Marshall says Trump dropping Kansas rally because he is ‘doing so well in the polls’




El papa León XIV, estadounidense nacido en Chicago, ha votado ya por correo en las próximas elecciones de medio mandato de Estados Unidos, que se celebran el 3 de noviembre, según ha confirmado este viernes el Vaticano en comunicado. Se trata de un gesto inédito en la historia de los papas, que rompe su tradicional neutralidad política: es la primera vez, que se sepa, que un Pontífice participa en unas elecciones.

© ALESSANDRO DI MEO (EFE)
Um grupo de 25 deputados democratas pedem explicações do governo Trump sobre o papel do Departamento de Estado na fuga do senador e ex-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos.
Em uma carta obtida pela CNN Brasil, os parlamentares destacam que o “povo americano e o Congresso têm um interesse legítimo de fiscalização em saber se recursos diplomáticos e de imigração dos EUA foram usados para facilitar a viagem de uma figura política estrangeira”.
Eles também consideram que a transparência é especialmente importante diante de eventos que envolvem “um processo judicial estrangeiro, relações bilaterais delicadas e a aplicação coerente das políticas de imigração e diplomáticas dos EUA”.
Os democratas relataram que a viagem de Flávio a Miami aconteceu após uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que exigia do senador a entrega de seus passaportes.
Os democratas afirmam que é “particularmente preocupante a informação de que um alto funcionário do Departamento de Estado afirmou que os Estados Unidos concederiam vistos ao senador Bolsonaro e a membros de sua família e permitiriam sua entrada no país”. Essa informação foi confirmada pela CNN Brasil na terça-feira (27).
Na carta, o grupo diz que os acontecimentos que levaram Flávio e sua família até os Estados Unidos “levantam questões significativas sobre o processo decisório do Departamento [de Estado], seu conhecimento da ordem do tribunal brasileiro [STF] e se algum funcionário do governo dos EUA prestou assistência antes ou depois da emissão dessa ordem”.
A questão central é direta: o Departamento de Estado, a Embaixada dos EUA no Brasil ou qualquer outra agência do governo americano ajudou o senador Bolsonaro a viajar para os Estados Unidos ou a entrar no país, apesar da restrição judicial brasileira reportada à sua saída?
Carta assinada por 25 deputados democratas dos EUA
Em seguida, os parlamentares exigem que o Departamento de Estado responda por escrito a 15 questionamentos.

O grupo exige que o governo Trump responda até o dia 13 de novembro e solicita que o Departamento de Estado disponibilize funcionários apropriados para prestar esclarecimentos aos gabinetes dos deputados.
Segundo a CNN Brasil apurou, a carta foi uma iniciativa das deputadas Sydney Kamlager-Dove, eleita pelo estado da Califórnia, e Dina Titus, de Nevada. Entre os signatários estão oito membros do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, incluindo o deputado Gabe Amo, vice-líder democrata no comitê.
Os deputados estão na reta final de seus mandatos, já que todas as 435 cadeiras da Câmara estão em disputa nas eleições de meio de mandato em 3 de novembro. Dos 25 congressistas que assinaram o documento, 21 estão concorrendo à reeleição.
Os signatários são Sydney Kamlager-Dove (Califórnia), Dina Titus (Nevada), Greg Casar (Texas), Glenn F. Ivey (Maryland), Jasmine Crockett (Texas), Jonathan L. Jackson (Illinois), Pramila Jayapal (Washington), Nydia M. Velázquez (Nova York), Adelita S. Grijalva (Arizona), Rashida Tlaib (Michigan), Eleanor Holmes Norton (Distrito de Columbia), James P. McGovern (Massachusetts), Mike Quigley (Illinois), Mark Pocan (Wisconsin), Greg Stanton (Arizona), Jesús G. “Chuy” García (Illinois), Yassamin Ansari (Arizona), Deborah K. Ross (Carolina do Norte), Stephen F. Lynch (Massachusetts), Lois Frankel (Flórida), Sean Casten (Illinois), Chellie Pingree (Maine), Gabe Amo (Rhode Island), Delia C. Ramirez (Illinois) e Joaquin Castro (Texas).
Eleições nos EUA: O que muda se Trump perder a maioria no Congresso?
Niente comizio in Kansas. E neppure in Iowa. A pochi giorni dalle elezioni di metà mandato, Donald Trump dà forfait in due stati da decenni solidamente repubblicani, ma che per queste midterm sono ritenuti contendibili e non più sicuri per il Gop. Le ragioni dietro l’annullamento degli appuntamenti non sono state rese note, ma al loro posto il presidente ha in programma fino a 20 comizi telefonici (o virtuali), una mossa che segna un cambio di strategia a pochi giorni dal 3 novembre. Per il momento, l’unico evento in presenza previsto da Trump è un comizio in Florida, in programma oggi, riferisce Cnn.
Il presidente ha dichiarato che la decisione di cancellare l’evento in Kansas non ha nulla a che fare con le prospettive elettorali dei candidati repubblicani né con la sua stessa resistenza fisica, arrivando a rimproverare un giornalista della Reuters che gli aveva chiesto informazioni sul suo stato di salute. In Kansas e in Iowa il tycoon rischia di pagare gli effetti della sua guerra in Iran, che ha fatto aumentare il prezzo dei carburanti, un’impennata che pesa sugli agricoltori dei due stati. Il presidente rischia di pagare dazio anche in South Carolina, altro stato fortemente repubblicano, per aver imposto come successore ad interim del defunto senatore Lindsey Graham con la sorella Darline, che non ha alcuna esperienza politica.
Intanto, il Texas resta lo Stato su cui puntano maggiormente i democratici, nella speranza di conquistare un seggio al Senato che manca loro da 33 anni. È quanto emerge, secondo Axios, da un briefing riservato del Senate Majority Pac, il principale comitato di finanziamento elettorale democratico impegnato nella corsa per il Senato, con alcuni dei suoi maggiori finanziatori. Il presidente dell’organizzazione, Jb Poersch, avrebbe espresso fiducia nella possibilità di riconquistare la maggioranza alla Camera alta, indicando proprio il Texas come lo Stato in cui i democratici avrebbero le maggiori possibilità di strappare un seggio ai repubblicani, seguito dall’Ohio. Anche Iowa e Alaska vengono considerati alla portata, mentre persino il Kansas, tradizionale roccaforte repubblicana, sarebbe diventato contendibile.
Per riconquistare il controllo del Senato, i democratici dovrebbero conquistare almeno due dei quattro seggi in palio in Texas, Ohio, Iowa e Alaska, vincere anche in North Carolina e Maine e difendere il seggio del Michigan. Una sfida tutt’altro che semplice, considerando che Donald Trump aveva vinto tutti e quattro gli Stati nel 2024 con margini superiori ai dieci punti percentuali. In Texas, dove l’ultimo democratico eletto al Senato fu Lloyd Bentsen nel 1988, per i sondaggi il candidato James Talarico risulta in leggero vantaggio sul repubblicano Ken Paxton. “Ci sono segnali di ottimismo in Texas, ma la corsa resta incerta, così come in Iowa, Ohio e Alaska”, ha dichiarato Lauren French, portavoce del Senate Majority Pac.
L'articolo Trump annulla i comizi in Kansas e Iowa, roccaforti repubblicane oggi contendibili per i dem proviene da Il Fatto Quotidiano.


A saída de Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil para os Estados Unidos abriu uma frente de incertezas no PL (Partido Liberal) e na direita brasileira. Aliados do senador ainda buscam respostas sobre quem vai conduzir as articulações do grupo daqui para frente.
Há um consenso de que a fuga de Flávio dificulta as interações e negociações, inclusive com a própria bancada do PL. A perspectiva atual é de que seu papel deve se concentrar mais em dar orientações gerais do que cuidar dos meandros das articulações em Brasília.
Para parte dos aliados, trata-se de um capital político de quase 60 milhões de votos subutilizado ou até esfacelado. Correligionários de Flávio ainda esperam um sinal mais claro de como se posicionar, especialmente após a visita do presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Uma reunião da sigla prevista para a semana seguinte deve servir para esclarecer os rumos do partido. Valdemar da Costa Neto já deixou claro que é preciso tocar o partido para frente.
Parte do PL defende o caminho da moderação, distante do teor golpista da carta atribuída a Flávio, especialmente num momento em que o partido precisa preservar a unidade e evitar que as incertezas sobre a família Bolsonaro contaminem outras articulações políticas, como as eleições para as presidências da Câmara e do Senado.
Enquanto isso, partidos do Centrão já negociam a definição dos comandos e a distribuição de espaços nas duas casas do Congresso. Uma das incógnitas é o quanto a crise vai afetar as ambições à presidência do Senado por parte de Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio.
Marinho segue demonstrando apoio ao senador ao sustentar a tese de perseguição política, mas é um dos que desaprovam qualquer questionamento sobre a integridade das eleições.
O grupo de Flávio também precisa administrar a repercussão dos episódios envolvendo a carta de teor golpista. Na quinta-feira (29), um aliado do senador chegou a atribuir à inteligência artificial a inclusão do termo “presidente eleito” e o uso do brasão antigo do Brasil em uma das versões divulgadas da carta.
Outro fator relevante é que, segundo o jornal The New York Times, um dos principais assessores de Donald Trump na Casa Branca, Jason Miller, providenciou o jato que Flávio usou para voar até Miami, nos Estados Unidos.
On Thursday’s edition of CBS’s “The Takeout,” Rep. Suzan DelBene (D-WA) stated that “we might even see a vote” on impeaching Secretary of War Pete Hegseth “when we get back in the lame duck.” But when it comes to impeaching
The post Dem Rep. DelBene: Might Vote to Impeach Hegseth in Lame Duck, ‘Top Priority’ Is Costs appeared first on Breitbart.
With Republicans likely headed for a good ol' fashioned ass kicking in next week's midterm election, it doesn't seem too premature to ask the next big question: What are the Democrats going to do once they have a congressional majority?
The New York Times reports that Democrats will move quickly on four items that are "consensus items among their members that are basic enough to bypass time-consuming committee consideration and go straight to the floor."
Two of those items are really good ideas: ending President Donald Trump's tariffs and ending the war in Iran (or ordering Trump to "seek authorization from Congress to continue it"). Both would restore proper congressional authority in areas where Trump has expanded executive power, with terrible results.
The other priorities, however, include reversing Medicaid spending cuts included in the One Big Beautiful Bill Act and extending some Affordable Care Act health care subsidies that expired last year. Both would require higher spending at a time when the federal government is already running $2 trillion annual deficits and the national debt is at a record high.
But that's probably a pretty good summary of what Democratic control of Congress for the next few years will look like: a mix of critically important reforms to combat Trump's big-government agenda and, well, the Democrats' own big-government agenda.
Over at National Review, John Puri has an extensive list of "truly frightening" policies Democrats could pursue after the midterms, including stuff like bypassing the filibuster to borrow more heavily, arbitrarily restricting commerce, handing out taxpayer money to political allies, and promising "free" money for everyone. Gosh, I sure hope none of that happens (again).
More seriously, there are also likely to be some major investigations into corruption and other executive branch misdeeds. Trump's family and Secretary of Defense Pete Hegseth are likely to be among the main targets. Hegseth could "face impeachment—which would make him just the third Cabinet secretary in history to face such a sanction," The Atlantic reports.
No wonder Hegseth is reportedly looking for an exit strategy.
Of course, there are plenty of caveats to this. Most importantly, Trump will still be the president—and will be able to veto anything the Democrats pass through Congress. There's also the Senate's filibuster rules. Even the biggest of blue waves is highly unlikely to deliver a 60-seat majority.
Though they may dream big, Democrats will face some serious constraints on their policymaking agenda. They will face fewer obstacles in blocking, unwinding, and investigating Trump's unlawful and corrupt actions—and that's where I, for one, hope they will spend their efforts.
Scenes from Washington, D.C.: "On Sept. 16, Leo J. Terrell threatened to choke a Justice Department intern with a computer charger."
So begins The Harvard Crimson's scathing and deeply reported takedown of Terrell, the former talk radio host and Fox News contributor who is now the senior Justice Department official running the Trump administration's crackdown on elite universities (which is ostensibly an effort to police antisemitism but seems more like an excuse to use federal taxpayer dollars to fight a culture war).
The computer cord incident "was one of a series of episodes described by Billa and three other interns, all Jewish," the Crimson reports. "Terrell isolated them from the rest of the Justice Department, berated them over minor mistakes, and repeatedly threatened their jobs or careers."
When he's not harassing his staffers, Terrell seems to be overcome with delusions of grandeur. A planned 15-city media tour in advance of the midterms "was supposed to be the centerpiece of Terrell's work" and would have put him on stage with singers, comedians, and professional athletes. One event has been held so far: "an Oct. 14 gathering at a synagogue in Southfield, Mich. with Terrell as the keynote speaker."
In lieu of flowers, memorial contributions may be made to:
Johns Hopkins Alzheimer's Disease Research Center Fund https://t.co/luC5CdcWDy
Alzheimer's Foundation of America Caregiver Resources https://t.co/zvNptfyuNdPhoto Credit: Tommy Garcia pic.twitter.com/XNncEVq56X
— Patrick Stewart (@SirPatStew) October 29, 2026
The post What Will Democrats Do? appeared first on Reason Magazine.
Os republicanos estão enfrentando dificuldades não apenas nos chamados estados-pêndulo, mas também em estados tradicionalmente alinhados ao partido — os chamados estados “vermelhos”. A avaliação é da editora de Internacional da CNN Mariana Catacci.
Segundo Catacci, nos últimos dias, o presidente Donald Trump tem cumprido agenda justamente nesses redutos historicamente republicanos, o que reflete a preocupação do partido com a disputa pela renovação do Congresso.
“Além dos estados pêndulo, que já seriam tradicionalmente disputados, outros estados vermelhos, que seriam mais garantidos para os republicanos, as pesquisas também mostram que os democratas estão concorrendo com força”, afirmou Catacci.
De acordo com as pesquisas apresentadas, os democratas estão muito bem colocados em estados que costumavam ser considerados território seguro para os republicanos.
Catacci citou o Texas como exemplo emblemático: um dos maiores redutos republicanos nos Estados Unidos, o estado vem registrando afastamento de parte do eleitorado latino em relação a Donald Trump e ao Partido Republicano, motivado, em parte, pela insatisfação com a política migratória.
A editora também mencionou o estado de Iowa, onde um eleitor relatou ter apoiado Donald Trump com a promessa de mais oportunidades para o eleitorado rural.
No entanto, segundo Catacci, o aumento no preço do diesel — consequência do fechamento do estreito de Ormuz em razão da guerra do Irã — elevou os custos de transporte de diversos produtos, incluindo feno, impactando diretamente esse eleitorado em um estado tradicionalmente republicano.
Catacci ressaltou que os estados considerados pêndulo, representados em roxo nos mapas eleitorais, continuam sendo palco de disputas acirradas. O Michigan, segundo ela, tem chamado bastante atenção pelo nível de competitividade.
Por outro lado, há estados democratas em que os republicanos também estão se saindo bem. É o caso do Maine, onde a republicana Susan Collins conseguiu se distanciar de Donald Trump e se posicionar de forma mais alinhada ao “establishment”, conquistando espaço relevante na disputa.
O panorama geral traçado pela editora evidencia uma eleição de meio de mandato marcada por disputas em múltiplas frentes, com os democratas liderando as pesquisas e sendo apontados como favoritos para garantir maioria no Senado.
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Ukraine’s human rights commissioner Dmytro Lubinets and his delegation safely reached Russian-occupied Oleshky in Kherson Oblast on 30 October, with the local truce at 80 hours and holding. He said he was talking with residents to learn what help they need most.
Russia has kept Oleshky, on the left bank of the Dnipro River, cut off for months, leaving residents starving. Now the test is where the buses take people. The White House promised residents who wish to leave transport to their “preferred destination.” Lubinets said on 27 October that everyone who wants to go to Ukraine will be able to. Under agreement pages published by Fox News, his own delegation and the residents who choose Ukraine travel together via Anapa in Russia. From there, a Russian military transport plane to Homiel in Belarus is expected on 31 October.
On the morning of 30 October, before reaching the town, Lubinets wrote from Armiansk in occupied Crimea that he was coordinating the mission with Yana Lantratova, Russia’s human rights commissioner. He said 25 buses with 750 seats had been prepared, plus ambulances for people with limited mobility. Anyone who wants to leave will get a safe way out, and those who stay will receive aid, he added. In delivering that aid, special attention goes to elderly residents and people with disabilities, he said.
We are in Oleshky! The Ukrainian delegation has safely reached the city.
— Dmytro Lubinets (@lubinetzs) October 30, 2026
The ceasefire has been in effect for 80 hours and remains in place. I am currently on the ground, speaking with local residents to hear about their needs and understand what kind of assistance they need… pic.twitter.com/AOhKIV0WLO
The evening before, he said people who want to leave could do so until 14:00, with aid distribution after 14:30, without naming a date. Speaking to journalists, he called it the first truce since 2022 to hold this long on such a large stretch of front.
The White House announced the truce on 23 October, crediting First Lady Melania Trump. It took effect at 03:00 Kyiv time on 27 October. Its zone was later widened. By 29 October, the convoy was ready, Lubinets said. The truce is due to end at 22:59 Kyiv time on 1 November.
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não pretende apoiar a alegação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ser o líder legítimo do Brasil, apesar de ter ajudado o candidato derrotado à Presidência a chegar aos EUA após anos de apoio a ele e a seu pai, afirmaram na quinta-feira (29) uma autoridade norte-americana e outra pessoa a par do assunto.
Trump disse que a eleição brasileira de domingo pareceu “manipulada”, mas ressaltou que não ofereceu apoio algum na disputa. Trump também declarou que se dá bem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que garantiu a reeleição por cerca de 3,5 pontos percentuais, contrariando as pesquisas de intenção de voto.
A autoridade norte-americana e a pessoa a par do assunto, que falaram sob condição de anonimato, afirmaram que Trump não tem planos atuais de apoiar as ambições políticas de Flávio Bolsonaro, mesmo que o governo tenha permitido sua entrada no país, embora tenham dito que o presidente pode mudar de ideia.
A postura do governo Trump sugere que o presidente pode estar relutante em provocar uma nova crise nas relações com o Brasil, que passaram por altos e baixos nos últimos meses.
Uma terceira autoridade norte-americana, também falando sob condição de anonimato, disse que o capital político de Flávio diminuiu agora que ele está no autoexílio. Muitos conservadores no Brasil que esperavam que ele liderasse a oposição nos próximos anos criticaram a fuga.
A Casa Branca encaminhou um pedido de comentário ao Departamento de Estado, que não respondeu. O governo brasileiro e um representante de Flávio Bolsonaro também não responderam aos pedidos de comentário.
O pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro, está preso por tentativa de golpe para permanecer no poder após perder a disputa pela reeleição em 2022.
Algumas autoridades brasileiras, também falando sob condição de anonimato, disseram à Reuters que a partida de Flávio ajuda Lula ao enfraquecer a oposição conservadora no Congresso.
A viagem do senador aconteceu depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que ele entregasse seu passaporte, atendendo a um pedido da Polícia Federal, que o investiga por um suposto esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O pedido da polícia ocorreu poucos minutos após a declaração da vitória de Lula, uma sequência de eventos que alguns conservadores apontaram como evidência de motivação política.
Apoiadores do governo Lula destacam que, dias antes da eleição, o irmão de Flávio, Eduardo, sugeriu publicamente que Flávio deveria deixar o Brasil caso perdesse. Eduardo, ex-deputado federal que vive nos EUA, foi condenado pelo STF em junho por tentar obter interferência do governo Trump no julgamento de seu pai.
Autoridades argentinas informaram que Flávio Bolsonaro, sua esposa e duas filhas atravessaram uma ponte rumo ao norte da Argentina às 22h50 de terça-feira, antes de embarcarem em um avião fretado às 23h30. Flávio e sua família voaram então para Miami, via Equador.
Não está claro como o senador viajou de sua casa em Brasília até a ponte, a 1.300 km de distância, nem como saiu do Brasil sem o conhecimento das autoridades alfandegárias brasileiras. Mas, durante essa viagem, Flávio Bolsonaro entrou em contato com várias autoridades norte-americanas a respeito de sua partida, segundo uma dessas autoridades.
Jason Miller, um assessor de Trump próximo à família Bolsonaro, ajudou a organizar o voo a partir da Argentina, disse a pessoa a par do assunto – informação também revelada pelo jornal The News York Times. Durante a viagem de Flávio, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, recomendou a Trump que a entrada do senador fosse permitida, o que o presidente aprovou, segundo a autoridade norte-americana.
Durante o voo de duas etapas de Flávio, autoridades do Departamento de Estado se empenharam para determinar a melhor via legal para a entrada dele e de sua família, discutindo o assunto com funcionários do Departamento de Segurança Interna. Por fim, as autoridades norte-americanas concederam a eles “parole humanitária” na fronteira, um status temporário concedido a indivíduos quando há questões humanitárias urgentes ou um interesse público significativo em jogo, acrescentou a autoridade.
Em uma carta aberta publicada no X na quarta-feira (28), Flávio Bolsonaro se autoproclamou “o presidente eleito”. Em seguida, excluiu essa versão e a atualizou com outra carta, na qual afirmava ser o “líder” legítimo do Brasil.
A fuga de Flávio foi o capítulo mais recente de um período tumultuado na política brasileira e nas relações entre os EUA e o Brasil.
Mesmo tendo atacado a forma como o Brasil conduziu a eleição, Trump se absteve de criticar Lula.
“Gosto do Lula, me dou muito bem com ele”, disse Trump aos repórteres na segunda-feira. “Só acho que a eleição deixou uma péssima impressão.”
“O povo cubano se prepara hoje para uma invasão real dos EUA. O governo e o povo cubanos não podem ignorar as pretensões dos EUA de uma invasão a Cuba. Isso é real”, afirmou o diplomata.
O diplomata sediado no Brasil acrescentou que “a maioria do povo cubano” defende a soberania do país e lutará contra uma invasão militar estrangeira.
“Cuba tem história, tem tradição de luta. Cuba tem tradição de preparação da população para essa luta, que é uma questão que não pode ser ignorada pelos EUA”, explicou.
Desde janeiro de 2025, com a volta de Donald Trump à Casa Branca, Washington tem aumentado a pressão contra Havana com uma série de novas sanções, entre elas, o bloqueio energético com ameaças a países que vendam petróleo à ilha, o que deixou Cuba três meses sem receber nenhum barril de petróleo.
Em março deste ano, Trump chegou a dizer que teria a “honra de tomar Cuba”. Meses depois, em outubro, o presidente disse que iriam “cuidar de Cuba” depois de lidarem com o Irã, que foi atacado pelos EUA e por Israel em uma guerra que se arrasta desde fevereiro.
Em outra declaração, Trump defendeu que seria possível chegar “a um acordo” com Cuba. “Não acho que precisaremos das forças armadas”, disse.
As medidas de asfixia econômica contra Cuba vêm escalando mês a mês, levando à redução dos voos interacionais à Cuba, saída de empresas hoteleiras estrangeiras e mesmo da empresa de cartões Visa, afetando o setor do turismo, o principal do país.
Em janeiro deste ano, a Casa Branca classificou Cuba de uma “ameaça incomum e extraordinária” contra os EUA, acusando o país de abrigar adversários dos estadunidenses, “focado em roubar informações sensíveis de segurança nacional dos Estados Unidos”.
Ao mesmo tempo, o secretário do Departamento de Estado Marco Rubio, filho de família cubana, tem elevado o tom contra o governo do presidente Miguel Díaz-Canel.
“Faremos o possível para tomar medidas que iniciem esse processo de mudança [em Cuba]. E será um processo que não será fácil”, afirmou em coletiva de imprensa, em setembro deste ano.
O representante de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, classifica as acusações dos EUA de “ridículas”.
“Cuba não é uma ameaça para os EUA. Um país bloqueado, pequeno e economicamente asfixiado não tem a capacidade de pôr em risco a primeira potência do mundo. Essa acusação é ridícula”, completou.
Ainda segundo o representante de Havana, uma agressão militar dos EUA contra Cuba seria um genocídio “porque é uma potência nuclear atacando um pequeno país que fica a 90 milhas desse país”.
Ao mesmo tempo, Palomo destaca que a posição geográfica de Cuba é “complicada” para os EUA e que uma invasão levaria os cubanos que vivem em território estadunidense a se voltar contra o governo Trump.
“Eles não têm guerras em suas fronteiras há muito tempo. Uma guerra em Cuba vai afetar toda a região. Uma guerra em Cuba pode começar, você não sabe como vai terminar”, alertou.
O aperto do cerco econômico a Cuba compõe uma nova ofensiva dos EUA para derrubar o governo liderado pelo Partido Comunista, que desafia a hegemonia política de Washington na América Latina há mais de seis décadas.
O embaixador de Cuba reconheceu que a ilha tem problemas, como outros países, mas argumentou que a nação é impedida de se desenvolver pelo bloqueio econômico imposto pelos EUA.
“Nós cubanos temos problemas, mas os cubanos têm o direito de resolver os próprios problemas por vontade própria vontade. Não por uma agressão militar. Esse não é o caminho”, disse.
Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA adotou nova sanção contra empresas de “tecnologias sensíveis” que tenham relação com a ilha caribenha. A Justiça dos EUA chegou ainda a decretar, neste mês, a prisão do ex-presidente cubano Raúl Castro.

Since the start of Donald Trump’s second term, border security and stopping illegal immigration have become two of the main pillars of his administration. Based on those principles, and acting unilaterally, the Texas government has announced it has taken control of nine islands located in the water border between Mexico and the United States, along its territory between Laredo and McAllen. In a statement on Tuesday, Dawn Buckingham, that state’s land commissioner, authorized the Texas National Guard to access those small river islands in order to maintain the operational security of the southern border. The Mexican government has responded by asking that the 1970 Boundary Treaty between the two countries be respected and says that determination of the international boundary is the sole responsibility of the International Boundary and Water Commission.

© Brandon Bell (Getty Images)
Una empresa de Singapur de centros de datos, Megaspeed, compra chips a Nvidia, la empresa más valiosa del mundo gracias a sus sofisticados dispositivos que impulsan el boom actual de IA. El Gobierno de EE UU sospechaba desde 2024 que Megaspeed revendía esos chips a Alibaba y otras empresas chinas de manera irregular. Porque desde 2022 Washington restringe la exportación de los modelos más potentes a China.

Lejos de mostrar enojo por los nuevos insultos proferidos por Donald Trump contra Noruega, al que definió el domingo como “un país de mierda”, la oficina de turismo noruega ha respondido al presidente tirando de ironía y promocionando de paso los espectaculares paisajes nacionales y la premiada arquitectura vanguardista de sus aseos públicos, que muestra en diferentes fotografías y un vídeo promocional en su web.

© EP-stock (Getty Images)

© The New York Times