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Ashley Graham launched her wine brand and realized raising money was 'very hard and humbling'

Model Ashley Graham talks to Business Insider's Leena Rao at Business Insider's The Long Play in New York City on October 29, 2026.
Ashley Graham at Business Insider's The Long Play.

Carl Timpone/BFA

  • Supermodel turned businesswoman Ashley Graham spoke at Business Insider's The Long Play on Thursday.
  • Graham has invested in startups and launched her own ventures, including Lucci sparkling wine.
  • She said that raising money for the alcohol brand was "very, very hard and humbling."

Ten years after making history as the first plus-size model on the cover of the Sports Illustrated Swimsuit Issue, Ashley Graham has built a business portfolio spanning skincare and clothing to baby care and alcohol.

The 38-year-old supermodel turned businesswoman spoke at Business Insider's The Long Play event in New York City on Thursday to discuss her breaking barriers in fashion and navigating the difficult world of investment and entrepreneurship.

"I realized quickly that my body is my business," she told Business Insider's Leena Rao. "So how can I scale this?"

That crossover appeal has helped her build a massive social media audience — nearly 30 million followers across platforms — with whom she connects and brings along as she expands her ventures.

Among her latest projects is Lucci, a sparkling Italian Lambrusco wine brand she co-founded in February. Graham said Lucci was started from the ground up and was the first time she had to ask investors to come in.

"Asking people for money is very, very hard, and humbling," she said, adding later that it's been a "great learning curve" as it was the first time she had to answer to investors for the 'why' behind decisions.

From swimsuit model to leading a brand empire

In 2016, Graham appeared on the cover of Sports Illustrated's Swimsuit issue, becoming the first plus-size model to do so.

The following year, she was named one of TIME's most influential people of the year, had a Barbie doll modeled after her, and released her first book, "A New Model: What Confidence, Beauty, and Power Really Look Like."

Ashley Graham at Business Insider's The Long Play in New York City on October 29, 2026
Ashley Graham at Business Insider's The Long Play in New York City.

Carl Timpone/BFA

Forbes listed her as one of the highest-paid models in 2017, with an estimated income of $5.5 million; she was the first plus-size model to break the top 10. Her namesake JCPenney collection, which launched in October 2025, is made exclusively for customers who wear size 14 and up.

Building beyond the runway

After the SI cover launched her to international fame, Graham said she monetized on the viral moment by releasing swimsuit and lingerie lines. Today, she still regularly releases collaborations with intimate brands like Knix, for which she serves as Global Ambassador and investor.

"When your body is your brand, you're always talking about it," she said.

She's also become an investor: Graham has backed the period-care brand Rif Care, the infant-formula company Bobbie, and the sustainable skincare brand Fig.1 Beauty. In 2022, she joined Fig.1 as both an investor and a partner, saying she wanted involvement beyond a typical celebrity endorsement.

As the years have passed, Graham said she's learned from past mistakes, learned how to say no, and has leaned into being very intentional about building teams around her that she can trust.

Graham also said she was surprised by "just how ruthless [VC] can be," as well as by how much success there can be.

Her most recent exit as an investor was with Wonderbelly, a clean antacid startup, which was acquired by Procter & Gamble in January.

Balancing a business with raising 3 children

Ashley Graham walks the Victoria's Secret Fashion Show runway.
Ashley Graham walked the Victoria's Secret Fashion Show runway for the first time two years after giving birth to twins.

Dimitrios Kambouris/Getty Images

Graham has managed to balance that growing career with motherhood. She and her husband Justin Ervin, whom she wed in 2010, welcomed their first child in 2020, followed by twin boys in 2022.

In 2024, she walked the Victoria's Secret runway for the first time. In making the decision to join the fashion show, she said she asked the company about its plans to expand its size range.

"I don't want to just come on as a token," she said. "I don't want to be the one-trick pony."

During the years she was having her children, she said, her investments also took on a family focus, leaning into brands she "felt like they were in [her] zeitgeist at the moment," including babycare and women-led brands. Now, her businesses are growing with her kids.

At Business Insider's event, she teased about her next business venture launching next summer: A home company partly inspired by her children.

Read the original article on Business Insider

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Deuda de Brasil sigue en 82,9 por ciento del PIB

Brasilia, 29 oct (Prensa Latina) La deuda bruta de Brasil se mantuvo en septiembre pasado en 82,9 por ciento del Producto Interno Bruto (PIB), equivalente a 11,1 billones de reales (dos billones 70 mil millones de dólares), divulgó hoy el Banco Central.

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Polícia descobre esquema de venda de dados de mortos para funerárias em SP

A Polícia Civil de São Paulo investiga um esquema suspeito de venda de dados sigilosos de pessoas mortas para empresas funerárias. A suspeita é que as informações fossem usadas para abordar familiares logo após a morte de parentes e oferecer serviços funerários por preços abusivos.

Segundo a investigação, os envolvidos obtinham ilegalmente informações sobre mortes recentes em hospitais particulares, no Instituto Médico Legal (IML) e no Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). Os dados seriam repassados a empresas funerárias, que abordavam familiares enlutados para oferecer serviços com preços acima dos praticados no mercado.

A apuração envolve suspeitas de acesso indevido a dados sigilosos, corrupção e lavagem de dinheiro.

Na segunda fase da Operação Luctus, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão. As diligências alcançaram a SP Regula, uma delegacia, um escritório de contabilidade e outras empresas funerárias. Entre os alvos estão um policial civil, um servidor municipal e empresários do setor funerário.

A ação foi realizada de forma integrada pela Polícia Civil, por meio da Corregedoria-Geral, pela Prefeitura de São Paulo e pela Controladoria-Geral do Município. Segundo a nota oficial, a investigação começou após uma solicitação da Prefeitura. Um policial civil foi alvo de uma ordem de afastamento funcional.

Durante as buscas, foram apreendidos 15 celulares, cinco computadores portáteis, dois tablets, um HD externo, uma CPU, um dispositivo USB, um aparelho Alexa, documentos, um relógio de pulso, quatro máquinas de cartão, cheques, dinheiro em espécie e moedas estrangeiras. Também foram apreendidas oito armas de fogo, dois veículos e uma lancha. Os materiais recolhidos serão submetidos à perícia.

A investigação busca esclarecer como os dados sigilosos eram acessados e repassados, identificar os possíveis envolvidos e verificar eventuais falhas nos controles internos. A operação também tem como objetivo identificar vulnerabilidades e aprimorar os mecanismos de governança, integridade e proteção de informações sensíveis, além de combater a corrupção, o crime organizado e possíveis práticas de lavagem de dinheiro e cooptação de agentes públicos.

Nesta fase da operação, não foram cumpridos mandados de prisão, segundo a SSP.

Em nota, a funerária Velar afirmou que tomou conhecimento da operação pela imprensa e que ainda não teve acesso aos autos da investigação nem à decisão judicial. A empresa declarou repudiar práticas ilegais, reafirmou seu compromisso com a conduta ética e o respeito às famílias e disse estar à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

A Polícia Civil do Estado de São Paulo e a Prefeitura de São Paulo afirmaram em nota que reafirmam seu compromisso com a apuração rigorosa de qualquer irregularidade na administração pública

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EBC conquista mais R$ 23 milhões para investimento na TV 3.0 no Brasil

Logo Agência Brasil

A diretoria da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) conquistou R$ 23 milhões junto a ANATEL/GIRED para investimento na implantação da infraestrutura necessária à TV 3.0 no Brasil.

Para a diretora-presidente da EBC, Antonia Pellegrino, a aprovação dos recursos reforça o protagonismo da empresa na implantação da nova geração da TV aberta no país.

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"Essa conquista orçamentária representa mais um passo concreto para a consolidação da TV 3.0 no Brasil e reforça o papel estratégico da EBC na construção da Plataforma Comum", avalia. "A infraestrutura permitirá ampliar a presença da comunicação pública nesse novo ambiente, reunindo conteúdos, serviços e aplicações, levando ao cidadão uma experiência de televisão mais integrada e conectada", explica.

Trabalhadores também ganham

Com o investimento, a EBC passará a contar com um novo sistema MAM (Media AssetManagement ou Gerenciamento de Ativos de Mídia) para Brasília, que servirá à Plataforma Comum e à empresa.

A EBC poderá utilizar parte da capacidade desse sistema para que seu Acervo melhore armazenamento, organização, catalogação e distribuição de arquivos de mídia digital. A nova estrutura permitirá, ainda, à Plataforma Comum integrar conteúdo do Tela Brasil, serviço público e gratuito de streaming dedicado à produção audiovisual brasileira.

Segundo o diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da EBC, Bráulio Ribeiro, os recursos serão fundamentais para colocar a Plataforma Comum em operação em larga escala.

"O projeto como um todo contempla data centers, servidores, balanceamento e toda a camada tecnológica necessária para suportar dezenas de milhares de acessos simultâneos e integrar diferentes conteúdos e serviços", explica. "É uma estrutura pensada para garantir capacidade, disponibilidade e escalabilidade à TV 3.0", resume.

A expectativa é que a infraestrutura esteja em pleno funcionamento em julho de 2027, fortalecendo o papel da EBC como articuladora da transformação tecnológica da televisão aberta brasileira e contribuindo para a consolidação da TV 3.0 no país.

Sobre a TV 3.0

A TV 3.0 é a próxima geração da televisão digital brasileira e prevê a evolução da experiência da TV aberta por meio da integração entre transmissão e conectividade. O novo modelo possibilita a combinação de conteúdos lineares, vídeo sob demanda e aplicações digitais, ampliando as possibilidades de distribuição e interação com o público.

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Ventura admite que não daria asilo a Flávio Bolsonaro

Líder do Chega separou o "André", próximo da família Bolsonaro, do "titular político português" e disse que não teria condições de dar asilo a Flávio se a situação se colocasse.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

"Aconselhá-lo-ia a voltar ao Brasil e a enfrentar a justiça e a conseguir vencer no seu país", assumiu Ventura
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La guerra contro l’Iran e il “terribile potere del denaro”

Netanyahu sta dicendo a Trump che ora deve portare a termine l’opera di distruzione dell’Iran

Segue nostro Telegram.

Il «Grande Progetto» volto a «mantenere [la civiltà occidentale] al vertice del mondo» (come ha affermato il Segretario di Stato statunitense Marco Rubio) richiede che gli strumenti per garantire l’obbedienza siano di due tipi: La creazione di un fervore rivoluzionario distruttivo dal basso (oggi definito «cambio di regime»); e, in secondo luogo, l’uso di ciò che Theodore Herzl, in una famosa frase, definì «il terribile potere del denaro di esercitare una pressione irresistibile sulla politica internazionale», al fine di cooptare gli strati dominanti in una rete di potere che promuovesse il «progetto» del Grande Disegno.Questo è ciò che stiamo osservando nella guerra di Trump contro l’Iran.

L’attacco israelo-americano del giugno 2025 era principalmente un attacco di decapitazione volto a neutralizzare sia la leadership politica che quella militare dell’Iran, mentre elementi armati addestrati dal Mossad, il MEK e i separatisti baluchi tra gli altri sarebbero stati infiltrati in Iran per fomentare la rivoluzione dalla base. A quel tempo, il figlio dell’ex Scià – in modo poco plausibile – veniva presentato ai media occidentali come il futuro leader dell’Iran.

Non ha funzionato. E ora Netanyahu sta sostenendo che Israele disponga di «nuove prove» del fatto che l’Iran si stia orientando verso la produzione di un componente bellico nell’ambito del proprio programma nucleare. Sta dicendo a Trump che ora deve portare a termine l’opera di distruzione dell’Iran. E per motivare ulteriormente Trump, il principale quotidiano israeliano Ma’ariv riporta che Israele ha trasmesso direttamente alla Casa Bianca i sondaggi del Likud, secondo cui Netanyahu potrebbe vincere le elezioni israeliane del 27 ottobre. Secondo l’articolo, queste informazioni del Likud (che contraddicono la maggior parte degli altri sondaggi israeliani) hanno spinto Trump a esprimere il proprio pieno sostegno elettorale a Netanyahu.

Allo stesso tempo, i miliardari filosionisti stanno esercitando il «terribile potere del denaro» su Trump: «Non accetteremo nulla di meno della sconfitta dell’Iran. Se continuerà a cercare un accordo, le ritireremo il nostro sostegno finanziario».

Alti funzionari della sicurezza israeliani, sia in carica che in pensione, confutano tuttavia la necessità di un attacco imminente all’Iran e l’affermazione di Netanyahu relativa a nuove prove che l’Iran si stia muovendo verso l’arma nucleare –il Capo di Stato Maggiore delle Forze di Difesa Israeliane (IDF) Zamir ha dichiarato al Canale 13 israeliano: «Non vediamo la necessità di attaccare l’Iran prima delle elezioni»; Il principale stratega militare israeliano Udi Evental ha messo in guardia: «Una guerra per ostacolare le elezioni e la democrazia, non per ostacolare il programma nucleare dell’Iran. Netanyahu, che si sospetta sia immerso fino al collo in considerazioni politiche e personali estranee alla questione, non è idoneo a prendere una decisione del genere. Non glielo si deve permettere».

Che esistano o meno prove del genere non ha davvero importanza. Probabilmente non esistono. L’affermazione costituisce semplicemente il pretesto con cui si sta esortando gli Stati Uniti ad agire per ‘portare a termine l’opera’ contro l’Iran. Come sempre, Netanyahu ha dichiarato negli ultimi giorni: «L’Iran sta ancora una volta cercando di sviluppare le sue armi di morte… C’è un solo modo per eliminare questa minaccia una volta per tutte: rovesciare il regime in Iran, e questa è la mia direttiva all’IDF, al Mossad e alle agenzie di sicurezza».Un alto funzionario iraniano ha dichiarato a Drop Site che l’attuale valutazione dei servizi segreti interni di Teheran indica un’elevata probabilità che possano iniziare bombardamenti su larga scala – anche prima delle elezioni israeliane di martedì.

Il punto è che all’Iran non interessa chi vincerà le elezioni di medio termine, né chi conquisterà la presidenza degli Stati Uniti nel 2028. Per la leadership iraniana è tutto uguale. Comprendono bene il concetto del «Grande Disegno» (come potrebbero non farlo?).In Iran è ben chiaro che il Paese è impegnato in una lunga guerra contro l’intero blocco atlantista: Israele, i suoi servizi di intelligence, i suoi arsenali, i suoi satelliti, la sua industria militare e la sua macchina mediatica. Non importa se alla Casa Bianca ci sia un repubblicano o un democratico. Gli alti funzionari iraniani ritengono che entrambi i partiti siano stati comprati dal terribile potere sionista del denaro.

Comprendere il «Progetto» significa comprendere che la classe dei finanziatori sionisti non si accontenterà mai di un «accordo o compromesso». Essi sostengono con certezza che l’Iran alla fine verrebbe meno a qualsiasi acconsentimento ipotizzato alle richieste statunitensi. Gli israeliani e i loro alleati della classe dei finanziatori semplicemente non credono (e lo ripetono incessantemente) che l’Iran accetterebbe mai di sottomettersi a Israele, né di accettare il dominio politico e culturale degli Stati Uniti. Potrebbero avere ragione. Perché? Semplicemente perché l’Iran possiede una civiltà profonda, che affonda le sue radici in un complesso di credenze e pratiche specificamente persiano-iraniane risalenti al secondo millennio a.C.: il mazdeismo, una cosmologia del dramma divino, rappresentata dalla lotta continua tra Luce e Oscurità.

Il rinomato studioso, il professor Henri Corbin, ha sostenuto che «l’Iran era situato in una posizione centrale… non essendo solo una nazione o un impero, ma un universo spirituale». Egli concepiva quindi l’Iran come una forza mediatrice, sia geograficamente che metafisicamente.

Per millenni, gli iraniani hanno percepito il mondo come dotato di una chiara dimensione metafisica – e di una storia. È quindi improbabile che possano essere attratti da un atteggiamento materialistico e nichilista di stampo occidentale. Gli Stati civilizzatori, siano essi l’Iran o la Russia, che abbracciano valori contrari non soccomberebbero mai al «Grande Disegno». Di conseguenza, devono essere distrutti.

Cosa significa questa storia metafisica? Significa che l’Iran si sta preparando alla guerra, non a un «accordo». Mohsen Rezaei, segretario del Consiglio Supremo di Sicurezza Nazionale iraniano e rappresentante personale della Guida Suprema, l’Ayatollah Mojtaba Khamenei, ha affermato che, «Se la domanda è se l’Iran abbia ancora la capacità di proseguire le operazioni con missili e droni [in caso di attacco], la risposta è “sì” … Gli Stati Uniti dispongono di risorse preziose nella regione. In caso di guerra, anche cavi, centri dati e strutture di intelligenza artificiale potrebbero rientrare nel raggio d’azione. Se il conflitto dovesse riprendere, avremo un piano più ampio». «Tutti devono comprendere che un’azione contro l’Iran comporta un costo».

Alti funzionari iraniani ritengono che la guerra sia imminente. L’Iran dispone di piani di ampia portata (in caso di attacco) che coinvolgono anche l’Arabia Saudita e la sua leadership, ha lasciato intendere un alto funzionario iraniano. Karl Miller (dal campo) afferma che, a questo proposito, un quarto della produzione petrolifera saudita è già stato distrutto e che i danni causati dagli attacchi di rappresaglia di AnsarAllah interessano l’intera catena produttiva saudita – «dalla testa di pozzo alla stazione di servizio» – e che l’Arabia Saudita sta colmando il deficit attingendo alle proprie riserve.

Il rapporto di Miller, citato da Larry Johnson, avverte che,«se i canali di esportazione dell’Arabia Saudita dovessero chiudersi, il suo petrolio non avrebbe altra destinazione se non le proprie raffinerie, le proprie centrali elettriche e i propri serbatoi di stoccaggio. Una volta che lo stoccaggio fosse pieno, si raggiungerebbe all’incirca il limite massimo di produzione che l’Arabia Saudita potrebbe mantenere. Se Ras Tanura e Yanbu venissero chiusi contemporaneamente, il Regno sarebbe costretto a chiudere la maggior parte dei propri giacimenti petroliferi. Questo è esattamente lo scenario che la campagna di Ansar Allah contro l’oleodotto, il Mar Rosso e i terminali del Golfo è volta a provocare». «Qualsiasi nuova campagna americana o israeliana contro l’Iran si abbatterà su un sistema energetico saudita che non dispone più di margini per assorbirla», osserva Larry Johnson.

Qualsiasi nuovo attacco all’Iran, per estensione, significherà la fine del Golfo così come lo conosciamo, la fine del petrodollaro e la fine del Golfo come principale fornitore di liquidità per Wall Street e il mondo della tecnologia.

Ciononostante, secondo quanto riferito, Trump avrebbe affermato che gli Stati Uniti non stanno attualmente negoziando con l’Iran e che qualcosa accadrà «molto presto».

Forse. (Ma con Trump tutto si riduce a speculazioni). Se però sta bluffando, non funzionerà, e la sua umiliazione sarà ancora più profonda.

Un uomo che conosce Trump meglio di molti altri (avendo scritto quattro libri su di lui), Michael Wolff, sostiene che se i Democratici vinceranno nelle elezioni di medio termine del 3 novembre –

«Cercheranno di far capire al mondo che è “un nuovo giorno”. Trump, dal canto suo, cercherà di far capire al mondo che è ancora lui a controllare la scena. Ci sarà una serie di eventi di questo tipo (come una presunta invasione di Cuba, ad esempio) di portata superiore a qualsiasi cosa possiamo immaginare. Non si mostrerà umile. Il concetto di umiltà non esiste nell’animo di Donald Trump. Pertanto, farà esattamente il contrario».

«Non ritirarsi, ma attaccare».

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Quais aliados de Flávio Bolsonaro compartilharam a carta golpista? Veja

Apenas um aliado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), entre os que estavam ao lado dele no discurso após a derrota nas urnas, compartilhou a carta golpista na qual se autodeclarou "presidente eleito do Brasil". Nenhum aliado compartilhou a segunda versão do texto, na qual Flávio se disse o "líder" do País.

Apenas José Medeiros (PL), senador eleito no Mato Grosso, postou a carta, ainda na primeira versão divulgada por Flávio. Nela, o candidato derrotado na eleição presidencial escreveu: "dirijo-me a ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil'.

Medeiros não publicou a segunda carta, na qual Flávio Bolsonaro se definiu como "líder". O senador eleito estava perto de Flávio durante a sua primeira declaração depois da derrota no último domingo, 25.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL), não fez uma postagem com a carta, mas comentou o tema: "Esquerda zuando o Flávio porque ele "se autodeclarou" presidente… então tá liberado zuar quem se autodeclara alguma coisa? Bom saber", disse no X.

Em uma entrevista que reproduziu em seu próprio Instagram, Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, comentou a segunda versão do texto, e disse que aquela era a forma "definitiva da carta".

"Flávio, pelo número de votos que teve, pelo papel que desempenhou nas últimas eleições, é hoje a maior expressão da direita no Brasil. O fato é que o que está em seu Twitter, que é a sua manifestação oficial, ele se autodenomina como líder e é um fato, ele é um líder no Brasil", disse, sem também compartilhar o documento.

O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar da Costa Neto, disse na manhã desta quinta que não gostou da carta divulgada no dia anterior, que não a aprovou e que também não sabia previamente da fuga aos Estados Unidos.

Outros aliados do candidato derrotado, como Lucas Pavanato (PL), Guilherme Derrite (PP), Alfredo Gaspar (PL), Deltan Dallagnol (Novo), Douglas Ruas (PL) e Pablo Marçal (PRTB), não postaram a carta golpista.

Nenhum dos candidatos à Presidência derrotados no primeiro turno que apoiaram Flávio contra Lula - Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) - fez menção à carta.

Flávio foi para os Estados Unidos após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinar, a pedido da Polícia Federal, que ele entregasse seus passaportes às autoridades.

A PF citou 'risco concreto de evasão" e justificou a medida pelo "precedente concreto" de Willer Tomaz, advogado e amigo do senador, que está nos Estados Unidos enquanto é investigado. A determinação foi no âmbito do inquérito no qual Flávio e Willer são investigados por lavagem de dinheiro.

© Joédson Alves/Agência Brasil

O candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL), fala com jornalistas após ser derrotado no segundo turno das eleições pelo candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
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El primer informe técnico del accidente estima que el AVE circulaba de 160 a 200 kilómetros por hora cuando chocó en Urda

Accidente de Ave e Iryo en Toledo, cerca de Urda (Toledo).

El tren AVE que chocó este miércoles contra un Iryo parado en las vías de alta velocidad en Urda (Toledo) impactó cuando circulaba a una velocidad de entre 160 a 200 kilómetros por hora, según estima la Autoridad Independiente para la Investigación Técnica de Accidentes (AITAT), que analiza desde un punto de vista técnico los hechos. El dato aparece recogido en una nota difundida un día después del grave accidente que ha causado la muerte a 69 personas, balance aún provisional.

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Flour costs rise, egg prices to jump, with Israelis already short on dough

Egg prices go up 2.1% on Sunday; flour is reportedly set to rise by as much as 14%, with bread, pasta and other staples likely to follow, in fresh blow to households stretched thin by cost-of-living crisis
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Casa Branca deu jato a Flávio Bolsonaro para chegar aos EUA

O NYT revela que o jato que trouxe Flávio Bolsonaro, investigado por corrupção, aos EUA foi providenciado pela Casa Branca. Entrou com passaporte diplomático caducado.

© ANDRE BORGES/EPA

O irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro, vive nos EUA desde o início de 2025 e conseguiu rapidamente um visto para permanecer no país
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Resident Evil Veronica tiene noticias preocupantes de la mano de Capcom: es el remake con más problemas de la saga

La saga de Resident Evil se ha convertido en una de las más importantes y queridas en el mundo de los videojuegos. Desde el primer momento ha tenido un impacto realmente grande en los jugadores y una de las entregas más icónicas de la saga, Resident Evil Code: Veronica, se prepara para aterrizar en la generación actual de consolas. Si bien su remake todavía no ha ofrecido más novedades, parece que el desarrollo del título está teniendo bastantes problemas y es algo complicado de realizar. Pese a eso, no tienes que preocuparte porque parece que no corre ningún tipo de peligro, simplemente quieren encajarlo todo bien.

Al menos eso es lo que ha dicho Jun Takeuchi, productor de la saga. En una entrevista reciente con Yahoo Japó, el productor ha confirmado que el desarrollo está siendo un camino especialmente complicado. No solo el hecho de recuperar una de las entregas más importantes para los jugadores, sino también porque quieren darle un peso mayor dentro de la cronología de la franquicia. Como te puedes imaginar, además de mejorar su apartado técnico y de cambiar la jugabilidad, el equipo también busca cómo hacer que la narrativa de Resident Evil Veronica encaje con el canon actual de los juegos, por lo que es algo que les está llevando bastante trabajo.

La saga Resident Evil podría llegar a su fin dentro de 10 años

El propio Takeuchi reconoció que Capcom no tenía un final definido para Resident Evil al crear el primer juego; sin embargo, estos planes comenzaron a tomar forma durante el desarrollo de Resident Evil 2 Remake en 2019. Además, confirma que con Requiem, los primeros 10 años de vida llegaron a su fin, por lo que el productor dice que a la saga le quedan otros 10 años aproximadamente.

Veremos qué sucede con una de las sagas más queridas e importantes del mundo de los videojuegos. Es evidente que todavía quedan muchas sorpresas, así que más vale que estés muy atento a todo lo que puede venir próximamente, porque no solo te esperan nuevos reamakes, sino que también habrá juegos principales que moldearán la narrativa de la saga.

© Capcom

Es uno de los juegos más esperados de la saga, sin embargo, Resident Evil Veronica está siendo realmente complicado
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Anvisa libera mais cinco canetas emagrecedoras no Brasil

Mais cinco novas canetas para tratamento de diabetes e obesidade foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Entre os medicamentos autorizados, três são indicados para diabetes e dois para o controle de peso.Os novos registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira, 29. Após a aprovação, a agência chega a 20 canetas aprovadas em 2026.Os medicamentos à base de liraglutida e semaglutida, pertencem a classe dos agonistas do receptor GLP-1, que reproduzem a ação de um hormônio produzido pelo intestino e contribuem para o controle da glicose no sangue e no apetite. Leia Também: BRASIL Mansão de R$ 18 milhões de Renato Aragão é penhorada; veja famosos com dívidas de imóveis SEM CONVERSA Otto Alencar nega possibilidade de anistia e indulto a Jair Bolsonaro POLÍTICA Malafaia se revolta com carta de Flávio Bolsonaro e detona: "Jumentos" No Brasil, as novas autorizações aumentam a quantidade de canetas registradas no país e podem ampliar a concorrência entre os fabricantes.Como funciona a venda das canetas?Embora as canetas tenham sido autorizadas, isso não significa que os produtos estarão imediatamente disponíveis para venda nas farmácias ou que terão preços mais baixos. As datas de lançamento e os valores de comercialização ainda não foram divulgados.Além disso, uma caneta aprovada para diabetes não está automaticamente autorizada para o tratamento de obesidade. Mesmo que alguns produtos tenham o mesmo princípio ativo, as indicações e os esquemas de tratamento podem ser diferentes para cada caso. Para realizar a compra dos medicamentos, o Brasil exige a apresentação de receita médica, que deve ficar retida na farmácia. A Anvisa adotou a medida após ocorrer o aumento do uso desses produtos sem acompanhamento profissional.Quais são as cinco canetas aprovadas pela Anvisa?Para diabetes:Aribet (liraglutida): registrado pela Farma Vision Importação e Exportação de Medicamentos, com fabricação da indiana Biocon.Embeltah (semaglutida): registrado pela Dr. Reddy's Farmacêutica do Brasil, com fabricação da indiana OneSource Specialty.Sevema (semaglutida): registrado pela Aché Laboratórios Farmacêuticos, também com fabricação da OneSource Specialty.Para obesidade:Lyrza (liraglutida): indicado para o controle do peso em conjunto com exercícios físicos e mudanças na alimentação. O registro foi concedido à Farma Vision, com fabricação da Biocon.Wylovol (liraglutida): também indicado para obesidade, associado à prática de exercícios e à alimentação adequada. Registrado pela Farma Vision e fabricado pela Biocon.

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Why Miami Is a Destination for Latin America’s Political Exiles

The city’s Hispanic majority, news media reach and air links to Latin America have made it an ideal base for politicians escaping their home countries.

© Ricardo Arduengo/Agence France-Presse — Getty Images

Flávio Bolsonaro arriving at Opa Locka Executive Airport in Miami on Wednesday.
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Trump ajudou Flávio Bolsonaro a fugir do Brasil: jato usado pelo senador pertence à Casa Branca

Depois de perder as eleições, e tendo sido proibida a sua saída do Brasil e solicitado que entregasse os passaportes, Flávio Bolsonaro cruzou a fronteira com a Argentina, viajou até ao Equador e seguiu para os EUA. O Governo Trump providenciou o jato utilizado pelo candidato derrotado para chegar até Miami.

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Seven oil tankers carrying 288,000 tonnes of Russian diesel sail towards US

Tankers, tracked by Greenpeace, are first phase of Trump-Putin deal – but there is uncertainty over whether they will unload

Seven oil tankers carrying an estimated 288,000 tonnes of Russian diesel are now sailing towards the US, though it is uncertain if the vessels will be able to unload amid a political row about the legality of the shipments.

The transport, tracked by the pressure group Greenpeace, is the first phase of a contentious supply deal negotiated between presidents Donald Trump and Vladimir Putin earlier this month, reversing years of sanctions on Russia oil.

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© Photograph: Martin Witte/Alamy

© Photograph: Martin Witte/Alamy

© Photograph: Martin Witte/Alamy

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Seven oil tankers carrying 288,000 tonnes of Russian diesel sail towards US

Tankers, tracked by Greenpeace, are first phase of Trump-Putin deal – but there is uncertainty over whether they will unload

Seven oil tankers carrying an estimated 288,000 tonnes of Russian diesel are now sailing towards the US, though it is uncertain if the vessels will be able to unload amid a political row about the legality of the shipments.

The transport, tracked by the pressure group Greenpeace, is the first phase of a contentious supply deal negotiated between presidents Donald Trump and Vladimir Putin earlier this month, reversing years of sanctions on Russia oil.

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© Photograph: Martin Witte/Alamy

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Ouigo cancela todos sus trenes para el 30 de octubre y el 2 de noviembre tras una jornada de caos en las vías

Ouigo ha anunciado esta tarde la cancelación total de sus trenes para el 30 de octubre y el 2 de noviembre para evitar el colapso en las estaciones debido a la huelga de los maquinistas, manteniendo solo programados los trayectos del 31 de octubre y del 1 de noviembre. Poco después, el Sindicato Español de Maquinistas Ferroviarios (Semaf) ha anunciado nuevos días de huelga en Renfe para los próximos 10 y 12 de noviembre —el paro será total la primera jornada, y parcial la segunda—, debido al “bloqueo a los compromisos de seguridad ferroviaria”, según ha explicado en un comunicado.

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© Álvaro García

Servicios de emergencia trabajan en el lugar del accidente de dos trenes de alta velocidad.
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Mansão de R$ 18 milhões de Renato Aragão é penhorada; veja famosos com dívidas de imóveis

A determinação da Justiça para penhorar a mansão de R$ 18 milhões de Renato Aragão trouxe novamente à tona os problemas judiciais envolvendo imóveis de alto padrão de artistas brasileiros. O humorista enfrenta uma cobrança de aproximadamente R$ 676 mil em dívidas de IPTU acumuladas entre 2021 e 2023.Localizada no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, a propriedade foi alvo de uma decisão que prevê a penhora e a avaliação do imóvel. A medida, no entanto, não significa que a residência será imediatamente levada a leilão.Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, a assessoria do artista afirmou que o caso está sendo acompanhado por advogados e que o débito será quitado.O que acontece com a mansão de Renato Aragão?Além da penhora, a decisão prevê que a esposa do humorista seja intimada. Renato Aragão também foi nomeado depositário do imóvel, o que significa que ficará responsável pela conservação da mansão até uma nova determinação judicial.Depois de ser intimado, o artista terá 30 dias para apresentar embargos à execução, instrumento jurídico utilizado para contestar a cobrança.A determinação, no entanto, não significa que a mansão já tenha sido colocada em leilão ou que tenha passado para outro proprietário. A penhora é uma medida destinada a garantir o pagamento da dívida durante o processo judicial.Como começou a cobrança da dívida?A disputa começou em dezembro de 2025, quando a Prefeitura do Rio de Janeiro ajuizou uma ação de execução fiscal contra Renato Aragão. Na ocasião, o município cobrava R$ 548.283,69 em débitos de IPTU referentes aos anos de 2021, 2022 e 2023.Em 9 de janeiro, a juíza Kátia Cristina Nascentes Torres determinou que o humorista fosse citado para pagar o valor em até cinco dias. Uma carta foi expedida para o próprio endereço da mansão.Meses depois, em 28 de abril, a Prefeitura voltou a se manifestar no processo e pediu que Renato fosse citado pessoalmente por um oficial de Justiça caso a tentativa de comunicação por carta não tivesse sucesso.O município também solicitou autorização para realizar a citação por edital, caso o artista não fosse localizado, além do arresto da propriedade. Esse procedimento judicial permite resguardar bens para garantir o pagamento de uma dívida.A mansão, que fica no Recreio dos Bandeirantes, chegou a ser anunciada para venda por R$ 18 milhões. 1 de 6 mansão de Renato Aragão | Foto: Divulgação 2 de 6 mansão de Renato Aragão | Foto: Divulgação 3 de 6 mansão de Renato Aragão | Foto: Divulgação 4 de 6 mansão de Renato Aragão | Foto: Divulgação 5 de 6 mansão de Renato Aragão | Foto: Divulgação 6 de 6 | Foto: Divulgação Arthur Aguiar enfrenta cobrança de R$ 166 mil por aluguelEm setembro, o ator Arthur Aguiar, vencedor do Big Brother Brasil 22, tornou-se alvo de uma ação de despejo em São Paulo após uma empresa locadora cobrar mais de R$ 166 mil referentes ao aluguel e aos encargos de um apartamento em Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista.O contrato foi firmado em maio de 2025, com previsão de término em novembro de 2027. O pacote mensal custava R$ 59.340 e incluía, além do aluguel, despesas como condomínio, IPTU, contas de consumo e serviços adicionais.Segundo a locadora, os pagamentos deixaram de ser realizados em maio de 2026. A empresa acionou a Justiça para cobrar os valores atrasados e solicitar a desocupação do imóvel.Em setembro, a Justiça concedeu uma liminar de despejo, estabelecendo prazo de 15 dias para a saída voluntária após a intimação, conforme as condições previstas na decisão.Arthur contestou a cobrança. A defesa questionou os valores apresentados pela empresa e apontou problemas no apartamento, incluindo uma infestação de baratas e a suspensão de serviços previstos no contrato.O ator também decidiu deixar o imóvel em outubro. A saída, entretanto, não encerra automaticamente a discussão judicial sobre os valores cobrados, que continuam sendo objeto de contestação.Belo e Gracyanne Barbosa foram alvo de ordem de despejoEm julho de 2022, Belo e Gracyanne Barbosa também enfrentaram uma disputa judicial envolvendo um imóvel alugado em São Paulo. Na ocasião, o então casal recebeu uma ordem de despejo em meio a uma cobrança que ultrapassava R$ 260 mil.O valor reunia aluguéis, IPTU, contas de consumo, multa contratual e uma indenização por danos materiais. O proprietário também alegava que o imóvel havia sofrido danos.A defesa dos artistas contestou a responsabilidade pela dívida. Em nota, a assessoria de Belo afirmou que o contrato de locação havia sido firmado pela Central de Shows e Eventos Ltda., empresa ligada ao antigo empresário do cantor.Segundo a manifestação, as despesas deveriam ser atribuídas à empresa responsável pelo contrato, e não ao artista e à influenciadora.O caso, portanto, envolvia não apenas a cobrança dos valores, mas também uma divergência sobre quem deveria responder pelas obrigações da locação.Lexa e MC Guimê enfrentaram dívida milionária por mansãoA compra de uma mansão em Alphaville, na Grande São Paulo, levou MC Guimê e Lexa a uma disputa judicial que envolveu valores milionários.O cantor adquiriu o imóvel em 2016, antes de se casar com Lexa. Segundo informações divulgadas sobre o processo, a antiga proprietária alegou que parcelas da compra não haviam sido quitadas. A dívida, somada a outros valores relacionados ao caso, chegou a quase R$ 3 milhões.Entre os valores mencionados estavam R$ 777 mil referentes ao débito relacionado à aquisição do imóvel. A cobrança também envolveu honorários advocatícios e correções.A situação atingiu Lexa por causa do regime de comunhão universal de bens adotado durante o casamento, celebrado em 2018. Em 2023, a Justiça reconheceu a responsabilidade da cantora pela dívida, decisão que ela contestou.A artista afirmou publicamente que tentava negociar um acordo para resolver a pendência. Guimê também questionou os valores cobrados e declarou que pretendia continuar recorrendo das decisões judiciais.O episódio ganhou repercussão por envolver uma propriedade de luxo e uma discussão sobre a responsabilidade de cada um pelas obrigações financeiras relacionadas à compra.Luciana Gimenez enfrenta disputa por cobertura de luxoA apresentadora Luciana Gimenez também passou a responder a uma ação judicial envolvendo o imóvel onde mora em São Paulo. Nesse caso, porém, a controvérsia não está relacionada à falta de pagamento do aluguel.A disputa envolve a retomada de uma cobertura no Parque Cidade Jardim, onde a apresentadora vive desde 2020. Os proprietários afirmam que o contrato terminou em julho de 2026 e que não pretendiam renovar a locação.O aluguel mensal havia sido reajustado para R$ 65 mil. Os donos recorreram à Justiça para pedir a devolução do imóvel e solicitaram uma liminar que determinasse a desocupação em 15 dias.Luciana, por sua vez, sustenta que o último aditivo contratual deve ser interpretado como uma nova locação, e não apenas como uma prorrogação do acordo anterior.Em 8 de setembro, a Justiça negou o pedido de desocupação liminar. Com isso, não foi determinada a saída imediata da apresentadora, e a disputa continuou em andamento.A assessoria de Luciana também negou a existência de débitos relacionados à cobertura e afirmou que os compromissos financeiros foram cumpridos. A equipe informou ainda que a apresentadora já organizava a mudança para outro endereço. Leia Também: VEM AÍ Globo convoca artistas para missão especial de fim de ano ATENÇÃO Globo toma decisão e muda filme da Sessão da Tarde desta quinta-feira (29/10) PROGRAMAÇÃO Sessão da Tarde: saiba qual filme a Globo exibe nesta quarta (28/10) Penhora e despejo são a mesma coisa?Embora apareçam em disputas envolvendo imóveis de alto padrão, penhora e despejo são medidas judiciais diferentes.A penhora vincula um bem à garantia do pagamento de uma dívida. No caso de Renato Aragão, a medida está relacionada a uma execução fiscal por débitos de IPTU. A determinação não representa, por si só, a perda imediata da propriedade ou a realização automática de um leilão.O despejo, por outro lado, é uma medida utilizada para obter a desocupação de um imóvel alugado e sua devolução ao proprietário. A ação pode ser motivada por falta de pagamento, término do contrato ou outras situações previstas na legislação.Já as disputas relacionadas à compra de uma propriedade podem envolver parcelas em atraso, cobranças contratuais e discussões sobre a responsabilidade pelas dívidas.

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Los ingresos de Prisa aumentan un 18% en los nueve primeros meses del año

Joseph Oughourlian, presidente del Grupo PRISA.

Los ingresos de Prisa alcanzaron los 719 millones de euros en los nueve primeros meses de 2026, lo que supone un incremento del 18% respecto al mismo periodo del año anterior. Estos ingresos han estado afectados positivamente por el traslado del 77% de la entrega del pedido PNLD de Ensino Médio de Brasil de 2025 a 2026, según ha comunicado la compañía, editora de EL PAÍS y Cinco Días, en un hecho relevante remitido a la Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV).

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