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Golden Globes: ‘Artificial’ Submitted As Comedy (Exclusive)

Luca Guadagnino's Simon Rich-penned film, which deals with dark subject matter but also evokes laughs, was one of the last big question marks ahead of Friday's Golden Globes submission deadline.
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Oposição em Israel depende dos árabes para tirar Netanyahu do poder

Logo Agência Brasil

A apuração das urnas em Israel terminou sem um vitorioso definitivo uma vez que a oposição a Benjamin Netanyahu depende de uma aliança com partidos árabes para conseguir maioria e tirar o atual primeiro-ministro, que está há 19 anos no poder.

A Comissão Eleitoral Central de Israel publicou, nesta sexta-feira (30), os resultados definitivos da formação do Knesset, o Parlamento israelense, com 120 cadeiras. Para formar governo, é necessário ter, no mínimo, 61 parlamentares.

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O partido de Netanyahu, o Likud, foi o que mais recebeu votos com 20% do total, ficando com 27 cadeiras. A coalizão liderada pelo primeiro-ministro conquistou, ao todo, 53 cadeiras, oito a menos que o necessário para formar governo.

Do outro lado, os partidos que fazem oposição somaram 67 cadeiras, porém, 19 desses acentos ficaram com partidos árabes, o Raam e a Lista Conjunta, formados por palestinos-israelenses, grupo que soma cerca de 21% da população de Israel.

Já os partidos de judeus israelenses que são oposição à Netanyahu ficaram com 48 deputados. O problema é que os partidos de oposição mais votados, o Yashar, do Gadi Eisenkot, com 21 cadeiras, e o B’Yachad, com 12 deputados, vinham se manifestando contra a formação de governo com participação dos palestinos que vivem em Israel.

Coalizão

O impasse favorece Netanyahu, que fica no poder enquanto não houver um acordo para formação de maioria, segundo explicou o pesquisador do Grupo de Estudos sobre Conflitos (GECI) da PUC de São Paulo, Shajar Goldwaser.

“Alguma promessa vai ter que ser descumprida para sair desse imbróglio porque a oposição prometeu duas coisas: que não iria fazer governo com Netanyahu e que não iria fazer governo com os partidos árabes”, comentou à Agência Brasil.

Para o mestrando do Instituto San Tiago Dantas de Relações Internacionais, ligado a Unesp, Unicamp e PUC-SP, existe uma concepção “racista” nos partidos de judeus israelenses que tem impedido a formação de coalizões com os árabes.

“Eles não querem, por exemplo, ter um ministro da educação palestino. Formar um governo com esses partidos seria uma vitória para os palestinos, que teriam a sensação de que o voto importa. Esse é o medo dos israelenses: que os palestinos achem que eles têm poder e podem influenciar a política israelense”, avalia Shajar.

Impasse

A emissora N12 News de Israel tem divulgado que um dos partidos da oposição, o Yisrael Beytenu, liderado pelo Avigdor Liberman, já estaria propondo um governo de “unidade nacional” com Netanyahu para impedir a formação de uma coalizão com os partidos de palestinos-israelenses.

O partido de Liberman conquistou sete cadeiras no Knesset. Caso ele se una a Netanyahu, faltaria apenas uma cadeira para o atual primeiro-ministro permanecer no poder.

Netanyahu tem alegado, sem provas, que a Turquia e o Catar teriam influenciado na votação dos palestinos-israelenses, que tiveram uma presença de mais de 80% nas urnas, a maior já registrada.

Por isso, o primeiro ministro acusa o pleito de “fraude” e tem defendido que é “proibido formar governo com eles”, se referindo aos partidos palestinos.  

O líder do partido da oposição mais votado, Gadi Eisenkot, acusou o Likud e Netanyahu de colocar em marcha uma campanha organizada para deslegitimar os resultados eleitorais.

“Eles fazem isso porque perderam. Carecem de maioria”, disse Eisenkot, reiterando a promessa de criar uma comissão para investigar o ataque do Hamas em 7 de outubro uma vez que a oposição acusa Netanyahu de ter tido conhecimento prévio do plano do Hamas e não ter adotado medidas para impedir o ataque.

O especialista em política israelense Shajar Goldwaser destacou que a imprensa israelense vem divulgando ainda a possibilidade de Netanyahu recomeçar a guerra contra o Irã para permanecer no poder.

“Uma guerra contra o Irã agora é muito propícia a formar um governo de união nacional. Netanyahu já fez isso no passado fez. Ele é famoso por fazer guerras para interesses eleitorais”, finalizou.

Eleições em Israel

Com 7,3 milhões de eleitores, Israel foi às urnas nesta semana pela primeira vez desde o 7 de outubro de 2023, quando o Hamas atacou vilas ao sul do país causando a morte de 1,2 mil pessoas e fazendo outras cerca de 200 de reféns.

Em resposta a esse ataque, Israel lançou uma operação militar de grandes proporções em Gaza que levou à destruição de quase toda a infraestrutura civil do território, levando à morte de mais de 75 mil pessoas.

A operação em Gaza vem sendo apontada por países e especialistas como um genocídio. Ministros do governo Netanyahu têm defendido a emigração dos palestinos da região e a colonização israelense do território.

Nos últimos três anos, o país ainda se envolveu em guerras no Líbano, ataques na Síria e uma agressão contra o Irã em parceria com os Estados Unidos (EUA).

Na Cisjordânia, a política de assentamentos ilegais ganhou novo impulso nos últimos anos.

 

 

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“É bem possível que em 2027 já haja condições para fazer pagamentos” aos credores do BES

Luís Máximo dos Santos, vice-governador do Banco de Portugal que cessa esta sexta-feira funções, acredita que é possível que em 2027 já haja condições para começar fazer pagamentos aos credores comuns do BES, ao abrigo do princípio “no creditor worse off”. Anuncia ainda que há mudanças significativas em curso na lei bancária e diz que o Fundo de Resolução terá condições para pagar entre 1,7 mil milhões e 1,9 mil milhões de euros ao Estado e aos bancos no fim deste ano ou início do próximo.

Terminou o mandato a 20 de junho e sai nesta sexta-feira. Passou mais de dez anos na administração do Banco de Portugal (BdP). Que balanço faz do que fez e ficou por fazer?

O balanço essencial é o de ter contribuído para um processo de grande melhoria do Banco. Melhorou o desempenho das missões centrais do Banco de Portugal, mas também a organização, os recursos tecnológicos e as políticas para reter talento. O Banco é hoje uma instituição mais próxima da comunidade a vários níveis, mais ligada à academia e à sociedade, e com um projeto para permitir que mais colaboradores aproveitem as condições das delegações regionais e das agências.

O Banco é liderado por um governador – lidei com três – e tem um conselho de administração que funciona de forma colegial. Somos todos, em alguma medida, responsáveis pelo que de bom ou de menos bom acontece na instituição e a evolução nestes dez anos é bastante positiva. A situação do setor bancário em 2016 era muitíssimo mais negativa. O mérito primordial é das instituições supervisionadas, que limparam balanços, racionalizaram recursos e ajustaram o modelo de negócio. Mas o novo quadro regulatório pós-crise e uma atuação supervisora muito mais efetiva também contribuíram. Os resultados recentes da avaliação do FMI (FSAP) são gratificantes, tanto para o sistema bancário como para a ação do Banco enquanto supervisor, na prevenção do branqueamento de capitais e na gestão de crises, onde se inclui a resolução.

O dossier Novobanco foi a tarefa mais difícil? Não será também uma medalha ver o banco que saiu das cinzas do BES a ser comprado pelo francês BPCE?

Medalha não tenho, porque não fui condecorado [risos]. O mais difícil foi fazer aplicar, com rigor, o acordo de capital contingente, defendendo o interesse público ao longo de todo o processo, em especial na aplicação rigorosa do contrato, e procurando minimizar os pagamentos que tínhamos de fazer ao abrigo do CCA [Mecanismo de Capital Contingente]. Não me lembro de nenhum acordo deste tipo aplicado em Portugal, e isto nem sequer é típico das funções de um banco central. Obrigou a uma minúcia e a um rigor enorme e convocou competências particulares, que foi possível reunir com uma equipa dedicada constituída no departamento de resolução.

O Acordo de Capitalização Contingente teve um impacto público significativo, porque falamos de verbas muito avultadas, assentes nas contribuições das instituições financeiras para o fundo e em empréstimos do Estado e das próprias instituições. Houve muita incompreensão, o que é natural. O escrutínio foi muito exigente, mas acabou por ajudar-nos a cumprir a missão, porque tivemos de verificar ao pormenor o racional das nossas decisões e de como as fundamentávamos. O Estado será reembolsado, e as instituições também.

Os meus mandatos ficam marcados pelas questões da resolução, o que é normal por serem os temas mais mediáticos, mas houve muitas outras coisas. Por exemplo, quando tive o Departamento de Supervisão Comportamental, integrou-se no perímetro da supervisão os intermediários de crédito, vários milhares, o que foi um grande desafio. Significou trazer todo um setor para o perímetro da supervisão.

Compensou ter havido o mecanismo de capital contingente?

Em 2017 não havia modo de encontrar alguém disposto a comprar o Novobanco sem um mecanismo como este. Não foi um apoio direto às perdas de um conjunto de ativos (que aliás se verificou serem bem maiores do que aquilo que foi despendido), era um mecanismo original, no sentido em que estava limitado ao menor de dois valores, entre as perdas desses ativos e o necessário para manter determinados rácios de capital no Novobanco. Sem ele, a venda não existia. O balanço final acaba por ser positivo para o país.

A venda do Novobanco foi um bom negócio para o Fundo de Resolução e para o Estado?

Aderimos [o FdR] a uma venda que a Lone Star promoveu e há pouco balizei o meu contributo no Novobanco como a defesa do interesse público na aplicação do mecanismo de capital contingente [antes da venda ao BPCE] e em todas as fases do processo, incluindo a venda final. Mas é objetivo que o valor obtido ultrapassou as melhores expectativas, o que é muito positivo. E o comprador ser uma grande instituição bancária de um mercado, o francês, que não tinha uma presença extraordinária em Portugal, abre novas possibilidades de interconexão para a economia portuguesa. O desfecho final foi positivo.

Em 10 anos também teve de lidar com um contencioso gigantesco…

Em 2016, os processos contra o Banco de Portugal eram da ordem do milhar. Claro que os processos, por causa do contencioso das medidas de resolução, tiveram um peso importante aqui. Não é normal um banco central ter um contencioso tão extenso, e alguns com ramificações no Tribunal Europeu e noutras ordens jurídicas, como Espanha e Reino Unido. As decisões que fomos tomando foram sendo avaliadas por tribunais, que no fundo é o escrutínio mais imparcial possível…

O Banco de Portugal ganhou os processos?

Todos não, mas quase todos, e sem dúvida os mais importantes: aqueles em que se procurava responsabilizar o Banco por falhas de supervisão e os do contencioso da resolução. Como por exemplo a retransmissão das obrigações do Novobanco para o BES.

Noutro plano, nos processos contraordenacionais, em que tivemos de aplicar sanções com todas as garantias, nos universos BES e Banif, as decisões judiciais confirmaram no essencial as posições do Banco. Se não fosse assim teria sido mais difícil.

A resolução devia ter saído da órbita do Banco de Portugal?

Não acho que esse fosse uma boa solução. A decisão de fazer do Banco de Portugal a autoridade nacional de resolução foi acertada e recentemente até foi estendida às contrapartes centrais. Seria muitíssimo pior lidar com uma instituição nova, sem recursos, quando o Banco tem os recursos humanos e o conhecimento para o fazer.

Quando é que o Fundo de Resolução vai pagar entre 1,7 mil milhões e 1,9 mil milhões de euros ao Estado e aos bancos?

Tencionamos pagar no final de 2026 ou início de 2027.

Essa receita decorre da venda do Novobanco?

Também, mas não apenas. Temos ainda os dividendos da Oitante, rendimentos das aplicações dos recursos do fundo e, naturalmente, as contribuições do setor bancário, que se mantém.

Vamos cumprir os contratos e, ao reembolsar capital, deixamos de pagar os juros que teríamos se mantivéssemos a dívida, o que significa um ganho substancial, na ordem das dezenas de milhões de euros.

Os empréstimos não foram contratualizados todos na mesma data nem têm todos as mesmas regras, e alguns passam a pagar juros em 2027. O aspeto central é que temos recursos reunidos para pagar entre 1,7 mil e 1,9 mil milhões, o que melhora a situação líquida do fundo e evita que sejamos onerados com juros. Não é ainda a dívida toda, há muito trabalho a fazer. O Estado será reembolsado e as instituições também.

Qual é o impacto nas contas do fundo da liquidação desses 1,9 mil milhões de euros?

Posso-lhe dizer que a liquidação de 1,9 mil milhões de euros permite uma poupança bruta anual de juros de 67,8 milhões de euros. Em contrapartida, há uma perda de rendibilidade de 42,6 milhões associada à amortização, porque o montante aplicado passa a ser inferior ao atual. A poupança líquida estimada para o Fundo de Resolução é, assim, de 25,2 milhões.

Há bocado perguntou-me o que ficou por fazer, aqui está uma coisa que ficou por fazer, neste domínio da resolução: reembolsar os empréstimos, embora, como já disse, isto não ficou feito, mas ficou bem preparado. Portanto, estamos em condições de o fazer, mas o reembolso não foi ainda efetivado. Até agora só pagámos juros e ainda não começámos a reembolsar capital, o que acontecerá no fim de 2026 e início de 2027.

A segunda coisa que ficou por fazer foi o reembolso aos credores do BES ao abrigo do princípio “no creditor worse off”. As compensações também ficam por resolver. Já constituímos uma provisão…

Os 630 milhões valor da provisão para cumprir o princípio “no creditor worse off” no BES é uma estimativa realista e quando será pago aos credores?

Constituímos essa provisão sabendo que mais cedo ou mais tarde teria de haver este pagamento, porque é um pilar essencial da legalidade da resolução. Quando um credor recebe menos na resolução do que teria recebido numa liquidação, tem de ser compensado. Uma avaliação independente estimou que os credores comuns receberiam 31,7% do seu crédito se o BES tivesse ido para liquidação em agosto de 2014.

Teoricamente teria de se esperar pelo fim da liquidação do BES, mas houve um movimento por parte dos credores no sentido de que, sendo já reconhecido como privilegiado (o crédito do Fundo de Resolução), podem estar reunidos os pressupostos para que a compensação se exerça. Na provisão usámos um critério de prudência, que não quer dizer que seja o valor final, pode ser menos. Mas as contas têm de ter total transparência, e para isso era fundamental que, ao registar a receita decorrente da venda do Novobanco, também se constituísse essa provisão.

O pagamento está sujeito a requisitos que têm de ser verificados em concreto para cada crédito. A única garantia é que receberão, sem dúvida, aqueles que em que se verificarem todos os requisitos previstos na lei.

O que sucederá no momento em que a autoridade de resolução entender que estão verificados todos os pressupostos. Isto é, que sejam reconhecidos como credores comuns e que esteja fixado o montante. Terá de haver um procedimento regulamentar. Fizemos uma consulta pública e acabámos de receber as respostas.

Portanto não darei uma data específica, mas é bem possível que em 2027 já haja condições para fazer pagamentos a alguns. Isto é uma decisão tomada credor a credor, e cada um vai cumprindo os requisitos recebe.

Impulsionou um Código da Atividade Bancária que não saiu da gaveta. Qual era a sua importância?

O atual RGICSF é de 1992 e tem centenas de alterações: é uma manta de retalhos, quase indecifrável em alguns aspetos. O CAB era uma verdadeira reforma da legislação do setor financeiro. O trabalho começou em 2019, com a ideia de revogar o RGICSF e substituir por esse código. Politicamente não foi possível, houve dissoluções do parlamento, mudanças de Governo e o Código tinha de passar pela Assembleia da República.

Mas nem tudo se perdeu. No contexto da transposição da CRD VI há elementos importantes que estavam previstos no CAB e que poderão manter-se no novo RGICSF, como a organização do diploma, o sentido codificador, a sequência das normas e o regime da tramitação eletrónica dos processos contraordenacionais. Há aspetos, quer de forma, quer de substância, que irão agora integrar o novo RGICSF. Portanto, não será um novo código, mas será um novo RGICSF.

A união bancária é essencial para remover obstáculos às fusões transfronteiriças. A concentração bancária deve ser promovida?

As fusões transfronteiriças têm toda a gente a favor, exceto quando lhes toca a eles… Portugal é até um bom exemplo. A venda do Novobanco ao BPCE foi uma operação transfronteiriça e correu bem. Acho que a concentração bancária não se pode fazer por decreto. Percebo que os bancos europeus tenham de ser grandes à escala da União e à escala mundial, e a dimensão conta para ser mais competitivo, mas tem de nascer do mercado, das sinergias que as instituições encontrem entre si. Não deve ser uma política de cima para baixo, até porque temos de salvaguardar a concorrência, hoje a uma escala mais ampla do que a dos mercados nacionais. Para isso existem a Comissão Europeia e as autoridades nacionais de concorrência.

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Netanyahu contra las urnas

Benjamín Netanyahu se ha lanzado a deslegitimar el proceso electoral israelí, es decir, la democracia que él mismo lidera, con una acusación de injerencia que no solo refleja su ya conocida tendencia a cuestionar las instituciones cuando estas no le benefician, sino su desprecio hacia el 20% de la población israelí que es de origen árabe y que en esta ocasión ha votado en masa. Lo hace después de perder la mayoría parlamentaria en las elecciones celebradas el martes y ante un escenario en el que los partidos árabes israelíes, con un resultado histórico, se han convertido en el potencial árbitro político del país.

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© Erik Marmor (Getty Images)

Un soldado israelí recibe el sobre para emitir su votación en un colegio electoral, en Kiryat Arba, Cisjordania, este martes.
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Israel: oposición busca alianzas tras elecciones en que ningún partido logró mayoría 

El bloque Benjamín Netanyahu alcanzó 53 escaños frente a los 48 de la oposición y los 19 de las fuerzas árabes. Sin que ningún sector logre la mayoría absoluta de 61 escaños en la Knéset, se abren complejas negociaciones para destrabar la gobernabilidad en Israel.
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Líder árabe diz estar pronto para apoiar bloco de oposição em Israel

Um importante líder político árabe afirmou estar disposto a ajudar o bloco de oposição liderado por Gadi Eisenkot a formar um governo minoritário para destituir o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

“Se eles quiserem nossa ajuda, estaremos lá para ajudar”, disse Ahmad Tibi, chefe da bancada parlamentar da Lista Conjunta, em entrevista à CNN. “Queremos apoiar o candidato da oposição. Isso é importante. Precisa ser feito.”

Tibi afirmou que sua coalizão não pretende integrar um governo liderado por Eisenkot nem reivindicar cargos ministeriais. Segundo ele, a única exigência é que o próximo governo se comprometa a combater a criminalidade que afeta a comunidade árabe e a interromper a demolição de casas de beduínos, práticas que se intensificaram durante o governo Netanyahu.

A Lista Conjunta, de Tibi, e o Raam, outro partido com maioria árabe, devem conquistar, segundo as projeções, um número recorde de 19 cadeiras no Parlamento israelense, que tem 120 assentos. Isso ocorre após os cidadãos palestinos de Israel comparecerem às urnas em número recorde na quarta-feira, com participação próxima de 80%.

Os principais partidos da oposição descartaram formar um governo com os partidos árabes. No entanto, o apoio político desses partidos, mesmo sem participação direta no governo, poderia fornecer a Eisenkot o respaldo necessário para formar um governo minoritário.

Tibi afirmou que, para isso, Eisenkot e sua coalizão precisarão “ser corajosos” diante das críticas de Netanyahu a qualquer tentativa de formar um governo com a ajuda dos partidos árabes de Israel.

Tibi disse ter recebido centenas de ligações e mensagens desde a divulgação das primeiras pesquisas de boca de urna, inclusive de uma “figura importante” do bloco de oposição, embora não do próprio Eisenkot.

Segundo ele, transmitiu a mensagem de que a Lista Conjunta está “pronta” e “disposta” a ajudar a abrir caminho para um governo diferente. Ressaltou, porém, que isso só será possível se os integrantes da oposição tiverem coragem suficiente para levar a iniciativa adiante.

Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel

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Joan Matji, directora de Nutrición de Unicef: “El sobrepeso y la obesidad infantil han superado por primera vez al bajo peso en los países de ingresos bajos y medios”

Joan Matji (Lesoto), directora global de Nutrición y Desarrollo Infantil de Unicef, considera que como sociedad hemos fallado a niños y adolescentes al permitir que estén rodeados de alimentos ultraprocesados y poco saludables donde viven, estudian y juegan. “Creo que estamos ante un problema muy serio”, mantiene en una entrevista con EL PAÍS en Madrid, donde participa en la Cumbre Mundial sobre Obesidad, que del 26 al 28 de octubre reúne a gobiernos, personas con obesidad, jóvenes y representantes de la sociedad civil para evaluar los progresos y acordar prioridades en la lucha contra esta enfermedad crónica de aquí a 2030. Para ella, el aumento de los niños con sobrepeso y obesidad va más allá de ser un asunto sanitario, sino que “es el resultado de un fracaso de los sistemas y los entornos alimentarios en los que crecen los niños”, que, además, tiene un alto coste económico para los Estados. “La prevención es mucho más barata que el tratamiento”, explica Matji, que apuesta por una combinación de medidas, que pasan por facilitar el acceso a dietas saludables, educación y una mayor regulación.

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© Víctor Sainz

Joan Matji, directora global de Nutrición y Desarrollo Infantil de Unicef, el lunes 26 de octubre en Madrid, ciudad que celebra la Cumbre Mundial sobre Obesidad.
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Israel. Partidos árabes atingem número recorde de assentos

Israel

Os partidos árabes em Israel atingiram um número recorde de deputados, com 70% dos votos apurados, podendo não ficar por aqui.

Os partidos árabes atingiram um total de 19 votos até ao momento, ficando com o poder de influenciar futuras maiorias no Knesset, revela o “Haaretz”.

Até agora, a coligação de partidos que apoiam Benjamin Netanyahu obtiveram 54 dos assentos no Parlamento, abaixo dos 61 exigidos para a maioria.

Já o bloco de partidos que apoiam Gadi Eisenkot obtiveram 47 assentos, até agora.

A coligação árabe Joint-List conta com 13 assentos neste momento, sendo o terceiro partido mais votado, apenas atrás do Likud (de Netanyahu) com 27 assentos e do Yashar (de Eisenkot) com 20 assentos. O seu melhor resultado foi em 2020 com 15 assentos.

O seu líder já apelou a uma coligação entre árabes e judeus para derrubar Netanyahu, considerando o atual executivo, um “governo de massacres”, segundo Youssef Jabareen.

O partido árabe UAL (Ra’am) conta atualmente com seis assentos.

No terreno, o líder do Partido Democrata Yair Golan apelou à formação de um governo em coligação com partidos árabes para derrotar Benjamin Netanyahu, mas esta posição tem sido rejeitada por vários dos partidos da coligação de Gadi Eisenkot.

“Não temos futuro aqui se não pararmos de ter medo e se não colocarmos fim ao racismo. Não podemos aceitar a distinção racista de Netanyahu entre votos árabes e judeus”, disse Yair Golan considerando que esta é uma “oportunidade para formar um governo em parceria com os cidadãos árabes de Israel”.

“Quem tentar apagar os votos dos cidadãos árabes está a render-se a Netanyahu e a desistir de Israel”, acrescentou.

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Elecciones en Israel: oposición supera a Netanyahu en sondeos a pie de urna

El bloque oficialista cae a 50 bancadas frente a 52-53 de la oposición, dejando a los partidos de la minoría árabe (17-18 escaños) como la clave decisiva tras una jornada cruzada por denuncias de incitación y racismo.
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Eleitores árabes em Israel esperam mudança de governo nas eleições

Eleitores árabes em Israel afirmaram que pretendem comparecer em peso às urnas nesta terça-feira (27), na tentativa de tirar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu do poder e eleger parlamentares que priorizem o combate à discriminação contra a população árabe.

“Desta vez, francamente, nós, árabes daqui, estamos sendo oprimidos por um governo corrupto”, afirmou Adel Amer, morador da cidade de Kafr Qassem, de maioria árabe, em entrevista à CNN. Ele disse que pretende votar especificamente contra o atual governo e os ministros de extrema direita.

“Estamos respondendo a Ben-Gvir, a Smotrich e a Netanyahu”, declarou Amer, em referência aos políticos Itamar Ben-Gvir, Bezalel Smotrich e Benjamin Netanyahu. “Vamos votar, vamos fazer a diferença e vamos mudar este governo.”

Outro morador da cidade, o médico Ayman Odeh, afirmou que a eleição deste ano parece diferente das anteriores. Segundo ele, suas esperanças estão depositadas nos parlamentares árabes que disputam vagas no Parlamento israelense, o Knesset.

“Espero sinceramente que, desta vez, eles se unam e trabalhem juntos no Knesset para ajudar os árabes”, disse Odeh. “Que ponham fim ao racismo e à discriminação, para que possamos começar a sentir que somos todos membros iguais desta sociedade — que este país é o nosso país.”

Duas das principais legendas de maioria árabe que disputam as eleições são o Raam, de Mansour Abbas, e a Lista Conjunta, de Yousef Jabareen. Embora outros partidos dificilmente formem um governo de coalizão com essas siglas, ambas podem ser importantes para a formação de um bloco contrário a Netanyahu, oferecendo apoio externo a uma eventual aliança.

Sujood Amer, outra moradora de Kafr Qassem, afirmou que é essencial que todos votem na tentativa de promover mudanças, “por menores que sejam”.

“Se Deus quiser, estas eleições serão decisivas e trarão mudanças”, disse ela à CNN. “Sabemos e temos certeza de que não será uma mudança radical, mas será melhor do que a situação em que vivemos atualmente.”

O que é o Knesset, o Parlamento de Israel?

 

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Vila Nova deve R$ 155 milhões e supera dívidas dos rivais Goiás e Atlético-GO

O Vila Nova encerrou 2025 com R$ 155,4 milhões em dívidas, segundo levantamento da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade no Futebol (Anresf). O valor supera os passivos registrados pelo Goiás, de R$ 114 milhões, e pelo Atlético-GO, de R$ 42 milhões, conforme os dados apresentados pela entidade.

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A diferença entre o débito colorado e o do Goiás é de R$ 41 milhões. Na comparação com o Atlético-GO, a distância chega a R$ 113 milhões.

Os números têm como referência os balanços financeiros de 31 de dezembro de 2025. A plataforma da Anresf reúne informações sobre o endividamento dos clubes brasileiros e permite acompanhar separadamente pendências relacionadas a salários, tributos e transferências de jogadores.

Empréstimos de conselheiros representam 58% do passivo

O balanço financeiro do Vila Nova detalha uma dívida de R$ 155,4 milhões ao fim de 2025. Desse total, R$ 90,6 milhões correspondem a empréstimos concedidos por integrantes do conselho do clube. O montante representa aproximadamente 58% do passivo.

Segundo o relatório, esses empréstimos não tiveram cobrança de juros durante o exercício de 2025, em razão da dispensa dos encargos financeiros. A medida representou uma economia de aproximadamente R$ 9,7 milhões em despesas financeiras para o clube.

As obrigações trabalhistas somavam R$ 29,1 milhões. Já as obrigações tributárias alcançavam R$ 9,5 milhões. O balanço também registrava R$ 8 milhões em compromissos relacionados a transferências de atletas e R$ 17,9 milhões em outras obrigações, incluindo provisões, empréstimos e antecipações.

Receita cai e clube registra déficit em 2025

As demonstrações financeiras apontam que o Vila Nova encerrou 2025 com déficit de R$ 2,8 milhões. A receita operacional líquida foi de R$ 38,4 milhões, abaixo dos R$ 40,4 milhões registrados em 2024.

O clube destinou R$ 14,9 milhões a investimentos durante o exercício, principalmente na aquisição de direitos econômicos de jogadores. No mesmo período, captou R$ 4,5 milhões em empréstimos.

O saldo de caixa registrado no encerramento de 2025 foi de R$ 16 mil, conforme o balanço financeiro. O documento também aponta patrimônio líquido negativo de R$ 62,3 milhões, indicador que representa a diferença entre os ativos e as obrigações contabilizadas pela instituição.

Anresf acompanha pagamentos em atraso

Além das dívidas totais, a Anresf acompanha informações sobre obrigações vencidas relacionadas a salários, tributos e transferências de jogadores. Os clubes prestam informações em três períodos ao longo do ano.

A janela mais recente mencionada no levantamento ocorreu em julho de 2026. A próxima atualização está prevista para 30 de novembro.

Confira o ranking das dívidas dos clubes:

  • 1. Atlético-MG: R$ 2,21 bilhões
  • 2. Corinthians: R$ 2,08 bilhões
  • 3. Botafogo: R$ 1,78 bilhão
  • 4. Cruzeiro: R$ 1,28 bilhão
  • 5. Palmeiras: R$ 1,13 bilhão
  • 6. Internacional: R$ 1,05 bilhão
  • 7. Fluminense: R$ 1,04 bilhão
  • 8. Santos: R$ 999 milhões
  • 9. Vasco: R$ 963 milhões
  • 10. Flamengo: R$ 950 milhões
  • 11. São Paulo: R$ 917 milhões
  • 12. Grêmio: R$ 811 milhões
  • 13. RB Bragantino: R$ 727 milhões
  • 14. Athletico-PR: R$ 374 milhões
  • 15. Bahia: R$ 357 milhões
  • 16. Sport: R$ 324 milhões
  • 17. Náutico: R$ 291 milhões
  • 18. Vitória: R$ 288 milhões
  • 19. Fortaleza: R$ 276 milhões
  • 20. Avaí: R$ 266 milhões
  • 21. Ponte Preta: R$ 235 milhões
  • 22. Ceará: R$ 217 milhões
  • 23. América-MG: R$ 182 milhões
  • 24. Chapecoense: R$ 171 milhões
  • 25. Novorizontino: R$ 167 milhões
  • 26. Vila Nova: R$ 155 milhões
  • 27. Coritiba: R$ 155 milhões
  • 28. Goiás: R$ 114 milhões
  • 29. Botafogo-SP: R$ 89 milhões
  • 30. São Bernardo: R$ 77 milhões
  • 31. Athletic: R$ 72 milhões
  • 32. Londrina: R$ 44 milhões
  • 33. Atlético-GO: R$ 42 milhões
  • 34. Cuiabá: R$ 40 milhões
  • 35. Remo: R$ 37 milhões
  • 36. Juventude: R$ 22 milhões
  • 37. Mirassol: R$ 7,4 milhões
  • 38. Operário-PR: R$ 4,2 milhões
  • 39. CRB: R$ 900 mil

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Scandal in Greek Basketball: Six people arrested, among them Federation president

Match-fixing scandal in Greek basketball: Six arrests and €820,000 in cash found in the safe of one referee. Implicated in the scandal that shakes the Greek Basketball is also the president of the Hellenic Basketball Federation (EOK), Vangelis Liolios, ANT1 TV who has been also arrested and other media reported on Tuesday afternoon. Law enforcement […]

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Formação desportiva em Albufeira com apoio reforçado pelo Município

Os Clubes e associações desportivas do concelho de Albufeira, assinaram na passada sexta-feira, 16 de outubro, os contratos-programa que formalizam o apoio municipal à sua atividade, cuja sessão decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, num ano em que o investimento na formação desportiva regista um aumento de cerca de 15%, sendo de realçar que este reforço procura apoiar o trabalho das coletividades junto das crianças e dos jovens.

A Câmara Municipal de Albufeira dá, assim, continuidade ao apoio ao associativismo desportivo local, reconhecendo o contributo dos clubes para a promoção da saúde, da educação e da coesão social. Os contratos-programa constituem um instrumento de apoio à atividade das coletividades e ao acompanhamento dos seus atletas ao longo da época.

Do futebol ao surf, da patinagem ao basquetebol e às artes marciais, as entidades envolvidas refletem a diversidade da oferta desportiva do concelho. Por detrás de cada modalidade está o trabalho de dirigentes, treinadores e colaboradores que asseguram os treinos, acompanham as competições e ajudam a aproximar os mais novos do desporto.

A formação assume particular importância neste trabalho. Além da aprendizagem de uma modalidade, a participação num clube proporciona às crianças e aos jovens experiências de cooperação, respeito e superação, com reflexos no seu crescimento e na relação com os outros.

“Nós vamos continuar a apostar na formação desportiva”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, durante a sessão. O autarca reafirmou o compromisso com os mais novos e reconheceu as necessidades das coletividades ao nível de equipamentos e dos espaços de treino, para as quais o Município procurará respostas dentro dos recursos disponíveis.

A autarquia adianta ainda que está também em preparação um regulamento de apoio ao associativismo desportivo, que o executivo pretende concluir e aplicar no início do próximo ano.

A definição de critérios mais claros permitirá aos clubes conhecer a metodologia de avaliação e de atribuição dos apoios, com o objetivo de reforçar a equidade e a transparência do processo.

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354 mil euros para apoiar clubes do concelho

VTM

Nas redes sociais, a autarquia explica que o montante representa um “aumento de 83 mil euros face ao período anterior”, traduzindo o “compromisso da autarquia com a promoção da prática desportiva, a formação dos jovens atletas e a valorização do movimento associativo”.

O Centro Desportivo e Cultural de Montalegre é o clube que mais recebe, 156 mil euros, seguindo-se o Grupo Desportivo de Vilar de Perdizes com 89 mil euros, o Grupo Desportivo e Cultural de Salto recebe 75 mil euros, a Academia de Futebol e Futsal “Abelhas Azuis” teve direito a 30 mil euros, a Associação Desportiva de São Romão – Parafita dois mil euros e Associação Desportiva WF Montalegre 50+ recebe também dois mil euros.

O investimento municipal regista um “crescimento e evidencia a aposta contínua no fortalecimento das estruturas associativas e na criação de melhores condições para a prática desportiva no concelho”, sublinha a autarquia liderada por Fátima Fernandes.

Através deste apoio, a autarquia procura “assegurar condições para o funcionamento das coletividades, incentivar a participação de crianças e jovens nas diferentes modalidades e contribuir para a continuidade do trabalho desenvolvido pelos clubes e associações”.

Para além da vertente competitiva, o município reconhece “o papel fundamental do desporto na promoção de hábitos de vida saudáveis, na inclusão social e na transmissão de valores como a disciplina, a responsabilidade, o espírito de equipa e o respeito”.

Fátima Fernandes, presidente da Câmara de Montalegre, destacou a importância do apoio às coletividades desportivas, sublinhando que o investimento municipal pretende “promover estilos de vida saudáveis e incutir nos mais jovens valores fundamentais como o espírito de equipa, a união, a disciplina, o respeito pelas regras e o fair play”.

A autarca salientou ainda o papel dos clubes na promoção do concelho, considerando-os “um excelente cartão de apresentação do município de Montalegre”, pelos resultados alcançados nas diferentes competições.

A presidente deixou ainda uma palavra de reconhecimento a todos os que contribuem para o funcionamento das coletividades, desde dirigentes e equipas técnicas aos voluntários, colaboradores e associados, lembrando que “para além da prática desportiva, há aqui uma formação para a vida que importa salientar”.

 

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