EUA anunciam cessar-fogo localizado na Ucrânia; Melania Trump foi a mediadora
Thomas Markle Sr nega as alegações, que considera “mentiras doentias”. A duquesa de Sussex cortou relações com o pai há oito anos e impediu-o de conhecer os netos


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Trump pretende obter uma indemnização de 10 mil milhões de dólares. Juíza ordenou que compareça em tribunal, sob pena de sanções, que podem ir até à anulação do processo


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A distinção surge numa altura em que o TPI tem sido alvo de sanções e pressões dos Estados Unidos

A candidatura de Vivek Ramaswamy transformou uma rutura familiar com quase três décadas numa arma de campanha ao fazer um video com a mãe da candidata democrata a acusá-la de “mentir sobre o passado” e de ter sido sempre "um problema". Amy Acton acusou o padrasto de violação quando tinha 12 anos, mas a mãe nunca acreditou nela

A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a 31%, o menor índice de sua trajetória política. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (19) em uma pesquisa Reuters/Ipsos realizada a duas semanas das eleições de meio de mandato no país, previstas para 3 de novembro.
O levantamento aponta uma queda de um ponto percentual em comparação com a pesquisa do mês anterior, quando 32% dos entrevistados aprovavam a gestão do republicano. Desde que iniciou seu segundo mandato na Casa Branca, em janeiro de 2025, Trump perdeu 15 pontos percentuais de aprovação. Naquele período, o índice era de 47%.
Em sentido contrário, a desaprovação ao governo aumentou. Atualmente, 66% dos norte-americanos entrevistados afirmam não aprovar a administração presidencial. No início do mandato, esse percentual era de 41%, o que representa um crescimento de 25 pontos percentuais.
A pesquisa também investigou a preferência dos eleitores para as eleições de meio de mandato, conhecidas como midterms. Segundo os resultados, 47% dos entrevistados preferem que o Partido Democrata controle o Congresso norte-americano, enquanto 35% manifestaram preferência pelo Partido Republicano.
A votação está marcada para 3 de novembro e será importante para definir a composição do Legislativo durante a segunda metade do mandato de Trump. Na ocasião, estarão em disputa todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes, equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil, além de um terço das 100 vagas do Senado e dos cargos de governador em 36 estados.
As eleições de meio de mandato são realizadas na metade do período presidencial de quatro anos e podem alterar o equilíbrio de forças entre os partidos no Congresso. O resultado influencia a capacidade do presidente de avançar com propostas e conduzir sua agenda política.
A pesquisa Reuters/Ipsos ouviu 1.679 adultos pela internet ao longo de quatro dias. Desse total, 1.279 eram eleitores registrados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para o conjunto dos entrevistados e de três pontos percentuais para os eleitores registrados.
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O músico britânico Roger Waters, fundador da banda Pink Floyd, publicou um vídeo em suas redes sociais manifestando apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração ocorre na reta final do segundo turno, marcado para domingo (25/10), contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). Waters também incentivou os brasileiros a votarem e pediu “90%, 95%, 100% de comparecimento”.
Na gravação, Waters criticou duramente o candidato do PL, expondo seus vínculos com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Flávio Bolsonaro, filho de um babaca, ele mesmo é um babaca. Ele vem de uma longa linhagem de babacas, está em conluio com os EUA e querem roubar tudo o que vocês têm no Brasil. Não apenas a Floresta Amazônica, mas também os minerais e outras coisas”, afirmou o músico.
Waters lembrou que conheceu Lula e o descreveu como um homem que trabalhou pelo povo brasileiro. “É um homem que trabalhou por você a vida toda e deveria continuar trabalhando”, disse. O músico também fez um apelo emocionado para que os eleitores compareçam às urnas, mesmo diante de dificuldades. “Se você tem uma avó que não consegue levantar de uma cadeira para ir votar, a carregue, a coloque num burro, num carro, e leve ela pra uma seção eleitoral e vote, vote, vote! Só você pode salvar o Brasil dos gangsters que querem ser presidente”.
Roger Waters ainda citou a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018, e relacionou o crime ao candidato do PL. “Eles mataram minha amiga Marielle Franco. Eles assassinaram ela. Vocês se lembram disso? Eu me lembro, eu nunca vou me esquecer. Por Marielle Franco, vá e vote no domingo. Vote em Lula”, declarou. O músico mencionou que Flávio Bolsonaro destinou uma emenda parlamentar a um projeto de Robson Calixto, conhecido como “Peixe”, miliciano condenado por envolvimento na morte da vereadora.
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A Associação Música XXI apresenta a 19ª edição do Festival Internacional de Órgão do Algarve 2026, com concerto inaugural na Igreja Matriz de Portimão na noite de 30 de outubro.

No mesmo dia, logo pela manhã, o organista Ricardo Toste oferece uma Masterclasse de baixo contínuo na Igreja Matriz de Portimão, dirigida a professores e alunos de instrumentos de tecla e de música antiga e estudiosos do património musical.
Esta atividade é organizada em parceria com a Academia de Música de Portimão e os participantes/ouvintes poderão inscrever-se através dos telefones 282 426 290 / 966 642 279, ou do e-mail: geral@amportimao.pt .

O aguardado concerto de abertura do Festival, na Igreja Matriz de Portimão, a 30 de outubro pelas 21h00, será interpretado pelas mãos do organista Ricardo Toste, no órgão histórico de 1886 de Henry Fincham e seus registos sonoros, a que se juntam as vozes do Coral Adágio na interpretação de obras de Esteves, Handel, Bach e Mozart.
Na sexta-feira 6 de novembro, o Festival regressa à Igreja Matriz de Portimão. O trio convidado Liz Consort, composto por Rute Martins (órgão), Manuela Moniz (soprano) e Carla Antunes (flauta transversal, traz um programa com obras de referência de Bach, Vivaldi e Seixas.
Os concertos são de entrada livre (gratuita) e não carecem de reserva prévia. O Festival Internacional de Órgão do Algarve 2026 conta com os apoios da CCDR Algarve – Unidade de Cultura, dos Municípios de Faro, Portimão, Loulé, Tavira, Lagoa e Lagos e da União de Freguesias de Faro.

O Turismo de Portugal e a Região de Turismo do Algarve, bem como a Antena 2, Sul Informação e Rua FM, são igualmente parceiros. A Diocese do Algarve, Cabido da Sé de Faro, Ordem do Carmo de Faro, Paróquias de Portimão, Boliqueime, Loulé, Tavira, Lagoa e Lagos, Santa Casa da Misericórdia de Tavira e Ordem do Carmo de Tavira são também parceiros institucionais.
O governo francês anunciou medidas para conter a onda de violência que atingiu diversas cidades do país após manifestações contra o aumento do custo de vida e a deterioração dos serviços públicos. Nesta segunda-feira (19), o primeiro-ministro Sébastien Lecornu pediu que prefeitos adotem toques de recolher em áreas consideradas críticas, enquanto o presidente Emmanuel Macron determinou uma revisão das estratégias de segurança.
Os protestos reuniram mais de 500 mil pessoas no fim de semana, segundo os dados apresentados no balanço das manifestações. Em diferentes cidades, atos inicialmente pacíficos terminaram em confrontos, incêndios, invasões de prédios públicos e saques a estabelecimentos comerciais. Um manifestante morreu, quase mil agentes de segurança ficaram feridos e cerca de 2.400 pessoas foram detidas.
A dimensão dos distúrbios levou o governo a discutir restrições à circulação noturna e à realização de manifestações. Lecornu afirmou que as medidas serão definidas em conjunto com os representantes locais. Marselha já proibiu aglomerações e manifestações entre meio-dia e 20h, enquanto Denain, próxima à fronteira com a Bélgica, estabeleceu toque de recolher noturno até domingo.
O primeiro-ministro descartou, por enquanto, decretar estado de emergência, medida defendida pelo líder dos Republicanos, Bruno Retailleau. Lecornu, no entanto, não excluiu a possibilidade de recorrer ao mecanismo caso as restrições locais não sejam suficientes para conter a violência.

Diante da escalada dos confrontos, Macron reconheceu falhas na condução da resposta policial e determinou uma revisão dos procedimentos adotados pelas forças de segurança. O presidente pediu novas estratégias operacionais para impedir a formação de barricadas, os saques e os ataques a estabelecimentos e edifícios públicos.
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, admitiu que as autoridades perderam o controle da situação em algumas cidades. Segundo ele, os aproximadamente 60 mil policiais e agentes mobilizados no sábado não conseguiram conter todos os grupos envolvidos nos episódios violentos.
Macron também recusou o pedido de demissão apresentado por Nuñez e cobrou esclarecimentos sobre as falhas de prevenção e inteligência que permitiram a expansão dos distúrbios. Apesar das restrições anunciadas, o ministro afirmou que as medidas não devem afetar a partida entre Paris Saint-Germain e Barcelona, prevista para terça-feira (20), pela Liga dos Campeões.

Em Paris, o Museu do Louvre amanheceu fechado nesta segunda-feira após um bloqueio organizado por estudantes da École du Louvre. A direção da instituição confirmou a interrupção das atividades e informou que o fechamento ocorreu em razão da mobilização estudantil.
O movimento também chegou à Sciences Po, universidade localizada no centro da capital, onde estudantes realizaram concentrações e bloquearam acessos. Os atos fazem parte de uma onda de manifestações iniciada semanas antes, com reivindicações por melhores condições nas escolas.
No fim de semana, a mobilização ganhou escala nacional e foi acompanhada por episódios de violência em Paris, Marselha, Lyon e outras cidades. Prédios públicos foram invadidos, uma prefeitura foi incendiada e estabelecimentos comerciais sofreram depredações e saques. Veículos, bicicletas e patinetes também foram queimados.
O impacto econômico preocupa o setor comercial. Mais de 2 mil lojas foram atingidas em todo o país, com prejuízos estimados em centenas de milhões de euros, segundo Alain Di Crescenzo, presidente da Câmara de Comércio. Somente na capital francesa, aproximadamente 400 estabelecimentos foram depredados.

A onda de violência também intensificou a disputa política na França, a poucos meses de uma eleição presidencial que não poderá contar com Macron como candidato à reeleição. Marine Le Pen, líder do partido de ultradireita Reunião Nacional, aparece em posição de destaque nas pesquisas de intenção de voto.
Lecornu acusou setores da ultr esquerda de tentar ampliar a instabilidade no país. Le Pen, por sua vez, responsabilizou o partido de Jean-Luc Mélenchon por, segundo ela, legitimar a violência. À esquerda, críticos do governo afirmam que Macron negligenciou as reivindicações sociais que deram origem aos protestos. Já representantes da direita defendem uma reação mais rigorosa contra os responsáveis pelos ataques.
Em artigo publicado no jornal Libération, os prefeitos de Paris, Marselha e Lyon cobraram explicações do governo sobre a preparação das forças de segurança. Os três gestores, ligados à centro-esquerda, afirmaram que a dimensão dos acontecimentos surpreendeu as administrações locais e expôs falhas na proteção de áreas inteiras das cidades.
A crise coloca o governo diante de um duplo desafio: conter os atos de violência e responder às reivindicações que mobilizaram centenas de milhares de pessoas. Enquanto as autoridades avaliam novas restrições, a capacidade de restabelecer a segurança sem ampliar a tensão política permanece no centro do debate nacional.
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O papa Leão XIV, de 71 anos, apresenta evolução positiva após passar por uma cirurgia para retirada de parte do pulmão direito, onde foi identificado um câncer. Segundo comunicado divulgado pelo Vaticano nesta sexta-feira (16), a recuperação do pontífice é constante e ele já consegue realizar suas atividades diárias com autonomia.
A primeira aparição pública do papa desde a hospitalização está prevista para domingo, quando ele deverá participar da tradicional oração. Embora sua agenda estivesse suspensa até 20 de outubro, foi aberta uma exceção para o compromisso.
Na quinta-feira, Leão XIV foi submetido a exames de rotina, que apresentaram resultados normais. Uma radiografia do tórax também apontou uma boa recuperação do pulmão operado.
De acordo com o boletim médico, a evolução geral do pontífice está dentro do esperado. Durante a recuperação, ele realizou atividades cotidianas de forma independente e participou de sessões de fisioterapia.
O papa está internado no Hospital Gemelli, em Roma, instituição conhecida por atender e receber para tratamentos e cirurgias outros pontífices.
Leão XIV foi diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar, tipo mais comum de câncer de pulmão. Na tarde de terça-feira (13), os médicos retiraram o lobo inferior do pulmão direito do pontífice.
Segundo o Vaticano, o procedimento foi concluído com sucesso e não houve complicações. Até agora, porém, não foram divulgadas informações sobre o tamanho do tumor ou sobre uma possível disseminação da doença para os linfonodos próximos. Esses dados são importantes para avaliar o prognóstico.
Mesmo durante a recuperação do pontífice, os preparativos para a viagem à América do Sul, prevista para novembro, seguem em andamento. Até o momento, o Vaticano não informou alterações no planejamento da visita.

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