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Caverna de SP é liberada após 15 anos de estudos para acesso subterrâneo

A Caverna Desmoronada, localizada Petar (Parque Estadual Alto do Ribeira), que permaneceu fechada ao público por 15 anos, é reaberta e volta a receber visitantes. A reabertura do espaço foi divulgada na última quinta-feira (29).   

O longo período sem a presença do público contou com a atuação de pesquisadores que analisaram as condições da caverna para reestabelecer o uso público e para o acesso ao ambiente subterrâneo. Cerca de  100 profissionais participaram do trabalho.  

Foram avaliadas características geológicas e ambientais, áreas de maior fragilidade, riscos, impactos da presença de visitantes e condições de segurança, além de definir os setores aptos à visitação e aqueles que exigem maior proteção.   

As inspeções foram feitas pela Fundação Florestal, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil). Além disso, 

A partir das conclusões, foi elaborado o ZAE (Zoneamento Ambiental Espeleológico), que estabeleceu quais lugares podem receber visitantes, e quais ainda precisam de um controle mais rigoroso e quais devem permanecer sob conservação.  

O roteiro conta com cerca de 10 quilômetros de trilha, 900 metros de percurso subterrâneo e duração média de oito horas, considerando ida e volta. 

LEIA TAMBÉM: Usina de SP bombardeada nos anos 30 completa 100 anos e segue operando

Caverna Desmoronada  

Uma das cavernas mais desafiadoras do Parque Estadual Alto do Ribeira (PETAR) tem essa nomenclatura por conta da própria formação geológica da caverna.  

O interior conta com enormes blocos rochosos resultantes de antigos processos naturais de abatimento do teto, que deram origem a grandes salões, galerias irregulares, desníveis e passagens acidentadas. Ao longo de milhares de anos, a ação da água subterrânea também esculpiu corredores e ampliou galerias. 

A caverna apresenta duas possibilidades de visitação. No circuito tradicional, a entrada e a saída acontecem pela mesma abertura. Já no outro circuito de travessia, o trajeto começa pela ressurgência do rio, quando as águas profundas sobem para a superfície, e continua pela escalaminhada (caminhada e escalada em rocha), com saída por outra entrada.  

Visitação  

A Caverna Desmoronada, fica dentro do PETAR, em Iporanga, interior do estado de São Paulo, recebe visitantes de segunda a domingo, com reserva antecipada e acompanhamento obrigatório de monitor ambiental credenciado.  

 

*Sob supervisão de Thiago Félix

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Casa noturna entra em lista de boicote e suposta dona ameaça expor clientes casados em Rio Verde

Uma mensagem atribuída à suposta proprietária de uma casa noturna de Rio Verde, no sudoeste de Goiás, provocou repercussão nas redes sociais após a divulgação de uma ameaça de exposição de clientes casados e identificados politicamente com a direita. A manifestação teria ocorrido em resposta à inclusão do estabelecimento em uma lista de boicote contra empresários associados ao PT. A publicação foi feita pelo perfil Espia Só Goiás (@espiasogoias_).

No conteúdo compartilhado, uma mulher identificada como Maria afirmou que seu estabelecimento passou a integrar uma relação de empresas alvo de boicote em razão do voto declarado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A suposta empresária atribuiu a iniciativa à intolerância política contra eleitores petistas.

A reação descrita na publicação ultrapassou a disputa político-partidária. A autora da mensagem ameaçou divulgar nomes de clientes que, segundo sua declaração, seriam homens casados e apoiadores da direita. A exposição poderia atingir a privacidade dos frequentadores e provocar consequências pessoais e familiares.

A mensagem apresentou a frase “Com ferro fere, com ferro será ferido”, em referência à possibilidade de responder ao suposto boicote com a divulgação de informações sobre a vida privada dos clientes. O conteúdo associou a ameaça à disputa política e ampliou a repercussão do episódio.

Até o momento, não houve confirmação independente da identidade da mulher, de seu vínculo com qualquer estabelecimento comercial ou da autenticidade da publicação. Também não foram comprovadas a existência da suposta lista de boicote e a veracidade das informações atribuídas aos frequentadores.

A circulação da mensagem reacendeu o debate sobre discriminação por preferência partidária, boicotes comerciais e proteção da intimidade. A liberdade de manifestação política constitui direito fundamental, mas não afasta a responsabilidade por eventuais violações à honra, à imagem e à vida privada de terceiros.

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Muere Antonio Vázquez, la sombra de Curro: adiós a un taurino de los que ya no quedan

A la vera de su hermano, el maestro Curro Vázquez, cuajó como un taurino hecho en las fuentes clásicas de la profesión, un apoderado independiente labrado en el romanticismo de otro tiempo Leer

A la vera de su hermano, el maestro Curro Vázquez, cuajó como un taurino hecho en las fuentes clásicas de la profesión, un apoderado independiente labrado en el romanticismo de otro tiempo
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Queixa à PGR pede investigação ao diretor da PSP e Governo

Denúncia de 23 páginas, apresentada por um cidadão com advogado, cobre as quatro intervenções policiais de 15 e 25 de outubro em Lisboa e no Porto e pede urgência na preservação de prova.

© Guilherme Costa Oliveira/Observador

Cidadão representado pelo escritório do advogado António Garcia Pereira aponta as quatro intervenções policiais que provocaram vários feridos em Lisboa e no Porto
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Colon cancer looks different in young people — and often more aggressive, a new study found

Person with ostomy bag
A new study found cellular differences between colon cancer tumors in younger and older patients.

Sheila Alonso/Getty Images

  • A new study explored the differences between tumors in younger and older colon cancer patients.
  • Younger patients sometimes had more aggressive, treatment-resistant forms of colon cancer.
  • Staying active, cutting down on processed foods, and getting screened are good ways to lower risk.

People under 50 aren't only at a higher risk of colon cancer today than they were a few decades ago. They're also developing a different, sometimes more aggressive form of it compared to older patients, scientists say.

A new study published in Nature Medicine analyzed 189 tumors from colorectal cancer patients aged 29 to over 90, including measurements of gene activity in more than 850,000 cancer cells.

The goal was to look at how tumors varied "across the entire spectrum of age," Dr. Ana Anderson, a co-senior author of the study who leads the cancer immunology program at the Gene Lay Institute at Brigham and Women's Hospital in Boston, told Business Insider. "Is it the same colon cancer but just happening in younger people, or is there something different about it?"

As a result, the study was able to map out gradual, subtle differences in colorectal cancer tumors correlated with age. While the researchers couldn't pinpoint exactly why tumors in younger people look different, Anderson said the study is an exciting starting point for further research.

"There's a lot of interest in lifestyle factors and environmental exposures as potential contributors; however, nothing specific has been pinned down," Anderson said. "What we did is take a rather simple but comprehensive approach just to try to understand the disease itself."

Younger patients' tumors had a different cellular makeup

Fibroblasts
Fibroblasts are types of stromal cells that can create a "shield" around tumors and make them harder to treat. They were more prevalent in younger patients.

wildpixel/Getty Images

The study's researchers couldn't definitely state that colon cancer in younger patients is always more aggressive — that would require more study.

However, what they did find was that younger patients "generally have more aggressive disease and they are generally more resistant to the standard of care therapies, which is mostly chemotherapy," Anderson said.

Tumors in younger patients generally had a higher presence of supporting and connecting cells known as stromal cells. Stromal cells, such as fibroblasts, can produce factors that suppress the immune response, making it harder for chemotherapy drugs to work. "They essentially can form a shield that protects the tumor from infiltration," Anderson said.

The study found that the presence of stromal cells generally declined from younger to older patients, and the youngest patients tended to have the highest number of stromal cells in proportion to cancer cells.

The reverse was true for the oldest patients, who generally had the fewest stromal cells and the highest numbers of cancer cells.

Researchers narrowed down where to look for answers

Single strand ribonucleic acid, RNA research and therapy
Not enough research has been done on long non-coding RNAs, which had higher levels of activity in younger colon cancer patients.

InnerVerse/Getty Images

Younger patients also had higher activity of long non-coding RNAs (lncRNAs), which are associated with cellular signaling in cancer. The study also found gene activity in younger patients that suggested stronger signaling between cells — potentially helping cancer cells move and invade nearby tissue.

The problem is, lncRNAs are still a fairly recent discovery; they only became linked to cancer research in the late 2000s, with some poorly understood ones referred to as "dark RNAs." "A lot of them have just not been researched, and that's why they're called 'dark RNAs' — it's a big mystery," Anderson said.

For that reason, she said it was the finding she considered most promising. "There's a world of biology to be discovered there — we know where to focus our research efforts," she said.

Anderson, an immunologist, also hopes to explore the presence of immune cells in younger colon cancer cases, as immune cells are involved in killing cancer cells but were "under-captured" in this study, she said. "There are many types of immune cells," she said. "Are there different subsets that are more present in the young tumors or absent in the young tumors versus the older tumors?"

Reduce your risk with these simple habits

Fit female jogger running outdoors surrounded by greenery.
Regular exercise can reduce your risk of developing colon cancer.

ArtistGNDphotography/Getty Images

While the study doesn't present any immediate new takeaways for young people concerned about colon cancer, Anderson suggested following existing guidance for lowering your risk.

She noted that the recommended screening age for most people was lowered from 50 to 45 a few years ago, but that it's wise to see a doctor sooner if you experience common colon cancer symptoms like rectal bleeding, abdominal pain, bloating, or changes in bowel movements.

If you're "extra cautious," she said, it's never a bad idea to stay active and cut down on inflammatory foods such as ultraprocessed snacks and alcohol.

Read the original article on Business Insider

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Bárbaros y groseros: así veían los japoneses a los españoles del siglo de oro

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Japón, en el siglo XVI, estaba más cerca del territorio español de lo que podríamos suponer a primera vista. Sus piratas protagonizaban incursiones en Filipinas, un archipiélago que por entonces se hallaba bajo dominio hispano. Pero, por otra parte, las dos potencias también se relacionaban en términos diplomáticos. Basta con recordar la embajada nipona que llegó a Sevilla en tiempos de Felipe III. Todavía quedan descendientes de aquellos representantes del imperio del Sol Naciente.

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Confirman la muerte de Antonio Vázquez, hermano de Curro Vázquez y apoderado de Pablo Aguado, en el accidente ferroviario de Urda

"Toca volver a empezar", decía ayer su vástago acompañado de su tío Curro Vázquez tras una noticia errónea sobre su aparición en el Hospital de Toledo Leer

"Toca volver a empezar", decía ayer su vástago acompañado de su tío Curro Vázquez tras una noticia errónea sobre su aparición en el Hospital de Toledo
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Análise: “Vizinhos” esperam papel propositivo do Lula 4 na política externa

No quarto mandato do presidente Lula (PT), os aliados do Brasil na América Latina parecem exigir uma postura diferente por parte do petista.

Lula tem um histórico, vindo desde 2002 quando, ao tomar o poder, teve de enfrentar uma agenda nova: a da integração regional das Américas, a partir de uma relação aprofundada com os Estados Unidos e com as 34 democracias do continente; além da cristalização da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas).

Mas o governo petista, na época, escolheu a política externa como um lugar para uma pauta ideológica. Com isso, o bloco comercial não foi para frente, o Brasil passou a antagonizar posturas com os americanos e dificultou-se a possibilidade de maior dinamismo das economias do hemisfério.

Esses aspectos parecem ser águas passadas. Estamos em um novo mundo, 24 anos depois. Agora, a China passa a ser um ator mais do que relevante: é essencial para o Brasil. É o principal mercado para as exportações brasileiras, um grande fornecedor de bens industriais e de insumos ao agro.

Já os Estados Unidos querem ser, declaradamente, a potência do hemisfério – por acreditarem que a região faz parte de uma zona de influência e dominação americana.

Ainda há pouca clareza sobre como será conduzida a política externa de um Lula 4. Contudo, o mais interessante foi a reação dos países vizinhos, especialmente sul-americanos, que têm governos de direita e guardavam até mesmo uma expectativa de uma mudança no Brasil.

Ao perceberem a vitória do presidente Lula, se apressaram em parabenizar o petista, em estabelecer diálogo e estimular os brasileiros a assumirem um papel mais ativo localmente.

Colômbia, Paraguai, Bolívia e Peru – com exceção da Argentina, que ainda está reticente – reconheceram as eleições e felicitaram o petista. Mas, especialmente, quase pediram ao Brasil implicitamente, sutilmente, para que assuma um papel mais propositivo na região.

Isso ocorreria por duas razões: uma é a decorrência natural do Brasil ser o maior país, a maior economia regional – logo, o maior influenciador do que se faça regionalmente. A segunda vem pela necessidade de um espécie de contrapeso, um balanceamento, frente a agenda de Donald Trump.

O novo governo Lula vai abraçar essa oportunidade? Ela está pronta, fácil. Basta ter alguma pauta que diga respeito a todos os nossos vizinhos, mirando um caminho promissor para as relações internacionais e ao novo Planalto.

*Alberto Pfeifer é coordenador-geral do grupo de Defesa, Segurança e Inteligência da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisador de Geopolítica do Insper Agro Global. Foi diretor de Projetos Especiais e de Assuntos Internacionais Estratégicos da Presidência da República. Este texto foi transcrito em primeira pessoa de análise em vídeo para o WW.

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CPI a Neves não ouve Marcelo, mas chama Costa e Montenegro

Comissão aprovou ainda audições de André Ventura e António Costa. Trabalhos suspensos até 26 de novembro por causa do debate do OE2027.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

Dezenas de nomes foram propostos para audição a ser votados individualmente, por falta de consenso entre os grupos parlamentares
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CPI à PJ suspensa durante debate do OE2027

Proposta foi aprovada na reunião desta terça-feira da CPI, com os votos contra do Chega e da IL. Trabalhos ficam suspensos entre 28 de outubro e 26 de novembro, após a votação final do OE2027.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

André Ventura, que irá presidir a CPI, já tinha manifestado anteriormente a sua posição favorável a que os trabalhos não fossem interrompidos
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Até quando vai continuar o silêncio de António José Seguro?

O Presidente desapareceu do mapa e o seu silêncio incomoda tudo e todos. Já a CPI a Luís Neves parece não ter fim à vista com metade de Portugal chamado a depor e o noivado falhado entre Galp e Moeve.

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171 novas vagas em centros temporários para estrangeiros

Luís Neves inaugurou nova ala modular no Centro de Instalação Temporária da Unidade Habitacional de Santo António, num investimento de cerca de um milhão de euros.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

"Estes números são relevantes perante a mudança na política migratória europeia a que aderimos.", disse o ministro da Administração Interna
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Drones keep sinking ships off Romania and Bulgaria—French and US patrol planes are watching

The Togo-flagged cargo ship Alfa Watan

French and US maritime patrol planes are watching the western Black Sea, where drones keep hitting merchant ships, Romanian outlet Curs de Guvernare reported on 19 October, citing flight-tracking data. Romania blames Russia for the attacks, while Bulgaria says it cannot prove who launched them.

Ukraine’s three small Danube ports have kept its grain exports from collapsing further, and Russia has pounded those ports since the summer. The ships serving them are now being hit in the economic zones of two NATO members. Many were anchored near or heading to the Sulina Canal, which links the Danube to the sea. That puts the allied patrols over these waters in the middle of the fight over Ukraine’s grain trade.

Black Sea grain war between Ukraine and Russia escalates
Map: Euromaidan Press

Two patrol planes over the western Black Sea

A French Navy Atlantique 2 maritime patrol plane arrived in Constanța, Romania’s main Black Sea port, on the evening of 18 October, Curs de Guvernare said. On 24 October, French Foreign Minister Jean-Noël Barrot said in the Bulgarian port of Varna that a French patrol plane had been operating in the area under NATO for two weeks and had contributed to rescue operations.

two tankers burn off romania’s sulina bulgaria says lacks proof russia behind black sea ship attacks · post burned superstructure tanker wine trader seen rescue helicopter 15 2026 romanian interior
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Two tankers burn off Romania’s Sulina as Bulgaria says it lacks proof Russia is behind the Black Sea ship attacks

Meanwhile, a US Navy P-8A Poseidon flew into Varna from Sicily on 18 October, AFP reported, citing flight-tracking data. Two days later, Bulgarian Prime Minister Rumen Radev said it had begun reconnaissance patrols after Sofia asked allies for help, and that some allies had responded quickly. Bulgarian Defense Minister Dimitar Stoyanov called the deployment a joint decision of Bulgaria and NATO. He said the plane cannot strike targets and passes its data to NATO, Anadolu Agency reported.

NATO promises more

On 20 October, NATO’s North Atlantic Council met at Romania’s request. Afterward, the alliance said it would send more maritime patrol aircraft, radar systems, and drones to the Black Sea. NATO military spokesman Col. Martin O’Donnell added that allies have sent or will send intelligence personnel and explosives-forensics teams. NATO itself has not attributed the attacks to any country.

Romania names Russia, Bulgaria hedges

Romania has been blunter. On 15 October, after four merchant ships were hit within a day, acting Foreign Minister Oana Țoiu wrote on X that “Russia bears full responsibility for these developments.” On 17 October, Romanian F-16s shot down two jet-powered Russian Geran drones near Sulina, Romania’s Defense Ministry said.

Unitățile aeriene și navale ale Gărzii de Coastă (GdC/MAI) și ale Inspectoratului General pentru Situații de Urgență (IGSU/MAI) sunt implicate activ în operațiunile de căutare și salvare, în vederea găsirii membrilor dați dispăruți ai echipajului navei care a fost atacată în…

— Toiu Oana (@oana_toiu) October 15, 2026

On 23 October, a drone sank the cargo ship Khoryv off Constanța, killing a Ukrainian sailor, and President Nicușor Dan blamed Russia too. “It is part of Russia’s escalation process in its war in Ukraine,” Dan said.

Bulgaria is more cautious. Radev told parliament on 14 October that the attacks worked in Russia’s favor but that Sofia could not prove it. Since taking office in May, he has sought a thaw in ties with Moscow.

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14h. MAI recusar dar "cheques em branco" às manifestações

Ministério afirma que a instalação permanente de tendas leva a ausência de segurança e higiene. Ainda, Sebastião Bugalho acusa líder do PS de ser "oportunista" e "irresponsável".

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MAI recusa “cheques em branco” a manifestações com tendas

Renata Cambra apresentou pedido de intimação no Tribunal Administrativo, para impedir PSP de travar tendas na Praça D. Pedro IV. MAI sugere que isso levaria a cenário de risco e ausência de controlo.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

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