Detido na Maia por tráfico de droga e ameaças

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Peak oil is real and we must prepare for its exhaustion now as it'll be too late once the price is spiking, says Richard Lyon as he responds to Tilak Doshi's review of his book The Energy Trap.
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Production: By Europod, in co-production with Sphera Network.
EUobserver is proud to have an editorial partnership with Europod to co-publish the podcast series “Briefed” hosted by Léa Marchal. The podcast is available on all major platforms.
Find the full transcript below:
European gas storage levels are unusually low for this time of year, reaching their lowest autumn level since 2011.
With Russian gas imports set to end in 2027, could Europe face a tougher challenge in the months ahead?
First, how do Europe’s gas reserves work? EU countries fill underground gas storage sites during spring and summer, when demand is lower, and draw on these stocks during the winter, when heating pushes consumption up.
Since 2022, the EU has required member states to ensure their gas storage facilities reach 90 percent of capacity by a deadline between 1 October and 1 December. That helps secure supplies ahead of winter.
But this year, stocks are well below that target, at just over 70 percent in early October. They still have time to rise before the deadline, but the situation is attracting attention.
Does that mean Europeans are at risk of running out of gas this winter? According to the European Commission, no. It acknowledges that storage levels are low compared with previous years, but says the EU’s gas system should still be flexible enough to meet demand this winter.
That said, a colder or longer winter than expected, or disruptions to supplies in other parts of the world, could put additional pressure on the market. Especially at a time when the EU is preparing to phase out Russian gas imports in 2027.
The EU has adopted a gradual ban, with transitional arrangements for existing long-term contracts.
Russian liquefied natural gas, or LNG, is due to be phased out completely from January 2027 only. Russian gas delivered by pipeline will follow later, with the deadline set for the end of September 2027.
And Russian gas still accounted for around 12 percent of EU gas demand through May 2026. Imports even increased in the first months of this year compared with the same period in 2025, amid disruptions to energy flows linked to the war in the Middle East.
So, from January, Europe will lose one source of supply. Which means Europe should try and reduce its gas consumption.
But it’s easier said than done, particularly as winter approaches. Heating needs depend heavily on temperatures, and households cannot simply stop heating their homes.
Still, Europe has shown in the past that consumption can fall significantly. After Russia’s full-scale invasion of Ukraine in 2022, the European Commission called on member states to reduce their gas demand by 15 percent.
And they succeeded: their gas demand fell of around 18 percent, compared with the previous five-year average. A few months ago, following the escalation of the war in the Middle East, the Jacques Delors Institute recommended reviving efforts to reduce gas demand.
That being said, the reduction achieved in 2022 was partly helped by a mild winter and greater use of alternative energy sources, including coal and nuclear power.
Those options may help again, but they come with limitations. Much will depend on the weather and how long the winter lasts.
Which doesn’t mean Europe should not call for lowering the demand and accelerate the deployment of renewable energy.
Carbon Brief claims that wind and solar power saved the UK from gas imports worth £5.9bn during the Hormuz crisis. Not mentioned, says Paul Homewood, is that the wind and solar power cost more.
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No primeiro dia da Assembleia Geral da ONU, o governo de Donald Trump publicou um comunicado conjunto com 14 países da América Latina – Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago – anunciando ações conjuntas para combater organizações que os EUA designaram como terroristas. Entre elas estão as brasileiras PCC e CV.
Pouco antes, no seu discurso na ONU, Trump afirmara que os cartéis de drogas “são o Estado Islâmico do hemisfério” e seus membros “devem ser executados, exilados ou detidos como inimigos combatentes”.
Um nome, entretanto, chama atenção: o Cartel de Los Soles está listado entre as 24 organizações “narcoterroristas” que devem ser combatidas.
Acontece que o Cartel de Los Soles não existe. O nome é uma gíria que os venezuelanos usam para se referir à corrupção por parte de militares – algo como “petralhas” ou “bolsominions”.
Como a Agência Pública revelou em uma reportagem no início do ano, a narrativa sobre a existência do Cartel de Los Soles foi criada pelo Departamento de Justiça no primeiro governo de Donald Trump, para embasar o indiciamento criminal de Nicolás Maduro e mais 14 membros do governo venezuelano. A acusação afirmava que Maduro “ajudou a gerir e, por fim, a liderar o Cartel de los Soles à medida que ganhava poder na Venezuela” e que “enquanto a maioria das organizações de tráfico de drogas na América do Sul e Central procurou recuar da importação de narcóticos para os Estados Unidos (…) o Cartel de los Soles, sob a liderança de Maduro Moros e outros, priorizou o uso da cocaína como uma arma contra os Estados Unidos, ao importar o máximo de cocaína possível”.
Depois, em novembro de 2025, a pretensa organização foi designada pelo Departamento de Estado como uma Organização Terrorista Estrangeira. Foi essa designação que deu uma capa de legalidade para a invasão militar da Venezuela.
Mas nem mesmo o Departamento de Justiça tem segurança sobre as acusações de que o Cartel existe. Enquanto no primeiro documento de indiciamento contra Maduro, de 2020, ele é acusado de “chefiar o cartel de Los Soles” e a suposta organização é mencionada 32 vezes, no indiciamento final, emitido depois da captura de Maduro, o Cartel é citado apenas duas vezes, e descrita como um “sistema de patronagem administrado por aqueles no topo” – e não mais como uma organização de tráfico de drogas.
Existem definições técnicas na Convenção contra o Crime Organizado Transnacional da ONU que determinam o que é uma organização criminosa internacional: um corpo organizado com uma estrutura e hierarquia, divisão de tarefas e continuidade temporal; autonomia em relação ao Estado; e comprovação da sua existência por investigações policiais. O Cartel de Los Soles não se enquadra em nenhum destes aspectos.
A adoção ampla de uma organização que não existe pelos 14 países que fazem parte do Escudo das Américas demonstra a supremacia do governo norte-americano nas ações do grupo.

Os 14 países que fazem parte do Escudo das Américas, iniciativa lançada em março deste ano, são todos governados por aliados de Trump na direita continental. Ontem, em comunicado conjunto, eles prometeram impor, “congelamento de ativos; restrições de imigração e de visto para membros, associados e apoiadores dessas organizações; e a responsabilização criminal de indivíduos que, conscientemente, forneçam apoio material — incluindo apoio logístico — a tais organizações”.
México e Brasil, os dois maiores e mais ricos países do continente, não fazem parte do Escudo. Ambos sofrem pressões políticas dos EUA para enfraquecer seus governos, com orientação à esquerda.
O grupo também prometeu pedir à OEA (Organização dos Estados Americanos) uma resolução que “promova e facilite a ação coletiva contra organizações narcoterroristas no âmbito do Tratado do Rio”. Assinado em 1947, o Tratado do Rio estabelece que um ataque armado contra qualquer país americano é considerado um ataque contra todos. A ideia seria militarizar de vez o combate ao narcotráfico sob a liderança dos EUA, como uma “Otan” latinoamericana.
Para Fulton Armstrong, ex-diretor para temas interamericanos do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, este tipo de iniciativa “não funciona” e pode aumentar tensões continentais.
“À medida que fica claro que designar criminosos como terroristas e atacá-los como alvos militares não funciona, é natural que os países procurem atores externos – incluindo seus vizinhos – para botar a culpa. O exemplo clássico foi a Colômbia, que produz e trafica quantidades recordes, mas transferiu a culpa para a Venezuela. Os Estados Unidos, que consomem as drogas que passam pela América Central e pelo México, culpam esses países pelo problema. A maior parte dos narcóticos que passam pelo Brasil tradicionalmente tem como destino a Europa, mas Washington se reservou o direito de acusar o Brasil de não ser bom parceiro e de resistir às políticas dos EUA. A designação de terrorista politiza a questão e aumenta as tensões entre os vizinhos”, diz.
Para Fulton, a militarização da Guerra às Drogas não funcionou bem no passado. “Gastamos 16 bilhões de dólares no Plano Colômbia, e a produção de cocaína continua batendo recordes. A estratégia, além disso, aumenta a violência que afeta toda a sociedade, como vimos no México e em toda a América Central. Chamar os criminosos de ‘terroristas’ é politicamente conveniente, mas operacionalmente desastroso”.
O governo brasileiro resiste à designação de organizações como CV e PCC como terroristas, pois considera que isso permite ações de interferência dos EUA contra o sistema financeiro brasileiro e também ações militares. Em alerta enviado na semana passada, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) avaliou que o risco de interferência norte-americana contra o Brasil atingiu nível “crítico” justamente pela designação do PCC e CV como terroristas.
Depois de sanções contra pessoas e empresas brasileiras em julho por vínculos ao PCC, a Abin disse que isso “representa mudança de fase na escalada de sanções e interferência estadunidense”. Segundo a Abin, a interferência externa dos EUA sobre o Brasil ocorre de modo “gradual, combinado e adaptativo” que passa pelo enquadramento legal e pela construção de narrativa sobre atuação transnacional dos criminosos e sua vinculação com o sistema financeiro norte-americano.
Os EUA, com isso, “ampliam o potencial de efeitos extraterritoriais sobre bancos, fintechs, empresas, prestadores de serviços e cadeias produtivas brasileiras”, diz a Abin.

A Câmara Municipal de Loulé e a Comunidade Menos Pausas promovem o I Congresso Menos Pausas, um encontro dedicado à saúde da mulher e ao bem-estar, com o propósito de criar um espaço de partilha de conhecimento, experiências e inspiração. O evento decorre no dia 24 de outubro, no Hotel Tivoli, na Marina de Vilamoura.
O Congresso será inteiramente dedicado à menopausa e às diferentes dimensões associadas a esta importante fase da vida da mulher, contando com a participação ativa de profissionais de saúde, médicas de diferentes especialidades, psicólogas e especialistas em envelhecimento consciente, que irão abordar o tema de forma rigorosa, esclarecedora e fundamentada, partilhando conhecimento, experiência e ferramentas com todos os participantes.
Para além da componente científica e informativa, o Congresso incluirá também momentos de yoga, meditação e dança, proporcionando experiências de relaxamento, movimento e bem-estar, numa perspetiva integrada da saúde física, emocional e mental, aliada aos princípios do envelhecimento consciente.
Será, assim, um espaço de conhecimento, partilha e inspiração, onde a ciência se cruza com o bem-estar e com diferentes formas de cuidar de si, valorizando a mulher, as suas escolhas e o seu percurso ao longo da vida.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória.
As mudanças hormonais, a sexualidade e a alimentação nesta fase da vida da mulher, a saúde em geral ou as diferenças culturais na forma como a menopausa é vista entre os países Portugal/Espanha são alguns dos temas abordados pelas especialistas convidadas.
O evento será moderado pela fundadora da Comunidade Menos Pausas, Maria Alfaro.
Os interessados poderão inscrever-se aqui: https://forms.gle/SFgvtf61fSMatDrz9

KARACHI: Pakistan LNG Limited has issued a fresh tender on Wednesday to procure a spot LNG cargo for delivery between September 8 and 12, after rejecting the sole bid received for an earlier delivery window as too expensive. The state-owned buyer turned down an offer from BP Singapore at $26.969 per million British thermal units ... Read more
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Al 30 Ottobre 2026, l’ultimo dato disponibile per il PSV è quello del 29 Ottobre: 105,43 euro/MWh, pari a circa 1,127 euro/Smc. Il dato è un prezzo all’ingrosso e non coincide direttamente con il prezzo finale in bolletta, che comprende anche componenti di vendita, trasporto, oneri e imposte.
Il PSV mostra una netta tendenza al rialzo nel periodo osservato: dal valore di 75,01 euro/MWh del 1 Ottobre è salito a 105,43 euro/MWh il 29 Ottobre, con un incremento complessivo di circa il 40,6%. La crescita si è intensificata negli ultimi giorni: il 29 Ottobre il prezzo ha guadagnato il 5,66% sul giorno precedente, dopo gli aumenti registrati il 27 e il 28 Ottobre. La serie presenta comunque alcune oscillazioni giornaliere.
| Andamento giornaliero del PSV | ||
| Giorno | Valore medio nel giorno (euro/Smc) | Variazione percentuale |
| 29/10/2026 | 1,127 | +5,66% |
| 28/10/2026 | 1,067 | +0,48% |
| 27/10/2026 | 1,062 | +3,10% |
| 26/10/2026 | 1,029 | +4,20% |
| 25/10/2026 | 0,988 | +0,42% |
| 24/10/2026 | 0,984 | -0,70% |
| 23/10/2026 | 0,991 | +1,27% |
| 22/10/2026 | 0,978 | +0,41% |
| 21/10/2026 | 0,975 | -2,09% |
| 20/10/2026 | 0,995 | +2,04% |
| 19/10/2026 | 0,976 | +2,41% |
| 18/10/2026 | 0,953 | -0,07% |
| 17/10/2026 | 0,953 | +1,31% |
| 16/10/2026 | 0,941 | -0,45% |
| 15/10/2026 | 0,945 | -0,62% |
| 14/10/2026 | 0,951 | +2,89% |
| 13/10/2026 | 0,924 | +1,59% |
| 12/10/2026 | 0,910 | +3,92% |
| 11/10/2026 | 0,876 | -0,51% |
| 10/10/2026 | 0,880 | -0,02% |
| 09/10/2026 | 0,880 | +1,52% |
| 08/10/2026 | 0,867 | +1,83% |
| 07/10/2026 | 0,851 | +2,63% |
| 06/10/2026 | 0,830 | +0,06% |
| 05/10/2026 | 0,829 | +5,05% |
| 04/10/2026 | 0,789 | -0,03% |
| 03/10/2026 | 0,789 | -2,65% |
| 02/10/2026 | 0,811 | +1,13% |
| 01/10/2026 | 0,802 | n.d. |
Il PSV, acronimo di Punto di scambio virtuale, è il principale mercato all’ingrosso del gas naturale in Italia. È il punto virtuale della rete nazionale in cui gli operatori scambiano e bilanciano il gas. Il suo prezzo costituisce un riferimento importante per le forniture italiane e per alcune offerte indicizzate, ma il costo effettivo per il cliente finale dipende anche dalle altre voci della bolletta.
Il TTF, o Title Transfer Facility, è il mercato virtuale del gas naturale nei Paesi Bassi e rappresenta uno dei principali riferimenti europei per le quotazioni all’ingrosso. I valori riportati di seguito sono convertiti da euro/MWh a euro/Smc usando il coefficiente 0,01069.
Nel periodo disponibile il TTF è passato da 69,74 euro/MWh il 30 Settembre a 101,455 euro/MWh il 29 Ottobre, pari a circa 0,745 e 1,084 euro/Smc rispettivamente. Dopo una fase di oscillazioni tra fine Settembre e la prima parte di Ottobre, la serie ha evidenziato un aumento pronunciato. Negli ultimi giorni il prezzo è salito rapidamente, pur con un arretramento il 26 Ottobre, seguito da nuovi rialzi. La variazione giornaliera del 29 Ottobre è stata del 4,74%.
| Andamento del TTF negli ultimi 60 giorni | ||
| Giorno | Valore medio nel giorno (euro/Smc) | Variazione percentuale |
| 29/10/2026 | 1,084 | +4,74% |
| 28/10/2026 | 1,035 | -0,15% |
| 27/10/2026 | 1,037 | -0,54% |
| 26/10/2026 | 1,043 | +4,25% |
| 25/10/2026 | 1,000 | +0,20% |
| 24/10/2026 | 0,998 | +2,92% |
| 23/10/2026 | 0,970 | +2,76% |
| 22/10/2026 | 0,944 | +0,01% |
| 21/10/2026 | 0,944 | -0,78% |
| 20/10/2026 | 0,951 | -0,83% |
| 19/10/2026 | 0,959 | +1,86% |
| 18/10/2026 | 0,941 | +0,10% |
| 17/10/2026 | 0,940 | +1,50% |
| 16/10/2026 | 0,926 | +0,28% |
| 15/10/2026 | 0,924 | -1,01% |
| 14/10/2026 | 0,934 | +3,68% |
| 13/10/2026 | 0,900 | +1,19% |
| 12/10/2026 | 0,890 | +3,61% |
| 11/10/2026 | 0,859 | +0,11% |
| 10/10/2026 | 0,858 | +1,45% |
| 09/10/2026 | 0,846 | +1,76% |
| 08/10/2026 | 0,831 | +2,04% |
| 07/10/2026 | 0,815 | +2,84% |
| 06/10/2026 | 0,792 | -1,25% |
| 05/10/2026 | 0,802 | +1,38% |
| 04/10/2026 | 0,791 | -0,02% |
| 03/10/2026 | 0,791 | -0,08% |
| 02/10/2026 | 0,792 | +2,20% |
| 01/10/2026 | 0,775 | +3,96% |
| 30/09/2026 | 0,745 | -4,53% |
| 29/09/2026 | 0,781 | -1,64% |
| 28/09/2026 | 0,794 | +3,27% |
| 27/09/2026 | 0,769 | +0,09% |
| 26/09/2026 | 0,768 | -4,38% |
| 25/09/2026 | 0,803 | +2,33% |
| 24/09/2026 | 0,785 | +0,57% |
| 23/09/2026 | 0,781 | -2,36% |
| 22/09/2026 | 0,799 | -5,07% |
| 21/09/2026 | 0,842 | -0,24% |
| 20/09/2026 | 0,844 | +0,04% |
| 19/09/2026 | 0,844 | +1,96% |
| 18/09/2026 | 0,828 | -2,69% |
| 17/09/2026 | 0,850 | -1,79% |
| 16/09/2026 | 0,866 | -3,34% |
| 15/09/2026 | 0,896 | +0,93% |
| 14/09/2026 | 0,887 | +2,74% |
| 13/09/2026 | 0,864 | +0,11% |
| 12/09/2026 | 0,863 | -1,95% |
| 11/09/2026 | 0,880 | +3,44% |
| 10/09/2026 | 0,850 | +4,47% |
| 09/09/2026 | 0,815 | +3,66% |
| 08/09/2026 | 0,786 | -2,02% |
| 07/09/2026 | 0,802 | +4,74% |
| 06/09/2026 | 0,766 | +0,15% |
| 05/09/2026 | 0,764 | -0,27% |
| 04/09/2026 | 0,767 | -2,07% |
| 03/09/2026 | 0,783 | +1,81% |
| 02/09/2026 | 0,769 | +3,13% |
| 01/09/2026 | 0,746 | +2,90% |
| 31/08/2026 | 0,725 | n.d. |
Quanto costa oggi un metro cubo di gas? Il prezzo all’ingrosso è in forte aumento: il PSV del 29 Ottobre 2026 ha raggiunto 105,43 €/MWh, il valore più alto degli ultimi 30 giorni. Per la bolletta, però, questo dato non coincide direttamente con il costo di uno Smc: incidono anche il contratto scelto e le altre componenti tariffarie.
Nel mercato tutelato, il prezzo della sola materia prima gas disponibile per oggi, 30 Ottobre 2026, è quello fissato da ARERA per Settembre 2026: 0,843182 €/Smc. Il dato più recente è aumentato del 22,8% rispetto ad Agosto 2026. A questo importo si aggiungono trasporto, oneri e imposte, che variano in base alle condizioni applicabili. Nel mercato libero, invece, la materia gas è stabilita dal singolo fornitore.
Prezzo della materia prima in €/Smc
Tutelato: prezzo definito mensilmente da ARERA.
Libero: varia da fornitore a fornitore; può essere legato al PSV oppure bloccato per 12 o 24 mesi.
L’ultimo prezzo ARERA disponibile per la materia prima del servizio di tutela della vulnerabilità è 0,843182 €/Smc, riferito a Settembre 2026. È un valore mensile, non una quotazione aggiornata ogni giorno: alla data del 30 Ottobre 2026 non è indicato un prezzo ARERA per Ottobre. Il rincaro del 22,8% rispetto al mese precedente segnala un aumento della componente di approvvigionamento.
Il PSV, invece, è un riferimento del mercato all’ingrosso e può cambiare quotidianamente. Il 29 Ottobre 2026 ha segnato 105,43 €/MWh, in aumento del 5,7% rispetto al giorno precedente e dell’8,8% rispetto alla media degli ultimi sette giorni. Il confronto tra €/MWh e €/Smc richiede una conversione e non rappresenta, da solo, il prezzo finale in bolletta.
Nel mercato libero il prezzo della materia prima può essere fisso, e restare invariato per il periodo previsto dal contratto, spesso 12 o 24 mesi, oppure indicizzato, seguendo un parametro come il PSV secondo le condizioni dell’offerta. In quest’ultimo caso, un rialzo del mercato all’ingrosso può riflettersi sul prezzo applicato, con modalità e tempi stabiliti dal contratto.
Le offerte cambiano da un operatore all’altro e possono includere sconti, bonus o servizi aggiuntivi. Per confrontarle è utile controllare il prezzo della materia gas, gli eventuali corrispettivi fissi, la durata delle condizioni economiche e le regole di aggiornamento.
La bolletta comprende la materia prima, il trasporto e la gestione del contatore, gli oneri di sistema e le imposte. Queste voci concorrono alla spesa complessiva, quindi il prezzo della materia gas non coincide con il totale pagato per ogni Smc.
Nel servizio di tutela della vulnerabilità le componenti sono regolate secondo le disposizioni applicabili. Nel mercato libero trasporto, oneri e imposte restano regolati, mentre il prezzo della materia gas è definito dal fornitore in base all’offerta sottoscritta.
La tabella seguente mostra una simulazione della sola componente materia prima, usando il prezzo ARERA disponibile di 0,843182 €/Smc. Per rendere confrontabili i nuclei familiari, si ipotizzano consumi annui indicativi di 700 Smc per due persone, 1.000 Smc per tre persone e 1.400 Smc per quattro persone. I consumi reali possono variare sensibilmente in base a riscaldamento, acqua calda, zona climatica e abitudini.
| Nucleo familiare | Consumo annuo ipotizzato | Tutelato: materia prima | Mercato libero: esempio indicativo |
| 2 persone | 700 Smc | 590,23 € | Variabile in base all’offerta |
| 3 persone | 1.000 Smc | 843,18 € | Variabile in base all’offerta |
| 4 persone | 1.400 Smc | 1.180,45 € | Variabile in base all’offerta |
Gli importi del tutelato sono calcolati moltiplicando i consumi ipotizzati per il prezzo della materia prima e non comprendono trasporto, oneri di sistema, imposte né eventuali quote fisse. Nel mercato libero la spesa dipende dal prezzo e dalle altre condizioni dell’offerta attiva: i valori non sono quindi direttamente ricavabili dal PSV e vanno verificati nel contratto e nella bolletta.
Ogni giorno dalle 8.30 del mattino, QuiFinanza vi informa sul costo dei carburanti in tutte le regioni italiane. Il costo medio attuale è di 2.018 per la benzina, 2.262 per il diesel, 0.799 per il gpl, 2.033 per il metano. Per sapere il prezzo esatto nella tua regione scorri in basso per tutti i dettagli di costo. Il costo medio si riferisce al prezzo mostrato dai distributori di carburanti presenti sulle strade comunali, provinciali e statali.
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Abruzzo.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.255 |
| Benzina | SELF | 2.023 |
| GPL | SERVITO | 0.783 |
| Metano | SERVITO | 1.966 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Basilicata.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.308 |
| Benzina | SELF | 2.053 |
| GPL | SERVITO | 0.779 |
| Metano | SERVITO | 1.910 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella provincia autonoma di Bolzano.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.270 |
| Benzina | SELF | 2.030 |
| GPL | SERVITO | 0.871 |
| Metano | SERVITO | 2.074 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Calabria.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.285 |
| Benzina | SELF | 2.035 |
| GPL | SERVITO | 0.822 |
| Metano | SERVITO | 2.025 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Campania.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.308 |
| Benzina | SELF | 2.048 |
| GPL | SERVITO | 0.757 |
| Metano | SERVITO | 1.894 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Emilia Romagna.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.255 |
| Benzina | SELF | 2.008 |
| GPL | SERVITO | 0.771 |
| Metano | SERVITO | 2.032 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Friuli Venezia Giulia.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.260 |
| Benzina | SELF | 2.017 |
| GPL | SERVITO | 0.769 |
| Metano | SERVITO | 2.144 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Lazio.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.251 |
| Benzina | SELF | 2.008 |
| GPL | SERVITO | 0.766 |
| Metano | SERVITO | 2.009 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Liguria.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.240 |
| Benzina | SELF | 2.002 |
| GPL | SERVITO | 0.865 |
| Metano | SERVITO | 2.036 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Lombardia.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.250 |
| Benzina | SELF | 2.000 |
| GPL | SERVITO | 0.766 |
| Metano | SERVITO | 1.956 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Marche.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.242 |
| Benzina | SELF | 2.008 |
| GPL | SERVITO | 0.797 |
| Metano | SERVITO | 2.059 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Molise.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.283 |
| Benzina | SELF | 2.032 |
| GPL | SERVITO | 0.807 |
| Metano | SERVITO | 1.960 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Piemonte.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.253 |
| Benzina | SELF | 2.004 |
| GPL | SERVITO | 0.761 |
| Metano | SERVITO | 1.972 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Puglia.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.267 |
| Benzina | SELF | 2.023 |
| GPL | SERVITO | 0.764 |
| Metano | SERVITO | 1.998 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Sardegna.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.245 |
| Benzina | SELF | 2.013 |
| GPL | SERVITO | 0.866 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Sicilia.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.278 |
| Benzina | SELF | 2.026 |
| GPL | SERVITO | 0.816 |
| Metano | SERVITO | 2.136 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Toscana.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.251 |
| Benzina | SELF | 2.013 |
| GPL | SERVITO | 0.782 |
| Metano | SERVITO | 2.123 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella provincia autonoma di Trento.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.253 |
| Benzina | SELF | 2.015 |
| GPL | SERVITO | 0.809 |
| Metano | SERVITO | 2.230 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Umbria.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.246 |
| Benzina | SELF | 2.011 |
| GPL | SERVITO | 0.793 |
| Metano | SERVITO | 2.079 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Valle d’Aosta.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.254 |
| Benzina | SELF | 2.009 |
| GPL | SERVITO | 0.869 |
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Veneto.
| TIPOLOGIA | EROGAZIONE | PREZZO MEDIO |
| Gasolio | SELF | 2.256 |
| Benzina | SELF | 2.008 |
| GPL | SERVITO | 0.781 |
| Metano | SERVITO | 2.064 |
Fonte: Osservatorio prezzi Mimit