"Mau gosto". Embaixada do Montenegro divide bairro londrino

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As ações do grupo provocaram a morte de dois casais de idosos e dois casais de turistas que estavam hospedados num apartamento de aluguer temporário, situado no primeiro andar.

Ucrania y Rusia han comenzado a entregar ayuda humanitaria en Oleshki y a evacuar a población civil de esa localidad ocupada por las fuerzas rusas en la región sureña de Jersón, anunciaron ambas partes en la aplicación de Telegram. Los defensores del pueblo de Ucrania y Rusia, Dmitró Lubinets y Yana Lantrátova, respectivamente, ya se encuentran en Oleshki, donde organizan la evacuación, según dijo la segunda en un mensaje en Telegram, algo que confirmó también David Arajamia, jefe del grupo parlamentario oficialista de Ucrania, Servidor del Pueblo.

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O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou esta sexta-feira, 30 de outubro, a morte de um cidadão português no acidente ferroviário ocorrido na quarta-feira em Toledo, Espanha. A vítima fazia parte da tripulação de um dos comboios envolvidos na colisão.
Segundo o Correio da Manhã, a vítima chama-se Nelson Bernardino, tinha 49 anos e era natural de Serpa.
Trabalhava numa empresa ferroviária em Madrid, tinha sido promovido recentemente e fazia habitualmente a ligação entre a capital espanhola e Sevilha nos comboios de alta velocidade.
O jornal avançou que a empresa comunicou a morte à família na tarde de quinta-feira, 29 de outubro. Até então, os familiares não conseguiam contactar o português.
Na comunicação enviada às redações, o Ministério dos Negócios Estrangeiros esclareceu que o cidadão português “era membro da tripulação de um dos comboios envolvidos no acidente”.
O ministério manifestou também pesar pelas mortes e pelos feridos, apresentou condolências às famílias e reiterou a solidariedade de Portugal com a população e as autoridades espanholas.
Na quinta-feira, Paulo Rangel já tinha confirmado que o Gabinete de Emergência Consular fora contactado por um familiar de um português desaparecido. Nessa altura, o ministro admitia uma forte probabilidade de o cidadão estar num dos comboios, mas ainda não confirmava o seu destino.
A colisão ocorreu na manhã de 28 de outubro, perto da estação de Urda, na província de Toledo. Segundo a informação divulgada na manhã desta sexta-feira, o acidente entre as duas composições de alta velocidade provocou pelo menos 69 mortos.
No próprio dia do acidente, o Governo português colocou à disposição de Espanha os serviços de várias entidades do setor ferroviário.
Entre elas estão a Infraestruturas de Portugal, a CP, o Gabinete de Prevenção e Investigação em Acidentes Ferroviários e a Autoridade Nacional de Segurança Ferroviária, para apoiar as instituições espanholas homólogas.
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Uma gravação da câmara corporal de um polícia revelou os últimos momentos de Abderrahim Fakir, um cidadão marroquino de 42 anos que morreu durante uma intervenção policial em Bolonha, Itália, a 19 de julho. As imagens integram os elementos analisados no processo sobre a sua morte.
Pedidos de ajuda e comentários dos agentes ficaram gravados
O vídeo, publicado a 28 de outubro pelo jornal italiano la Repubblica, regista a intervenção de dois agentes num pátio da Via Svevo, no bairro de Pilastro.
A gravação documenta os pedidos de ajuda de Fakir, a utilização de spray, a imobilização dos braços e das pernas e, posteriormente, as tentativas de reanimação pelos socorristas.
Segundo a agência italiana ANSA, entre as expressões registadas ouvem-se frases que, traduzidas para português, correspondem a “Se ele morrer, vai ser bonito” e “Morre, vá!”. Os comentários foram transcritos nos documentos do processo.
Em declarações à ANSA, um dos agentes reconheceu que proferiu palavras inaceitáveis e pediu desculpa à família de Fakir e à instituição policial.
O advogado dos dois polícias, Gabriele Bordoni, afirmou que o agente já lhe manifestara arrependimento dois meses antes. Atribuiu as expressões à agitação, ao cansaço e à carga emocional da intervenção, reconhecendo que não eram adequadas a um servidor do Estado.
As frases levaram também o advogado da família, Fabio Anselmo, a apresentar uma nova denúncia ao Ministério Público de Bolonha, defendendo a apreciação de possíveis crimes mais graves do que o homicídio negligente inicialmente considerado.
Segundo a estação pública italiana RAI, os peritos nomeados pelo Ministério Público apontaram uma insuficiência respiratória aguda, num quadro de intoxicação por cocaína e doença cardíaca grave. Identificaram ainda a agitação e a posição de barriga para baixo como fatores que contribuíram para o desfecho.
Essa interpretação foi contestada pelo médico legista Vittorio Fineschi, consultor da família. Em observações divulgadas pela ANSA a 29 de outubro, defendeu que a imobilização e a compressão do tórax tiveram um papel determinante no agravamento da insuficiência respiratória. Sustentou também que a presença de cocaína não demonstra, por si só, que a substância tenha sido a causa decisiva da morte.
O processo abrange dois polícias e quatro elementos da Cruz Vermelha, inscritos num registo preliminar. Segundo a RAI, o Ministério Público deverá decidir até 19 de novembro se avança para uma investigação formal contra as pessoas abrangidas ou arquiva as respetivas posições.


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Na quinta-feira, uma fonte próxima do desaparecido já tinha confirmado à SIC que a família já se encontrava no local onde decorriam os trabalhos de reconhecimento das vítimas.

