Carneiro já sabe o que quer alterar no OE e traz novidades nas rendas e no travão fiscal nos combustíveis. Chega não fecha a porta a algumas medidas, abrindo caminho a "coligações negativas".
PS absteve-se no Orçamento, mas o preço é claro: o PSD deve retribuir condições de governabilidade se o PS vencer eleições. E se o Chega ganhar, César não descarta um bloco central.
Ventura diz que o OE não responde ao custo de vida e aumenta impostos, mas garante abertura a propostas "orçamentalmente aceitáveis". A votação na generalidade acontece esta quarta-feira.
Um politólogo, um filósofo e um sociólogo abrem caminho ao "Contamos Todos", a plataforma de Carneiro para captar independentes e gerar ideias programáticas -- uma fórmula que recupera tradição do PS.
Líder socialista dá pontapé de saída na preparação do programa eleitoral do partido com conferência que contará com o polítólogo Tiago Fernandes, o filósofo Daniel Innerarity e o sociólogo Robert Fishman.
Juíza Maria Benedita Urbano falou na dificuldade de classificar um partido de fascista e não aquilo que é dito num vídeo divulgado nas redes sociais. TC desmentiu ter pedido de extinção do Chega.
PS e Chega exigem esclarecimentos ao primeiro-ministro — ainda que Ventura não conteste ação policial. Moreira da Silva critica "decisores". À esquerda, pressão estende-se ao Presidente Seguro.
Movimento criado por António José Seguro antes da campanha presidencial fez primeira conferência com recomendações sobre futuro do jornalismo e IA. Defende apoios a jornais por entidade independente.
José Luís Carneiro intensifica pressão sobre Montenegro com novo artigo de opinião, apelando ao "sentido de Estado" do PSD para afastar a habitação de "alinhamentos conjunturais".
Socialistas reúnem-se para validar proposta do líder para viabilizar Orçamento do Governo pela abstenção. Ao mesmo tempo procuram mostrar distância, mas com conta, peso e medida.
Com protestos pela habitação na rua e o OE em debate, o PS tenta equilibrar oposição ao Governo e imagem responsável (com mais um apelo a entendimento). Comissão Política reúne-se esta quarta-feira.
Carneiro evita comprometer-se com uma segunda fase da privatização, mas a nova formulação do partido é menos fechada do que até aqui. Tema provoca resistência interna. Pedro Nuno Santos é contra.
Os socialistas veem nas divisões do PSD um trunfo, mas não ignoram os riscos do regresso de Passos: eleições antes de estarem prontos e uma possível maioria de direita com Chega e IL.
Socialistas querem crédito por processo que iniciaram, lembrando que Montenegro teve dúvidas. Defendem que Estado mantenha posição estratégica e que uma venda total passe por diálogo no Parlamento.
Líder do PS pressionar Montenegro a despachar Luís Neves e garante estabilidade no OE. Quanto à defesa que Passos faz de acordos com o Chega, diz que é “o regresso aos três Salazares”.
Carneiro na Comissão Nacional ao estilo Passos Coelho 2012 e o "que se lixem as eleições": "Não fui eleito para pensar no partido." Mas está a medir forças com Chega e vai à luta da especialidade.