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TC abre porta a reinscrição de 9 mil trabalhadores na CGA

Acórdão publicado em Diário da República garante reinscrição na CGA a trabalhadores inscritos até 2005. Governo promete cumprir decisão. Fesap alerta quem ainda não submeteu requerimento.

© JOSE SENA GOULAO/LUSA

A Fesap salienta ainda que "em causa está o acesso a condições mais favoráveis no pagamento de prestações sociais, como o subsídio de doença, entre outras"
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Apoio para criação de emprego pode financiar até 75% dos custos por trabalhador

VTM

A sessão foi dinamizada pela ProBasto – Associação de Desenvolvimento Rural de Basto, responsável pela divulgação e pelo acompanhamento das candidaturas nos territórios de Mondim de Basto e Cabeceiras de Basto. Segundo José Brás, representante da associação, o objetivo passa por fazer chegar a informação aos empresários e potenciais empreendedores, disponibilizando também apoio gratuito na preparação das candidaturas.

“Este aviso é uma oportunidade para muitos empresários alavancarem a criação líquida de postos de trabalho”, explicou, sublinhando as condições específicas destinadas aos territórios de baixa densidade, onde o financiamento pode atingir 75% dos custos elegíveis por trabalhador.

O apoio permite financiar a criação de um a três postos de trabalho por candidatura. A comparticipação é calculada com base em custos salariais de referência definidos a nível nacional, acrescidos de uma componente de 40% para outros encargos associados ao emprego, como despesas com eletricidade, água ou equipamento. Esta parcela é atribuída através de custos simplificados, sem necessidade de justificar individualmente cada despesa.

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PF apura desvio de R$ 16 milhões da previdência de servidores em SC

A PF (Polícia Federal) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (29), uma operação para apurar desvios de recursos do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos na cidade de Palhoça, no litoral de Santa Catarina. Os prejuízos causados pelo esquema são estimados em R$ 16 milhões.

A Operação Casa de Palha investiga os crimes de gestão fraudulenta, corrupção passiva e lavagem de dinheiro ocorridos em 2013. Segundo a PF, os recursos eram aplicados irregularmente em fundos de investimento e revertidos para outros fins, como a compra de imóveis.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em quatro endereços ligados aos investigados, sendo três no municípios de São José e um em Palhoça.

A PF representou pelo bloqueio de valores, a indisponibilidade de imóveis e o sequestro de veículos e embarcações dos investigados e de empresas ligadas a eles para reparar os danos.

Auditorias e irregularidades

As fraudes começaram a ser investigadas após a realização de auditorias da SPREV (Secretaria de Previdência), que identificaram irregularidades nas aplicações dos recursos do fundo de previdência dos servidores de Palhoça, com investimentos feitos sem as formalidades exigidas.

Foram identificados indícios de que esses valores foram convertidos em imóveis e veículos registrados em nome de terceiros, e parte desses recursos desviados podem ter retornado a agentes públicos que estavam envolvidos no esquema.

A PF dev aprofundar as investigações a partir da análise do material apreendido, para identificar novas evidências e pessoas envolvidas na atividade criminosa.

A CNN Brasil tenta contato com a prefeitura de Palhoça sobre as fraudes e aguarda retorno.

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Kids Act, la Commissione Ue frena le leggi nazionali: stop di 12 mesi ai progetti dei Paesi membri

In merito al Kids Act, l’iniziativa volta a vietare l’uso dei social network ai minori di 13 anni, “abbiamo avanzato una proposta molto chiara, che prevede un approccio graduale e l’obbligo di integrare la sicurezza fin dalla fase di progettazione (‘safety by design’) per tutti i servizi online. La nostra proposta armonizza le norme per garantire che tutti i minori nell’Ue godano di un pari livello di protezione, poiché un problema europeo richiede una risposta europea unitaria. Per questo motivo, posso confermare oggi che la Commissione ha deciso di rinviare di 12 mesi l’iter di qualsiasi progetto di legge nazionale che si sovrapponga alle future norme armonizzate”. 

La dichiarazione arriva da Thomas Regnier, portavoce dell’Esecutivo comunitario per il Digitale, nel corso del consueto incontro con i giornalisti. Motivando il rinvio, il portavoce ha spiegato: “Perché è importante? È assolutamente fondamentale per evitare una frammentazione del nostro mercato interno e per salvaguardare il lavoro dei nostri colegislatori. Dobbiamo ora concentrarci sui negoziati relativi all’Eu Kids Act e garantire un’efficace applicazione delle nostre norme”.

Entrando nel dettaglio dei provvedimenti già presentati, il portavoce ha poi evidenziato: “Ci sono già alcune leggi nazionali – sottolinea il portavoce – che sono state notificate alla Commissione europea” oltre all’Austria come “Slovenia,Italia, Belgio, Francia e altri Stati membri” e “i lavori su tali provvedimenti sono in corso, ma ciò non modifica la nostra posizione di fondo: non intendiamo frammentare il nostro mercato interno.

Se si procedesse in tal modo, si verrebbero a creare normative e requisiti differenti nei vari Stati membri, rendendo l’applicazione delle norme praticamente impossibile. Le piattaforme non sarebbero in grado di conformarsi a un mercato così frammentato e, in ultima analisi, ci ritroveremmo privi di qualsiasi livello di tutela. È proprio per questo che abbiamo presentato una proposta armonizzata volta a proteggere tutti i minori”.

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Aprender a equivocarse forma parte del éxito

La noche del Balón de Oro está hecha para celebrar a quienes llegan a lo más alto del planeta fútbol. El pasado lunes, en Londres, Harry Kane se llevó el máximo galardón masculino y Lamine Yamal volvió a recibir el trofeo Kopa al mejor jugador joven, por tercer año consecutivo. Con apenas 19 años, su trayectoria (tercero en la gala de este año, segundo en 2025 y octavo en 2023) invita a admirar hasta dónde es capaz de llegar el talento precoz, pero también plantea una pregunta que puede llegar a incomodar: ¿qué ocurre cuando una historia singular y extraordinaria empieza a convertirse en una expectativa para los demás?

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© Kin Cheung (AP Photo)

Lamine Yamal habla tras recoger el premio al Mejor Talento Joven de 2026 en la pasada gala del Balón de Oro, celebrada en Londres (Reino Unido).
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Cada vez más pensiones, pero no de viudedad: por qué estas prestaciones no avanzan al ritmo de las jubilaciones

Varias personas en un parque de Madrid, en septiembre de 2025.

La pensión de viudedad es la única de las grandes prestaciones del sistema que pierde beneficiarios. En el último año ha retrocedido un 0,2%, un porcentaje pequeño, pero que contrasta con la subida del 2,4% en la de jubilación y del 1,8% en la de incapacidad permanente. El Gobierno aprobó la semana pasada una reforma de la pensión de viudedad con potencial para aumentar el colectivo: ganan el derecho a ella las parejas con hijos que no formalizasen la relación, ya sea como pareja de hecho o casándose. El Ministerio de Seguridad Social no cuantifica a cuántas personas beneficiará esta medida, pero sí da cuenta del número actual de pensiones de viudedad. Y se aprecia un fenómeno consistente desde hace años y que va a la contra respecto al principal tipo de prestación, la de jubilación. Mientras que estas han avanzado en un millón en la última década, las de viudedad están estancadas e incluso retroceden. Los especialistas apuntan a varios factores, entre ellos el demográfico: la diferencia entre la esperanza de vida de hombres y mujeres se estrecha y, por tanto, el tiempo de percepción de la prestación de viudedad es menor.

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Mbappé dittatore, e la suscettibilità della Cina

Real Madrid's Kylian Mbappe during the UEFA Champions League Phase - Matchday 2 soccer match between AS Roma and Real Madrid at the Rome's Olympic stadium, Italy - Wednesday October 14, 2026 - Sport Soccer ( Photo by Alfredo Falcone/LaPresse )

A Kylian Mbappé non serve il pallone d’oro, gli basta esercitare il suo potere illimitato. Dopotutto, a un dittatore basta comandare. Solo questo e nient’altro. E Mbappé è un leader intransigente, un autocrate senza scrupoli. O meglio, questo è quello che dicono i social, in quell’abisso oscuro che è lo humor dei tifosi di calcio nel 2026.

Da qualche giorno circola online un filmato tratto da un talk show francese. A Mbappé viene chiesto quale meme che lo ritrae lo faccia ridere di più, e lui risponde: «Quando hanno fatto un video di un tizio – credo fosse un dittatore cinese – e hanno messo la mia…», per poi indicarsi il volto. Il dittatore cinese in questione è proprio Mao Zedong, non ci si può sbagliare.

In Cina non l’hanno presa benissimo. Tre grandi aziende hanno interrotto le collaborazioni con il calciatore e la televisione di Stato ha sospeso la trasmissione delle partite della Liga, oltre a eliminare le pubblicità con il francese. L’hashtag sulla rottura con Dongpeng, azienda di bevande energetiche, è diventato il tema più discusso su Weibo. Anche perché durante i Mondiali della scorsa estate, Mbappé pubblicizzava le bevande in ogni modo possibile in Cina, anche con immagini generate dall’intelligenza artificiale.

Dongpeng ha annunciato la «tolleranza zero» verso i comportamenti che offendono i sentimenti nazionali. Mengniu e Shanghai Milkground, due aziende del settore lattiero-caseario, hanno dichiarato di interrompere «con effetto immediato» ogni collaborazione. Le dichiarazioni di Mbappé sono state condannate anche dalla Federazione calcistica cinese (Cfa), che ha detto di aver «immediatamente intrapreso azioni diplomatiche decise nei confronti del Real Madrid», chiedendo al club delle scuse formali e pubbliche.

Scuse che sono arrivate, formali e pubbliche. «Il Real Madrid desidera esprimere le sue scuse al popolo cinese per il disagio che possa essere stato causato dalle parole del nostro giocatore Kylian Mbappé», si legge in una nota ufficiale della società da cui traspare una riverenza esasperata. «Il nostro club ha un profondo rispetto per la Cina, la sua storia, la sua cultura e i suoi cittadini, così come per i milioni di tifosi cinesi che provano affetto e ammirazione per il Real Madrid».

Perfino il portavoce del ministero degli Esteri Guo Jiakun ha parlato di un «rifiuto unanime» per parole che feriscono il popolo cinese.

Su Mao non si scherza. Mbappé l’ha imparato a sue spese, letteralmente. E infatti si è scusato per una frase detta con troppa leggerezza: «Durante una recente intervista, ho reagito a un’immagine di me stesso. Il mio commento è stato inopportuno e ora capisco che ha ferito molte persone in Cina e nelle comunità cinesi di tutto il mondo. Chiedo scusa a tutti coloro che sono rimasti turbati dalle mie parole». Ha aggiunto di nutrire «profondo rispetto» per il popolo cinese e la sua storia.

Si è scusato anche Javier Tebas, presidente della Liga, preoccupato che le parole del calciatore danneggino il rapporto con la Cina e «gli oltre venti club» dei campionati professionistici spagnoli. In controluce, più che il danno morale, si legge il terrore per gli interessi economici in gioco.

🚨🇨🇳 NEW: Kylian Mbappé has been dropped by multiple Chinese brands following comments he allegedly made about Chairman Mao

Mbappe told a French talk show images of his face superimposed onto Mao make him “laugh the most” pic.twitter.com/qNGS4LwKdb

— Politics Global (@PolitlcsGlobal) October 27, 2026

Riprendendo un tweet di Sid Lowe, giornalista del Guardian che segue da anni la Liga spagnola, bisognerebbe chiedersi per che cosa si sta scusando esattamente Mbappé? Ha risposto con noncuranza a una domanda scema, parlando di un meme su di lui. Si può discutere del buon gusto della battuta, certo, ma non c’è stato nessun attacco al popolo cinese, nessuna provocazione politica, nessuna campagna contro la Cina. E soprattutto, nessuno ha davvero interesse a far saltare contratti multimilionari per una frase del genere. Non le aziende che investono sul mercato cinese, non la Liga che vende le proprie partite, non i partner commerciali che da questi rapporti ricavano denaro. Eppure tutti si affrettano a scusarsi, condannare, prendere le distanze, come se il rischio maggiore fosse non dimostrare abbastanza indignazione. Davvero si teme l’effetto domino che parte dal battito d’ali di una farfalla sul Twitter Calcio e diventa un caso diplomatico tra il Real Madrid e la Cina?

Chi frequenta gli ambienti digitali del tifo calcistico conosce molto bene la versione dittatoriale di Mbappé. Va anche oltre il confine del demenziale. Il suo volto viene sovrapposto a quello di Mao, Kim Jong-un o Stalin; in altri video caccia dallo spogliatoio i compagni che non sarebbero alla sua altezza. Altezza calcistica, s’intende. Basta un errore grossolano con il Real Madrid o la nazionale perché internet metta in scena la punizione.

Dopo il 4-1 della Francia sulla Norvegia ai Mondiali, per esempio, un video mostrava Ousmane Dembélé festeggiare la sua prima tripletta in Nazionale mentre Mbappé lo fissava con aria furiosa; poi gli si avvicinava, gli metteva una mano sulla spalla e gli diceva: «Ottimo lavoro». Poi, con un tono più cupo: «Non farlo mai più».

La caricatura è grottesca, anche se non priva di fondamento. Da anni Mbappé è considerato una presenza ingombrante ovunque vada. Nel 2022 si disse che il Paris Saint-Germain avesse licenziato il direttore sportivo Leonardo anche su sua indicazione. Nei negoziati per il rinnovo, ha alzato le pretese insieme al proprio status, arrivando a percepire lo stipendio più alto della storia del calcio europeo, con un salario base di settantadue milioni di euro lordi l’anno, e un potere decisionale su molte faccende legate alla squadra. Sempre minacciando di potersi trasferire al Real Madrid da un momento all’altro.

Il trasferimento è arrivato nell’estate del 2024. Mbappé è entrato in una squadra fresca vincitrice della Champions e, secondo diverse ricostruzioni, ha alterato gli equilibri dello spogliatoio. Ha segnato moltissimo, ma nelle prime due stagioni non sono arrivati i trofei attesi. Al centro sportivo di Valdebebas si sono succeduti quattro allenatori, finora con poco successo.

In un’intervista a L’Équipe, Mbappé aveva detto di cogliere l’aspetto divertente dei meme, ma anche di essere preoccupato dalla leggerezza con cui si evocano figure responsabili di atrocità storiche. È una preoccupazione comprensibile: ora una battuta su uno di quei meme ha prodotto una crisi commerciale multimilionaria. Anche il dittatore può finire sotto processo.

La Cina non è nuova a reazioni del genere quando un protagonista dello sport mondiale dice qualcosa che non piace. Nel 2019 toccò alla Nba, durante la tournée cinese dei Los Angeles Lakers e dei Brooklyn Nets. Daryl Morey, allora general manager degli Houston Rockets, pubblicò un tweet in solidarietà con i manifestanti di Hong Kong: «Fight for Freedom. Stand With Hong Kong». Bastarono sette parole per far saltare molti contratti. La televisione di Stato sospese le trasmissioni della Nba, la federazione cestistica cinese interruppe i rapporti con i Rockets e sponsor e partner commerciali si sfilarono. La lega si trovò stretta tra libertà d’espressione e un mercato da cui arrivavano ricavi enormi. La prima dichiarazione ufficiale riconobbe che il tweet aveva «profondamente offeso» gli amici e i tifosi cinesi. Due giorni dopo il commissioner Adam Silver difese la libertà d’espressione.

Anche LeBron James definì Morey «disinformato» e «non al corrente della situazione». Disse che il tweet avrebbe potuto danneggiare molte persone, anche finanziariamente, e poi precisò di riferirsi alle conseguenze, non al contenuto. Non fu una gran figura per uno sportivo abituato a prendere posizione sui diritti civili. Silver, dopo una prima risposta conciliante, difese poi la libertà d’espressione; LeBron scelse invece di prendere le distanze da Morey.

Il caso è subito diventato esemplificativo di quanto sia difficile tenere insieme i principi e gli interessi economici quando in gioco c’è il mercato cinese, un mercato troppo grande per essere ignorato. In più, Pechino mette facilmente il broncio, e soffre critiche e battute molto più di ogni democrazia occidentale (come quando decise di mettere al bando Winnie the Pooh solo perché sui social si diceva che assomigliasse al presidente Xi Jinping). Sembra quasi un complesso di inferiorità, rispetto alle piccinerie in questione: parliamo di una superpotenza globale che si comporta come se una battuta sui social potesse metterne in discussione il prestigio. Così l’orgoglio nazionale finisce per apparire come permalosità. E per dimostrare di non tollerare le offese, si arriva a tagliare rapporti commerciali che facevano comodo a entrambe le parti.

L'articolo Mbappé dittatore, e la suscettibilità della Cina proviene da Linkiesta.it.

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