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- Público
- Armário fechado há quase dois mil anos revela aspectos íntimos da vida de um habitante de Pompeia
Alcoutim recebe 9.ªs Jornadas da Rede de Museus do Algarve
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‘ARQUEOLOGIA PARA TODOS: MEDIAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO PATRIMÓNIO’ é o tema central das 9.as Jornadas da Rede de Museus do Algarve (RMA), que terão lugar este ano em Alcoutim, no Espaço Guadiana, no próximo dia 20 de novembro, pelas 9h30, organizadas pela RMA e pelo Município de Alcoutim, cujos objetivos essenciais da Arqueologia, passam por produzir conhecimento sobre a ocupação humana, num qualquer território ao longo do tempo.
Mas como se transformam os dados científicos em mensagens entendíveis, que despertem o interesse e promovam uma verdadeira aproximação ao Património Arqueológico? Que ferramentas, linguagens e narrativas permitem traduzir esta ciência para o grande público? Como conceber os espaços museológicos, sítios arqueológicos visitáveis e estratégias de comunicação, de forma acessível, inclusiva e rigorosa?
Estas são algumas das questões com que profissionais e museus se debatem na comunicação do património arqueológico.
No cerne desta reflexão, encontram-se as estratégias de mediação que tornem o Património Arqueológico mais acessível, impulsionando o diálogo com as comunidades num relacionamento de proximidade com a sua evolução histórica, entre passado e presente, promovendo o sentido de pertença identitária e de valorização da sua herança coletiva.
As 9.as JORNADAS da RMA, serão assim um espaço aberto a todos para explorar, debater, refletir e partilhar experiências em torno dos desafios, metodologias e boas práticas de comunicação da arqueologia, reunindo um conjunto de especialistas e técnicos de diversas instituições, conforme programa abaixo.
As inscrições para a assistência nas Jornadas decorrem até 13 de novembro (sujeitas aos lugares disponíveis). A participação é gratuita e encontra-se sujeita ao preenchimento de ficha de inscrição, disponível clicando aqui.
Para mais informações os interessados poderão contactar a Unidade de Cultura, Património Cultural e Turismo, da Câmara Municipal de Alcoutim, através do telefone 281 540 545/281 540 555, ou a organização das Jornadas através do e-mail RMA – Museus do Algarve: rede.museusdoalgarve@gmail.com .
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- Hallan en Túnez una casa númida de hace 2.400 años pegada a una muralla: así vivían los vecinos de Cartago
Hallan en Túnez una casa númida de hace 2.400 años pegada a una muralla: así vivían los vecinos de Cartago

- El País
- El armario que nadie volvió a abrir en Pompeya desvela los recuerdos de una vida sepultada por el Vesubio
El armario que nadie volvió a abrir en Pompeya desvela los recuerdos de una vida sepultada por el Vesubio
Pompeya es una ventana abierta a la vida cotidiana de la Antigüedad que no deja de sorprender. Cada descubrimiento permite asomarse un poco más a las costumbres y a la intimidad de quienes un aciago día del año 79 vieron cómo el Vesubio despertaba con furia y truncaba su existencia. 2 000 años después de la catástrofe, los arqueólogos han encontrado un armario que nadie volvió a abrir desde la erupción del volcán y que conservaba los recuerdos de toda una vida. Utensilios de maquillaje, un quemador de perfumes, un collar con amuletos infantiles y un pequeño tesoro de 38 monedas de bronce: son algunos de los objetos que alguien guardó en un mueble dentro de una casa pompeyana y que nunca volvió a recuperar. La erupción del volcán sepultó la antigua ciudad romana y conservó intacto, como congelado en el tiempo bajo las cenizas, un pequeño universo de recuerdos y pertenencias personales que ahora vuelve a ver la luz.

© Parque Arqueológico de Pompeya
- CNN Brasil
- Laser mapeia a Amazônia e descobre antigas aldeias ligadas por estradas de até 2 km, mostrando uma ocupação planejada da floresta antes dos europeus
Laser mapeia a Amazônia e descobre antigas aldeias ligadas por estradas de até 2 km, mostrando uma ocupação planejada da floresta antes dos europeus
Muito antes da chegada dos europeus à América, a Amazônia já abrigava cidades conectadas por estradas, com praças, moradias e áreas destinadas ao cultivo de alimentos. Vestígios dessas construções, que começaram a surgir há cerca de 2.500 anos, foram identificados no Equador e revelam uma extensa rede de comunidades escondida sob a vegetação.
A descoberta foi detalhada em um estudo publicado na revista Science, em janeiro de 2024, sob a liderança do arqueólogo francês Stéphen Rostain. Para investigar a região, os pesquisadores combinaram escavações realizadas ao longo de décadas com imagens obtidas pela tecnologia LiDAR, que utiliza pulsos de laser para mapear o relevo mesmo em áreas cobertas pela floresta.
O que o laser encontrou na floresta amazônica?
No Vale do Upano, próximo à Cordilheira dos Andes, foram identificadas mais de 6 mil plataformas de terra e pelo menos 15 assentamentos, espalhados por aproximadamente 300 quilômetros quadrados. Muitas plataformas estavam distribuídas ao redor de praças e provavelmente sustentavam construções de madeira.
Entre os achados mais impressionantes estão as estradas que ligavam diferentes comunidades. Algumas eram largas, retas e escavadas no terreno, formando uma rede de caminhos que se estendia por vários quilômetros e facilitava a circulação entre os núcleos habitados.
Leia Mais:
Os pesquisadores também encontraram vestígios de terraços agrícolas, campos de cultivo e sistemas de drenagem. Essas estruturas indicam que os moradores adaptavam o terreno às necessidades do cotidiano, combinando espaços de moradia com áreas destinadas à produção de alimentos.
Quem eram os habitantes dessas antigas cidades?
As construções estão associadas principalmente às culturas Kilamope e Upano, que viveram na região em diferentes períodos. De acordo com as análises arqueológicas, a construção das primeiras plataformas começou por volta de 500 a.C., enquanto a ocupação ligada a esses grupos se estendeu até aproximadamente 300 a 600 d.C.
As estradas e a disposição das construções sugerem que os habitantes mantinham relações entre diferentes comunidades. A existência de praças e áreas agrícolas também mostra que havia uma organização dos espaços utilizados para morar, circular e produzir alimentos.
Os vestígios ajudam a reconstruir a história da Amazônia antes da colonização europeia e mostram que populações indígenas já construíam estradas, organizavam comunidades e cultivavam alimentos em áreas da floresta há milhares de anos.
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- Descubren en Pompeya un armario lleno de recuerdos de la infancia, cosméticos, pesas, 38 monedas y un collar de amuletos
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- Encuentran la tumba de una mujer celta que fue enterrada con un cordero y un brazalete de lodo fosilizado en Baviera
Encuentran la tumba de una mujer celta que fue enterrada con un cordero y un brazalete de lodo fosilizado en Baviera

- Barlavento
- Investigadora da UAlg eleita presidente do Comité Internacional de Turismo Cultural do ICOMOS
Investigadora da UAlg eleita presidente do Comité Internacional de Turismo Cultural do ICOMOS
Sofia Fonseca é a primeira portuguesa a presidir ao comité desde a sua criação, em 1969. A arqueóloga integra o ICArEHB da Universidade do Algarve.
O conteúdo Investigadora da UAlg eleita presidente do Comité Internacional de Turismo Cultural do ICOMOS aparece primeiro em Barlavento.
- ZAP Notícias
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El misterio del trozo de piedra que resultó ser una diosa romana
Esos pliegues tallados como si estuviesen mojados hasta dibujar el ombligo; la torsión de la cadera; ese mármol blanco de fina factura. El investigador Diego Romero Vera ya intuía que ese trozo de piedra que encontró arrumbado en el patio de un convento de Lebrija (Sevilla), maltratado por el verdín y el cemento, no era un bloque de acarreo cualquiera.
