Welfare of Celebrity Traitors players is ‘highest priority’ after Acaster exit

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En las salas de urgencias de todo el mundo, la fractura que sufre Jorge Martín tiene un diagnóstico y solución clara: ponerle una escayola al antebrazo y tener la muñeca inmovilizada entre cuatro y seis semanas. La fractura de radio distal, en este caso sin desplazamiento, es una de las más comunes que atienden los hospitales. Con el título de MotoGP en juego, el piloto madrileño de 28 años ha logrado completar este viernes 15 vueltas al circuito de Sepang en su bestia de más de 250 caballos y 160 kilos, poniéndose a 336 kilómetros por hora seis días después de haberse roto el hueso a la altura de la muñeca derecha en Phillip Island. Aunque se retiró pronto a los garajes, sin atacar el cronómetro, la intención del puntal de Aprilia es competir todo el fin de semana del GP de Malasia.

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Lejos de mostrar enojo por los nuevos insultos proferidos por Donald Trump contra Noruega, al que definió el domingo como “un país de mierda”, la oficina de turismo noruega ha respondido al presidente tirando de ironía y promocionando de paso los espectaculares paisajes nacionales y la premiada arquitectura vanguardista de sus aseos públicos, que muestra en diferentes fotografías y un vídeo promocional en su web.

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Com hotelaria e restauração “completamente lotadas”, como disse Vítor Pimentel, da ACISAT, os visitantes procuram também os segredos dos comerciantes flavienses, que têm dias de muito trabalho pela frente.
Juliana Ferreira, da Boitique de Carnes, refere que muitos clientes habituais antecipam as compras para evitar os constrangimentos de trânsito. “Alguns dizem que vinham, mas que não podem porque não têm onde estacionar”, conta. Ainda assim, reconhece que o certame atrai visitantes “mais pela curiosidade e pela variedade” que o seu negócio apresenta. Ainda assim, nota que o número de visitantes dos “Santos” parece aumentar de ano para ano.
Na pastelaria Mil Doce, Paula Vaz destaca a chegada de visitantes espanhóis e de outras zonas do país, mas considera que o negócio já teve melhores dias. “Há muitos anos atrás era melhor. Vendia-se muito mais”, recorda, apontando o aumento generalizado dos preços como uma das razões para a quebra nas vendas.
Ainda assim, conta que “como os Santos são três dias, geralmente vêm muitos espanhóis para cá e também do Porto vem muita gente”. Desta forma, também “sentem curiosidade em vir aqui comer o pastelinho de Chaves e os espanhóis, as natas”.
Também Fátima Costa, que trabalha num quiosque junto ao Jardim do Bacalhau, com vários anos de experiência durante o certame, considera que a feira perdeu parte da dinâmica de compras de outros tempos. “As pessoas vêmpara a Feira dos Santos para relaxar as ideias, passear acima e abaixo”, observa, notando que a restauração parece beneficiar mais da afluência do que o restante comércio.
Pedro Barroco, da Auto Viação do Tâmega, antecipa um aumento da procura de transportes públicos por ocasião da Feira dos Santos. O responsável explica que a afluência está ligada tanto ao certame como à tradição de visitar os cemitérios por ocasião do Dia de Todos os Santos. “A Feira dos Santos, para nós, começa uns dois dias antes”, afirma, referindo que muitas pessoas procuram chegar mais cedo.
Este ano, com o feriado de 1 de novembro a coincidir com um domingo, a empresa espera que a movimentação se concentre sobretudo entre sexta-feira e o fim de semana. A procura leva a reforçar a operação em determinados horários. “Em vez de os horários serem apenas de um carro, há horários em que saem três ou quatro veículos”, explica, destacando as deslocações de trabalhadores e estudantes à sexta-feira e os regressos ao domingo.
O responsável considera que o custo de viajar de automóvel pode levar mais pessoas a optar pelo autocarro. Uma vez que “é muito caro” fazer a viagem, observa, defendendo que o transporte público pode representar uma poupança significativa, sobretudo para quem beneficia de passes ou outros títulos de transporte. “Não há esse conforto que todos nós temos e gostamos, o do veículo próprio”, reconhece, mas acredita que o aumento das despesas com o automóvel poderá levar mais passageiros a deixar o carro em casa.
Pedro Barroco destaca também o crescimento do turismo na região e o aumento do tráfego rodoviário, incluindo de visitantes espanhóis.
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Pedro Sánchez ha vuelto a incidir en que el accidente ferroviario de Urda, que deja de momento 69 fallecidos, cuestiona una infraestructura que hasta hace poco era un símbolo de modernidad, con el impacto que supone para la imagen del Estado. “Hay una confianza quebrada en el sistema de alta velocidad en nuestro país y la labor del Gobierno no es solamente hacer el diagnóstico, conocer cuáles son las causas, sino ofrecer soluciones para que una tragedia de esta magnitud, como ayer dijo el jefe del Estado, el rey Felipe VI, no vuelva a suceder”, ha afirmado en una comparecencia sin preguntas junto al presidente de Castilla-La Mancha, Emiliano García-Page, tras la reunión del Centro de Coordinación Operativa Integrado (Cecopi) en Toledo.

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A Feira dos Santos é um dos momentos mais marcantes do calendário de Chaves, pela dimensão comercial, pela preservação das tradições e pela capacidade de reunir famílias que regressam à cidade nesta altura do ano. Nuno Vaz, presidente da câmara municipal, considera que o certame mantém uma identidade própria, apesar das transformações que sofreu ao longo do tempo.
“É um evento absolutamente singular e excecional”, afirma o autarca, lembrando que a origem da feira se perde no tempo. Sem uma data conhecida da sua primeira realização, a iniciativa terá surgido como resposta às necessidades das comunidades rurais, num período em que os produtores procuravam vender os excedentes agrícolas e os animais para assegurar o aprovisionamento durante o inverno.
Hoje, a feira mantém essa ligação à agricultura e à pecuária, mas ganhou também uma dimensão festiva e familiar. “É um momento de celebração da família”, sublinha Nuno Vaz, referindo os reencontros de pessoas que vivem noutras cidades ou no estrangeiro e que aproveitam os Santos para regressar a Chaves.
Inserida num “conjunto muito significativo de iniciativas”, considera o autarca que, apesar de atualmente ter “uma matriz diferente”, a Feira dos Santos “continua a estar muito ligada à pecuária, à agricultura, às tradições e àquilo que são os momentos marcantes das nossas comunidades”. E por isso, tem uma “dimensão de feira, mas também de festa”.
O facto de acontecer no Dia de Todos os Santos leva as comunidades a visitarem os cemitérios e recordarem os seus entes queridos. A feira tem, por isso, a capacidade de ser um “momento de encontro de famílias”.
“É, de facto, uma feira de uma expressão muito grande”, assume Nuno Vaz, acrescentando que “dizemos que é das maiores feiras de rua do país. Este ano, teremos cerca de 550 expositores, trata-se de uma feira com uma exposição muito grande. Prevemos que cerca de 5 quilómetros de vias, de arruamentos urbanos fiquem perfeitamente preenchidos”.
O presidente da câmara destaca ainda o contributo do evento para a economia local, através da dinamização do comércio, da restauração, da hotelaria e dos produtores. A afluência de visitantes, muitos provenientes da Galiza, cria oportunidades para os agentes económicos da cidade e da região.
“Também queremos que essa dinâmica possa ser aproveitada pelos nossos agentes económicos, seja a restauração, a hotelaria, o artesanato ou os produtos locais”, sublinha o autarca flaviense. “Acreditamos muito que, e sobretudo em concelhos do interior, que é com uma relação colaborativa que podemos garantir a sustentabilidade dos micro e pequenos negócios. Porque é nessa multiplicidade de atividades que podemos garantir a sustentabilidade e por esta via, a manutenção das famílias”, acrescenta.
A vertente rural continua a ocupar um lugar central no programa, com a Feira do Gado e os concursos de diferentes raças pecuárias, agendados para 31 de outubro, junto ao Forte de São Neutel. A iniciativa pretende dar visibilidade ao trabalho dos produtores e à importância da atividade agropecuária na preservação da paisagem e das comunidades do interior.
Nuno Vazdestaca, em particular, a valorização da raça Bísara, associada à produção de fumeiro, presuntos e enchidos tradicionais. Os concursos de bovinos, ovinos e do Cão de Gado Transmontano completam o programa dedicado ao património rural. “Queremos continuar a preservar esta nossa herança”, afirma.
A programação inclui ainda artesanato, exposições, animação musical e arruadas, além do Festival Gastronómico do Polvo, que reforça os laços históricos e culturais entre Chaves e a Galiza.
O autarca reconhece que a dimensão do evento implica condicionamentos no trânsito e na circulação, mas considera que estes são temporários e devem ser enquadrados no interesse coletivo. “São três dias vividos de forma mais intensa”, refere, apelando à compreensão dos moradores.
Para o município, a Feira dos Santos deve continuar a conjugar comércio, tradição e diversão, mantendo viva uma herança que atravessa gerações e reforça a atratividade de Chaves. “O que nós queremos é que esta feira seja também uma festa da família”, conclui.
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Teherán, 30 oct (Prensa Latina) Irán no ha respondido a una carta enviada por el vicepresidente estadounidense, J.D. Vance, sobre una posible reanudación de las negociaciones entre ambos países, informó hoy la agencia semioficial iraní Fars, citando a una fuente de seguridad.
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O jornal independente russo Novaya Gazeta anunciou nesta sexta-feira (30) que encerrará suas atividades após o que descreveu como uma campanha incessante das autoridades do governo de Vladimir Putin contra o veículo.
A ofensiva incluiu ações de promotores contra alguns de seus principais jornalistas e deixou o jornal sem apoio financeiro e sem sede.
O periódico, frequentemente crítico às autoridades, existe há mais de três décadas e já enfrentou sérios problemas no passado. Seis de seus jornalistas, incluindo a repórter investigativa Anna Politkovskaya, foram assassinados em diferentes circunstâncias.
O editor-chefe e cofundador da publicação, Dmitry Muratov, ganhou o Prêmio Nobel da Paz de 2021 por “esforços para salvaguardar a liberdade de expressão.”
Assim como outros veículos de comunicação independentes do Estado, o Novaya Gazeta passou a sofrer pressão cada vez maior das autoridades depois que a Rússia lançou sua invasão em grande escala da Ucrânia, em 2022, e introduziu amplas regras de censura.
As normas preveem longas penas de prisão para quem desacreditar o Exército russo ou divulgar informações que as autoridades considerem notícias falsas.
“Em 9 de novembro, apagaremos as luzes da casa onde vivemos por 30 anos, desligaremos nossos servidores e partiremos. O jornal não existe mais. As autoridades russas e os serviços de segurança do país obrigaram nossa equipe editorial a encerrar suas atividades”, afirmou o Novaya Gazeta em comunicado.
“Mais de 30 anos de nossas vidas compartilhadas com nosso país e seus cidadãos chegarão ao fim, deixando-nos sem lar, sem meios de subsistência e sob constante ameaça de repressão. Continuamos enquanto pudemos, mas fomos expulsos de nossa casa, e a plataforma de doações que nos permitia receber apoio financeiro de nossos leitores foi fechada. Fomos privados de todos os nossos recursos”, acrescentou o jornal.
Não houve comentário imediato das autoridades.
O Kremlin, no entanto, que acusa serviços de inteligência estrangeiros de tentar estimular o descontentamento na sociedade russa, já afirmou anteriormente que algum nível de censura é necessário em um momento em que a Rússia enfrenta o que descreve como uma luta existencial contra o Ocidente por causa da Ucrânia.
Entenda o que está por trás da tensão entre Trump e Zelensky
Riad, 30 oct (Prensa Latina) Un buque cisterna fue alcanzado por un proyectil de origen desconocido mientras navegaba por el estrecho de Ormuz, sin que se reportaran heridos entre sus tripulantes, informó hoy la Autoridad de Operaciones Marítimas del Reino Unido (UKMTO).
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The ‘reluctant Traitor’ stayed true to the Faithfuls until the end - but what does his confession mean for Maya Jama and King Kenny?

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L’annuncio della fine del 2026 di Jannik Sinner lo aveva reso inevitabile. Bisognava solo capire dove sarebbe terminata una rincorsa durata oltre 10 anni e che molti ormai credevano non sarebbe mai arrivata a conclusione. Alexander Zverev è il nuovo numero uno del mondo. È bastato raggiungere i quarti di finale nel 500 di Vienna (grazie alla vittoria contro Tallon Griekspoor) per completare il sorpasso su Jannik Sinner nella classifica mondiale: 9.450 punti per entrambi (tedesco avanti però per la regola prevista nei pari meriti). Nella Race invece il tedesco è molto più avanti, mettendo insieme oltre 9mila punti in questa stagione. Attualmente quasi 1.500 più dell’azzurro.
Un risultato che arriva all’ombra dei 30 anni, quando quasi nessuno ci avrebbe più scommesso, figlio di perseveranza, tanto lavoro e quella fortuna che non guasta mai. Si, perché è inutile girarci intorno, per raggiungere la vetta del ranking Zverev ha avuto bisogno anche dei guai fisici che hanno colpito Carlos Alcaraz e Sinner (il primo bloccato per cinque mesi, il secondo fermo dalla finale di Wimbledon). Il numero uno è il secondo tabù spezzato dal tedesco in questo 2026, dopo essersi sbloccato negli Slam con i titoli al Roland Garros e allo Us Open. Due traguardi che hanno cancellato anni di delusioni, alleviato pressioni e limiti psicologici, rimosso la fastidiosa etichetta di “incompiuto”. Un traguardo meritato quello di Sasha: ha vinto più partite di tutti, ha vinto più Slam ed è stato più continuo. E poi c’è il fisico. In un tennis sempre più intenso, la solidità e la gestione fisica sono ormai una caratteristica non secondaria. Una dote tanto importante quanto un rovescio.
Eppure il numero uno di Zverev racchiude anche un paradosso: il nuovo leader del ranking non è considerato tale da tutti. Tutti i meriti del tedesco infatti si scontrano con alcuni dati: nessun titolo Masters 1000 nel 2026 (finora) e un rendimento contro i top 10 non certo da numero uno del mondo. Zverev quest’anno ha vinto tre partite contro un giocatore nella top 10 e non ha mai battuto un avversario diretto. Con Sinner cinque sconfitte su cinque partite, con Alcaraz ha perso l’unico confronto in Australia. E anche da Novak Djokovic è stato sconfitto a Pechino.
Questa prima posizione mondiale di Zverev arriva dopo un percorso lungo dodici anni, cominciato da Braunschweig, città della Bassa Sassonia. È qui che, il 5 luglio 2014, Sasha trionfa nel Challenger ad appena 17 anni presentandosi al mondo del tennis. Gli appassionati all’improvviso imparano a conoscere il suo nome e due anni dopo arriva anche il primo titolo Atp a San Pietroburgo superando Stan Wawrinka. Ma è nel 2017 che la rincorsa di Zverev diventa importante. Mentre Roger Federer e Rafa Nadal si dividono gli Slam, lui mette insieme due Masters 1000 agli Internazionali d’Italia (battendo Djokovic) e a Montreal (superando Federer) e sale fino alla posizione numero 3 del mondo. La vetta ormai è lì a un passo, molti già lo preannunciano, e invece Zverev non riesce a fare quell’ultimo step.
Negli Slam fatica e delude, nei momenti clou i suoi limiti vengono a galla, spesso contro i Big Three. Gli exploit non mancano. Nel 2018 elimina Federer e Djokovic e vince le Atp Finals; tre anni dopo replica il successo alle Finals e vince l’oro olimpico a Tokyo (superando ancora Nole in semifinale). Vittorie pesanti a cui si unisce però la sconfitta nella finale dell’Us Open 2020 contro Dominic Thiem dove c’è tutto Zverev, nel bene e nel male: il tedesco va in vantaggio due set a zero, si fa rimontare, è ad un passo dal vincere ma alla fine perde. Alti e bassi che non trovano mai una consacrazione definitiva. Durante la semifinale al Roland Garros 2022 contro Nadal arriva poi il grave infortunio alla caviglia. Ha 25 anni, ancora nessun titolo Slam in bacheca, e aumentano quelli che pensano che non li avrà mai.
Lo stop di sette mesi è uno spartiacque della carriera del tedesco. La stagione seguente torna in semifinale al Roland Garros (sconfitto da Casper Ruud) e in top 10, mentre nel 2024 ritrova la seconda posizione mondiale e la finale in un torneo del Grande Slam, sempre a Parigi, perdendo da Alcaraz. La rivalità con il giovane spagnolo e con Sinner parte ufficialmente in questa stagione, anche se il tedesco appare sempre distante dai due. Arriva in finale anche in Australia nel 2025, è convinto di essere vicino al livello di Sinner e invece l’altoatesino lo batte tre set a zero in una partita che poi condiziona psicologicamente tutta la sua stagione. Zverev chiude comunque il 2025 al terzo posto della classifica, lontano però 6mila punti dal numero 2 di Sinner. È una voragine quella che lo separa dal duo Alcaraz-Sinner. Per colmarla c’è bisogno di regolarità, tanta pazienza e anche una mano della fortuna. Come quella arrivata in questo 2026.
L'articolo Alexander Zverev è il nuovo numero 1: un re che non viene considerato tale. Limiti e meriti del campione arrivato in vetta con 10 anni di ritardo proviene da Il Fatto Quotidiano.

© Nick Hagen for The New York Times
El conflicto entre Estados Unidos e Irán en Oriente Próximo devolverá el Rally Dakar a sus raíces en África y Europa dos décadas después. La edición de 2027 empezará en el Algarve, en Portugal, y finalizará en Marrakech, en Marruecos, tras una exigente ruta con 12 etapas que cubrirá un total de 7.824 kilómetros, 4.341 bajo el cronómetro. La carrera arrancará el 9 de enero y finalizará el día 23. La última edición que transcurrió en ambos continentes fue la de 2007 entre Lisboa y Dakar, antes de que las amenazas terroristas obligaran a relocalizar la prueba a Sudamérica primero una década y posteriormente a Arabia Saudí, anfitrión del rally de 2020 en adelante.
© Stephane Mahe (REUTERS)



Nearly 100 people marched through Ecuador’s capital, Quito, on Thursday to protest President Daniel Noboa’s government, launching a new wave of demonstrations ahead of local elections scheduled for Nov. 29.
RELATED: Ecuador Readies Snap Regional Elections Amid Opposition Exclusion Accusations
Organized by the country’s main trade unions and left-wing political parties, the peaceful march moved through the historic center before reaching the attorney general’s office. Protesters gathered outside the building carrying banners demanding the release of Luisa González, a former presidential candidate and one of the leading opposition figures.
González, who belongs to the political movement associated with former President Rafael Correa, was placed in pretrial detention in a case involving alleged money laundering. Prosecutors accuse her of involvement in the irregular financing of her first presidential campaign in 2023.
Chanting “Out, Noboa, out,” demonstrators also called for improvements to public education and healthcare. Some participants urged voters to cast null ballots in the upcoming local elections.
Natasha Rojas, a politician and activist, described the mobilization as a defense of democracy, civil liberties and the rights of Ecuadorians. She argued that the government was losing public support and warned that its policies would fuel further protests.
Nelson Erazo, president of the Popular Front, accused state institutions, including the attorney general’s office and the comptroller’s office, of being used to target social activists and political leaders.
He said the demonstration brought together groups seeking political change and demanding that Ecuadorians be able to express themselves freely, with guarantees of access to education, healthcare and employment.
Opposition organizations have announced further demonstrations on Nov. 7 and 15, followed by a march alongside feminist groups on Nov. 25 to mark the International Day for the Elimination of Violence Against Women. Another mobilization is planned for Dec. 10, in coordination with international organizations, to defend human rights.