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Falta de casas, rendas altas e um mercado à procura de soluções

1 November 2026 at 10:00

A escassez de oferta, a subida dos preços e das rendas e a perda de poder de compra colocaram a habitação no centro da crise económica e social em Portugal. O descontentamento foi para as ruas nas últimas semanas com manifestações em Lisboa e no Porto, reinvidicando o acesso a uma habitação digna. Protestos com baterias apontadas à dificuldade dos jovens em sair de casa dos pais e o risco de despejo de famílias com menores rendimentos.

Mas como aumentar a oferta de casas a preços compatíveis com os rendimentos das famílias? A resposta está longe de reunir consenso entre os especialistas ouvidos pelo JE, que apontam a insuficiência da construção como uma das principais causas do problema, mas divergem sobre a responsabilidade do Estado, o papel dos proprietários e promotores, a regulação do arrendamento e o recurso a parcerias público-privadas (PPP).

José Cardoso Botelho, chairman da One Mark Properties, considera que a falta de oferta explica a maior parte da crise, já que “durante quinze anos, o país construiu muito menos do que precisava, enquanto a procura crescia”.

O responsável recorda que no último ano foram concluídas cerca de 27.300 habitações novas e outras 3.000 resultantes de reabilitação, números muito distantes das mais de 100 mil casas por ano que, em média, se construíam no início dos anos 2000.

Investimento privado exige previsibilidade

Em Portugal, e segundo o Índice Anual Imobiliário MSCI Portugal, apenas 5% das carteiras imobiliárias dos investidores institucionais estarão alocadas à habitação, uma proporção que contrasta com a de vários mercados europeus (ver gráfico).

Para Cardoso Botelho, a diferença não resulta da falta de capital, mas da ausência de condições que permitam investir com confiança e numa escala significativa. “Este capital não procura rentabilidades extraordinárias; procura previsibilidade”, diz, identificando três obstáculos: a imprevisibilidade dos processos de licenciamento, as alterações frequentes às regras do arrendamento e a falta de confiança na capacidade de resolução atempada dos incumprimentos contratuais.

A dificuldade de produzir habitação a preços moderados também ajuda a explicar a concentração de novos projetos em segmentos de preços mais elevados. Contudo, José Cardoso Botelho rejeita a ideia de que os promotores escolham necessariamente esse segmento por oferecer maior rentabilidade. “Na maior parte dos casos, é empurrado para lá, porque é praticamente o único segmento em que o preço de venda ainda cobre o custo de construir”, sublinha.

Proprietários pedem estabilidade legislativa e confiança

Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), atribui parte significativa da subida das rendas às políticas adotadas “contra os proprietários, que criaram uma enorme desconfiança e os levaram a retirar as casas do mercado”, nos governos de António Costa.

O responsável salienta que o futuro do mercado vai depender da evolução da lei do arrendamento. “Se a mesma for aprovada, espera-se um reforço da confiança dos proprietários. Agora, se por causa das manifestações, alguns partidos recuarem, a situação só se poderá agravar”, salienta. Sinaliza aqui que rejeita o recurso ao arrendamento coercivo como solução para mobilizar casas devolutas.

Para Menezes Leitão, o essencial é criar condições para que os proprietários considerem economicamente vantajoso colocar os imóveis no mercado. “Se agora [o Governo] conseguir que a reforma do arrendamento seja aprovada, cada vez mais proprietários poderão achar que vale a pena voltar a colocar as suas casas no mercado de arrendamento”, afirma.

Com uma habitação pública que representa apenas cerca de 2% do parque habitacional, o presidente dos proprietários considera que “é pouco realista” esperar que a construção pública resolva, por si só, o problema num prazo razoável.

Perante este cenário, coloca no setor privado a responsabilidade para aumentar a oferta, defendendo que o Estado e as autarquias devem evitar medidas que desincentivem o investimento, e por isso não considera necessárias as parcerias público-privadas na habitação. “Os privados têm condições de investir sozinhos em imóveis para arrendamento, bastando que o Estado não os hostilize nesta importante tarefa”, refere.

Inquilinos defendem reforço da habitação pública

Pedro Ventura, presidente da Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL), reconhece a insuficiência da oferta como um dos fatores centrais da crise, mas defende que “a resposta não pode limitar-se à construção privada e à estabilidade das regras para os proprietários”.

O responsável considera provável que as rendas continuem a aumentar em 2027, embora não dê como garantida uma aceleração da subida. “O mais provável é que continue a subir. Que se acentue é bem menos certo”. afirma.

Pedro Ventura defende que o Estado deve também assumir diretamente a promoção e a construção de habitação pública, em vez de depender sobretudo da iniciativa privada. “Se não o fizer, significa que desistiu da sua responsabilidade constitucional”, conclui.

Marruecos recibe dos cargamentos de azufre ruso para la industria de fosfat

By: J.M. · Zuloaga
1 November 2026 at 10:00

Marruecos se prepara para recibir dos cargamentos de azufre ruso en el puerto de Jorf Lasfar para garantizar el suministro de esta materia prima vital para la industria de fertilizantes por parte del Grupo OCP, tras un descenso en los suministros procedentes de los Emiratos Árabes Unidos, que solían ser una de las principales fuentes de suministro para las unidades industriales del grupo.

Datos recientes de Kpler, una empresa especializada en el análisis y seguimiento del transporte marítimo de materias primas, revelaron que dos cargamentos de azufre fueron cargados este octubre en el puerto ruso de Ust-Luga, situado en el Golfo de Finlandia, y se espera que lleguen al puerto de Jorf Lasfar antes de que finalice el mes.

Estas operaciones coincidieron con una recuperación de las exportaciones rusas de azufre, que se habían detenido por completo en julio pasado, antes de aumentar a 115.000 toneladas en septiembre, lo que indica la reanudación de algunos flujos comerciales rusos hacia los mercados extranjeros, a pesar de las continuas restricciones a la exportación de este material.

Marruecos recurrió al aumento de sus compras a Rusia, Georgia, Estados Unidos y Canadá para compensar el fuerte descenso de los envíos emiratíes, que se detuvieron casi por completo entre mayo y junio del año pasado, antes de reanudarse durante julio a un ritmo que se mantuvo por debajo de sus niveles habituales.

El complejo de Jorf Lasfar alberga el mayor centro de conversión química y envío de fertilizantes, lo que convierte la regularidad de las importaciones de este material en un factor clave para estabilizar las operaciones industriales y cumplir con las obligaciones comerciales con los mercados extranjeros.

La menor oferta ha impactado los precios mundiales del azufre, que han aumentado aproximadamente un 75%, según estimaciones de una empresa especializada en el seguimiento del comercio de materias primas. Este incremento ejerce una presión adicional sobre las industrias consumidoras de azufre, en particular la de fertilizantes fosfatados, debido al aumento del costo de suministro, especialmente para los productores que dependen de importaciones de mercados lejanos, lo que genera gastos significativos en transporte, seguros y almacenamiento,según medios marroquies.

© Le360

Extracción de fosfatos en Marruecos

Estas são as intercalares mais caras da história: já atraíram mais de 10 mil milhões

1 November 2026 at 10:00

As eleições intercalares nos Estados Unidos estão à porta, e caminham para se tornarem as mais caras da história norte-americana. Até ao momento, as previsões da AdImpact, apontam para que só a publicidade política chegue a um gasto de 11,6 mil milhões de dólares (10,3 mil milhões de euros).

Grande parte deste dinheiro é proveniente de donativos de apoiantes dos diferentes partidos, de organizações políticas sem fins lucrativos e de empresas que querem influenciar as prioridades de Washington.

De acordo com o jornal ‘Al Jazeera’, os 50 maiores doadores e organizações contribuíram, até ao momento, com 2,77 mil milhões de dólares (2,46 mil milhões de euros).

O partido Republicano já recebeu 1,67 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros), o que representa 60% do total das doações, enquanto o partido Democrata recebeu 30%, 832 milhões de dólares (739,2 milhões de euros).

Os restantes 10% vieram de doadores apartidários, no valor de 264 milhões de dólares (234,6 milhões de euros).

As doações podem chegar até aos 3,500 dólares (3,097 mil euros) por indivíduo e por eleição. Contudo algumas das pessoas na lista já doaram centenas de milhões de dólares.

O maior doador é Elon Musk, com 446 milhões de dólares (396,2 milhões de euros), seguido dos bilionários Elizabeth e Richard Uihlein, que já doaram 150 milhões de dólares (133,3 milhões de euros) e dos filantropos Jeff e Janine Yass, com 110 milhões de dólares (97,7 milhões de euros). As três maiores doações foram feitas ao partido Republicano.

Já o partido Democrático recebeu do investidor George Soros 102 milhões de dólares (90,6 milhões de euros), 84 milhões de dólares (74,7 milhões de euros) do fundador da Bloomberg, Mike Bloomberg e 41 milhões de dólares (36,4 milhões de euros) do cofundador do LinkedIn e da sua mulher, Reid Hoffman e Michelle Yee.

Los investigadores del accidente de Urda corrigen su primera nota en inglés y añaden el párrafo que alude a una cadena de errores como posible causa del siniestro

By: Roberto · Lopez
1 November 2026 at 09:51

La Autoridad Administrativa Independiente para la Investigación Técnica de Accidentes e Incidentes ferroviarios, marítimos y de aviación civil (AITAT) ha corregido la primera nota que publicó en inglés sobre el accidente de alta velocidad de Urda (Toledo) y ha publicado una nueva versión que añade el párrafo recogido en la versión en español que alude a una posible cadena de errores como potencial responsable del accidente.

El informe preliminar publicado por la AITAT el jueves 29 contiene un párrafo que dice, textualmente, que "la cadena de averías, instrucciones y acciones eventualmente habrían conducido a la colisión, sin que hubiesen actuado las barreras mitigadoras necesarias".

Sin embargo, tal párrafo no se recogía en la nota en inglés publicada el viernes día 30. Desde la AITAT han aclarado hoy que "durante el proceso de transcripción del documento uno de los párrafos de la nota no fue incorporado al documento traducido".

La omisión del párrafo durante el proceso de traducción, añade, se debió a un "lapsus" de la persona encargada de editar el documento. Una vez advertido el error, añade la autoridad, se ha procedido a completar el documento y publicar una nueva versión completa de la nota traducida.

La AITAT ha detallado también que la versión inglesa publicada inicialmente "no modifica en ningún modo la información de la nota original. En todo caso, ante cualquier discrepancia que pueda darse entre versiones, prevalece el texto en español", concluye la nota.

© PHOTOGRAPHERS

UME, bomberos y policía científica trabajan en los trenes del accidente de Toledo. David Jar

Despedido el mismo día que la empresa le preguntó por su baja psiquiátrica: la Justicia declara nulo el cese

1 November 2026 at 09:42

El Tribunal Superior de Justicia de la Región de Murcia (TSJMU) ha declarado nulo el despido disciplinario de un trabajador que se encontraba de baja médica por estrés laboral reactivo y depresión. La Sala de lo Social considera que la empresa vulneró sus derechos fundamentales al citarlo a una supuesta reunión informativa y preguntarle por la causa y la duración de su incapacidad temporal.

La resolución estima el recurso presentado por el empleado y concluye que el interrogatorio, seguido del despido ese mismo día, supuso una intromisión en su intimidad y una falta de respeto a su estado de salud. El tribunal también aprecia indicios de discriminación por razón de enfermedad.

Una situación de incapacidad temporal

Según los hechos probados, el trabajador se encontraba en situación de incapacidad temporal cuando fue convocado por la empresa. Durante el encuentro, la compañía le pidió explicaciones sobre su baja y otros datos personales. Al terminar la reunión, le comunicó su despido disciplinario.

La empresa justificó el cese alegando que el empleado había realizado actividades profesionales incompatibles con su situación médica y contrarias a la buena fe contractual. Para respaldar esa acusación, aportó un informe de un detective privado que recogía contactos del trabajador con terceros interesados en el diseño de camisetas.

Sin embargo, los magistrados consideran que esas actuaciones no acreditaban una actividad profesional continuada ni un perjuicio efectivo para la empresa. Según la sentencia, se trataba de intervenciones ocasionales, sin carácter laboral estable.

La empresa deberá readmitirlo y pagarle 7.501 euros

La Sala sostiene que la razón real del despido fue la situación de incapacidad temporal del trabajador. En la resolución, los magistrados subrayan que la empresa invadió su intimidad al exigirle que explicara la duración y la causa de su baja médica.

La sentencia recuerda que los datos relativos a la salud están especialmente protegidos y que el comportamiento empresarial vulneró tanto la dignidad de la persona, recogida en el artículo 10 de la Constitución, como el derecho a la intimidad personal del artículo 18.

Además, durante una baja médica el contrato de trabajo permanece suspendido. Por ello, el empleado no está obligado a acudir a reuniones de la empresa ni a facilitar explicaciones sobre su situación médica. El tribunal considera que la citación en esas circunstancias «rompe la lógica de la suspensión del contrato de trabajo».

Al apreciar indicios suficientes de discriminación por razón de enfermedad, la Sala aplica la inversión de la carga de la prueba. La empresa, según el fallo, no logró acreditar una justificación objetiva y razonable para el despido.

La nulidad implica la readmisión inmediata del trabajador en las mismas condiciones que tenía antes del cese, además del abono de los salarios dejados de percibir. La empresa también deberá pagarle una indemnización de 7.501 euros por daños morales.

© PEXELS

El juicio tendrá lugar en abril de 2029

Defesa dos manifestantes vai participar criminalmente contra ministro e diretor da PSP

"Isto é uma noite negra na história da democracia portuguesa", afirma o advogado Ricardo Sá Fernandes. Nesse sentido, afirma, "os únicos autores de crimes nestas circunstâncias são o ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o diretor nacional da PSP"

G7 começa a libertar 100 milhões de barris para o mercado

1 November 2026 at 09:29

Os 100 milhões de barris de petróleo e gasóleo das reservas estratégicas que os países do G7 se comprometeram a colocar no mercado ao longo de quatro meses começaram hoje a ser disponibilizados.

 

A chegada do petróleo e gasóleo ao mercado vem acompanhada de volumes adicionais prometidos por outros países europeus, entre eles Portugal, com o objetivo de conferir maior fluidez e estabilidade ao mercado.

A operação, que conta com o aval da Agência Internacional de Energia (AIE), insere-se na decisão tomada em março pelos seus 32 países membros, entre os quais os do G7, de libertar 400 milhões de barris das respetivas reservas estratégicas para contrariar a escassez no mercado.

A escassez foi provocada pelo início, no final de fevereiro, dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, que respondeu com o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde, antes do conflito, saía dos países produtores do golfo Pérsico um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito consumidos em todo o mundo.

O grupo dos sete países mais industrializados, atualmente presidido pela França, anunciou, no início de outubro, que iria colocar no mercado 100 milhões de barris, sob pressão do Presidente norte-americano, Donald Trump, que tinha advertido estar a ponderar proibir as exportações de gasóleo dos Estados Unidos caso a oferta de combustíveis no mercado não aumentasse.

Na quinta-feira, 11 países da União Europeia (UE) associaram-se à iniciativa e anunciaram que irão libertar 42,6 milhões de barris de petróleo das suas reservas estratégicas, metade dos quais de gasóleo, numa tentativa de contribuir para a estabilização do mercado.

A Alemanha, a França e a Itália, que também integram o G7, fazem parte deste grupo de 11 países da UE. Os restantes são a Grécia, a Dinamarca, a Bélgica, o Luxemburgo, Portugal, a Letónia, a Suécia e os Países Baixos.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, cujo Governo enfrenta sérias dificuldades devido aos protestos sociais das últimas semanas, motivados, entre outros fatores, pelo aumento do custo de vida na sequência da subida dos preços do petróleo, tem procurado apresentar a decisão do G7 como uma iniciativa própria, integrada nas medidas que tem promovido para defender o poder de compra dos franceses.

A França anunciou que irá colocar no mercado 10 milhões de barris das suas reservas estratégicas ao longo de três meses e criou um mecanismo de controlo e acompanhamento para garantir que a medida se reflete nos preços praticados nos postos de abastecimento, onde espera uma redução do preço dos combustíveis entre 12 e 18 cêntimos por litro.

A petrolífera francesa TotalEnergies, alvo de fortes críticas políticas devido aos elevados lucros que está a obter com a subida dos preços do petróleo e do gás, começou a aplicar a redução de preços na véspera, em 705 dos seus postos de abastecimento em França.

O preço do gasóleo nesses postos foi fixado em 2,15 euros por litro, mantendo a TotalEnergies o compromisso de garantir um preço máximo de 2,25 euros em toda a sua rede em França.

Os países membros da AIE ainda não colocaram no mercado a totalidade dos 400 milhões de barris anunciados em março.

Os membros da organização são obrigados a dispor de reservas estratégicas equivalentes a, pelo menos, 90 dias de importações líquidas de petróleo, de forma a poderem responder a graves interrupções no abastecimento.

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Iberdola gana dos proyectos de transporte eléctrico en Brasil de 834 kilómetros con una inversión de 231 millones

By: La · Razón
1 November 2026 at 09:25

Iberdrola se ha adjudicado, a través de su filial Neoenergia, dos proyectos de transporte eléctrico en Brasil que abarcan 834 kilómetros de líneas y que conllevan una inversión estimada de 1.400 millones de reales brasileños (unos 231,5 millones de euros, al cambio actual), según ha anunciado en un comunicado.

La compañía afirma que estas infraestructuras contribuirán a aumentar la seguridad y la capacidad del sistema eléctrico brasileño y que la adjudicación refuerza su crecimiento en el negocio de redes, con el foco puesto en la creación de valor a largo plazo.

Se trata de los lotes 1 y 7 de la última subasta celebrada este viernes por la Agencia Nacional de Energía Eléctrica de Brasil (Aneel). Las concesiones tendrán una duración de 30 años desde la firma de los contratos, que está prevista para febrero de 2027, y la entrada en operación deberá producirse en un plazo máximo de 48 meses para el lote 1 y de 42 meses para el lote 7.

En particular, de los 834 kilómetros incluidos, 351 km serán de nueva construcción y se espera que las actuaciones -que se desarrollarán en los estados brasileños de Bahía y Paraíba-, generarán más de 3.100 empleos, de acuerdo con la energética española.

Por un lado, ubicado en Bahía, el lote 1 comprende 483 kilómetros de líneas existentes y 238 kilómetros de nuevas líneas, además de una potencia de 700 MVA (megavoltio-amperio), en unas instalaciones que presentan sinergias con las operaciones de distribución y transporte que Neoenergia ya tiene en la región.

Por otro, en Paraíba, el lote 7 contempla 113 kilómetros de nuevas líneas y una potencia de 2.100 MVA, y también presenta sinergias con las operaciones de transporte y generación de la compañía.

Finalmente, la empresa recuerda que su filial Neoenergia gestiona en la actualidad más de 8.000 kilómetros de líneas de transporte en Brasil.

© EUROPAPRESS

Economía.- Iberdrola, BBVA y Santander firman la primera financiación sindicada gestionada con tecnología 'blockchain'

Despedida tras reclamar el teletrabajo por sus problemas de salud: la Justicia ordena readmitirla y pagarle 10.000 euros

1 November 2026 at 09:00

El Tribunal Superior de Justicia de Castilla y León ha declarado nulo el despido de una trabajadora de un centro de atención telefónica que fue cesada después de que la empresa cuestionara la gravedad de sus problemas psiquiátricos. La compañía deberá readmitirla, abonarle los salarios dejados de percibir e indemnizarla con 10.000 euros.

La resolución reprocha a la empresa que ignorara varios informes médicos que acreditaban que la empleada sufría agorafobia y ansiedad, así como su condición de víctima de violencia de género. También recuerda que una sentencia anterior ya había reconocido su derecho a trabajar desde casa.

La trabajadora tuvo que acudir a los tribunales para conseguir el teletrabajo

La mujer trabajaba como gestora en una empresa de telemarketing dedicada al recobro de deudas, con centro de trabajo en Valladolid. Entre sus diagnósticos figuraban un trastorno depresivo mayor leve, trastorno de pánico con agorafobia, trastornos psicofisiológicos y migrañas. Los servicios públicos de psiquiatría recomendaron que pudiera teletrabajar para favorecer su actividad laboral y su evolución clínica.

En 2023 solicitó trabajar desde casa, pero la empresa se negó. Alegó problemas técnicos con la conexión VPN, dificultades para actualizar los equipos, riesgos de caída de la red, protección de datos de los deudores y obstáculos para controlar el trabajo a distancia.

La empleada llevó el asunto a los tribunales y, en 2024, un juzgado reconoció su derecho a la adaptación, además de condenar a la compañía a pagarle 3.000 euros por daños y perjuicios.

Durante ese periodo, la trabajadora también estuvo de baja médica. Tras reincorporarse, la empresa abrió un expediente disciplinario y encargó un seguimiento a un detective privado. La compañía sostuvo que la empleada simulaba sus dolencias porque podía caminar, conducir, hacer compras y acudir a bares o locales con música y público.

El despido se produjo en 2025 y fue declarado improcedente en primera instancia. Tanto la empresa como la trabajadora recurrieron, y el tribunal autonómico ha terminado calificándolo como nulo.

El tribunal aprecia indicios de discriminación y ordena la readmisión

Los magistrados recuerdan que el Estatuto de los Trabajadores protege frente al despido a las víctimas de violencia de género cuando la decisión empresarial está vinculada al ejercicio de derechos destinados a garantizar su protección o asistencia social integral.

En este caso, la sentencia aprecia indicios de que el cese estuvo relacionado con la reclamación del teletrabajo. Entre ellos, destaca que la empresa ordenara vigilar a la trabajadora antes incluso de su reincorporación y que el despido se produjera en el contexto de la disputa por el trabajo a distancia.

La resolución también considera que la compañía no podía basar su decisión únicamente en las actividades observadas por el detective, sin tener en cuenta los informes médicos y las circunstancias de la empleada.

La trabajadora había solicitado una indemnización de 25.000 euros, pero el tribunal considera excesiva esa cantidad. Tiene en cuenta que la empresa ya había sido condenada a pagar 3.000 euros por su negativa inicial al teletrabajo y fija ahora una compensación de 10.000 euros.

El fallo declara la nulidad del despido y obliga a la compañía a readmitir a la empleada en las mismas condiciones que tenía antes del cese, pagarle los salarios dejados de percibir y abonarle la indemnización. También deberá asumir las costas del juicio, cifradas en 600 euros más IVA.

© PEXELS

El juicio tendrá lugar en abril de 2029

Estados Unidos se ha convertido en el principal proveedor de productos petrolíferos de Marruecos transportados por vía marítima, por delante de Rusia y España

By: J.M. · Zuloaga
1 November 2026 at 09:00

Estados Unidos se ha convertido en el principal proveedor de productos petrolíferos de Marruecos transportados por vía marítima, por delante de Rusia y España. Entre enero y septiembre de 2026, las importaciones marroquíes promediaron 271.000 barriles diarios, en comparación con los 249.000 del mismo período de 2025, lo que representa un aumento del 9%.

Según datos de seguimiento del flujo marítimo de Kpler, Vortexa y el London Stock Exchange Group (LSEG), las entregas estadounidenses alcanzaron un promedio de 61.000 barriles diarios, en comparación con los 25.000 de los primeros nueve meses de 2025. Esto supone un aumento de más del 140%, lo que sitúa a Estados Unidos a la cabeza de los proveedores del Reino Unido.

Rusia ocupa el segundo lugar, con 50.000 barriles diarios, en comparación con los 39.000 del mismo período en 2025, lo que representa un aumento del 28%. Por el contrario, las entregas procedentes de España cayeron un 21%, de 44.000 a 35.000 barriles diarios.

Otros proveedores también han reforzado su presencia en el mercado marroquí. Los volúmenes procedentes de Turquía aumentaron de 10 000 a 22 000 barriles diarios, un incremento del 120 %. Los procedentes de los Países Bajos se quintuplicaron, pasando de 4 000 a 20 000 barriles diarios, lo que representa un aumento del 400 %. Estos cinco países representan casi el 70 % de las importaciones marítimas de productos petrolíferos de Marruecos.

Los volúmenes de importación fluctuaron a lo largo de los meses. En el primer trimestre, promediaron 284.000 barriles diarios, un 17% más que en el mismo período de 2025. Marzo registró el pico más alto, con 349.000 barriles diarios. Tras caer a 252.000 barriles diarios en el segundo trimestre, las importaciones aumentaron a 278.000 barriles diarios en el tercer trimestre, lo que supone un incremento del 7% en comparación con el tercer trimestre de 2025.

En agosto, las llegadas alcanzaron los 309.000 barriles diarios, un 20 % más que en el mismo mes de 2025. Este fue el segundo nivel mensual más alto desde principios de año. Posteriormente, los volúmenes descendieron a 253.000 barriles diarios en septiembre. Este incremento se explica por una mayor demanda de fueloil y diésel para alimentar la producción nacional de electricidad. Esta compensación se hizo necesaria para paliar la disminución de los suministros de gas natural procedentes de España, que a su vez se vieron afectados por las repercusiones de la crisis iraní.

© EUROPAPRESS

Imagen de archivo de unpetrolero

Santiago Niño Becerra, economista, cuestiona que la inteligencia artificial pueda cambiar el mundo sin acabar con el capitalismo

1 November 2026 at 08:47

El economista Santiago Niño Becerra ha compartido en sus redes sociales una reflexión sobre el futuro de la inteligencia artificial (IA) y las posibilidades de que esta tecnología contribuya a construir una sociedad más conectada con los sistemas naturales y sociales.

En una serie de publicaciones, Niño Becerra parte de una idea que considera "preciosa": imaginar la inteligencia artificial no como una tecnología destinada a desarrollar máquinas que superen a los seres humanos, sino como una "infraestructura cognitiva distribuida", capaz de ampliar la comprensión de los sistemas que organizan la naturaleza y la sociedad.

La propuesta, que el economista vincula a uno de sus referentes intelectuales, Jeremy Rifkin, abre la puerta a una forma diferente de entender el papel de la IA. Sin embargo, Niño Becerra considera que llevarla a la práctica supondría un cambio mucho más profundo que el tecnológico.

Niño Becerra ve difícil una sociedad alejada de la acumulación

Para el economista, ese planteamiento requeriría abandonar el sistema capitalista y avanzar hacia otro modelo que asumiera "la concepción de la Tierra como una red de procesos interdependientes".

Niño Becerra sostiene que la evolución histórica de los últimos 2.000 años ha apuntado en sentido contrario. A su juicio, las experiencias que se han aproximado a esa visión han quedado limitadas a comunidades pequeñas y de duración muy breve.

 

El economista atribuye esa dificultad a la tendencia humana hacia la avaricia y la acumulación, que considera inherente a la sociedad y que, en su opinión, habría alcanzado su máxima expresión con el capitalismo.

"¿Por qué?", se pregunta en sus publicaciones. Su respuesta es que la acumulación y la avaricia forman parte de la "genética humana", al menos hasta el punto de que no imagina qué podría provocar que esos comportamientos desaparecieran del ADN de las personas.

La inteligencia artificial, entre el desarrollo tecnológico y el cambio de sistema

La reflexión de Niño Becerra plantea así una contradicción: la inteligencia artificial podría servir para comprender mejor la interdependencia de los sistemas naturales y sociales, pero su aplicación estaría condicionada por el modelo económico en el que se desarrolla.

El economista no descarta el valor de la propuesta. De hecho, la califica de "preciosa" y aprovecha sus publicaciones para recordar su admiración por Jeremy Rifkin, a quien define como uno de sus referentes.

Su argumento, no obstante, es que una transformación de ese alcance no dependería únicamente de la evolución de la tecnología. También exigiría modificar las estructuras económicas y los comportamientos que, según su análisis, han marcado la historia humana.

© La Razón

El economista Niño Becerra se pronuncia sobre la situación económica

Explicador da semana. Alguns pensionistas da CGA vão ter reforma ajustada

1 November 2026 at 08:30

Após ter admitido a existência de um erro no processamento dos valores de algumas pensões, a Caixa Geral de Aposentações (CGA) já está a notificar os pensionistas do novo valor da sua reforma. Em média, vão receber menos 93 euros já no próximo mês.

 

Nos novos documentos, a CGA está agora a informar os pensionistas que as condições de aposentação "foram alteradas" e apresenta os novos valores, de acordo com o Jornal de Negócios, que avançou com a notícia. 

Também já é certo que os pensionistas vão ter de devolver o valor que receberam em excesso, mas os documentos que estão a ser enviados pela CGA não explicam de que forma se pode devolver o dinheiro.

Com esta notificação, "o valor da pensão já foi alterado de acordo com o novo entendimento, o que significa que a próxima pensão a ser paga já terá o corte anunciado", disse a advogada Susana Costa Pinto, que trabalha com o Sindicato de Professores da Zona Norte (FNE), em declarações ao Negócios. 

Afinal, o que aconteceu?

Em causa esteve um erro por parte da CGA, que levou a que vários reformados recebessem mais de reforma do que aquilo que tinha direito - e agora têm de devolver o remanescente. 

Na base deste engano esteve uma "divergência no cálculo da aplicação informática", disse o presidente do Conselho Diretivo da CGA, António Valente, que foi ouvido no Parlamento. 

António Valente esclareceu ainda que esta situação "abrange um universo muito específico" de pensionistas, representando "0,4% do total do total de pensões em pagamento pela CGA, que são mensalmente na ordem das 670 mil pensões".

"Estamos a falar de subscritores da CGA até 31 de agosto de 1993, e que se aposentaram com mais de 40 anos de serviço", acrescentou o responsável.

Qual é a diferença de valores? 

De acordo com o presidente do Conselho Diretivo da CGA, o valor médio das pensões afetadas antes da "correção" era de 2.476 euros e "após a correção 2.382 euros, sendo a diferença média mensal de 93 euros brutos".

Já, em termos líquidos, "a correção da pensão líquida é, em média, 59 euros, para uma pensão líquida média de 2.300 euros".

Das 2.937 pensões afetadas, 1.778 (o equivalente a 61%) têm um valor superior a 2.000 euros, detalhou, sublinhando que "a maior correção individual que está quantificada é, em termos absolutos, 198 euros, numa pensão que passou de 8.107 euros para 7.909 euros, portanto, respondendo a uma redução de 2,4%".

O presidente da CGA afirmou ainda que a correção de 2.937 pensões não foi orientada pelo Governo: "A correção" das 2.937 pensões de aposentação atribuídas pela CGA entre maio e 27 de agosto, "não resultou de qualquer orientação do Governo", garantiu António Valente.

"Há obrigação legal" de devolver valor pago a mais 

A ministra do Trabalho já assegurou que há fundamentação legal para a CGA pedir a devolução dos montantes pagos a mais. A governante vincou que "não só há fundamento legal como há obrigação legal de o fazer".

"Todos os pagamentos que sejam indevidos, (...) têm que ser devolvidos e a lei obriga a que seja assim", acrescentou Rosário Palma Ramalho, em declarações aos jornalistas, à margem do 15.º Congresso da UGT.

Palma Ramalho reiterou que devido a este "erro de parametrização", em média, os pensionistas afetados vão receber menos 93,31 euros brutos por mês, sendo que há várias modalidades de devolução.

Leia Também: INE mantém dados para idade da reforma: Até quando vai ter de trabalhar?

BCP quer financiar crédito à habitação a custos controlados para a classe média

1 November 2026 at 08:18

O BCP está a reorientar a sua capacidade comercial e de análise de crédito para financiar projetos de habitação a custos controlados, destinados sobretudo à classe média. O anúncio foi feito na apresentação de resultados dos nove meses, pelo presidente executivo, Miguel Maya.

O CEO afirmou que o banco está a reorganizar as equipas para acelerar a análise de operações e apoiar diferentes modelos de promoção imobiliária, incluindo soluções que envolvam cooperativas e parcerias entre municípios e promotores privados. O banco pretende assim contribuir para aumentar a oferta de habitação, numa altura em que já utilizou, entre créditos contratados e em processo de contratação, 88% da sua quota na garantia pública para apoiar jovens na compra de casa.

Recorde-se que a dotação inicial que coube ao BCP, de 185 milhões de euros, foi reforçada em 150 milhões, sendo que os empréstimos com garantia do Estado representam 44% dos novos créditos à habitação. Miguel Maya considera que a garantia pública é uma medida positiva, mas não resolve, por si só, o problema da habitação. O CEO defende que é necessário atuar também do lado da oferta. “Não há soluções simples”, afirmou, acrescentando que “o que não podemos fazer é nada fazer”.

Contribuições abrangidas pelos processos judiciais ascendem a 154 milhões

O BCP revelou ainda que registou um aumento das contribuições obrigatórias em Portugal, para 42,2 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, face a 38,7 milhões no período homólogo. A evolução reflete sobretudo a subida da contribuição sobre o setor bancário, de 28,6 para 31,3 milhões de euros, e da contribuição para o Fundo de Resolução Nacional, de 10,2 milhões para 10,7 milhões.

O Tribunal Constitucional declarou inconstitucional a norma que permite ao Banco de Portugal fixar as taxas das contribuições adicionais para o Fundo de Resolução bancário, na sequência de um processo movido pelo BCP e Miguel Maya diz o valor abrangido pelos processos poderá ascender a cerca de 154 milhões de euros, mas sublinhou que ainda não é possível antecipar qualquer impacto nas contas do banco.

Em causa não está a contribuição inicial para o Fundo de Resolução, pois foi definida por decreto-lei do Governo, mas as contribuições adicionais que os bancos pagam anualmente e que são determinadas pelo Banco de Portugal.

O processo ganho pelo BCP aguarda agora que o Supremo Tribunal Administrativo reforme o seu acórdão de 11 de setembro de 2024, em conformidade com a decisão do Tribunal Constitucional.

As declarações de Miguel Maya foram feitas na apresentação dos resultados dos primeiros nove meses de 2026, período em que o BCP registou lucros de 873,7 milhões de euros, mais 12,6% do que no mesmo período do ano passado. Em Portugal, o resultado líquido aumentou 11,2%, para 727,9 milhões de euros.

Anthropic varrà più di tutta Piazza Affari messa insieme: ecco il prospetto della quotazione

1 November 2026 at 08:04

Il prospetto finanziario per l’offerta pubblica iniziale (Ipo) di Anthropic – la società di intelligenza artificiale nota per la famiglia di modelli Claude, un documento di 600 pagine depositato il 26 ottobre alla Securities and Exchange Commission (Sec), la “Consob” Usa, delinea la dimensione di questa quotazione al Nasdaq, il listino hi-tech di Wall Street, prevista per la settimana del 16 novembre. Le cifre in gioco sono enormi, come pure le opportunità di profitto, ma anche i rischi. Le stime sul valore di mercato di Anthropic al momento del debutto hanno subito oscillazioni in base all’esame dei dati finanziari, ma restano su ordini di grandezza colossali: nelle prime fasi e grazie a una crescita dei ricavi stratosferica (con un giro d’affari cresciuto esponenzialmente grazie soprattutto all’adozione aziendale di Claude), si era parlato insistentemente di una valutazione record vicina o pari a 2mila miliardi di dollari, con una raccolta di capitale potenziale stimata fino a 100 miliardi. Più recentemente le attese di mercato si sono attestate stabilmente intorno ai 1.500 miliardi: una capitalizzazione che da sola supera di gran lunga il valore combinato di alcune Borse europee, come l’intera Piazza Affari.

A differenza di altre realtà del settore, orientate prevalentemente ai consumatori, il modello di business di Anthropic è focalizzato sul mercato delle imprese e dei servizi professionali avanzati per le aziende. La dimensione della sua base clienti aziendali riflette il dilagare dell’Ia nel mondo del business: al 30 settembre la società contava oltre 11.900 clienti con ricavi nei dodici mesi precedenti uguali o superiori a 100mila dollari l’uno (erano 950 circa un anno prima), oltre 1.900 clienti con ricavi pari o superiori a 1 milione e 250 che generano almeno 10 milioni di fatturato. Tra i clienti ci sono tutte le 10 maggiori imprese Usa dell’indice Fortune, oltre il 50% delle Fortune 500 e oltre il 30% delle Global 2000. La spesa media delle società dell’indice Fortune 500 per Claude mostra ampi margini di espansione nell’uso dell’agente Ia di Anthropic: uno studio di aprile stima che l’Ia genererà un impatto economico di 22.500 miliardi di dollari entro il 2031. Gli Stati Uniti sono e resteranno il principale bacino dei ricavi e il mercato quasi esclusivo degli investimenti fisici di Anthropic. Nei primi sei mesi di quest’anno gli Usa hanno generato il 72,2% dei ricavi totali della società (16,3 miliardi di dollari). Quanti agli investimenti nelle attività fisiche a lungo termine come i data center e server in leasing, negli Stati Uniti si concentra il 95% del totale.

La struttura del capitale e lagovernance di Anthropic sono studiate per mantenere saldo il controllo al nucleo fondatore. I sette soci co-fondatori – i fratelli e capiazienda Dario e Daniela Amodei, Tom Brown, Jack Clark, Jared Kaplan, Sam McCandlish e Christopher Olah – manterranno il controllo operativo e strategico della società tramite la società Founder Llc che deterrà l’unica azione speciale di classe F, che le attribuisce in modo fisso e permanente il 50,1% del potere di voto totale in assemblea, indipendentemente dalla quota di azioni degli altri soci.

I rischi legali, regolatori ed economici mettono in luce contenziosi giudiziari e sfide regolatorie di notevole rilievo per Anthropic. L’unico contenzioso quantificato a bilancio è la class action degli autori, risolta con un accordo transattivo da 1,5 miliardi, di cui 300 milioni già pagati. Il divieto deciso da Anthropic di uso delle proprie tecnologie per sviluppare armi autonome o per la sorveglianza di massa ha causato un duro scontro con il Pentagono, culminato nella designazione dell’azienda come “rischio per la sicurezza nazionale” Usa. A ciò negli Stati Uniti si aggiungono una class action sul fronte antitrust, avviata a settembre, e un’indagine della Federal Trade Commission notificata a ottobre.

Ma la parte più pesante del prospetto riguarda, come visto, i rischi catastrofici per l’umanità. Anthropic segnala minacce gravissime che spaziano dai rischi legati alle armi autonome fino al rischio che l’Ai sia usata per creare o sviluppare armi nucleari, radiologiche, chimiche e biologiche. Il prospetto evidenzia anche pericoli di perdita di controllo dei suoi modelli, nei quali l’intelligenza artificiale sfugge agli umani e prende il controllo di infrastrutture vitali globali e reti di servizi critici come finanza, sanità, energia e difesa. È la prima volta in assoluto che, anziché rimanere confinati in articoli di stampa o nei resoconti dei critici, questi rischi catastrofici vengono messi nero su bianco in un prospetto ufficiale.

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