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Escola Profissional de Alte promove Formação Gratuita: Oportunidades para aprender em Quarteira, Alte e Loulé

28 October 2026 at 20:09

Inscrições abertas para ações certificadas em competências digitais, colheita de cogumelos silvestres e gestão do stress e de conflitos. Investir em novas competências pode abrir portas – e não tem de implicar custos. A Escola Profissional de Alte tem inscrições abertas para três ações de formação profissional certificada e de frequência gratuita, dirigidas a adultos […]

Flávio Bolsonaro pode assistir de camarote derrota de Trump nas eleições dos EUA

28 October 2026 at 20:00

Na terça-feira, 3 de novembro, até 200 milhões de eleitores registrados poderão ir às urnas nos Estados Unidos para votar em todos os 435 membros da Câmara dos Representantes, 33 senadores, 36 dos 50 governadores, além de integrantes de legislaturas estaduais e locais. As pesquisas indicam que Donald Trump e o Partido Republicano têm grandes chances de sofrer uma derrota acachapante, perdendo o controle da Câmara dos Representantes e, possivelmente, do Senado. O apoio ao presidente está em queda em todas as questões. Segundo a revista The Economist, apenas 34% dos entrevistados aprovam a presidência de Trump, enquanto 61% se opõem às suas políticas.

Analistas políticos estão divididos sobre se ocorrerá uma “onda azul” (cor associada aos Democratas pelos veículos de imprensa desde as eleições de 2000) ou um verdadeiro tsunami eleitoral, ainda mais poderoso. De qualquer forma, a possível perda do controle democrata da Câmara — e, talvez, do Senado — deixará Trump vulnerável a investigações parlamentares voltadas a limitar seu poder excessivo e a retomar atribuições e responsabilidades que o Congresso, sob controle republicano, havia cedido ao Poder Executivo.

Trump entra na última semana da temporada eleitoral deste ano em posição extremamente fragilizada. A insistente retórica do presidente dos EUA de que a economia vive seu melhor momento — e de que as dificuldades financeiras, em especial o acentuado aumento do custo de vida, não passam de uma farsa do Partido Democrata — não parece convencer os eleitores. Os preços da gasolina e do diesel permanecem altíssimos, e o custo dos alimentos e de itens de consumo básico exerce pressão real sobre o orçamento das famílias. Até mesmo muitos de seus apoiadores republicanos, que se opõem ao envolvimento dos EUA em “guerras sem fim”, estão perdendo a confiança nas promessas de Trump de que o fim do conflito com o Irã estaria próximo.

Fora isso, Trump parece apostar todas as cartas em interferir com as eleições brasileiras ao recepcionar Flávio Bolsonaro — candidato derrotado e fugido do Brasil, que um dia antes havia dito que não deixaria o país.

O Futuro das Relações entre Brasil e Estados Unidos

Uma das grandes mudanças que podem acontecer nos EUA, caso os republicanos percam as eleições de novembro, são os contrapontos em relação à postura dos Estados Unidos com o Brasil.

Trump, que recebe o candidato derrotado Flávio Bolsonaro, ainda não reconheceu oficialmente o resultado das eleições, e já discursou alegando fraude nas eleições brasileiras, sem provas, claro. Steve Bannon endossou o apelo de que o Brasil se tornou uma ditadura que merece sanções severas por parte dos Estados Unidos.

Do outro lado, membros do Congresso dos EUA enviaram prontamente mensagens de felicitações ao presidente Lula. Publicações nas redes sociais refletiram as opiniões de democratas de todo o espectro político — desde figuras social-democratas conhecidas, como o deputado estadual de Nova York Zohran Mamdani, o senador por Vermont Bernie Sanders e a deputada federal por Nova York Alexandria Ocasio-Cortez, até membros mais moderados do Congresso.

A derrota de Flávio Bolsonaro representou uma perda contundente para Trump, que implementou uma série de medidas fiscais, políticas e (provavelmente) clandestinas para ajudar seu aliado brasileiro a vencer. Em uma região atualmente dominada por governos de direita, o Brasil — ao lado do México e do Uruguai — continuará na linha de frente da resistência às tentativas de Trump de impor uma dominação neocolonial sobre a América Latina e o Caribe. A vitória de virada de Lula elevou o Brasil à condição de referência internacional na luta contra a extrema direita.

Caso os republicanos percam as próximas eleições legislativas e para governos estaduais, isso significará que os democratas no Congresso, que defenderam a democracia brasileira em 2022 e 2026, poderão desempenhar um papel importante ao garantir que aqueles que minaram a democracia não utilizem os Estados Unidos tão livremente como plataforma para atacar o quarto mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

Rejeição às políticas de imigração

Na campanha presidencial de 2024, o discurso anti-imigrante e xenófobo de Trump — que incluiu alegações falsas de que refugiados haitianos estariam “comendo nossos gatos e cachorros” — foi um dos muitos fatores que levaram os republicanos à conquista da Casa Branca e ao controle do Congresso.

No entanto, uma pesquisa recente com 30 mil americanos em todos os cinquenta estados revelou que apenas 37% aprovam as políticas de imigração do presidente. Nessa amostra, 11% dos democratas apoiam as medidas da Casa Branca, enquanto entre os republicanos o apoio cai para 78%. Uma pesquisa de setembro, conduzida pela rede conservadora Fox, indicou que 53% dos eleitores registrados consideram que Trump “foi longe demais” nas operações em larga escala do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) para deter trabalhadores sem documentação — mão de obra que constitui a base dos setores de serviços e da agricultura.

As mortes, tanto de cidadãos quanto de imigrantes, causadas por agentes mascarados, provocaram indignação em todo o país, desencadeando protestos em massa contra o uso excessivo de força pelo governo na detenção de pessoas supostamente em situação irregular.

Temendo uma derrota eleitoral iminente na próxima semana, Trump insiste que seus oponentes venceram eleições especiais recentes porque o Partido Democrata permitiu que imigrantes não cidadãos participassem do processo eleitoral. O Departamento de Justiça afirma ter compilado listas de pessoas em diferentes estados que estão registradas ilegalmente para votar e exige uma intervenção federal para evitar fraudes eleitorais.

Porém, autoridades locais responsáveis pela condução das eleições nos cinquenta estados constataram que um número extremamente reduzido de eleitores inelegíveis chegou a votar. Por exemplo, este ano, o governo dos EUA alegou que 16 mil não cidadãos estavam registrados para votar em Nevada, mas enviou apenas 185 nomes às autoridades eleitorais estaduais. Após revisarem os registros de eleitores do estado, verificaram que todos os 185 eram, na verdade, cidadãos americanos elegíveis.

O secretário de Estado da Geórgia, que supervisiona o processo eleitoral, informou que, nos últimos 30 anos, seu órgão identificou apenas 432 possíveis não cidadãos. Caso algum deles tenha votado, tratar-se-ia de um número infinitesimalmente pequeno, se comparado às centenas de milhões de votos computados nas últimas três décadas.

Ainda assim, Trump continua a propagar essa inverdade para semear, na mente de seus apoiadores, dúvidas sobre a legitimidade de qualquer eleição que ele — ou seus aliados — venha a perder.

Oposição a uma guerra sem fim contra o Irã

Historicamente, os cidadãos americanos tendem a se unir em torno do presidente nas fases iniciais de conflitos no exterior, à medida que o patriotismo cresce, acompanhado do apoio às tropas americanas enviadas ao combate. Durante a Guerra do Vietnã, foram necessários anos para que uma oposição de massa influenciasse a opinião pública. Da mesma forma, no início, a maioria dos americanos apoiou a invasão do Afeganistão — após os ataques de 11 de setembro de 2001 às Torres Gêmeas, em Nova York — bem como as duas guerras no Iraque. Com o tempo, o sentimento público mudou, passando a se opor a essas incursões militares.

Esse não é o caso em relação à guerra contra o Irã. A ausência de objetivos claramente definidos para o conflito, somada à disparada descontrolada dos preços dos combustíveis, fez com que a opinião pública se voltasse contra o conflito desde o início. Uma pesquisa da CNN, realizada em setembro, revelou que o apoio à guerra entre os eleitores republicanos caiu de 73% para 60%. Em todo o país, os agricultores — que, nos últimos anos, têm tido a tendência de votar no Partido Republicano — estão sofrendo com os preços elevados do diesel, que afetam o plantio, a colheita e o transporte de produtos agrícolas; isso, por sua vez, tem provocado um aumento significativo nos preços dos alimentos.

As tarifas de Trump abalam a economia dos EUA

As políticas tarifárias erráticas da Casa Branca também desestabilizaram a economia. O conflito de Trump com o Canadá — um dos parceiros comerciais mais importantes dos Estados Unidos — gerou caos em estados que dependem do comércio entre os dois países, afetando, em particular, empresas e mercados localizados ao longo da fronteira. Trump descartou o acordo comercial negociado com o México e o Canadá durante seu primeiro mandato, provocando graves transtornos para empresas do setor manufatureiro que fornecem componentes para a produção de bens.

Alguns mercados de exportação de alimentos foram encerrados, e muitos importadores de produtos estrangeiros viram-se obrigados a aumentar os preços para arcar com as tarifas de importação.

Paralelamente, Trump mente recorrentemente ao público ao afirmar que é o país exportador que paga as tarifas, quando, na realidade, é o importador ou o consumidor final que arca com esses custos adicionais.

Disputas-chave no Senado para acompanhar

Nas eleições presidenciais de 2024, especialistas observaram que homens negros, latinos e pessoas com menos de 30 anos migraram para o Partido Republicano. Com base nessa suposta tendência, legislaturas estaduais controladas pelos republicanos começaram a redesenhar os distritos eleitorais para favorecer seu partido, garantindo cerca de uma dúzia de distritos adicionais considerados “seguros” para seus candidatos.

Contudo, a estratégia saiu pela culatra. Pesquisas recentes indicam que esses três grupos demográficos, desiludidos com as políticas de Trump, abandonaram os republicanos e, provavelmente, ajudarão a eleger mais democratas para o Congresso, contribuindo para que o partido conquiste o controle da Câmara dos Representantes.

Nesse contexto — e diante da provável derrota dos republicanos na Câmara —, as disputas pelo Senado tornaram-se o foco da campanha de Trump na reta final das eleições. Para assumir o controle do Senado, os democratas precisam garantir a reeleição de senadores em estados com eleitorado dividido e, simultaneamente, conquistar vitórias em estados atualmente representados por republicanos.

As disputas na Geórgia e na Carolina do Norte parecem estar claramente inclinadas a favor do Partido Democrata. Em Michigan, o candidato democrata Abdul El-Sayed — médico de saúde pública e muçulmano, filho de pais egípcios — também protagoniza uma disputa acirrada. Seu oponente republicano tem proferido insultos racistas e antimuçulmanos contra ele, além de acusações de que ele seria um “socialista radical”, na tentativa de desacreditar sua candidatura. El-Sayed, que lidera as pesquisas com 6% de vantagem — assim como quase todos os candidatos democratas —, manteve-se fiel ao seu discurso, denunciando o alto custo de vida e a guerra no Irã.

Outra disputa importante para o Senado que merece atenção ocorre no Texas, onde o seminarista protestante progressista James Tallarico — capaz de debater com brilhantismo interpretações da Bíblia diante de oponentes republicanos conservadores — mantém uma leve vantagem. Há décadas, o estado não elege um democrata para o Senado.

Com eleitores ansiosos para votar contra Trump, os democratas também encontraram novas oportunidades de vencer eleições senatoriais em estados tradicionalmente conservadores: Alasca, Iowa, Kansas, Nebraska e Ohio. Em 2024, Trump venceu nesses estados por uma margem de dois dígitos. O foco dele nesses estados, que são redutos republicanos sólidos, revela o quanto o partido está na defensiva. New Hampshire e Maine são outros dois estados em que os candidatos democratas estão empatados com seus oponentes republicanos ou apresentam uma leve vantagem.

Em suma, se os democratas tiverem sorte — ou se ocorrer uma “tsunami azul” —, Trump poderá enfrentar uma maioria hostil no Congresso no próximo ano.

Petróleo sobe com tensões no Iêmen e ataque a refinaria na Arábia Saudita

28 October 2026 at 19:52

Os preços do petróleo subiram cerca de 1% nesta quarta-feira (28), devido a novas preocupações com possíveis interrupções adicionais no abastecimento de energia no Oriente Médio, decorrentes da continuidade dos combates no Iêmen, de um ataque a uma refinaria na Arábia Saudita e do temor de que os Estados Unidos possam atacar o Irã após as eleições de meio de mandato, na próxima semana.

Os contratos futuros do Brent subiram US$ 1,44, ou 1%, fechando a US$ 115,32 por barril, enquanto o petróleo WTI (West Texas Intermediate) dos EUA subiu US$ 2,88, ou 3%, fechando a US$ 102,78.

Esse aumento nos preços levou o Brent de volta à zona de sobrecompra pela quarta vez em cinco dias.

Os houthis do Iêmen atacaram o aeroporto de Aden nesta quarta-feira, segundo as forças governamentais iemenitas, depois que o grupo alinhado ao Irã alertou a população para evacuar as instalações à medida que os combates se intensificavam no país empobrecido, envolvido no conflito mais amplo do Oriente Médio.

Os houthis afirmaram na terça-feira  ter atingido a maior refinaria de petróleo da Arábia Saudita com um míssil, intensificando seus ataques contra o segundo maior produtor mundial de petróleo, atrás apenas dos EUA. As autoridades sauditas não confirmaram imediatamente o ataque à instalação, com capacidade de 550 mil barris por dia.

“Os futuros do petróleo mais uma vez estão precificando uma redução na oferta no curto prazo, diante das notícias de que os EUA provavelmente retomarão as operações militares em breve, o que poderia ser mais intenso do que no passado, considerando os últimos ataques à Arábia Saudita e a outros aliados do Oriente Médio”, afirmou Dennis Kissler, vice-presidente sênior de operações da empresa de serviços financeiros norte-americana BOK Financial, em uma nota.

Nas últimas semanas, vários analistas afirmaram que novos ataques dos EUA ao Irã poderiam ocorrer em algum momento após as eleições de meio de mandato nos EUA, em 3 de novembro.

Na esperança de pôr fim ao conflito, que já dura oito meses, mediadores do Catar apresentaram ao Irã uma nova proposta de acordo para encerrar a guerra com os EUA e Israel, disse uma autoridade a par das negociações.

Uma alta autoridade iraniana, no entanto, afirmou que Doha havia apenas apresentado ideias inaceitáveis que não constituíam uma oferta.

O ministro das Relações Exteriores do Irã afirmou nesta quarta-feira que Teerã continuava dando uma chance para que a diplomacia tivesse sucesso e levantou a possibilidade de que o plano de sete dias proposto por Teerã fosse concluído em menos de uma semana, caso fosse implementado.

O Catar, juntamente com o Paquistão, tem liderado a mediação para pôr fim à guerra, que interrompeu o transporte marítimo global e o abastecimento de petróleo e se espalhou para a Arábia Saudita e o Iêmen.

Petróleo ainda é termômetro da economia? Entenda influência

Bolsonaro pede autorização ao STF para receber presidente do PL após fuga de Flávio

28 October 2026 at 17:09

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu, nesta quarta-feira (28), autorização ao Supremo Tribunal Federal (STF) para receber a visita do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. O pedido ocorre um dia após a fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos, apesar de uma decisão judicial que o proibia de deixar o Brasil.

Flávio viajou na terça-feira (27), com passagem pela Argentina, e chegou a Miami, nos Estados Unidos, na manhã desta quarta. Antes da viagem, o ministro Alexandre de Moraes havia determinado que o senador não deixasse o país e entregasse todos os seus passaportes. Flávio não cumpriu a ordem judicial.

No domingo (25), o senador perdeu a disputa pela Presidência da República para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio é investigado em dois inquéritos que tramitam no STF sob suspeita de lavagem de dinheiro.

Decisão

Na decisão que impôs as restrições, Moraes mencionou declarações públicas de Eduardo Bolsonaro (PL), irmão do senador, sobre a possibilidade de Flávio deixar o país caso fosse derrotado nas eleições.

A fuga provocou movimentações na cúpula do PL. Na terça-feira, Valdemar Costa Neto convocou uma reunião emergencial com lideranças estaduais da sigla para discutir o posicionamento do partido diante da derrota eleitoral e da saída do senador do Brasil.

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha presidencial de Flávio, afirmou que o núcleo central da campanha não havia sido informado sobre a viagem. Marinho disse ter ficado surpreso com a notícia.

A saída do senador também abriu uma disputa pela liderança da oposição e da direita no país. O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é apontado por aliados da família Bolsonaro e por integrantes do Centrão como um dos nomes mais bem posicionados para ocupar esse espaço.

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado. Pelas regras impostas pelo STF, visitas que não sejam de advogados ou familiares diretos precisam de autorização prévia do ministro Alexandre de Moraes, que também define a data dos encontros.

O pedido para receber Valdemar ainda depende de decisão do ministro. As visitas estão previstas para ocorrer às quartas-feiras ou aos sábados, conforme as condições estabelecidas para o cumprimento da prisão domiciliar.

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© Divulgação

Valdemar Costa Neto com Jair Bolsonaro.

Il guasto del sistema di sicurezza e gli errori della sala di controllo: i 17 minuti del disastro ferroviario in Spagna

28 October 2026 at 17:04

Un errore umano, mentre il sistema di segnalamento computerizzato era finito in tilt. È questa la pista, ormai consolidata, seguita da investigatori e autorità per spiegare il secondo grave incidente ferroviario che ha colpito la Spagna. Lo scontro lungo la linea Alta velocità nei pressi di Urda, vicino a Toledo, è arrivato in un momento in cui le strutture elettroniche che accompagnano in convogli, capaci anche di fermarli in caso di anomalie lungo la tratta, erano andate in tilt. Tant’è che a indirizzare i loro spostamenti erano direttamente i dipendenti di Adif addetti al centro di controllo del traffico di Atocha.

L’arco temporale in cui si è generato il disastro è durato 17 minuti. Tutto inizia alle 8.30. In quel momento il sistema informatico LZB, che controlla rete spagnola dell’Alta velocità, smette di funzionare. Alcuni treni si arrestano sulla linea. La sala di controllo, a quel punto, prende il comando gestendo manualmente il tutto: si tratta di decisioni cruciali, che solitamente prevedono l’ordine di viaggiare al massimo a 40 km/h, la cosiddetta “marcia a vista”.

Sei minuti dopo, secondo quanto hanno spiegato le autorità spagnole, il controllore – che aveva accanto un collega e un supervisore – dà il via libera ad alcuni treni affinché riprendano a viaggiare “normalmente”, non imponendo il limite di velocità. In quell’istante, inizia la tragedia. Il treno di Renfe si trova a 25 chilometri dall’Iryo, fermo sui binari come da notifica inviata. In diciassette minuti copre quella distanza, mentre il convoglio tamponato continua a stazionare nello stesso punto con un semaforo rosso davanti.

Così il Renfe arriva sul lungo del tamponamento a una velocità ancora sconosciuta ma che in quel tratto può essere anche di 200 chilometri orari. Eppure, viene spiegato, la sala di controllo avrebbe comunque dovuto vedere l’Iryo fermo sui binari, motivo per il quale resta al momento “inspiegabile” il via libera concesso al Renfe e il buco temporale durante il quale nessuno si è accorto di quanto stava per avvenire.

“La decisione di riprendere il traffico, senza che il sistema sia stato ripristinato, spetta alla centrale operativa ed è stata la centrale operativa, tramite i suoi operatori, in circostanze che, dal nostro punto di vista, sono inspiegabili”, ha dichiarato il ministro dei Trasporti spagnolo Oscar Puente. Il tilt del sistema automatizzato quindis si è mescolato con l’errore umano provocando un raro tamponamento: questo tipo di incidenti, infatti, è uno dei meno frequenti proprio grazie ai sistemi di sicurezza installati sui binari che arrivano anche a imporre una frenata automatica in caso di ostacolo. In questo caso, però, erano fuori uso e il comando errato della sala di controllo ha reso inevitabile l’impatto.

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Il beauty punta tutto sulla medicina rigenerativa. Il chirurgo Victor Urzola: “Il segreto della longevità? E’ importante anche il rapporto con Dio, non siamo solo corpi”

28 October 2026 at 14:14

La medicina rigenerativa è la nuova frontiera della medicina estetica. Se prima l’obiettivo era minimizzare i segni del tempo – distendere le rughe, schiarire le macchie e dare più tono dove serve – ora il settore della bellezza abbraccia i concetti di longevità, di terapia rigenerativa e l’idea di “anticipare l’invecchiamento”. Lo dimostra il congresso di medicina estetica Agorà, che ha radunato a Milano esperti e professionisti da tutto il mondo. A spingere ancora più avanti il discorso sulla longevità è stato il dottor Victor Urzola, chirurgo plastico, cofondatore e amministratore delegato del Regenerative Medicine Institute (RMI) di San José, in Costa Rica: una clinica privata che offre terapie con cellule staminali per la longevità, per l’ortopedia e per la medicina estetica.

Al congresso ha portato alcune delle promesse più ambiziose e più discusse del settore. Il lavoro di RMI, spiega Urzola ai giornalisti, ruota intorno all’impiego delle cellule staminali mesenchimali derivate da cordone ombelicale, prelevate da donatori e moltiplicate in laboratorio. Accanto a queste terapie, la clinica propone anche di conservare le cellule staminali del paziente stesso, per usarle in futuro. “Cosa succede se prendiamo tutte queste cellule a un’età molto precoce, le crioconserviamo e poi le reintroduciamo più avanti?”, spiega. “Però, prima di reintrodurle, le moltiplichiamo, in modo da poter contare su una quantità più alta di cellule staminali quando invecchiamo”. Le cellule staminali adulte sono infatti il serbatoio che il corpo usa per riparare i tessuti, e il loro declino è considerato uno dei “segni” dell’invecchiamento. L’idea di conservare le proprie cellule da giovani, moltiplicarle in laboratorio e reinfonderle anni dopo è ciò che RMI chiama “bioinsurance“, una sorta di “assicurazione biologica” sul futuro, ma la comunità scientifica sta ancora discutendo sull’efficacia e su eventuali rischi.

Al congresso Agorà di Milano, il dottor Urzola ha presentato insieme al professor Luciano Lanfranchi, chirurgo plastico che lavora a Milano, due approfondimenti dedicati alle applicazioni cliniche del lavoro con le cellule staminali. La prima presentazione (intitolata “One Stem Cell, Many Solutions“) riguardava i risultati raggiunti su 174 pazienti. Secondo l’abstract, i miglioramenti più netti si sono visti nel dolore cronico al ginocchio (23 pazienti su 28) e nel ringiovanimento del viso, il gruppo più numeroso: 88 pazienti su 104 sono stati giudicati migliorati su una scala estetica. In questo caso le cellule sono state usate insieme a laser e radiofrequenza. Sono risultati che gli stessi autori definiscono “esplorativi”: lo studio si basa su questionari compilati dai pazienti, con un controllo a tre mesi. La seconda relazione ha presentato una tecnica di lifting “rigenerativo” che utilizza l’ecografia ad alta risoluzione per guidare la somministrazione di tessuto adiposo micronizzato in specifiche aree del volto.

Da chirurgo plastico, Urzola sostiene che si possano avere eccellenti risultati anche in medicina estetica, soprattutto nel miglioramento dell’aspetto della pelle. “Abbiamo incorporato le terapie cellulari con cellule mesenchimali del cordone ombelicale anche nella chirurgia del volto. Le pazienti guariscono molto più velocemente, e la cosa interessante è che il risultato si mantiene di più nel tempo”.

Il caso Costa Rica e il quadro normativo in Italia

“Stiamo già facendo questo tipo di terapie in Costa Rica, e magari in futuro potremo portarle anche in Europa“, aggiunge il dott. Urzola. Il quadro normativo, infatti, al momento non lo permette: in Unione Europea le cellule staminali mesenchimali moltiplicate in laboratorio sono considerate medicinali per terapie avanzate (ATMP, dal Regolamento CE 1394/2007). Si possono quindi usare solo all’interno di sperimentazioni cliniche autorizzate o dopo un’autorizzazione dell’Agenzia europea per i medicinali. In Italia, la conservazione del sangue cordonale per uso personale non è consentita nelle banche nazionali, che lavorano per la donazione solidaristica. È permesso però esportarlo, a proprie spese, verso banche private estere.

La Costa Rica ha una storia particolare su questo fronte. Fino a una quindicina di anni fa le autorità sanitarie consideravano queste terapie sperimentali e non consentite. In seguito il Paese si è dotato di un regolamento specifico, che autorizza le terapie con staminali adulte in tre categorie: quelle che comportano una manipolazione importante delle cellule richiedono l’autorizzazione del ministero e prove precliniche di sicurezza ed efficacia. Le nuove regole hanno favorito il turismo medico, soprattutto dagli Stati Uniti. Secondo il suo CV, il dottor Urzola ha contribuito in prima persona alla stesura della normativa sulle cellule staminali.

Mangiare bene, dormire bene, vivere bene

Durante l’intervista, Urzola ribadisce più volte l’importanza dello stile di vita: “È molto importante mangiare bene, dormire bene, avere un livello basso di stress, esporsi al sole, ed è molto importante un rapporto con Dio“. È un’affermazione rara per uno scienziato, e gli chiediamo perché: “Perché, organicamente, non siamo solo corpi: abbiamo anche uno spirito, e lo spirito è legatissimo al corpo. E questo lo dico da scienziato: io amo la scienza, però Dio è fondamentale in questo“. Il peso dello stile di vita è tra i dati più solidi della medicina preventiva: fumo, alimentazione, attività fisica e sonno influiscono in modo misurabile sulla durata e sulla qualità della vita. Ma sono altrettanto importanti anche aspetti emotivi, psicologici e sociali: appartenere a una comunità, sentire di avere uno scopo, prendersi cura della propria salute mentale, coltivare le amicizie.

L’obiettivo, spiega Urzola, è “incrementare il tempo di vita e anche incrementare il tempo di salute”. E aggiunge: “Dopo una certa età si diventa dipendenti da un’altra persona anche per le cose più banali, come mangiare, lavarsi e andare in bagno. Questo ha un costo sulle famiglie e sul sistema sanitario”. Aumentare l’healthspan, cioè gli anni in salute, significa vivere una vita autonoma.

Nel libro Escape Velocity from Human Aging, scritto insieme a Vincent Giampapa, cofondatore e direttore scientifico di RMI, e a Liz Parrish, fondatrice e ceo dell’azienda specializzata in terapie geniche BioViva Science, Urzola sostiene che “l’invecchiamento è una malattia e, come ogni malattia, può essere trattata”. Parrish è nota per aver dichiarato, nel 2015, di essersi sottoposta in Colombia, quindi fuori dal controllo dell’agenzia americana del farmaco (FDA), a due terapie geniche sperimentali contro l’invecchiamento: una scelta criticata da diversi scienziati per l’assenza di dati sulla sicurezza.

Il titolo fa riferimento all’idea della “velocità di fuga dall’invecchiamento”. È il momento in cui la medicina riuscirebbe ad allungare l’aspettativa di vita di più di un anno per ogni anno che passa. Il concetto, reso popolare da Aubrey de Grey e Ray Kurzweil, è un’ipotesi affascinante ma ancora molto controversa, e apre un dibattito etico, oltre che scientifico. Solo perché tecnicamente potremmo farlo, allora dovremmo farlo?

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Empresa saudita oferece petróleo com desconto à Europa

28 October 2026 at 14:35
Carregamentos de crude de outubro foram oferecidos com um desconto em relação ao preço oficial de venda da Aramco. Exportações deste mês ficaram comprometidas após ataque ao oleoduto Leste-Oeste.

© ALI HAIDER/EPA

O aumento da oferta saudita contribuiu para a queda dos preços esta semana de algumas variedades de crude transacionadas na Europa

Ministros do Egito e da Arábia Saudita discutem medidas para conter crise

28 October 2026 at 13:07

O ministro das Relações Exteriores do Egito, Badr Abdelatty, e seu homólogo da Arábia Saudita, Faisal bin Farhan, discutiram, em um telefonema na terça-feira (27), esforços para conter a atual crise regional e evitar uma escalada mais ampla, informou o Ministério das Relações Exteriores do Egito nesta quarta-feira (28), acrescentando que os ministros concordaram em manter uma estreita coordenação bilateral.

O Parlamento do Egito autorizou o presidente Abdel Fattah al-Sisi, na segunda-feira (26), a adotar “todas as medidas necessárias” para ajudar a Arábia Saudita a se defender, em um momento em que os combates entre o reino e os Houthis — grupo iemenita alinhado ao Irã — se intensificaram.

Egito aprova apoio militar à Arábia Saudita após escalada de ataques Houthi

O Parlamento autorizou as Forças Armadas do Egito, na segunda-feira (26), a prestar apoio na defesa da Arábia Saudita — segundo parlamentares e a mídia local.

A medida pode levar o Cairo a se envolver diretamente no conflito regional, que se intensificou com os ataques dos Houthis — grupo iemenita aliado ao Irã — contra o reino do Golfo.

Na semana passada, o presidente Abdel Fattah al-Sisi solicitou ao Parlamento que aprovasse a defesa de seu aliado árabe no Golfo — o maior exportador de petróleo do mundo — caso Riade peça ajuda contra os Houthis.

O avanço desse grupo também ameaça o estratégico Estreito de Bab el-Mandeb, uma via de acesso ao Canal de Suez, no Egito.

O Egito tem condenado, com frequência, ataques do Irã ou de grupos apoiados por Teerã contra países do Golfo.

No entanto, o país não se envolveu publicamente em combates diretos, nem aderiu ao pacto de defesa mútua — firmado em agosto entre Arábia Saudita, Paquistão e Turquia.

O ministro das Relações Exteriores, Badr Abdelatty, afirmou este mês que a possível adesão do Egito a esse pacto continua sendo “objeto de séria análise”.

O Egito — o país mais populoso do mundo árabe e detentor de uma das maiores Forças Militares da região — integrou a coalizão liderada pela Arábia Saudita no início da guerra no Iêmen, em março de 2015.

Sua participação concentrou-se, sobretudo, na esfera naval: o país enviou navios de guerra para garantir a segurança das rotas marítimas no Mar Vermelho e prometeu apoio aéreo.

O Egito também mobilizou cerca de 800 soldados, mas seu papel em combate foi limitado.

O país participou de uma custosa intervenção militar no Iêmen na década de 1960 e, desde a Guerra do Golfo, em 1991, não realizava o envio de tropas terrestres para operações em larga escala no exterior.

A Arábia Saudita é um importante parceiro político e financeiro do Cairo; sob o governo de Sisi, o reino tem fornecido bilhões de dólares em ajuda, depósitos no banco central e suprimentos de energia.

O príncipe herdeiro saudita reuniu-se com Sisi no Cairo, em 15 de setembro, para discutir questões de segurança e navegação no Mar Vermelho, após a retomada dos combates no Iêmen.

Quem são os Houthis, grupo do Iêmen apoiado pelo Irã?

Spagna, incidente tra due treni dell’alta velocità: “Almeno 39 morti e 150 feriti”. Vagoni precipitati, è la stessa linea della strage di gennaio

28 October 2026 at 09:04

Almeno 39 morti, oltre 150 feriti (di cui cinque molto gravi) e diversi vagoni precipitati nella scarpata. Questo il primo bilancio secondo Sky News di un incidente ferroviario tra due treni ad alta velocità in Spagna: la pista più plausibile è quella dell’errore umano. La società di gestione delle infrastrutture Adif ha sospeso il servizio sulla linea ad alta velocità tra Madrid e Andalusia dopo quanto accaduto, come annunciato dalla stessa azienda statale sui social media. “Il servizio sulla linea ad alta velocità Madrid–Andalusia è attualmente interrotto a causa di uno scontro tra due treni”, si legge nel messaggio. L’incidente è avvenuto al chilometro 118, tra le città di Mora, Orgaz e Urda (Toledo), poco dopo le 9:00 del mattino. Ha coinvolto un treno ad alta velocità Renfe AVE, partito da Madrid alle 8:00 e diretto a Siviglia, e un treno Iryo. Si tratta dell’Iryo 7076 con 146 passeggeri più un neonato e l’AVE 2080 con 397 passeggeri a bordo. Iryo è il marchio dei treni operati da Ilsa, consorzio composto da Ferrovie dello Stato International (51%), Air Nostrum e Globalvia.

Secondo fonti tecniche consultate da ilfattoquotidiano.it presenti sul posto, il treno Iryo (FS International) era fermo a un segnale vicino alla stazione di Toledo, su indicazioni di Adif, per degradazione del sistema di segnalamento. Il gestore (Adif) stava dando le prescrizioni a tutti di andare a 40 km/h proprio per il problema sul sistema di segnalamento. A un certo punto il treno Ave di Renfe è arrivato e ha provocato l’uscita dai binari: la pista privilegiata è un errore umano di un membro di Adif che – fornendo istruzioni ai treni – non ha calcolato che in quel tratto c’era ancora fermo un treno, come da istruzioni della stessa Adif. Le carrozze precipitate sono del treno Iryo. Il governo ha cancellato la propria agenda prevista per oggi.

Quattro dei vagoni coinvolti sono deragliati e sono precipitati in un terrapieno. “Potrebbe essere più grave di quello di Adamuz”, riferiscono fonti a El Pais. Il riferimento è all’altro grave incidente che a gennaio ha coinvolto l’alta velocità, quando due treni si sono scontrati nei pressi della stazione di Adamuz, vicino Cordoba, provocando 45 morti (39 viaggiavano sul treno Alvia e 6 sul treno Iryo) e 112 feriti, di cui 24 gravi e cinque minorenni. In quel caso un treno Iryo era deragliato, scontrandosi con un treno Alvia.

“Seguo con profonda preoccupazione le notizie del tragico scontro tra due treni avvenuto a Toledo, in Spagna, che ha provocato vittime e feriti. Il nostro Consolato Generale a Madrid è al lavoro per verificare l’eventuale coinvolgimento di cittadini italiani e fornire tutta l’assistenza necessaria”. Ad affermarlo in un post su ‘X’ è il vicepremier e ministro degli Esteri, Antonio Tajani in merito allo scontro tra due treni di alta velocità sulla linea tra Madrid e Siviglia. “Il mio pensiero va alle famiglie delle vittime, ai feriti, al Re Felipe VI, al Governo e a tutto il popolo spagnolo, cui esprimo la mia vicinanza in questo terribile momento di dolore“, sottolinea Tajani.

Il Primo Ministro Pedro Sánchez si è detto “sconvolto dal grave incidente ferroviario di Toledo. Rimango in costante contatto con il Ministro dei Trasporti, Oscar Puente, e con il presidente di Castilla-La Mancha. I servizi di emergenza stanno lavorando sul campo per assistere le persone colpite e garantirne la sicurezza, in coordinamento con tutte le amministrazioni coinvolte. Il mio affetto, la mia solidarietà e il mio sostegno a tutte le vittime e alle loro famiglie”, ha scritto Sanchez.

“In queste ore così difficili, il Governo italiano è vicino alla Spagna e al popolo spagnolo per il drammatico incidente ferroviario avvenuto nei pressi di Toledo”. Ha invece affermato il presidente del Consiglio, Giorgia Meloni. “I miei pensieri e quelli di tutto il nostro Governo vanno ai familiari delle vittime, ai feriti e a quanti stanno lavorando senza sosta nelle operazioni di soccorso”, aggiunge.

Intanto la compagnia ferroviaria Iryo ha confermato che uno dei suoi treni è rimasto coinvolto nell’incidente avvenuto questa mattina nei pressi di Urda, nella provincia spagnola di Toledo, annunciando l’attivazione di “tutti i protocolli di emergenza”. “Questa mattina il nostro treno 6076, in viaggio da Madrid a Siviglia, è rimasto coinvolto in un incidente nei pressi di Urda, al chilometro 118″, ha riferito la società in una nota, precisando di essere al lavoro “in stretta collaborazione con le autorità competenti per gestire la situazione”. Iryo ha inoltre annunciato la cancellazione di tutti i collegamenti in partenza dalla stazione madrilena di Atocha e diretti verso il corridoio ferroviario ad alta velocità della Spagna meridionale. “Al momento non è possibile prevedere quando il servizio sarà ripristinato”, ha spiegato la compagnia, assicurando che continuerà a fornire aggiornamenti attraverso i propri canali ufficiali.

Pochi minuti dopo l’incidente sulla linea Madrid-Siviglia, il Ministro dei Trasporti Óscar Puente sarebbe dovuto esser presente all’apertura del Forum Mondiale delle Infrastrutture a Madrid. Ha ricevuto la notizia mentre stava salutando gli organizzatori dell’evento nella Facoltà di Ingegneria Civile, Canali e Porti del Politecnico, da dove si è allontanato in fretta, visto l’incidente che ha coinvolto la ferrovia ad alta velocità.

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Lotta a povertà e disuguaglianze, l’Italia è messa peggio di 15 anni fa: arretra su 5 obiettivi di sviluppo sostenibile dell’Agenda 2030

28 October 2026 at 09:02

A quattro anni dalla scadenza dell’Agenda 2030, non solo l’Italia è in netto ritardo rispetto agli Obiettivi di sviluppo sostenibile (SDGs), ma nel 2025 sei dei 17 Obiettivi Onu peggiorano. E appare non raggiungibile il 58% dei target quantitativi fissati al 2030 (tra i 38 analizzati) per i vari goal. Un ritardo che si riflette sulla vita delle persone: oltre 5,4 milioni in povertà assoluta, il 94,5% dei Comuni a rischio idrogeologico e quasi un giovane su cinque con disagio psicologico. Il peggioramento relativo all’ultimo anno analizzato, è accentuato per povertà (goal 1) e acqua pulita e servizi igienico-sanitari (goal 6), ma che riguarda anche imprese e innovazione (goal 9), città sostenibili (11), parità di genere (5) e partnership per gli obiettivi (goal 17). Guardando al lungo periodo, però, quindi tra il 2010 e il 2025, per 10 goal su 17 la situazione risulta “insoddisfacente o critica”. È quanto emerge nell’undicesima edizione del Rapporto dell’Alleanza italiana per lo Sviluppo Sostenibile – Est (ASviS), che valuta l’avanzamento del nostro Paese, dei suoi territori e dell’Unione europea verso i 17 Obiettivi di Sviluppo Sostenibile dell’Agenda 2030 dell’Onu.

Rispetto al 2010, l’Italia è peggiorata per cinque Obiettivi: sconfiggere la povertà (goal 1), acqua pulita e servizi igienico-sanitari (goal 6), ma anche ridurre le disuguaglianze (goal 10), vita sulla Terra (goal 15), pace, giustizia e istituzioni solide (goal 16). Il dossier – presentato a Roma, nell’Aula dei Gruppi parlamentari della Camera dei Deputati – va letto anche alla luce di quanto sta avvenendo nelle piazze italiane ed europee, perché è nei dati che si trovano le cause del malcontento. “Dei 38 obiettivi analizzati, solo 11 (il 29% del totale) sono raggiungibili o avvicinabili, cinque (il 13%) hanno un andamento discordante e ben 22 non appaiono raggiungibili” spiega Enrico Giovannini, direttore scientifico dell’Alleanza Italiana per lo Sviluppo Sostenibile, secondo cui “stiamo assistendo a una ‘regressione insostenibile’, i cui costi economici e sociali crescono, alimentando sfiducia e tensioni sociali”.

Enrico Giovannini: “Scelte politiche dannose”. Gli effetti sui più giovani

“Dietro questi dati ci sono persone, imprese, istituzioni ed ecosistemi che vedono la propria condizione peggiorare o non migliorare anche per scelte politiche dannose o, nella migliore delle ipotesi, miopi” commenta Giovannini. Scelte che privilegiano la condizione dei già ricchi e non dei più poveri, ma anche “il ritorno economico immediato invece che investimenti lungimiranti, vantaggi politici di breve termine, invece che il miglioramento delle condizioni di vita delle popolazioni e della qualità dell’ambiente”. Sono 1,1 milioni i minori che vivono in famiglie che sono in povertà assoluta, solo il 31,1% dei giovani tra i 25 e i 34 anni è laureato a fronte dell’obiettivo del 45% entro il 2030, la riduzione della dispersione scolastica si accompagna ad un peggioramento delle competenze degli studenti. Circa il 16% degli adolescenti e delle adolescenti e quasi un giovane su cinque nella fascia 18-34 anni presentano disagi psicologici e oltre 600mila minori sono seguiti dai Dipartimenti di salute mentale. L’ASviS propone un’agenda di interventi da attuare subito e nella prossima legislatura, con particolare attenzione al contrasto alla povertà e alle disuguaglianze, alla competitività del sistema produttivo, alla transizione ecologica e digitale, alla salute, all’istruzione e al lavoro. Tra le proposte “di sistema” si segnalano l’assunzione della Strategia nazionale di sviluppo sostenibile, attualmente oggetto di revisione da parte del Governo.

Gli obiettivi su cui si rallenta di più negli ultimi 15 anni: povertà e acqua

Per quanto riguarda il goal numero 1 (sconfiggere la povertà), il peggioramento è dovuto principalmente all’aumento delle incidenze della povertà assoluta individuale (+2,9%) e di quella relativa (+2,1). Una situazione recentemente raccontata dall’Istat nel suo rapporto sulla povertà assoluta in Italia e nel quale si parla anche di caro vita e povertà alimentare (Leggi l’approfondimento). L’altro goal su cui l’Italia è peggiorata di più nel lungo periodo è quello relativo all’acqua e ai servizi igienico-sanitari. Si è aggravata la dispersione idrica (+7,7% tra il 2010 e il 2022), mentre le disuguaglianze fra i territori, già alte dal 2010, continuano ad aumentare nel tempo. In questo caso, L’obiettivo quantitativo analizzato per il Goal 6 prevede la riduzione del 15%, entro il 2026, della dispersione delle reti idriche rispetto ai valori del 2015. L’indicatore evidenzia gravi criticità, con un valore nel 2022 pari al 42,4% e una dispersione che risulta in crescita, determinando un allontanamento dall’obiettivo.

Gli altri obiettivi su cui l’Italia è peggiorata negli ultimi 15 anni

Per quanto riguarda il goal 10 (ridurre le disuguaglianze), l’Italia dovrebbe ridurre entro il 2030 la disuguaglianza del reddito netto, ai livelli osservati nel migliore dei Paesi europei, ma l’andamento è insufficiente per raggiungere o avvicinare il target. L’indice complessivo peggiora nel lungo periodo (e di nove punti) anche per il goal 15, che riguarda la ‘vita sulla terra’, a causa del continuo aumento del consumo di suolo, il cui indice è passato da 103,1 del 2012 a 106,3 nel 2024. Le differenze fra i territori risultano tra le più ampie rispetto ai 17 SDGs e aumentano nel corso del tempo. In questo caso sono due gli obiettivi monitorati: il primo prevede di azzerare l’aumento del consumo di suolo annuo entro il 2030. La situazione italiana è estremamente critica (Leggi l’approfondimento), in quanto nel periodo considerato il consumo di suolo ha continuato a crescere: nel 2024 sono stati utilizzati 13,3 nuovi ettari di suolo (ogni 100mila) rispetto al 2023. Ameno di interventi drastici di tipo normativo, l’obiettivo non è raggiungibile. E vale lo stesso per il target che prevede di raggiungere la quota del 30% delle aree terrestri protette entro il 2030. Per quanto riguarda il goal 16 (pace, giustizia e istituzioni solide), sono monitorati due obiettivi: il primo prevede di azzerare il sovraffollamento negli istituti di pena entro il 2030. Ma se il fenomeno si è ridotto dal 151% del 2010 al 105% del 2020, negli ultimi cinque anni si è avuto un peggioramento che ha riportato il sovraffollamento al 124%. “Queste dinamiche contrastanti – si spiega nel report – non consentono di valutare la raggiungibilità dell’obiettivo”. Il secondo prevede di ridurre, entro il 2026, del 40% la durata media dei procedimenti civili rispetto al 2019. Anche se si registra una riduzione complessiva della durata dei procedimenti, la tendenza di lungo termine non appare sufficiente ad avvicinare l’obiettivo.

L’Italia rallenta (ma non è sola)

Guardando all’andamento degli ultimi quindi anni, oltre all’arretramento per i cinque obiettivi citati, l’Italia registra una sostanziale stabilità per cinque Goal: sconfiggere la fame (goal 2), salute e benessere (goal 3), imprese, innovazione e infrastrutture (goal 9), città e comunità sostenibili (goal 11) e partnership per gli obiettivi (goal 17). Miglioramenti limitati per altri cinque goal: istruzione di qualità (goal 4), parità di genere (goal 5), energia pulita e accessibile (goal 7), lavoro dignitoso e crescita economica (goal 8) e lotta contro il cambiamento climatico (goal 13), ma con limiti importanti in diversi obiettivi quantitativi. In realtà, aumenti significativi riguardano solo economia circolare (goal 12) e vita sott’acqua (goal 14). Per cogliere l’andamento complessivo del nostro Paese rispetto all’Agenda 2030 è stato anche calcolato, per la prima volta, un indicatore che sintetizza i 17 indici. Tra il 2010 e il 2025, l’indice totale mostra un aumento inferiore ai tre punti percentuali, quindi estremamente contenuto. “Il mondo di oggi è molto diverso da quello che ci eravamo impegnati a costruire con l’Agenda 2030 – spiega Marcella Mallen, presidente dell’ASviS – ogni ulteriore rinvio aumenta i costi sociali, economici e ambientali, soprattutto per i più deboli. Prendere atto di questi risultati deve spingerci a rafforzare l’impegno, non ad abbandonarlo”. Il ritardo italiano non differisce da un quadro europeo e mondiale preoccupante. Nell’Unione europea la quota dei traguardi quantitativi raggiungibili entro il 2030 scende dal 53% al 47% e sette Obiettivi registrano un peggioramento nell’ultimo anno (povertà, salute, istruzione, disuguaglianze, vita sott’acqua, giustizia e istituzioni solide e partnership) e solamente per uno (sconfiggere la fame) si registra un miglioramento. A livello mondiale soltanto il 15% dei Target dell’Agenda 2030 è sulla buona strada per essere conseguito.

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La rivoluzione da 50 milioni della Sanità laziale inciampa nella burocrazia

28 October 2026 at 08:00

Medici di famiglia in allarme: regole diverse tra Asl, personale insufficiente e Case della Comunità in cerca di certezze

La sanità territoriale del Lazio doveva cambiare marcia. Per ora, secondo i medici di famiglia, rischia di restare ferma al semaforo. A meno di un mese dall’entrata in vigore dell’accordo regionale da 50 milioni, la Fimmg denuncia ostacoli organizzativi e chiede alla Regione guidata da Francesco Rocca un intervento urgente. Il problema non è firmare un’intesa, ma trasformarla in servizi per i cittadini di Roma e del Lazio.

Medici in rete, ma ogni Asl segue la propria strada

Il progetto ruota intorno alle Aggregazioni funzionali territoriali (Aft), reti di medici chiamate ad assicurare assistenza dal lunedì al venerdì, dalle 8 alle 20, per bacini fino a 30mila assistiti. Un sistema destinato a integrarsi con le Case della Comunità, rafforzando le cure di prossimità.

Sulla carta il modello è definito. Sul territorio, sostiene il sindacato, le Asl adottano criteri differenti, tanto per le Aft quanto per gli ambulatori del ruolo unico di assistenza primaria. Il rischio è una sanità a geometria variabile: stesso accordo, servizi diversi a seconda del luogo di residenza.

Infermieri, sicurezza e posti ancora bloccati

La Fimmg segnala criticità nelle postazioni ambulatoriali, in particolare durante le ore notturne. Sono previsti almeno due medici, un infermiere e adeguate misure di sicurezza. Requisiti che, secondo il sindacato, non sempre vengono rispettati. Senza le garanzie necessarie, alcune attività ad accesso diretto non possono partire.

C’è poi il nodo della carenza di medici. La possibilità di aumentare fino al 20% il massimale degli assistiti, prevista dall’accordo, non sarebbe ancora operativa. Una misura che potrebbe dare respiro alle zone dove trovare un medico di base è già un’impresa. Mancano inoltre alcuni moduli per richiedere le indennità del personale di studio e infermieristico.

La richiesta alla Regione: meno annunci, più scadenze

Nell’elenco delle questioni aperte figurano i tavoli tecnici da convocare, gli accordi attuativi da completare e i rapporti con le università per il tutoraggio dei futuri medici. La Fimmg sollecita quindi una riunione urgente del Comitato regionale per la medicina generale, con scadenze precise e regole identiche in tutte le Asl.

L’intesa da 50 milioni resta in piedi. Ma tra una delibera approvata e un ambulatorio funzionante corre una distanza che nessun comunicato può accorciare. E il conto dei ritardi rischia di arrivare ai pazienti.

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Tavira: Concessionário de apoio balnear da praia da Terra Estreita vence concurso Areia Viva 2026

27 October 2026 at 19:29

O Município de Tavira congratula a ABEV – Evolução, Lda., na qualidade de concessionário de apoio balnear da Praia da Terra Estreita (freguesia de Santa Luzia), por ter vencido o concurso Areia Viva 2026, uma iniciativa conjunta do Programa Bandeira Azul e a empresa Boomlift que visa promover a limpeza sustentável dos areais, a gestão de resíduos e a economia circular com menor impacto ambiental.

O concurso teve como destinatários os promotores e concessionários de praias galardoadas com Bandeira Azul, tendo o vencedor sido premiado com uma máquina elétrica de limpeza de praias (Baby Tapiro 100 Elétrica) de baixas emissões e reduzida poluição sonora.

Os responsáveis pela limpeza e manutenção dos areais das zonas balneares foram desafiados a mostrar a forma como este equipamento pode beneficiar e valorizar a sua praia. Os participantes, conscientes das características do equipamento, demonstraram, através da sua candidatura como pretendem aliar performance e consciência ecológica.

A máquina recolhe detritos de diferentes dimensões, desde pequenos resíduos a volumosos como pedras, paus e pedaços de vidro e plástico, reforçando a segurança dos banhistas e a preservação da vida marinha, sendo que pode ampliar os seus resultados, caso seja carregada através de painéis fotovoltaicos.

A praia da Terra Estreita ganha, assim, uma distinção que promove a limpeza do areal de forma sustentável.

Quatro arguidos ouvidos no julgamento de Conceição Cabrita, ex-autarca de VRSA

By: Lusa
27 October 2026 at 19:32

João Faustino, antigo funcionário da autarquia, negou ter participado em acordo de que retirasse benefício pessoal ou que lesasse o município.

O conteúdo Quatro arguidos ouvidos no julgamento de Conceição Cabrita, ex-autarca de VRSA aparece primeiro em Barlavento.

Houthis dizem ter repelido avanço de forças apoiadas pela Arábia Saudita

27 October 2026 at 17:35

Os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, afirmaram nesta terça-feira (27) que repeliram o avanço de forças que descreveram como apoiadas pela Arábia Saudita, vindas do sul em direção ao estreito de Bab el-Mandeb.

Segundo o comunicado, os houthis atacaram as forças que avançavam com mísseis balísticos e armas pesadas, provocando um grande número de baixas. O grupo afirmou ainda ter destruído vários veículos militares.

A Arábia Saudita não confirmou imediatamente as informações.

*Reportagem de Ahmed Tolba e Yasmine Ghania, no Cairo; edição de Barbara Lewis.

O que é o Knesset, o Parlamento de Israel?

 

Houthis dizem ter atingido maior refinaria de petróleo da Arábia Saudita

27 October 2026 at 16:50

Os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, afirmaram nesta terça-feira (27) que atingiram com um míssil balístico a refinaria de petróleo de Ras Tanura, na Arábia Saudita, a maior do reino.

Os houthis também disseram ter atacado aeronaves militares sauditas e repelido uma ofensiva de forças apoiadas pela Arábia Saudita nas proximidades do estreito de Bab el-Mandeb, uma importante rota de navegação no Mar Vermelho.

A intensificação das hostilidades entre o Iêmen e a Arábia Saudita agravou as interrupções no abastecimento de petróleo e aumentou o risco de um conflito regional mais amplo, oito meses após o início da guerra com o Irã.

O porta-voz militar dos houthis, Yahya Saree, afirmou que o ataque à refinaria de Ras Tanura provocou um incêndio no complexo, que também inclui um terminal marítimo e está localizado no Golfo, a oeste do estreito de Ormuz.

As autoridades sauditas não confirmaram imediatamente o ataque.

Com capacidade para processar 550 mil barris por dia, a refinaria de Ras Tanura ficou fechada por um período nos primeiros meses da guerra com o Irã, como medida de precaução.

Quase todas as exportações de petróleo da Arábia Saudita passam por dois portos principais: Ras Tanura, no Golfo, e Yanbu, no Mar Vermelho. Ambos já foram atacados pelos houthis.

A agência Bloomberg News citou uma fonte familiarizada com o assunto que afirmou que a Arábia Saudita havia conseguido controlar um incêndio nas proximidades do terminal de Ras Tanura.

Ataques aéreos

Os houthis disseram ter atacado duas aeronaves militares de transporte no aeroporto de Najran e uma base aérea em Khamis Mushait. Não houve confirmação imediata dos ataques por parte da Arábia Saudita.

Na tarde desta terça-feira, as autoridades de defesa civil emitiram brevemente um alerta de ataque aéreo na capital saudita, Riad.

A coalizão liderada pela Arábia Saudita que combate os houthis em apoio ao governo internacionalmente reconhecido do Iêmen afirmou ter interceptado e destruído dois mísseis balísticos lançados pelos houthis em direção a Riad.

Os houthis disseram ter repelido uma ofensiva de forças que descreveram como apoiadas pela Arábia Saudita, vindas das aproximações ao sul do estreito de Bab el-Mandeb.

No início deste mês, forças do governo iemenita apoiadas pela Arábia Saudita expulsaram os houthis de áreas costeiras que o grupo havia conquistado em setembro, enfraquecendo o controle da organização sobre uma importante rota petrolífera no Mar Vermelho.

A emissora Al Masirah TV, ligada aos houthis, noticiou ataques sauditas contra a cidade iemenita de Mocha. Não houve confirmação imediata por parte da Arábia Saudita.

Os combates romperam uma trégua mediada pela ONU Organização das Nações Unidas) em 2022 entre a coalizão e os houthis, que controlam a capital do Iêmen, Sanaa.

Na segunda-feira, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão se reuniram com autoridades iranianas em Teerã para tentar reduzir as tensões regionais.

O Parlamento do Egito, que afirmou estar considerando aderir aos três países em um pacto de defesa mútua, autorizou nesta segunda-feira as Forças Armadas egípcias a ajudar na defesa da Arábia Saudita, caso haja um pedido nesse sentido.

*Reportagem de Yasmine Ghania; redação de Nayera Abdallah; edição de Michael Georgy, Peter Graff e Timothy Heritage.

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Ex Ilva e autotrasportatori a Palazzo Chigi: al via i due vertici

27 October 2026 at 15:42

Alle 17:00 a Palazzo Chigi sono stati convocati due tavoli della massima importanza: quello sull’ex Ilva, per definire il futuro del polo siderurgico, e quello con le rappresentanze degli autotrasportatori. Ed è solo martedì.

Sebbene si tratti di due confronti distinti, le vicende nelle scorse settimane si sono intrecciate a fronte di un’intensa agitazione che attraversa diversi settori lavorativi, con numerose piazze che chiedono al Governo interventi e misure più decise contro il carovita.

Vertice ex Ilva a Palazzo Chigi

Al tavolo convocato a Palazzo Chigi si sono seduti il Sottosegretario alla Presidenza del Consiglio Alfredo Mantovano, il ministro dell’Economia Giancarlo Giorgetti e il ministro dell’Ambiente Gilberto Pichetto Fratin (in videocollegamento), il ministro delle Imprese e del Made in Italy Adolfo Urso, la ministra del Lavoro Marina Calderone e il sottosegretario con delega al Sud Luigi Sbarra. Insieme all’Esecutivo, presenti i vertici di Invitalia, i commissari straordinari di Acciaierie d’Italia e del Gruppo Ilva, e la delegazione dei sindacati al completo con Fiom-Cgil, Fim-Cisl, Uilm-Uil, Ugl Metalmeccanici, Usb e Federmanager.

L’appuntamento arriva dopo settimane segnate da forti proteste, mobilitazioni negli stabilimenti di Taranto e con l’occupazione dell’aeroporto da parte degli operai di Genova Cornigliano a seguito della proclamazione dello sciopero. Al centro delle richieste vi è la ricerca di garanzie da parte dell’Esecutivo sul piano produttivo e sulla tenuta occupazionale. Pesa l’ombra dei possibili licenziamenti collettivi per l’esubero di dirigenti e la gestione della cassa integrazione, in un quadro privo di certezze sul piano di decarbonizzazione. Sul fronte operativo, scaduti i 90 giorni fissati dalla Corte d’Appello di Milano per lo spegnimento degli altoforni, gli impianti continuano a marciare in assetto di pre-riscaldo autorizzato dall’ultimo decreto governativo.

Il vertice giunge inoltre a poche ore dalle notizie sull’inchiesta della Procura di Taranto con la richiesta di arresti domiciliari per l’ex Amministratrice Delegata Lucia Morselli in merito a presunte irregolarità sulle emissioni. Su questo punto, Mantovano si è detto “fiero del fatto che questo governo abbia estromesso il socio Mittal tre anni prima dei recenti sviluppi giudiziari”.

Il mondo industriale resta intanto alla finestra. Antonio Gozzi, presidente di Federacciai, ha accolto positivamente il recente decreto varato dall’Esecutivo per la tutela del comparto, mantenendo tuttavia la massima cautela sulle indiscrezioni relative a una possibile cordata d’imprese italiane per il rilancio del gruppo.

Mantovano: “Nessun cronoprogramma ma impegno su acciaio e ammortizzatori”

Ad aprire le comunicazioni per il Governo è stato il Sottosegretario Alfredo Mantovano, che ha ribadito la volontà di garantire la continuità produttiva dell’acciaio italiano e il rilancio di Taranto con forni elettrici e decarbonizzazione. Tuttavia, ha frenato sulle richieste sindacali di fissare un cronoprogramma immediato, citando due grandi fattori di incertezza ancora aperti:

  • la gara per la vendita del gruppo, con termine per le offerte vincolanti fissato all’8 novembre;
  • la pendente decisione delle Sezioni Unite della Cassazione sull’area a caldo.

Per mitigare l’impatto sociale, il Governo intende inserire nella manovra di bilancio misure di incentivo all’esodo, prepensionamenti e sostegni al reddito. È stato inoltre avviato un tavolo con i grandi gruppi industriali partecipati, Fincantieri, Rheinmetall, Leonardo e Ferrovie dello Stato, cui i commissari forniranno entro quattro giorni i database del personale per valutare possibili assorbimenti o progetti sul territorio. Sul fronte degli ammortizzatori, Quaranta ha presentato uno schema operativo per i poli di Taranto, Genova e Novi Ligure, con l’impegno che la cifra richiesta per la cassa integrazione rappresenti un tetto massimo di garanzia e prevederà la rotazione dei lavoratori.

Le dichiarazioni dei sindacati

Le reazioni dei rappresentanti dei lavoratori al termine dell’incontro esprimono la richiesta di garanzie immediate e impegni vincolanti. Il segretario generale della Fiom, Michele De Palma, ha ricordato la necessità di una soluzione industriale più concreta, chiedendo al Governo di confermare la volontà di investire sull’acciaio primario e di garantire l’occupazione anche mediante il coinvolgimento diretto delle grandi aziende partecipate pubbliche.

Dal canto suo, il segretario generale della Fim Cisl, Ferdinando Uliano, ha sollecitato interventi chiari sui processi di incentivo alle uscite volontarie, sul prepensionamento e sulla tutela per i lavori usuranti, evidenziando come queste misure non abbiano ancora trovato risposta soddisfacente negli ultimi decreti. Restano inoltre forti perplessità emerse anche nelle commissioni Industria e Sanità del Senato sui requisiti d’accesso alla Cigs, che rischiano di escludere molte aziende dell’indotto.

Infine, il segretario generale della Uilm di Taranto, Davide Sperti, ha ribadito l’urgenza di impegni precisi per il futuro occupazionale, chiedendo di superare la fase delle semplici dichiarazioni d’intenti e di fornire una progettualità concreta per il rilancio del polo siderurgico.

La riunione a Palazzo Chigi conferma, per quanto riguarda Genova, che la produzione è garantita come dichiarato dai commissari in Prefettura. Con tali tonnellaggi non si giustifica la richiesta di 870 lavoratori in cassa integrazione.

Queste le parole di Andrea Palombo, rappresentante sindacale dello stabilimento ligure di Cornigliano.

Autotrasporto alla prova del carovita e dei carburanti

Parallelamente alla vertenza industriale della siderurgia, la Presidenza del Consiglio ospita il confronto con le associazioni di categoria degli autotrasportatori. Al centro della discussione vi sono le pesanti ripercussioni legate ai prezzi del gasolio e all’aumento dei costi gestionali per le flotte aziendali.

Le tensioni accumulatesi nei giorni scorsi, segnati dal timore di nuovi fermi dei veicoli pesanti e dal potenziale rischio di disagi con il carburante esaurito nei distributori della rete stradale e autostradale, rendono l’incontro di oggi un passaggio determinante per trovare una sintesi che provi a superare le misure emergenziali.

“Mia madre ha 83 anni ma io e lei ci alleniamo insieme. Sviluppare i muscoli è una delle migliori forme di protezione che abbiamo”: il programma della personal trainer Kate Nolte

27 October 2026 at 13:31

“Mia madre Suki ha 83 anni ed è la prova vivente che non è mai troppo tardi per sentirsi forti, agili e pieni di gioia”: parla così Kate Nolte che ha 47 anni, fa la personal trainer e si allena anche insieme alla sua mamma. La storia la racconta Women’s Health UK, in un articolo firmato da Kate Cheng e dalla stessa Nolte. “Ha cominciato a seguire Quick Minutes lo scorso settembre e da allora non ha più smesso. Dice di sentirsi più giovane della sua età e vuole continuare a fare le cose che ama”, ha spiegato la 47enne.

Quick Minutes è il metodo ideato dalla coach: una serie di movimenti a corpo libero eseguiti per un minuto ciascuno, con l’obiettivo di lavorare su forza, mobilità, coordinazione e condizionamento generale. Nolte, che allena donne di tutte le età, lo considera anche una pausa dai pensieri: “È il mio rimedio preferito quando ho bisogno di uscire dalla mia testa e tornare in contatto con il corpo”.

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Receita do HSBC no 3º tri fica abaixo das estimativas; ações caem

27 October 2026 at 12:31

O HSBC divulgou nesta terça-feira (27) um salto no lucro trimestral, mas a receita ficou abaixo ​das estimativas, em parte devido ao crescimento mais lento ​em seu segmento de gestão de patrimônio, o que levou as ações do banco a uma queda de 6%.

O maior banco da Europa divulgou que o lucro antes dos impostos subiu 32%, para US$ 9,6 bilhões, no trimestre de julho a setembro, em linha com as estimativas, e lançou um programa de recompra de ações de até US$1 bilhão, o mesmo valor do trimestre anterior.

No ⁠entanto, a receita ficou abaixo das ​previsões dos analistas, que apontavam para US$ 19 bilhões, registrando um crescimento de 5%, ​para US$ 18,6 bilhões.

A queda nas ações do banco listadas em Hong Kong ressalta como os recentes ⁠resultados sólidos dos bancos europeus aumentaram as ⁠expectativas dos investidores em relação ao desempenho, mesmo com o impacto da guerra ​no ‌Irã sobre a inflação e as taxas de juros tornando o ambiente mais difícil para ⁠os bancos.

As ações continuam com alta de 9% no acumulado do ano.

“Às vezes, há uma expectativa do mercado de que revisemos para cima nossas orientações ou metas”, disse a diretora financeira Pam Kaur ‌a ⁠repórteres em uma teleconferência, ‌quando questionada sobre a queda das ações.

A receita da divisão de gestão de patrimônio do HSBC ficou estável em US$ 2,7 bilhões. Isso se compara a um crescimento de receita de 15% e 23% ⁠em relação ao mesmo período do ano anterior ⁠nos dois primeiros trimestres.

Banco britânicos se preparam para aumentos de impostos

O HSBC se beneficiou da ausência de provisões legais contabilizadas ‌no mesmo trimestre do ano anterior.

O banco também informou que as perdas de crédito esperadas caíram 17%, para US$ 800 milhões, graças a uma redução nas despesas relacionadas ao setor imobiliário de Hong Kong, bem como aos seus negócios de gestão de patrimônio no Reino Unido ‌e no México.

O HSBC afirmou que está no caminho para atingir suas metas de lucratividade principal até 2028, mais um sinal de como as instituições financeiras da região têm mantido ⁠lucros robustos nos últimos anos.

O forte desempenho intensificou os apelos de ativistas no mercado doméstico do HSBC, no Reino Unido, por aumentos de impostos sobre os bancos no primeiro orçamento do ministro das ​Finanças, John Healey, previsto para quarta-feira (28).

Os executivos dos bancos têm feito forte lobby para evitar tal ​aumento nas tributações do setor, argumentando que isso restringiria os empréstimos e tornaria o Reino Unido menos competitivo.

O HSBC anunciou um dividendo intermediário de US$ 0,1 por ação, o mesmo valor do trimestre anterior.

Sareste contenti di salire in aereo e trovarvi accanto un cane di oltre 50 chili? Il video dell’influencer con il suo alano da assistenza diventa virale: “Come mai non posso accarezzarlo?”

27 October 2026 at 11:26

Sareste contenti di salire in aereo e trovarvi accanto un cane di oltre 50 chili? Può succedere ai passeggeri che viaggiano sullo stesso volo di Piêtra Luccas, influencer brasiliana che porta con sé Charlie, un enorme alano da assistenza. La sua presenza non passa certo inosservata, ma a colpire è anche la naturalezza con cui si muove tra corridoi e sedili. I video di Charlie e Piêtra diventano spesso virali sui social. In uno dei più condivisi, l’alano sale a bordo di un volo United Airlines. Prima dell’imbarco, un assistente di volo spiega all’influencer di aver parlato con i passeggeri seduti vicino a loro e che questi hanno accettato di viaggiare accanto al cane. Per avere più spazio e non creare problemi agli altri, Piêtra ha raccontato di acquistare tre posti quando vola con Charlie.

L’alano indossa una pettorina che segnala il suo ruolo di cane da assistenza e invita i passeggeri a non accarezzarlo mentre sta lavorando. Charlie, dal canto suo, appare curioso e si avvicina alle persone, annusandole e attirando inevitabilmente l’attenzione. Va da sé che i pareri sull’opportunità di avere a bordo un cane di quelle dimensioni sono molto diversi. “Io presenterei sicuramente un reclamo alla compagnia aerea. È inaccettabile. La gente è impazzita! Come sarebbe a dire che il cane sta seduto accanto a me e io non posso accarezzarlo?”, ha scherzato un utente nei commenti al video.

C’è chi contesta la presenza in cabina di un cane così grande, chi solleva il tema delle allergie e chi mette in dubbio che Charlie sia davvero un cane di assistenza, accusando la proprietaria di cercare soprattutto visibilità. Altri utenti ricordano invece che, se l’animale è effettivamente addestrato e autorizzato dalla compagnia, il problema non si pone. Non manca poi chi lancia un allarme più generale: “La situazione dei ‘cani di assistenza’ è fuori controllo. I certificati si possono comprare online”, scrive qualcuno, chiedendo regole più chiare per distinguere gli animali effettivamente addestrati per assistere persone con disabilità da quelli presentati come tali senza averne i requisiti.

Negli Stati Uniti, però, le regole sono abbastanza precise. Il Dipartimento dei Trasporti definisce cane da assistenza un animale addestrato individualmente a svolgere compiti per una persona con disabilità. Non basta quindi un giubbotto o la semplice funzione di supporto emotivo. Le compagnie possono richiedere specifici moduli sullo stato di salute, il comportamento e l’addestramento dell’animale. Possono inoltre rifiutare l’imbarco se il cane è troppo grande o pesante per essere sistemato in sicurezza in cabina, rappresenta un rischio o crea disturbo.

La normativa americana vieta invece di escludere un cane da assistenza soltanto per la razza: la valutazione deve riguardare il singolo animale e il suo comportamento. A bordo, inoltre, non può bloccare il corridoio o le uscite di emergenza. Charlie, almeno nei video diventati virali, sembra affrontare il viaggio con una tranquillità decisamente superiore a quella di molti passeggeri.

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