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​​​"É complicado falar em mudança após eleições em Israel"

Pedro Nascimento diz que ​eleições em Israel vão precisar de "um jogo de negociações" que não vai ser simples. Sublinha que Israel vai manter a postura dura sobre a temática da defesa nacional.

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Eleições Israel. Mudança no paradigma político da região?

Jorge Rodrigues considera que apesar de Netanyahu ter vencido, Eisenkot está numa "melhor posição" para ser convidado a formar governo. Afirma ainda que Trump "caiu numa armadilha" na guerra com Irão.

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Míssil de submarino nuclear russo atinge alvo no Ártico

O míssil, que foi lançado a 600 metros da fronteira com a Finlândia e a Noruega, faz parte de um plano de treino militar da tripulação. Putin afirmou que política de confronto da UE prolonga ataques.

© RUSSIAN DEFENCE MINISTRY PRESS SERVICE HANDOUT/EPA

Desde a criação dos Bulava, a Rússia realizou mais de 40 lançamentos de teste desses mísseis intercontinentais
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Trump deixa no ar possibilidade de novo ataque ao Irão

O Presidente dos EUA foi questionado sobre as intenções de um novo ataque ao Irão. "Não posso dizer, mas tudo é possível", disse.

© YURI GRIPAS / POOL/EPA

O Presidente dos EUA afirma que "tudo é possível" no que toca a um ataque ao Irão após as eleições intercalares de 3 de novembro
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"As comunidades árabes estão a votar de uma forma massiva"

Maria Isabel Tavares aponta que a elevada afluência nas eleições em Israel desfavorece Netanyahu. E prevê que um ataque norte-americano ao Irão surja após as intercalares, sem encerrar a crise.

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Houthis dizem ter repelido avanço de forças apoiadas pela Arábia Saudita

Os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, afirmaram nesta terça-feira (27) que repeliram o avanço de forças que descreveram como apoiadas pela Arábia Saudita, vindas do sul em direção ao estreito de Bab el-Mandeb.

Segundo o comunicado, os houthis atacaram as forças que avançavam com mísseis balísticos e armas pesadas, provocando um grande número de baixas. O grupo afirmou ainda ter destruído vários veículos militares.

A Arábia Saudita não confirmou imediatamente as informações.

*Reportagem de Ahmed Tolba e Yasmine Ghania, no Cairo; edição de Barbara Lewis.

O que é o Knesset, o Parlamento de Israel?

 

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"Não existe nenhuma guerra santa: só a paz é santa"

Em mensagem ao fórum "Paz desarmada e desarmante" em Assis, o líder da Igreja Católica alertou para a "cultura do poder" e a legitimação religiosa dos conflitos armados.

© GIUSEPPE LAMI/EPA

As mensagens foram proferidas e enviadas por vídeo para um fórum com os representantes das principais religiões do mundo, uma vez que Leão XIV foi desaconselhado a viajar até Assis
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Houthis dizem ter atingido maior refinaria de petróleo da Arábia Saudita

Os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, afirmaram nesta terça-feira (27) que atingiram com um míssil balístico a refinaria de petróleo de Ras Tanura, na Arábia Saudita, a maior do reino.

Os houthis também disseram ter atacado aeronaves militares sauditas e repelido uma ofensiva de forças apoiadas pela Arábia Saudita nas proximidades do estreito de Bab el-Mandeb, uma importante rota de navegação no Mar Vermelho.

A intensificação das hostilidades entre o Iêmen e a Arábia Saudita agravou as interrupções no abastecimento de petróleo e aumentou o risco de um conflito regional mais amplo, oito meses após o início da guerra com o Irã.

O porta-voz militar dos houthis, Yahya Saree, afirmou que o ataque à refinaria de Ras Tanura provocou um incêndio no complexo, que também inclui um terminal marítimo e está localizado no Golfo, a oeste do estreito de Ormuz.

As autoridades sauditas não confirmaram imediatamente o ataque.

Com capacidade para processar 550 mil barris por dia, a refinaria de Ras Tanura ficou fechada por um período nos primeiros meses da guerra com o Irã, como medida de precaução.

Quase todas as exportações de petróleo da Arábia Saudita passam por dois portos principais: Ras Tanura, no Golfo, e Yanbu, no Mar Vermelho. Ambos já foram atacados pelos houthis.

A agência Bloomberg News citou uma fonte familiarizada com o assunto que afirmou que a Arábia Saudita havia conseguido controlar um incêndio nas proximidades do terminal de Ras Tanura.

Ataques aéreos

Os houthis disseram ter atacado duas aeronaves militares de transporte no aeroporto de Najran e uma base aérea em Khamis Mushait. Não houve confirmação imediata dos ataques por parte da Arábia Saudita.

Na tarde desta terça-feira, as autoridades de defesa civil emitiram brevemente um alerta de ataque aéreo na capital saudita, Riad.

A coalizão liderada pela Arábia Saudita que combate os houthis em apoio ao governo internacionalmente reconhecido do Iêmen afirmou ter interceptado e destruído dois mísseis balísticos lançados pelos houthis em direção a Riad.

Os houthis disseram ter repelido uma ofensiva de forças que descreveram como apoiadas pela Arábia Saudita, vindas das aproximações ao sul do estreito de Bab el-Mandeb.

No início deste mês, forças do governo iemenita apoiadas pela Arábia Saudita expulsaram os houthis de áreas costeiras que o grupo havia conquistado em setembro, enfraquecendo o controle da organização sobre uma importante rota petrolífera no Mar Vermelho.

A emissora Al Masirah TV, ligada aos houthis, noticiou ataques sauditas contra a cidade iemenita de Mocha. Não houve confirmação imediata por parte da Arábia Saudita.

Os combates romperam uma trégua mediada pela ONU Organização das Nações Unidas) em 2022 entre a coalizão e os houthis, que controlam a capital do Iêmen, Sanaa.

Na segunda-feira, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão se reuniram com autoridades iranianas em Teerã para tentar reduzir as tensões regionais.

O Parlamento do Egito, que afirmou estar considerando aderir aos três países em um pacto de defesa mútua, autorizou nesta segunda-feira as Forças Armadas egípcias a ajudar na defesa da Arábia Saudita, caso haja um pedido nesse sentido.

*Reportagem de Yasmine Ghania; redação de Nayera Abdallah; edição de Michael Georgy, Peter Graff e Timothy Heritage.

O que é o Knesset, o Parlamento de Israel?

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Costa exorta houthis para negociarem sob a égide da ONU

O presidente do Conselho Europeu reforçou a condenação que a UE tem feito aos ataques ao Iémen, à Arábia Saudita e no mar Vermelho. Os ataques dos houthis puseram fim a uma trégua de quatro anos.

© OLIVIER HOSLET/EPA

"Apelamos aos houthis para que cessem imediatamente os seus ataques, reduzam as tensões e voltem às negociações sob a égide das Nações Unidas", afirmou António Costa
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Trégua humanitária em Oleshky prolonga-se até domingo

Mediado por Melania Trump, o acordo suspende os combates em Oleshky até 1 de novembro e abre caminho a operações humanitárias. Trégua geral ainda não está em cima da mesa.

© MICHAEL BUHOLZER/EPA

"Todos os esforços de desescalada como este aproximam-nos da tão esperada paz na Ucrânia", escreveu o líder parlamentar do partido presidencial ucraniano numa mensagem no Telegrama
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Agricultores juntam-se a protestos em Madrid na quarta-feira

Inflação Espanha

Os agricultores juntam-se na quarta-feira às manifestações que estão a sair à rua em Espanha com uma ‘tratorada’ em Madrid contra o aumento dos preços, a um mês das eleições de 29 de novembro.

O protesto foi convocado por três das maiores associações de agricultores de Espanha e promete levar 500 tratores até às ruas da capital, com uma marcha pelo centro da cidade a partir das 11:00 locais (menos uma hora em Lisboa) que culminará com uma concentração em frente do Ministério da Agricultura.

Mais manifestações de agricultores estão convocadas para sábado em Espanha, por outras associações de menor dimensão.

As organizações que convocaram o protesto de quarta-feira queixam-se dos aumentos dos custos de produção, sobretudo desde o início da guerra do Irão, no final de fevereiro, assim como de decisões políticas que dizem “ameaçar ou agravar ainda mais a situação”.

Perante o aumento de custos que “muitas vezes” não são compensados pelos preços de venda da produção, as associações pedem medidas e ajudas públicas, incluindo “fiscalidade reduzida e estável” para o gasóleo agrícola ou tarifas de eletricidade adaptadas ao regadio e à criação de gado.

Os agricultores pedem por outro lado uma Política Agrícola Comum (PAC) com menos burocracia e com uma “dotação suficiente” no próximo orçamento europeu, para o período 2028-2034.

As associações voltam também a queixar-se da “concorrência desleal” em que se traduzem os acordos comerciais que a União Europeia (UE) está a assinar com países terceiros, como o alcançado com o Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai).

Fontes do Ministério da Agricultura de Espanha consideraram que o protesto desta quarta-feira tem um caráter político, a um mês das eleições legislativas antecipadas.

O Governo lembrou que desde o início do atual conflito no Médio Oriente já foram disponibilizados mais de 1.000 milhões de euros em ajudas ao setor, mais do que no resto dos países da UE.

O executivo lembrou ainda o acordo com 43 medidas para flexibilizar regras da PAC, entre outras, assinado em 2024 com as associações.

A manifestação de quarta-feira dos agricultores junta-se a outros protestos, de pensionistas, pela habitação ou de professores que têm estado nas ruas de Madrid e outras cidades de Espanha nas últimas semanas e que também têm marcado a pré-campanha das legislativas. Para dia 11 de novembro, véspera do arranque oficial da campanha eleitoral, está convocada uma greve geral, a primeira em Espanha em 14 anos.

O protesto mais longo é o da habitação, que mantém uma acampada com centenas de tendas no centro de Madrid, de forma ininterrupta, desde 26 de setembro.

A par destes protestos, que têm decorrido de forma pacífica, houve distúrbios no sábado em Barcelona e na segunda-feira em Bilbau, envolvendo grupos de jovens.

Em Barcelona, onde foram detidas 130 pessoas, 74 das quais menores de idade, as autoridades dizem estar a investigar quem está por trás de grupos nas redes sociais que mobilizaram cerca de 500 jovens para fazer pilhagens e destruir mobiliário humano no centro da cidade.

As autoridades espanholas sublinharam que os distúrbios e pilhagens em Barcelona foram “vandalismo puro” sem relação com qualquer protesto, e apelaram às plataformas WhatsApp e Telegram para fecharem ‘chats’ em que estão a ser feitas novas convocatórias para o próximo sábado.

Já em Bilbau, foram detidas na segunda-feira 19 pessoas por causa de distúrbios, como queima de carros e contentores de lixo, além de ataques a estabelecimentos comerciais.

Os distúrbios foram protagonizados por pessoas que protestavam contra um evento de Vito Quiles, conhecido em Espanha como “agitador político” ligado à extrema-direita.

O responsável pela Segurança no governo regional do País Basco, Bingen Zupiria, considerou que “dá a impressão de que alguém está a tentar emular movimentos violentos vistos noutras partes da Europa”.

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Maré negra fecha praias nos Emirados Árabes

Imagens de satélite mostram derrame de petróleo a crescer e a aproximar-se da costa de Umm Al Quwain. Outros emirados já interditaram ou restringiram o acesso a praias famosas.

© EUROPEAN UNION/COPERNICUS SENTINEL-2

Imagem de satélite da rede Copernicus mostra a mancha negra a aproximar-se da costa dos EAU
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