O Presidente francês considera o ataque "um ponto de viragem" no país, salientando o seu caráter racista, atribuindo-o ao “discurso que se está a instalar” de intolerância contra os imigrantes
Estudantes do secundário recusam reforma parcial e prometem mobilização. França em alerta máximo para sábado, com recolher obrigatório em Paris e museus encerrados.
Protestos violentos em várias cidades francesas agravaram a desconfiança dos investidores em relação às contas públicas. Possível corte de "rating" pela Moody's pode atirar mais achas para a fogueira.
Temendo um novo surto de violência urbana em Paris, à conta das manifestações de estudantes, professores, sindicatos e coletes amarelos, vários estabelecimentos têm-se barricado ou vão encerrar portas. Nas ruas vão estar 70 mil polícias e o Expresso falou também com um estudante lusodescendente
O ministro das Infraestruturas diz que Benjamim Pereira está em plenitude de funções. Ainda, subiu para cinco o número de feridos no ataque com uma arma de fogo nos arredores de Paris.
Além das convocatórias para manifestações feitas por vários sindicatos, organizações estudantis e grupos políticos, foram observados "inúmeros apelos" à violência por parte da "extrema-esquerda".
Suspeito já se encontra detido, e Procuradoria Nacional Antiterrorista assumiu a investigação. Ainda, ministro das Finanças ouvido no Parlamento no arranque da discussão na generalidade do Orçamento.
Entre os feridos está uma menina de 12 anos. O suspeito terá usado uma submetralhadora Sten, arma da II Guerra Mundial. Primeiro-ministro Lecornu garante forças de segurança "plenamente mobilizadas".
O major-general Arnaut Moreira defende que o Estado francês falhou no seu dever básico de dar segurança aos cidadãos, deixando o país sem proteção durante os recentes e violentos distúrbios.
As autoridades francesas dizem não ter identificado risco para a população em geral e classificam o caso como excecional. O vírus já foi detetado em Portugal em animais, mas não há casos humanos no nosso país. França anunciou esta quinta-feira o primeiro caso humano conhecido de infeção pelo vírus Shamonda, um agente que até agora só se conhecia em animais. Segundo o ECDC, o doente, gravemente imunodeprimido e em tratamento de uma doença grave na zona de Lyon, morreu no início de outubro. As autoridades francesas dizem não ter identificado risco para a população em geral e classificam o caso
Começou em França, em setembro, com os estudantes do secundário na rua. Desde então, juntaram-se-lhes jovens em pelo menos outros sete países europeus. “Estamos fartos de tudo”. Jovens espanhóis e portugueses montaram tendas nas capitais para protestar contra as rendas altas. Franceses e italianos marcharam por melhores condições nas escolas, em manifestações manchadas por saques. Na Grécia, pede-se mais dinheiro para as universidades; na Albânia, os jovens entraram em confrontos com a polícia depois de se juntarem a protestos anti-corrupção contra um governo que acusam de lhes travar o futuro. As exigências mudam de país para país, mas há um
A escassez e carestia da habitação sente-se desde a geringonça. Mas com PS, PCP e BE no poder, não era problema: é agora apenas porque já não são eles que lá estão.