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Carneiro concorda com Seguro sobre “trabalho comum” e acusa Governo de passividade

30 October 2026 at 16:50

O secretário-geral do PS concordou, esta sexta-feira, 30 de outubro, com o Presidente da República sobre a necessidade de um “trabalho comum” para resolver problemas, assegurando que os socialistas têm dado contributos perante o que diz ser “a passividade do Governo”.

“Julgo que não [era um recado para o PS]. Estou totalmente de acordo com o senhor Presidente da República. Há mais de um ano escrevi ao primeiro-ministro propondo o trabalho conjunto e comum em torno daquelas que devem ser prioridades nacionais fundamentais, nomeadamente sobre a habitação e também sobre a saúde”, referiu.

José Luís Carneiro respondia aos jornalistas à chegada para as Conferências do Estoril, em Cascais, distrito de Lisboa, sobre o desafio deixado hoje por António José Seguro para que os partidos ponham de lado “trica partidária” e se foquem nos problemas das pessoas.

O líder do PS disse que “não é agora” que tem posto estas prioridades e estas preocupações na agenda.

“Agora o Governo não se pode escudar permanentemente, fugir aos problemas, porque o Governo já vai para o seu terceiro orçamento e não responde aos problemas das pessoas”, condenou.

Carneiro defendeu que aquilo que “está a criar inquietação e impaciência nos jovens e nas famílias” é a “passividade do Governo”.

“O Governo tem de governar e o primeiro-ministro tem de coordenar, de comandar, de liderar o seu Governo”, apelou.

O Presidente da República, António José Seguro, apelou hoje aos partidos para que deixem de lado a “trica partidária” e se concentrem em encontrar soluções para os problemas das pessoas, nomeadamente na habitação e na saúde.

O chefe de Estado lamentou que o que se veja, “muitas vezes, nos partidos é o passa-culpas, é um jogo de trica partidária que deve ser posta de lado e concentrada em resolver os problemas concretos das pessoas”.

“Não é responsabilidade dos partidos políticos, do Parlamento, dos governos, de contribuírem com soluções em conjunto para resolver essa situação, sobretudo numa área em que ninguém tem a solução de criar casas de um dia para o outro? Precisamos de anos e esses anos ultrapassam legislaturas”, começou por dizer António José Seguro, no discurso integrado na visita às obras de requalificação da Escola Secundária Afonso Lopes Vieira, em Leiria.

PSD recomenda ao Governo a criação de um regime jurídico para os jogos eletrónicos

30 October 2026 at 16:12
Hugo Soares acusa Chega de desumanidade

O PSD deu entrada, esta sexta-feira, 30 de outubro, de um projeto de resolução onde recomenda ao Governo que promova um enquadramento adequado dos
jogos eletrónicos.

No projeto de resolução, o PSD sublinha que “os jogos eletrónicos assumem hoje uma relevância crescente não só em Portugal, mas também a nível internacional, envolvendo um número significativo de praticantes, comunidades, organizadores de competições, empresas e outros agentes económicos”.

Para o PSD o crescimento deste fenómeno “coloca novos desafios aos poderes públicos, designadamente em matéria de proteção dos participantes, em especial crianças e jovens, de integridade das competições, de prevenção de comportamentos aditivos, de propriedade intelectual, de relações laborais e profissionais, de mobilidade internacional e de regulação das apostas associadas às competições”.

Como tal, os sociais democratas defendem “a criação de um regime jurídico autónomo que proceda a equiparações parcelares entre competições de jogos eletrónicos e competições desportivas, designadamente para efeitos de jogos e apostas ou de atribuição de estatuto de utilidade pública desportiva, deve, por isso, ser precedida de uma avaliação global das duas implicações e da sua articulação com o ordenamento jurídico vigente”.

“Esta necessidade é particularmente relevante quando estão em causa matérias relacionadas com a integridade das competições, a monitorização das apostas
que lhes estão associadas, a prevenção da fraude, o combate ao crime organizado e a prevenção do branqueamento de capitais”, afirma o partido.

Seguro volta a exigir soluções aos partidos na habitação e saúde

30 October 2026 at 16:10

O Presidente da República exigiu esta sexta-feira aos partidos entendimentos para resolver os problemas da habitação e da saúde, criticando o “passa-culpas” e a “trica partidária”. Em Leiria, António José Seguro garantiu que continuará a pressionar por soluções, apesar das dúvidas sobre os resultados dos seus apelos.

“A divergência deve ser uma desculpa para a inação?”, questionou, um dia depois de anunciar a convocação dos partidos para Belém. Lembrando que os jovens portugueses saem, em média, de casa dos pais aos 30 anos, defendeu respostas que ultrapassem legislaturas e mudanças de Governo.

“Aquilo que é o dever do Presidente da República, neste momento, é exigir que os partidos cumpram a sua função, se sentem, dialoguem e sejam capazes de encontrar soluções para resolver os problemas”, afirmou.

Perante um Parlamento fragmentado e um Governo sem maioria, Seguro pediu esforços para assegurar estabilidade e governabilidade, sem que os partidos abdiquem das suas posições essenciais.

Programma, piazza e primarie. Parte la sfida del campo largo a Meloni

30 October 2026 at 15:57

Forse ci siamo. Il campo largo prova a uscire dal labirinto delle proprie divisioni e a trasformare la convivenza forzata in un progetto politico. Dopo mesi di schermaglie sulla leadership, veti incrociati e geometrie variabili, Elly Schlein, Giuseppe Conte, Angelo Bonelli e Nicola Fratoianni firmano una tregua e mettono in fila le date della partita più importante: programma entro novembre, mobilitazione nazionale a dicembre e primarie entro febbraio.

Non è ancora un’alleanza di governo, ma il tentativo di darle una forma, una direzione e soprattutto un candidato. Con un obiettivo che guarda inevitabilmente a Palazzo Chigi: costruire, prima che la legislatura entri nella sua fase decisiva, un’alternativa alla maggioranza di Giorgia Meloni. E lanciare, proprio mentre il governo affronta la Manovra, il primo segnale di una controffensiva politica.

Il calendario concordato nella riunione di questa mattina segna tre passaggi. Il programma della coalizione dovrà essere definito entro novembre, il confronto partirà già dalla prossima settimana e le primarie si terranno entro febbraio. Nel mezzo, a dicembre, una mobilitazione nazionale contro il governo Meloni, proprio mentre il Parlamento sarà impegnato nella discussione della legge di Bilancio. Tre appuntamenti che, nelle intenzioni dei promotori, dovrebbero trasformare una convergenza politica ancora in costruzione in un progetto riconoscibile di governo.

La novità politica, prima ancora delle date, è proprio questa: per la prima volta i quattro leader mettono nero su bianco un percorso condiviso, provando a sottrarre la coalizione alla lunga stagione dei rinvii.

La questione delle primarie aveva rappresentato uno dei principali terreni di frizione. Giuseppe Conte aveva spinto per accelerare, chiedendo una consultazione aperta a più candidati e non ridotta a un duello con Schlein.

Dal Nazareno, invece, la linea era quella di dare precedenza alla definizione dell’identità programmatica e delle regole della coalizione. Anche Avs aveva insistito sulla necessità che la scelta del candidato non diventasse una semplice competizione tra apparati e leadership di partito. Il compromesso raggiunto non scioglie ogni riserva, ma fissa una scadenza politica: entro febbraio si dovrà scegliere chi guiderà la sfida a Meloni.

È un passaggio tutt’altro che secondario. Le primarie, infatti, non sono soltanto il meccanismo con cui individuare il candidato alla presidenza del Consiglio. Sono anche lo strumento attraverso il quale il centrosinistra intende legittimare una leadership davanti a un elettorato più ampio di quello dei singoli partiti. Nella nota, non a caso, i quattro parlano di una guida “pienamente sostenuta da ogni forza del campo progressista”.

Una formula che contiene un messaggio rivolto innanzitutto agli stessi alleati: chi vincerà dovrà essere riconosciuto come il candidato di tutti, non come l’espressione di una parte che ha prevalso sulle altre.

Ma prima dei gazebo c’è il programma. La settimana prossima partiranno i tavoli di confronto, con l’obiettivo di arrivare a una sintesi entro novembre. Un’accelerazione che dovrà misurarsi con una questione altrettanto delicata: il perimetro della coalizione. La nota parla esplicitamente di un coinvolgimento delle forze di opposizione rappresentate in Parlamento che condividano l’urgenza di costruire un’alternativa alla destra. Non soltanto, dunque, Pd, Movimento 5 Stelle e Avs.

Il tentativo è quello di allargare il confronto, tenendo dentro anche le componenti centriste e riformiste. Ma proprio su questo terreno le differenze non mancano: il Pd guarda a un’alleanza quanto più inclusiva possibile, mentre nel Movimento 5 Stelle e in Avs non sono mai mancati distinguo rispetto ad alcune forze, a partire da Italia Viva. E restano da comporre le distanze su questioni di politica estera e sulle scelte strategiche che dovrebbero caratterizzare una futura maggioranza.

Il programma, insomma, sarà il primo vero banco di prova. Non basterà mettere in fila proposte condivise o sommare le piattaforme elettorali dei partiti. Servirà individuare alcune priorità riconoscibili, capaci di tenere insieme culture politiche differenti e, soprattutto, di parlare a un Paese che attraversa una fase economica complessa. Nella dichiarazione congiunta i quattro indicano già il terreno dello scontro: carovita, crescita prossima allo zero e aumento delle diseguaglianze. È da qui che intendono costruire la propria narrazione alternativa all’esecutivo.

La scelta di collocare a dicembre la mobilitazione nazionale aggiunge un elemento alla strategia. La manifestazione si svolgerà mentre il governo sarà impegnato nella partita della Manovra e sarà aperta alle forze sociali e alla società civile, oltre che alle altre opposizioni.

Non sarà, quindi, soltanto una protesta contro i contenuti della legge di Bilancio, ma il tentativo di trasformare il confronto sulla politica economica in una prima occasione di visibilità per la coalizione. Una sorta di controffensiva politica che punta a mettere Meloni sulla difensiva, contestandone il bilancio di governo e provando a presentare un’alternativa credibile in vista delle prossime elezioni.

Per la presidente del Consiglio il messaggio è chiaro: mentre la maggioranza affronta la Manovra e le sue inevitabili mediazioni, le opposizioni cercano di uscire dalla dimensione della somma di sigle per assumere quella di un soggetto politico competitivo.

Il percorso è ancora lungo e le scadenze annunciate dovranno superare la prova dei fatti. Ma la novità è che, almeno per una volta, il campo largo ha scelto di parlare con una voce sola. Adesso dovrà dimostrare di saperlo fare anche quando si tratterà di decidere, e non soltanto di annunciare.

Brigada de Trânsito deverá começar nos primeiros meses de 2027, diz MAI

By: Lusa
30 October 2026 at 15:28

A Brigada de Trânsito (BT) da GNR deverá iniciar funções nos primeiros meses de 2027, disse o ministro da Administração Interna, avançado que a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária vai passar em janeiro a digitalizar todas as multas.

Na audição no âmbito da discussão na especialidade da proposta de lei do Governo de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) e em resposta ao deputado da Iniciativa Liberal Rui Rocha, o ministro disse que neste momento existe um diploma sobre a criação da BT.

“Esperamos apresentá-la em Conselho de Ministros e nesta sede, porque tem que vir aqui a este parlamento para poder ser criada. E, efetivamente, nós esperamos que durante os primeiros meses do ano esteja em funcionamento”, precisou Luís Neves.

O ministro disse que já existem instalações para a Brigada de Trânsito, mas não especificou onde, destacando a recuperação da BT “com um comando nacional unificado, assegurando maior coordenação, especialização e eficácia da fiscalização rodoviária”.

Na terceira ronda e depois de ser novamente questionado sobre a BT, o governante especificou que “em princípio” a Brigada de Trânsito terá uma estrutura nacional em Cascais e outras em cinco locais espalhadas pelo país.

A recuperação da BT é uma das “três medidas fundamentais” que constam da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária, que, segundo o ministro, será concretizada em 2027.

A estratégia, que visa reduzir para metade o número de vítimas mortais e feridos graves até 2030 face a 2019, já deveria ter sido aprovada em 2020.

O ministro indicou que outras das “medidas fundamentais desta estratégia” é a apresentação no próximo ano de um novo Código da Estrada, frisando que dará “especial atenção aos utilizadores mais vulneráveis, à reincidência, ao excesso de velocidade e à condução sob influência do álcool ou de substâncias psicotrópicas”.

O ministro recusou que o novo Código da Estrada seja uma “caça à multa”.

Outra medida, de acordo com Luís Neves, é “a modernização tecnológica” da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), nomeadamente “a digitalização dos sistemas de fiscalização e gestão das contraordenações” que se deve traduzir “em processos mais rápidos, menos prescrições e maior eficácia na aplicação das sanções”.

Para o ministro, uma contraordenação, “com todo o direito de contestação, tem de ser efetivamente cobrada”.

Luís Neves acrescentou que a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária vai em janeiro “alcançar uma meta que é da digitalização” das multas de trânsito.

O governante sublinhou que “em pleno 2026 ainda há autos a serem feitos à mão e a circularem de mão em mão”.

“É a isso que vamos pôr cobro para permitir que não haja aí impugnações completamente à margem da lei à procura da prescrição” disse ainda.

La piazza non basta, il Paese ha bisogno di chi sa costruire. La riflessione di Bonanni

30 October 2026 at 15:16

Un malessere attraversa il Paese e trova eco nella piazza. Raccoglie inquietudini autentiche ma talvolta offre riparo a chi scambia la protesta con la devastazione. Vetrine infrante, negozi saccheggiati, mezzi incendiati, agenti feriti non sono il linguaggio del dissenso: ne rappresentano la negazione. E chi convoca una manifestazione ha il dovere politico di prendere le distanze, senza equivoci, da ogni violenza.

La libertà di manifestare è un presidio della democrazia, non una concessione del potere. Proprio per questo va custodita con rigore. Il diritto di contestare non autorizza a violare la legge; ma gli atti di pochi non possono diventare il pretesto per screditare le ragioni di molti. Vale per le mobilitazioni promosse dall’USB come per qualunque altra iniziativa: rappresentatività, regolarità degli scioperi e responsabilità degli organizzatori si giudicano sui fatti, non sulle etichette. Chiamare sciopero generale una iniziativa senza lavoratori, dovrebbe far riflettere.

Nelle piazze si invocano salari dignitosi, una scuola migliore, cure accessibili, pace e sicurezza. Domande legittime, urgenti. Ma ripeterle come formule rituali non basta. Occorre spiegare perché le risposte siano mancate, quali scelte abbiano aggravato i problemi e soprattutto come uscirne. Senza questa fatica, l’indignazione diventa un calendario di appuntamenti, non forza di cambiamento.

E qui la responsabilità si sposta dalla strada ai palazzi. Chi cavalca la protesta per logorare la maggioranza e chi agita lo spettro del disordine per colpire l’opposizione compiono lo stesso errore: trasformano le difficoltà nazionali in materiale per la propaganda. Possono guadagnare un titolo di giornale, ma perdono autorevolezza. E quando governo e opposizione rinunciano entrambi a guidare, il vuoto non resta vuoto a lungo.

I nodi sono antichi e non consentono facili assoluzioni. Il lavoro è gravato da imposte pesanti, mentre i salari non possono crescere stabilmente senza produttività e investimenti. Scuola e sanità soffrono inefficienze che non si curano con gli slogan. Le scelte energetiche, compresa la rinuncia al nucleare, meritano una discussione sui costi della dipendenza e sulle alternative possibili. Sono nodi lasciati da governi diversi: nessuno può scagliare la prima pietra.

Serve, dunque, un’ambizione pubblica: non una tregua artificiale fra avversari, ma una competizione più esigente. Chi propone la riforma più efficace? Chi indica risorse, tempi, responsabilità e risultati verificabili? Chi sa collaborare sulle priorità nazionali senza rinunciare alla propria identità? La democrazia vive di conflitto; decade quando il conflitto sostituisce il governo dei problemi.
La domanda, allora, non è chi saprà riempire la prossima piazza o vincere la prossima schermaglia. È chi avrà il coraggio di contendere agli altri non soltanto il potere, ma la capacità di esercitarlo bene. Perché un Paese non si risolleva a colpi di slogan, né a colpi di pietra: si risolleva con la responsabilità di chi sa costruire.

Presidente afirma que coesão social é necessária para o país

30 October 2026 at 15:04
O Presidente da República sublinhou a importância da colaboração entre todos os partidos e animou os jovens a envolverem-se na política. Seguro falou na Escola Secundária Afonso Lopes Vieira.

© PAULO CUNHA/LUSA

"Não conseguimos avançar como país se não tivermos coesão social entre nós", afirmou o Presidente

Governo mobiliza mais 10 milhões para apoiar agricultores

30 October 2026 at 15:02
O segundo apoio financeiro de igual montante aprovado este ano é destinado a localidades não abrangidas pelo aviso anterior. São elegíveis investimentos até 400 mil euros.

© PAULO NOVAIS/LUSA

Os incêndios dos últimos meses comprometeram a atividade de algumas explorações distribuídas por freguesias das regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve

Campo largo, programma entro novembre e primarie a febbraio: Schlein, Conte e Avs fissano la roadmap per il voto

30 October 2026 at 14:56

Schlein, Conte e Avs accelerano sul campo largo: programma in un mese, primarie entro febbraio

Il campo largo prova ad accelerare il percorso verso la costruzione di un’alternativa di governo al centrodestra. Programma comune entro novembre e primarie entro febbraio: sono queste le tappe concordate da Partito Democratico, Movimento 5 Stelle e Alleanza Verdi e Sinistra al termine di un confronto tra i rispettivi leader. L’intesa è stata comunicata in una nota congiunta firmata dalla segretaria del Pd Elly Schlein, dal presidente del M5s Giuseppe Conte e dai rappresentanti di Avs Angelo Bonelli e Nicola Fratoianni, al termine di una call tra i quattro esponenti politici.

Il primo appuntamento è fissato già per la prossima settimana, quando prenderanno il via i tavoli di confronto per definire il programma della coalizione. Scadenza entro la fine di novembre. Al lavoro parteciperanno le forze di opposizione rappresentate in Parlamento che condividono la necessità di costruire un’alternativa di governo alla destra.

L’altro punto dell’intesa riguarda la leadership della coalizione. Schlein, Conte, Bonelli e Fratoianni hanno concordato che le primarie si svolgeranno entro il mese di febbraio, “con l’obbiettivo di farne un importante appuntamento di partecipazione democratica, in modo da assicurare una leadership che sia pienamente sostenuta da ogni forza del campo progressista”, si legge nella nota.

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Sondaggi, FdI in testa e il Pd arretra. Ma il rebus delle coalizioni riserva una sorpresa…

30 October 2026 at 14:49

Sondaggi, FdI sale al 28,1% e allunga sul Pd

Secondo l’ultima rilevazione Youtrend per Sky TG24, Fratelli d’Italia rafforza la propria posizione di primo partito italiano, mentre il Partito Democratico registra una flessione. È quanto emerge dal sondaggio diffuso il 30 ottobre, realizzato tra il 27 e il 28 ottobre 2026. Il partito guidato da Giorgia Meloni raggiunge il 28,1%, guadagnando 1,1 punti rispetto alla precedente rilevazione dell’8 ottobre. Si amplia così la distanza dal Pd, che perde mezzo punto e scende al 19,9%. Il divario tra le due principali forze politiche sale a 8,2 punti percentuali.

Stabile il Movimento 5 Stelle, che si conferma al 13,5%. Nel centrodestra, Forza Italia arretra di 0,4 punti e si attesta al 7%, la stessa percentuale raggiunta da Futuro Nazionale, che registra una flessione più consistente, pari a 0,8 punti.

Tra le altre forze politiche, spicca la crescita di Alleanza Verdi e Sinistra, che guadagna 0,6 punti e sale al 6,4%. La Lega avanza leggermente, raggiungendo il 5% (+0,2). Azione si attesta al 3,4%, mentre Italia Viva sale al 2,7%. Restano stabili Ora! all’1,2% e Noi Moderati all’1%. Sud Chiama Nord si ferma allo 0,8%, mentre le altre liste di centrosinistra raccolgono complessivamente l’1,5%. Gli altri partiti si attestano al 2,5%, in calo di 0,2 punti.

Il campo largo davanti al centrodestra

La fotografia delle coalizioni mostra un vantaggio del campo largo, che comprende Pd, Movimento 5 Stelle, Avs, Italia Viva e le altre liste, con una percentuale complessiva del 44%. Il centrodestra, composto da Fratelli d’Italia, Forza Italia, Lega, Noi Moderati e Sud Chiama Nord, si ferma invece al 41,9%. Il restante 14,1% si distribuisce tra le forze politiche esterne ai due schieramenti, tra cui Futuro Nazionale, Azione, Ora! e altre liste.

Governo Meloni, giudizio negativo al 64%

Il sondaggio registra anche un dato significativo sul giudizio degli italiani nei confronti dell’esecutivo. La valutazione negativa sull’operato del governo Meloni torna infatti ai massimi della serie: il 64% degli intervistati esprime un giudizio sfavorevole, mentre soltanto il 33% valuta positivamente l’azione del governo. Resta inoltre elevata la quota di indecisi e astenuti, che raggiunge il 33,9%.

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Seguro acusa partidos de inação e recusa fracasso

30 October 2026 at 14:45
Presidente da República lamenta insistência da classe política na "trica política" e exige que partidos e Governo cumpram "as suas funções". Garante que não vai parar de exigir um entendimento.

© PAULO CUNHA/LUSA

Caduti in Bosnia, Meloni e Crosetto al Villaggio Difesa: “L’Italia non dimenticherà”. Il cordoglio delle istituzioni 

30 October 2026 at 14:43

Tragedia nei Balcani, l’omaggio delle istituzioni: fiori e raccoglimento al Circo Massimo

La presidente del Consiglio Giorgia Meloni, insieme al ministro della Difesa Guido Crosetto, si è diretta al Villaggio Difesa per rivolgere un tributo alla memoria dei Caduti.

Le parole della Premier Meloni

“Simone, Claudio, Franco Adriano, Laura. Quattro vite spezzate mentre servivano l’Italia. Oggi il mio pensiero è per loro e per chi li ama. Insieme al ministro Guido Crosetto, ho deposto un mazzo di rose al Circo Massimo per rendere omaggio ai nostri quattro militari che hanno perso la vita in Bosnia”. Lo ha dichiarato Giorgia Meloni in occasione della memoria dei Caduti.

“Abbiamo voluto che – ha spiegato la premier sui social – il villaggio della Difesa, allestito in vista del 4 novembre, diventasse un luogo di raccoglimento aperto a tutti. Un luogo dove ogni italiano possa portare un fiore, lasciare un pensiero, fermarsi in silenzio. E far sentire alle famiglie dei nostri caduti la vicinanza di un’intera nazione. So che nessuna parola può colmare un’assenza così grande. Ma esserci è un dovere. Stringerci a chi soffre, custodire il ricordo di chi abbiamo perso, accompagnare i feriti e i loro cari in queste ore difficili”. “A chi vorrà venire al Circo Massimo, chiedo un gesto semplice: portate un fiore. In quel fiore ci saranno il vostro affetto, il vostro rispetto, il grazie dell’Italia. Simone, Claudio, Franco Adriano, Laura: non vi dimenticheremo”, ha aggiunto. 

Il cordoglio di Guido Crosetto

“Oggi è un giorno di dolore immenso. Simone, Claudio, Franco Adriano e Laura. Quattro vite spezzate mentre servivano l’Italia. Quattro persone che non ci sono più. Quattro famiglie alle quali nessuna parola potrà restituire ciò che hanno perduto. Da padre, da marito, da cittadino e da Ministro della Difesa, sento tutto il peso di questa tragedia. Quando uomini e donne delle nostre Forze Armate perdono la vita mentre svolgono il proprio dovere, non sono soltanto le loro famiglie a essere colpite. È tutta la nostra comunità che perde qualcosa.

E io, tutti noi della Difesa, oggi, sentiamo profondamente questa perdita. Sto andando in Bosnia, con il Capo di Stato Maggiore della Difesa per rendere omaggio ai nostri Caduti, per stare vicino ai nostri militari feriti, per accertarmi personalmente delle loro condizioni e portare loro la vicinanza tangibile e l’affetto di tutta la Difesa e del Paese”. Lo ha scritto su X il ministro della Difesa Guido Crosetto. 

“Vorrei poter trovare le parole giuste – ha aggiunto – poter dare una risposta, poter alleviare almeno un po’ il dolore di chi sta vivendo queste ore terribili. So che non sarà possibile. Ma ci sono momenti in cui non servono parole. Serve esserci. Guardare negli occhi le persone, stringere una mano, ascoltare, condividere il dolore ed aiutare, facendo sentire che nessuno sarà lasciato solo.

Oggi anche il Villaggio della Difesa al Circo Massimo però dovrà cambiare significato. Non sarà più un luogo nel quale festeggiare le Forze Armate, ma un luogo nel quale l’Italia potrà fermarsi, ricordare Simone, Claudio, Franco Adriano e Laura e stringersi idealmente alle loro famiglie e ai nostri feriti. E con loro ricordare tutti i servitori dello Stato che negli anni hanno perso la vita o sono stati feriti. La Difesa è una famiglia. E oggi è una famiglia ferita. Ma è anche una famiglia che non dimentica i propri membri e che non abbandona chi soffre. A Simone, Claudio, Franco Adriano e Laura va il mio pensiero più profondo. Ai loro cari il mio abbraccio. Ai nostri feriti, la promessa che saremo loro vicini, come sempre. L’Italia non dimenticherà”.

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Seguro pede informação ao Governo e autarquias sobre recuperação pós-Kristin

By: Lusa
30 October 2026 at 14:40

O Presidente da República disse esta sexta-feira em Leiria, concelho gravemente afetado pelo mau tempo, que pediu ao Governo, autarquias e outras entidades informação atualizada sobre o processo de recuperação, para a elaboração de um relatório de acompanhamento.

“O acompanhamento das consequências da tempestade Kristin não terminou com a minha Presidência Aberta. Nesse sentido, já solicitei ao Governo, às autarquias e demais entidades informação atualizada sobre o processo de recuperação, os resultados alcançados, as dificuldades que persistem e as medidas adotadas para prevenir situações de emergência”, afirmou António José Seguro.

O chefe de Estado discursava na Escola Secundária Afonso Lopes Vieira, estabelecimento de ensino que registou danos devido à depressão Kristin, em 28 de janeiro, e que foi requalificado com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência.

O chefe de Estado adiantou que, com base na informação que receber, “será elaborado um relatório de acompanhamento que permitirá fazer um balanço do trabalho realizado, identificar o que continua por resolver e avaliar as medidas necessárias para reforçar a segurança desses territórios”.

“Estive cá no dia a seguir a essa tragédia, estive cá depois, vim durante a Presidência Aberta, foi elaborado um relatório escrito, houve várias reuniões com o Governo, e agora quero avaliar como é que está a ser executado e quais foram os resultados de execução de todas as medidas, sabendo que várias delas funcionaram, estão a correr bem, outras se calhar menos bem”, declarou.

Sublinhando que “esta é a responsabilidade do Presidente da República, não deixar que os assuntos relevantes que têm impacto na vida das pessoas sejam esquecidos só porque já não abrem telejornais”, António José Seguro argumentou que “este trabalho é fundamental para garantir que as dificuldades vividas pelas populações não são esquecidas e que Portugal retira desta experiência os ensinamentos necessários para estar melhor preparado”.

“A prevenção, a resposta dos equipamentos e a capacidade de assegurar o funcionamento dos serviços essenciais têm de continuar a ser prioridades”, defendeu o Presidente da República.

No relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 6 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades, divulgado em maio, o Presidente da República considerou que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que “se acelerem apoios, se clarifiquem medidas” e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.

No início da sua intervenção, o chefe de Estado avisou que “para muitas famílias, empresas e comunidades, esta crise ainda não terminou”. “As consequências desta crise persistem e continuarão a persistir ao longo do tempo. E também por isso deve continuar a vigilância sobre os apoios, sobre a reconstrução e sobre a capacidade do país, e em particular do Estado, para retirar deste episódio as conclusões e as lições necessárias”, disse.

Ao longo da Presidência Aberta, as preocupações identificadas foram “a lentidão de alguns apoios, a persistência de situações por resolver, a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência, e a urgência de garantir que o território entra nos meses de maior risco em condições mais seguras do que aquelas em que saiu do inverno”.

Presidente da República afirma que não se consegue “avançar como país” sem coesão social

O Presidente da República defendeu ainda que sem coesão social o país não avança, destacando o acesso à saúde e habitação, e sublinhando a necessidade de existirem “condições essenciais” para que os sonhos das pessoas se possam concretizar.

“Não conseguimos avançar como país se não tivermos coesão social entre nós. Se uma parte da nossa população, pode ser minoritária, mas é uma parte de nós, de seres humanos, não tiverem acesso à saúde a tempo e horas, não tiverem acesso à habitação, não tiverem, no fundo, as condições essenciais para que os seus sonhos se possam concretizar”, disse António José Seguro, na Escola Secundária Afonso Lopes Vieira (ESALV), em Leiria, cuja requalificação inaugurou esta sexta-feira.

Para o chefe de Estado, o “deslaçar social começa precisamente, quando as pessoas sentem que não fazem parte, que não beneficiam da riqueza e do progresso que é gerado”. Sublinhando que este é “um país de progresso, de criação de riqueza, de ambição e de gente excelente”, o Presidente da República reforçou que Portugal precisa “tratar desta coesão social como de pão para a boca, para garantir que, de facto, todos” se sentem “membros de uma mesma comunidade”.

António José Seguro constatou que existem “demasiados instrumentos que nos destroem e, sobretudo contribuem para nos pôr uns contra os outros”. “E fazem isso com uma rapidez enorme, sem nos dar sequer tempo para refletirmos, como se estivéssemos obrigados a ter de agir no segundo seguinte. Muitas das vezes desrespeitando os outros e, na maior parte das vezes acusamos, julgamos e sentenciamos, sem que o outro tenha a possibilidade sequer de se expressar”, adiantou.

O chefe de Estado acrescentou que parece que se vive em “condomínios fechados”, onde não se ouve, nem se percebe “que há uma diferença no outro”, o qual se deve “ouvir” e “respeitar”.

Perante uma sala com professores e alunos, entre outras entidades, o Presidente da República observou que a “escola não é apenas um conjunto de salas onde um professor tem atrás de si um quadro ou um projetor e tem na sua frente alunos que devem estar com atenção”. “A escola é um lugar de encontro, onde vão pessoas que querem aprender. É evidente que uns têm a missão de ensinar, mas verdadeiramente também aprendem. A escola tem de ser um espaço de diálogo e de encontro. Uns têm a missão de ensinar, outros têm o dever de aprender”, acrescentou.

Apontando que na ESALV coabitam quase 30 nacionalidades, António José Seguro elogiou a forma como esta escola foi “capaz de encontrar soluções diferenciadoras para quem precisa dessa diferença” e “ter condições para ter as mesmas oportunidades em função das suas competências”, o que é o “papel de um Estado Social” e “da escola”, disse, abordando ainda o espaço dedicado a jovens com necessidades específicas.

“As pessoas que lá trabalham todos os dias com os vossos colegas têm uma coisa que não há salário nenhum que pague, que é um coração e uma disponibilidade enormes. Numa altura em que coração, amor, felicidade, empatia e fraternidade parecem uma banalidade, pois o vosso Presidente da República considera que devemos não ter vergonha de utilizar essas palavras em público”, disse, dirigindo-se aos alunos.

Por outro lado, o Presidente da República deve concretizá-las “com exemplos concretos” como os que existem naquela escola, notou. Por isso, António José Seguro frisou que aquela “escola é mais do que paredes, é mais do que cimento, é mais do que vidro, é mais do que madeira”, “é coração, inteligência e, sobretudo, sensibilidade”.

Reforçando que é a “coesão social que preocupa o Presidente da República nos tempos atuais”, o chefe de Estado apontou que os “jovens são os melhores aliados para compreenderem o valor da solidariedade e da generosidade”, porque são aqueles que verdadeiramente ainda “têm o coração mais puro, para darem esses contributos para criar um país coeso”.

La carta della conservazione tranquilla? Farà vincere Meloni. La previsione di Pombeni

30 October 2026 at 14:37

Meloni, Calenda, il centro, Vannacci, il proporzionale. Una bussola per le elezioni politiche l’ha fornita a Formiche.net il politologo Paolo Pombeni che, partendo dai sommovimenti al centro (come De Luca e Calenda) disegna il perimetro del centrodestra a guida Meloni, con due punti fissi: la ragionevole conservazione di Fratelli d’Italia, con cui la premier può puntare al bis e l’effetto sorpresa che sta svanendo per l’ex generale anti Ue.

La nuova legge elettorale con il proporzionale costringe i partiti a prestare attenzioni ai territori, dopo gli anni di listini bloccati e candidati calati dall’alto?

Sì e no. Sì, perché ovviamente bisognerà raccogliere il maggior numero di voti possibile con l’astensionismo che c’è, e no perché il problema dei territori è indubbiamente “il” problema: comunque le liste verranno gestite dalle segreterie e lo spazio per le preferenze sarà minimo. Dunque alla fine i partiti sono convinti che ciascuno avrà i suoi supporter.

In questo senso bisogna leggere l’apparentamento del movimento di Cateno De Luca con il centrodestra, dopo che negli anni passati si parlava molto di un civismo solo a sinistra?

Credo che più che altro sia un effetto simulazione. Secondo me un civismo di destra non è propriamente così visibile.

Crede che sia la strada possibile per disinnescare Vannacci, che nel frattempo si sta sgonfiando?

Sì, concorre anche questo ma da questo punto di vista il centrodestra ha al suo interno risorse sufficienti per misurarsi. Inoltre il momento di fortuna di Vannacci si sta esaurendo.

L’ex generale ancora qualche giorno fa ha parlato di un tema come l’Italexit che sembrava essere uscito dai radar della politica italiana. Crede che dinanzi agli elettori questo sia un disco rotto, rispetto a elementi più programmatici come per esempio il nucleare o il piano casa?

Sì, credo di sì. Il tema di poter uscire dall’Europa non è nella nostra tradizione: la Brexit funzionava perché gli inglesi hanno, sia pure pagandola a caro prezzo, una tradizione di isolazionismo. Invece l’isolazionismo italiano non è mai esistito e il sovranismo coinvolge solo delle minoranze.

La rottura rispetto al passato è rappresentata dalla stabilità di questo governo: è un trend ormai riconosciuto?

Il problema è che non esiste più quell’impulso alla mobilità fra le classi dirigenti che è esistito per molto tempo. Ormai la situazione si va abbastanza stabilizzando soprattutto io direi nel centrodestra, nel centrosinistra no. Prevale l’idea di una coalizione che non intende dividersi, pena la sconfitta elettorale. Anche lo stesso Salvini fa solo spettacolo con le sue uscite, poi una volta giunto il momento di governare rientra nei ranghi.

Come si intreccerà il centrismo di Calenda e Marattin in questo scenario?

Sono due discorsi diversi. Calenda ha una sua capacità di stare sulla scena, lo ha dimostrato anche col suo background di competenza: poi purtroppo è eccessivamente solipsista, per cui non riesce a andare oltre un certo limite. Difficilmente si sposterà sul centrodestra, perché la sua forza è proprio quella di non piegarsi alla politica delle bandierine. Marattin invece è una novità assoluta, per cui non si sa se e quanto può riuscire ad incidere.

Qual è l’elemento che la presidente del Consiglio potrà giocare più di altri per raggranellare i voti mancanti al raggiungimento del famoso 42%?

La carta della conservazione tranquilla: una conservazione ragionevole può essere pagante. Magari potrebbe fare una cosa che finora non ha fatto, cioè cercare di mostrare che va al di là dell’idea partitica in sé.

14h. Ranking Escolas. ME pede cautela na leitura do ranking

30 October 2026 at 14:12
O ranking do ensino secundário tem em conta os resultados obtidos nos exames nacionais. Ainda,  PCP quer reforçar em 900 milhões de euros o investimento público na habitação.

Vox se reúne con el Cercle d'Economia y Foment para trasladar su programa económico

30 October 2026 at 13:28
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El secretario general de Vox, Ignacio Garriga, y José María Figaredo, portavoz de economía y energía de esta formación, han trasladado durante la mañana de hoy el programa económico con el que concurren a las elecciones del 29-N al empresariado catalán. En encuentros por separado celebrados en Barcelona, se han reunido con  el presidente de Foment, Josep Sánchez Llibre, y con la junta del Cercle d´Economia, que encabeza  Teresa Garcia-Milà.

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Amigos, familiares y compañeros del PP despiden en Huelva a Fátima Báñez

30 October 2026 at 12:31
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Amigos, familiares y compañeros del PP han comenzado desde primera hora de este viernes a llegar al tanatorio de Huelva para despedirse de la exministra y presidenta de la Fundación CEOE, Fátima Báñez, fallecida en el accidente ferroviario que se produjo el pasado miércoles en la provincia de Toledo. La ministra será enterrada esta tarde en su pueblo natal, San Juan del Puerto. En paralelo, el PP de Huelva ha habilitado un libro de condolencias para todos aquellos ciudadanos que deseen rendir homenaje a su compañera Fátima Báñez.

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“Paralisi nella Procura antimafia sulle stragi”, il M5s sull’allarme di Di Matteo: “Gravissimo, lui e Melillo subito in Commissione”

30 October 2026 at 15:40

Una “paralisi sostanziale“. Il “gruppo stragi” che non lavora come dovrebbe per via della “mancata circolazione delle informazioni”. Dopo la notizia pubblicata da il Fatto Quotidiano relativa all’allarme lanciato da Nino Di Matteo nei confronti della gestione, da parte di Giovanni Melillo, della Procura nazionale antimafia, il Movimento 5 stelle ha chiesto che entrambi i magistrati vengano auditi in commissione Antimafia. E perciò ha scritto alla presidente Chiara Colosimo.

A interpellare l’esponente di Fratelli d’Italia, chiedendo che “quanto prima si provveda alle audizioni del sostituto procuratore” Di Matteo e del “procuratore nazionale Melillo”, poiché “quanto appreso dalle pagine de il Fatto Quotidiano è gravissimo”, sono i componenti del M5s nella commissione Antimafia: Stefania Ascari, Anna Bilotti, Federico Cafiero de Raho, Michele Gubitosa, Luigi Nave e Roberto Scarpinato. “La denuncia di Di Matteo – spiegano i parlamentari – ha una grandissima rilevanza istituzionale perché segnala una compromissione della piena funzionalità della Dna sul fronte del coordinamento delle indagini sulle stragi del 1992 e del 1993, con immediate ricadute anche sui lavori della commissione Antimafia”. Di Matteo, aggiungono, “denuncia con disagio e preoccupazione lo svuotamento delle funzioni e la paralisi sostanziale del ‘gruppo stragi’, a causa della mancata circolazione delle informazioni nel gruppo di lavoro. Se, come denuncia, il magistrato ha appreso dalla stampa e non dal suo ufficio di appartenenza le novità relative alla pista nera, a mafia-appalti e ad altri elementi del lavoro in corso in varie procure, siamo di fronte ad un fatto di allarmante gravità“.

La conclusione è che “sulla ricerca della verità sulle Stragi del ’92 e ’93 stanno succedendo troppe cose preoccupanti e oscure. La commissione Antimafia ha il dovere di arrestare la sua corsa verso l’oblio e riflettere su ciò che sta avvenendo sotto traccia, iniziando dalle audizioni di Di Matteo e Melillo”.

L'articolo “Paralisi nella Procura antimafia sulle stragi”, il M5s sull’allarme di Di Matteo: “Gravissimo, lui e Melillo subito in Commissione” proviene da Il Fatto Quotidiano.

Caso Master: Vorcaro aposta em perícia para tentar anular provas

30 October 2026 at 15:39

Uma perícia contratada pela defesa de Daniel Vorcaro identificou a criação e a modificação de centenas de arquivos no celular do ex-banqueiro após o aparelho ter sido apreendido pela Polícia Federal.

De acordo com o analista de Política Teo Cury, a defesa de Vorcaro quer entender o que aconteceu com o celular desde que ele foi apreendido pela Polícia Federal em novembro do ano passado. “É uma nova frente de estratégia, de ofensiva jurídica da defesa de Daniel Vorcaro”, afirmou Cury durante o Live CNN desta sexta-feira (30).

Vorcaro está preso de maneira ininterrupta desde março deste ano. Anteriormente, ele havia sido detido em novembro, depois colocado em prisão domiciliar e, mais tarde, voltou a ser preso.

Ao longo do primeiro semestre, a defesa tentou, sem sucesso, fechar acordos de delação premiada. Foram três rejeições, sendo duas pela PF e uma pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

De acordo com Cury, as autoridades avaliam que Vorcaro não tem como garantir as informações que oferecia, nem como apresentar provas ou assegurar o ressarcimento dos valores supostamente desviados no esquema.

“Ele apresentou uma série de coisas, mas a Polícia Federal falou: já consegui isso, ou já consegui sem a sua ajuda”, explicou o analista. Diante do fracasso nas negociações de delação, a perícia sobre o celular passa a ser a principal aposta da defesa para tentar anular o processo.

O argumento é o de que a prisão não pode ser mantida diante de dúvidas sobre a integridade da perícia do aparelho, que é considerado “a prova central da Operação Compliance Zero”.

A tese é a de que, se confirmadas as alterações indevidas no dispositivo, a veracidade das informações que embasam grande parte da investigação ficaria comprometida, podendo levar à anulação do caso.

O que a perícia particular indentificou

Além da criação e modificação de arquivos, o laudo elaborado pelo perito Marcos Monteiro, a pedido dos advogados de defesa, aponta ainda possíveis falhas na chamada cadeia de custódia do dispositivo. No entanto, o documento não indica quem realizou as alterações e tampouco conclui que tenha havido uma adulteração deliberada.

O celular em questão é o mesmo que foi apreendido com Vorcaro na noite de 17 de novembro, quando ele foi detido no aeroporto de Guarulhos, prestes a embarcar para os Emirados Árabes Unidos em um jatinho particular.

De acordo com a perícia particular, o maior volume de modificações teria ocorrido no dia 18 de novembro, horas após a prisão de Vorcaro. Nessa data, 657 arquivos teriam sido modificados, sendo 59 deles bancos de dados.

Além disso, outros 436 arquivos teriam sido criados no mesmo dia, entre eles 222 de preferências do sistema, 94 imagens no padrão iPhone e 5 bancos de dados. O sistema do próprio aparelho registra ainda três conexões via cabo USB nessa mesma data.

O laudo aponta ainda outras duas datas relevantes: 23 de novembro e os dias 13 e 14 de maio, quando 340 arquivos teriam sido alterados.

No total, durante todo o período em que o aparelho esteve sob custódia da Polícia Federal, a perícia contabilizou alterações ou criações de 999 arquivos, incluindo o principal banco de dados do WhatsApp, que registra histórico de conversas, chamadas, grupos e informações sobre mídias.

Essa alteração no banco de dados do WhatsApp também teria ocorrido no dia 18 de novembro.

A perícia deixa claro que não é possível identificar quem operou o celular, se houve intervenção humana intencional ou qual foi a extensão real das alterações. O documento também não permite determinar quem manuseou o aparelho entre o momento da apreensão e a chegada à perícia da Polícia Federal.

As chamadas falhas na cadeia de custódia dizem respeito justamente a esse intervalo, durante o qual o dispositivo esteve em posse das autoridades.

Com base nesse relatório, a defesa de Vorcaro apresentou dois pedidos: o acesso à íntegra dos dados do aparelho, já que afirma ter tido acesso apenas a relatórios produzidos por programas de computador, e a revogação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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