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Flávio Bolsonaro dificilmente controlará direita dos EUA, diz especialista

30 October 2026 at 07:28

A decisão de Flávio Bolsonaro (PL) de iniciar uma liderança política fora do Brasil gerou análises sobre os limites e os riscos dessa estratégia.

Para Leandro Gabiati, cientista político e diretor da Dominium, ao WW, a iniciativa é calculada, mas enfrenta obstáculos estruturais significativos.

Poder exige presença física, diz especialista

O principal obstáculo apontado por Gabiati é a dificuldade de exercer influência política à distância. Para ele, o poder se constrói a partir de vínculos de confiança, e esses vínculos dependem de contato presencial.

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“O poder se exerce a partir de vínculos de confiança, e a confiança só se constrói estando fisicamente e presencialmente para apertar uma mão e fechar um acordo”, declarou.

“Neste momento, eu duvido que o Flávio tenha essa capacidade”, completou.

Gabiati avalia que a movimentação não foi uma decisão isolada de Flávio, mas sim uma escolha negociada dentro do núcleo familiar.

“Isso aqui não foi só uma escolha do Flávio, foi uma escolha negociada com Jair e com Eduardo, talvez até com Carlos”, afirmou.

Segundo ele, esse grupo toma decisões em conjunto, ainda que nem sempre de forma plenamente racional.

O especialista também traçou um paralelo com a líder venezuelana María Corina Machado, que exerceu liderança política de fora de seu país.

No entanto, Gabiati fez questão de ressaltar que o Brasil está muito longe de ser uma Venezuela, apesar dos atritos institucionais existentes.

“A partir desse movimento dos Bolsonaro, o Brasil ganha sua Corina Machado versão brasileira”, disse.

PL sem liderança pode perder poder institucional

Outro ponto destacado por Gabiati diz respeito ao Partido Liberal.

Com 121 deputados, o partido detém a maior bancada da Câmara, superando até mesmo o PFL no auge de sua força, no governo Fernando Henrique Cardoso, quando contava com 105 deputados.

No entanto, o cientista político alerta que esse poder eleitoral pode se perder sem uma liderança capaz de coordená-lo. “O grande problema aqui é que o PL tem a maior bancada da Câmara, mas hoje não tem líder”, afirmou.

Segundo ele, sem capacidade de coordenação, todo esse poder eleitoral corre o risco de não se converter em poder institucional na Câmara e no Senado.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Corinthians x Mirassol: horário e onde assistir ao jogo do Brasileirão

30 October 2026 at 07:22

Corinthians e Mirassol se enfrentam nesta sexta-feira (30), às 20h (de Brasília), na Neo Química Arena, em São Paulo (SP). O duelo é válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A.

A partida terá transmissão do Premiere e SporTv. Além do tempo real do CNN Esportes.

O Corinthians chega ao confronto em situação delicada, já que foi derrotado pelo Vasco por 3 a 2 de virada, em São Januário. O Timão chegou a estar à frente no placar, mas sofreu dois gols de Andrés Gómez na reta final.

O resultado foi prejudicial para a equipe, que precisa chegar a 44 pontos ou mais para alcançar uma pontuação que não terminou em rebaixamento neste período.

Já o Mirassol empatou por 1 a 1 com o São Paulo anteriormente e busca pontuar fira para também se distanciar do Z-4. O duelo coloca frente a frente dois times que querem fugir da Série B.

Onde assistir a Corinthians x Mirassol

Ficha técnica de Corinthians x Mirassol

  • Data: 30/10/2026
  • Horário: 20h (de Brasília)
  • Local: Neo Química Arena, em São Paulo (SP)
  • Fase: 33ª rodada

Corinthians registra 2ª maior dívida entre principais clubes do Brasil

 

Os textos gerados por Inteligência Artificial na CNN Brasil são feitos com base em informações apuradas e checadas por jornalistas. Clique aqui para saber mais

Aliados do PL veem incerteza em próximos passos com fuga de Flávio

30 October 2026 at 07:00

A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos abriu uma frente de incertezas entre aliados. No PL, parlamentares tentam entender os próximos passos da família Bolsonaro, enquanto parte da sigla já dá sinais de tentar buscar maior moderação.

Em meio às dúvidas sobre o futuro político de Flávio a partir de solo americano, o partido também procura se reorganizar e fazer contas para outras disputas de peso: as presidências do Senado e da Câmara dos Deputados.

Aliados de Flávio no Brasil ainda buscam respostas para as várias interrogações sobre a estratégia da direita e sobre quem vai efetivamente conduzir as articulações do grupo daqui para frente.

Há um consenso de que a fuga do senador dificulta as interações e negociações com a própria bancada do PL. Para parte dos aliados, trata-se de um capital político de quase 60 milhões de votos que corre o risco de ficar subutilizado ou até esfacelado.

Embora apoiem a tese de perseguição política, correligionários de Flávio ainda esperam um sinal mais claro de como se posicionar, especialmente depois da visita do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, ao ex-presidente e pai de Flávio, Jair Bolsonaro (PL), em prisão domiciliar, nesta quinta-feira (29).

Uma reunião do PL na próxima semana deve servir para esclarecer melhor o cenário aos que permanecem no Brasil. Enquanto isso, Valdemar já deixou claro que considera necessário “tocar o partido para frente”.

“É lógico que ninguém concorda com isso. Nós queremos tocar o país para frente. Queremos tocar o partido para frente. Esse é o nosso objetivo e vamos tocar. Ninguém aprovou a carta”, afirmou Valdemar.

Nos bastidores, uma ala do PL defende um caminho de moderação, distante do teor golpista da carta de Flávio. A preocupação ocorre especialmente em um momento em que o partido precisa preservar a unidade, diante de suas bancadas recordes, e evitar que as incertezas sobre a família Bolsonaro contaminem outras articulações políticas.

Entre elas estão as negociações para as presidências da Câmara e do Senado. Partidos do centrão já discutem a definição dos comandos e a distribuição de espaços nas duas Casas para os próximos dois anos.

Uma das incógnitas é o quanto a crise vai afetar as ambições do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, de assumir a Presidência do Senado. Ele segue demonstrando apoio ao senador ao sustentar a tese de perseguição política, mas está entre os aliados que desaprovam qualquer dúvida sobre a integridade da eleição.

O caminho até o comando do Senado, porém, já tem outros obstáculos. Marinho enfrenta a concorrência interna na direita da senadora Tereza Cristina (PP-MS), também interessada na cadeira hoje ocupada por Davi Alcolumbre (União-AP). O atual presidente da Casa, por sua vez, já se movimenta para permanecer no cargo, visando o apoio do centrão e de governistas.

Nesse cenário, ainda não está claro se o PL conseguirá unificar a direita em torno de Marinho e construir uma frente capaz de ameaçar a reeleição de Alcolumbre.

Enquanto tenta preservar espaço no jogo político em Brasília, o grupo de Flávio também precisa administrar a repercussão dos episódios envolvendo a carta de teor golpista.

Nesta quinta-feira, um aliado do senador nos Estados Unidos chegou a atribuir à inteligência artificial a inclusão do termo “presidente eleito” e o uso do antigo brasão do Brasil em uma das versões da carta divulgadas por Flávio. A explicação foi logo questionada nas redes sociais.

No cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar as eleições brasileiras. Apesar das declarações, Trump tem adotado cautela em suas manifestações e não deve reconhecer Flávio como presidente legítimo.

Mujeres que lideran la transformación de la industria

30 October 2026 at 04:55
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La digitalización, la automatización, la inteligencia artificial y el compromiso con la sostenibilidad están redefiniendo los procesos productivos y abriendo nuevas oportunidades para construir un modelo de industria más competitivo, innovador e inclusivo. En este nuevo escenario, la incorporación de más talento femenino no constituye una mera cuestión de igualdad: se trata de un factor esencial para impulsar el crecimiento y la transformación del sector.

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Scuole e università, le ragioni di chi sta occupando. Dal carovita ai tagli all’istruzione: “La guerra non la paghiamo”

30 October 2026 at 07:07

Non soltanto lavoratori e sindacati. Nelle piazze di venerdì 30 ottobre, per lo sciopero generale proclamato dall’Unione sindacale di base, ci sarà anche una parte del movimento studentesco che da settimane occupa scuole e università in tutta Italia. Diritto allo studio, caro affitti, edifici fatiscenti e riarmo: sono queste alcune delle ragioni che hanno portato gli studenti a mobilitarsi e che domani proveranno a portare in piazza insieme ai lavoratori.

A Milano, alla Bicocca, gli studenti di Cambiare Rotta hanno occupato l’università con uno slogan che lega le rivendicazioni studentesche alla mobilitazione generale: “La guerra non la paghiamo”. “Ormai da settimane, gli studenti, i giovani e i lavoratori di tutta Europa stanno alzando la testa contro il crescente carovita e lo smantellamento dei servizi pubblici a favore della guerra e del riarmo”, scrivono. Nel mirino c’è un governo accusato di non intervenire sul costo della vita, sugli affitti e sulle bollette, mentre destina risorse al riarmo. “Il carrello della spesa delle nostre famiglie costa il 50% in più rispetto a cinque anni fa”, denunciano. La protesta parte anche da condizioni quotidiane sempre più difficili: “È il futuro di chi non trova lavoro, di chi è costretto a pagare 600 euro per una stanza, di chi paga per studiare ma vede la propria università crollare sotto i colpi del definanziamento, di chi non può nemmeno permettersi di accedere all’istruzione”. Sempre a Milano, alla Statale, l’occupazione è stata accompagnata da un elenco di problemi che racconta le difficoltà di chi frequenta l’ateneo. “1559 studenti idonei non beneficiari a un posto letto in residenze pubbliche abbandonati alla speculazione del mercato degli affitti o agli studentati di lusso; corsi di studio con un numero di docenti irrisorio che fanno partire le lezioni in ritardo di un mese; edifici chiusi da anni che non si sa quando riapriranno; aule sovraffollate o che ci crollano in testa”. È “un percorso a ostacoli dove studiare diventa sempre più difficile e, soprattutto, costoso”. Domani saranno in piazza contro “guerra e carovita”, con un messaggio esplicito: “Sappiamo di avere un nemico comune nel Governo Meloni e nei guerrafondai europei che vogliono trascinarci in guerra e scaricare su studenti e lavoratori il prezzo di queste scelte: non glielo permetteremo, siamo pronti a bloccare tutto di nuovo”.

A Roma, alla Sapienza, Cambiare Rotta ha occupato la facoltà di Lettere e Filosofia. “La nostra generazione è in rivolta, è stanca di subire, ha alzato la testa e vuole strappare un futuro a chi non ci garantisce neanche un presente dignitoso”, scrivono gli studenti, che chiedono più risorse per l’università, borse di studio e residenze pubbliche. Anche qui il definanziamento viene messo in relazione alle spese militari: “Ogni euro che nel bilancio si sposta sulla guerra però è un euro tolto al nostro futuro”. La richiesta non riguarda soltanto più fondi, ma anche un diverso modello di istruzione, sottratto alla logica del profitto e del riarmo. Le occupazioni riguardano anche altri grandi centri universitari. A Torino è occupato il campus Einaudi: tra le richieste c’è che i posti letto realizzati con i fondi del Pnrr escano dalla gestione privata per entrare nel sistema pubblico. “Più soldi all’università, non alla guerra” è uno degli slogan della protesta. A Napoli, invece, gli studenti dell’Orientale occupano da oltre una settimana Palazzo Giusso; mobilitazione anche a Porta di Massa, sede della Federico II. Le rivendicazioni riguardano “il carovita, lo smantellamento dell’università pubblica e l’emergenza abitativa studentesca”. La mobilitazione attraversa anche le scuole superiori. A Roma sono occupati, tra gli altri, il Mamiani, il Tasso, il liceo artistico di via Ripetta, l’Argan, il Piaget, il Plinio Seniore e il Morgagni. Al Plinio, il collettivo 20 novembre contesta una scuola sempre più simile a un’azienda, con “ruoli dirigenziali ormai assimilati a manager autocratici e accentratori”, e denuncia il rischio di una “scuola caserma, in cui la militarizzazione è sempre più intrinseca al percorso di studio”. Gli studenti rivendicano il diritto a organizzarsi e annunciano che la protesta non si fermerà con la fine delle lezioni: “Occupare, manifestare, scioperare, sono le parole d’ordine per la ripartenza della nuova gioventù”. Al liceo Francesco d’Assisi la protesta passa invece dalle condizioni materiali dell’edificio: “I bagni in cui non funzionano gli scarichi o non si chiudono le porte sono la maggior parte. I corridoi sono sporchi, la palestra ha un’infiltrazione d’acqua e le macerie rimaste da ormai un anno, che occupano il nostro cortile, non sono mai state smaltite”. Gli studenti contestano anche le politiche scolastiche del Governo.

A Firenze sono occupati diversi istituti, tra cui il Gramsci, l’Alberti-Dante, il Castelnuovo, il Da Vinci, il Galileo-Michelangiolo e il Machiavelli-Capponi. Le denunce riguardano aule che si allagano quando piove, infestazioni di insetti e ratti, muffa, carenze di personale e problemi di sicurezza. Ma le contestazioni investono anche le politiche del governo, dal tetto agli studenti stranieri al disegno di legge sull’educazione sessuo-affettiva, fino ai percorsi scuola-lavoro. “Abbiamo deciso di bloccare le nostre scuole in segno di protesta di fronte a un governo che prioritizza la guerra a discapito dell’istruzione”, scrivono gli studenti. Le occupazioni e le proteste coinvolgono anche altre città. A Torino sono mobilitati il Boselli, il Volta, il Beccari, il Giolitti e il Gobetti; a Bologna sono occupati il Minghetti e il Laura Bassi, mentre al Copernico, al Sabin e al Galvani gli studenti hanno bloccato gli ingressi. A Genova le mobilitazioni interessano diversi istituti, dal Gastaldi-Abba al Nautico San Giorgio, mentre a Palermo le scuole occupate sono più di dieci, tra cui il Galilei, il Pio La Torre, l’Umberto I, il Meli e l’Einstein. Anche a Milano, accanto ad alcune occupazioni, si sono moltiplicate assemblee, presidi e altre iniziative di protesta, che hanno coinvolto istituti come il Tenca, il Virgilio, l’Einstein, il Carducci, l’Agnesi, il Bottoni e il Boccioni. Per gli studenti delle superiori e delle università, lo sciopero generale è l’occasione per mettere in comune le rivendicazioni di chi studia e di chi lavora. “Vogliamo essere parte di una mobilitazione capace di unire le lotte di studenti e lavoratori, di chi nelle scuole e nelle università si organizza contro il definanziamento e di chi nei luoghi di lavoro si oppone allo sfruttamento e alla perdita dei propri diritti”, scrivono.

L'articolo Scuole e università, le ragioni di chi sta occupando. Dal carovita ai tagli all’istruzione: “La guerra non la paghiamo” proviene da Il Fatto Quotidiano.

Espelho secreto revela os “Olhos do Teatro”

30 October 2026 at 06:02
Ângela Rocha abre as janelas 'Olhos do Teatro' e 'Homenagem ao Público', revelando um espelho no salão nobre e um praxinoscópio que devolve os aplausos aos espectadores.

Bolsonaro jr, il giallo del viaggio da 150.000 dollari pagato “da un conto degli Stati Uniti”. La “manina” sospetta del consigliere di Trump

30 October 2026 at 05:39

Il jet privato con cui Flávio Bolsonaro ha lasciato il Brasile per raggiungere gli Stati Uniti è stato prenotato e pagato da un intermediario del settore aeronautico attraverso un conto bancario americano. Lo ha riferito all’Afp Luis Grande, proprietario della compagnia argentina Baires Fly, che ha effettuato il volo. Il figlio dell’ex presidente Jair Bolsonaro, sconfitto domenica alle elezioni presidenziali da Lula, ha raggiunto la Florida dopo essere fuggito in Argentina, mentre in Brasile è indagato per presunto riciclaggio di denaro. “Mi ha contattato un intermediario che conosco da dieci anni e che vive negli Stati Uniti”, ha spiegato Grande, precisando di aver ricevuto un pagamento di 150.000 dollari da un conto americano.

Il New York Times e il Wall Street Journal hanno riferito che il volo sarebbe stato organizzato da un consigliere del presidente Donald Trump. La Casa Bianca non ha commentato. Bolsonaro, che non ha riconosciuto la sconfitta elettorale, è partito nella notte tra martedì e mercoledì dall’aeroporto argentino di Puerto Iguazú, dopo aver attraversato via terra il confine brasiliano insieme alla moglie e alle due figlie.

Secondo quanto riportato dal New York Times, Trump avrebbe agevolato la fuga di Flávio Bolsonaro dal Brasile agli Stati Uniti. Il giornale, citando funzionari statunitensi a conoscenza del piano, scrive che Trump ha ordinato che Bolsonaro fosse accolto in Florida con un permesso di soggiorno temporaneo, che probabilmente sarebbe stato esteso alla residenza permanente. Un funzionario della Casa Bianca avrebbe anche organizzato il jet privato che ha trasportato Bolsonaro e la sua famiglia a Miami, secondo quanto riportato dal Times.

L'articolo Bolsonaro jr, il giallo del viaggio da 150.000 dollari pagato “da un conto degli Stati Uniti”. La “manina” sospetta del consigliere di Trump proviene da Affaritaliani.it.

Could 2026 be the year that democracy fought back? | David Van Reybrouck

30 October 2026 at 05:00

Elections are never enough by themselves, but the stunning results from Serbia, Brazil and Hungary have given us hope in dark times

It is undoubtedly too early to declare victory, but the recent electoral defeats of Viktor Orbán, Aleksandar Vučić and Flávio Bolsonaro make me wonder: is 2026 turning out to be the year democracy slowly, but surely, fought back?

Even in Israel, prime minister Benjamin Netanyahu’s reigning bloc lost its parliamentary majority and saw the spectacular rise of Arab parties. Though the opposition may not be able to form a government yet, it does have the larger parliamentary bloc.

David Van Reybrouck is a Belgian author and philosopher laureate for the Low Countries. He is the author of Against Elections: The Case for Democracy, and the initiator of Democracy27

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© Photograph: Andre Coelho/EPA

© Photograph: Andre Coelho/EPA

© Photograph: Andre Coelho/EPA

Lagarde, el ‘búho’ que pilotó durante dos décadas las finanzas mundiales sin estar predestinada a ello

30 October 2026 at 04:45
La presidenta del BCE, Christine Lagarde, junto a sus predecesores Mario Draghi (centro) y Jean-Claude Trichet, corta una tarta durante la celebración del 25 aniversario del BCE, en 2023.

A Christine Lagarde (París, 70 años, de soltera Christine Madeleine Odette Lallouette) le gusta enviar mensajes con su atuendo. Elige cuidadosamente sus pañuelos (hay quien cree adivinar en ellos sus intenciones) y, en momentos especialmente delicados, comparece en la rueda de prensa del BCE con un broche característico: un búho. En un mundo, el de la política monetaria, habitualmente dividido entre halcones, banqueros con poca tolerancia por la inflación y gatillo fácil a la hora de subir tipos, y palomas, más sensibles al efecto del dinero caro sobre la economía, Lagarde se desmarcaba con esta otra ave.

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Política comecoños

30 October 2026 at 04:30

Hay que espectacularizar la realidad y todo tiene que ser entretenimiento banal y frívolo, incluso obsceno. Y en campaña electoral epatar es lo que importa: hacerse viral, llegar al votante indiferente y al rezagado. Entiendo que la comunicación manda pero ¿no creen ustedes, señoras y señores de la izquierda posmoguay, ecopija y deconstructora, no creen que se están pasando tres pueblos? Mientras las calles arden pidiendo techo, después de ocho años en los que a pesar de tocar algo de poder, aunque fuera de modo tangencial, no derogaron la reforma laboral de Rajoy ni su ley mordaza, ni hicieron nada que cambiara el problema de la vivienda, habiendo destruido la cohesión del feminismo español suplantándolo por una feria de identidades, mientras los trabajadores (rebautizados por ustedes como los de “abajo” o “de la mierda”, expresión que usa Gabriel Rufián para hablar de sí mismo cuando era pobre y currante) sienten sobre el cuello la bota de un sistema que explota cada minuto de su existencia, mientras todo esto pasa, ¿de verdad creen que lo mejor es hablarles a los españoles de comer coños y comer culos? Que no digo yo que el tema no tenga su relevancia pero, señora Montero, ¿acaso va a promulgar usted una ley para que los hombres aprendan el muy noble arte del cunnilingus?

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© RTVE/ACN

Gabriel Rufián e Irene Montero hablan con David Broncano en el programa 'La revuelta', de TVE.

Brasil, ‘tem que lutar’

30 October 2026 at 04:30

Ganó Luiz Inácio Lula da Silva en la segunda vuelta de las elecciones de Brasil cuando nadie lo esperaba, y la remontada tuvo tintes épicos. Consiguió lo más difícil, movilizar a los más perezosos y convencer a los indecisos para que le dieran su voto. En esa batalla tuvo una gran importancia la campaña por redes sociales, destinada a llegar a los más jóvenes y que estuvo en manos de un también joven “general”, tal como lo llamó Lula el domingo al valorar su victoria: André Janones, diputado y antiguo cobrador de autobús. Se dedicó a dirigir un ejército de colaboradores para inundar la esfera digital con un torrente de mensajes a favor de Lula hasta el punto de romper la burbuja de la izquierda y llegar a otra gente. También, y un poco a la vieja manera, colaboraron para que Lula ganara unos cuantos músicos. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque y Geraldo Azevedo grabaron una canción que defendía las políticas sociales y ambientales del legendario político y que contenía el eslogan Bora, Lula. Con ese vamos, Lula, dale, Lula, respondían haciendo un juego de palabras al Fora Lula que abanderó su adversario, Flávio Bolsonaro. Y, por lo que se ve, fueron más convincentes.

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© Amanda Perobelli (REUTERS)

El presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (a la derecha), celebra con el diputado André Janones su victoria, este domingo.

La señora de los anillos: el COI de Coventry se deshace de las Comisiones

30 October 2026 at 04:30

El pasado 16 de octubre, en el marco del proceso Fit for the Future, la presidenta del Comité Olímpico Internacional, Kirsty Coventry, anunció, tras meses de suspense, la supresión de doce comisiones del COI. En lugar de ellas se crearán grupos de trabajo constituidos ad hoc, más flexibles y sin ningún ánimo de permanencia temporal. En principio, la medida resulta razonable: menos burocracia, más agilidad y un ahorro nada despreciable para las arcas del COI. Hasta aquí, todo parece correcto. Sin embargo, conviene analizar en detalle lo que hay detrás del discurso de la eficiencia.

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© Louisa Gouliamaki (REUTERS)

La presidenta del COI, Kirsty Coventry, cuando fue electa presidenta de la organización.

Los analistas alertan de volatilidad a corto plazo en el euro y la deuda pero prevén continuidad en el BCE

30 October 2026 at 04:25

Christine Lagarde ha elegido un momento especialmente complejo para abandonar el Banco Central Europeo. La presidenta de la institución pone fin a meses de especulaciones sobre sus planes políticos y abre la carrera para sucederla al frente de una de las instituciones más poderosas de Europa. Su decisión llega en una coyuntura especialmente delicada para la eurozona, con la inflación impactada por la guerra en Oriente Próximo, los mercados de deuda bajo presión por el deterioro de las cuentas públicas de algunas grandes economías europeas, con Francia en el centro de las preocupaciones, y el creciente desafío de financiar el aumento del gasto en defensa e infraestructuras.

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© picture alliance (dpa/picture alliance via Getty Images)

Tres banderas de la Unión Europea ondean frente a la sede del Banco Central Europeo (BCE) en Fráncfort. Getty Images

El patriarcado también mata a los hombres, según la ciencia: “La masculinidad tóxica puede promover que se ignoren problemas de salud”

29 October 2026 at 23:30

En la salud de los hombres se da una profunda paradoja: a pesar de acaparar una situación de privilegio en las relaciones de poder de género y de ocupar históricamente los espacios de toma de decisiones (también en medicina), ellos viven menos años. Los hombres tienen una esperanza de vida menor y los años de vida saludable perdidos por enfermedad o muerte prematura son un 16% más que en las mujeres. ¿Por qué? Una serie de artículos publicada este jueves en The Lancet explora este asunto y conviene que no se trata solo de biología o comportamientos individuales más tóxicos. Hay raíces más profundas de esto, con determinantes estructurales, sociales y comerciales de la salud que se entrelazan. Y donde el patriarcado y los roles de género adquiridos juegan también un rol fundamental al perpetuar conductas de mala salud.

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© Jay L Clendenin (Getty Images)

Varios jóvenes forcejean en un 'mosh pit', una zona de baile donde se hacen pogos, mientras suena música punk rock, en Hermosa Beach (California).

Fernando Sastre é condenado a 17 anos de prisão por morte de motorista

30 October 2026 at 04:44

O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho foi condenado a 17 anos, 1 mês e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado, pela morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, de 52 anos, e pelos ferimentos provocados em um amigo durante um acidente de trânsito em março de 2024, na zona leste de São Paulo.

A sentença foi lida por volta de 1h20 da madrugada desta sexta-feira (30), após o segundo dia de julgamento avançar pela madrugada no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista.

O júri popular, formado por sete jurados, sendo quatro mulheres e três homens, reconheceu a responsabilidade criminal de Sastre pelos crimes apresentados pela acusação. O empresário foi condenado por homicídio qualificado, na modalidade de dolo eventual, quando o autor assume o risco de provocar a morte, e por lesão corporal contra Marcus Vinícius Machado Rocha, que estava no Porsche no momento da colisão.

No caso do homicídio, os jurados reconheceram a qualificadora de perigo comum, por entenderem que a conduta do empresário colocou outras pessoas em risco.

Além da pena de prisão, a Justiça determinou a inabilitação de Fernando Sastre para dirigir veículos automotores.

Julgamento

O julgamento começou na quarta-feira (28) e foi marcado por depoimentos de testemunhas, familiares das vítimas e pela confissão inédita do empresário de que havia consumido bebida alcoólica antes do acidente.

Durante o interrogatório, realizado na quinta-feira (29), Sastre admitiu, pela primeira vez desde a colisão, que ingeriu álcool naquela noite. Até então, o empresário negava ter bebido antes de assumir a direção do Porsche.

O réu também chorou durante o depoimento, pediu perdão aos familiares das vítimas e afirmou estar arrependido do que aconteceu.

Outro depoimento importante foi o de Marcus Vinícius Machado Rocha, melhor amigo de Sastre na época do acidente. Ele estava no banco do passageiro do Porsche e ficou gravemente ferido na colisão.

Durante o júri, Marcus confirmou que o empresário havia consumido bebidas alcoólicas antes de dirigir e relatou que amigos tentaram convencê-lo a não assumir o volante. Ele também afirmou ter sofrido pressão de pessoas próximas para mudar sua versão sobre os acontecimentos.

O julgamento foi marcado ainda por uma confusão envolvendo Giovanna Pinheiro Silva, namorada de Sastre na época do acidente. Ela precisou ser conduzida coercitivamente ao fórum após não comparecer para prestar depoimento. Apesar disso, a defesa desistiu de ouvi-la.

Durante a sessão, Giovanna foi retirada do plenário por determinação da juíza Melanie Liesenberg, depois de fazer gestos enquanto uma testemunha prestava depoimento.

Ao final do julgamento, a magistrada determinou que Giovanna pagasse uma multa equivalente a dez salários mínimos.

No segundo dia, uma das juradas também passou mal, o que provocou a interrupção temporária dos trabalhos.

A defesa do empresário tentou afastar a tese de dolo eventual e sustentou que o acidente poderia ter sido provocado por uma falha mecânica no Porsche. Os advogados buscavam a desclassificação do crime para homicídio culposo, quando não há intenção de matar nem assunção do risco.

A tese, no entanto, não foi acolhida pelos jurados.

Relembre o caso

O acidente aconteceu na madrugada de 31 de março de 2024, domingo de Páscoa, na avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, zona leste de São Paulo.

Fernando Sastre dirigia um Porsche 911 quando atingiu violentamente a traseira de um Renault Sandero conduzido pelo motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana.

Segundo a perícia, o Porsche trafegava a aproximadamente 156 quilômetros por hora momentos antes da colisão, em um trecho onde a velocidade máxima permitida era de 50 quilômetros por hora.

Com a força do impacto, o veículo de Ornaldo ficou completamente destruído. O motorista morreu em consequência dos ferimentos.

Marcus Vinícius Machado Rocha, que estava no Porsche, sofreu ferimentos graves e precisou passar por tratamento médico.

Após o acidente, Sastre deixou o local acompanhado da mãe, Daniela Andrade, sem realizar o teste do bafômetro.

Durante o julgamento, a policial militar responsável por permitir a saída do empresário afirmou que se sentiu enganada pela mãe dele, já que acreditava que os dois seguiriam para um hospital.

O caso provocou grande repercussão nacional e levou o Ministério Público de São Paulo a denunciar Sastre por homicídio qualificado com dolo eventual e lesão corporal.

O empresário estava preso preventivamente desde 2024 e aguardava o julgamento pelo Tribunal do Júri.

PMs viraram réus no caso

Os policiais militares que liberaram Fernado Sastre tornaram-se réus na Justiça Militar do Estado de São Paulo. Daisy Aparecida Cardoso Romão e Thiago Silva Batista foram denunciados por liberarem Fernando Sastre sem a realização do teste de bafômetro.

Segundo a denúncia, a dupla cometeu crimes de inobservância de lei, regulamento ou instrução, na modalidade de tolerância.

“Quanto aos próximos atos processuais, estes serão praticados de acordo com o rito legal aplicável e com o regular andamento da ação penal”, se manifestou o Tribunal, por meio de nota.

De acordo com as últimas movimentações do processo de Sastre, Daisy pediu para não comparecer ao julgamento desta manhã. No entanto, o pedido foi indeferido.

“A requerente atuou diretamente no atendimento inicial da ocorrência e esteve no local dos fatos logo após a colisão, de modo que seu relato é relevante para a formação da convicção dos jurados”, destaca a decisão.

Fora da semifinal? Atlético-MG atualiza as situações de Vitão e Reinier

30 October 2026 at 03:28

No fim da noite desta quinta-feira (29), o Atlético-MG atualizou as situações do zagueiro Vitão e do atacante Reinier. Ambos foram substituídos no clássico contra o Cruzeiro, disputado na Arena MRV e válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Logo no início da segunda etapa da partida, Vitão trombou com o goleiro Gabriel Delfim e foi encaminhado de ambulância para o Hospital Mater-Dei, onde realizou exames.

Ele teve um trauma na coluna cervical e vira dúvida para o primeiro confronto da semifinal da Copa do Brasil. Domingo (1), o Atlético-MG encara o Grêmio, em Porto Alegre.

Reinier, por sua vez, sentiu dores no músculo posterior da coxa esquerda e também será reavaliado nesta sexta-feira.

O camisa 19 foi substituído aos 21 minutos, por Cauã Soares, e deixou o gramado bastante abatido, com receio de perder o duelo do final de semana.

Além deles, estão no departamento médico do Atlético-MG: o zagueiro Ruan Tressoldi, o volante Fred e os atacantes Cassierra, Tomás Cuello e Thiago Borbas.

Conheça os maiores campeões do Campeonato Brasileiro

Kaio Jorge revela “segredo” em clássicos e explica provocações ao rival

30 October 2026 at 03:18

Mais uma vez, Kaio Jorge foi o protagonista do clássico entre Atlético-MG e Cruzeiro. O camisa 19 marcou o gol que deu a vitória à equipe celeste nesta quinta-feira (29), na Arena MRV, em jogo da 33ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

Em entrevista após a partida, o jogador apontou a “concentração” como segredo do sucesso nos jogos contra o rival. O atacante disse que tem uma motivação extra em enfrentar o Alvinegro.

“Concentração. Me concentro bastante nos clássicos, busco uma motivação a mais, porque eu sei como é ganhar, fazer gols. Estou muito feliz, espero que meu retrospecto continue contra eles”, disse o atleta na zona mista.

O gol e a vitória fizeram Kaio Jorge esbanjar provocações ao Atlético-MG. O artilheiro disse que as “zoações” são naturais e espontâneas.

“Tudo natural, nada forçado. O que vem na minha mente, eu falo e faço”, destacou.

Os oito gols de Kaio Jorge sobre o Atlético-MG:

Atlético 0 x 2 Cruzeiro – ida das quartas da Copa do Brasil de 2025 (um gol)
Cruzeiro 2 x 0 Cruzeiro – volta das quartas da Copa do Brasil de 2025 (dois gols)
Atlético 2 x 1 Cruzeiro – primeira fase do Campeonarto Mineiro de 2026 (um gol)
Cruzeiro 1 x 0 Atlético – final do Campeonato Mineiro de 2026 (um gol)
Cruzeiro 1 x 3 Atlético – 14ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2026 (um gol)
Atlético 2 x 1 Cruzeiro – volta das quartas de final da Copa do Brasil de 2026 (um gol)
Atlético 0 x 1 Cruzeiro – 33ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro (um gol)

Kaio Jorge já jogou 11 clássicos contra o Atlético-MG. Até o momento, são quatro vitórias, três derrotas e quatro empates.

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