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Delcy Rodríguez expone avances en gestión de Gobierno de Venezuela

Caracas, 29 oct (Prensa Latina) La presidenta encargada Delcy Rodríguez expuso hoy lo realizado por su Gobierno desde su asunción en enero pasado y lo que falta por hacer en el orden político, económico e institucional para el verdadero renacer de Venezuela.

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9h. Secretário-geral do PS critica postura de PSD e CDS

José Luís Carneiro denuncia que "destrataram e desconsiderarm" o PS e pede intervenção de Luís Montenegro. Ainda, presidente da ASPP admite que polícias estão solidários com protestos pela habitação

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Orçamento no Parlamento: Visões, Choquinhos e Aulas de CEE

Entre brancas no PSD, saudações oculares do BE e Chega e ementas com choquinhos, o Orçamento deu espetáculo. Mas a verdadeira sabedoria esteve na TVI.

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4h. PSD disponível para negociar lei das rendas com o PS

Hugo Soares acusa PS de nunca ter querido negociar lei das rendas, mas garante que ainda há espaço para diálogo. Ainda, Carneiro crítica partidos do Governo por "destratarem" o PS no debate orçamental

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Parlamento aprova regulamento do lobby

Resolução subscrita por PSD, Chega, PS, IL, CDS, PAN e JPP, com abstenção do PCP. Representantes de interesses têm de estar registados antes de serem recebidos.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

O presente regulamento estabelece as regras aplicáveis à publicitação das audiências e interações realizadas no quadro da representação legítima de interesses junto da Assembleia da República
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Comenzó con buen pie proceso de postulaciones en Venezuela

Caracas, 28 oct (Prensa Latina) De arranque con buen pie calificó el presidente del Comité de Postulaciones Judiciales de Venezuela, Giuseppe Alessandrello, el inicio del proceso para los candidatos a integrar el Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) y otros cargos del sistema.

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19h. Parlamento aprovou voto de pesar pelo acidente Espanhol

O voto apresentado por Aguiar Branco foi aprovado por unanimidade e o Governo associou-se à homenagem, cumprindo 1 minuto de silêncio no final do debate do OE 2027, aprovado na generalidade.

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Orçamento do Estado passa na generalidade com abstenção do PS e voto contra do Chega

O Orçamento do Estado para 2027 foi aprovado esta quarta-feira na generalidade, com a abstenção do PS, do PAN e do JPP, e os votos contra da restante oposição — Chega, Iniciativa Liberal, Livre, PCP e Bloco de Esquerda. Apenas o PSD e o CDS votaram a favor.

O documento segue agora para a discussão na especialidade, em que a oposição tentará forçar alterações. O líder do PS, José Luís Carneiro, já prometeu insistir nas medidas para mitigar o aumento do custo de vida, embora garanta que não vai pôr em causa o saldo orçamental. Também o PAN deixou claro que a posição na votação final global dependerá de como decorrer a discussão na especialidade.

No encerramento do debate na generalidade, José Luís Carneiro sinalizou que as prioridades do PS são “o custo de vida e a resposta às necessidades urgentes da habitação” — dois dos temas que mais marcaram a discussão desta terça e quarta-feira —, mas também a saúde, as pensões, a educação, a formação profissional, a cultura e o conhecimento.

O secretário-geral do PS insistiu com o Governo para que deixe cair a nova lei de rendas “viabilizadas pelo Chega e pela Iniciativa Liberal”, aceitando “construir com o PS uma garantia pública para dinamizar o mercado do arrendamento, dando segurança aos proprietários e proteção aos inquilinos”. Propôs também “a adoção de uma moratória para os contratos de arrendamento que expiram até ao final do ano”, porque “estão milhares de pessoas por todo o país, muitas delas idosas, nesta circunstância e com medo dos despejos”. E diz ser necessário “rever a renda moderada de 2.300 euros”, bem como “transferir, com caráter urgente, os imóveis que se encontram no IHRU [Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana] para as câmaras municipais, com o envelope financeiro necessário à recuperação e à mobilização desses imóveis para a habitação pública acessível”.

Mas não só: entre várias outras medidas, José Luís Carneiro quer “a suspensão das comissões bancárias por reembolso antecipado do crédito à habitação, a isenção de mais-valias na venda de casas destinadas à habitação própria e permanente, o agravamento do IMT para os imóveis adquiridos por não-residentes e que não se destinem à habitação e o agravamento do IMI dos imóveis devolutos situados nas zonas de pressão urbanística”.

Já André Ventura responsabilizou o PS pela subida dos preços da habitação e criticou José Luís Carneiro por aceitar, “no meio de uma crise da habitação, o aumento do IMI sobre as pessoas, sobre as suas propriedades e sobre a sua habitação”.

Relativamente à lei das rendas, Ventura afirma que “o Chega fez aquilo que o PS não teve coragem de fazer”, ou seja, “reconheceu que o país tem um problema” de menos habitação, custos elevados e famílias que não conseguem pagar a casa. “Dissemos que não aceitaríamos atualizações de rendas sem limites, que não aceitaríamos cauções sem limites, por serem injustas e que os senhorios e os proprietários não são nem o PCP nem a Segurança Social deste país”. Já o PS, acusa, quis “deixar tudo na mesma”. Ventura entende que a posição do partido não tem “os devaneios habituais” sobre a capacidade do mercado para resolver o problema nem aponta para “a penalização permanente a quem fez das casas o seu investimento e a sua vida”.

Como habitualmente, André Ventura ‘colou’ os problemas da habitação à política migratória do Governo de António Costa, incluindo a “destruição do SEF”, apontando para uma entrada “descontrolada” de estrangeiros no país.

Em atualização

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Venezuela regresa como miembro pleno de la Unión Interparlamentaria  

Venezuela recupera su escaño pleno en la Unión Interparlamentaria tras años de exclusión derivada de la polarización política extrema y el bloqueo unilateral estadounidense.
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Pinto Luz está atento à “indignação”, mas insiste na lei do arrendamento “sem dogmas e demagogia”

O ministro das Infraestutruras e Habitação apelou à união dos partidos para combater a crise habitacional. Pinto Luz falava no debate do Orçamento do Estado, onde o Chega - parceiro na lei do arrendamento - defendeu a “remigração” como solução para a falta de casas

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