public work.

For dispersed organisations with few offline ways to reach audiences, losing access to a platform can threaten their ability to function. 

To an external observer, those attacks might seem like a scattering of isolated incidents. They are not. Digital transnational repression is a coordinated, evolving strategy – and treating it as anything less than a systemic risk will leave the response permanently one step behind the threat.

It’s a reality that the international community, including the European Union, must confront. 

Turning commitments into protection

EU governments should recognise transnational repression for what it is: an attack on the conditions that allow independent journalism and civil society to function.

Offering physical refuge is not enough if people in exile cannot safely investigate abuses, organise or reach their audiences.  

On 23 September, more than 130 UN human rights experts called for action against transnational repression. Mariana Katzarova, the UN special rapporteur on Russia, has called for a binding UN convention. 

But the EU does not need to wait.  

The Digital Services Act already gives the European Commission a basis for action. It requires designated very large online platforms to assess systemic risks to fundamental rights arising from their services in the EU and to take effective, proportionate measures in response.

The practical test is straightforward: does a platform’s design or operation enable transnational repression? Does that amount to a systemic risk under Article 34? Has the platform adequately mitigated it under Article 35? 

Repeated abuse of reporting systems should trigger scrutiny of how those systems operate.

Platforms should provide meaningful human review, clear and accessible appeals and timely support for users facing coordinated attacks, and scrutinise government requests based on politically motivated designations.

Where the commission finds breaches, it should enforce compliance. Any measures against repression must protect freedom of expression, privacy and secure communication, including encryption. 

While attribution remains difficult, victims should not have to establish the entire chain of state responsibility before receiving support.

Investigators must pursue perpetrators and enablers, while regulators assess whether platforms have addressed recurring risks.

These are distinct responsibilities; difficulty in fulfilling one cannot justify neglecting the other. 

The EU should also establish a permanent European coordination mechanism linking national authorities, cybersecurity responders, and civil society.

It should set out clear arrangements for cross-border referrals, early warnings and support.

People reporting attacks need practical assistance, legal advice, and psychological support. Authorities must work with affected communities and build trust without treating language or nationality as grounds for suspicion. 

The test for the EU is simple: can people who have reached European soil feel safe to continue documenting abuses, speaking publicly and seeking justice without having to constantly fear the governments they fled?

If the EU’s commitment to freedom of expression is real, it must be measured by the protection it delivers. 

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Video game industry believes EU Kids Act will drive small creators and old games into extinction

A new law aimed at protecting children could kill off old video games and threaten small developers, industry trade groups have warned.

The EU Kids Act was unveiled by commission president Ursula von der Leyen last month as a chance to “give childhood back to our children” and put parents “in the driving seat”.

It would require videogames to be catered to children by default with stringent requirements including an eight-hour nighttime lock-out, a ban on screenshots, and guardian supervision.

Gamers wanting to play the full version of games would have to pass age verification checks to access features, like multi-player tournaments or mystery boxes. 

The European Commission is gathering feedback on the act with respondents quick to criticise the threat posed to videogame makers.

Stop Killing Games, a campaign to protect videogames, has opposed the act.

“This could turn the EU into a pariah state for videogames,” said Ross Scott, the consumer group’s founder. He reckons the regulation could spark a race to update games or deactivate them.

MEPs have also joined in sounding the alarm bell.

Proposed law could kill games

If the law passed, developers would need to make a child mode version of games and gate the full games behind a verification step.

“This is going to bury developers with compliance steps, and a whole lot of cost,” said Scott.

Age verification with zero-knowledge proof (meaning developers cannot collect data) will likely be required. “In practice, providers would likely need to engage a third-party age assurance provider,” also said Lauro Fava, partner at law firm Pinsent Masons.

The Commission’s impact assessment claims that third-party age verification apps would reduce costs, but failed to provide estimates.

Fava called it “strange” that these were missing, and thinks the commission “arguably downplayed” the cost of compliance.

Gamer’s Voice, an advocacy group, asserted that small games would struggle to pay for age-verification and other compliance measures, likely to inlclude game redesigns.

The Kids Act would outlaw features ‘increasing social comparison’ for minors, meaning functions like leaderboards and kill counts could be restricted.

And while the cost to developers is not known, it is feared prices could increase for players.

The wide scope of the draft law means community servers and hobbyist-developed games could be subjected to the new rules. Any game, new or old, would have to follow measures unless strictly offline in a physical format or built only for educational purposes.

And since the rules would apply to games made or consumed in the EU, it is feared game makers could block access to their games on the bloc.

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EU will need to tax AI ‘workers’ to keep funding human pensions

Every major technological shift reshapes not just the economy but the tax system that pays for it. When big corporations emerged, corporate and payroll taxes followed. When mass car ownership took hold, fuel duties emerged to pay for the roads it required. 

As AI shifts work from people to machines, it will force a rethink of who gets taxed, on what, and where. Nowhere is that question more urgent than in Europe, which funds the world’s most comprehensive welfare states primarily through taxes on work.

Taxes on work make up 51.5 percent of all tax revenue in the EU-27, according to the European Commission’s latest Taxation Trends data — a share that rose in 2024. These charges are taken straight from the payslip. They’re hard to avoid, and scale with employment.

AI, by replacing human work with software and machines, eats away at exactly this tax base. 

The International Monetary Fund (IMF) estimates that around 40 percent of jobs worldwide are exposed to AI. If that leads to fewer workers, it will also mean fewer payslips, pension contributions and social charges, weakening the revenue streams that fund Europe’s pension and healthcare systems. This is not a distant problem; the costs are already mounting.

Shift the burden to corporate profits

The obvious response is to shift more of the tax burden onto corporate profits, which will increasingly reflect the gains firms make by deploying AI instead of hiring workers.

Unlike a tax on machines and equipment themselves, a profit tax falls mostly on excess profits and need not distort investment. The case for shifting weight from payroll taxes to profits is strong and strengthens as AI replaces more workers with machines.

But profits, unlike payrolls, move. A company can locate its intellectual property in a low-rate jurisdiction — a pattern Europe knows well from decades of profits routed through Ireland and Luxembourg — and ensure that profits are booked far from where the jobs are lost. It is how the world’s largest technology and AI firms already operate.

Two-pillar answer

The Organisation for Economic Co-operation and Development’s (OECD’s) Inclusive Framework was designed to address exactly this: profits shifted across jurisdictions to avoid tax, and e-commerce allowed sales where firms have no physical presence. AI makes these reforms more urgent. 

Pillar One of the framework put forward by the Paris-based wealthy nations’ club addresses where a corporation is taxed. It shifts partial taxing rights for the largest multinationals away from where they are headquartered and toward where their customers and users are located. 

Still under negotiation, it would apply only to a handful of the largest firms, but many AI companies would qualify. 

These firms are concentrated in a select number of countries, very few of them European, but the displacement they cause, and the public services that displaced workers will require, will weigh heavily on European budgets.

Pillar Two of the OECD framework introduces a global minimum corporate tax of 15 percent on multinationals with revenues above €750m.

The EU moved first and furthest: Council Directive (EU) 2022/2523 made the minimum tax binding across the Union from 2024, and 22 of the 27 member states now apply it in full. The United States, notably, has not implemented the rules. 

Politics is undermining the fix

But the obstacles are real. US ratification of the OECD proposals is unlikely, and many of the largest companies are headquartered there. 

The pressure is already reshaping Europe’s own rules: under the G7’s June 2025 ‘side-by-side’ agreement, US-parented groups would be exempt from the EU’s minimum-tax rules: a carveout the European Commission confirmed in January 2026 and which several member states consider legally fragile. 

The Commission also dropped its proposed EU digital levy under US trade pressure, leaving a patchwork of national digital services taxes in France, Italy, Spain, Austria, and elsewhere.

Such exceptions and carveouts show that big-power politics can hollow out the framework. These reforms were designed to address the tax challenges for an AI-economy. They were good policy then. They are fiscal necessities now. Fairer corporate taxation will not be enough, but it is a start. 

Europe’s choice

The EU has instruments on the table, the BEFIT common corporate tax base and the proposed Corporate Resource for Europe, but both remain politically contested.

European governments that fail to act will be managing the social costs of technological disruption with a tax system built for the industrial age, while the profits that fund their rivals accumulate beyond their reach.

Even if Europeans work less, their needs for health care, pensions, and consumption remain. As wage-based contributions shrink, Europe must shift more of the tax burden onto corporate profits and close off the routes that let those profits move beyond the reach of the states bearing the costs of automation. 

Productivity gains may soften the arithmetic; they will not repeal it. The tax base must follow the economy. 

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Women MEPs targeted by AI ‘nudifier’ apps push EU leaders to enforce December ban

Almost 150 European politicians have become targets of AI-generated deepfake pornography, 50 of whom are MEPs. The EU’s Green party has now taken the fight to the upper echelons of EU authority to push a ban on ‘nudifying’ apps.

Research by the think tank Agora Digital Transformation (ADT), published on Monday (5 October), found that 50 MEPs have been targeted by digital platforms able to digitally strip anyone whose picture is uploaded to it. Of these, 46 are women.

Another ADT study published in September found that the chances of becoming a victim of false sexualised portrayals are one in 14 for women, against one in 500 for male politicians.

Most worryingly, a woman has no way of knowing she’s been targeted because “the harm is often unseen until it has spread,” Monday’s study read.

MEPs have rallied behind the Green party in demanding EU leaders take concrete steps to limit the influence of such software, while requiring member states to set up national authorities to roll out an effective ban on ‘nudifier’ apps from 2 December 2026.

The Green party initiated an open letter, which was endorsed by 119 MEPs from the Socialists and Democrats, liberal Renew Europe and the Left, calling on the European Commission and member states to take decisive action against AI deepfakes of women politicians.

The appeal asks to strengthen EU resolutions on AI and digital protection by requesting that the commission guide national authorities on enforcing the ban, and that there be a designated and properly resourced body in every member state ready to implement the ban from December.

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