❌

Reading view

Em 8 meses, o Hospital de Braga já implantou 100 válvulas aórticas sem cirurgia aberta

O Serviço de Cardiologia do Hospital de Braga realizou, esta semana, o 100.º implante de válvula aórtica por via percutânea, conhecido internacionalmente como TAVI (Transcatheter Aortic Valve Implantation), foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Unidade Local de Saúde (ULS) de Braga, a que pertence o hospital, explica que a técnica, introduzida na instituição no final de fevereiro deste ano, permite substituir a válvula aórtica doente por uma prótese que chega ao coração por meio de um cateter, introduzido, na maioria dos casos, pela artéria femoral, na virilha.

O procedimento destina-se sobretudo a doentes com estenose aórtica, uma doença em que a válvula que separa o coração da artéria aorta fica estreitada e endurecida. O coração passa a fazer mais esforço para bombear o sangue, o que pode provocar cansaço de esforço, falta de ar, dor no peito ou desmaios. Sem tratamento, a doença sintomática tende a agravar-se e a limitar seriamente a vida do doente.

Por dispensar a abertura do tórax, a TAVI é uma alternativa menos invasiva à cirurgia cardíaca convencional, com benefícios comprovados em doentes mais idosos. Muitos destes doentes têm outras doenças associadas que tornam a cirurgia aberta mais arriscada, encontrando nesta técnica uma forma de tratamento com menor risco.

“Em oito meses, o programa cresceu e consolidou-se. A manutenção de uma capacidade de resposta regular foi fulcral para o desenvolvimento do processo e permitiu atingir a centena de doentes tratados”, salienta o comunicado.

É um resultado que se deve ao “rigor e à dedicação de uma equipa que percorreu este caminho com enorme profissionalismo”, afirma Jorge Marques, diretor do Serviço de Cardiologia da ULS Braga, citado no comunicado.

Cada intervenção envolve uma equipa multidisciplinar que acompanha o doente desde a avaliação inicial até ao seguimento após o procedimento. “Cada caso é estudado ao pormenor antes da intervenção. Ver doentes com limitação cardiovascular objetiva e que recuperam capacidade funcional é o que dá sentido a este trabalho”, acrescenta Jorge Marques.

“A ULS Braga reforça, assim, a sua resposta na área das doenças cardiovasculares e garante aos utentes da região acesso a uma técnica diferenciada”, remata o comunicado.

O conteúdo Em 8 meses, o Hospital de Braga já implantou 100 válvulas aórticas sem cirurgia aberta aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Famalicão vai a Leiria sentar-se à mesa dos crescidos

Famalicão faz história e está na final four da Taça da Liga. Ainda, a polémica despenalização de Durán, CR7 mais perto do golo 1000 e as palavras de Rui Borges que revela que o filho foi "enxovalhado"

  •  

Exames do 9.º ano: Colégio em Guimarães no 2.º lugar nacional, Conservatório de Braga é melhor escola pública

As notas nas provas finais de 9.º ano de Português e Matemática pioraram no ano passado, havendo muito mais negativas entre os estudantes das escolas públicas e melhores resultados nas escolas das grandes cidades do litoral.

Houve um ligeiro agravamento do desempenho dos alunos nas provas finais de 3.º ciclo, segundo uma análise da agência Lusa às mais de 180 mil provas realizadas em 2025 e em 2024: a média global desceu de 2,91 valores para 2,87 valores (numa escala de zero a cinco).

Num universo de 1.043 escolas, apenas 25,2% obtêm média positiva, segundo dados do Ministério da Educação, que mostram que no ano anterior 32,5% das escolas tinha “positiva”.

Os alunos das escolas públicas tiveram mais dificuldades: enquanto 83% das escolas públicas teve média negativa, 82% das privadas teve média positiva.

No ‘ranking’ da Lusa, os colégios voltam a ocupar os primeiros lugares da tabela, agora liderada pelo Colégio de Nossa Senhora do Alto, em Faro, com uma média de 4,26 valores.

Nas posições seguintes surgem o Colégio de Nossa Senhora da Conceição, em Guimarães, Externato das Escravas do Sagrado Coração de Jesus, no Porto, Colégio Moderno, em Lisboa, e Grande Colégio Universal, no Porto.

Os dados mostram uma forte concentração no litoral e nos principais centros urbanos do país: Dos 10 estabelecimentos com melhores médias, quatro localizam-se no distrito do Porto, dois em Lisboa e dois em Braga.

Os primeiros lugares da tabela pertencem a colégios privados localizados em áreas metropolitanas e concelhos mais povoados do litoral.

Conservatório de Música Calouste Gulbenkian é a primeira escola pública

A Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Braga, é a primeira escola pública da lista e surge em 17.º lugar.

As escolas públicas com melhores resultados médios também se encontram nos grandes centros urbanos do litoral, capitais de distrito e cidades universitárias. Lisboa, Porto e Braga concentram sete dos 10 primeiros estabelecimentos públicos do ‘ranking’, aos quais se juntam Coimbra e Aveiro.

Fazendo um ‘zoom’, percebe-se que estão localizados em bairros habitados maioritariamente por pessoas com elevada escolaridade e onde os preços da habitação estão entre os mais elevados do país, como o Parque das Nações, Telheiras ou Alvalade, em Lisboa, ou a Foz, no Porto.

Neste ‘ranking’ destacam-se também as escolas artísticas, já que três dos primeiros cinco lugares são Conservatórios de Música: além do Conservatório em Braga, está também o Conservatório do Porto e o Conservatório Nacional, em Lisboa.

Já as 10 escolas públicas com piores resultados concentram-se sobretudo na Área Metropolitana de Lisboa e na Península de Setúbal, regiões conhecidas pela falta de professores.

Olhando para os bairros onde estão localizadas, percebe-se que são escolas que servem populações maioritariamente mais pobres, corroborando os estudos que indicam que os alunos de famílias mais desfavorecidas têm mais dificuldades em atingir o sucesso académico.

Muitas destas escolas estão abrangidas pelo Programa TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária), destinado a estabelecimentos situados em zonas com muitas crianças e jovens em risco de vulnerabilidade social, que tem como objetivo melhorar a qualidade das aprendizagens e combater o abandono escolar.

No Monte da Caparica, os alunos do 9.º ano da Escola Básica do Miradouro de Alfazina tiveram a média mais baixa do país: 1,95 valores. A escola integra o programa TEIP e é frequentemente referida como um território com grandes desafios sociais.

Outros casos bastante conhecidos que voltam a surgir no fim da tabela são a Escola Básica Integrada de Rabo de Peixe, nos Açores, marcada pelos problemas de pobreza e exclusão social.

O impacto do estatuto socioeconómico nos resultados, em especial a Matemática, com os alunos de famílias mais pobres a terem notas muito mais baixas do que as crianças não beneficiárias já tinha sido apontado no relatório da Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência (DGEEC).

Apesar de terem piores notas nas provas finais, há muito mais casos de alunos que fazem o 3.º ciclo sem chumbar, segundo o indicador dos “percursos diretos de sucesso”, que mostra a percentagem de alunos sem retenções ao longo do 3.º ciclo e com positiva nas provas finais do 9.º ano.

O conteúdo Exames do 9.º ano: Colégio em Guimarães no 2.º lugar nacional, Conservatório de Braga é melhor escola pública aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Braga, Guimarães, Famalicão e Fafe lideram ‘ranking’ das escolas públicas com mais notas 20

Mais de 15 mil alunos tiveram, pelo menos, uma nota máxima na pauta pelo trabalho realizado ao longo do ano, sendo mais raro encontrar alunos de famílias carenciadas neste universo de notas 20. A lista de escolas públicas com mais notas 20 tem nos primeiros postos estabelecimentos de Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão e Fafe.

As raparigas voltaram a conseguir ter mais notas máximas na pauta, segundo uma análise feita pela Lusa aos dados disponibilizados pelo Ministério da Educação das classificações internas dos alunos dos cursos científico-humanísticos do 11.º e 12.º anos no ano letivo de 2024/25.

Naquele ano, 15.557 alunos tiveram, pelo menos, uma nota 20 na pauta: 2.013 estudavam em colégios e os restantes 13.544 em escolas públicas.

Os professores atribuíram 6.585 notas máximas no privado e 40.149 no público, sendo Educação Física, Aplicações Informáticas B, Inglês e Educação Moral e Religiosa e Biologia as disciplinas mais visadas.

A teoria de que os alunos de famílias carenciadas atravessam mais obstáculos para atingir o sucesso académico confirma-se também nestes números, já que mais de oito em cada 10 notas máximas (81,6%) foram dadas a alunos sem Apoio Social Escolar (ASE).

Os mais carenciados são uma minoria: Apenas 5.079 alunos chegaram ao final do ano com, pelo menos, uma nota máxima.

A Lusa fez um ‘ranking’ das escolas públicas com mais “20” na pauta e nos primeiros 15 lugares aparecem apenas estabelecimentos de ensino no litoral norte.

No entanto, o 1.º lugar pertence à secundária Alves Martins, em Viseu, onde os professores atribuíram 713 notas máximas aos seus alunos que também se destacaram nos exames nacionais (4.ª melhor média nacional entre as públicas).

À exceção da secundária de Viseu, não há escolas alentejanas ou algarvias, nem do interior do país nos primeiros lugares.

As primeiras posições são ocupadas por estabelecimentos em Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Fafe, Póvoa de Varzim, Vila Nova de Gaia, Gondomar, Porto, Santo Tirso e Penafiel. Em 16.º lugar surge a Infanta Dona Maria, em Coimbra, e em 23.º a secundária do Restelo, em Lisboa.

Muitas das escolas que estão entre as públicas com melhores médias nos exames nacionais têm poucos beneficiários de Ação Social Escolar (ASE) com classificações máximas: na secundária Garcia de Orta, por exemplo, representam apenas 5,9% dos 20 atribuídos, na Infanta D. Maria são 6,6%, e na Alves Martins 6,9%.

As escolas com maior percentagem de alunos carenciados com notas máximas estão, invariavelmente, a meio da tabela que ordena os estabelecimentos de ensino por média nos exames nacionais.

Na Escola de Paços de Ferreira, uma em cada três notas 20 foram atribuídas a alunos com ASE (33,7%), seguindo-se a secundária de Amarante (32,9%), a Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão (22,4%), a Secundária de Penafiel (21,6%) e a Secundária de Fafe (21,1%).

As escolas públicas com mais 20 valores parecem revelar duas realidades: de um lado estabelecimentos tradicionalmente associados a contextos mais favorecidos com poucos alunos carenciados, e do outro escolas de concelhos industriais do norte, como Paços de Ferreira, Amarante ou Penafiel, que parecem contrariar a ideia de que a excelência académica é exclusiva de meios mais privilegiados.

Nos colégios, ao contrário do que acontece no ensino público, as classificações máximas concentram-se sobretudo em escolas situadas nos grandes centros urbanos.

Muitos destes estabelecimentos são colégios que lideram os ‘rankings’ de exames nacionais, como o Colégio Nossa Senhora do Rosário, Efanor, D. Diogo de Sousa, Novo da Maia ou Salesianos de Lisboa.

Nas pautas do Externato Ribadouro houve 533 notas 20, sendo a escola privada com mais notas máximas atribuídas, seguindo-se o Colégio D. Diogo de Sousa e o Colégio Nossa Senhora do Rosário.

A Nossa Senhora do Rosário foi a segunda escola com melhor média nacional nos exames (16,5 valores), o Colégio D. Diogo de Sousa aparece em 6.º lugar desse ‘ranking’ (15,8 valores) e o Externato Ribadouro em 21.º.

Mas há também muitos colégios que atribuem um número muito elevado de classificações máximas sem conseguirem uma posição equivalente nos exames nacionais.

Em agosto, a Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) divulgou um relatório que revelou que 38 colégios atribuíram classificações de 19 ou 20 valores a mais de 30% dos alunos em 2024/25, e que 21 deles repetiram este padrão durante oito anos consecutivos. Já no ensino público, apenas três escolas atingiram esse mesmo limiar.

O conteúdo Braga, Guimarães, Famalicão e Fafe lideram ‘ranking’ das escolas públicas com mais notas 20 aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Ranking: Colégio de Braga no ‘top 10’ nacional, escola de Monção no pódio das públicas

Os alunos das escolas públicas melhoraram o seu desempenho nos exames nacionais em 2025, mas os colégios privados voltam a destacar-se no ‘ranking’ geral, em que a primeira pública surge apenas em 38.º lugar. 

No ‘ranking’ da Lusa, o Colégio D. Diogo de Sousa, em Braga, ocupa o 6.º lugar, enquanto que, entre as escolas públicas, a Escola Secundária de Monção encontra-se no 3.º lugar. Já a Escola Básica e Secundária Pintor José de Brito, em Viana do Castelo, ficou no 7.º posto.

Entre os quase 600 estabelecimentos de ensino com mais de 100 provas realizadas no ano passado, as médias nacionais subiram tanto no público como no privado, mas são os colégios que ocupam os primeiros lugares.

Familiarizado com o número um, o Grande Colégio Universal, no Porto, lidera a tabela pelo segundo ano consecutivo, com uma média de 16,93 valores (numa escala de zero a 20) entre as 231 provas realizadas às 16 disciplinas analisadas pela Lusa.

No final do ano letivo 2024/2025, as classificações dos alunos do Colégio Universal foram muito próximas da média interna atribuída pelos professores pelo trabalho realizado ao longo do ano, superando-a até por 0,04 valores. 

Os nomes seguintes na lista também não são estranhos ao ‘top 10’, que a maioria integrou nos últimos anos, como o Colégio Nossa Senhora do Rosário, que volta a ocupar o 2.º lugar com 16,59 valores, e o Colégio Efanor, em Matosinhos, novamente em 3.º lugar, com 16,32 valores.

Em 4.º lugar, aparece a Academia de Música de Santa Cecília, a escola da zona de Lisboa mais bem posicionada, seguida do Colégio Novo da Maia, do Colégio D. Diogo de Sousa, em Braga, do Colégio de S. Tomás, em Lisboa, do Salesianos de Lisboa – Colégio Oficinas de São José, do Colégio Nova Encosta, em Paços de Ferreira, e do Colégio da Rainha Santa Isabel, em Coimbra.

Num universo de 479 escolas públicas e 91 privadas, é preciso descer até ao 38.º lugar para encontrar a escola pública com melhor média nacional: a Escola Artística do Conservatório de Música do Porto.

Entre as 121 provas realizadas, os alunos daquele conservatório conseguiram uma média de 14,01 valores, ligeiramente mais alta do que a melhor escola pública do ano anterior que, na altura, ocupava o 33.º lugar com 13,85 valores.

Além do Conservatório de Música do Porto, na lista das 10 públicas com melhores resultados surgem outras duas escolas artísticas bem conhecidas dos lugares cimeiros da rede pública: a Soares dos Reis, no Porto, em 8.º lugar, e a António Arroio, em Lisboa, em 9.º lugar.

Outra “repetente” é a Secundária D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, este ano em 2.º lugar, seguida das secundárias de Monção, Alves Martins, em Viseu, Eça de Queirós, em Póvoa de Varzim, do Colégio Militar, em Lisboa, da secundária Pintor José de Brito, em Viana do Castelo, e, em 10.º lugar, a Martinho Árias, em Soure.

Sobretudo no público, as escolas do norte dominam os melhores resultados nos exames. Entre as 223 escolas com desempenhos acima da média nacional, a maioria (61,9%) situa-se nessa zona do país.

Pelo contrário, das 60 escolas públicas com médias abaixo dos 10 valores, uma percentagem idêntica (61,7%) encontra-se em apenas dois distritos: Lisboa e Setúbal.

Este ano, o último lugar do ‘ranking’ geral elaborado pela Lusa é ocupado pela Escola Portuguesa da Guiné-Bissau (privada), onde a média das 121 provas foi 6,66 valores, mas em seguida surge a Escola Secundária da Baixa da Banheira, em Vale da Amoreira, Moita.

Naquela escola da margem sul do Tejo, onde a média foi 7,09 valores, a maioria dos alunos recebe apoio da Ação Social Escolar e só metade consegue concluir o ensino secundário em três anos.

Integrada no programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), a secundária da Baixa da Banheira está ainda inserida num quadro de zona pedagógica (QZP) considerado carenciado devido à insuficiência estrutural de professores, um contexto que é partilhado por outras três das 10 escolas com média mais baixa: as secundárias de Odivelas, Camarate (Loures), e Gil Vicente (Lisboa).

Nessa lista, estão também a secundária José Cardoso Pires, em Loures, igualmente inserida num QZP carenciado, a Professor António da Natividade (TEIP), em Mesão Frio, a Escola Portuguesa do Lubango (privada), em Angola, a secundária Jaime Cortesão, em Coimbra e o Real Colégio de Portugal (privada), em Lisboa. 

10 melhores e 10 piores da tabela geral
DistritoEscolaMédia de exame (valores)Média de exame (%)N.º de exames
10 melhores
PortoGrande Colégio Universal16,93169,3%232
PortoColégio Nossa Senhora do Rosário16,59165,9%637
PortoColégio Efanor16,32163,2%348
LisboaAcademia de Música de Santa Cecília16,03160,3%115
PortoColégio Novo da Maia15,92159,2%466
BragaColégio D. Diogo de Sousa15,86158,6%766
LisboaColégio de S. Tomás15,80158,0%450
LisboaSalesianos de Lisboa – Colégio Oficinas de São José15,70157,0%974
PortoColégio Nova Encosta15,62156,2%169
CoimbraColégio da Rainha Stª Isabel15,41154,1%475
10 piores
LisboaReal Colégio de Portugal8,7387,3%266
LisboaEscola Básica e Secundária Gil Vicente, Lisboa8,7187,1%201
LisboaEscola Secundária de Odivelas8,6186,1%844
CoimbraEscola Secundária Jaime Cortesão, Coimbra8,4684,6%190
LisboaEscola Secundária de Camarate, Loures8,3983,9%167
EstrangeiroEscola Portuguesa do Lubango7,7777,7%103
Vila RealEscola Básica e Secundária Professor António da Natividade, Mesão Frio7,7477,4%101
LisboaEscola Secundária José Cardoso Pires, Loures7,7377,3%213
SetúbalEscola Secundária da Baixa da Banheira, Vale da Amoreira, Moita7,0970,9%170
EstrangeiroEscola Portuguesa da Guiné-Bissau6,6666,6%121
10 melhores e 10 piores escolas públicas classificadas
DistritoEscolaMédia de exame (valores)Média de exame (%)N.º de exames
10 melhores
PortoEscola Artística do Conservatório de Música do Porto14,01140,1%121
LisboaEscola Básica e Secundária D. Filipa de Lencastre, Lisboa13,38133,8%839
Viana do CasteloEscola Secundária de Monção13,38133,8%392
ViseuEscola Secundária Alves Martins, Viseu13,36133,6%2215
PortoEscola Secundária Eça de Queirós, Póvoa de Varzim13,30133,0%1425
LisboaColégio Militar13,09130,9%189
Viana do CasteloEscola Básica e Secundária Pintor José de Brito, Viana do Castelo13,06130,6%155
PortoEscola Artística Soares dos Reis, Porto13,00130,0%1038
LisboaEscola Artística António Arroio, Lisboa12,98129,8%1438
CoimbraEscola Básica e Secundária Martinho Árias, Soure12,96129,6%262
10 piores
SetúbalEscola Básica e Secundária Prof. Ruy Luís Gomes, Almada8,8588,5%316
LisboaEscola Básica e Secundária Dr. Azevedo Neves, Damaia, Amadora8,7587,5%231
SetúbalEscola Secundária Dom Manuel Martins, Setúbal8,7387,3%348
LisboaEscola Básica e Secundária Gil Vicente, Lisboa8,7187,1%201
LisboaEscola Secundária de Odivelas8,6186,1%844
CoimbraEscola Secundária Jaime Cortesão, Coimbra8,4684,6%190
LisboaEscola Secundária de Camarate, Loures8,3983,9%167
Vila RealEscola Básica e Secundária Professor António da Natividade, Mesão Frio7,7477,4%101
LisboaEscola Secundária José Cardoso Pires, Loures7,7377,3%213
SetúbalEscola Secundária da Baixa da Banheira, Vale da Amoreira, Moita7,0970,9%170

O conteúdo Ranking: Colégio de Braga no ‘top 10’ nacional, escola de Monção no pódio das públicas aparece primeiro em O MINHO.

  •  

“Custa-nos porque era um objetivo marcar presença na ‘final four’, queremos conquistar títulos e estar nas decisões”

Declarações após o jogo dos quartos de final da Taça da Liga de futebol entre SC Braga e Famalicão (1-3 no desempate por grandes penalidades, após empate 2-2 no tempo regulamentar), disputado hoje no Estádio Municipal de Braga:

– Franclim Carvalho (treinador do SC Braga): “Foi um jogo em que fomos melhores, criámos muitas oportunidades e não concretizámos. O prémio de homem do jogo foi para o guarda-redes adversário. Mostrámos crença até ao fim empatámos aos 90 minutos e depois fomos menos competentes que o adversário nos penáltis, porque também é uma questão de competência. Parabéns ao adversário, a nós custa-nos porque era um objetivo marcar presença na final four, porque queremos conquistar títulos e estar nas decisões.

A equipa deu sinais que me agradaram, jogámos com muita mais velocidade, mais chegada à frente e criámos muitas oportunidades, as suficientes para fazer mais golos. Não fomos eficazes nos 90 minutos e cometemos alguns erros defensivos, os nossos homens do equilíbrio estavam a chegar tarde. Vamos trabalhar e temos que aparecer amanhã [sexta-feira] na academia chateados, porque isto tem que nos doer e tenho um balneário abatido. Eu fiquei satisfeito por muita coisa que fizemos hoje, mas triste pela eliminação.

[Falta de concentração ou mau posicionamento?] Não é falta de concentração. Sofremos o primeiro golo num lance que estava controlado pelo Arrey-Mbi e acabámos por perder essa bola. Depois, o segundo golo, o penálti, o adversário queria sair em tabela e estamos expostos. Os centrais estavam amarelados desde os dez minutos, não percebi o critério dos amarelos, e tive de tirar os dois. O equilíbrio é uma questão de timing, temos de pensar todos o mesmo, se não podemos pressionar vamos organizar.

Flinto Costa é um miúdo, tem qualidade, tem jogado na equipa B e optámos por chamá-lo porque o Gabriel [Silva] estava de fora [lesão], mas fez a sua estreia com a camisola principal do Sporting de Braga e isso tem algum peso. Foi destemido e contamos com ele e com todos os jogadores das equipas B, sub-23 e sub-19″.

O conteúdo “Custa-nos porque era um objetivo marcar presença na ‘final four’, queremos conquistar títulos e estar nas decisões” aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Famalicão na final four da Taça da Liga pela primeira vez

Gabriel Cabral defendeu três penáltis e foi decisivo. Em Leiria, entre 5 e 9 de janeiro, o Famalicão defronta o Sporting nas meias-finais.

© HUGO DELGADO/LUSA

Nas meias-finais da prova, cuja final four vai decorrer em Leiria entre 5 e 9 de janeiro, o Famalicão vai defrontar o Sporting
  •  

Empresa de Braga projeta investimento de 30 milhões em centro logístico na Madeira

O Grupo Torrestir prevê criar o Centro Logístico da Madeira, com um investimento de cerca de 30 milhões de euros, projetando instalá-lo em Câmara de Lobos, destinado a reforçar a armazenagem e a distribuição de mercadorias naquela região autónoma.

A revelação partiu esta quinta-feira do diretor executivo da Torrestir, Luís Torres, numa reunião com o secretário regional da Economia, José Manuel Rodrigues, durante uma audiência solicitado pelo presidente do Conselho de Administração do Grupo Torrestir, comendador Fernando Torres, em que participou o presidente da Madeira Parques Empresariais, Gonçalo Pimenta.

Empresa de Braga projeta investimento de 30 milhões em centro logístico na Madeira
Foto: Governo da Madeira / Facebook

Esta entidade, que é tutelada pela Secretaria Regional da Economia do Governo Autónomo das Madeira, ficou a conhecer em pormenor o avançado projeto do grupo empresarial Torrestir, sediado em Braga, prestes a completar 65 anos, no ano de 2027.

Durante a reunião, o diretor executivo da Torrestir, Luís Torres, revelou que têm “projetado um investimento a rondar os 30 milhões de euros”, explicando que estão “em fase de estudo”, ao mesmo tempo que adiantou “devendo a localização ser em Câmara de Lobos”, embora o grupo “esteja ainda a aguardar contributos dos parceiros técnicos para se finalizar o projeto”.

Ainda segundo aquele mesmo responsável do universo empresarial Torrestir, a intenção é “construir um armazém logístico que permita aumentar a capacidade de resposta às necessidades das empresas e dos consumidores, reforçando também entregas ao domicílio”, sendo que o crescimento do Grupo Torrestir passa necessariamente pela Região Autónoma da Madeira.

“Queremos entrar mais fortes no canal das empresas, mas também no canal B2C (Business-to-Consumer), consumidor final, com entregas às casas das próprias pessoas”, explicou Luís Torres, defendendo a necessidade de um “centro dinâmico, dotado de automatismos, para responder à procura e à insuficiência de capacidade de armazenagem”, que foi identificada na Madeira.

A futura infraestrutura deverá assegurar a armazenagem e a distribuição de produtos alimentares, eletrónica, eletrodomésticos e produtos farmacêuticos, funcionando como uma plataforma de entrada de mercadorias para a Região Autónoma da Madeira.

Luís Torres indicou que o projeto contempla igualmente serviços de ‘cross-docking’, além da armazenagem, com o objetivo de tornar mais rápida a resposta às necessidades de abastecimento, sendo que o ‘cross-docking’ é um sistema logístico em que as mercadorias chegam a um centro de distribuição ou a um armazém e são expedidas quase de imediato para o destino final.

O diretor executivo da Torrestir, Luís Torres, salientou que a disponibilidade de produtos na ilha madeirense permitirá reduzir a dependência dos tempos de transporte marítimo em situações de rutura, evitando o recurso ao transporte aéreo, que considerou muito dispendioso, “pelo que tendo aqui mais próximo, abastecemos mais rápido”, destacou o responsável, para quem a vantagem é também o “associar-se o investimento a uma maior proximidade às empresas e à população madeirense”.

Fundada em Braga, no ano de 1962, o Grupo Torrestir desenvolve atividade nas áreas da logística e do transporte terrestre, aéreo e marítimo, dispondo de uma rede de plataformas em Portugal e de serviços internacionais, em crescimento permanente.

O conteúdo Empresa de Braga projeta investimento de 30 milhões em centro logístico na Madeira aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Famalicão elimina Braga nos penáltis e está na ‘final four’ da Taça da Liga

O Famalicão qualificou-se hoje pela primeira vez para a final four da Taça da Liga de futebol após vencer o SC Braga por 3-1 no desempate por penáltis, num jogo que teve outros três no tempo regulamentar.

O guarda-redes Gabriel Correia, em estreia absoluta, foi o herói do Famalicão, ao defender três grandes penalidades, ele que tinha cometido um em cima dos 90 minutos, que permitiu ao Braga esse desempate.

Koutsias abriu o marcador aos 16 minutos, mas Ricardo Horta empatou para os bracarenses de grande penalidade (37). Seria também de penálti que o ponta-de-lança grego do Famalicão e o ‘capitão’ do SC Braga ‘bisaram’, em cima do intervalo (45+4) e do minuto 90 respetivamente.

No desempate por grandes penalidades, os bracarenses só marcaram por uma vez (João Moutinho) e falharam três, os tais que o guardião brasileiro parou.

Após o desaire algo inesperado na Madeira, diante do Nacional (1-0), na nona jornada o campeonato, o Braga perde um dos objetivos assumidos da temporada, numa competição da qual foi finalista na época passada.

Ricardo Silva, ex-adjunto de Carlos Carvalhal, assumiu recentemente o comando técnico do Famalicão, e após a goleada por 4-0 imposta no terreno do Rio Ave, no domingo, na nona jornada do campeonato, coloca o Famalicão pela primeira vez na sua história nesta fase da prova.

O primeiro sinal de perigo pertenceu ao SC Braga num remate de fora da área de Ricardo Horta que Gabriel Cabral defendeu com alguma dificuldade (06), mas seria o Famalicão a marcar primeiro, após um desentendimento entre Arrey-Mbi e Gabri Martínez.

O lateral esquerdo alemão adaptado atrasou a bola sem sequer olhar para o posicionamento do extremo espanhol e permitiu um rápido contra-ataque dos famalicenses que foram letais a aproveitar o ‘buraco’: Marcos Peña assistiu de forma primorosa Koutsias que rematou de primeira, já na grande área.

O Braga partiu para uma boa reação e esteve perto do empate aos 33 minutos, mas Gabriel Cabral fez uma grande defesa a remate de Ricardo Horta.

Um minuto depois, Ricardo Horta tocou de calcanhar na área para Tiknaz rematar e o guardião brasileiro do Famalicão defendeu para canto, na sequência do qual surgiu a grande penalidade, por mão de Koutsias parando um remate de Tiknaz – Ricardo Horta fez a igualdade.

O Famalicão, que nas ‘meias’ da final four vai defrontar o Sporting, voltou a colocar-se em vantagem já na compensação da primeira parte, com Koutsias a ‘bisar’, de grande penalidade, assinalada a punir falta de Bernardo Fontes sobre Pedro Santos, na sequência de um contra-ataque e nova ‘cratera’ na defesa ‘arsenalista’ (45+4).

O SC Braga tinha que procurar a baliza adversária para dar a volta ao marcador, mas foi o Famalicão a entrar bem melhor no segundo tempo e a estar perto do terceiro golo por duas vezes: aos 48 minutos, Paulo Moreira ‘disparou’ de fora da área para defesa difícil de Bernardo Fontes que voltou a parar a recarga de Koutsias perante a passividade da defesa da equipa da casa.

Seis minutos depois, os visitantes voltaram a ameaçar a baliza bracarense e Victor Rofino cabeceou à barra, após livre lateral da direita.

OS ‘arsenalistas’ dispuseram uma grande oportunidade para empatar na sequência de um canto, mas Pau Victor, ao segundo poste e após primeiro desvio de Sergio Barcia, com tudo para marcar, atirou por cima (61).

Os treinadores começaram a mexer nas suas equipas, com destaque para a entrada no SC Braga de Flinto Costa, jovem extremo que cruzou para um cabeceamento perigoso de Fran Navarro (65).

Dorgeles foi lançado aos 77 minutos e pouco depois rematou com violência de fora da área, mas à figura de Gabriel Cabral (81), que acabaria por manchar uma boa exibição ao ‘atropelar’ Jonas Wind após uma má saída – Ricardo Horta ‘bisou’ de penálti, o terceiro da partida (90).

Confortado pelos colegas no final dos 90 minutos, Cabral foi depois decisivo.

Ficha de jogo

Estádio Municipal de Braga.

SC Braga – Famalicão, 2-2 (1-3 gp).

Ao intervalo: 1-2.

Marcadores

0-1, Koutsias, 16 minutos.

1-1, Ricardo Horta, 37 (grande penalidade).

1-2, Koutsias, 45+4 (grande penalidade).

2-2, Ricardo Horta, 90 (grande penalidade).

Desempate por grandes penalidades:

0-0, Gil Dias (defesa guarda-redes).

0-0, Ricardo Horta (defesa guarda-redes).

0-0, Marcos Peña (remate à barra).

1-0, João Moutinho.

1-1, Sorriso.

1-1, Jonas Wind (defesa guarda-redes).

1-2, Szucs.

1-2, Dorgeles (defesa guarda-redes).

1-3, Paulo Moreira.

Equipas

– SC Braga: Bernardo Fontes, Victor Gómez, Lagerbielke (Barisic, 46), Sergio Barcia (Travassos, 63), Arrey-Mbi, João Moutinho, Tiknaz (Jonas Wind, 73), Pau Victor, Ricardo Horta, Gabri Martínez (Flinto Costa, 63) e Fran Navarro (Dorgeles, 77).

(Suplentes: Tiago Sá, Barisic, Bajrami, Vitor Carvalho, Gorby, Diego Rodrigues, Tommy Marqués, Travassos, Dorgeles, Flinto Costa, Milosevic e Jonas Wind).

Treinador: Franclim Carvalho.

– Famalicão: Gabriel Cabral, Rodrigo Pinheiro, Victor Rofino, Léo Realpe, Pedro Bondo (Gustavo Garcia, 63), Marcos Peña, Pedro Santos (Tamás Szucs, 73), Aranda (Sorriso, 73), Mathias de Amorim (Paulo Moreira, 27), Gil Dias e Koutsias (Abubakar, 63).

(Suplentes: Zlobin, Gustavo Garcia, Juvenal, Serafimovic, Van Breemen, Van De Looi, Paulo Moreira, Tamás Szucs, Roméo Beney, Pato, Sorriso e Abubakar).

Treinador: Ricardo Silva.

Árbitro: João Gonçalves (Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Lagerbielke (09), Sergio Barcia (11), Koutsias (35), Pau Victor (45+5), Flinto Costa (85), Gabriel Cabral (87). Cartão amarelo para o treinador do SC Braga, Franclim Carvalho (47).

Assistência: 7.521 espetadores.

O conteúdo Famalicão elimina Braga nos penáltis e está na ‘final four’ da Taça da Liga aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Braga: Tribunal de Relação confirma sentença que obriga criador de 80 aves exóticas a retirá-las

O Tribunal da Relação de Guimarães rejeitou o recurso de um homem da freguesia de Adaúfe, em Braga, criador de aves exóticas, condenado no Tribunal local a remover as 80 que mantém num terreno, não podendo reinstalar a sua exploração num raio de dois quilómetros.

O acórdão manteve, também, o prazo de 60 dias para cumprimento da obrigação e determinou uma sanção pecuniária compulsória no montante de 200 euros por cada dia de atraso no seu cumprimento.

Os juízes desembargadores tiveram em conta “a violação duradoura e consecutiva dos direitos de personalidade dos vizinhos, que perdura desde há alguns anos, não se tratando de uma situação pontual, episódica ou recente”.

Sublinha que “essa ofensa do direito de personalidade atinge os diversos requerentes [no total, são oito os demandantes] e os respetivos agregados familiares – defendidos pelo advogado Luís Correia, do escritório de João Magalhães – , não sendo uma situação subjetiva e isoladamente percecionada por algum deles”.

Anota que houve “reclamações de vários moradores, exposições à Câmara Municipal, reunião entre residentes e o próprio criador das aves, intervenções da GNR e várias ocorrências relacionadas com o ruído, tendo a situação persistido apesar das múltiplas diligências efetuadas”.

Isto – acrescenta – “malgrado, em reunião de outubro de 2025, se ter comprometido a implementar medidas para minorar o ruído produzido pelas suas aves, a situação manteve-se inalterada”.

Pode reinstalar a exploração

No entanto, a ‘sentença’ – e conforme O MINHO noticiou – estabelece que Ezequiel H. pode voltar a instalar a exploração na sua propriedade, “desde que, prévia e comprovadamente, logre adaptar as estruturas da mesma de forma a prevenir a propagação de ruído da exploração para a vizinhança”.

Queixa de cinco vizinhos

Recorde-se que a decisão da primeira instância surgiu na sequência de uma ação intentada por cinco vizinhos alegando que residem nas respetivas habitações há vários anos e que estas constituem o centro da sua vida pessoal e familiar.

Sustentam que o criador mantém as aves em viveiros voltados para as suas habitações, cuja atividade se intensificou desde 2022/23, originando vocalizações diárias, intensas, repetitivas e prolongadas, audíveis tanto no exterior como no interior das casas. Alegaram ainda, através do advogado Luís Correia, – do escritório de João Magalhães – que “o ruído afeta o seu descanso, sono, tranquilidade, saúde e qualidade de vida, provocando ansiedade, desgaste psicológico e impedindo-os de usufruir normalmente das suas casas e espaços exteriores”.

Criador diz que está licenciado

No processo, o visado contestou, dizendo que “cria aves exóticas de forma lícita e licenciada, pelo que o exercício de uma atividade autorizada não pode ser considerado ilícito”.

Sustentou que os pedidos dos vizinhos, visando impedir ou limitar a sua atividade, “são inadmissíveis, por corresponderem à revogação de um ato administrativo de licenciamento, matéria da competência dos tribunais administrativos e não do cível”.

Acrescentava que “os imóveis estão numa Zona Mista, nos termos do Plano Diretor Municipal, onde é admitida a coexistência de usos habitacionais com outras atividades, com limites de ruído mais permissivos”.

Garantia que “as aves permanecem silenciosas à noite, concentrando-se a sua atividade vocal sobretudo após as 09:00, pelo que não existe perturbação de descanso”.

Alegava, também, que “não existe prova técnica objetiva do ruído, designadamente medições acústicas, perícias ou relatórios que demonstrem os níveis sonoros sentidos nas habitações contíguas”.

Concluía, manifestando “disponibilidade para adotar medidas de mitigação acústica que reduzam eventuais incómodos”.

O conteúdo Braga: Tribunal de Relação confirma sentença que obriga criador de 80 aves exóticas a retirá-las aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Braga: 500 mil euros contra a pobreza energética

A 4.ª edição do programa municipal distribui 500 mil euros a fundo perdido para obras em casas de residentes com tarifa social. Candidaturas de novembro a dezembro.

"Este apoio financeiro é uma resposta concreta para ajudar a tornar as habitações mais eficientes e confortáveis durante todo o ano", diz Pedro Nascimento, administrador executivo da empresa municipal de habitação (BragaHabit)
  •  

Braga vai recordar histórica fábrica Pachancho

O projeto Letras de Braga e a associação Velha-a-Branca promovem, no sábado, uma palestra dedicada à história da Fábrica Nacional de Pistões Pachancho e do seu fundador, António do Vale Peixoto. Tem início às 17:00, no Complexo de Gualtar da APPACDM de Braga.

A sessão será conduzida por João Miguel Nogueira, que dedicou os últimos dois anos a uma “investigação intensiva” sobre a fábrica, e contará com a presença de José Manuel Peixoto M. Rodrigues, neto do fundador e último administrador da Pachancho.

Braga vai recordar histórica fábrica Pachancho
Imagem: Divulgação

O evento incluirá ainda a exposição de duas motos da Pachancho e de outros materiais da coleção pessoal de João Miguel Nogueira.

A entrada no evento é livre.

O conteúdo Braga vai recordar histórica fábrica Pachancho aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Governo nomeia professora da UMinho para liderar Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua

A professora catedrática Assunção Flores, que preside ao Instituto de Educação da Universidade do Minho, foi nomeada, pelo secretário de Estado Adjunto e da Educação, presidente do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC).

Em comunicado, a academia minhota explica que este organismo é responsável pelo planeamento estratégico e pela definição das orientações técnico-pedagógicas da formação contínua e especializada de docentes. “Assumo este cargo com sentido de responsabilidade, ciente dos desafios que a formação de professores atualmente enfrenta”, diz Assunção Flores, que investiga há três décadas nas áreas da formação, do desenvolvimento profissional dos professores, do currículo e da avaliação.

Criado em 1994 e com sede em Braga, o CCPFC é responsável pela acreditação de entidades formadoras, formadores, ações de formação contínua de professores e cursos de formação especializada em Portugal, além de produzir pareceres e relatórios e de participar na avaliação do sistema nacional de formação contínua.

“O seu papel é particularmente relevante para os docentes dos ensinos básico e secundário, já que a formação contínua está associada ao seu desenvolvimento profissional e à progressão na carreira. Esta entidade foi já presidida por nomes como Sérgio Machado dos Santos, João Formosinho, João Lopes e Rui Trindade”, salienta o comunicado.

Assunção Flores é licenciada em Ensino de Português-Francês e mestre em Educação pela UMinho, e doutorada em Educação pela Universidade de Nottingham (Reino Unido). É membro da direção da Rede Europeia de Políticas de Formação de Professores e do Fórum Internacional para o Desenvolvimento dos Formadores de Professores. Foi membro do Conselho Geral do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) e é, desde 2022, conselheira no Conselho Nacional de Educação (CNE), onde coordena a Comissão Especializada Permanente “Docentes e outros profissionais da educação”.

Tem sido consultora/avaliadora de projetos científicos em vários países, como Bélgica, Finlândia e Noruega. Foi visiting scholar nas universidades de Cambridge, Glasgow e Londres, e a única portuguesa a presidir ao Conselho Internacional de Educação para o Ensino (ICET) e à Associação Internacional de Estudo dos Professores e do Ensino (ISATT).

Na UMinho, liderou ainda o Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) e vários projetos financiados.

Com mais de 300 publicações, integra o top 2% de cientistas mais influentes do mundo e soma diversos prémios, como da Associação Americana de Investigação em Educação.

O conteúdo Governo nomeia professora da UMinho para liderar Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Cónego de Braga distinguido como Académico de Mérito da Academia Portuguesa da História

José Paulo Abreu, cónego da Arquidiocese de Braga e diretor do Museu Pio XII, foi distinguido como Académico de Mérito da Academia Portuguesa da História.

“Estou imensamente grato por ter sido escolhido como Académico de Mérito da Academia Portuguesa da História. Obrigado”, agradeceu, ontem, nas redes sociais.


José Paulo Abreu é diretor do Museu Pio XII, em Braga, desde 2002.

O cónego nasceu a 23 de outubro de 1959, em S. Pedro de Azurém, Guimarães. Em 1982, concluiu o curso de Teologia, pelo Instituto Superior de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, em Braga, tendo sido ordenado sacerdote no ano seguinte.

Em 1985, completou a Licenciatura em Direito Canónico na Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, em Roma, tendo em 1996, obtido o doutoramento em História da Igreja, pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.

Atualmente, é presidente do Instituto de História e Arte Cristãs da Arquidiocese de Braga, professor na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, diretor do Museu Pio XII e do Tesouro Museu da Sé, Deão do Cabido da Sé de Braga, vigário geral da Arquidiocese de Braga e moderador da Cúria, presidente da Confraria de Nossa Senhora do Sameiro e juiz do Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de Braga.







O conteúdo Cónego de Braga distinguido como Académico de Mérito da Academia Portuguesa da História aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Temperaturas acima da média: Fim de semana no Minho vai ser de sol e máximas de 26 graus

As temperaturas máximas vão estar pelo menos até ao fim de semana acima da média para a época do ano, podendo atingir os 26 graus Celsius em Braga, segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

As máximas começam a subir já hoje, mas vão aumentar gradualmente até ao fim de semana, quando o IPMA prevê céu limpo.

Em Viana do Castelo, a máxima vai chegar aos 23ºC no domingo.

Braga

Previsão do tempo para Braga nos próximos cinco dias
Hoje, 29Sex, 30Sáb, 31Dom, 1Seg, 2
Tempo
Pouco nublado

Nuvens altas

Limpo

Limpo

Nuvens altas
Máx./mín.23° 10°25° 9°26° 8°26° 8°25° 7°
Chuva0%0%0%0%0%
VentoNE, fracoNE, fracoNE, fracoNE, fracoNE, fraco

Viana do Castelo

Previsão do tempo para Viana do Castelo nos próximos cinco dias
Hoje, 29Sex, 30Sáb, 31Dom, 1Seg, 2
Tempo
Pouco nublado

Nuvens altas

Limpo

Limpo

Nuvens altas
Máx./mín.19° 10°20° 10°21° 9°23° 11°22° 10°
Chuva0%0%0%0%0%
VentoE, fracoNE, fracoNE, fracoE, fracoE, fraco
Fonte: IPMA. Previsão atualizada a 29/10 às 09:31.

“Hoje espera-se uma pequena subida dos valores da temperatura máxima e depois vai manter-se estável até sábado. Os valores vão ser mais elevados na região sul com valores da ordem dos 29 graus Celsius e no norte e centro serão ligeiramente mais baixos, embora possam atingir os 20 graus ou um pouco acima em grande parte das regiões”, disse Patrícia Gomes, meteorologista do IPMA, à Lusa.

Patrícia Gomes indicou que as temperaturas máximas estão acima do que é normal para esta época do ano.

“A variação em relação à média anual varia um pouco, mas será uma variação entre 02 a 05 graus do que é expectável para esta altura do ano”, referiu.

Os valores mais elevados da temperatura máxima deverão manter-se até domingo e segunda-feira.

“Depois, a partir do início da próxima semana prevê-se que comecem a descer gradualmente, mas ainda estamos um pouco longe, ainda há alguma incerteza associada a esta parte da descida dos valores da temperatura”, disse.

Não está prevista chuva pelo menos até domingo ou segunda-feira e nos próximos dias o céu vai estar pouco nublado ou limpo e o vento será de um modo geral fraco predominando do quadrante leste e pequenas variações de temperatura.

Com Lusa

O conteúdo Temperaturas acima da média: Fim de semana no Minho vai ser de sol e máximas de 26 graus aparece primeiro em O MINHO.

  •  

INEM registou 398 casos suspeitos de AVC este ano no distrito de Braga

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) registou mais de 6.700 casos suspeitos de acidente vascular cerebral (AVC) este ano, uma média de 26 situações por dia, números que têm vindo a aumentar desde 2024. No distrito de Braga foram 398.

“Entre 01 de janeiro e 15 de outubro, o INEM sinalizou 6.714 utentes com sinais e sintomas de AVC, correspondendo a uma média de cerca de 790 casos por mês, ou seja, aproximadamente 26 por dia”, adiantou o instituto à Lusa, na data em que se assinala o Dia Mundial do AVC.

Em causa está uma das principais causas de morte em Portugal que se deve a uma rápida perda da função neurológica, causada pela interrupção do fornecimento de sangue ao cérebro devido a um fenómeno isquémico (obstrução de uma artéria) ou hemorrágico (rompimento de uma artéria).

De acordo com os dados do INEM, mais de metade dos casos registados em 2026 (52%) corresponderam a mulheres e a média de idade das situações suspeitas de AVC foi de 77 anos, com a faixa entre os 70 e os 89 anos a representar 54,8% do total.

Lisboa, com 1.019 ocorrências, e Porto (1.014) foram os distritos com maior número de suspeitas encaminhadas para a Via Verde do AVC – o protocolo de emergência criado para garantir o socorro rápido e a prioridade às vítimas -, seguindo-se Aveiro (437), Setúbal (418) e Braga (398).

Nos últimos anos, o número de ativações da Via Verde do AVC no pré-hospitalar foi de 6.876 em 2022, 8.796 em 2023, 7.886 em 2024 e 9.490 em 2025.

O INEM salientou que a média mensal de 790 suspeitas de AVC este ano reflete o “reforço da capacidade de identificar e sinalizar casos suspeitos”, na sequência da formação contínua dos profissionais e da consolidação dos processos de triagem e de registo clínico.

“Traduzem um sistema mais sensível na deteção precoce destas situações e não correspondem necessariamente a um aumento da incidência de AVC”, salvaguardou o instituto que assegura o socorro pré-hospitalar.

De acordo com o INEM, em 34% dos casos, passaram menos de 60 minutos entre o início dos sintomas e a criação da ocorrência nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) e a hora de início dos sintomas foi registada em 72% das situações.

“Estes dados reforçam a necessidade de continuar a sensibilizar a população para a importância de ligar para o 112 logo que surgem sintomas suspeitos”, alertou o INEM, salientando que, sempre que possível, é fundamental indicar aos profissionais do CODU a hora em que os sintomas começaram, informação que é relevante para a avaliação e orientação do utente.

O instituto realçou ainda que as primeiras horas após o início dos sintomas são determinantes para o sucesso do tratamento, uma vez que é nesse período que podem ser aplicadas as terapêuticas mais eficazes.

“O acionamento precoce dos meios de emergência médica permite realizar uma triagem adequada e encaminhar rapidamente o utente para as unidades hospitalares mais diferenciadas”, referiu.

A prevenção do AVC passa pela adoção de estilos de vida saudáveis, através da prática regular de exercício físico, evitar o consumo de tabaco e controlo rigoroso de doenças como a hipertensão arterial, a diabetes e as arritmias cardíacas, adiantou o INEM.

Os principais sinais de alerta são frequentemente identificados através dos “3 F”: fala (dificuldade em falar), face (desvio da face ou da boca) e força (perda de força no braço ou na perna).

Esta semana, a associação Portugal AVC apelou à criação urgente de um plano nacional de reabilitação dos sobreviventes, para garantir o acesso equitativo a cuidados de reabilitação atempados, coordenados e de qualidade em todo o país.

O conteúdo INEM registou 398 casos suspeitos de AVC este ano no distrito de Braga aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Hoje há Benfica-Gil Vicente e Braga-Famalicão

O Gil Vicente procura hoje entrar na ‘final four’ da 20.ª edição da Taça da Liga de futebol, com uma visita ao Benfica, recordista de troféus, em jogo dos quartos de final com início às 20:45.

No jogo marcado para o Estádio da Luz, o treinador Marco Silva deverá operar algumas mudanças no ‘onze’, diante de uma formação de Barcelos que já venceu esta temporada para a I Liga, por 3-1, à sexta jornada.

Um confronto no qual a equipa lisboeta esteve a perder, desde os sete minutos, e apenas conseguiu a ‘cambalhota’ no marcador muito perto do final, com Pavlidis, que já tinha igualado, a fazer o 2-1 aos 87 minutos (de grande penalidade).

O Benfica conta no palmarés com oito vitórias na Taça da Liga, uma das quais diante do Gil Vicente (2-1), na época de 2011/12.

O apurado para as ‘meias’ já sabe que defrontará o FC Porto, que venceu na quarta-feira o Académico de Viseu por 1-0, enquanto o Sporting, também já apurado, irá defrontar o vencedor do outro jogo de hoje, entre SC Braga e Famalicão (18:45).

As duas equipas minhotas, situadas na zona de meio da tabela na I Liga, já mudaram de treinador esta época: no SC Braga saiu Carlos Vicens e entrou Franclim Carvalho, enquanto no Famalicão Carlos Carvalhal foi despedido e rendido pelo adjunto Ricardo Silva.

Programa e resultados dos quartos de final

– Terça-feira, 27 out:

(+) Sporting – Marítimo, 2-1

– Quarta-feira, 28 out: A

(+) FC Porto – Académico de Viseu, 1-0

– Quinta-feira, 29 out:

SC Braga – Famalicão, 18:45

Benfica – Gil Vicente, 20:45

(+): Apurado para a ‘final four’:

– Meias-finais (05 e 06 jan 2027):

FC Porto – Benfica/Gil Vicente

Sporting – SC Braga/Famalicão

– Final (09 jan)

O conteúdo Hoje há Benfica-Gil Vicente e Braga-Famalicão aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Porto (com 3 centrais) regressa à final four da Taça da Liga

Um golo bastou para o FC Porto eliminar o Académico de Viseu e chegar à final four. Em Itália, Amorim perde a invencibilidade na Serie A. No ténis, Nuno Borges sorri em Basileia e avança no ATP 500.

  •  

Bloco de Esquerda exige investimento “urgente” na UMinho para travar degradação das instalações em Braga

O Bloco de Esquerda (BE) exige ao Governo e à Reitoria da Universidade do Minho “respostas concretas” para resolver a degradação das instalações da instituição, com particular incidência no campus de Gualtar, em Braga.

O partido apela que se crie um “plano urgente de reabilitação das infraestruturas, financiamento público adequado e medidas que garantam residências universitárias dignas, seguras e economicamente acessíveis”.

“É igualmente fundamental assegurar a acessibilidade de todos os espaços e a transparência quanto às intervenções previstas e aos respetivos prazos”, acrescenta.

O BE lembra que mais de mil estudantes da UMinho denunciaram publicamente a degradação das instalações da instituição, nomeadamente infiltrações, tetos falsos deteriorados, humidade persistente, equipamentos em risco de queda, instalações sanitárias inoperacionais e falhas de acessibilidade, no campus de Braga.

“Uma realidade inaceitável numa instituição pública de ensino superior, que compromete a segurança, o bem-estar e as condições de aprendizagem da comunidade académica”, frisa o BE, que enviou ontem um conjunto de questões ao Governo, por intermédio do deputado Fabian Figueiredo.

Para o BE, a situação torna-se “ainda mais grave perante os aumentos das mensalidades das residências universitárias dos Serviços de Ação Social da Universidade do Minho (SASUM), que, em alguns casos, ultrapassaram os 60%”.

“É inaceitável exigir aos estudantes que paguem mais por alojamentos que não garantem condições dignas. Num contexto de crise habitacional e de dificuldades económicas crescentes, estes aumentos agravam as desigualdades e colocam mais obstáculos ao acesso e à permanência no ensino superior”, refere.

Para o Bloco de Esquerda, esta realidade “não pode ser dissociada do subfinanciamento crónico do ensino superior público, que tem contribuído para o adiamento de obras essenciais de conservação e reabilitação”.

“O Governo não pode continuar a ignorar os problemas estruturais das instituições, nem transferir para os estudantes os custos de uma falta de investimento que compromete os seus direitos (…) Os estudantes não podem continuar a pagar a fatura do subfinanciamento do ensino superior. Garantir condições dignas para estudar e viver não é um luxo: é uma responsabilidade pública e uma condição essencial para um ensino superior verdadeiramente inclusivo e acessível a todos”, conclui.

O conteúdo Bloco de Esquerda exige investimento “urgente” na UMinho para travar degradação das instalações em Braga aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Empresa de Braga leva fibra ótica a mais de 3.000 casas no Parque Natural do Douro Internacional

As localidades de Mazouco, Lagoaça e Fornos, em Freixo de Espada à Cinta, situadas em território do Parque Natural do Douro Internacional, vão receber pela primeira vez a expansão da rede de fibra ótica, que deverá incluir até final de 2026 cerca de 3.300 casas no global, foi hoje divulgado.

“A operação deverá elevar para cerca de 3.300 o número de casas abrangidas no concelho até ao final de 2026, correspondendo a uma cobertura de 95%. A rede já se encontra disponível em Freixo de Espada à Cinta e Ligares”, pode ler-se numa nota publicada na página oficial da ‘dstelecom’, a empresa de Braga responsável por esta expansão.

Já o presidente executivo (CEO) da empresa, Ricardo Salgado, citado na mesma nota, disse acreditar que o acesso a infraestruturas digitais de qualidade não pode depender do local onde se vive ou trabalha”, defendendo que “o investimento “contribui para aproximar o interior das oportunidades proporcionadas pela economia digital”.

Segundo esta empresa com sede em Braga, “a expansão insere-se na estratégia de reforço das infraestruturas digitais no interior do país, procurando reduzir as desigualdades de acesso à conectividade e melhorar as condições para o desenvolvimento económico e social dos territórios de menor densidade populacional”.

O conteúdo Empresa de Braga leva fibra ótica a mais de 3.000 casas no Parque Natural do Douro Internacional aparece primeiro em O MINHO.

  •  
❌