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Munch y Picasso: encuentro de dos gigantes que cambiaron la historia del arte

Por separado, es mucho lo que se conoce de la vida y obra de Pablo Picasso (Málaga, 1881-Mougins, Francia, 1973) y Edvard Munch (Ådalsbruk, 1863-Oslo, 1944). Prolíficos y audaces, estos dos gigantes cambiaron la historia del arte con una osadía y un afán experimentador poco frecuentes hasta entonces. Con vidas personales muy diferentes, abordaron temas similares, confrontaron intereses comunes y resolvieron preocupaciones compartidas. Aunque pisaron los mismos escenarios en diferentes momentos (París, Berlín), nadie ha podido certificar que llegaran a encontrarse personalmente.

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© Ove Kvavik / Hugard & Vanoverschelde

A la izquierda, 'Autorretrato con sombrero de ala ancha', de Munch. A la derecha, 'Busto de un hombre con sombrero',de Picasso.
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La Fundación Miró incorpora 37 obras de la colección Katsuta, la más importante de Asia

Kazumasa Katsuta es el gran coleccionista asiático de Joan Miró y patrón de la Fundación de Barcelona desde 1999. Esta estrecha vinculación ha hecho posible el acuerdo para que 37 obras del pintor se incorporen durante diez años al museo de Barcelona, tras una negociación que se ha gestado los últimos dos años. De este depósito, seis pinturas no se han visto antes en España, y de éstas, cinco ya se han incorporado al recorrido expositivo. Una de las más importantes es Pintura-poema (Bonheur d’aimer ma brune), un óleo sobre tela de 1925 que muestra el espíritu más experimental del artista. La presentación ha coincidido con la reciente incorporación en la dirección de Maribel López, que antes de terminar el año presentará las principales líneas de su mandato.

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© Toni Albir (EFE)

'Pintura-poema (Bonheur d’aimer ma brune)', una de las incoproaciones más destacadas de la colección Katsuta.
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Poderá a IA um dia ganhar o Nobel da Literatura?

A recente exclusão de um candidato ao Goncourt voltou a levantar a questão: qual a relação que a inteligência artificial está a estabelecer com a literatura? Haverá limites? E quais as consequências? 

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Fotos inéditas e manuscrito de Gustav Klimt revelados

Doação proveniente de uma coleção privada fornece dados fundamentais para a reconstrução de processos criativos e obras pictóricas que foram parcialmente destruídas durante o século XX.

© Klimt-Foundation, Wien

O conjunto inclui reproduções de pinturas decorativas executadas entre 1883 e 1891 pela chamada Künstler-Compagnie
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Pintura que Van Gogh fez dois meses antes de morrer e passou os últimos 60 anos escondida pode custar até R$ 900 milhões em leilão

Uma das últimas obras da vida de Vincent Van Gogh (1853-1890), que não foi exposta nos últimos 60 anos, será leiloada em Nova York, nos Estados Unidos. A expectativa é de que os lances para a tela Châtaigniers en fleurs (Castanheiras em flor, em tradução livre), cheguem a US$ 180 milhões (R$ 896 milhões na cotação atual).

A pintura, exposta em Hong Kong no último dia 13 após décadas fazendo parte do acervo de 12 obras dos colecionadores argentinos Nelly Arrieta de Blaquier e Carlos Pedro Blaquier, retrata uma castanheira florida, com um homem – que se assemelha ao autor – caminhando sozinho diante de três mulheres.

Criação

Criada em 1890 na vila francesa de Auvers-sur-Oise durante os dois últimos meses de vida do artista holandês após sua saída do hospital psiquiátrico de Saint-Rémy, a Châtaigniers en fleurs é considerada uma das “mais expressivas e esperançosas desta fase final de sua carreira”, afirma o vice-presidente da casa de leilões Sotheby’s, Scott Niichel, levando em conta as cerca de 70 criações dessa fase.

“Esse frenesi na aplicação da tinta sugere que ele ainda tinha muito a oferecer e que estava com pressa de colocar tudo na tela”, avalia, referindo-se espessura das camadas de tinta.

Recorde

O leilão está marcado para 18 de novembro na Sotheby’s, em Nova York. Se atingido, o valor será recorde para obras de Van Gogh, que morreu aos 37 anos, após um tiro no  peito – o quadro mais caro vendido até agora foi “Pomar de Ciprestes”, arrematado por US$ 117,2 milhões em 2022 (por volta de R$ 583 milhões em valores atuais).

Autorretrato de Van Gogh é descoberto atrás de outra pintura

 

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“Crystal Lake”: uma série tão boa que mete medo? — Sugestões

É uma espécie de prequela de “Sexta-feira 13” e está entre as propostas do Pop Up para os próximos dias. Mas também há Douglas Stuart, Norm Macdonald, filmes sobre alpinimsmo e doces portugueses.

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Astrónomos descobriram a noite exata que inspirou “A Noite Estrelada” de van Gogh

Uma equipa de cientistas sul-coreanos cruzou astronomia, meteorologia e as cartas do pintor para concluir que “A Noite Estrelada” retrata um céu real, observável de madrugada em Saint-Rémy-de-Provence por volta de 22 de julho de 1889. Uma equipa de cientistas sul-coreanos a fazer de detetives de arte ligou “A Noite Estrelada”, de Vincent van Gogh, a uma cena celeste que aponta para uma nova data de um dos quadros mais famosos do mundo. Segundo concluíram, em vez de ser fruto da sua imaginação, “A Noite Estrelada” pode ter sido inspirada no que van Gogh viu quando olhou para o céu,

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Notícias e comentadores na TV: são estas as novas popstars?

Entre canais ligados 24 horas por dia, comentários que dominam a viralidade e temas servidos nas conversas de café, a televisão ainda tem poder e a informação é conteúdo precioso?

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Artista de Nagoselo do Douro dá vida à pintura com vinho  

VTM

Natural de Nagoselo do Douro, no concelho de São João da Pesqueira, Eugénia Sousa é uma jovem artista que tem vindo a desenvolver um percurso criativo marcado pela versatilidade técnica, pelo rigor do detalhe e pela expressão artística. Aos 29 anos, encontra na pintura uma forma de explorar diferentes linguagens visuais, dando vida a rostos, figuras e elementos da natureza através de uma abordagem que privilegia o realismo.

O seu trabalho distingue-se pela capacidade de experimentar diferentes técnicas e materiais, procurando novas formas de expressão e explorando as potencialidades de cada suporte. Entre as suas experiências artísticas encontra-se a pintura com vinho, uma abordagem particularmente interessante pela ligação entre a criação artística e um dos produtos mais emblemáticos da região do Douro.

Nesta técnica, Eugénia Sousa utiliza diferentes castas e as tonalidades naturais que cada uma oferece, transformando as características cromáticas do vinho em matéria de criação. Uma forma original de cruzar arte, experimentação e identidade regional, valorizando também a riqueza de um território profundamente associado à cultura vitivinícola.

A sua expressão artística estende-se igualmente à pintura de murais, demonstrando uma abertura a diferentes escalas e contextos de intervenção. Neste âmbito, Eugénia Sousa participou nas duas últimas edições do Douro Street Art, realizadas no concelho de São João da Pesqueira. A presença da artista neste festival, que promove a criação artística e a valorização da identidade local através da arte urbana, constitui mais um testemunho do dinamismo criativo do concelho e da afirmação de talentos que, a partir das suas raízes, contribuem para enriquecer a paisagem cultural do Douro.

Ainda assim, uma parte significativa da sua produção centra-se na criação de retratos, trabalhos nos quais procura captar os traços, as expressões e os pormenores que tornam cada representação única.

Em muitas das suas composições, os rostos e as figuras surgem associados a elementos naturais, como flores e folhas, criando uma ligação entre a figura humana e a natureza. Esta combinação acrescenta dimensão estética e personalidade às obras, revelando uma abordagem criativa que alia a atenção ao detalhe à sensibilidade na composição.

Entre o realismo dos retratos, a experimentação com materiais e a intervenção em murais, o percurso de Eugénia Sousa evidencia a diversidade de possibilidades que a pintura oferece enquanto forma de expressão individual.

Através do seu trabalho, a artista leva também o nome de Nagoselo do Douro e do concelho de São João da Pesqueira para o universo da criação artística, contribuindo para dar visibilidade ao talento local e à diversidade de percursos criativos que existem no território.

 

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Digger ou Mike Tyson: qual bate mais (ou menos)? — Sugestões

O filme de Iñarritu, com Tom Cruise, e o documentário em quatro partes na Netflix estão em destaque esta semana, mas também há jazz em Guimarães, “Babies” em Inglaterra e ramen no Japão.

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