A central sindical anuncia uma manifestação nacional em Lisboa para o dia 21 de novembro e uma concentração junto ao Parlamento no dia 24, data da votação final do OE2027.
Protestantes aprovaram ainda uma proposta para "permanecer e resistir" na Praça de D. João I, sem que tenha sido esclarecido se iam optar por montar tendas ou pernoitar sem elas.
Considerando que estes coros são também o reflexo de manifestações realizadas de forma pacífica, jovem condenou a violência e realçou que "a música é uma ferramenta ótima" para protestar.
O concelho de Barcelos reforçou a resposta social com duas propostas inovadoras com a inauguração, esta quinta-feira, da Azenha dos Afetos – Habitações Colaborativas e Comunitárias, da Casa do Povo de Alvito, e das Casas da Aldeia – Residência de Autonomização e Inclusão, do Centro Social Vale do Homem, em Alvito (São Pedro).
A inauguração foi presidida pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, e contou ainda com a participação de Carlos Reis, vereador da Câmara de Barcelos.
A cerimónia reuniu ainda os responsáveis das instituições promotoras, José Silva, presidente da Casa do Povo de Alvito, e Jorge Pereira, presidente do Centro Social Vale do Homem, bem como o presidente da União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Braga (UDIPSS), padre José Antunes, representantes da Segurança Social, autarcas e outras entidades institucionais e locais.
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, destacou a importância dos dois projetos na promoção da autonomia, da dignidade e da inclusão social, afirmando que “proteger alguém não é decidir por essa pessoa. É criar as condições para que ela possa, tanto quanto possível, com o maior grau possível de autonomia, decidir por si”.
A governante deu particular destaque à Azenha dos Afetos, salientando que o projeto disponibiliza “10 novas habitações colaborativas em que cada pessoa tem a sua casa, a sua porta, a sua privacidade”, conciliando a independência dos residentes com espaços comuns e uma rede de apoio e entreajuda.
Maria do Rosário Palma Ramalho defendeu que este modelo de habitação colaborativa e comunitária deve ser incentivado e alargado a outras regiões do país, por representar uma alternativa às respostas residenciais tradicionais e permitir encontrar soluções ajustadas às necessidades e ao grau de autonomia de cada pessoa.
Relativamente às Casas da Aldeia, a ministra sublinhou que as residências de autonomização e inclusão representam mais do que uma resposta habitacional, proporcionando às pessoas com deficiência condições para desenvolver competências, participar na comunidade e construir percursos de vida mais autónomos. “Uma proteção social eficaz não se limita a amparar, também deve impulsionar”, afirmou.
A governante destacou ainda o investimento realizado pelas instituições promotoras, com o apoio do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e valorizou a cooperação entre o Estado, as autarquias e o setor social e solidário na concretização de respostas que promovam a qualidade de vida e a inclusão das populações.
Na sua intervenção, Carlos Eduardo Reis destacou a importância dos dois equipamentos para o reforço das respostas sociais do concelho, sublinhando que a concretização destes projetos demonstra a capacidade de iniciativa das instituições e a importância da cooperação entre o setor social, as autarquias e o Governo.
O vereador salientou que o Município de Barcelos dedica cerca de 60 milhões de euros do seu orçamento às áreas da educação, saúde e ação social, abrangendo investimentos em recursos humanos, equipamentos, infraestruturas e apoios às instituições particulares de solidariedade social.
Carlos Eduardo Reis alertou ainda para os desafios associados ao envelhecimento da população, ao aumento do custo de vida, às dificuldades no acesso à habitação e ao surgimento de novas situações de vulnerabilidade social. Neste contexto, reafirmou o compromisso da autarquia em continuar a trabalhar com as instituições do concelho, defendendo a criação de condições para que os cidadãos possam “nascer, crescer, estudar, trabalhar, constituir família e envelhecer com qualidade” em Barcelos.
Azenha dos Afetos é habitação colaborativa e comunitária
A Azenha dos Afetos, promovida pela Casa do Povo de Alvito, constitui uma das primeiras respostas de habitação colaborativa e comunitária do distrito de Braga, representando um investimento de cerca de dois milhões de euros, acrescido de IVA, com financiamento do PRR.
O empreendimento dispõe de dez habitações independentes, distribuídas por quatro tipologias, do T0 ao T3, com capacidade para acolher 30 residentes. Integra ainda espaços comuns destinados a promover o convívio, a partilha e a entreajuda, conciliando a privacidade de uma habitação própria com os benefícios de uma rede de apoio comunitário.
Organizadas em torno de um espaço exterior comum, as habitações foram concebidas para proporcionar condições de acessibilidade, conforto e independência, permitindo que cada residente mantenha a sua “privacidade e participe, de forma voluntária, nas atividades e dinâmicas da comunidade”, como refere a autarquia.
O projeto pretende contribuir para a “prevenção do isolamento social e para a promoção do envelhecimento ativo e da qualidade de vida, através de um modelo que valoriza a autonomia individual, as relações de proximidade e a solidariedade entre gerações”.
Na sua intervenção, o presidente da Casa do Povo de Alvito, José Silva, destacou o caráter inovador desta resposta social e o esforço desenvolvido pela instituição para a sua concretização.
O responsável agradeceu a colaboração do Município de Barcelos e das restantes entidades envolvidas, tendo também chamado a atenção para os desafios da sustentabilidade financeira das instituições, nomeadamente ao nível das comparticipações públicas e da recuperação do IVA associado aos investimentos realizados.
Foto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM BarcelosFoto: CM Barcelos
Casas da Aldeia reforçam respostas para pessoas com deficiência
A cerimónia assinalou igualmente a inauguração das Casas da Aldeia, um projeto do Centro Social Vale do Homem destinado a “promover a autonomia pessoal, a inclusão social e a qualidade de vida de pessoas com deficiência ou incapacidade”.
A primeira fase do empreendimento representa um investimento de cerca de 2,5 milhões de euros e disponibiliza capacidade para acolher 30 utentes, com as vagas já preenchidas, contemplando ainda a criação de 15 postos de trabalho.
As residências foram concebidas para proporcionar um “ambiente habitacional adaptado às necessidades dos seus destinatários, privilegiando o desenvolvimento de competências pessoais e sociais, a participação na vida comunitária e a construção de percursos de maior independência”.
Na sua intervenção, o presidente do Centro Social Vale do Homem, Jorge Pereira, destacou a importância do projeto para o reforço das respostas dirigidas às pessoas com deficiência e anunciou que a segunda fase, destinada à instalação de um Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI), deverá ser inaugurada em janeiro de 2027.
Com a concretização das três fases previstas, o investimento global deverá atingir os dez milhões de euros, permitindo a criação de cerca de 60 postos de trabalho.
Jorge Pereira sublinhou ainda a importância das Casas da Aldeia enquanto resposta inovadora, orientada para a promoção da autonomia, da inclusão e da melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência, destacando o contributo do projeto para o desenvolvimento social do concelho.
Daqui a duas semanas prevê-se a instalação do mercado de Natal no Rossio, que a Associação de Dinamização da Baixa Pombalina já anunciou que irá decorrer entre 13 de novembro e 21 de dezembro.
As pesquisas por leitores de CD subiram 96% desde julho, e um relatório aponta um crescimento de 16% nas vendas. O The Guardian ouviu fãs que preferem posse, escolha limitada e apoio direto a músicos à reprodução automática das plataformas. O CD parece estar a ressurgir. Segundo a retalhista britânica John Lewis, as pesquisas por leitores de CD subiram 96% desde julho, e outro relatório sobre as tendências na música e no cinema este ano concluiu que as vendas de CD subiram 16%. O The Guardian foi perguntar a amantes da música porque preferem estes discos “legacy” aos outros formatos.
O Município de Silves vai promover, entre os dias 2 e 10 de novembro, um conjunto de sessões públicas de participação no âmbito da preparação do Orçamento Municipal para 2027, com o objetivo de ouvir a população e recolher contributos sobre os investimentos considerados prioritários para o concelho.
As sessões irão decorrer nas diferentes freguesias do concelho, proporcionando aos munícipes a oportunidade de partilharem as suas opiniões, identificarem necessidades e apresentarem propostas que contribuam para o desenvolvimento das suas comunidades.
Os contributos recolhidos serão posteriormente analisados pelo Executivo Municipal, tendo em consideração critérios de natureza técnica, financeira e estratégica, que irão fundamentar a avaliação das propostas apresentadas.
Calendarização das sessões
2 de novembro (segunda-feira)
19h00 – Freguesia de Tunes | Edifício da Junta de Freguesia de Tunes
21h00 – Freguesia do Algoz | Edifício da Junta de Freguesia do Algoz
4 de novembro (quarta-feira)
19h00 – Freguesia de Alcantarilha | Edifício da Junta de Freguesia de Alcantarilha
21h00 – Freguesia de Pêra | Edifício da Junta de Freguesia de Pêra
5 de novembro (quinta-feira)
19h00 – Freguesia de São Marcos da Serra | Edifício do Polo de Educação ao Longo da Vida de São Marcos da Serra
21h00 – Freguesia de São Bartolomeu de Messines | Edifício da Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines
9 de novembro (segunda-feira)
19h00 – Freguesia de Armação de Pêra | Edifício da Junta de Freguesia de Armação de Pêra
10 de novembro (terça-feira)
19h00 – Freguesia de Silves | Edifício da Junta de Freguesia de Silves
Vereador socialista Manuel Pizarro classificou a deliberação aprovada na semana passada como "politicamente errada, incoerente, moralmente condenável".
Como tem acontecido já desde 10 outubro, continuam a ser distribuídas refeições de forma gratuita na cantina popular da Acampada, que tem servido "200 ou 300" pessoas todos os dias.
Na Galeria Anjos Teixeira iniciou-se hoje o ciclo de iniciativas sobre “90 anos da Revolta do Leite”, no quadro da dinâmica preparatória do Centenário daquele importante acontecimento histórico, em que Edgar Silva realizou uma exposição sobre “Os assassinados pela polícia”. As iniciativas deste ciclo de estudos sobre a Revolta do Leite concretizará propostas de encontro […]
Centenas de polícias da PSP e guardas da GNR estão hoje concentrados no Largo de Camões, em Lisboa, num protesto nacional para exigir melhores salários, revisão das carreiras e melhores condições de trabalho.
Numa organização da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), os elementos da PSP e da GNR seguem depois para a residência do primeiro-ministro, onde vão entregar um documento com as principais reivindicações.
O desfile com destino a São Bento começou a partir das 19:30 para, segundo os organizadores, ser cumprida a lei da manifestação, que durante os dias úteis apenas permite desfiles a partir daquela hora.
Com bandeiras da ASPP e da APG e ao som de apitos, alguns manifestantes vestem camisolas pretas com mensagem a exigir “respeito” e para que se “cumpra” o acordo assinado com o Governo em 2024.
O presidente da APG, César Nogueira, disse à Lusa que os guardas da GNR exigem aumentos dos salários “já em 2027” e a revisão do estatuto remuneratório, lembrando que desde 2009 não é alterado o que deixa os militares desmotivados e a “perder dezenas de euros”.
Atualmente está a decorreu um processo de negociação com o Governo, que César Nogueira classificou “de pseudonegociação”, uma vez que não foi apresentado nada em concreto.
Também o presidente da ASPP, Paulo Santos, disse à Lusa que a manifestação de hoje “faz todo o sentido”, uma vez que “o Governo ainda não teve capacidade de apresentar propostas concretas”.
Paulo Santos frisou que o protesto tem como objetivo pressionar o Governo a responder às principais reivindicações dos elementos da PSP e da GNR, como aumentos salariais, revisão das carreiras e dos suplementos, valorização da profissão e por uma “melhor segurança pública”.
O presidente da ASPP explicou que o destino da manifestação é a residência do primeiro-ministro porque Luís Montenegro “é o responsável pelo acordo”.
José Lagarto foi ouvido pelos deputados na sequência de uma proposta apresentada por Nuno Barata, deputado único da Iniciativa Liberal (IL) no parlamento açoriano.
A governadora do Distrito 1960, Isabel Rosmaninho, estará no Funchal na próxima semana para uma visita oficial aos clubes rotários da ilha e em particular ao Rotary Clube do Funchal, no dia 2 de Novembro, divulga um comunicado da agremiação. O programa inclui reuniões com entidade oficiais, um encontro com a direcção do Clube e […]
O PCP promoveu um buzinão de protesto contra o aumento do custo de vida, na entrada oeste do Funchal, na saída para São Martinho, que contou com a adesão massiva de automobilistas que passavam pela zona e que buzinaram como forma de protesto contra o aumento dos preços. Ricardo Lume, porta-voz da iniciativa do PCP, […]
A central sindical acusa o Governo de não responder aos problemas dos trabalhadores e anuncia uma grande manifestação junto à Assembleia da República no dia da votação final global do Orçamento do Estado
Tempo médio de permanência nas casas de acolhimento generalistas foi de 2,8 anos, mas os dados mostram realidades distintas, com 1.389 crianças e jovens acolhidos há menos de um ano e 1.288 entre dois e três anos.