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Município de Silves promove sessões públicas de participação no Orçamento Municipal para 2027

O Município de Silves vai promover, entre os dias 2 e 10 de novembro, um conjunto de sessões públicas de participação no âmbito da preparação do Orçamento Municipal para 2027, com o objetivo de ouvir a população e recolher contributos sobre os investimentos considerados prioritários para o concelho.

As sessões irão decorrer nas diferentes freguesias do concelho, proporcionando aos munícipes a oportunidade de partilharem as suas opiniões, identificarem necessidades e apresentarem propostas que contribuam para o desenvolvimento das suas comunidades.

Os contributos recolhidos serão posteriormente analisados pelo Executivo Municipal, tendo em consideração critérios de natureza técnica, financeira e estratégica, que irão fundamentar a avaliação das propostas apresentadas.

Calendarização das sessões

2 de novembro (segunda-feira)

  • 19h00 – Freguesia de Tunes | Edifício da Junta de Freguesia de Tunes
  • 21h00 – Freguesia do Algoz | Edifício da Junta de Freguesia do Algoz

4 de novembro (quarta-feira)

  • 19h00 – Freguesia de Alcantarilha | Edifício da Junta de Freguesia de Alcantarilha
  • 21h00 – Freguesia de Pêra | Edifício da Junta de Freguesia de Pêra

5 de novembro (quinta-feira)

  • 19h00 – Freguesia de São Marcos da Serra | Edifício do Polo de Educação ao Longo da Vida de São Marcos da Serra
  • 21h00 – Freguesia de São Bartolomeu de Messines | Edifício da Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines

9 de novembro (segunda-feira)

  • 19h00 – Freguesia de Armação de Pêra | Edifício da Junta de Freguesia de Armação de Pêra

10 de novembro (terça-feira)

  • 19h00 – Freguesia de Silves | Edifício da Junta de Freguesia de Silves
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Crianças de Albufeira aprendem a proteger a natureza com ‘bombas de sementes’

Com as mãos na terra, 222 crianças das escolas de Caliços, Guia e Sesmarias, descobriram como uma pequena semente pode ajudar a cuidar da natureza. Entre 12 e 29 de outubro, passaram pelas Hortas Comunitárias de Alpouvar, onde conheceram o que ali se cultiva, aprenderam a importância dos polinizadores e prepararam as suas próprias ‘bombas de sementes’, numa atividade promovida pela Câmara Municipal de Albufeira.

Recolher sementes, reconhecer legumes e ervas aromáticas e perceber porque são tão importantes os polinizadores. Estas foram algumas das descobertas que levaram 222 crianças às Hortas Comunitárias de Alpouvar.

A atividade decorreu ao longo de 10 sessões onde os alunos do 1.º ciclo conhecerem os espaços de cultivo e exploraram a relação entre as plantas, os insetos e os alimentos que chegam à mesa. A visita permitiu explicar o papel dos polinizadores na reprodução das plantas e na produção de alimentos, bem como dar a conhecer práticas da agricultura biológica.

Depois, foi o tempo de pôr as mãos na terra. Com sementes, composto e argila, as crianças prepararam pequenas bolas de terra, conhecidas como “bombas de sementes”, que podem favorecer a germinação quando encontram humidade e condições adequadas.

As sementes foram recolhidas pelos próprios alunos nos terrenos envolventes. Este contacto permitiu também aprender a distinguir plantas autóctones de espécies invasores e compreender por que motivo as sementes destas últimas não devem ser utilizadas na atividade.

A ideia foi ajudar as crianças a conhecer melhor a natureza que têm por perto e a perceber como podem cuidar dela. Nas hortas, puderam aprender com o que viram e fizeram, desde reconhecer uma planta até saber que sementes recolher.

A vereadora da Câmara Municipal de Albufeira, Maria Cristina Corado, esteve presente na atividade e salientou a importância de aprender em contacto com a natureza. “Queremos que as crianças tenham oportunidades de sair da sala de aula, mexer na terra e perceber de onde vêm os alimentos. Conhecer as plantas e os animais que existem à nossa volta ajuda-nos a compreender por que razão precisamos de os proteger”, destacou.

A atividade integrou a programação da Câmara Municipal de Albufeira para o Algarvensis Geoparque Mundial da UNESCO e associou a educação ambiental à valorização do património natural do concelho. A proteção da flora autóctone, a recuperação da vegetação e a capacidade dos ecossistemas para enfrentar as alterações climáticas estiveram entre os temas abordados.

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Alcoutim recebe 9.ªs Jornadas da Rede de Museus do Algarve

‘ARQUEOLOGIA PARA TODOS: MEDIAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO PATRIMÓNIO’ é o tema central das 9.as Jornadas da Rede de Museus do Algarve (RMA), que terão lugar este ano em Alcoutim, no Espaço Guadiana, no próximo dia 20 de novembro, pelas 9h30, organizadas pela RMA e pelo Município de Alcoutim, cujos objetivos essenciais da Arqueologia, passam por produzir conhecimento sobre a ocupação humana, num qualquer território ao longo do tempo.

Mas como se transformam os dados científicos em mensagens entendíveis, que despertem o interesse e promovam uma verdadeira aproximação ao Património Arqueológico? Que ferramentas, linguagens e narrativas permitem traduzir esta ciência para o grande público? Como conceber os espaços museológicos, sítios arqueológicos visitáveis e estratégias de comunicação, de forma acessível, inclusiva e rigorosa?

Estas são algumas das questões com que profissionais e museus se debatem na comunicação do património arqueológico.

No cerne desta reflexão, encontram-se as estratégias de mediação que tornem o Património Arqueológico mais acessível, impulsionando o diálogo com as comunidades num relacionamento de proximidade com a sua evolução histórica, entre passado e presente, promovendo o sentido de pertença identitária e de valorização da sua herança coletiva.

As 9.as JORNADAS da RMA, serão assim um espaço aberto a todos para explorar, debater, refletir e partilhar experiências em torno dos desafios, metodologias e boas práticas de comunicação da arqueologia, reunindo um conjunto de especialistas e técnicos de diversas instituições, conforme programa abaixo.

As inscrições para a assistência nas Jornadas decorrem até 13 de novembro (sujeitas aos lugares disponíveis). A participação é gratuita e encontra-se sujeita ao preenchimento de ficha de inscrição, disponível clicando aqui.

Para mais informações os interessados poderão contactar a Unidade de Cultura, Património Cultural e Turismo, da Câmara Municipal de Alcoutim, através do telefone 281 540 545/281 540 555, ou a organização das Jornadas através do e-mail RMA – Museus do Algarve: rede.museusdoalgarve@gmail.com .

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Fortaleza de Sagres promove visita para assinalar os 271 anos do Terramoto de 1755

A Fortaleza de Sagres foi um dos espaços fortemente afetados pelo Terramoto de 1755, responsável por um elevado grau de destruição na antiga vila localizada no seu interior. e também nas demais fortificações existentes em redor, desde o cabo de São Vicente a Lagos, conforme documentam os relatos da época.

Em resultado do cataclismo, foi desenvolvido o processo de construção da fortaleza abaluartada hoje existente, representada na cartografia produzida por Sande de Vasconcelos no último quartel do século XVIII. Sobre este assunto, venha descobrir mais pormenores.

Com esta visita, a Fortaleza de Sagres, integrada na Museus e Monumentos de Portugal, associa-se à terceira edição do Movimento ‘Recordar 1755’, que desenvolve um conjunto de iniciativas por todo o país alusivo ao Terramoto de 1755, lembrando a catástrofe e sensibilizando para a necessidade de prevenção.

A participação na visita é gratuita, sendo necessária inscrição através do e-mail: geral@fortalezadesagres.pt .

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Associação de Basquetebol do Algarve divulga agenda de jogos até 4 de novembro

A Associação de Basquetebol do Algarve (ABA), em nota enviada à nossa redação, divulga a agenda de jogos regionais e nacionais, que vão decorrer entre os dias 29 outubro e 4 de novembro de 2026.

A ABA salienta que os jogos regionais assinalados com fundo de cor verde têm Juízes nomeados pelo CAD Algarve.

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NERA levou empresárias algarvias ao 1.º Fórum de Empresárias da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia

Iniciativa reuniu empresárias do Algarve, Alentejo e Andaluzia para promover o empreendedorismo feminino e a cooperação transfronteiriça.

O NERA – Associação Empresarial do Algarve, sedeada em Loulé, enquanto parceiro do projeto INTREPIDA pro, promoveu a participação de empresárias algarvias no 1.º Fórum de Empresárias da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia (EURO AAA), realizado nos dias 27 e 28 de outubro, em Sevilha, Espanha.

Do Algarve, participaram 10 gestoras e líderes de negócios dos concelhos de São Brás de Alportel, Faro, Tavira, Silves e Loulé representando diferentes setores de atividade, como artesanato, design, apicultura, produção de aguardente de medronho, turismo ou desenvolvimento pessoal, refletindo a diversidade do tecido empresarial feminino da região.

Organizado pela Fundação Três Culturas do Mediterrâneo, entidade líder do projeto, o encontro combinou sessões de capacitação com momentos de networking, proporcionando às participantes oportunidades de partilha de experiências e estabelecimento de contactos empresariais.

O programa abordou temas como a comunicação assertiva, a inteligência artificial aplicada aos negócios, a marca pessoal e as estratégias de venda. Entre as intervenções, destacou-se a sessão «A Arte e a Ciência de Vender», dinamizada por Penélope Serrano Serradilla, centrada na compreensão das necessidades dos clientes, na comunicação de valor e na construção de relações comerciais de confiança.

Dando continuidade às atividades do projeto, estão previstas novas sessões em Portugal, dedicadas ao empreendedorismo no feminino e promovendo a capacitação em temas como a utilização de ferramentas de inteligência artificial em contexto empresarial. A nível eurorregional, o projeto promoverá mais três fóruns transfronteiriços para mulheres empresárias, que terão lugar em Cádis, na Andaluzia, em Évora, no Alentejo, e no Algarve, em local a definir.

O INTREPIDA pro é cofinanciado pelo Programa Interreg VI-A Espanha–Portugal (POCTEP) 2021-2027. A parceria é liderada pela Fundación Tres Culturas del Mediterráneo e integra o NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, o NERE – Núcleo Empresarial da Região de Évora, a Mancomunidad de Desarrollo Condado de Huelva e a Fundación Bahía de Cádiz para el Desarrollo Económico.

Para mais informações o NERA sugere uma consulta ao website https://tresculturas.org/intrepida ou www.nera.pt .

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Novembro chegou. Não deixe as suas costas hibernarem

Com a chegada do Outono, os dias ficam mais curtos, o frio aperta e a chuva convida a ficar em casa. Trocamos a caminhada pelo sofá, o carro substitui o passeio a pé, e as horas em frente ao ecrã multiplicam-se. É natural. Mas as nossas costas podem pagar a fatura.

A dor lombar é uma das principais causas de incapacidade no mundo e um dos principais motivos para recorrer a serviços de saúde. Estima-se que atualmente a lombalgia afete mais de 600 milhões de pessoas e que, até 2050, ultrapasse os 800 milhões. Na consulta, vemos frequentemente pessoas com dor lombar cujas queixas começaram ou pioraram no seguimento de períodos de menor atividade.

Porquê? A coluna não foi feita para estar parada. É sustentada por músculos que funcionam como um suporte natural para o nosso tronco; quando passamos muitas horas sentados, esses músculos inativam-se, enfraquecem e perdem qualidade.

Também os discos intervertebrais, as almofadas esponjosas que temos entre as vértebras, sofrem com a ausência de movimento, principalmente em posições de maior stress mecânico, como é a posição sentada. Se associarmos a estes factos o aumento do peso que ocorre com a diminuição da atividade física, temos a receita pronta para a dor lombar – a coluna fica menos protegida e até um gesto simples, como pegar num saco de compras ou apertar os sapatos, é o bastante para desencadear dor.

O problema tem um efeito de bola de neve – quem tem dor mexe-se menos, e quem se mexe menos tem mais dor. Durante muito tempo, aconselhou-se repouso para tratamento da dor lombar mecânica, mas hoje sabemos que, na grande maioria dos casos, manter-se ativo é parte do tratamento.

A boa notícia é que não são precisos grandes sacrifícios. Ficam algumas sugestões simples para esta altura do ano:

  • Evite os períodos prolongados sentado – levante-se a cada 45 minutos: se trabalha sentado, vá buscar água, atenda o telefone de pé ou dê uma volta pelo corredor. Intercale o uso de cadeira com a bola de pilates para se sentar; experimente uma standing desk que permita alternar posicionamentos.
  • Melhore a sua postura ao computador – costas apoiadas, pés no chão, ecrã à altura dos olhos, e rato e teclado à altura dos cotovelos; evite o computador portátil.
  • Caminhe todos os dias – trinta minutos, mesmo divididos em blocos de dez, fazem diferença. Em dias de chuva, as escadas interiores podem compensar a caminhada no exterior – evite o elevador.
  • Fortaleça o tronco. Exercícios simples em casa, como pranchas ou pontes, mantêm a “cintura” muscular ativa.
  • Mantenha um peso saudável. O excesso de peso sobrecarrega a coluna, dificulta a mobilidade e promove o círculo vicioso do sedentarismo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana. Parece muito, mas são pouco mais de 20 minutos por dia.

Importa também saber quando procurar ajuda. A franca maioria das dores nas costas tem origem mecânica, não é preocupante, e melhora em poucas semanas – mais de 80% dos adultos ativos têm pelo menos um episódio de lombalgia ao longo da sua vida. Mas uma dor que não alivia, que o acorda a meio da noite, que irradia às pernas ou que se acompanha de perda de força, dormência ou febre, deve ser avaliada por um médico.

O Inverno não tem de ser uma pausa para o corpo. Este novembro, faça das suas costas uma prioridade: mexa-se um pouco mais, todos os dias. A sua coluna vai agradecer-lhe na primavera.

Sobre a Campanha ‘Olhe pelas Suas Costas’

A campanha “Olhe pelas suas costas”, lançada em 2009, é uma iniciativa que visa sensibilizar a população para a problemática das dores nas costas, alertar para as suas consequências na vida pessoal e profissional dos portugueses e educar sobre as formas de prevenção e tratamento existentes. A iniciativa tem a chancela da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral, da Associação Para o Estudo da Dor, da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, da Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia, da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação e da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia e conta com o apoio da Medtronic. Para mais informações, consulte a Página de Facebook, Instagram, canal de Youtube e site da Campanha “Olhe pelas Suas Costas”. 

* Médico Ortopedista, Cirurgia da Coluna Vertebral, Hospital CUF Descobertas, membro da Campanha Olhe pelas Suas Costas

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FMVG promove Aula Livre sobre as Grutas das Solestreiras em Querença

A Fundação Manuel Viegas Guerreiro (FMVG) assinala, no próximo sábado, 31 de outubro, em Querença, o aniversário de nascimento de Manuel Viegas Guerreiro, reunindo patrimónios cultural e natural, celebrando com um documentário e uma Aula Livre sobre as Grutas das Solestreiras, em pleno Geoparque Algarvensis.

Com um programa pensado na evocação dos valores e obra de Viegas Guerreiro, a Fundação organizou mais uma Aula Livre, inspirada no projeto do Mestre: os Estudos Gerais Livres.

A abrir a sessão, o documentário ‘Manuel Viegas Guerreiro: viagem de 3 séculos pela Etnologia’ sinaliza o etnógrafo africanista, coletor das tradições orais e de objetos de arte africana que integram, hoje, coleções de museus nacionais. Homem da Ciência e uma referência do Humanismo sem preconceito, Viegas Guerreiro, deixa pistas fundamentais para compreender a realidade humana na sua região e no mundo.

Celebrando o amor que tinha pelas pessoas de Querença e pela serra algarvia, a Aula é, desta feita, dedicada ao território da sua aldeia natal, a um lugar quase mítico para a maioria da população local: as Grutas das Solestreiras, inseridas no Geoparque Algarvensis, reconhecido como Geoparque Mundial da UNESCO, em abril deste ano.

Biblioteca-Museu MVG

Para a sessão de dia 31 de outubro, a Fundação convoca a memória, a investigação e a partilha do saber afirmando que “As Grutas das Solestreiras, integradas no território do Geoparque Algarvensis, constituem o ponto de partida para a descoberta deste nosso património” — destaca João Silva Miguel, presidente da FMVG — E acrescenta “se a Etnologia nos ajuda a compreender as marcas deixadas pelas comunidades humanas nas suas práticas do dia a dia, das narrativas e das tradições, a Geologia e a Paleontologia permitem-nos recuar no tempo e interpretar os vestígios de processos naturais que moldaram as paisagens e os territórios.”

A Aula intitula-se ‘Entre pedras e pedrinhas: como o território molda as suas gentes’ e será proferida por Hugo Campos, paleontólogo e geólogo da Câmara Municipal de Loulé, afeto ao Geoparque Algarvensis.

Esta Aula — salienta João Silva Miguel — “representa uma oportunidade para reforçar a importância do diálogo entre a investigação científica, as instituições locais e as comunidades que vivem e constroem a identidade deste território.”

Após a Aula Livre, o público presente partilhará memórias e experiências ligadas a este património geológico e cultural.

João Guerreiro, geógrafo e antigo reitor da Universidade do Algarve, junta-se à celebração num momento que a FMVG chama de ‘testemunho’.

O 114.º aniversário de Viegas Guerreiro assinala-se no auditório da Fundação a partir das 17h00. Na galeria da entrada, existe uma pequena mostra — O Campo e a Cidade — sobre a investigação de Manuel Viegas Guerreiro junto das comunidades rurais em África e em Querença. É inspirada nas palavras do Professor “não há cidade sem campo, é para este e para o seu seio que ela se abre; duas entidades inter-ligadas, em perfeita complementaridade.” («Campo e cidade: o camponês e o urbano», in “Revista Lusitana”, 1989)

A entrada é livre para todos os públicos. A FMVG tem o apoio da Câmara Municipal de Loulé e da Junta de Freguesia de Querença.

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ASMAL apresenta livro dirigido ao público infantil em Faro e Loulé

A nova edição do livro ‘A Arca da Alegria‘ surge no âmbito do Projeto ‘O Nosso Livro na Comunidade!‘ promovido pela Associação de Saúde Mental do Algarve (ASMAL) e cofinanciado pelo Instituto para os Direitos das Pessoas com Deficiência – IDiPD, I.P, vai ser apresentado em Faro e Loulé.

O livro ‘A Arca da Alegria’ é um trabalho colaborativo e inclusivo, co-criado por pessoas com doença mental, deficiência e/ou incapacidades no decurso da oficina de Escrita Criativa (dinamizada por Daniela Pinheiro) e da Oficina de Ilustração (dinamizada por Susana Pinto Coelho). A adaptação de texto é de Olinda Maria e a coordenação do projeto de Nídia Gonçalves.

Esta nova edição traz consigo o ‘Caderno da Alegria‘ (um caderno de atividades com base na  estória do livro) igualmente criado nas Oficinas de Ilustração, sob orientação de Susana Pinto Coelho, através da participação ativa das pessoas com doença mental, deficiência e/ou incapacidades.

Salienta a ASMAL que o livro e o caderno de atividades são dirigidos ao público infantil, entre o ensino pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico, visando promover a participação, a inclusão, o respeito e a aceitação da diferença junto da comunidade.

  • 07 de novembro – sábado | 11h00 – FNAC Faro – Fórum Algarve
  • 08 de novembro – domingo | 15h00 – FNAC Loulé – Mar Shopping
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Ministra do Ambiente e Energia preside esta sexta-feira à assinatura de contrato e protocolo em Faro

A Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, preside esta sexta-feira, 30 de outubro, em Faro, à Assinatura do Contrato de Cooperação entre a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, em colaboração com as Universidades de Aveiro e do Algarve, com vista ao Estudo do Tratamento de Resíduos no Algarve, cujo Estudo deverá apresentar soluções técnicas para o tratamento de resíduos urbanos numa região onde a sua produção ultrapassa as 400 mil toneladas por ano e onde as taxas de deposição nos dois aterros existentes ultrapassam os 80%.

A cerimónia de assinatura do Estudo do Tratamento de Resíduos no Algarve, realiza-se pelas 15h00, na Sede da AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, sita na Rua General Humberto Delgado 18, em Faro.

Uma hora depois, ou seja, às 16h00, na Câmara Municipal de Faro, perante António Miguel Pina, Presidente da Câmara Municipal, Maria da Graça Carvalho, preside à Assinatura do Protocolo de Colaboração Técnica entre a APA e o Município de Faro com vista à mitigação das cheias urbanas, em particular da Rua de São Luís.

Através deste Protocolo, a APA garante o acompanhamento técnico especializado nas fases de contratação e estudos, cabendo ao Município de Faro preparar e lançar os processos para a captação de fundos para as empreitadas, apontando-se como veículo prioritário os avisos do Programa Sustentável 2030.

Do Algarve para o Alentejo, a Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, desloca-se para Alvito, onde às 19h30 preside à Cerimónia Oficial de Inauguração da Feira dos Santos e Frutos Secos 2026, que se realiza no Pavilhão Institucional no Recinto da Feira do Alvito.

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Ginásio Clube de Faro organiza 10ª edição do Festival Calceteiros de Letras

Poesia, performance, música, joalharia de autor e oficinas de palavra dita

O Ginásio Clube de Faro promove, de 13 a 15 de novembro, mais uma edição do Festival Calceteiros de Letras, no qual a palavra dita, a poesia e a performance são abordadas de forma contemporânea, numa fusão com a música, teatro, artes visuais e joalharia de autor.

Para assinalar a 10ª edição, integram a programação projetos como “ESTILHAÇOS”, com o carismático frontman dos Mão Morta, Adolfo Luxuária Canibal (13 de novembro), “Os Poetas têm de cumprir a lei!”, performance poética e primeira criação de Kijota (um dos fundadores do coletivo Calceteiros de Letras), que conta com a participação do poeta e escritor algarvio Rogério Cão, e a fechar a noite, “Fundos Perdidos & Napoleão Mira”, atuação que cruza o rock underground com a poesia e o spoken word (14 de novembro).

Realiza-se, ainda, no dia 14 de novembro, uma oficina de performance e de palavra dita – “Poesia Con’Sentidos”, a cargo de Rita Bravo, Campeã Nacional de Poetry Slam em 2025. 

De referir que os espetáculos de 13 e 14 de novembro, assim como a oficina, estão programados para a sede do Ginásio Clube de Faro, situado na Rua Ivens, nº 12, 2º em Faro.

Já a 15 de novembro, terão lugar no Teatro Municipal de Faro, os eventos “Corpo Restrito”, fusão entre a poesia e a joalharia contemporânea de autor, num desfile com modelos vivos, em que o corpo é o suporte de esculturas experimentalistas e de joias arrojadas, criadas por joalheiros, escultores, cenógrafos, designers e artistas plásticos.

Saliente-se que o festival apresenta uma estreia absoluta, “O Lugar do Silêncio”, pela Lisbon Poetry Orchestra, um coletivo multidisciplinar formado por músicos e poetas, que integra dois músicos dos Rádio Macau, Alex Cortez e Filipe Valentim, e convida outros artistas a celebrar e interpretar a poesia. Uma viagem única de descoberta e reinvenção da palavra dita.

Para finalizar, será entregue o Prémio “Calceteiros de Letras”, que tem como objetivo reconhecer e premiar uma personalidade ou instituição pelo seu papel no mundo da poesia e da palavra dita.

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Terras sem Sombra apresenta em o ‘Pulsar do Universo’ em Castelo de Vide

Um quarteto de solistas de algumas das principais orquestras sinfónicas polacas leva a Castelo de Vide o concerto ‘Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas’. O Hornet Quartet apresenta-se a 7 de novembro (21h30), na igreja do convento de São Francisco. Todas as atividades são de acesso livre e gratuito.

Castelo de Vide ocupa uma posição muito especial na vertente norte da Serra de São Mamede, um espaço de fronteira onde a história deixou marcas densas ao nível da arquitetura, das práticas devocionais e da própria organização da paisagem.

É neste quadro que o Terras sem Sombra (TSS) regressa a Castelo de Vide a 7 e 8 de novembro, colocando a música no centro de uma programação que entretece criação artística, património e natureza.

O momento crucial da passagem pelo concelho alentejano materializa-se no concerto ‘Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas’, na igreja do convento de São Francisco. O concerto oferece ao polaco Hornet Quartet a oportunidade de explorar a amplitude expressiva de uma formação pouco habitual, com incidência na música dos séculos XX e XXI. O Festival propõe ainda uma leitura da religiosidade inscrita no tecido urbano e uma aproximação à diversidade ecológica da Serra de São Mamede.

Um concerto assente numa notável tradição europeia

A trompa nasceu como instrumento de sinal e de chamamento, concebido para projetar o som a grande distância, muito antes de conquistar lugar próprio na orquestra e na música de câmara. Dessa origem conserva ainda uma vocação expansiva, que a tradição europeia transformou numa linguagem de notável riqueza tímbrica e expressiva, capaz de oscilar entre a solenidade e a delicadeza, entre a projeção sonora e uma quase intimidade vocal. É nessa plasticidade sonora que se estrutura o concerto «Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas», apresentado a 7 de novembro (21h30), na igreja do convento de São Francisco, em Castelo de Vide.

Hornet Quartet

Fundado em 2012, o Hornet Quartet reúne Gabriel Czopka, Michał Szczerba, Łukasz Łacny e Piotr Kowalski, solistas de algumas das mais importantes orquestras sinfónicas polacas da atualidade. A formação tem desenvolvido um trabalho continuado em torno das possibilidades expressivas da trompa, com particular atenção à música contemporânea e à criação de novo repertório para o instrumento. Em Castelo de Vide, o programa concede lugar de destaque à música polaca, com obras de Włodzimierz Kotoński, Jan Stokłosa, Feliks Rybicki e Witold Lutosławski. A este núcleo juntam-se as Fripperies, de Lowell E. Shaw, e as Trois Chansons, de Claude Debussy, aqui transpostas para quatro trompas.

A igreja do convento de São Francisco acrescenta ao concerto uma expressiva dimensão histórica, além de excelentes condições acústicas. Fundado em 1585, o antigo convento de Nossa Senhora da Conceição dos Frades Recoletos de São Francisco conserva a memória de sucessivas campanhas arquitetónicas, entre as quais avulta a renovação barroca do século XVIII.

Uma geografia da devoção

Na tarde de sábado, 7 de novembro (15h00), o Jardim Grande – Parque João José da Luz constitui o ponto de partida para ‘Património que Protege: Oratórios, Nichos e Capelas’. A atividade é orientada por Rosário Salema de Carvalho, historiadora de arte e diretora do Museu Nacional do Azulejo, e por Carolino Tapadejo, profundo conhecedor e divulgador da história local.

O percurso propõe uma alteração deliberada da escala com que habitualmente se observa o património, ao privilegiar um olhar de minúcia sobre as formas através das quais a devoção se inscreveu no quotidiano: um nicho aconchegado numa fachada, uma imagem destinada a proteger uma rua ou uma casa, um pequeno oratório, uma capela. De acordo com José António Falcão, diretor-geral do TSS, «a sua leitura permite recuperar não apenas uma história artística, mas também gestos, crenças e práticas sociais que moldaram a experiência da vila».

A Serra de São Mamede, um mosaico de diversidade

A Serra de São Mamede introduz uma particularidade na paisagem do Alto Alentejo. A altitude, o relevo e o clima permitem que, numa região dominada pela influência mediterrânica, sobrevivam comunidades vegetais de características distintas das planícies envolventes. O Parque Natural regista cerca de 800 espécies de plantas e constitui o limite meridional da distribuição do carvalho-negral em formações boscosas e de montado.

Castelo de Vide

É a esta diversidade que se dedica o itinerário «Do Bosque ao Montado: Os Carvalhos da Serra de São Mamede», na manhã de domingo, 8 de novembro (09h30), com partida da Praça D. Pedro V. A visita é orientada por Carlos Vila-Viçosa, biólogo e investigador do CIBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, cujo trabalho se tem centrado na biodiversidade, ecologia e evolução do género Quercus, nas florestas mediterrânicas e no restauro de habitats.

Aqui coexistem carvalhais de carvalho-negral (Quercus pyrenaica) e montados de sobreiro (Quercus suber) e azinheira (Quercus rotundifolia). Entre o bosque e o montado revela-se, assim, mais do que uma diferença de fisionomia vegetal: tornam-se legíveis modos distintos de relação com a terra.

Na distribuição das espécies inscrevem-se clima, geologia e evolução; no montado, séculos de trabalho humano e adaptação; na sua regeneração, joga-se parte do futuro destes ecossistemas. É esta leitura, simultaneamente ecológica e histórica, que a atividade propõe aprofundar no terreno.

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Na sua passagem por Castelo de Vide, o Terras sem Sombra conta com a parceria do Município de Castelo de Vide, da Embaixada da República da Polónia, do Ministério da Cultura da Polónia, do PCMA e da Fundação Nossa Senhora da Esperança. Mantêm-se igualmente os apoios institucionais da Direção-Geral das Artes, do BPI-Fundação «la Caixa» e da CCDR Alentejo. O Festival decorre sob o Alto Patrocínio da Presidência da República. A programação do Terras sem Sombra prossegue a 21 e 22 de novembro, em Beja.

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Silves promove ação de formação ‘Oficina Teórico-Prática para uma Didática Histórico-Crítica’

O Município de Silves promove, no próximo dia 14 de novembro, entre as 14h00 e as 20h00, a ação de formação «Oficina Teórico-Prática para uma Didática Histórico-Crítica», que terá lugar no auditório da Biblioteca Municipal de Silves.

Dinamizada pelos professores Roberto Barros e Raquel Varela, a formação assume o formato de uma aula-oficina, tendo por base os fundamentos da pedagogia histórico-crítica, da psicologia histórico-cultural e da didática desenvolvimental.

A sessão pretende promover a reflexão sobre a relação entre a didática histórico-crítica e a aprendizagem desenvolvimental coletiva, convidando o público a questionar e a reelaborar a filosofia da práxis docente. Através de um percurso teórico-prático e reflexivo, os participantes terão a oportunidade de experienciar os princípios e métodos que estudam, articulando a reflexão teórica com a prática pedagógica.

A iniciativa é gratuita e aberta ao público em geral, sendo acreditada para docentes, sendo que os professores interessados em obter acreditação, deverão efetuar a sua inscrição através da página do Centro de Formação de Associação de Escolas de Albufeira, Lagoa e Silves (CFAE), clicando aqui.

Os contactos para mais informações são o telefone 282 440 800 (ext. 2620) ou o endereço de correio eletrónico educacao@cm-silves.pt .

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‘ANT GAMES’ encerra 4.ª edição na Guia com mais de 5.000 pessoas em quatro dias

Mais de 5.000 participantes, 36 entidades parceiras e cerca de 400 voluntários. São estes os números da edição de 2026 dos ‘ANT GAMES’, o evento educativo e comunitário que este ano foi organizado pelo Agrupamento de Escolas de Albufeira Poente, Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água, Junta de Freguesia da Guia e Associação Albufeira Activa.

Durante quatro dias, 15, 16, 17 e 21 de outubro, os Campos Sintéticos do Estádio Municipal de Albufeira, o Parque de Vale de Faro e a Escola Básica da Guia receberam alunos de todos os ciclos de ensino, professores, famílias e dezenas de associações, clubes e instituições locais, regionais e nacionais.

Nos dias 15 e 16, no Estádio Municipal, as manhãs foram dedicadas ao 1.º ciclo e as tardes aos 2.º e 3.º ciclos e ao ensino secundário, num circuito de estações temáticas com modalidades desportivas individuais e coletivas, jogos de tabuleiro, ciência, ambiente, proteção civil e cidadania.

No dia 17 de outubro o Parque de Vale de Faro recebeu o dia aberto à comunidade, onde assistiu a apresentações de cinotecnia, demonstrações de suporte básico de vida, aulas de hip hop, presença institucional de muitos parceiros e modalidades desportivas a decorrer em contínuo.

A 21 de outubro o evento encerrou na Escola Básica da Guia, com uma manhã dedicada ao pré-escolar, e aos 1.º e 2.º ciclos da freguesia, incluindo as crianças da creche. O evento incluiu a apresentação da exposição ‘Move-te Por Valores’, do IPDJ.

“O apoio ao movimento associativo é uma prioridade desta Junta e vai continuar a ser. Trabalhamos com estes parceiros ao longo de todo o ano, e é desse trabalho que nascem dias como este para as nossas crianças. Agradeço a quem se envolveu e renovo o compromisso: a Junta estará sempre disponível para apoiar projetos que acrescentem pedagogicamente à educação das nossas crianças”, argumenta Dinis Nascimento, presidente da Junta de Freguesia da Guia.

Cerca de 150 alunos participaram em Cursos Profissionais

Os ‘ANT GAMES’ são também uma oportunidade de formação. Cerca de 150 alunos dos cursos profissionais da Escola Secundária de Albufeira participaram no evento com funções atribuídas, horários e responsabilidades reais. Desporto, Ação Educativa, Massagem e Estética, Restauração e Bar e Multimédia.

Receberam parceiros, orientaram turmas, serviram o bar e a cafetaria, fizeram a massagem das mãos aos mais novos e cobriram o evento com fotografia e vídeo.

“Capturar o movimento, a emoção e a energia do desporto foi um desafio superado com distinção”, diz Dulce Prata, diretora do Curso Profissional de Multimédia.

Rede de Parceiros

Bombeiros Voluntários de Albufeira, Atlético Clube de Albufeira, Clube de Basquete de Albufeira, Imortal Basket, Imortal DC, Karaté Clube de Albufeira, Capoeira Muzenza, Movimento Ginga, CPCJ de Albufeira, Santa Casa da Misericórdia de Albufeira, Águas do Algarve, Zoomarine, Na Mira, Associação Soul, Europe Direct Algarve, Centro Ciência Viva de Lagos, Sciaena, APEXA, Prime Skills, CD Areias São João, FC Ferreiras, Federação Portuguesa de Orientação, Comité Olímpico de Portugal, IPDJ, GNR, Agência Portuguesa do Ambiente, Federação Portuguesa de Corfebol, Junior Achievement Portugal, Decathlon.

“Estas atividades permitem às crianças desenvolver competências sociais, reforçar valores como o respeito, a cooperação e o trabalho em equipa, ao mesmo tempo que criam momentos de partilha e aproximação entre instituições e comunidade local”, afirma Marta Galego, Decathlon, parceira desportiva oficial do evento.

“Os ‘ANT GAMES’ são uma excelente oportunidade para aproximar crianças e jovens do desporto, promovendo o espírito de equipa e o gosto pela atividade física. Esta iniciativa reforça também a importância da colaboração entre escolas, instituições e comunidade na formação e desenvolvimento dos mais novos”, diz Filipa Duarte, Atletismo do CD Areias São João.

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“Proporcionar a prática de atividades saudáveis para o corpo e para a mente é a própria definição de desporto. E os ‘ANT GAMES’ são espaço de encontro, de acolhimento, de sorriso, onde se ensina e também se aprende”, refere Ana Burnay, Europe Direct Algarve.

“É com muito gosto que a Associação Soul participa, pela quarta edição, nos ‘ANT GAMES’. Tem sido uma experiência incrível com os miúdos, não só pelo contacto com a dança, mas pelo convívio”, afirma Marina Duarte, Associação Soul.

“Eventos como os ‘ANT GAMES’ desempenham um papel fundamental na democratização do conhecimento, provando que a ciência pode, e deve, chegar a todos de forma acessível, prática e inspiradora,” salienta Hélder Ferreira, Centro Ciência Viva de Lagos.

“Obrigado pela organização de eventos que dão a todas as associações e clubes a oportunidade de se mostrarem e de dar um dia diferente às crianças do concelho”, refere Bruno Mateus, Clube de Basquete de Albufeira.

“Estas iniciativas são um verdadeiro exercício de cidadania e uma oportunidade de aprendizagem muito real fora da sala de aula”, diz Filipa Almeida, Águas do Algarve.

“Os ‘ANT GAMES’ são uma oportunidade para as crianças brincarem, aprenderem e sentirem-se parte ativa da comunidade. Para a CPCJ de Albufeira, participar é reforçar a proximidade com as famílias, lembrando que brincar, participar e ser ouvido são direitos de todas as crianças”, Tânia Baptista, presidente da CPCJ de Albufeira.

“A participação das nossas atletas nos ‘ANT GAMES’ foi uma oportunidade de partilhar momentos, criar laços e crescer em conjunto. Experiências assim formam jovens mais confiantes, solidários e conscientes do valor do espírito de equipa”, Maria João, Patinagem do FC Ferreiras.

“A Prime Skills esteve nos ‘ANT GAMES’ para trabalhar as soft skills das crianças e jovens de Albufeira: comunicação, empatia, trabalho em equipa e resolução de problemas. Investir nestas competências é investir num futuro mais colaborativo e equilibrado”, diz Andreia Lima, Prime Skills.

“Nos ‘ANT GAMES’, levámos o voleibol aos mais novos com brincadeira, movimento e espírito de equipa. Para o ACA, é uma alegria ajudar as crianças a descobrir o gosto pelo desporto e aproximar o clube da comunidade”, afirma Alexandra Orlando, Atlético Clube de Albufeira.

“A presença do IPDJ, através dos programas Cuida-te e APPtiva, aproximou jovens, famílias e comunidade de respostas que promovem o bem-estar físico e psicológico. Reforça o nosso papel na promoção de uma juventude mais informada, ativa e saudável”, salienta Susana Fialho, IPDJ Faro.

Sobre os ‘ANT GAMES’

Os ‘ANT GAMES’ são um evento educativo, comunitário e inclusivo, organizado em 2026 pelo Agrupamento de Escolas de Albufeira Poente, a Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água, a Junta de Freguesia da Guia e a Associação Albufeira Activa.
Contam com o apoio institucional do Comité Olímpico de Portugal, através do Programa de Educação Olímpica, e do IPDJ, e com a Decathlon como parceira desportiva oficial.

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Média nacional das barragens acima dos 70% mas há reservas preocupantes no Alentejo

O ano começou com chuva recorde e barragens cheias. A barragem de Alqueva está a 80% da capacidade e a média nacional supera os 70%, no entanto, há zonas do distrito de Évora onde as reservas de água continuam a ser motivo de preocupação, como demonstra a reportagem da SIC.

Janeiro e fevereiro foram os meses mais chuvosos dos últimos 50 anos, num início de ano que parecia promissor para os recursos hídricos.

Alqueva, o maior reservatório de água do país, atingiu a cota máxima no início de fevereiro, o que obrigou à libertação de água. Atualmente, encontra-se a 80% da capacidade de armazenamento.

Imagem extraída da reportagem da SIC

Em média, as barragens, os reservatórios e as bacias hidrográficas estão acima dos 70% da capacidade. Ainda assim, há exceções. A barragem da Vigia, no distrito de Évora, está apenas a 25% da capacidade.

A água armazenada é importante para uma área de 1500 hectares, explorada por cerca de uma centena de agricultores, sobretudo dedicados ao olival e à vinha. Se a chuva não regressar, poderá ser necessário recorrer ao rateio da água, apesar de este ter sido um ano favorável em termos de precipitação.

A situação é ainda mais difícil para os produtores e agricultores da zona de Assumar, no distrito de Portalegre. Sem reservas de água nas proximidades, estão dependentes das condições meteorológicas, numa altura em que a água da chuva que caiu no início do ano já se esgotou.

A estes constrangimentos juntam-se os custos dos combustíveis, da energia, dos fertilizantes e das sementes, que têm reduzido as margens de lucro dos produtores. Para já, não se preveem problemas de água no próximo ano agrícola, mas a ocorrência de chuva será essencial para garantir que esse cenário se concretiza.

Ao mesmo tempo, a instabilidade internacional tem provocado um aumento significativo dos custos de produção, de forma transversal. Perante este cenário, a expectativa é de que o próximo ano traga aumentos generalizados dos preços dos produtos alimentares.

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Osteoporose:  uma doença silenciosa

Partir um osso pode mudar uma vida inteira, e esta frase resume bem a realidade da osteoporose. Uma fratura de fragilidade é, muitas vezes, o primeiro sinal de uma doença que, até então, não dava qualquer sintoma. Dor, perda de autonomia, incapacidade e, em alguns casos, aumento significativo do risco de morte são consequências possíveis de uma fratura da anca, da coluna ou de outro local, com um impacto que não é apenas físico, mas também psicológico, familiar e social. Por isso, uma fratura por fragilidade deve ser encarada como uma oportunidade: a de diagnosticar e tratar a osteoporose e de prevenir novas fraturas.

Essa oportunidade, porém, continua a ser desaproveitada, e daí resulta um paradoxo: existem tratamentos eficazes, mas muitos doentes permanecem sem tratamento e, entre os que o iniciam, a adesão é insuficiente. Por isso, é fundamental explicar ao doente que o objetivo de tratar não é apenas aumentar a densidade óssea, mas sobretudo reduzir o risco de uma nova fratura.

A escolha do tratamento deve ser individualizada, tendo em conta as características, preferências e expectativas de cada pessoa, porque um tratamento que o doente compreende e aceita tem maior probabilidade de ser cumprido. É igualmente necessário melhorar o acompanhamento após o início da terapêutica, para identificar precocemente dificuldades de adesão ou efeitos adversos.

Aqui, a existência de circuitos estruturados de acompanhamento de doentes com fratura de fragilidade pode ter um papel muito importante, assim como a articulação entre o médico de família, reumatologista e outras especialidades.

Na realidade, o acompanhamento deve ser partilhado, com uma comunicação clara entre os diferentes profissionais envolvidos. O médico de família tem um papel fundamental na identificação de fatores de risco, prevenção, acompanhamento global e manutenção da terapêutica, enquanto ao reumatologista cabe identificar os doentes com maior risco de fratura, fazer a avaliação clínica e densitométrica, investigar causas secundárias de perda de massa óssea e definir, em conjunto com o doente, a estratégia mais adequada ao risco individual, que inclui medidas não farmacológicas e tratamento farmacológico. 

Consoante cada doente, outras especialidades, como a ortopedia, a endocrinologia, a ginecologia ou a medicina interna, também podem ser importantes. O essencial é que o doente não se perca entre consultas e que exista um percurso assistencial integrado.

Tudo isto só tem pleno sentido se olharmos também para o que acontece antes da fratura. Tratar bem é essencial, mas prevenir é melhor, e a prevenção começa muito cedo. É possível reduzir significativamente o risco de osteoporose e de fraturas com hábitos saudáveis ao longo de toda a vida: uma alimentação equilibrada, com ingestão adequada de cálcio e vitamina D, exercício físico regular, em particular exercício com carga e treino de força, e a ausência de tabaco e de consumo excessivo de álcool são medidas fundamentais.

Manter um peso adequado e prevenir quedas, sobretudo nas pessoas mais velhas, é igualmente importante. No entanto, alguns fatores de risco não são modificáveis, pelo que a avaliação individual do risco de fratura continua a ser essencial.

Se há uma mensagem que gostaria que os portugueses retivessem, é que a osteoporose não é uma consequência inevitável do envelhecimento, e existem formas eficazes de reduzir o risco de fratura. Trata-se de uma doença muitas vezes silenciosa, pelo que a primeira manifestação pode ser precisamente uma fratura depois de um traumatismo mínimo.

Quem sofre uma fratura de fragilidade deve ser avaliado para osteoporose, mesmo que se sinta bem e nunca tenha feito uma densitometria. E, sobretudo, é importante saber que diagnosticar e tratar atempadamente pode evitar a próxima fratura e preservar a autonomia e a qualidade de vida.

* Reumatologista CUF Barreiro e ULS Arrábida

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Câmara de Loulé entrega mais 36 habitações no regime de arrendamento acessível

A Câmara Municipal de Loulé continua a dar corpo à sua Estratégia Local de Habitação 2019-2032, tendo esta terça-feira, 27 de outubro, promovido a entrega de mais 36 fogos de habitação pública na cidade de Loulé, no regime de arrendamento acessível.

Desta vez os novos inquilinos da Urbanização Clona, perto da Mina do Sal, são sobretudo jovens, elementos de forças de segurança e professores que trabalham no concelho, mas também  famílias com rendimentos intermédios que deixaram de conseguir pagar os valores do atual mercado de arrendamento.

As habitações, nas tipologias T1, T2, T3 e T4, foram financiadas na sua totalidade pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

Com estas 36 habitações, já foi entregue um total de 171 casas desde o início deste mandato autárquico.

Entre construções, projetos e planeamento, a Autarquia  está neste momento a trabalhar em perto de mil respostas habitacionais, “para mitigar e resolver o problema da habitação”.

“Fico muito feliz por todos os que ficaram com casa pois esta é a base da vida de qualquer família. Trabalhamos em várias áreas, com várias ferramentas, para conseguirmos chegar o mais depressa depressa possível a todos os que necessitam”, sublinhou o presidente da Autarquia, Telmo Pinto.

Estas casas foram entregues no âmbito do segundo sorteio realizado para atribuição de habitação pública. O autarca assegurou que “outros se seguirão mas que o prazo entre os sorteios e a entrega das chaves será, no futuro, cada vez menor.“

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F1: Cadillac renova com Pérez, Antonelli na mira do título e Bortoleto já prepara Brasil

A quarta-feira, dia 28, na Fórmula 1 teve como principal novidade a renovação de Sergio Pérez com a Cadillac até 2029 e mudanças importantes na Audi, enquanto Kimi Antonelli se prepara para a possibilidade de conquistar o título mundial no GP Cidade do México.
O dia também trouxe novidades envolvendo jovens pilotos e declarações de Lewis Hamilton sobre o futuro da Ferrari.

A Cadillac confirmou a permanência de Sergio Pérez num contrato multianual que se estende até à temporada 2029. O anúncio aconteceu justamente na semana em que o mexicano se prepara para disputar o seu 300º GP na Fórmula 1, perante o seu público no Autódromo Hermanos Rodríguez.

A renovação do contrato de Pérez garante continuidade ao projeto da fabricante americana, que aposta na experiência do piloto para avançar após o seu primeiro ano na categoria.

Na Mercedes, as atenções estão voltadas para uma possível conquista dupla no México. Antonelli precisa de apenas dois pontos para assegurar matematicamente seu primeiro Mundial de Pilotos, depois de vencer nove corridas em 2026. O italiano já revelou que pretende continuar a utilizar o número 12 em 2027, mesmo que tenha direito ao número 1 (reservado ao campeão).

A Mercedes também tem hipótese de conquistar antecipadamente o Mundial de Construtores, mas a situação é mais complicada. Com 607 pontos, contra 474 da Ferrari, precisa ampliar a sua vantagem de 133 para pelo menos 172 pontos.
Uma dobradinha, por exemplo, só garantiria a conquista caso a rival italiana somasse no máximo quatro pontos.

Enquanto isso, Lewis Hamilton afirmou que a Ferrari atravessa um momento crucial nas decisões sobre o carro de 2027. O britânico está diretamente envolvido nas discussões sobre chassis, aerodinâmica e unidade de potência, procurando corrigir deficiências que impediram a equipa de acompanhar a Mercedes e a Red Bull com maior regularidade.
Para Hamilton, pequenos ajustes de equilíbrio e desempenho podem fazer diferença significativa na próxima temporada.

Outra movimentação importante acontece na Audi, que já anunciou Thomas Fuhr como novo CEO do seu projeto na Fórmula 1. O alemão assume funções no dia 1 de novembro, levando três décadas de experiência internacional em engenharia e liderança para uma equipa que ocupa a oitava posição no Mundial de Construtores na sua temporada de estreia.

Com a nomeação de Fuhr, Stefan Dreyer, diretor de tecnologia da Audi Formula Racing, vai concentrar-se exclusivamente na liderança do desenvolvimento técnico do motor da Audi na Fórmula 1.

Gabriel Bortoleto, embora conformado e confiante em todo o processo de evolução, não deixa de por vezes se interrogar, sobre determinados pontos em que uma ligeira melhoria geraria progressão. No horizonte, Bortoleto já mira Interlagos e o seu GP em casa.

Cadillac, Sergio Pérez, será piloto do team americano até 2029

O GP Cidade do México também terá uma presença expressiva de jovens pilotos no TL1. A Alpine confirmou Gabriele Mini no carro de Franco Colapinto, enquanto a Racing Bulls anunciou Nikola Tsolov. Outros nomes previstos para a sessão são Ayumu Iwasa na Red Bull, Leonardo Fornaroli na McLaren, Luke Browning na Williams, Frederik Vesti na Mercedes e Colton Herta na Cadillac.

E as novidades da Fórmula 1 nesta quarta-feira (29) são estas. Com decisões importantes para o futuro de Cadillac, Audi e Ferrari, enquanto o GP Cidade do México se aproxima com a possibilidade de Antonelli conquistar o seu primeiro título mundial.

As atividades de pista começam amanhã, sexta-feira (30), comos treinos livres de preparação para a corrida de domingo do GP Cidade do México.

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Olhão: Executivo aprova empréstimo de 49 milhões com foco na habitação

O executivo da Câmara Municipal de Olhão aprovou hoje um pedido de empréstimo que prevê um investimento de 40 milhões na habitação.

Num período fortemente marcado pela crise habitacional em Portugal, a autarquia olhanense congratula-se por dar mais um passo importante para responder às necessidades dos seus habitantes.

“O executivo aprovou hoje este empréstimo e o próximo passo será apresenta-lo em Assembleia Municipal para aprovação dos nossos deputados. A habitação continua a ser uma das nossas grandes prioridades e vamos continuar a trabalhar nesse sentido”, afirma Ricardo Veia Calé.

“Aprovámos este empréstimo a pensar nos nossos habitantes. Sobretudo nos mais jovens, para que tenham mais hipóteses de se fixar e construir família no concelho”, continua o presidente da Câmara de Olhão. “Mais casas significam também mais futuro”, remata o autarca.

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GAMP promove tertúlia ”Fortalezas Marítimas do Algarve no Século XVII”

O GAMP- Grupo de Amigos do Museu de Portimão realiza a última tertúlia de 2026, que terá lugar sábado, 7 de novembro, pelas 17h00, na Sala de Reuniões do Museu de Portimão.

Sob o tema “Fortalezas Marítimas do Algarve no Século XVII”, esta tertúlia será dinamizada pelo professor e investigador Valdemar Coutinho, autor de diversos estudos sobre o património  histórico e cultural algarvio.

Em análise, estarão as razões do elevado número de fortalezas marítimas construídas, nesse período, na orla marítima do Algarve, as quais constituem igualmente um património construído de relevante importância na história de uma  região, localizada na rota entre o Mediterrâneo e Atlântico.

Devido a esse contexto, ao longo dos tempos, o Algarve  esteve muito mais exposta a incursões frequentes de piratas e corsários europeus, berberes e turcos do que a faixa costeira ocidental, até porque a costa algarvia dispunha de muitos ancoradouros de fácil desembarque de piratas e corsários, pondo em risco tanto a vida das populações, como os seus bens.

O meio encontrado para atingir esse objetivo foi a existência de fortalezas marítimas dotadas de meios para repelir, com eficiência, os referidos ataques.

No século XVII, os perigos eram tão graves e frequentes que, em 1618, Filipe II de Portugal (III de Espanha), contratou o arquiteto italiano Alexandre Massaii, para estudar a situação das fortalezas marítimas, para garantir a desejada segurança.

O dito estudo foi entregue, em 1622, subordinado ao tema “DESCRIPÇÃO DO REINO DO ALGARVE”, com sugestões de construção de novas fortalezas ou de melhoramento nas existentes, o que veio a concretizar-se, nalguns casos.

Este é uma iniciativa integrada no Projeto “Museus para Todos”, desenvolvido pelo GAMP, desde 2024, com o apoio da Unidade de Cultura da CCDR-Algarve, do Museu e do Município de Portimão.

Visa fomentar uma maior interação e inclusão, no sentido de ampliar o contacto com a história, o património cultural e identitário  da diversidade dos   museus e monumentos algarvios.

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