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Alcoutim recebe 9.ªs Jornadas da Rede de Museus do Algarve

29 October 2026 at 19:21

‘ARQUEOLOGIA PARA TODOS: MEDIAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO PATRIMÓNIO’ é o tema central das 9.as Jornadas da Rede de Museus do Algarve (RMA), que terão lugar este ano em Alcoutim, no Espaço Guadiana, no próximo dia 20 de novembro, pelas 9h30, organizadas pela RMA e pelo Município de Alcoutim, cujos objetivos essenciais da Arqueologia, passam por produzir conhecimento sobre a ocupação humana, num qualquer território ao longo do tempo.

Mas como se transformam os dados científicos em mensagens entendíveis, que despertem o interesse e promovam uma verdadeira aproximação ao Património Arqueológico? Que ferramentas, linguagens e narrativas permitem traduzir esta ciência para o grande público? Como conceber os espaços museológicos, sítios arqueológicos visitáveis e estratégias de comunicação, de forma acessível, inclusiva e rigorosa?

Estas são algumas das questões com que profissionais e museus se debatem na comunicação do património arqueológico.

No cerne desta reflexão, encontram-se as estratégias de mediação que tornem o Património Arqueológico mais acessível, impulsionando o diálogo com as comunidades num relacionamento de proximidade com a sua evolução histórica, entre passado e presente, promovendo o sentido de pertença identitária e de valorização da sua herança coletiva.

As 9.as JORNADAS da RMA, serão assim um espaço aberto a todos para explorar, debater, refletir e partilhar experiências em torno dos desafios, metodologias e boas práticas de comunicação da arqueologia, reunindo um conjunto de especialistas e técnicos de diversas instituições, conforme programa abaixo.

As inscrições para a assistência nas Jornadas decorrem até 13 de novembro (sujeitas aos lugares disponíveis). A participação é gratuita e encontra-se sujeita ao preenchimento de ficha de inscrição, disponível clicando aqui.

Para mais informações os interessados poderão contactar a Unidade de Cultura, Património Cultural e Turismo, da Câmara Municipal de Alcoutim, através do telefone 281 540 545/281 540 555, ou a organização das Jornadas através do e-mail RMA – Museus do Algarve: rede.museusdoalgarve@gmail.com .

Hallan en Túnez una casa númida de hace 2.400 años pegada a una muralla: así vivían los vecinos de Cartago

Entre el 16 de septiembre y el 6 de octubre de 2026 se ha celebrado la segunda campaña de excavación en Sidi Saïd, un poblado númida situado en Bargou, en la provincia tunecina de Siliana. Forma parte del acuerdo de cooperación entre el Instituto Nacional del Patrimonio de Túnez (INP) y el Instituto Catalán de […]

El armario que nadie volvió a abrir en Pompeya desvela los recuerdos de una vida sepultada por el Vesubio

29 October 2026 at 14:52

Pompeya es una ventana abierta a la vida cotidiana de la Antigüedad que no deja de sorprender. Cada descubrimiento permite asomarse un poco más a las costumbres y a la intimidad de quienes un aciago día del año 79 vieron cómo el Vesubio despertaba con furia y truncaba su existencia. 2 000 años después de la catástrofe, los arqueólogos han encontrado un armario que nadie volvió a abrir desde la erupción del volcán y que conservaba los recuerdos de toda una vida. Utensilios de maquillaje, un quemador de perfumes, un collar con amuletos infantiles y un pequeño tesoro de 38 monedas de bronce: son algunos de los objetos que alguien guardó en un mueble dentro de una casa pompeyana y que nunca volvió a recuperar. La erupción del volcán sepultó la antigua ciudad romana y conservó intacto, como congelado en el tiempo bajo las cenizas, un pequeño universo de recuerdos y pertenencias personales que ahora vuelve a ver la luz.

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© Parque Arqueológico de Pompeya

Vasijas del armario de Pompeya.

Laser mapeia a Amazônia e descobre antigas aldeias ligadas por estradas de até 2 km, mostrando uma ocupação planejada da floresta antes dos europeus

29 October 2026 at 12:40

Muito antes da chegada dos europeus à América, a Amazônia já abrigava cidades conectadas por estradas, com praças, moradias e áreas destinadas ao cultivo de alimentos. Vestígios dessas construções, que começaram a surgir há cerca de 2.500 anos, foram identificados no Equador e revelam uma extensa rede de comunidades escondida sob a vegetação.

A descoberta foi detalhada em um estudo publicado na revista Science, em janeiro de 2024, sob a liderança do arqueólogo francês Stéphen Rostain. Para investigar a região, os pesquisadores combinaram escavações realizadas ao longo de décadas com imagens obtidas pela tecnologia LiDAR, que utiliza pulsos de laser para mapear o relevo mesmo em áreas cobertas pela floresta.

O que o laser encontrou na floresta amazônica?

No Vale do Upano, próximo à Cordilheira dos Andes, foram identificadas mais de 6 mil plataformas de terra e pelo menos 15 assentamentos, espalhados por aproximadamente 300 quilômetros quadrados. Muitas plataformas estavam distribuídas ao redor de praças e provavelmente sustentavam construções de madeira.

Entre os achados mais impressionantes estão as estradas que ligavam diferentes comunidades. Algumas eram largas, retas e escavadas no terreno, formando uma rede de caminhos que se estendia por vários quilômetros e facilitava a circulação entre os núcleos habitados.

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Os pesquisadores também encontraram vestígios de terraços agrícolas, campos de cultivo e sistemas de drenagem. Essas estruturas indicam que os moradores adaptavam o terreno às necessidades do cotidiano, combinando espaços de moradia com áreas destinadas à produção de alimentos.

Quem eram os habitantes dessas antigas cidades?

As construções estão associadas principalmente às culturas Kilamope e Upano, que viveram na região em diferentes períodos. De acordo com as análises arqueológicas, a construção das primeiras plataformas começou por volta de 500 a.C., enquanto a ocupação ligada a esses grupos se estendeu até aproximadamente 300 a 600 d.C.

As estradas e a disposição das construções sugerem que os habitantes mantinham relações entre diferentes comunidades. A existência de praças e áreas agrícolas também mostra que havia uma organização dos espaços utilizados para morar, circular e produzir alimentos.

Os vestígios ajudam a reconstruir a história da Amazônia antes da colonização europeia e mostram que populações indígenas já construíam estradas, organizavam comunidades e cultivavam alimentos em áreas da floresta há milhares de anos.

Descubren en Pompeya un armario lleno de recuerdos de la infancia, cosméticos, pesas, 38 monedas y un collar de amuletos

Cuando la corriente de ceniza y gas ardiente entró en la habitación, el armario seguía en pie. La madera tardó casi veinte siglos en pudrirse, pero la ceniza ya se había endurecido a su alrededor y conservó el vacío, así que los arqueólogos del Parque Arqueológico de Pompeya se encontraron con algo parecido al molde […]

Encuentran la tumba de una mujer celta que fue enterrada con un cordero y un brazalete de lodo fosilizado en Baviera

Cuando una empresa planea un polígono industrial, lo último que espera encontrar bajo el suelo es una necrópolis. Eso fue lo que ocurrió en 2024 en la St.-Florian-Straße, en Senden, una localidad de unos 23.700 habitantes del distrito de Neu-Ulm, en la región bávara de Suabia. Senden queda en el límite con Baden-Wurtemberg, pegada a […]

Um eclipse antigo, um erro de 8 km e uma descoberta inesperada sobre o passado da Terra

By: ZAP
29 October 2026 at 07:20
Um registo chinês de um eclipse com 2700 anos está a ajudar os cientistas a reconstruir a rotação da Terra. A 17 de julho de 709 a.C., o Sol desapareceu sobre uma antiga capital chinesa. Alguém registou o acontecimento extraordinário e deixou um relato breve que havia de sobreviver mais de 2700 anos. Agora, essa observação antiga está a ajudar os cientistas a reconstruir a que velocidade a Terra rodava há milhares de anos, conta o ZME Science. Ao juntar textos históricos, arqueologia e cálculos astronómicos modernos, uma equipa de cientistas resolveu uma velha discrepância sobre o local do eclipse.

El misterio del trozo de piedra que resultó ser una diosa romana

29 October 2026 at 04:30

Esos pliegues tallados como si estuviesen mojados hasta dibujar el ombligo; la torsión de la cadera; ese mármol blanco de fina factura. El investigador Diego Romero Vera ya intuía que ese trozo de piedra que encontró arrumbado en el patio de un convento de Lebrija (Sevilla), maltratado por el verdín y el cemento, no era un bloque de acarreo cualquiera.

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Recreación del trozo de mármol localizado en el patio del convento de San Francisco de Lebrija y que un estudio científico atribuye a la diosa Venus, protectora de la ciudad sevillana en su pasado romano, en una imagen cedida por el arqueólogo Diego Romero.

Una espada ritual nurágica encontrada bajo un aparcamiento en Cerdeña revela un asentamiento de la Edad del Bronce que pervivió hasta la Edad Media

Loculi es un pueblo de poco más de 500 habitantes en la comarca de la Baronia, a 34 kilómetros de Nuoro, en el interior oriental de la isla de Cerdeña. Nada en su aspecto invitaba a pensar que bajo una de sus calles hubiera algo de este tamaño, pero en 2019 empezaron a aflorar estructuras […]

Encontradas pegadas de cão com 4000 anos num tijolo de uma cidade da Idade do Bronze

By: ZAP
28 October 2026 at 11:00
Arqueólogos turcos descobriram pegadas de cão com cerca de 4000 anos preservadas num tijolo de barro proveniente de um edíficio casa da Idade do Bronze destruído por um incêndio em Tavşanlı Höyük, no oeste da Turquia. O ministro da Cultura e Turismo da Turquia, Mehmet Nuri Ersoy, anunciou a descoberta numa publicação nas redes sociais. Segundo o governante, o tijolo preservou um pequeno vestígio da vida quotidiana de há quatro milénios. De acordo com a La Brújula Verde, a peça foi encontrada durante escavações em Tavşanlı Höyük, na província de Kütahya. Ersoy descreveu o sítio como um dos maiores centros

Una mina de Extremadura rivalizó con los Alpes como gran proveedora de cobre de Europa en la Edad del Bronce, llegando hasta Escandinavia hace 3.000 años

Cuando pensamos en de dónde salía el metal de la Edad del Bronce, la mirada suele irse a los Alpes austriacos o a Gales. El sur de la península ibérica, que tiene una de las mayores concentraciones de cobre de Europa, quedaba en segundo plano sobre todo porque apenas se había excavado. Un estudio publicado […]

Encuentran seda de hace 3.000 años en las enigmáticas máscaras de Sanxingdui, una cultura sin textos conocidos: ¿pudieron usarla como soporte para escribir?

En la superficie de algunas de las máscaras de bronce más espectaculares de China, bajo la tierra y la corrosión, quedaban restos de tela. Un equipo de arqueólogos y especialistas en conservación del patrimonio ha analizado esos residuos adheridos a objetos de las fosas rituales de Sanxingdui y ha comprobado que todas las muestras examinadas […]

El hallazgo de una gran muralla en La Almoloya amplía el misterio de la sociedad argárica: ¿por qué levantarla en una ciudad inexpugnable?

28 October 2026 at 04:30

La sociedad argárica perduró unos 650 años (2200 a 1550 a. C.) y se extendió por un territorio de unos 35.000 kilómetros cuadrados en las actuales provincias de Murcia, Almería, Granada, Alicante, Jaén y Ciudad Real. Se desconocen las causas de la desaparición de esta sociedad que debatía sus problemas en una especie de parlamento (un espacio de deliberación política que numerosos expertos consideran el primero de la historia), estaba dividida en clases sociales, sufría una enorme violencia social, dominaba la orfebrería y habitaba ciudades encaramadas en altozanos fuertemente protegidos.

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Vista del farallón de La Almoloya que protegía a la ciudad desde el suroeste.Tapones de oro de lóbulo de oreja de la tumba 38 de La Almoloya.

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© EPV

Imagen aérea de La Almoloya. En la parte inferior, primer tramo de muralla desenterrada.

Foi sob Roma que a população ibérica mais se transformou

By: ZAP
27 October 2026 at 11:00
Os romanos alteraram mais a genética da Península Ibérica do que as invasões que se seguiram, conclui novo estudo. Pelo caminho, investigadores descobriram dois irmãos sepultados a 725 quilómetros de distância. A análise do ADN de centenas de habitantes da Península Ibérica revelou que o domínio romano provocou alterações genéticas mais profundas do que as migrações dos povos germânicos que se seguiram. O novo estudo, publicado na revista Cell, concluiu que a presença romana na Península Ibérica teve um impacto genético muito superior ao das migrações que acompanharam a queda do Império Romano, vários séculos mais tarde. Os investigadores analisaram

Encuentran huellas de perro de hace 4.000 años en una ciudad de la Edad del Bronce anatolia que fue arrasada por el fuego

Un animal pisó un ladrillo de barro cuando aún estaba blando y dejó marcadas las patas. El ladrillo se usó después en el muro de una casa, la casa se incendió y se vino abajo, y unos 4.000 años más tarde los arqueólogos lo han recuperado entre los escombros con las huellas todavía visibles. El […]

Descubren en Egipto la tumba de un alcalde de hace más de 4.000 años, anterior a Hipócrates, enterrado con instrumentos que parecen de médico

En muchas tumbas egipcias los objetos delatan el oficio del difunto: el escriba con su paleta, el soldado con sus armas. En la que acaba de salir a la luz en Saqqara ocurre algo distinto. Dentro del pozo funerario de un hombre llamado Weni aparecieron varios instrumentos de bronce que, según los arqueólogos, pudieron usarse […]

Hace 2000 años sus propios compañeros apuñalaron y arrojaron a un pozo a un soldado romano del sur de Europa que medía 1,90 en la antigua Flevum

En 1977, unos arqueólogos aficionados excavaban el solar de un antiguo fuerte romano en Velsen, en la costa de Holanda Septentrional, y dieron con un pozo. En el fondo reposaba el esqueleto casi completo de un hombre que aún llevaba el cinturón militar. A su lado había una daga, un anillo, una fíbula (el broche […]

Descubren que la ciudad de Chipre que recibía mercancías de Cerdeña, la India y el Báltico en plena Edad del Bronce tiene más de 3600 años

Muy cerca del aeropuerto de Larnaca, en la costa sureste de Chipre, hay hoy un lago salado. Hace unos 3.500 años era una bahía protegida del mar Mediterráneo, y en su orilla se levantaba una ciudad de hasta 50 hectáreas. Es medio kilómetro cuadrado, el equivalente a un cuadrado de unos 700 metros de lado […]

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