Antigo secretário-geral do PS diz que o PM está a instrumentalizar as forças de segurança para se proteger a si e ao Governo. Ainda nesta edição, milhares em Lisboa e no Porto em novos protestos.
PS e Chega exigem esclarecimentos ao primeiro-ministro — ainda que Ventura não conteste ação policial. Moreira da Silva critica "decisores". À esquerda, pressão estende-se ao Presidente Seguro.
A assembleia votou duas vezes a pernoita na praça (com resultados distintos) e as negociações dividiram organização e manifestantes antes de uma atuação muito rápida da polícia na Praça D. João I.
O bastonário da Ordem dos Advogados defende a necessidade de se efetuar um inquérito à atuação das forças de segurança nas acampadas em Lisboa e Porto.
Pedro Duarte distingue quem luta pelo direito à habitação de quem procura instigar o ódio na sociedade portuguesa. Ainda, Luís Neves recusa que tenha havido uma carga policial ontem à noite.
Iniciativa em Lisboa marcada para as cinco da tarde, na Praça do Rossio. No Porto, protesto marcado para as sete da tarde na Praça D. João I. Ainda, Pedro Duarte acredita numa resposta democrática.
O SOS Racismo insta à "imediata responsabilização política e criminal das forças policiais e do Governo" no que considera ter sido uma "desproporcionada, violenta e ilegal investida".
Ministério afirma que a instalação permanente de tendas leva a ausência de segurança e higiene. Ainda, Sebastião Bugalho acusa líder do PS de ser "oportunista" e "irresponsável".
Líder do Chega diz que forças de segurança não tinham outra alternativa para repor a ordem pública. Ainda, José Luís Carneiro critica silêncio de Luís Montenegro e pede responsabilidade ao Governo.
Secretário-geral do PS deu, esta manhã, uma conferência de imprensa na sede distrital do Porto para reagir à carga policial desta madrugada em Lisboa e no Porto. Ainda, Brasil escolhe novo presidente.
Em portugal, Ferro Rodrigues propõe o Bloco Central, Luís Neves dá "cacetadas" nos protestos e os polícias dão nos manifestantes. Já no Brasil, Flávio Bolsonaro à frente da corrida.
Renata Cambra apresentou pedido de intimação no Tribunal Administrativo, para impedir PSP de travar tendas na Praça D. Pedro IV. MAI sugere que isso levaria a cenário de risco e ausência de controlo.
Depois de vários avisos para desmontarem as tendas, manifestantes decidiram não acatar a ordem. Polícia cercou a Praça D. Pedro IV e avançou para a carga policial. Acampada regressa já este domingo.
Jorge Pinto pede explicações sobre a ação da PSP nos protestos pela habitação. Ainda, manifestantes detidos durante a madrugada começam a ser libertados.
Milhares manifestaram-se em Lisboa pelo direito à habitação, do Marquês ao Rossio. Encabeçado por Alfredo, de 98 anos, o protesto acabou com tendas montadas e o aviso da polícia à desobediência civil.
Com a crise financeira apertámos no sector na construção civil. Perderam-se empresas e empregos. Perdeu-se conhecimento e interesse. A crise não surgiu do nada, mas de escolhas que foram feitas.