Antigo secretário-geral do PS diz que o PM está a instrumentalizar as forças de segurança para se proteger a si e ao Governo. Ainda nesta edição, milhares em Lisboa e no Porto em novos protestos.
PS e Chega exigem esclarecimentos ao primeiro-ministro — ainda que Ventura não conteste ação policial. Moreira da Silva critica "decisores". À esquerda, pressão estende-se ao Presidente Seguro.
Lei aprovada na madrugada de sábado pode retirar 15% do financiamento à rádio e TV públicas. Oposição alerta para risco de controlo estatal; Babis rejeita as críticas.
A manifestação, sob o lema "Não mexam nos media", foi convocada pela associação cívica "Um Milhão de Momentos pela Democracia", que já tinha organizado protestos contra Andrej Babis.
“Luís Montenegro respondeu à força grande, democrática e pacífica das ruas com violência policial, batendo, perseguindo, encurralando”, acusou Pureza. O coordenador do Bloco de Esquerda afirmou este domingo que a intervenção policial desta madrugada sobre os manifestantes pela habitação aconteceu “a mando do Governo” e considerou que o Presidente da República deve pronunciar-se sobre o que aconteceu. “Luís Montenegro respondeu à força grande, democrática e pacífica das ruas com violência policial, batendo, perseguindo, encurralando. Toda a nossa solidariedade com quem foi agredido e perseguido nesta madrugada só por se ter manifestado pacificamente”, afirmou José Manuel Pureza. No encerramento da Cimeira
Signatários criticam o “aparato policial desnecessário e desproporcional” das manifestações em Lisboa e no Porto. Ainda, 16 pessoas detidas por crimes eleitorais no Brasil
A assembleia votou duas vezes a pernoita na praça (com resultados distintos) e as negociações dividiram organização e manifestantes antes de uma atuação muito rápida da polícia na Praça D. João I.
Unidades hospitalares da capital confirmam números registados após carga policial no Rossio. Ainda, Sindicato dos Inquilinos pede ajuda à CGTP e UGT para organizar uma greve geral ibérica.
Pedro Duarte distingue quem luta pelo direito à habitação de quem procura instigar o ódio na sociedade portuguesa. Ainda, Luís Neves recusa que tenha havido uma carga policial ontem à noite.
Bugalho destaca alegado arremesso de objetos por parte dos manifestantes. E Montenegro “não ficou nem cego, nem surdo, nem mudo”, garante. Luís Neves disse: “só vi um bastão a ser usado”. O porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, defendeu este domingo que existiu proporcionalidade na resposta policial às manifestações desta madrugada pelo direito à habitação, e acusou o secretário-geral do PS de irresponsabilidade e hipocrisia. Em declarações aos jornalistas transmitidas pelas televisões a partir de Aveiro, Bugalho afirmou que o PSD recusa “uma falsa clivagem” entre a autoridade dos polícias e a liberdade de expressão dos manifestantes, dizendo que houve arremesso
Iniciativa em Lisboa marcada para as cinco da tarde, na Praça do Rossio. No Porto, protesto marcado para as sete da tarde na Praça D. João I. Ainda, Pedro Duarte acredita numa resposta democrática.
O SOS Racismo insta à "imediata responsabilização política e criminal das forças policiais e do Governo" no que considera ter sido uma "desproporcionada, violenta e ilegal investida".
Ministério afirma que a instalação permanente de tendas leva a ausência de segurança e higiene. Ainda, Sebastião Bugalho acusa líder do PS de ser "oportunista" e "irresponsável".
É permitido manifestar depois das 00h30? É permitido montar e manter as tendas nestes espaços? Como se defende a PSP e o que dizem os manifestantes a seu favor? A Constituição sobrepõe-se à lei de 1974? A intervenção da PSP nas acampadas pelo direito à habitação, em Lisboa e no Porto, está a dividir opiniões por várias razões. Até onde vai o direito à manifestação protegido pela Constituição? Podem ser mantidas tendas desta forma no espaço público? A atuação da polícia foi legal ou não? É permitido manifestar depois das 00h30? A constitucionalidade desta restrição horária parece estar em causa.
Secretário-geral do PS deu, esta manhã, uma conferência de imprensa na sede distrital do Porto para reagir à carga policial desta madrugada em Lisboa e no Porto. Ainda, Brasil escolhe novo presidente.
Renata Cambra apresentou pedido de intimação no Tribunal Administrativo, para impedir PSP de travar tendas na Praça D. Pedro IV. MAI sugere que isso levaria a cenário de risco e ausência de controlo.
Depois de vários avisos para desmontarem as tendas, manifestantes decidiram não acatar a ordem. Polícia cercou a Praça D. Pedro IV e avançou para a carga policial. Acampada regressa já este domingo.
Jorge Pinto pede explicações sobre a ação da PSP nos protestos pela habitação. Ainda, manifestantes detidos durante a madrugada começam a ser libertados.
Número exato de feridos ainda por apurar: a versão da PSP é muito diferente da versão das acampadas. Manifestantes estarão hoje, novamente, pelas 19h, em assembleia popular e já há pelo menos mais duas manifestações agendadas. A madrugada deste domingo foi palco de intervenções policiais simultâneas no Porto e em Lisboa, para retirar à força os manifestantes que se recusaram a desmontar as dezenas de tendas montadas pelo direito à habitação nas duas cidades. O balanço oficial da PSP mais recente aponta para 31 detidos e 11 feridos (5 no Porto e 6 em Lisboa, e três são polícias) nas
O número de feridos foi confirmado pela PSP, que fala numa ocupação do espaço público de forma indevida. Ainda, Lula da Silva ou Flávio Bolsonaro, um deles vai ser eleito hoje presidente do Brasil.
A PSP dá conta de 31 cidadãos detidos por desobediência e também 11 feridos, seis em Lisboa e cinco no Porto. Ainda, os brasileiros vão hoje às urnas escolher entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.