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Aneel aprova editais de dois leilões de sistemas de baterias para dezembro

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (27), os editais dos dois leilões de reserva de capacidade destinados à contratação de novos sistemas de armazenamento de energia em baterias. As disputas estão previstas para 2 e 4 de dezembro, com início do suprimento em 1º de agosto de 2028 e contratos de 15 anos.

O primeiro certame, denominado Armazenamento Nacional, será destinado a projetos que atendam aos requisitos mínimos de conteúdo nacional do sistema de credenciamento de fornecedores do BNDES. O segundo será realizado na modalidade Armazenamento, sem a mesma exigência de nacionalização.

Os preços-teto, definidos pelo Ministério de Minas e Energia (MME), serão de R$ 1,76 milhão por megawatt (MW) ao ano para o produto com conteúdo nacional e de R$ 1,58 milhão por MW ao ano para o outro certame. Os processos foram relatados pelo diretor Gentil Nogueira de Sá Júnior.

A contratação remunerará a disponibilidade de potência das baterias para atender aos comandos do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). Os empreendimentos receberão uma receita fixa anual, paga em 12 parcelas mensais, sujeita a reduções conforme o desempenho operacional. A remuneração será devida independentemente do acionamento dos sistemas, observadas as obrigações contratuais.

Os projetos deverão oferecer disponibilidade mínima de 30 MW e sustentar a potência máxima por quatro horas a cada ciclo completo. As regras preveem até dois ciclos diários, respeitado o limite de 366 ciclos anuais, e recarga completa em até seis horas. A eficiência total mínima exigida será de 85%.

Os sistemas também deverão atender aos requisitos de conexão, incluindo a funcionalidade de formação de rede, conhecida como grid forming. A verificação pelo ONS ocorrerá durante o processo de integração das instalações ao sistema elétrico, como condição para a entrada em operação em teste e comercial.

O custo da contratação será rateado exclusivamente entre os geradores de energia, conforme a legislação citada nos votos. O relator classificou o custeio como o tema mais controverso dos certames e registrou que a discussão em andamento no Congresso não afasta a obrigação da agência de cumprir a regra vigente.

Entre as mudanças após as consultas públicas, a Aneel reduziu de R$ 9,8 milhões/MW para R$ 6 milhões por MW as garantias financeiras das exigências patrimoniais. A garantia de proposta será de R$ 60 mil por MW de disponibilidade máxima ofertável. Já a garantia de fiel cumprimento e o patrimônio líquido mínimo serão, cada um, de R$ 600 mil por MW vinculado ao lance.

Os editais também permitirão consórcios entre empresas do mesmo grupo econômico, com regras para evitar a dupla contagem de patrimônio, e explicitarão a possibilidade de participação de concessionárias de transmissão, observadas as obrigações das concessões. Após apontamento da equipe técnica do Tribunal de Contas da União (TCU), a comprovação patrimonial deverá considerar os compromissos assumidos conjuntamente nos dois leilões.

A agência manteve o risco de conexão com os empreendedores e rejeitou a prorrogação automática do início do suprimento por atrasos nas instalações de acesso. Também preservou o limite anual de 2,5% de indisponibilidade programada, equivalente a aproximadamente 219 horas, incluindo intervenções para recompor a capacidade das baterias ao longo do contrato.

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Boa Safra aprova programa para recomprar até 2,9 milhões de ações

A Boa Safra Sementes aprovou um novo programa de recompra de ações que poderá abranger até 2,89 milhões de papéis ordinários da companhia. A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração nesta terça-feira (27), com início das operações previsto para 15 de novembro de 2026.

Segundo comunicado, a quantidade máxima autorizada corresponde a 2,04% das ações totais emitidas pela empresa e a 5% dos papéis em circulação no mercado.

O quinto programa de recompra da companhia terá duração de até 12 meses, com prazo para liquidação das operações até 15 de novembro de 2027. As aquisições serão realizadas na B3, a preços de mercado, com intermediação da XP Investimentos.

Segundo a Boa Safra, a recompra poderá contribuir para aumentar o retorno dos acionistas por meio de dividendos e juros sobre capital próprio por ação, uma vez que os papéis mantidos em tesouraria não têm direito ao recebimento desses proventos.

A empresa também aponta a possibilidade de aumento da participação percentual dos acionistas caso as ações recompradas sejam posteriormente canceladas. O objetivo é maximizar a geração de valor para os acionistas por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital.

As ações adquiridas poderão ser mantidas em tesouraria para posterior cancelamento, alienação ou utilização em programas de remuneração baseada em ações destinadas a administradores, entre outras finalidades permitidas pela legislação.

El Niño pode mudar cenário da produção de leite e pressionar preços

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Bogotá a las puertas del Festival Carranguero

Bogotá, 27 oct (Prensa Latina) La capital de Colombia se alista hoy para la celebración del Festival Carranguero los días 7 y 8 de noviembre con presentaciones gratuitas de grupos como Los Rolling Ruanas, Los Fiesteros de Boyacá y Rumbambuquiando.

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Entidades assinam novo manifesto por autonomia financeira de agências reguladoras

Entidades ligadas ao setor de infraestrutura e à regulação assinaram nesta terça-feira, 27, um novo manifesto em que pedem ao Congresso Nacional a adoção de mecanismos para proteger o orçamento das agências reguladoras contra contingenciamentos e limitações de empenho. O documento defende que as despesas com regulação e fiscalização sejam preservadas na elaboração das peças orçamentárias de 2027.

Sob o lema "Regulação não é gasto, é investimento", as entidades argumentam que a previsibilidade financeira das agências é necessária para garantir segurança jurídica, atrair investimentos privados e sustentar o crescimento econômico. O texto pede que os parlamentares priorizem dotações consideradas suficientes e protegidas para as atividades de regulação e fiscalização.

O manifesto sustenta que restrições orçamentárias podem comprometer a capacidade operacional das agências e prejudicar a fiscalização de setores essenciais ao desenvolvimento do País. Segundo o documento, a redução de recursos destinados a essas atividades pode afetar a eficiência dos serviços, a geração de empregos e a renda.

As entidades citam como exemplos de iniciativas em favor da autonomia financeira das agências a emenda apresentada pelo deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que ressalvou despesas de regulação e fiscalização no Orçamento de 2026, e o Projeto de Lei Complementar (PLP) 73/2025, que busca proteger esses recursos contra contingenciamentos.

A proposta legislativa altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para excluir as despesas das agências reguladoras federais das limitações de empenho e movimentação financeira. O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2026 e encaminhado à Câmara dos Deputados.

O documento também defende a derrubada do Veto Presidencial nº 51/2025, referente a dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 que previa proteção para despesas de regulação e fiscalização. A medida busca ampliar a previsibilidade dos recursos destinados às atividades das agências.

No manifesto, as entidades pedem apoio dos parlamentares para que o Orçamento de 2027 e as demais peças orçamentárias incluam mecanismos que preservem os recursos dessas instituições. Para os signatários, a autonomia financeira das agências é um instrumento para fortalecer a segurança jurídica, estimular negócios e dar sustentação aos investimentos no País.

Assinam o manifesto a associação, empresas e frentes parlamentares que representam empresas do setor regulado.

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© Roque Sá/Ag. Senado

Congresso Nacional, em Brasília
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Centro Ciência Viva de Tavira celebra o Halloween com uma noite assustadoramente científica

A 31 de outubro, o Centro abre portas para uma noite de Halloween com experiências científicas, cozinha molecular e surpresas fantasmagóricas. O Centro Ciência Viva de Tavira volta a celebrar o Halloween com uma noite especial dedicada à ciência e à diversão. No próximo dia 31 de outubro, entre as 18h00 e as 22h00, o […]

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Albufeira | Presidente da CM entronizado no IV Capítulo da Confraria dos Amigos da Guia e do Frango da Freguesia

O presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, foi entronizado no VI Capítulo da Confraria dos Amigos da Guia e do Frango da Freguesia, realizado no dia 24 de outubro. No dia seguinte, participou, na qualidade de Confrade de Honra, no X Capítulo da Confraria do Bacchus de Albufeira. Os dois encontros reuniram confrarias […]

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Inter de Limeira precisa de cautela com SAF de Ronaldo e Roberto Carlos

O torcedor da Inter de Limeira está em lua de mel com o clube após o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro, conquistado depois de 35 anos de ausência na divisão.

A promoção à segunda divisão é mais um passo importante dado pela equipe neste segundo semestre de 2026.

Em agosto, a Inter de Limeira confirmou a venda da SAF para um grupo que conta com Ronaldo Fenômeno, Roberto Carlos e o príncipe saudita Abdullah bin Saad bin Abdulaziz Al Saud entre os investidores.

Os dois ex-jogadores, inclusive, celebraram o acesso da Inter. Em suas redes sociais, Ronaldo e Roberto Carlos compartilharam a publicação do clube com a frase: “O leão subiu”.

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No entanto, um modelo de investimento que terminou mal no futebol brasileiro pode servir de alerta para a Inter de Limeira.

Em 2017, o Figueirense firmou uma parceria com o grupo de investidores Elephant S/A, entregando à empresa a gestão do departamento de futebol por meio de um contrato de 20 anos.

A administração, porém, ficou marcada por graves atrasos salariais, falta de depósitos do FGTS e descumprimento dos aportes financeiros prometidos.

A situação chegou a um ponto crítico em agosto de 2019, quando os jogadores entraram em greve por causa dos salários atrasados. O protesto culminou em um W.O. contra o Cuiabá, pela Série B do Campeonato Brasileiro.

Estádio Orlando Scarpelli, casa do Figueirense
Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, casa do Figueirense • Foto: Reprodução/Instagram/Figueirense

Um mês depois, o Figueirense rompeu unilateralmente o contrato com a Elephant e recorreu à Justiça. A empresa também havia tentado declarar o abandono da competição.

Desde então, o Figueirense, que já esteve entre os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, não conseguiu voltar à segunda divisão. A equipe acumula campanhas frustrantes na terceira divisão e, em algumas temporadas, chegou a brigar para evitar o rebaixamento à Série D.

É claro que a presença de Ronaldo Fenômeno e Roberto Carlos pode trazer a expectativa de maior cuidado com a gestão e com a reputação dos próprios investidores. Ainda assim, a falta de planejamento administrativo, seja pelo excesso de gastos, seja pelo abandono do projeto, pode levar a Inter de Limeira a viver anos difíceis.

Entenda papel de Ronaldo e Roberto Carlos na SAF da Inter de Limeira

 

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Diretores defendem revisão da Lei das Agências para evitar vacâncias

Diretores de agências reguladoras defenderam uma nova revisão da Lei das Agências para reduzir o tempo de vacância nos cargos de direção e dar mais agilidade à escolha de dirigentes.

As propostas foram apresentadas durante o Encontro sobre Segurança Regulatória na Infraestrutura, com a participação de representantes de diversas agências reguladoras.

O diretor-presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Tiago Fairstein, afirmou que os atrasos nas indicações e na aprovação dos nomes pelo Congresso Nacional podem reduzir o tempo efetivo dos mandatos, estabelecidos em cinco anos.

Isso ocorre porque a contagem começa a partir do encerramento do mandato anterior, mesmo quando o sucessor é aprovado meses depois. Se um diretor deixa o cargo em outubro e o substituto passa por sabatina apenas em abril do ano seguinte, por exemplo, o novo dirigente terá um mandato de quatro anos e seis meses.

Fairstein também defendeu mudanças nas regras de substituição de dirigentes, com a obrigatoriedade do cumprimento da lista tríplice e mais agilidade na análise dos nomes pela Casa Civil.

Como já mostrou a CNN, até 2027, o governo Lula terá que fazer 35 indicações para diretorias de agências reguladoras. Esse número tem se acumulado desde 2025. Segundo levantamento do IRIS Regulação, a vacância nas agências reguladoras dura, em média, 195 dias.

Segundo ele, a legislação atual não avançou suficientemente em questões de governança, como os procedimentos para preencher cargos vagos e estabelecer substituições interinas na presidência das agências.

Antes de Fairstein assumir o comando da Anac, após a saída de Juliano Noman para o Ministério de Portos e Aeroportos, o então diretor da Anac, Tiago Pereira, ocupou a presidência interinamente entre 2023 e 2025.

Sancionada em 2019, a Lei das Agências estabeleceu mandatos de cinco anos para os diretores e buscou fortalecer a autonomia das entidades reguladoras. Para os dirigentes, porém, as regras não resolveram todos os entraves relacionados às nomeações e à continuidade da gestão.

Durante o evento, o diretor-presidente interino da ANA, Leonardo Góes, criticou o uso das indicações para as agências como moeda de troca política entre o Executivo e o Congresso Nacional.

Para ele, a escolha dos dirigentes deveria seguir critérios técnicos, sem que as nomeações fossem utilizadas em negociações políticas. Góes avalia que esse tipo de articulação contribui para atrasar a aprovação dos nomes e prolongar a permanência de cargos vagos nas estruturas das reguladoras.

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Bollo auto, l’esenzione aiuta i meno abbienti ma il governo non sa come finanziarla dal 2028. L’Ufficio di bilancio: “Criticità”

Se nella prossima manovra arriverà un’estensione dell’esenzione dal bollo auto ai van delle famiglie numerose si saprà solo mercoledì, al termine del Consiglio dei ministri. Intanto a escludere la possibile trasformazione in misura permanente dello stop del pagamento del bollo, che solo per il prossimo anno costa circa 2,36 miliardi di euro, è l’Ufficio parlamentare di bilancio (Upb) che, in un focus, mette in guardia: richiederebbe risorse finanziarie di carattere strutturale e il governo non ha ancora trovato le coperture. Ma l’Upb conferma pure che l’esenzione valida solo per il 2027 aiuterà soprattutto le famiglie meno abbienti e, considerata insieme alle riduzioni di accise sui carburanti disposte nel corso di quest’anno, varrebbe potenzialmente circa la metà del peso del caro carburanti del 2026.

Ripartiamo dai numeri. L’esenzione dal bollo auto prevista per il 2027 riguarderà meno della metà dei veicoli in circolazione (il 45%), ma raggiungerà il 65% degli intestatari e il 73% delle famiglie che possiedono almeno un mezzo. Questo perché la misura prevede l’esenzione per una sola auto di potenza non superiore a 80 kW oppure, in assenza di una vettura, un motociclo o ciclomotore. Il vantaggio sarà così più consistente per i nuclei con minore capacità di spesa: lo 0,9% della spesa nel primo decile, contro lo 0,1% nell’ultimo, dove ci sono i più benestanti. La motivazione è chiara: nelle famiglie con reddito più basso c’è una sola auto di bassa-media cilindrata che rientrerà nell’esenzione, mentre i nuclei più abbienti e con più auto continueranno a pagare dal secondo bollo in poi. A livello familiare, insomma, basta che un solo componente abbia diritto all’esenzione perché l’intero nucleo ne benefici. Una simulazione positiva, considerando che la misura interviene su un tributo che “incide fino a sei volte di più sui bilanci delle famiglie meno abbienti rispetto ai nuclei più agiati”.

Si tratta di un’esenzione che si aggiunge alle riduzioni delle accise varate anch’esse con lo scopo di alleggerire i costi della mobilità privata. Insieme, le due misure valgono potenzialmente lo 0,6% della spesa delle famiglie, circa la metà dell’aumento di spesa causato dal rincaro dei carburanti nel 2026. E due terzi di questo effetto vengono dall’esenzione dal bollo. Ma se le due misure danno un sostegno immediato, funzionano in modo molto diverso. Il taglio delle accise, come il rincaro, è proporzionale a quanto si usa l’auto e pesa in modo quasi uniforme lungo la curva dei decili di spesa, tra 0,2 e 0,3 punti percentuali. L’esenzione riflette i pregi e i limiti del tributo su cui interviene: favorisce maggiormente le famiglie meno abbienti, sulle quali il tributo pesa di più, ma contrasta in modo disomogeneo il rincaro dei carburanti, poiché il beneficio non dipende dall’effettivo utilizzo del veicolo.

E da qui partono le criticità, in primis quella sulle coperture. Se nel 2027 l’esenzione sarà compensata con fondi in avanzo del Pnrr, per il 2028 e il 2029 il tema rimane ancora nell’indeterminatezza. Inoltre la misura è stata varata senza aver considerato fino in fondo l’impatto sulle Regioni, che incassano la tassa e che vedrebbero sostituito il gettito con un trasferimento statale. Il mancato gettito sarà compensato da un trasferimento dello Stato, la cui ripartizione tra le Regioni sarà stabilita da un successivo decreto ministeriale. In questo modo le maggiorazioni delle tariffe che alcune Regioni hanno scelto di applicare finiscono a carico di tutti i contribuenti italiani. Inoltre per l’Upb non è chiaro se il ristoro tenga conto delle modifiche introdotte dal decreto legislativo di agosto. Se fosse ripartito sulla base della normativa precedente, ne vanificherebbe per il 2027 gli effetti sulla distribuzione del gettito tra Regioni: il riassetto del tributo definito in agosto verrebbe così superato, prima ancora di trovare applicazione, dalla misura di settembre.

C’è infine un limite di orizzonte: il confronto considera solo la maggiore spesa per carburanti del 2026. Se i prezzi non tornassero ai livelli precedenti la crisi, le famiglie avrebbero costi più alti anche nel 2027, che qui non sono conteggiati.

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Emanuel Câmara diz que a Madeira “fica a zeros” com governos PSD/CDS

O deputado do PS-M à Assembleia da República lamentou, hoje, que, da parte do actual Governo da República, haja “zero compromissos” para com a Região. Dirigindo-se a Luís Montenegro, no debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2027, Emanuel Câmara recorreu à linguagem futebolística para dar conta que o PS mostra o […]
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Em crise, clube português mira Abel Ferreira e Leonardo Jardim, diz jornal

Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, e Leonardo Jardim, comandante do Flamengo, são alvos do Sporting, de Portugal.

O clube português, que vive um momento de crise e pode trocar de treinador, vê nos técnicos que duelam pelo título do Campeonato Brasileiro opções para o comando. A informação é do jornal A Bola.

No Campeonato Português, o Sporting ocupa a terceira colocação, com 18 pontos, após perder para o Académico na última rodada. A distância para os líderes Porto (27 pontos) e Benfica (22 pontos) é considerável, aumentando a pressão sobre a equipe.

A situação não é melhor na Champions League. Apesar de ter vencido dois jogos, o Sporting perdeu em casa para o LASK Linz, da Áustria, na última rodada, quebrando o aproveitamento de 100% na fase de grupos. A torcida tem questionado o trabalho do atual técnico, Rui Borges, e a diretoria estuda uma mudança.

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Contratos e disputa por títulos no Brasil

Apesar do interesse, Abel Ferreira e Leonardo Jardim têm contratos com Palmeiras e Flamengo, respectivamente, até 2027. Ambos estão na reta final da temporada brasileira brigando por títulos. Por isso, uma eventual mudança para Portugal só seria possível em dezembro, após o término das competições no Brasil.

Leonardo Jardim comanda o Flamengo, que lidera o Campeonato Brasileiro com 70 pontos. O clube carioca tem um ponto de vantagem sobre o Palmeiras, de Abel Ferreira, na disputa acirrada pelo título nacional.

Sob a batuta de Abel Ferreira, o Palmeiras é o vice-líder do Brasileirão e ainda disputa outros dois títulos em 2026. A equipe alviverde está na final da Copa Libertadores, onde enfrentará o Estudiantes, e nas semifinais da Copa do Brasil, com o Vasco como próximo adversário.

Leila Pereira é direta sobre possível saída de Abel do Palmeiras

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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Australiana amplia em 29% depósito de terras raras de alto teor na Bahia

A mineradora australiana Brazilian Rare Earths anunciou uma ampliação de 41% nos recursos minerais indicados de alto teor do projeto Monte Alto, localizado no interior da Bahia. A atualização elevou de 2,51 milhões para 3,54 milhões de toneladas a quantidade de material classificado nessa categoria, considerada de maior confiança geológica.

O resultado foi divulgado pela companhia na segunda-feira (26) e faz parte de uma nova estimativa dos recursos minerais do empreendimento, situado entre os municípios de Jiquiriçá e Ubaíra, aproximadamente 270 quilômetros a sudoeste de Salvador.

Considerando também os recursos classificados como inferidos, que apresentam menor grau de conhecimento geológico, o volume total de material de altíssimo teor passou de 3,4 milhões para 4,4 milhões de toneladas, um crescimento de 29%.

O teor médio de óxidos de terras raras desse conjunto ficou em 9,87%, ante 11,26% na estimativa anterior. Já os recursos indicados apresentam concentração média de 10,71%, segundo os dados divulgados à bolsa australiana.

A ampliação foi impulsionada principalmente pela identificação de novas zonas mineralizadas na porção sul de Monte Alto. Nessa área, os recursos indicados cresceram aproximadamente 200%, alcançando 1,9 milhão de toneladas.

Ao todo, a nova estimativa incorpora 8,1 mil metros adicionais de sondagens, distribuídos por 33 furos. O banco de dados utilizado pela companhia reúne mais de 43 mil metros de perfurações diamantadas, realizadas em 255 furos.

Apesar do avanço, os volumes divulgados representam estimativas de recursos minerais, e não reservas com viabilidade econômica demonstrada. A transformação desses recursos em reservas depende de estudos adicionais sobre as condições técnicas e econômicas de exploração.

O projeto Monte Alto integra o complexo Rocha da Rocha, que também inclui o depósito Sulista, e é considerado o empreendimento mais avançado da Brazilian Rare Earths no Brasil.

Além de neodímio e praseodímio, elementos utilizados principalmente na fabricação de ímãs permanentes, o depósito apresenta concentrações relevantes de terras raras pesadas, como disprósio e térbio.

Esses minerais possuem aplicações estratégicas na fabricação de equipamentos industriais, veículos elétricos, turbinas eólicas e sistemas de defesa, especialmente em tecnologias que utilizam ímãs capazes de operar sob temperaturas elevadas.

A companhia identificou ainda a presença de outros minerais considerados estratégicos, incluindo nióbio, escândio, tântalo e urânio, cujo potencial de aproveitamento comercial dependerá de avaliações adicionais.

Exportações antes da refinaria

A ampliação dos recursos ocorre enquanto a Brazilian Rare Earths avalia uma estratégia para antecipar o início das operações comerciais de Monte Alto, sem depender inicialmente da construção de uma refinaria de terras raras.

O plano prevê a implantação de uma estrutura de mineração e beneficiamento relativamente simples, utilizando processos convencionais de extração e separação física do minério para produzir concentrado de alto teor destinado ao mercado internacional.

A intenção é iniciar a comercialização desse produto antes da entrada em operação da unidade de processamento hidrometalúrgico e separação de terras raras que a companhia pretende construir no Polo Industrial de Camaçari, também na Bahia.

A refinaria planejada faz parte da estratégia de industrialização da empresa no Brasil e deverá receber concentrados minerais para etapas posteriores de processamento, permitindo a obtenção de produtos de maior valor agregado.

Segundo a mineradora, o modelo de desenvolvimento em etapas poderia reduzir a necessidade inicial de investimentos e permitir a geração antecipada de receitas, que seriam utilizadas para ajudar a financiar a implantação da estrutura industrial.

“Ao estabelecer essa operação antes da refinaria de Camaçari, pretendemos gerar receitas antecipadas para financiar o desenvolvimento das etapas posteriores e reduzir nossa dependência de capital externo”, afirmou Bernardo da Veiga, diretor-presidente da Brazilian Rare Earths.

A estratégia representa uma alternativa ao desenvolvimento simultâneo de toda a cadeia produtiva, que exige investimentos elevados em mineração, beneficiamento e processamento químico antes da obtenção das primeiras receitas.

A empresa ressalta, entretanto, que o projeto de exportação de concentrado ainda está em fase de estudos e depende de novas avaliações técnicas, econômicas e das autorizações necessárias.

A Brazilian Rare Earths pretende concluir até dezembro deste ano o estudo de viabilidade da primeira etapa de Monte Alto, voltada à comercialização de concentrado mineral.

O documento deverá utilizar a nova estimativa de recursos para avaliar as condições de exploração, os investimentos necessários e a viabilidade da operação.

A companhia ainda não estabeleceu uma data definitiva para o início das exportações, tampouco informou quando pretende começar a construção da refinaria em Camaçari.

Paralelamente, a mineradora continuará os trabalhos de exploração para avaliar novas extensões do depósito. O programa inclui mais de 5 mil metros de sondagens direcionadas a áreas que ainda apresentam potencial de mineralização.

 

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Irán condena al cineasta Jafar Panahi a cinco años de prisión y la confiscación de sus bienes

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La Justicia iraní ha condenado en rebeldía al reconocido cineasta Jafar Panahi, ganador de la Palma de Oro del Festival de Cannes del 2025, a cinco años y un mes de prisión y a la confiscación de todos sus bienes además de prohibirle salir del país y utilizar las redes sociales durante dos años, informó el abogado del cineasta, Mostafa Nili, en declaraciones al diario Etemad.

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ANEPC promove 14.ª edição do exercício para o risco sísmico ‘A TERRA TREME’

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) promove no próximo dia 5 de novembro, às 11h05, a 14.ª edição do exercício público de sensibilização para o risco sísmico ‘A TERRA TREME’, convidando toda a população a participar nesta iniciativa nacional de preparação e prevenção.

O exercício visa sensibilizar os cidadãos para o risco sísmico e dar a conhecer os comportamentos de autoproteção a adotar antes, durante e depois de um sismo, contribuindo para uma sociedade mais informada, preparada e resiliente.

Durante um minuto, os participantes são desafiados a praticar os três gestos de autoproteção — Baixar, Proteger e Aguardar — que podem fazer a diferença na proteção da vida em caso de sismo.

A participação pode ser individual ou coletiva, envolvendo famílias, escolas, empresas, instituições públicas e privadas, associações e outras organizações da sociedade civil.

Em todo o território nacional, a ANEPC, através dos seus Comandos Regionais e Sub-regionais de Emergência e Proteção Civil, em articulação com comunidades educativas, corpos de bombeiros, serviços municipais de proteção civil e outros agentes e entidades, promoverá ações de sensibilização e iniciativas destinadas a reforçar o conhecimento sobre o risco sísmico e as medidas de autoproteção.

A iniciativa tem tido uma adesão expressiva por parte da população escolar, graças ao envolvimento do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, I.P. (EduQA) e da Agência para a Gestão do Sistema Educativo, I.P. (AGSE).  Assim, em articulação com estes parceiros, a ANEPC promove a ação principal desta edição na Escola Secundária Sebastião da Gama, em Setúbal, no âmbito da mobilização nacional para a preparação face ao risco sísmico.

Para além da realização do exercício, as entidades participantes são incentivadas a promover ações de informação e sensibilização, divulgar medidas preventivas, rever os procedimentos de emergência e envolver trabalhadores, alunos, famílias e comunidades na preparação para situações de emergência.

A participação no exercício ‘A TERRA TREME’ é gratuita e pode ser registada na página oficial www.aterratreme.pt. A inscrição não é obrigatória, mas permite acompanhar a adesão à iniciativa e avaliar a evolução da participação ao longo das sucessivas edições. O portal disponibiliza também materiais de divulgação e informação de apoio à participação.

A ANEPC apela à participação de todos os cidadãos e entidades, sublinhando que conhecer e praticar antecipadamente os comportamentos de autoproteção é fundamental para reduzir a vulnerabilidade e aumentar a segurança em caso de sismo.

No dia 5 de novembro, às 11h05, pare um minuto e pratique os três gestos: BAIXAR, PROTEGER E AGUARDAR.

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Presidente da Câmara de Albufeira entronizado no VI Capítulo da Confraria dos Amigos da Guia e do Frango da Freguesia

O presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, foi entronizado no VI Capítulo da Confraria dos Amigos da Guia e do Frango da Freguesia, realizado no dia 24 de outubro, tendo no dia seguinte, participado, na qualidade de Confrade de Honra, no X Capítulo da Confraria do Bacchus de Albufeira. Os dois encontros reuniram confrarias de várias regiões do país e ficaram marcadas pela valorização das tradições e pela homenagem a personalidades ligadas à comunidade.

A entronização de Rui Cristina, presidente da Câmara Municipal de Albufeira, constitui um dos momentos de destaque do VI Capítulo da Confraria dos Frangos da Guia, realizado no Polidesportivo da Guia, com representantes de 47 confrarias. Na sua intervenção, o autarca manifestou o orgulho em integrar uma instituição dedicada à promoção de um dos símbolos gastronómicos mais conhecidos do país.

“Ser entronizado nesta confraria é uma honra que recebo com muito orgulho, porque o frango da Guia é mais do que uma especialidade gastronómica. É a nossa história, a nossa identidade e, sobretudo, as nossas gentes”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Albufeira.

Rui Cristina destacou o contributo de José Monteiro, que escolheu Albufeira para viver e trabalhar, e de Joaquim Vieira, ligado à criação da confraria e à divulgação do frango da guia. Sublinhou a dedicação de ambos à comunidade e dirigiu uma palavra de reconhecimento às suas famílias.

“Uma terra que não sabe agradecer a quem tanto fez por ela começa a esquecer a sua história”, salientou o autarca, que terminou a intervenção com uma homenagem a José Monteiro. A sua memória esteve presente ao longo do encontro, tendo sido igualmente evocada por Paulo Freitas na abertura da sessão.

O programa incluiu a distinção do Guia Futebol Clube como Confrade de Mérito, a entronização de novos confrades efetivos e de honra e um desfile pelas ruas da localidade. O cortejo seguiu em direção à igreja e regressou ao Polidesportivo, com os moradores a acompanharem a passagem dos trajes e símbolos confrádicos às janelas e nas ruas.

No dia seguinte, 25 de outubro, Rui Cristina participou IX Capítulo da Confraria do Bacchus de Albufeira, na qualidade de Confrade de Honra. A cerimónia decorreu na Igreja Matriz de Ferreiras e reuniu 96 confrades da instituição e representantes de 33 confrarias, num encontro que ficou também marcado pela entronização de 29 novos membros.

A homenagem aos confrades falecidos assumiu particular significado com a transmissão das vestes de José Carlos Rolo e de Alfredo Gomes Machado aos respetivos filhos, Marlene Rolo e Nuno Machado, ambos atualmente confrades. O gesto simbolizou a continuidade da ligação das duas famílias à instituição e a preservação da memória e do legado dos seus pais.

Após a cerimónia religiosa, os participantes desfilaram pelas ruas de Ferreiras, num cortejo acompanhado por moradores e famílias.

Estiveram presentes representantes da Comissão Vitivinícola do Algarve e da Federação das Confrarias Báquicas de Portugal, bem como o presidente e o vice-presidente da Câmara Municipal de Albufeira, vereadores e presidentes de juntas de freguesia.

Durante o almoço, Rui Cristina reconheceu o trabalho desenvolvido por Carlos Oliveira na presidência da Confraria do Bacchus de Albufeira, entregando-lhe uma lembrança em nome da Câmara Municipal de Albufeira, como forma de agradecimento pela sua dedicação. O autarca manifestou ainda a intenção de acompanhar de perto a atividade da instituição e o seu contributo para a valorização da cultura vitivinícola e das tradições locais.

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Venezuelano fere passageira com gilete durante tentativa de roubo em ônibus de Goiânia

Um homem de nacionalidade venezuelana foi preso em flagrante nesta semana, após ferir uma passageira no pescoço com uma lâmina de gilete durante uma tentativa de roubo dentro de um ônibus do transporte coletivo de Goiânia. A vítima percebeu que ele havia aberto o zíper de sua mochila para retirar pertences e tentou impedir a ação. Nesse momento, o suspeito usou o objeto cortante contra a mulher.

A passageira sofreu um corte superficial e recebeu os primeiros atendimentos do Corpo de Bombeiros. Em seguida, foi encaminhada a uma unidade de saúde, sem risco de morte. Segundo a Polícia Militar (PM), a mulher havia embarcado no Terminal Novo Mundo com destino ao Terminal Praça da Bíblia. Após sair do coletivo, o suspeito tentou escapar, mas foi contido por passageiros e seguranças até a chegada dos policiais do Batalhão de Terminal.

Câmeras de segurança registraram a ocorrência e o momento em que o homem foi impedido de fugir após desembarcar do ônibus. Ele acabou autuado em flagrante por roubo qualificado, enquanto a Polícia Civil de Goiás (PCGO) assumiu a investigação do caso.

A ocorrência também chama atenção para as apreensões de armas brancas nas imediações do transporte coletivo. Dados do Batalhão de Terminal apontam que 1.609 objetos perfurantes foram retirados de circulação entre janeiro e outubro de 2026. Segundo a PM, a maior parte das apreensões ocorreu nas proximidades dos terminais, e não necessariamente dentro das unidades, com pessoas em situação de rua entre os principais portadores.

Em 2025, o batalhão apreendeu 2.182 armas brancas, entre facas e outros instrumentos cortantes, o equivalente a uma média de seis objetos por dia. O total representou alta de 73% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 1.261 apreensões. De acordo com a PM, o crescimento dos números está relacionado ao reforço das medidas preventivas nesses locais.

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