❌

Reading view

Frente Comum convoca greve para dia 20 de novembro

O coordenador da Frente Comum criticou o Orçamento de Estado e exige que o Governo olhe para as propostas que apresentaram e negoceie. A greve engloba todos os trabalhadores da administração pública.

© CARLOS M. ALMEIDA/LUSA

Sebastião Santana afirma acreditar que a greve não terá muito efeito no desejo de marcação de uma reunião por parte do Governo
  •  

Administração pública em greve no dia 20 de novembro

A Frente Comum convocou hoje uma greve nacional dos sindicatos da administração pública para o dia 20 de novembro. 

“Reafirmando que não aceitam o empobrecimento, a desvalorização profissional nem a destruição dos serviços públicos, o plenário de sindicatos da Frente Comum delibera avançar com uma greve geral dos trabalhadores da administração pública, no dia 20 de novembro”, lê-se na resolução do plenário que decorreu hoje em frente à Assembleia da República. 

Os sindicalistas exigem a negociação da Proposta Reivindicativa Comum (PRC) para 2027, melhores condições de vida e de trabalho, bem como uma administração pública que sirva verdadeiramente as populações. 

Em declarações aos jornalistas, o coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, disse estar em causa “lutar contra um orçamento que destrói a administração pública” e que está “longe do interesse das populações”. 

“Neste sentido, não nos vemos com outra hipótese, que não seja fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que este orçamento não passe”, afirmou o líder sindical. 

Questionado sobre a escolha do dia para a realização da greve, Sebastião Santana disse ser estratégico por “permitir não ter uma greve de protesto, mas uma greve que pode ter consequências”.

A votação global do Orçamento do Estado (OE) 2027 está agendada para o dia 24 de novembro.  

Para que a greve seja desconvocada, o coordenador da Frente Comum disse ser necessário que o “Governo se sente à mesa, que pegue nas 83 propostas que entregamos no dia 30 de setembro e esteja disposto a negociar, que é tudo o que não fez”. 

“Este governo, pelos vistos, tem medo de quem se manifesta de todas as maneiras”, rematou Sebastião Santana, acrescentando que não está à espera que o anúncio da greve tenha alguma influência na marcação de reuniões. 

O conteúdo Administração pública em greve no dia 20 de novembro aparece primeiro em O MINHO.

  •  

13h. Frente Comum convoca greve para dia 20 de novembro

A decisão foi aprovada hoje, num plenário sindical em frente à AR. Ainda, O livre critica o PR por não ter reagido de forma "imediata" à atuação da polícia durante as manifestações pela habitação.

  •  

Agricultores juntam-se a protestos em Madrid na quarta-feira

Inflação Espanha

Os agricultores juntam-se na quarta-feira às manifestações que estão a sair à rua em Espanha com uma ‘tratorada’ em Madrid contra o aumento dos preços, a um mês das eleições de 29 de novembro.

O protesto foi convocado por três das maiores associações de agricultores de Espanha e promete levar 500 tratores até às ruas da capital, com uma marcha pelo centro da cidade a partir das 11:00 locais (menos uma hora em Lisboa) que culminará com uma concentração em frente do Ministério da Agricultura.

Mais manifestações de agricultores estão convocadas para sábado em Espanha, por outras associações de menor dimensão.

As organizações que convocaram o protesto de quarta-feira queixam-se dos aumentos dos custos de produção, sobretudo desde o início da guerra do Irão, no final de fevereiro, assim como de decisões políticas que dizem “ameaçar ou agravar ainda mais a situação”.

Perante o aumento de custos que “muitas vezes” não são compensados pelos preços de venda da produção, as associações pedem medidas e ajudas públicas, incluindo “fiscalidade reduzida e estável” para o gasóleo agrícola ou tarifas de eletricidade adaptadas ao regadio e à criação de gado.

Os agricultores pedem por outro lado uma Política Agrícola Comum (PAC) com menos burocracia e com uma “dotação suficiente” no próximo orçamento europeu, para o período 2028-2034.

As associações voltam também a queixar-se da “concorrência desleal” em que se traduzem os acordos comerciais que a União Europeia (UE) está a assinar com países terceiros, como o alcançado com o Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai).

Fontes do Ministério da Agricultura de Espanha consideraram que o protesto desta quarta-feira tem um caráter político, a um mês das eleições legislativas antecipadas.

O Governo lembrou que desde o início do atual conflito no Médio Oriente já foram disponibilizados mais de 1.000 milhões de euros em ajudas ao setor, mais do que no resto dos países da UE.

O executivo lembrou ainda o acordo com 43 medidas para flexibilizar regras da PAC, entre outras, assinado em 2024 com as associações.

A manifestação de quarta-feira dos agricultores junta-se a outros protestos, de pensionistas, pela habitação ou de professores que têm estado nas ruas de Madrid e outras cidades de Espanha nas últimas semanas e que também têm marcado a pré-campanha das legislativas. Para dia 11 de novembro, véspera do arranque oficial da campanha eleitoral, está convocada uma greve geral, a primeira em Espanha em 14 anos.

O protesto mais longo é o da habitação, que mantém uma acampada com centenas de tendas no centro de Madrid, de forma ininterrupta, desde 26 de setembro.

A par destes protestos, que têm decorrido de forma pacífica, houve distúrbios no sábado em Barcelona e na segunda-feira em Bilbau, envolvendo grupos de jovens.

Em Barcelona, onde foram detidas 130 pessoas, 74 das quais menores de idade, as autoridades dizem estar a investigar quem está por trás de grupos nas redes sociais que mobilizaram cerca de 500 jovens para fazer pilhagens e destruir mobiliário humano no centro da cidade.

As autoridades espanholas sublinharam que os distúrbios e pilhagens em Barcelona foram “vandalismo puro” sem relação com qualquer protesto, e apelaram às plataformas WhatsApp e Telegram para fecharem ‘chats’ em que estão a ser feitas novas convocatórias para o próximo sábado.

Já em Bilbau, foram detidas na segunda-feira 19 pessoas por causa de distúrbios, como queima de carros e contentores de lixo, além de ataques a estabelecimentos comerciais.

Os distúrbios foram protagonizados por pessoas que protestavam contra um evento de Vito Quiles, conhecido em Espanha como “agitador político” ligado à extrema-direita.

O responsável pela Segurança no governo regional do País Basco, Bingen Zupiria, considerou que “dá a impressão de que alguém está a tentar emular movimentos violentos vistos noutras partes da Europa”.

  •  

Proponen en Angola incremento salarial del 10 % en la función pública

Luanda, 26 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Angola propuso hoy un incremento salarial en la función pública del 10 por ciento para 2027, pero algunos dirigentes sindicales señalan está por debajo de lo acordado en 2024.

The post Proponen en Angola incremento salarial del 10 % en la función pública first appeared on Noticias Prensa Latina.

  •  

Despacho sobre urgências pode comprometer doentes internos

Federação Nacional dos Médicos considera que o despacho, além de acumular escalas e funções no mesmo médico, "suscita sérias dúvidas de legalidade" e não acrescenta um único médico ao SNS.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Antes da Federação Nacional dos Médicos, a Ordem dos Médicos e o Sindicato Independente dos Médicos já tinham declarado a sua preocupação face ao despacho
  •  

Redação da Lusa critica falta de frontalidade administrativa

Em causa estão alegadas irregularidades nos contratos dos correspondentes internacionais, que os Órgãos Representativos dos Trabalhadores dizem ser uma tentativa de ingerência na esfera editorial.

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

Luísa Meireles afirmou ter recebido um email a indicar que "o CA tinha decidido contratar a jornalista X (para Bruxelas), pelo que estava disponível para receber uma proposta da Direção de Informação para a contratação dessa jornalista"
  •  

Bloco de Esquerda vai à boleia da CGTP nos protestos?

O Bloco junta-se à CGTP para dar mais força aos protestos da habitação. Já o Governo volta a ficar nas mãos do Chega que impôs novas condições na lei do arrendamento.

  •  

BE fala em "mudança sísmica" do Governo na habitação

Pureza pede que protestos continuem e diz que seria positivo que a CGTP convocasse greve geral. Central sindical admite todas as formas de luta, mas avisa que greve "exige preparação".

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

Pureza recusou que o partido tenha qualquer intenção de "dirigir" os protestos "mas contribuir, isso sim, para a força do movimento da luta pela habitação"
  •  

15h. BE pede apoio da CGTP nas manifestações pela habitação

José Manuel Pureza pede ação com impacto de rua que dê força ao movimento social. Ainda, atual e antigo presidente da Câmara Municipal de Valongo condenados à perda de mandato por abuso de poder.

  •  

14h. Manifestações. José Manuel Pureza pede apoio da CGTP

O coordenador do Bloco de Esquerda esteve hoje reunido com uma delegação da CGTP. Ainda, já é conhecido o vencedor deste ano do prémio Shakarov para a liberdade de pensamento atribuído pelo PE.

  •  

¿Contra quién es la huelga general? "Pues allá cada uno que se tome la parte que le toca", responde el líder de UGT

Pepe Álvarez y Unai Sordo, en 'Los Desayunos' de la Agencia EFE y RTVE celebrados en el Instituto Cervantes.

"¿Contra quién es [la huelga general]? Pues allá cada uno que se tome la parte que le toca. Hay muchas responsabilidades compartidas".

Así ha respondido este jueves el secretario general de UGT, Pepe Álvarez, en Los Desayunos de RTVE y EFE. El líder de CCOO, Unai Sordo, por su parte, ha declarado que "nosotros no hemos canalizado esta huelga contra la oposición".

Al acto, celebrado en el Instituto Cervantes de Madrid, han asistido la vicepresidenta segunda y ministra de Trabajo y Economía Social, Yolanda Díaz, y la ministra de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones y portavoz del Gobierno, Elma Saiz.

Para Álvarez, la huelga general del 11-N viene precedida de un proceso que "ya dura bastante" en relación a la subida de unos salarios "que no llegan" y a lo que se suma "un factor que lo que lo estropea todo, que es la vivienda", informa Efe.

"Teniendo como teníamos previstas movilizaciones, porque la CEOE hace más de un año que no ha querido sentarse a negociar la renovación del acuerdo general para los convenios colectivos, nos ha parecido que este es el gran momento de plantear una gran movilización", ha afirmado el líder de UGT.

Sordo ha defendido que la huelga general es "a favor de un cambio sustancial de las políticas de vivienda".

"Queremos promover una gran movilización social", ha añadido Sordo, quien ha dicho que la huelga apela al conjunto de las administraciones públicas en materia de vivienda y a la patronal CEOE por los salarios.

El error de los partidos de izquierda

Pepe Álvarez ha pedido a los partidos de izquierda que "hablen de las cosas de la gente" y ha defendido que se equivocan hablando de sí mismos.

Cuestionado por las negociaciones entre los distintos partidos de cara a las elecciones generales del próximo 29 de noviembre, Álvarez ha pedido "avanzar" para conseguir una "mayoría de progreso en el Parlamento".

Elma Saiz y Yolanda Díaz, en el Instituto Cervantes, escuchan a los líderes sindicales.
Elma Saiz y Yolanda Díaz, en el Instituto Cervantes, escuchan a los líderes sindicales. | EFE

"Es tan obsceno el programa de la ultraderecha que interpela a todo el mundo", ha añadido.

Por su parte, Unai Sordo, ha dicho que no comparte que haya un fracaso en la configuración de las izquierdas en estas elecciones, sino más bien al contrario, ya que "concurren en las próximas elecciones construyendo un frente democrático sin precedentes en los últimos 40 años en nuestro país".

Igualmente, ha insistido en que lo importante es que las fuerzas "hablen de los problemas de la gente y se trata de que se presenten ante la sociedad como canales para solucionar o para reconducir los problemas de la gente y no al revés".

  •  

Técnicos de Migração desassociam crise dos imigrantes

O STM repudia narrativas que responsabilizam migrantes pela crise da habitação e critica a "instrumentalização" política do tema, em resposta às declarações do ministro Nuno Melo.

© TIAGO PETINGA/LUSA

O STM afirma que atribuir a crise [da habitação] aos imigrantes "é incorreto e contribui para a criação de estigmas"
  •  

Sindicatos franceses voltam a apelar à greve

CGT e CFDT saem de Matignon de mãos a abanar. Lecornu não anunciou medidas e Macron, do Qatar, pede firmeza após violência de 17 de outubro.

© FIRAS ABDULLAH/EPA

Sophie Binet, secretária-geral da CGT: "Chegou o momento de levar a mobilização para o próximo nível; a greve deve assumir o comando"
  •  

CGTP. Convoca greve geral mas não "de forma precipitada"

A central sindical responde ao apelo dos promotores da acampada pela habitação, que pediram uma "greve geral ibérica" para 11 de novembro. UGT ainda não se pronunciou.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

"E estamos já a preparar outras ações cujas formas de luta assumem as mais diversas expressões", acrescenta a CGTP
  •  

Trabalhadores da hotelaria e restauração protestam junto ao congresso da AHRESP em Lagoa

A concentração está marcada para as 11h00 de 22 de outubro, em frente ao Centro de Congressos de Lagoa. A FESAHT exige melhores salários e condições de trabalho.

O conteúdo Trabalhadores da hotelaria e restauração protestam junto ao congresso da AHRESP em Lagoa aparece primeiro em Barlavento.

  •  

Greve na Metro Transportes do Sul com adesão 100%

Serviços mínimos voltaram a registar-se na linha 3 (Cacilhas - Universidade) entre as 7h00 e as 9h00. A partir de quinta-feira e até 27 de outubro, a paralisação será restrita "às duas últimas horas".

© TIAGO PETINGA/LUSA

Os trabalhadores da Metro Transportes do Sul, no distrito de Setúbal, realizam esta quarta-feira o segundo dia de "greve total"
  •  

Açores. CGTP-IN propõe aumento geral de todos os salários

O coordenador da central sindical na região, Rui Teixeira, a estrutura reivindica o aumento geral de todos os salários de pelo menos 15%, num mínimo de 150 euros, para todos os trabalhadores, em 2027.

© Facebook Visitnordeste

A estrutura também defende a fixação de preços máximos nos bens e serviços públicos essenciais para "aliviar as famílias e as micro e pequenas empresas"
  •  
❌