❌

Normal view

“A bomba da gasolina é fatal para os Governos”, diz Manuel Castro Almeida

31 October 2026 at 20:34

O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, atribui os maus resultados do PSD nas sondagens ao impacto da inflação no poder de compra das famílias, defendendo que a perceção dos portugueses sobre a situação económica é mais negativa do que os indicadores mostram.

Em entrevista ao programa Conversa Capital, da Antena 1 e do Jornal de Negócios, o governante recorreu a uma imagem para explicar o fenómeno: “A bomba da gasolina é fatal para os Governos”. Segundo o ministro, os portugueses são particularmente sensíveis aos efeitos da subida dos preços e, ultrapassada essa fase, acredita que os sociais-democratas poderão recuperar apoio nas sondagens.

Castro Almeida rejeitou ainda a ideia de desgaste do Executivo e sustentou que o Governo mantém condições para concluir a legislatura. “Este Governo só cairá quando PS e Chega, ao mesmo tempo, acharem que podem ganhar”, afirmou.

Na área da habitação, o ministro desafiou o PS a regressar às negociações sobre a Lei dos Solos e mostrou abertura para ir além do compromisso alcançado entre os dois partidos.

“O PSD tinha uma proposta mais abrangente”, recordou, defendendo que “faz sentido insistir” na revisão do diploma caso exista margem para entendimento político. O governante afirmou mesmo que gostaria de ver um acordo que permitisse avançar mais na possibilidade de urbanização de terrenos rústicos.

Para acelerar a disponibilização de terrenos para construção, Castro Almeida revelou também que o Banco Europeu de Investimento deverá disponibilizar, durante o primeiro trimestre do próximo ano, uma linha de financiamento para os municípios destinada à urbanização de terrenos. O montante deverá situar-se entre 500 milhões e mil milhões de euros.

O ministro considerou ainda que o encerramento progressivo dos projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) poderá libertar mão de obra para o setor da construção habitacional.

“Vai haver mais disponibilidade para as construtoras fazerem casas porque vão estar a fazer menos escolas”, afirmou.

Questionado sobre a Galp, onde o Estado mantém uma participação de cerca de 8%, Castro Almeida não afastou a hipótese de um reforço dessa posição.

“Se disser que está fora de causa, estou a mentir. Vamos avaliando”, respondeu.

Sobre o fim do processo que poderia levar a espanhola Moeve a entrar no capital da petrolífera, o ministro justificou a intervenção do Governo com razões de interesse estratégico nacional, sublinhando a importância da refinaria de Sines para a segurança energética do país.

Segundo o governante, o Executivo fez questão de transmitir que a única refinaria existente em Portugal está sujeita a um princípio de interesse público e que qualquer alteração acionista não poderia colocar em causa a capacidade de resposta em situações de turbulência nos mercados energéticos.

TAP: privatização é oportunidade que não deve ser desperdiçada

Relativamente à TAP, Manuel Castro Almeida evitou comentar o modelo concreto de privatização, mas deixou clara a sua convicção de que o processo deve avançar. Os partidos da oposição, afirmou, “não podem deixar de estar a pensar neste assunto”. O ministro acrescentou que ficaria “muito penalizado” se Portugal desperdiçasse a atual oportunidade de concretizar a operação, classificando essa eventualidade como “um erro gravíssimo”.

O responsável pela pasta da Economia revelou também que o Governo está em contactos com potenciais investidores para o setor automóvel.

Sem identificar empresas ou projetos em concreto, garantiu que existem investidores que têm mantido um “diálogo frutuoso” com a Administração Pública portuguesa, numa tentativa de posicionar Portugal como destino de novos investimentos industriais relacionados com a mobilidade e a produção automóvel.

Já quanto à anunciada possibilidade de protestos das freguesias contra o financiamento previsto no Orçamento do Estado, Castro Almeida admitiu que ficaria “dececionado” se as autarquias locais encerrassem portas a 4 de novembro.

O ministro defendeu que as freguesias terão um orçamento reforçado em 2027 e garantiu a criação de uma verba adicional de 1,7 milhões de euros para compensar os casos em que os critérios de distribuição não permitam esse reforço.

Sobre as contas públicas, admitiu ainda que, caso exista “algum excesso de prudência” nas previsões orçamentais, a experiência demonstra que os principais beneficiários acabam por ser os pensionistas.

Por fim, quanto à hipótese de uma coligação parlamentar negativa que venha a aumentar significativamente a despesa pública, o governante foi perentório, considerando que tal cenário seria “criminoso”.

Iran strikes on US Mideast bases first took out early-warning systems, analyses finds

31 October 2026 at 16:29
AP study finds more than 115 missile and drone strikes damaged or destroyed structures at 26 sites, including radars, aircraft and base infrastructure, causing billions in losses

Flamengo muda planos e prevê 2027 sem grandes contratações

Em 5 de dezembro do ano passado, o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, declarou ao canal oficial do clube no Youtube: “Se eu tiver que gastar R$ 1 bilhão para continuar ganhando a p… toda, eu posso gastar”. Passado um ano, a realidade é totalmente diferente. O dirigente mudou a rota, adotou um discurso “pés no chão” e planeja 2027 sem altos gastos, rechaçando compras e mirando jogadores livres no mercado.

O recado foi dado na reunião do Conselho Deliberativo ocorrida nesta semana. Na ocasião, admitiu erros na gestão que levaram à previsão do clube fechar o ano no vermelho com um déficit de R$ 40 milhões, ao contrário dos R$ 180 milhões e superávit previstos.

Flamengo prioriza jogadores livres no mercado

A estratégia de mercado do ano que vem é trazer jogadores livres de mercado seduzindo-os com as propostas salariais. Bap acredita que muitos clubes passarão por dificuldades financeiras em função do veto do Governo Federal às bets, algo que irá forçar uma readequação orçamentária às agremiações que não estão estabilizadas.

Ainda na reunião, o presidente do Flamengo admitiu que terá que vender atletas para compensar o prejuízo deste ano. O dirigente justificou o déficit e citou o negócio desfeito de Plata ao Dínamo de Moscou, transação que renderia R$ 60 milhões. Bap destacou também a venda não realizada dos naming rights do Maracanã e a compra milionária de Lucas Paquetá (R$ 315 milhões) no início do ano.

Desempenho esportivo também pesou nas contas

Outro ponto que contribuiu para o Flamengo fechar o ano no vermelho foi o desempenho esportivo. O clube foi vice na Supercopa do Brasil e na Recopa Sul-Americana, foi eliminado de maneira precoce na fase de segundo avos da Copa do Brasil e caiu nas semifinais da Libertadores.

Bap quer atingir 45 milhões de euros (R$ 272 milhões) em vendas de jogadores, algo que, em sua concepção, vai equilibrar as contas.

Na ocasião da reunião do Conselho Deliberativo, o ex-presidente Rodolfo Landim criticou a administração da temporada e se apresentou como um opositor que promete ser uma “pedra no sapato” de Bap durante sua gestão. (Alexandre Araujo/Bruno Braz/FOLHAPRESS)

The post Flamengo muda planos e prevê 2027 sem grandes contratações appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Non solo Gcap, perché la Brexit non ha fermato gli scambi con Roma

31 October 2026 at 14:35

Cooperazione industriale, innovazione e investimenti, nella consapevolezza che lo scoglio della Brexit non ha fermato i rapporti tra Italia e Regno Unito. Lo ha ribadito ministro delle Imprese e del made in Italy, Adolfo Urso, impegnato a Londra in una articolata missione: prima un confronto con il governo britannico e poi una seri di incontri con rappresentanti delle imprese e del mondo finanziario. Nella Residenza dell’ambasciatore d’Italia a Londra, Urso ha incontrato i rappresentanti della Camera di Commercio Italiana nel Regno Unito e della comunità imprenditoriale italiana, “una rete che da 140 anni rafforza i legami economici tra Italia e Regno Unito, la Gran Bretagna è resta un partner strategico”, scrive su X.

La traccia seguita dal ministro durante la visita è che l’Italia ha le capacità, la solidità e la resilienza per affrontare le incertezze dello scenario internazionale e trasformarle in opportunità di crescita, come dimostrato dalla crescita delle esportazioni e dalla capacità di attrarre investimenti, “segnali concreti della competitività delle nostre imprese e della fiducia che i mercati internazionali ripongono nell’Italia”. All’orizzonte secondo Urso c’è un solo obiettivo: saper trasformare questi punti di forza in nuove occasioni di crescita. “Per farlo, vogliamo rafforzare le nostre alleanze, consolidare le partnership industriali e tecnologiche e valorizzare le competenze dei nostri sistemi produttivi, mantenendo aperte e integrate le filiere strategiche”. I settori attenzionati in questo senso sono l’Intelligenza Artificiale, l’innovazione, la ricerca, l’energia, la difesa, lo spazio e le infrastrutture. “Settori nei quali Italia e Regno Unito possono sviluppare nuove sinergie e cogliere importanti opportunità”.

Non va dimenticato che il Regno Unito è oggi il sesto mercato mondiale di destinazione delle esportazioni italiane, con un interscambio bilaterale di 34,5 miliardi di euro nel 2025. La missione di Urso si svolge a pochi mesi dall’insediamento del governo di Andy Burnham e in vista del vertice Ue-Regno Unito del 20 novembre. Tra gli appuntamenti di Urso il bilaterale con il segretario di Stato britannico per le Imprese, l’Innovazione, la Scienza e il Commercio, Jonathan Reynolds per discutere della sicurezza degli approvvigionamenti di materie prime critiche, della tutela dell’industria siderurgica dalla sovraccapacità produttiva globale e delle prospettive di cooperazione nell’intelligenza artificiale, nella difesa, nello Spazio e nel nucleare di nuova generazione.

Tra l’altro lo stesso Reynolds è impegnato sul tema post Brexit, dal momento che i funzionari britannici stanno discutendo la libera circolazione con l’Ue in vista dell’imminente vertice dove le due parti puntano a raggiungere un accordo per allentare alcune restrizioni commerciali e un accordo sulla mobilità giovanile. Appare chiaro che il primo ministro Andy Burnham desidera una relazione stabile e a lungo termine con il blocco continentale, come base del proprio mandato, ma andranno calibrati modi e tempi. Nel frattempo l’Italia prosegue nella sua cooperazione bilaterale: infatti al netto dei passi di avvicinamento che Londra sta continuando a fare nei confronti di Bruxelles, spicca l’attivismo industriale e geopolitico sull’asse Donwning street-Palazzo Chigi: una cooperazione che si distende dal Gcap all’export.

News Wrap: Judge investigating if Trump officials misled court about D.C. golf course plan

30 October 2026 at 22:45
In our news wrap Friday, a federal judge is opening an investigation into whether Justice Department lawyers misled the court about plans to renovate a D.C. golf course, the DOJ told a judge that it may bring more charges against former FBI Director James Comey and Christa Pike says she's in constant pain following her botched execution in Tennessee last month.

❌