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França. Protesto vai reduzir (ainda mais) a margem do Estado

Protestos violentos em várias cidades francesas agravaram a desconfiança dos investidores em relação às contas públicas. Possível corte de "rating" pela Moody's pode atirar mais achas para a fogueira.

© Getty Images

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Comerciantes lusodescendentes preparam-se para um sábado de protestos: “Está um clima muito tenso. Vão juntar-se Paris e Marselha aqui”

Temendo um novo surto de violência urbana em Paris, à conta das manifestações de estudantes, professores, sindicatos e coletes amarelos, vários estabelecimentos têm-se barricado ou vão encerrar portas. Nas ruas vão estar 70 mil polícias e o Expresso falou também com um estudante lusodescendente

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França mobiliza 70.000 agentes face a novos protestos

Além das convocatórias para manifestações feitas por vários sindicatos, organizações estudantis e grupos políticos, foram observados "inúmeros apelos" à violência por parte da "extrema-esquerda".

© MOHAMMED BADRA/EPA

O ministro do Interior informou ainda que caberá aos autarcas decidirem, caso a caso, quais as manifestações e concentrações que serão permitidas
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Shamonda infetou pela primeira vez um humano, e já foi detetado em Portugal. O que se sabe

As autoridades francesas dizem não ter identificado risco para a população em geral e classificam o caso como excecional. O vírus já foi detetado em Portugal em animais, mas não há casos humanos no nosso país. França anunciou esta quinta-feira o primeiro caso humano conhecido de infeção pelo vírus Shamonda, um agente que até agora só se conhecia em animais. Segundo o ECDC, o doente, gravemente imunodeprimido e em tratamento de uma doença grave na zona de Lyon, morreu no início de outubro. As autoridades francesas dizem não ter identificado risco para a população em geral e classificam o caso

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Protestos estudantis alastram pela Europa. Mas pouco há a oferecer aos jovens

Começou em França, em setembro, com os estudantes do secundário na rua. Desde então, juntaram-se-lhes jovens em pelo menos outros sete países europeus. “Estamos fartos de tudo”. Jovens espanhóis e portugueses montaram tendas nas capitais para protestar contra as rendas altas. Franceses e italianos marcharam por melhores condições nas escolas, em manifestações manchadas por saques. Na Grécia, pede-se mais dinheiro para as universidades; na Albânia, os jovens entraram em confrontos com a polícia depois de se juntarem a protestos anti-corrupção contra um governo que acusam de lhes travar o futuro. As exigências mudam de país para país, mas há um

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