PAR pede inquérito sobre vídeo de Ventura

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
Presidente do Parlamento fez seguir a queixa de Fabian Figueiredo para a Comissão de Transparência e Estatuto dos Deputados

Presidente do Parlamento fez seguir a queixa de Fabian Figueiredo para a Comissão de Transparência e Estatuto dos Deputados

Caracas, 29 oct (Prensa Latina) La presidenta encargada Delcy Rodríguez expuso hoy lo realizado por su Gobierno desde su asunción en enero pasado y lo que falta por hacer en el orden político, económico e institucional para el verdadero renacer de Venezuela.
The post Delcy Rodríguez expone avances en gestión de Gobierno de Venezuela first appeared on Noticias Prensa Latina.
Novas regras de proteção animal aprovadas em Assembleia da República

Novas regras de proteção animal aprovadas em Assembleia da República






© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
Caracas, 28 oct (Prensa Latina) De arranque con buen pie calificó el presidente del Comité de Postulaciones Judiciales de Venezuela, Giuseppe Alessandrello, el inicio del proceso para los candidatos a integrar el Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) y otros cargos del sistema.
The post Comenzó con buen pie proceso de postulaciones en Venezuela first appeared on Noticias Prensa Latina.

© Maria João Gala

© José Sena Goulão/LUSA

O Orçamento do Estado para 2027 foi aprovado esta quarta-feira na generalidade, com a abstenção do PS, do PAN e do JPP, e os votos contra da restante oposição — Chega, Iniciativa Liberal, Livre, PCP e Bloco de Esquerda. Apenas o PSD e o CDS votaram a favor.
O documento segue agora para a discussão na especialidade, em que a oposição tentará forçar alterações. O líder do PS, José Luís Carneiro, já prometeu insistir nas medidas para mitigar o aumento do custo de vida, embora garanta que não vai pôr em causa o saldo orçamental. Também o PAN deixou claro que a posição na votação final global dependerá de como decorrer a discussão na especialidade.
No encerramento do debate na generalidade, José Luís Carneiro sinalizou que as prioridades do PS são “o custo de vida e a resposta às necessidades urgentes da habitação” — dois dos temas que mais marcaram a discussão desta terça e quarta-feira —, mas também a saúde, as pensões, a educação, a formação profissional, a cultura e o conhecimento.
O secretário-geral do PS insistiu com o Governo para que deixe cair a nova lei de rendas “viabilizadas pelo Chega e pela Iniciativa Liberal”, aceitando “construir com o PS uma garantia pública para dinamizar o mercado do arrendamento, dando segurança aos proprietários e proteção aos inquilinos”. Propôs também “a adoção de uma moratória para os contratos de arrendamento que expiram até ao final do ano”, porque “estão milhares de pessoas por todo o país, muitas delas idosas, nesta circunstância e com medo dos despejos”. E diz ser necessário “rever a renda moderada de 2.300 euros”, bem como “transferir, com caráter urgente, os imóveis que se encontram no IHRU [Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana] para as câmaras municipais, com o envelope financeiro necessário à recuperação e à mobilização desses imóveis para a habitação pública acessível”.
Mas não só: entre várias outras medidas, José Luís Carneiro quer “a suspensão das comissões bancárias por reembolso antecipado do crédito à habitação, a isenção de mais-valias na venda de casas destinadas à habitação própria e permanente, o agravamento do IMT para os imóveis adquiridos por não-residentes e que não se destinem à habitação e o agravamento do IMI dos imóveis devolutos situados nas zonas de pressão urbanística”.
Já André Ventura responsabilizou o PS pela subida dos preços da habitação e criticou José Luís Carneiro por aceitar, “no meio de uma crise da habitação, o aumento do IMI sobre as pessoas, sobre as suas propriedades e sobre a sua habitação”.
Relativamente à lei das rendas, Ventura afirma que “o Chega fez aquilo que o PS não teve coragem de fazer”, ou seja, “reconheceu que o país tem um problema” de menos habitação, custos elevados e famílias que não conseguem pagar a casa. “Dissemos que não aceitaríamos atualizações de rendas sem limites, que não aceitaríamos cauções sem limites, por serem injustas e que os senhorios e os proprietários não são nem o PCP nem a Segurança Social deste país”. Já o PS, acusa, quis “deixar tudo na mesma”. Ventura entende que a posição do partido não tem “os devaneios habituais” sobre a capacidade do mercado para resolver o problema nem aponta para “a penalização permanente a quem fez das casas o seu investimento e a sua vida”.
Como habitualmente, André Ventura ‘colou’ os problemas da habitação à política migratória do Governo de António Costa, incluindo a “destruição do SEF”, apontando para uma entrada “descontrolada” de estrangeiros no país.
Em atualização
O ministro das Infraestutruras e Habitação apelou à união dos partidos para combater a crise habitacional. Pinto Luz falava no debate do Orçamento do Estado, onde o Chega - parceiro na lei do arrendamento - defendeu a “remigração” como solução para a falta de casas
