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Jovens da Bahia vencem competição nacional e buscam R$ 110 mil para disputar final na França

Oito jovens da equipe Kirimurê Laboratório Digital Marinho conquistaram o primeiro lugar na etapa nacional do Ocean Hackathon 2026 e agora buscam apoio financeiro para representar o Brasil na final internacional, marcada para 10 de dezembro, na cidade de Brest, na França. O grupo desenvolveu na Bahia uma solução que integra tecnologia, educação ambiental e cultura oceânica, com potencial para contribuir com o conhecimento e a conservação dos mares. 1 de 2 | Foto: Agência Dragoon 2 de 2 | Foto: Agência Dragoon Equipe reúne estudantes de diferentes áreasFormada por estudantes de 18 a 41 anos, a equipe reúne integrantes de diferentes instituições de ensino e áreas de conhecimento, como Ciência da Computação, Engenharia de Software, Ciências Contábeis e Big Data. A viagem está prevista para ocorrer entre 7 e 14 de dezembro. Para garantir a participação dos oito integrantes, o grupo precisa arrecadar R$ 110 mil, valor destinado a passagens aéreas, hospedagem, alimentação, transporte e seguro-viagem. Leia Também: EDUCAÇÃO Filme promove reflexão sobre alfabetização inclusiva em Cachoeira EDUCAÇÃO Estudantes da rede estadual da Bahia são premiados em festival de cinema ATENÇÃO, ESTUDANTE Estudantes da Bahia têm novo prazo para atualizar cadastro escolar Jovens buscam apoio de empresasA mobilização busca aproximar empresas e instituições da iniciativa, que pretende levar uma solução desenvolvida na Bahia ao cenário internacional de inovação.Segundo Joyce Baptista, líder da equipe, a conquista representa a oportunidade de dar visibilidade aos talentos baianos e mostrar que ideias desenvolvidas no estado podem contribuir para enfrentar desafios globais.Empresas interessadas em apoiar o projeto podem entrar em contato pelo telefone (71) 99183-7644 ou pelo e-mail contatojoycebaptista@gmail.com.

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Como ajudar uma criança que está a ficar para trás?

Um ouvinte escreve-nos preocupado com um menino de 9 anos e meio, disléxico, que não transitou para o 4.º ano, vive entre duas casas e passa horas no telemóvel.

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UAlg lidera estudo que liga fixação humana nos desertos da Arábia à água e à pedra

Publicado na Nature, o trabalho identifica a pedra para ferramentas como um recurso decisivo. Uma expedição encontrou antigos lagos sem vestígios de ferramentas no interior do Rub' al Khali.

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Vila Verde investe 952 mil euros para requalificar centro escolar

O Centro Escolar de Vila Verde está a ser requalificado, num investimento de quase 952 mil euros, visando o reforço da eficiência energética, da sustentabilidade e do conforto da comunidade educativa, indicou hoje o município.

Em comunicado, a Câmara de Vila Verde explicou que na sequência de uma auditoria energética realizada ao edifício foram definidas várias medidas prioritárias, entre as quais a instalação de um sistema de gestão técnica centralizada, a colocação de painéis fotovoltaicos, o reforço do isolamento térmico das coberturas e fachadas e a substituição da iluminação existente por tecnologia LED, mais eficiente e com menor consumo energético.

A empreitada contempla ainda pequenas intervenções no interior do edifício, designadamente a renovação de pavimentos e revestimentos em zonas danificadas do piso térreo.

O investimento global de quase 952 mil euros tem cofinanciamento da União Europeia de 221 mil euros, no âmbito da operação Norte2030.

“Investir nas nossas escolas é investir diretamente nas nossas crianças, nas famílias e no futuro do concelho. Queremos garantir espaços educativos cada vez mais confortáveis, eficientes e sustentáveis, proporcionando as melhores condições para ensinar e aprender. Esta intervenção no Centro Escolar de Vila Verde representa também o nosso compromisso com uma gestão responsável dos recursos e com a transição para soluções energeticamente mais eficientes”, sublinhou a presidente do município, citada no comunicado.

Júlia Rodrigues Fernandes (PSD) visitou a empreitada acompanhada pelo vice-presidente, Manuel Lopes, pelo presidente da Junta de Freguesia de Vila Verde e Barbudo, José Luís Faria, pelo diretor do Agrupamento de Escolas de Vila Verde, Alberto Rodrigues, e por técnicos municipais e representantes da empresa responsável pela execução da obra.

A Câmara de Vila Verde diz que a visita permitiu acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos e avaliar as principais intervenções previstas para a melhoria da eficiência energética, do conforto e da sustentabilidade do edifício escolar.

Para a autarca, a melhoria das infraestruturas escolares constitui uma componente essencial da estratégia municipal de valorização da educação.

“Estamos a modernizar os equipamentos educativos e a criar condições para que as nossas escolas acompanhem os novos desafios ambientais e energéticos. Ao mesmo tempo, prolongamos a vida útil dos edifícios e melhoramos o conforto e a qualidade dos espaços utilizados diariamente pela comunidade educativa”, reforçou Júlia Rodrigues Fernandes.

A intervenção tem como principal objetivo promover a requalificação e a eficiência energética do Centro Escolar de Vila Verde, reduzindo os consumos de energia e incentivando a utilização de soluções ambientalmente mais sustentáveis.

A empreitada permitirá igualmente melhorar as condições de conforto térmico, salubridade e funcionalidade, “prolongando a vida útil desta importante infraestrutura destinada ao 1.º ciclo do ensino básico”.

“O edifício cumpre já as normas legais e regulamentares aplicáveis em matéria de acessibilidades, segurança contra incêndios, conforto térmico e acústico e condições higiossanitárias. A organização funcional e a utilização dos espaços manter-se-ão inalteradas após a intervenção”, lê-se ainda no comunicado da Câmara Municipal de Vila Verde.

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Como criar agentes de IA mesmo sem saber programar?

A inteligência artificial já responde a perguntas, produz textos e analisa documentos. Agora, uma nova geração de ferramentas também executa tarefas em sequência, consulta diferentes fontes de informação e organiza resultados. São os chamados agentes de IA, cuja criação começa a chegar a estudantes e profissionais sem experiência em programação.

Ensinar a desenvolver essas aplicações com o Gemini foi o objetivo do Capacita+: Construa com o Gemini, treinamento gratuito realizado em 25 de setembro, durante o Google Cloud Summit Brasil 2026. Promovida pelo Google Cloud, divisão do Google que oferece serviços de computação em nuvem e inteligência artificial para empresas e organizações, a iniciativa reuniu participantes de diferentes áreas e níveis de conhecimento técnico.

Ao todo, 1.700 estudantes participaram presencialmente. Outros 14 mil acompanharam a programação em encontros coletivos, conhecidos como watch parties, organizados por 154 universidades de 105 cidades brasileiras. A aula também foi transmitida pelo YouTube.

Segundo o balanço divulgado pelo Google Cloud, a transmissão no canal Google Cloud LATAM alcançou 317 mil espectadores únicos. Até a apuração dos resultados, haviam sido baixados 24 mil certificados de participação.

 

Como construir um agente com o Gemini

O treinamento apresentou conceitos e ferramentas para desenvolver agentes de inteligência artificial com o Gemini, tecnologia utilizada nas soluções do Google Cloud.

A criação começa pela definição de uma tarefa. Um agente destinado à consulta de documentos, por exemplo, precisa receber instruções sobre quais arquivos acessar, que informações procurar e como organizar as respostas. Também é necessário estabelecer os limites de sua atuação e verificar os resultados produzidos.

Durante a aula, os participantes conheceram os conceitos envolvidos nessa configuração e os recursos disponíveis para criar aplicações com o Gemini.

 

Capacita+ conquistou recorde mundial em 2025

O treinamento de setembro deu continuidade à iniciativa que entrou para o Guinness World Records em 2025, com a maior aula híbrida e simultânea de inteligência artificial realizada em um único dia. Na ocasião, o Capacita+ reuniu mais de 200 mil participantes.

A edição de 2026 foi dedicada à construção de agentes com o Gemini, com participação de instituições de ensino de diferentes regiões do país.

Comunidade reúne interessados em desenvolver soluções de IA.

Os participantes também foram convidados a ingressar no GEAR, espaço do Google Cloud que reúne recursos de aprendizagem e uma comunidade de profissionais interessados em desenvolver soluções de inteligência artificial. Durante a mobilização do Capacita+, foram registrados 3,2 mil novos cadastros em apenas um dia.

O ambiente oferece materiais para aprofundar os conhecimentos adquiridos no treinamento e manter contato com outros desenvolvedores.

 

Google Cloud amplia meta de capacitação no Brasil

O Capacita+ integra as iniciativas de formação profissional do Google Cloud no país. Em 2026, a companhia anunciou que triplicou sua meta de capacitação em inteligência artificial e computação em nuvem, de 1 milhão para 3 milhões de brasileiros nos próximos anos.

A programação educacional inclui treinamentos gratuitos em IA, serviços de nuvem e cibersegurança, destinados a estudantes, desenvolvedores e profissionais de diferentes setores. A participação de universidades estende essas oportunidades a cidades fora dos grandes centros e aproxima o conteúdo técnico de pessoas que buscam formação ou atualização profissional.

Confira a aula completa do Capacita+: Construa com o Gemini: assista ao treinamento gratuito.

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”
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Rankings alimentam ideia que “as melhores escolas” ocupam “os primeiros lugares”, diz FNE

FNE Pedro Barreiros

A FNE – Federação Nacional da Educação critica o facto de ano após ano se continuarem a publicar rankings das escolas numa lógica de que as melhor colocadas na lista são as melhores.

Os principais meios de comunicação social publicam esta sexta-feira, 30, o ranking geral das escolas tendo por base o desempenho nos exames nacionais em 2025 e dados do portal Infoescolas, disponibilizados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.

“Todos os anos, a publicação dos rankings das escolas dá origem a comparações entre estabelecimentos de ensino públicos e privados, alimentando a ideia de que as melhores escolas são aquelas que ocupam os primeiros lugares nas tabelas”.

A FNE considera que “esta leitura simplifica uma realidade complexa e não permite avaliar, com justiça e rigor, a qualidade do trabalho desenvolvido pelas escolas”. E deixa um lote de perguntas em comunicado enviado às redações: Será que as escolas comparadas acolhem alunos com contextos socioeconómicos semelhantes? Que diferenças existem nas condições de admissão e na diversidade das populações escolares? Que apoios educativos estão disponíveis? Como são acompanhados os alunos com maiores dificuldades e que respostas existem para garantir a inclusão e prevenir o abandono? Também as condições de exercício da profissão docente devem integrar esta análise. Quanto ganham os professores? Qual a estabilidade das equipas? A que distância das suas residências trabalham? De que recursos materiais e humanos dispõem? Quantos alunos têm por turma? Que tempo lhes é assegurado para preparar aulas, avaliar e acompanhar os alunos? Que exigências burocráticas lhes são impostas?

“Estas perguntas não diminuem o mérito dos alunos e dos profissionais de qualquer escola. Permitem reconhecer esse mérito com maior rigor, evitando que uma tabela de resultados seja apresentada como uma avaliação global da qualidade de cada estabelecimento de ensino”, acrescenta o documento.

A FNE considera ainda que a informação sobre as escolas deve ajudar a “identificar dificuldades, valorizar boas práticas e orientar medidas de melhoria”.

“Transformá-la numa competição entre o público e o privado favorece a promoção de um mercado educativo e desvia a atenção da responsabilidade de garantir uma educação de qualidade para todos”, salienta a estrutura sindical liderada por Pedro Barreiros, afeta à UGT.

 

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Filme promove reflexão sobre alfabetização inclusiva em Cachoeira

Professores e coordenadores da rede municipal de Cachoeira, no Recôncavo Baiano, participaram, na manhã desta quinta-feira, 29, de um encontro sobre alfabetização inclusiva. A atividade marcou o encerramento das formações do Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (ProLEEI) e teve como ponto de partida a exibição do filme Como Estrelas na Terra, seguida de uma roda de conversa sobre os desafios da aprendizagem e a importância de reconhecer as particularidades de cada criança.Realizada no Cine Teatro Cachoeirano, a sessão apresentou a história de Ishaan, um menino de 9 anos com dislexia que enfrenta dificuldades de aprendizagem e incompreensão nos ambientes escolar e familiar. A narrativa provocou reflexões entre os participantes sobre situações que podem ser confundidas com indisciplina ou desinteresse, mas que, na realidade, podem indicar necessidades específicas de aprendizagem. Leia Também: EDUCAÇÃO Estudantes da rede estadual da Bahia são premiados em festival de cinema ATENÇÃO, ESTUDANTE Estudantes da Bahia têm novo prazo para atualizar cadastro escolar EDUCAÇÃO Itabuna cria protocolo de segurança para escolas municipais Durante a discussão, a diretora pedagógica Driele Alana Ferreira Pacheco compartilhou experiências pessoais despertadas pelo filme e destacou a influência que um professor pode exercer na trajetória de um estudante.“O filme me convidou a refletir sobre a professora que sou, a profissional que desejo me tornar e sobretudo, aquela que não quero ser”, afirmou. Ela também relembrou a professora Nelmira, que, segundo seu relato, encontrou maneiras de transformar oportunidades em aprendizagem e incentivou seu interesse pela leitura.Para Driele, reconhecer as singularidades dos estudantes é fundamental para evitar julgamentos e identificar diferentes maneiras de aprender.“Essa lembrança reforça em mim a importância de um olhar sensível, atento e acolhedor às singularidades de cada criança, aquilo que interpretamos como indisciplina ou dificuldade, pode revelar uma maneira diferente de aprender, de se expressar e de descobrir o próprio potencial”, destacou.A coordenadora, psicopedagoga e mãe atípica Lindinalva de Oliveira Santos também compartilhou sua experiência familiar. Ao relacionar a história do filme à trajetória da filha neurodivergente, ela relatou dificuldades enfrentadas pela criança em disciplinas como leitura, matemática e língua portuguesa, que, muitas vezes, podem ser interpretadas equivocadamente como falta de interesse ou preguiça.“Eu cobrava, minha filha se sentia sufocada, passou a odiar a escola e a si mesma, porque não conseguia aprender”, contou.Lindinalva relatou que buscou acompanhamento profissional especializado e passou a adotar uma abordagem baseada no diálogo, na escuta e na compreensão das necessidades da filha. Segundo ela, a parceria com a escola também contribuiu para mudanças no comportamento e na aprendizagem da estudante.A coordenadora ressaltou ainda que a falta de compreensão sobre as diferenças pode provocar sofrimento emocional e dificultar a adaptação das crianças ao ambiente escolar.“Ser mãe atípica não é nada fácil, as pessoas julgam o comportamento dos filhos, não entendem que eles têm dificuldades e são diferenciados, essa falta de compreensão causa dor e sofrimento para as mães e para seus filhos”, afirmou.Ao final, Lindinalva destacou a importância da atuação dos profissionais da educação na construção de um ambiente acolhedor, em que as dificuldades não sejam motivos de rejeição e cada criança tenha suas necessidades respeitadas.“O olhar sensível dos profissionais da educação com a minha filha tem sido um diferencial importante, para ela se adaptar às suas diferenças”, concluiu.

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Estudantes da rede estadual da Bahia são premiados em festival de cinema

Dois estudantes da rede estadual de ensino da Bahia foram reconhecidos por suas atuações no audiovisual durante a segunda edição do Festival Bahia em Cena. Júlio César dos Santos, de 18 anos, do Colégio Estadual Carlos Marighella, recebeu o prêmio de Melhor Ator, enquanto Camilla Vieira, também de 18 anos, do Colégio Estadual Isaías Alves (ICEIA), conquistou o de Melhor Atriz. A cerimônia foi realizada na noite desta quinta-feira, 29, no Cine Teatro Glauber Rocha, em Salvador.Ao todo, 66 produções foram selecionadas para a mostra oficial do festival, entre filmes realizados por estudantes do Ensino Médio, do Ensino Técnico e do Ensino Superior. Entre os participantes do Ensino Médio, as obras concorreram em 15 categorias. O ICEIA conquistou dez premiações, enquanto estudantes de outras unidades estaduais também receberam troféus. Leia Também: ATENÇÃO, ESTUDANTE Estudantes da Bahia têm novo prazo para atualizar cadastro escolar EDUCAÇÃO Itabuna cria protocolo de segurança para escolas municipais JOGOS ESCOLARES Corrida da Educação encerra Jogos Escolares 2026 em Camaçari Júlio César foi premiado pela interpretação de Pedro e Nino no curta-metragem Novity: ele gosta de menino. Segundo o estudante, a história dos personagens foi inspirada em situações reais. “Eu ainda estou sem acreditar que fui premiado como melhor ator ao dar vida a dois personagens que passaram em uma tela e atravessaram o peito de muita gente, conquistando muitos corações. É muito gratificante saber que a minha arte conquistou este prêmio”, afirmou.Já Camilla Vieira recebeu o prêmio por interpretar Melina no curta Lírio Azul, que também foi reconhecido nas categorias Montagem e Fotografia, além de receber Menção Honrosa. A estudante destacou a identificação com a personagem, que enfrenta dificuldades para superar experiências do passado.“Ela é uma garota que não tem muitas perspectivas, que está presa a coisas do passado, não segue em frente por acreditar que não é capaz. Eu me identifiquei muito com esta personagem, que me ajudou a entender que todo mundo tem uma segunda chance na vida e que o futuro, apesar de ser incerto, guarda para a gente coisas lindas porque a gente pode escrever a nossa própria história”, relatou.Produção audiovisual estudantilCriado no Centro Estadual de Educação Profissional, Formação e Eventos Isaías Alves (ICEIA), em Salvador, o projeto chegou a 213 filmes produzidos por estudantes de instituições públicas e privadas de 38 municípios baianos. Desse total, 66 foram selecionados pela curadoria para integrar a mostra oficial, com exibições gratuitas no Cine Teatro 2 de Julho.A diretora do ICEIA, Maribel Costa e Silva, destacou a participação dos estudantes na produção das obras. “A gente está ocupando esse lugar do cinema e isso é representativo demais para nós. Conseguimos produzir um evento com a qualidade como este e com a presença de estudantes talentosos, fazendo coisas muito bacanas”, afirmou.Para o idealizador e coordenador-geral do festival, Jonathan Sampaio, a iniciativa busca ampliar o espaço para que jovens contem suas próprias histórias por meio do audiovisual. A cerimônia de premiação reuniu mais de 200 estudantes, além de professores, gestores escolares e convidados.

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Cornell. Procuradora pode ser afastada da investigação

Letitia James classificou o caso como "horrível" e chamou "sobrevivente" à vítima antes de liderar a investigação. Um arguido pede o seu afastamento por falta de imparcialidade nas redes sociais.

© Getty Images

Caso remonta a 2024, quando uma aluna acusou um grupo de a ter violado
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Rankings. Ministro alerta para “competição desigual” entre escolas públicas e privadas

✇ECO
By: Lusa

O ministro da Educação opôs-se a leituras simplistas do ranking das escolas, ao defender que entre escolas públicas e privadas há “uma competição desigual” porque as primeiras trabalham em condições “muito mais difíceis”.

Fernando Alexandre falava de manhã durante uma visita à Escola Secundária José Macedo Fragateiro, no concelho de Ovar, distrito de Aveiro, onde deu uma aula sobre literacia financeira e poupança a cerca de 200 alunos do 7.º ao 12.º ano.

“É uma competição desigual, a das escolas públicas com as privadas”, declarou o governante.

“As escolas privadas fazem um trabalho muito importante na formação, que nós apoiamos e não desvalorizamos, mas por favor nunca comparem [os resultados das duas] para desvalorizar o que é feito na escola pública — trabalho que é realizado em condições muito mais difíceis, porque essas escolas integram muitos alunos com necessidades específicas, têm muitos alunos estrangeiros e fazem um esforço que é pela nossa sociedade e pela nossa democracia”, realçou.

O ranking indica que, entre os quase 600 estabelecimentos de ensino com mais de 100 exames realizados no ano passado, são os colégios privados que têm as melhores médias. A escola pública mais bem classificada só surge em 38.º lugar da lista, mas Fernando Alexandra argumenta que a ordem dos resultados tem que ser devidamente interpretada.

“Não podemos olhar para os resultados em bruto. A avaliação externa é muito importante, (…) mas a leitura não pode ser feita de forma simplista e crua — temos de ter em conta os contextos, porque as escolas trabalham em situações muito diferentes entre si e, de facto, temos muitas desigualdades em termos territoriais”, afirmou.

Reconhecendo que Norte e o Centro são as regiões com melhores resultados, o ministro justifica os piores desempenhos das escolas de Lisboa, da margem Sul e do Algarve com situações como a sua “dificuldade em atrair professores”.

Fernando Alexandre diz que já tomou medidas para atenuar esse problema, “direcionadas para regiões e escolas”, e propõe-se insistir nelas.

“Disseram-me que ia ser muito difícil os sindicatos aceitarem diferenciação no tratamento de escolas, mas, de maneira geral, com algumas diferenças, todos eles apoiaram — porque, se não houver medidas diferenciadas para situações diferentes, não vamos conseguir resolver o problema”, justificou.

Como principal exemplo disso, o governante apontou o apoio à deslocação de docentes, que diz ser “uma das medidas que está a ter mais efeito” para corrigir assimetrias, já que “beneficia mais de 3.500 professores nas zonas carenciadas e 7.000 no país todo”.

Em causa está uma verba de 500 euros para quem fica colocado a mais de 300 quilómetros da sua morada de residência.

“Não chega”, reconheceu o ministro. “Claramente, teremos de tomar mais medidas, mas essa já permitiu fixar milhares de professores nas zonas carenciadas”, salientou.

Ainda assim, continua a existir “uma dúzia de agrupamentos” onde se regista uma falta de professores “estrutural” e onde essa carência não consegue ser suprimida apenas com recurso a horas extraordinárias.

Ainda assim, Fernando Alexandre salienta que “hoje, ao contrário do que acontecia há dois ou três anos, e apesar de haver carência de professores em algumas escolas, os alunos têm aulas, graças às várias soluções que foram sendo adotadas do ponto de vista legislativo e também pelos estabelecimentos de ensino”.

Para o ministro, todos esses fatores devem assim ser considerados na interpretação do desempenho de cada escola nos exames nacionais de 2025.

"Eu sempre defendi os rankings, mas também disse que eles têm de ser postos em perspetiva. Qualquer pessoa que faça uma comparação simples entre escolas privadas e públicas sem olhar para o contexto em que elas trabalham está a prestar um mau serviço.”

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Estudantes exigem fim dos exames nacionais

Movimento Voz aos Estudantes afirma que os exames privilegiam quem "pode pagar a sua educação" e apresentam uma valorização da avaliação contínua como alternativa.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

João Baldaia, dirigente do movimento, afirma não saber o porquê da insistência na realização de exames nacionais, mesmo "perante as injustiças que se revelam concretamente nos rankings"
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Ministro contra leitura simplista dos ‘rankings’ porque escolas públicas trabalham em condições “muito mais difíceis”

O ministro da Educação opôs-se hoje a leituras simplistas do ‘ranking’ das escolas, ao defender que entre escolas públicas e privadas há “uma competição desigual” porque as primeiras trabalham em condições “muito mais difíceis”.

Fernando Alexandre falava hoje de manhã durante uma visita à Escola Secundária José Macedo Fragateiro, no concelho de Ovar, distrito de Aveiro, onde deu uma aula sobre literacia financeira e poupança a cerca de 200 alunos do 7.º ao 12.º ano.

“É uma competição desigual, a das escolas públicas com as privadas”, declarou o governante.

“As escolas privadas fazem um trabalho muito importante na formação, que nós apoiamos e não desvalorizamos, mas por favor nunca comparem (os resultados das duas) para desvalorizar o que é feito na escola pública – trabalho que é realizado em condições muito mais difíceis, porque essas escolas integram muitos alunos com necessidades específicas, têm muitos alunos estrangeiros e fazem um esforço que é pela nossa sociedade e pela nossa democracia”, realçou.

O ‘ranking’ hoje divulgado pela Lusa indica que, entre os quase 600 estabelecimentos de ensino com mais de 100 exames realizados no ano passado, são os colégios privados que têm as melhores médias.

A escola pública mais bem classificada só surge em 38.º lugar da lista, mas Fernando Alexandre argumenta que a ordem dos resultados tem que ser devidamente interpretada.

“Não podemos olhar para os resultados em bruto. A avaliação externa é muito importante, (…) mas a leitura não pode ser feita de forma simplista e crua – temos de ter em conta os contextos, porque as escolas trabalham em situações muito diferentes entre si e, de facto, temos muitas desigualdades em termos territoriais”, afirmou.

Reconhecendo que o Norte e o Centro são as regiões com melhores resultados, o ministro justifica os piores desempenhos das escolas de Lisboa, da margem Sul e do Algarve com situações como a sua “dificuldade em atrair professores”.

Fernando Alexandre diz que já tomou medidas para atenuar esse problema, “direcionadas para regiões e escolas”, e propõe-se insistir nelas.

“Disseram-me que ia ser muito difícil os sindicatos aceitarem diferenciação no tratamento de escolas, mas, de maneira geral, com algumas diferenças, todos eles apoiaram – porque, se não houver medidas diferenciadas para situações diferentes, não vamos conseguir resolver o problema”, justificou.

Como principal exemplo disso, o governante apontou o apoio à deslocação de docentes, que diz ser “uma das medidas que está a ter mais efeito” para corrigir assimetrias, já que “beneficia mais de 3.500 professores nas zonas carenciadas e 7.000 no país todo”.

Em causa está uma verba de 500 euros para quem fica colocado a mais de 300 quilómetros da sua morada de residência.

“Não chega”, reconheceu o ministro. “Claramente, teremos de tomar mais medidas, mas essa já permitiu fixar milhares de professores nas zonas carenciadas”, salientou.

Ainda assim, continua a existir “uma dúzia de agrupamentos” onde se regista uma falta de professores “estrutural” e onde essa carência não consegue ser suprimida apenas com recurso a horas extraordinárias.

Ainda assim, Fernando Alexandre salienta que “hoje, ao contrário do que acontecia há dois ou três anos, e apesar de haver carência de professores em algumas escolas, os alunos têm aulas, graças às várias soluções que foram sendo adotadas do ponto de vista legislativo e também pelos estabelecimentos de ensino”.

Para o ministro, todos esses fatores devem assim ser considerados na interpretação do desempenho de cada escola nos exames nacionais de 2025.

“Eu sempre defendi os ‘rankings’, mas também disse que eles têm de ser postos em perspetiva. Qualquer pessoa que faça uma comparação simples entre escolas privadas e públicas sem olhar para o contexto em que elas trabalham está a prestar um mau serviço”, concluiu.

O conteúdo Ministro contra leitura simplista dos ‘rankings’ porque escolas públicas trabalham em condições “muito mais difíceis” aparece primeiro em O MINHO.

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Movimento de estudantes pede fim dos exames nacionais por penalizarem alunos mais pobres

✇ECO
By: Lusa

O movimento “Voz aos Estudantes” recolheu cinco mil assinaturas para exigir o fim dos exames nacionais, alegando que penalizam os alunos mais pobres e favorecem quem pode pagar para se preparar melhor.

“A realização de exames não é justa, porque não garante uma igualdade de oportunidades no ensino e no acesso ao ensino superior, como se pode confirmar pelos rankings de escolas conhecidos hoje“, disse hoje à Lusa João Baldaia, dirigente do movimento Voz aos Estudantes.

Para o aluno do 12.º da Escola Secundária Marco de Canavezes, os exames acabam por deixar “muitos estudantes para trás”, em especial os de agregados familiares mais pobres e de zonas mais carenciadas.

Por outro lado, acrescenta o dirigente, os exames privilegiam quem “pode pagar a sua educação, ter explicações e preparar-se melhor” para provas feitas em “três horas que resumem três anos de trabalho”.

Nos primeiros 50 lugares dos rankings, que ordenam as notas nos exames nacionais de escolas públicas e privadas, aparecem apenas quatro escolas públicas e a primeira surge só no 38.º lugar, segundo uma análise feita pela Lusa aos dados divulgados pelo ministério da Educação.

Os resultados dos alunos do secundário que realizaram provas em 2025 mostram ainda que mais de oito em cada dez notas máximas foram atribuídas a um estudante sem Apoio Social Escolar (ASE) e a maioria das escolas públicas com melhores classificações nos exames são as que têm menos alunos carenciados.

Para João Baldaia, estes dados não surpreendem, até porque nas escolas estas desigualdades são uma realidade bem conhecida.

A Voz aos Estudantes lançou um abaixo-assinado “que conta já com cerca de 5.000 assinaturas”.

“Não consideramos normal que, perante as injustiças que se revelam concretamente nestes dados, bem como nos dados de acesso ao Ensino Superior, se continue a insistir nos exames nacionais enquanto forma de avaliação dos estudantes, ignorando a desigualdade que provocam”, escreve o movimento numa carta enviada às redações.

Para os jovens, a divulgação de rankings de escolas, ordenadas tendo em conta as notas dos exames nacionais vem comprovar o “caráter profundamente injusto e elitizante dos exames”.

Os alunos defendem em alternativa aos exames uma valorização da avaliação contínua, para permitir que todos os estudantes tenham uma “verdadeira igualdade de oportunidades no seu sucesso escolar e no acesso ao Ensino Superior”.

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Enade 2026: iniciantes devem preencher questionário até 18 de dezembro

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Os participantes do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2026 devem preencher o Questionário do Ingressante a partir desta sexta-feira (30) até 18 de dezembro.

O prazo anterior foi corrigido no edital do exame, publicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Notícias relacionadas:

O objetivo é conhecer o perfil dos estudantes no momento do ingresso na educação superior. Os inscritos deverão acessar o Sistema Enade para responder ao questionário. É preciso fazer login com a conta da plataforma Gov.br.

O documento reúne perguntas sobre informações socioeconômicas que permitem a compreensão das características dos novatos no ensino superior. As respostas devem contribuir para melhorar os processos de avaliação da educação superior brasileira, de acordo com o Inep.

Preenchimento obrigatório

O questionário é destinado aos estudantes inscritos pelas instituições de educação superior que iniciaram, em 2026, e estão devidamente matriculados em um curso de bacharelado ou superior de tecnologia de uma das áreas avaliadas descritas no edital.

Eles devem ter até 25% da carga horária mínima do currículo do curso integral.

Embora os iniciantes estejam dispensados de fazer a prova do Enade, o preenchimento do questionário é obrigatório para atestar a situação de regularidade no exame.

Enade

O Enade 2026 será aplicado nas seguintes modalidades:

  • Enade de Bacharelados de Cursos Superiores de Tecnologia para concluintes e ingressantes;
  • Enade para os cursos de Medicina (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica - Enamed);
  • Enade das Licenciaturas, que corresponde à avaliação teórica para aqueles que se preparam para a carreira de professor.

O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) avalia o rendimento dos estudantes com o objetivo de verificar a aprendizagem dos conteúdos previstos nas diretrizes curriculares do curso, além do desenvolvimento de competências e habilidades necessárias à formação geral e profissional.

Os resultados do Enade e as respostas dos candidatos ao Questionário do Estudante são usados na composição dos Indicadores de Qualidade da Educação Superior dos cursos e das instituições de ensino.

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Reta final do Enem 2026: saiba como controlar ansiedade antes da prova

A ansiedade que uma prova pode causar em um estudante costuma prejudicar possíveis bons resultados. A proximidade do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2026, que acontecerá nos dias 8 e 15 de novembro, pode afetar a saúde mental de candidatos que buscam definir o futuro de suas carreiras. 

Segundo um mapeamento realizado pelo Instituto Ayrton Senna, 79% de um grupo de 89 mil alunos do ensino médio relatou ter um ou mais sintomas de ansiedade, incluindo depressão em alto nível. 

Diversos fatores podem contribuir para que esses sentimentos negativos apareçam, como o medo da frustração, do constrangimento próprio perante a família, além do receio do desconhecido que envolve a realização de um exame exaustivo. 

À CNN Brasil, Daniel Reis, professor de biologia e coordenador pedagógico do Estratégia Vestibulares, explica que é importante encarar os estudos de forma séria, mas dentro das próprias limitações. 

O profissional afirma que o tempo recomendado de estudo diário nas semanas que antecedem o Enem não pode ser muito superior àquilo que o candidato já está acostumado a fazer.  

“Esse é o principal erro relacionado à sobrecarga de estudos. Quando o aluno acha que é possível recuperar 1 ano inteiro de estudo em 1 mês, as chances de um esgotamento mental crescem absurdamente”, avalia.  

O preparador recomenda que o aluno faça acompanhamento profissional por meio de cursos pré-vestibulares ou invista em mentorias especializadas para ter um tempo de estudo de qualidade. 

Outros pontos que podem contribuir para uma preparação saudável antes do exame envolvem o ambiente em que o estudo acontece. Apoio familiar e qualidade de sono são essenciais para reduzir o impacto na saúde mental de uma pessoa que já lida com um momento que, por si só, é conturbado. 

Relação com as redes sociais

Daniel Reis recomenda a diminuição do uso de redes sociais durante esse período.

O professor aponta que é comum que pessoas que demonstram desempenhos extraordinários não mostrem todo o esforço prévio que precisou ocorrer para isso nas redes, além de esconderem os maus resultados eventualmente obtidos.  

“Afinal, ninguém quer mostrar derrota nas redes sociais”, opina. “Então, se o candidato não quiser se expor a esse tipo de conteúdo, o melhor é evitar o uso de redes sociais no período mais próximo aos vestibulares.” 

Como diminuir a ansiedade antes da realização do Enem 2026? 

O preparador Daniel Reis afirma que simular o próprio dia da prova pode aliviar algumas das angústias que podem aparecer no momento do exame.  

“É importante simular tudo: a preparação do material que será levado para a prova, o horário de acordar, o trajeto que vai te levar até o local de prova, tudo”, afirma o professor.  

Ele segue: “O medo do desconhecido tem potencial de aumentar a ansiedade. Assim, faz sentido minimizar todas as possíveis surpresas antes do dia da prova.”

Enem 2026: veja o cronograma completo

 

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Inscrições para o Programa Futuras Cientistas vão até 6 novembro

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Foram prorrogadas para o dia 6 de novembro as inscrições para a Imersão Científica 2027 do Programa Futuras Cientistas. São oferecidas 470 vagas gratuitas para estudantes e professoras da rede pública estadual participarem de atividades em universidades, laboratórios e instituições de pesquisa das cinco regiões do país. 

As inscrições gratuitas devem ser feitas pela plataforma do Programa Futuras Cientistas. As atividades ocorrerão entre 4 e 29 de janeiro.

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Das vagas disponíveis, 320 são destinadas a alunas do 2º ano do ensino médio regular, integral, semi-integral ou técnico da rede pública estadual. As outras 150 são para professoras da rede pública estadual. Cada candidata deve escolher um dos 114 projetos de trabalho disponíveis. Desse total, 20 são oferecidos na modalidade remota.

Documentos

Para participar, as estudantes devem enviar o boletim escolar, e as professoras, o diploma de graduação em licenciatura. 

Os docentes precisam ter cadastro na Plataforma Lattes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além de apresentar a documentação prevista no edital.

O edital reserva ainda 30% das vagas para candidatas pretas, pardas, indígenas ou quilombolas. Também há vagas destinadas a pessoas com deficiência e a mulheres transexuais, travestis e mulheres intersexo.

Atividades

 A Imersão Científica coloca as participantes em contato com ambientes de pesquisa e com diferentes etapas da produção do conhecimento. Durante as atividades, estudantes e professoras podem acompanhar pesquisadores, conhecer técnicas e equipamentos e desenvolver experiências relacionadas aos projetos escolhidos.

As atividades terão carga horária de 80 horas distribuídas em 20 dias úteis. Cada participante selecionado receberá um auxílio de R$ 300, pago em parcela única pelo CNPq. 
 

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Fuvest 2027: confira documentos exigidos para prova e regras de acesso

A primeira fase do vestibular da Fuvest 2027 acontece no próximo domingo (1º), e a CNN Brasil reuniu as principais informações para que os estudantes possam realizar o exame sem esquecer nenhuma regra que impeça a participação.

Os candidatos devem levar obrigatoriamente um documento de identificação, digital ou físico, e caneta esferográfica, azul ou preta, de corpo transparente. Além disso, a fundação também recomenda que os vestibulandos conheçam com antecedência o trajeto até o local da realização da prova, a fim de calcular a distância e o acesso por transporte coletivo, carro de aplicativo ou veículo particular, a fim de evitar imprevistos.

Para realizar a prova, os estudantes devem estar atentos ao arrumarem suas mochilas para a prova, separando também a caneta esferográfica com corpo transparente. Mas, além dos dois itens obrigatórios para realizar a prova, há uma lista de objetos vetados e permitidos.

Itens permitidos

  • Garrafa de água;
  • Alimentos leves;
  • Lápis ou lapiseira;
  • Itens médicos autorizados com antecedência;
  • Borracha;
  • Apontador;
  • Régua transparente.

Itens Proibidos

  • Relógio individual de qualquer tipo;
  • Equipamento eletrônico, como calculadora, telefone celular, computador, tablet, reprodutor de áudio, máquina fotográfica, equipamento eletrônico do tipo vestível (como smartwatch, óculos eletrônicos, ponto eletrônico), etc;
  • Material impresso ou para anotações;
  • Caneta hidrográfica ou outras, diferentes de caneta esferográfica;
  • Corretivo de qualquer material ou espécie;
  • Caneta marca-texto, compasso ou lápis com tabuada;
  • Gorro, boné, chapéu ou similares, óculos de sol;
  • Protetor auricular, fone de ouvido ou similares;
  • Quaisquer outros materiais estranhos à realização da prova.

Confira o calendário:

  • 1º de novembro – Prova da 1ª fase;
  • 23 de novembro – Divulgação dos convocados e dos locais da prova da 2ª fase;
  • 6 e 7 de dezembro – Provas da 2ª fase;
  • 8 a 11 de dezembro – Provas de Competências Específicas;
  • 26 de janeiro de 2027 – Divulgação da 1ª chamada para matrícula.

A 1.ª fase do seu Vestibular 2027 ocorre em 30 cidades da Região Metropolitana de São Paulo, do interior e do litoral paulista, além de Fortaleza (CE). Ao todo, 88 locais receberão os vestibulandos. A abertura dos portões das escolas acontecerá às 12h, com fechamento dos portões e início da aplicação da prova às 13h. 

Nesta edição do processo seletivo, 106.165 candidatos estão inscritos para a 1ª Fase. Desse total, 12.337 participarão do vestibular na modalidade de treinamento, ou seja, sem ter concluído o Ensino Médio – os candidatos que concorrem efetivamente são 93.828.

Os vestibulandos disputarão 8.147 vagas, assim distribuídas: 4.888 para a modalidade Ampla Concorrência; 2.053 para egressos de escolas públicas (EP); e 1.206 para egressos de escolas públicas autodeclarados pretos, pardos ou indígenas (EP/PPI).

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