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El cruce de vetos entre Rusia y EE UU deja en el aire la misión de la ONU en el Sáhara

El Consejo de Seguridad de la ONU ha dejado en el aire este viernes el futuro de la Misión de Naciones Unidas para el Referéndum del Sáhara Occidental (Minurso), que expiraba este sábado, tras el veto cruzado de Rusia y Estados Unidos a dos propuestas presentadas por cada una de las potencias. Si no hay una reunión de urgencia en las próximas horas que lo evite, la misión de la ONU que lleva 35 años en el Sáhara llegará a su fin este mismo sábado.

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© Mar Marín (EFE)

Vista de la sede de Misión de la ONU en el Sáhara, la Minurso, en El Aaiún, este viernes.
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Irã planeja atingir alvos de IA no caso de ataque dos EUA, diz autoridade

O Irã incluiu a infraestrutura de inteligência artificial na região em sua lista de possíveis alvos para ataques de retaliação, caso os Estados Unidos ou Israel realizem uma ofensiva, informou uma autoridade de segurança de alto escalão em Teerã à CNN nesta sexta-feira (30).

A fonte, que falou à CNN sob condição de anonimato, afirmou que ataques à infraestrutura de IA seriam um exemplo de “uma ação com consequências que vão além da crise energética e do Estreito de Ormuz, e com impactos globais muito amplos”.

A autoridade acrescentou que, caso o conflito seja retomado, será uma longa “guerra de surpresas”, que evitará comportamentos previsíveis.

Fontes afirmaram à CNN que o Exército dos EUA no Oriente Médio está preparado para lançar novas operações militares, potencialmente de grande porte, contra o Irã “dentro de 96 horas após receberem” uma ordem de Donald Trump.

Forças suficientes já estão implantadas na região para realizar possíveis investidas, disseram as fontes.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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67 años de comunismo han sido "un error garrafal": diplomático de EEUU responde a provocación de Cuba

El diplomático estadounidense, Jeff Bartos, respondió con dureza a las críticas del embajador cubano Ernesto Soberón, al calificar de “error colosal” los 67 años de comunismo en Cuba y citar apagones, escasez, presos políticos y el éxodo masivo como evidencia del fracaso del sistema.

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Trump diz que guerra com Irã vai ser resolvida em breve

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (30) acreditar que a guerra com o Irã terminará em breve, mas não explicou como isso aconteceria.

“Isso vai se resolver em breve”, disse Trump em entrevista à emissora de rádio KCMO, de Kansas City.

“Precisamos de uma garantia de que nunca haverá uma arma nuclear”, adicionou.

Trump já havia afirmado que o conflito deveria acabar após as Midterms, as Eleições de Meio de Mandato dos Estados Unidos, e que as forças americanas não atacariam o Irã até lá.

A votação — que é crucial para a governabilidade do líder republicano no restante de seu mandato, pois definirá o controle do Congresso — acontecerá em 3 de novembro.

De toda forma, fontes afirmaram à CNN que o Exército dos EUA no Oriente Médio está preparado para lançar novas operações militares, potencialmente de grande porte, contra o Irã “dentro de 96 horas após receberem” uma ordem de Donald Trump.

Forças suficientes já estão implantadas na região para realizar possíveis investidas, disseram as fontes.

*com informações da Reuters

Análise: Trump prometeu esmagar a economia do Irã. O que ele pode fazer?

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EUA aprovam venda de 500 mísseis Patriot à Ucrânia por US$ 2,1 bilhões

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta sexta-feira (30) que aprovou a venda de 500 mísseis Patriot PAC-3 para a Ucrânia por um valor estimado em US$ 2,1 bilhões (equivalente a cerca de R$ 11,3 bilhões).

A Ucrânia pagará pelos mísseis interceptadores defensivos com contribuições do Canadá, da Alemanha e da Noruega — canalizadas por meio do programa Jumpstart, dos EUA —, além de recursos próprios financiados pelo Empréstimo de Apoio à Ucrânia, da União Europeia, afirmou o Departamento de Estado americano em um comunicado.

Atrasos nas entregas de mísseis aumentaram a tensão entre a Ucrânia e os EUA, após o presidente Donald Trump anunciar um acordo sobre diesel com a Rússia e criticar Volodymyr Zelensky pela relutância em interromper os ataques a refinarias russas.

Zelensky declarou, no início desta semana, que o governo ucranaiano aguardava há quase um mês a autorização dos EUA para o fornecimento de mísseis cruciais, em um momento em que a Rússia intensificava os ataques contra a infraestrutura energética e civil.

O líder do país europeu tem solicitado repetidamente aos EUA que acelerem as entregas antes da chegada do inverno. A Casa Branca fornece mísseis adquiridos por aliados da Otan, a aliança militar ocidental, por meio de um programa conhecido como Purl.

A Lockheed Martin é a principal contratada para esta venda.

Os EUA têm fornecido grandes quantidades de armamentos a aliados, ao mesmo tempo em que utilizam munições em suas próprias operações militares — como no Irã —, o que gera preocupações quanto aos estoques de sistemas essenciais de defesa aérea e armas de precisão.

Em julho, o Exército americano firmou um contrato com a Lockheed, no valor de até US$ 58,6 bilhões, para a produção de mísseis interceptadores Patriot.

A empresa afirmou que esse acordo permitirá cumprir a promessa de triplicar a capacidade de produção dos mísseis PAC-3 MSE até o final de 2030, além de ampliar em 50% o número de postos de trabalho em sua fábrica em Camden, no Arkansas — passando de 1.200 para cerca de 1.850 empregos.

Anteriormente, a empresa havia anunciado que a produção de mísseis interceptadores Patriot PAC-3 alcançaria 2.000 unidades por ano.

Negociadores do Pentágono estão pressionando as empresas contratadas a acelerar significativamente o ritmo; acordos preliminares de produção, firmados no início deste ano, estão no centro dos esforços para aumentar a fabricação desses mísseis.

O que é o sistema de defesa Patriot dos Estados Unidos?

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Análise: Derrota de Trump nas midterms deixaria Flávio exposto nos EUA

Na próxima terça (3), os Estados Unidos vão às urnas nas midterms, as eleições de meio de mandato, onde ficam em jogo a Câmara dos Deputados, um terço do Senado e 36 governos estaduais.

A avaliação da Arko Advice, parceira de conteúdo do WW, é que o Partido Republicano do presidente Donald Trump chega nessa reta final na defensiva.

Na Câmara, a tendência é de uma retomada do controle por parte da oposição. Nos bastidores, a base de Trump não discute mais se vai perder o comando da casa, mas sim por quantas cadeiras perderão.

Deputados republicanos de distritos considerados seguros estão em “modo de emergência”, realizando arrecadação de última hora e investindo pesado em propaganda.

O motivo disso é o bolso da população americana, que sofre com o custo de vida, o aumento do preço dos combustíveis e a guerra contra o Irã. Tudo isso afasta parte do eleitor que deu vitória a Trump em 2024, principalmente os jovens trabalhadores. Por isso, projetamos uma maioria democrata na Câmara a partir dessas midterms.

Com uma maioria na Câmara, os democratas ganham poder de convocação de autoridades e poder de investigação. E é aqui que entra o Brasil.

Depois da nossa eleição presidencial vimos a fuga de Flávio Bolsonaro (PL) aos EUA e o governo americano chegou a confirmar essa passagem pela imigração na Flórida e liberação do senador brasileiro.

A novidade é que agora 25 deputados democratas cobram publicamente do Secretário de Estado Marco Rubio explicações sobre três pontos:

  1. Como o visto foi concedido;
  2. Se o governo americano sabia das investigações em andamento por lavagem de dinheiro;
  3. Se o Departamento de Estado teve algum papel na saída do Brasil do senador.

O caso de Flávio se torna um possível ponto de atrito entre Brasília e Washington, mas não é só isso. Caso a oposição vença na Câmara, a fuga de Flávio e a carta de teor golpista que foi divulgada podem virar questões públicas, podendo ser objeto de audiências.

E as políticas de Trump para o Brasil, como o apoio à família Bolsonaro, as tarifas e os potenciais acordos, passam a ter um custo diferenciado no congresso americano.

Um presidente enfraquecido em casa tende a ter menos espaço para confrontar outros governos no âmbito internacional. E as dificuldades de Trump também vão além da Câmara.

Enquanto isso, no Senado, a situação é um pouco mais equilibrada. Mas a disputa chegou a estados que eram considerados muito republicanos e seguros. Ohio é um exemplo, com uma disputa na casa alta tecnicamente empatada.

Estados como Kansas, Louisiana, Carolina do Sul e Nebraska também têm um pleito muito acirrado e que surpreenderam pela situação nas pesquisas eleitorais.

A Arko aponta para uma leve vantagem democrata, mas que deve ser vista como um alerta. O resultado das midterms pode levar semanas para sair. Isso porque diversos estados fazem a contagem de formas diferentes.

Alaska e Maine, por exemplo, contam votos ranqueados; Kansas aceita cédulas pelo correio até três dias depois das eleições; e a situação no Texas também pode levar a uma eventual recontagem.

Uma derrota ampla para o Partido Republicano transforma a presidência do Trump em uma presidência de fim de mandato. Os próprios parlamentares republicanos já admitem que a influência deles sobre a sigla pode diminuir.

Com isso, devemos ver também logo nos primeiros meses alguns testes, como uma possível votação sobre o impeachment do Secretário de Defesa, Pete Hegseth, e uma disputa pela liderança republicana nas casas.

* Michael Lopez Stewart é sócio-diretor da Arko Advice. Este texto foi transcrito em primeira pessoa de análise em vídeo para o WW.

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X suspende 15 contas que promoveriam desinformação russa sobre Midterms

A plataforma X suspendeu 15 contas que promoviam o que se suspeita ser desinformação russa sobre as Midterms, as Eleições de Meio de Mandato dos Estados Unidos. No entanto, algumas contas influentes permanecem ativas, segundo uma organização que monitora a desinformação.

Especialistas afirmam que, até o momento, a interferência russa nas Midterms de 2026 tem sido limitada. Contudo, observou-se um aumento recente na atividade de contas nas redes sociais — possivelmente ligadas à Rússia — que disseminam alegações falsas sobre diversos candidatos democratas ao Senado.

Especialistas em desinformação informaram que as suspensões no X ocorreram na quinta-feira (29) e incluíram perfis com mais de 100 mil seguidores. Ainda assim, muitas das contas mais influentes que propagam esse tipo de conteúdo continuavam ativas até esta sexta-feira (30).

“O X demonstrou que, até certo ponto, está atento a essa questão”, afirmou Bret Schafer, diretor sênior do Institute for Strategic Dialogue, organização que identificou as suspensões.

“Muitas das publicações russas encobertas que detectamos foram removidas rapidamente. Por outro lado, outros elementos dessa infraestrutura continuam no ar”, adicionou.

Essa atividade online assemelha-se a esforços de desinformação observados anteriormente durante o ciclo eleitoral de 2024 — ações que, segundo agências de inteligência dos EUA, estariam ligadas a agentes do governo russo.

A CNN entrou em contato com o X solicitando um posicionamento sobre as remoções e aguarda retorno.

O que está em jogo nas Eleições de Meio de Mandato dos EUA?

 

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Washington endurece medidas contra quienes faciliten la inmigración ilegal en caravanas

El Departamento de Estado de EEUU impondrá restricciones de visa a más de quince personas vinculadas con la organización, facilitación o promoción de recientes caravanas de migrantes hacia ese país, en el marco de una política para frenar la inmigración ilegal y reforzar la seguridad fronteriza.

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Embajada de EE.UU. en Brasil reconoce triunfo definitivo de Lula da Silva

Respecto a los cuestionamientos sobre la ampliación del horario de votación, señalaron que el impacto fue mínimo. 34.000 sufragios, equivalentes al 0,03 % del total, se emitieron con posterioridad a las 17H00 horas.
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Una jueza federal prohíbe a agentes del ICE detener a personas por su apariencia latina en California

La apariencia, el idioma o el hecho de trabajar en determinados lugares no pueden convertirse en motivos suficientes para que agentes migratorios detengan a una persona en partes de California. Una jueza federal en ese Estado ordenó restringir estas prácticas al considerar que existe un amplio conjunto de pruebas sobre presuntos operativos basados en el perfilamiento racial de la población latina en el sur del Estado.

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© Kevin Mohatt (REUTERS)

Redada de agentes del ICE en Colorado, en febrero de 2025.
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Sobrevivente da injeção letal nos EUA quebra silêncio: “Dor na alma”

Christa Pike, que sobreviveu a uma tentativa de execução por injeção letal no Tennessee, Estados Unidos, há um mês, falou publicamente pela primeira vez, afirmando que está em recuperação, “mas estar em processo de cura não é o mesmo que estar bem”.

“Não houve um único momento, desde aquela noite, em que eu não tenha sentido dor. Meu corpo dói. Meus braços doem. Minhas mãos doem. Minha garganta dói. Ainda tenho dificuldade para falar”, revelou Pike em uma declaração por escrito que, segundo seus advogados, foi ditada por ela.

“E a dor não é apenas física. Há dor em minha mente e em minha alma”, adicionou.

Pike, de 50 anos, foi hospitalizada após sobreviver a duas doses de pentobarbital durante uma tentativa de execução pelo estado, ocorrida em 30 de setembro.

Ela foi condenada pelo assassinato de uma colega de classe, Colleen Slemmer, em 1995 — crime cometido por meio de espancamento e golpes de faca.

Logo após o procedimento malsucedido, Pike precisou ser socorrida, e seus advogados chegaram a acreditar que ela não sobreviveria. No entanto, ela recuperou a consciência e, posteriormente, passou a conseguir falar e caminhar com auxílio.

Pike disse que estava “preparada para morrer”, mas, em vez disso, “acordou sozinha em um hospital, confusa e sentindo dor”, segundo o relato.

Este é o primeiro comentário público atribuído a Pike desde a execução que falhou. Ela é a única pessoa a ter sobrevivido, até hoje, à injeção de substâncias químicas letais em uma execução, segundo o Centro de Informações sobre a Pena de Morte.

Pike retornou à prisão no início deste mês, após uma internação de 10 dias, e tem continuado a receber assistência médica, segundo seus advogados.

“Desde aquela noite, tenho permanecido, em grande parte, isolada na ala médica da prisão, longe de outras pessoas e das conexões humanas que significam tanto para mim”, afirmou ela em um comunicado.

“Esse isolamento traz um tipo próprio de dor. Passei 28 anos em confinamento solitário, e grande parte do que vivencio hoje é uma repetição dessa condição”, adicionou.

Agora, Pike está envolvida no que provavelmente será uma longa batalha jurídica para impedir uma segunda tentativa de execução.

Em janeiro, seus advogados apresentaram uma petição buscando adiar a execução, argumentando que o novo protocolo de injeção letal do estado não foi testado e que é “certo, ou muito provável, que resulte em dor e sofrimento desnecessários e acrescidos, além de terror e humilhação”.

“O novo protocolo não prevê quaisquer medidas de salvamento — o que viola os direitos da requerente, garantidos pelas Constituições dos Estados Unidos e do Tennessee — caso a execução falhe”, alertou a equipe jurídica de Pike na ocasião.

Os advogados dela solicitaram a um juiz a alteração da petição inicial para incluir os fatos ocorridos com ela no dia 30 de setembro.

Na quinta-feira (29), o tribunal determinou que Pike tem até o final de janeiro para apresentar uma nova petição, concedendo-lhe um prazo adicional em razão de seu atual estado de saúde.

Estado investiga como execução falhou

Logo após a falha na execução, o governador do Tennessee, o republicano Bill Lee, determinou a abertura de uma investigação sobre o que ocorreu e adiou, por tempo indeterminado, outra execução que estava prevista para este ano.

O fato de a execução de Pike não ter sido realizada também gerou críticas da família de Slemmer, que afirmou que a atenção voltada para a condição de Pike acabou desviando o foco da vítima.

“Acho que o Estado me deve um grande pedido de desculpas”, disse May Martinez, mãe de Slemmer, à WTLV, emissora afiliada à CNN, neste mês.

Lee não está inclinado a comutar a pena de Pike nem a descartar a pena de morte, afirmou ele a repórteres esta semana em Nashville.

“Ela continua encarcerada nos termos das leis do Estado do Tennessee. Suponho que a pena dela permanecerá a mesma, a menos que os tribunais decidam de outra forma”, disse Lee, segundo a WSMV, emissora afiliada à CNN.

*Avni Trivedi, da CNN, contribuiu para esta reportagem

Entenda como é executada a pena de morte nos EUA

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Democratas cobram Rubio sobre ajuda dos EUA na saída de Flávio Bolsonaro do Brasil

Um grupo de 25 deputados democratas dos Estados Unidos cobrou explicações do secretário de Estado, Marco Rubio, sobre a possível participação do governo de Donald Trump na saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil e na entrada dele em território americano. A carta foi encaminhada na quinta-feira (29) e questiona se autoridades dos Estados Unidos ajudaram a viabilizar a viagem, mesmo diante de uma decisão judicial brasileira que restringia os deslocamentos internacionais do parlamentar.

O documento reúne 15 questionamentos sobre a atuação do Departamento de Estado, da Embaixada americana no Brasil e de outros órgãos federais. Os congressistas querem saber se houve participação institucional na emissão dos vistos, na organização do transporte e nos procedimentos para permitir a entrada de Flávio e de familiares nos Estados Unidos.

“A questão central é simples: o Departamento de Estado, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil ou qualquer outra agência do governo americano ajudou o senador Bolsonaro a viajar para os Estados Unidos ou a entrar no país, apesar da restrição judicial brasileira à sua saída?”, questionam os parlamentares.

Os democratas estabeleceram 13 de novembro como prazo para o envio das respostas por escrito. Também solicitaram uma reunião com representantes do Departamento de Estado para obter esclarecimentos sobre o episódio.

Vistos e ordem do STF

A carta foi apresentada pelas deputadas Sydney Kamlager-Dove, da Califórnia, copresidente da bancada dedicada às relações com o Brasil, e Dina Titus, de Nevada. Entre os demais signatários estão Pramila Jayapal, Joaquin Castro, Greg Casar, Rashida Tlaib e Delia Ramirez.

Um dos principais pontos da cobrança envolve a concessão de vistos ao senador e a seus familiares. Os deputados querem identificar quem autorizou os documentos, quando foram emitidos e se as autoridades americanas tinham conhecimento da determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) antes de permitir a entrada do brasileiro.

A decisão judicial determinava que Flávio entregasse seus passaportes e restringia sua saída do país. Os parlamentares questionam se o governo americano verificou a existência de autorização judicial para a viagem e se chegou a reconsiderar os vistos depois de tomar conhecimento das medidas impostas pela Justiça brasileira.

Viagem também envolve Argentina e Equador

Outro trecho do documento aborda a possível participação de funcionários americanos na organização do itinerário utilizado pelo senador. Os democratas querem saber se representantes do governo dos Estados Unidos na Argentina ou no Equador participaram de alguma articulação relacionada aos deslocamentos.

A carta também pergunta se houve contatos entre integrantes da Casa Branca, do Departamento de Estado e outras agências americanas com Flávio, familiares, advogados, assessores políticos ou intermediários.

Os congressistas cobram informações sobre eventual ajuda na contratação ou organização de voos, emissão de documentos, transporte, acesso a aeroportos e planejamento da entrada em território americano.

A articulação ganhou repercussão após reportagens sobre a participação de Jason Miller, assessor próximo à família Bolsonaro e ligado à Casa Branca, na organização do jato utilizado pelo senador e seus familiares. A informação foi divulgada pelo jornal americano The New York Times.

Os parlamentares também querem saber se houve comunicação entre o Departamento de Estado e órgãos responsáveis pela imigração e pelo controle de fronteiras, como o Departamento de Segurança Interna (DHS) e a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP).

Democratas questionam possível impacto diplomático

A iniciativa também aborda as consequências que uma eventual assistência americana poderia provocar nas relações entre Washington e Brasília. Os deputados perguntam se o governo Trump avaliou o risco de que a participação na viagem fosse interpretada como interferência em processos judiciais brasileiros ou nos assuntos internos do país.

O documento solicita ainda esclarecimentos sobre possíveis pedidos de informações feitos por autoridades brasileiras a respeito da localização de Flávio e de sua entrada nos Estados Unidos. Caso tenham ocorrido, os parlamentares querem conhecer as respostas fornecidas pelo governo americano.

“O povo americano e o Congresso têm um interesse legítimo de fiscalização em compreender se recursos diplomáticos e migratórios dos Estados Unidos foram utilizados para facilitar a viagem de uma figura política estrangeira nessas circunstâncias”, afirma a carta.

Os deputados acrescentam que a transparência é necessária diante da sensibilidade das relações bilaterais e da existência de um processo judicial no Brasil.

Até o momento da divulgação da cobrança, o Departamento de Estado não havia apresentado respostas públicas aos questionamentos. A carta representa uma iniciativa de fiscalização parlamentar e não comprova, por si só, que órgãos do governo americano tenham participado diretamente da saída de Flávio Bolsonaro do Brasil.

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Bad Gyal afianza su presencia internacional con la llegada de su ‘Más Cara Tour’ a Estados Unidos

La cantante catalana Bad Gyal continúa reforzando su presencia internacional con la llegada del Más Cara Tour a América, un proceso de expansión que ya comenzó con su álbum debut, La Joia (2025). Después de su último trabajo de estudio, homónimo al nombre de su gira (Más Cara, 2026), la artista ha dejado huella en su país natal, España, y en varios puntos de América Latina, incluyendo México, Argentina y Chile, durante las primeras etapas de su recorrido.

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© Gisela Jané (Getty Images)

Bad Gyal, en un momento del 'Más Cara Tour' en el Palau Sant Jordi de Barcelona, el 20 de marzo de 2026.
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Cinco cubanos condenados por tráfico de migrantes, fraude de asilo y lavado de dinero

Seis personas, cinco cubanos y un estadounidense, fueron condenadas a entre dos y cuatro años de prisión por integrar una red que facilitó la entrada irregular de cubanos a EEUU, presentó más de 1.700 solicitudes fraudulentas de asilo y lavó más de 22 millones de dólares.

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Christa Pike da su primera declaración tras su ejecución fallida: “Hay dolor en mi alma y mi cuerpo”

Christa Pike, la única mujer en el corredor de la muerte de Tennessee, afirma que se está recuperando en la unidad médica de la prisión después de haber sobrevivido a dos dosis de la inyección letal el pasado 30 de septiembre.

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© J. Miles Cary (via REUTERS)

Christa Pike en Tennessee, en diciembre de 2007.
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FBI e Serviço Secreto dos EUA colaboram com Binance após ataque cibernético

A Binance está trabalhando com autoridades policiais em todo o mundo, incluindo o FBI (Departamento Federal de Investigação) e o USSS (Serviço Secreto dos Estados Unidos), depois que hackers roubaram a quantia recorde de US$ 6,3 bilhões da plataforma, informou à Reuters uma fonte a par da situação.

 

A embaixada dos EUA em Londres afirmou não ter comentários a fazer. O USSS não respondeu a um pedido de comentário enviado por email fora do horário comercial dos EUA.

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