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TAP lança rota direta entre Lisboa e Reiquiavique no verão de 2027

A TAP Air Portugal vai passar a ligar Lisboa a Reiquiavique, na Islândia, a partir de 1 de abril de 2027, com uma operação sazonal de três voos semanais que decorrerá até outubro, reforçando a sua rede de destinos no Norte da Europa.

Segundo a companhia aérea, a nova rota será operada às terças, quintas e sábados, com partida do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, às 21h05 e chegada ao Aeroporto Internacional de Keflavík às 00h55 do dia seguinte.

No sentido inverso, os voos partirão de Reiquiavique às quartas, sextas e domingos, às 01h45, aterrando em Lisboa às 07h25.

Com esta nova ligação, a TAP pretende reforçar a conectividade entre Portugal e a Islândia, oferecendo uma ligação direta entre os dois países e facilitando, através do seu ‘hub’ de Lisboa, o acesso dos passageiros islandeses à restante rede de destinos da companhia.

A transportadora considera que a nova operação cria novas oportunidades de viagem nos dois sentidos, aproximando mercados turísticos com características distintas.

A Islândia é atualmente um dos destinos turísticos mais procurados da Europa, destacando-se pelas suas paisagens vulcânicas, cascatas, glaciares, geiseres e zonas geotérmicas.

Entre os principais pontos de interesse figuram o chamado Círculo Dourado, que inclui o Parque Nacional de Thingvellir, a cascata de Gullfoss e a área geotérmica de Geysir, bem como a costa sul da ilha.

Os bilhetes para a nova rota já se encontram disponíveis, com tarifas de ida e volta a partir de 349 euros, incluindo taxas, segundo a companhia.

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Economia. Orçamento aprovado, orçamento alterado?

O orçamento, como se esperava, foi aprovado na generalidade. Agora passa para a especialidade. PS já prometeu alterações. A semana foi marcada pelo fim do negócio da Galp com a Moeve.

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Telefonemas de Merz para Lisboa decisivos na venda da TAP. “Apoiou-nos muito”, diz CEO da Lufthansa


Num negócio como a privatização da TAP, que envolve a venda de uma participação do Estado, é habitual os governos colocarem o seu peso institucional ao lado dos campeões nacionais que concorrem à operação. O CEO da Lufthansa afirmou, em entrevista à revista Der Spiegel, que a intervenção de Friedrich Merz foi muito importante para que o grupo alemão batesse a Air France-KLM.

“Na TAP, o chanceler apoiou-nos muito. Sem os seus telefonemas para Lisboa, teria sido consideravelmente mais difícil vencer os franceses, que também tinham o apoio do seu Governo”, disse o CEO da Lufthansa, Carsten Sphor, segundo excertos da entrevista publicados em sites especializados.

Friedrich Merz chegou a defender publicamente, em maio, durante um encontro com Luís Montenegro em Berlim, o interesse da Lufthansa na TAP. “Vejo grandes oportunidades para ambas as partes, por exemplo também através de uma cooperação entre a Lufthansa e a TAP”, disse na altura.

A Lufthansa venceu a privatização com uma proposta de 1.025 milhões por 44,9% da TAP, a que acrescerão 118 milhões de euros referentes à oferta de 5% aos trabalhadores, se estes não subscreverem os títulos. Acrescem ainda 58 milhões relativos ao valor a pagar pela venda da Cateringpor e da SPdH, e um mecanismo de ajuste temporal à evolução dos resultados da empresa.

Analistas e o sindicato dos pilotos alemães consideraram o preço elevado. Uma avaliação rejeitada por Carsten Sphor. “Pelo preço de apenas algumas aeronaves de longo curso, ganhamos acesso a 100 aviões modernos da TAP e subimos da sexta para a primeira posição entre a Europa e a América Latina”, disse o gestor. “Uma oportunidade como esta não se repetirá.”

O CEO do Lufthansa Group voltou também a mostrar interesse numa privatização a 100% da TAP. “As sinergias plenas só se materializam com a propriedade de 100%. Isso faz parte do nosso modelo de negócios e não fazemos segredo disso”, apontou Spohr. “No entanto, também poderíamos ter sucesso com uma participação menor”, acrescentou.

O grupo apresentou uma proposta não-vinculativa para adquirir os restantes 50,1% da TAP. O vencedor da privatização propõe pagar 863 milhões de euros pelas ações e oferece uma participação de 5% no grupo Lufthansa, avaliada em 488 milhões de euros, a realizar através de emissão de novas ações. O Estado português tornar-se-ia o segundo maior acionista de referência, atrás da fundação Kühne, que controla 20%.

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“TAP mais competitiva pode reforçar turismo, exportações e atração de investimento estrangeiro”, destaca especialista

A entrada do grupo Lufhtansa como acionista da TAP pode tornar a companhia aérea mais competitiva no mercado e com isso reforçar o turismo, as exportações e a atração de investimento estrangeiro para Portugal. Em entrevista ao Jornal Económico (JE), Lúcia Piedade, professora e coordenadora da licenciatura de gestão aeronáutica do Instituto Superior de Educação e Ciências de Lisboa, diz que é preciso garantir que a entrada do grupo alemão não retira à TAP a capacidade de desenvolver uma estratégia própria.

A docente considera que esses benefícios económicos não decorrem automaticamente da venda de uma participação na TAP e que vão dependentes dos investimentos realizados, do emprego criado e da forma como a companhia continuar a contribuir para a economia nacional e reitera que Lisboa deverá continuar a afirmar-se como um hub internacional relevante, e não apenas como um ponto complementar da Lufthansa.

Como poderá o atual cenário de inflação e aumento dos custos afetar a TAP nos próximos anos?

O que me parece é que não podemos ver, no atual contexto, a inflação apenas como uma ameaça, mas também como um teste à capacidade de transformação da TAP.

É uma questão relevante para o seu futuro, isto porque as companhias aéreas estão a enfrentar uma combinação de fatores. Desde logo, o aumento dos custos de combustível, mas também a pressão sobre os salários e outros custos operacionais. E depois, pois há a necessidade de investimento na renovação das frotas, em simultâneo com uma maior dificuldade em repercutir integralmente esses aumentos no preço dos bilhetes.

O problema é que a aviação tem uma estrutura de custos muito sensível à evolução dos preços da energia e, no caso da TAP, isto já se refletiu nos resultados de 2026. Se os custos crescerem mais rapidamente do que as receitas, as margens da companhia ficam comprimidas. E numa indústria caracterizada por elevados custos fixos e margens relativamente reduzidas, esta pressão pode limitar a capacidade de investimento e condicionar os planos de expansão.

Convém ainda perceber como a inflação pode ter efeito do lado da procura. Se o aumento dos preços da energia se traduzir numa inflação persistente, reduzindo o poder de compra, os consumidores poderão começar a adiar viagens, a reduzir a frequência das deslocações ou optar por soluções mais económicas. É por isso que o cenário se torna difícil, ou seja, custos elevados provocam abrandamento na procura. É evidente que a TAP pode aumentar os preços para compensar parte do aumento dos custos, mas não pode fazê-lo indefinidamente sem correr o risco de perder competitividade ou reduzir a procura.

Com a entrada da Lufthansa, não é apenas a capacidade de aportar capital que é reforçada. Assiste-se, também, à possibilidade de gerar economias de escala, para além de otimizar aspetos decorrentes das compras, da manutenção ou gestão de frota. Ora, provocar ganhos de eficiência pode contribuir para absorver a pressão inflacionista. E crescer num contexto de custos elevados pode ser uma oportunidade, mas também pode aumentar a exposição financeira se a procura não acompanhar esse crescimento.

Como é que a Lufthansa pode ajudar a TAP?

A entrada da Lufthansa pode representar uma oportunidade para a TAP reforçar a sua competitividade, modernizar a operação e consolidar a sua posição no mercado internacional. O principal benefício não será apenas o acesso a capital, mas a possibilidade de integrar uma companhia aérea portuguesa num Grupo com dimensão, experiência operacional e uma rede internacional muito abrangente.

A Lufthansa poderá contribuir para melhorar a eficiência operacional e reduzir custos. A aquisição conjunta de equipamentos e serviços, a partilha de conhecimentos técnicos, a otimização da manutenção e a utilização de ferramentas avançadas de planeamento poderão gerar economias de escala. Numa indústria com margens reduzidas e custos elevados, estas melhorias podem ser determinantes para a sustentabilidade financeira da TAP.

Expandir a rede de destinos e aumentar a conectividade será um dos grandes beneficios da TAP. Isto, porque a articulação entre a rede TAP e o Grupo Lufthansa poderá facilitar ligações entre voos, aumentar a captação de passageiros e tornar mais competitivas determinadas rotas. A TAP dispõe de uma vantagem estratégica nos mercados do Brasil, da América do Sul e dos países africanos de língua oficial portuguesa, que poderá complementar a rede europeia do Grupo alemão e, por conseguinte, reforçar a conectividade internacional da companhia portuguesa.

A cooperação com empresas do Grupo poderá proporcionar acesso a conhecimento especializado em engenharia, segurança operacional, gestão de receitas, sustentabilidade e inovação tecnológica, o que irá possibilitar o desenvolvimento da frota, melhorar os serviços digitais, reforçar a manutenção aeronáutica e investir na formação de profissionais.

É fundamental ter em conta que a integração não retire à TAP a sua capacidade de desenvolver uma estratégia própria. Isto, porque Lisboa deverá continuar a afirmar-se como um hub internacional relevante, e não apenas como um ponto complementar da rede Lufthansa, tendo sempre presente a necessidade de preservar as ligações estratégicas para Portugal e garantir que os benefícios da integração chegam efetivamente à companhia portuguesa.

A Lufthansa poderá ajudar a TAP a ganhar escala, eficiência e capacidade de investimento, o seu sucesso vai depender da concretização dos compromissos assumidos e da capacidade de conciliar a estratégia do Grupo com os interesses económicos e estratégicos de Portugal.

O que ganha o país com o negócio?

Portugal poderá obter benefícios financeiros, económicos, industriais e estratégicos. No entanto, esses benefícios não decorrem automaticamente da venda de uma participação na TAP, dependerão dos investimentos realizados, do emprego criado e da forma como a companhia continuar a contribuir para a economia nacional.

A entrada de um parceiro estratégico com capacidade para apoiar o desenvolvimento da TAP e reduzir a exposição futura do Estado aos riscos financeiros da companhia é um beneficio. A proposta anunciada representa também uma receita potencial para o Estado, embora seja importante distinguir o valor da venda das ações, por um lado, dos investimentos novos que venham a ser realizados em Portugal, por outro.

No campo económico, ter uma TAP mais competitiva no mercado poderá contribuir para reforçar o turismo, as exportações e a atração de investimento estrangeiro. Como é óbvio, a melhoria das ligações internacionais facilita a deslocação de turistas, empresários, investigadores e estudantes, beneficiando, não apenas o setor da aviação, mas também a hotelaria, a restauração, os serviços e as empresas exportadoras. Com isso, torna-se relevante para o reforço da posição internacional de Portugal.

Face ao exposto, iremos assistir à estimulação de emprego qualificado que será concretizada pela expansão da atividade aeronáutica, podendo gerar oportunidades para pilotos, engenheiros, técnicos de manutenção, especialistas em segurança, profissionais de operações aeroportuárias e especialistas em inteligência artificial, análise de dados e cibersegurança.

O desenvolvimento de atividades de formação, manutenção e inovação poderá ainda contribuir para consolidar uma cadeia de valor aeronáutica nacional e melhorar a capacidade de Portugal competir no mercado europeu da aviação. No entanto, é preciso ter em conta que existem riscos, nomeadamente, de carácter de decisão sobre rotas, frotas e investimentos.

Para Portugal, o maior ganho será transformar a operação numa fonte de crescimento económico sustentável, com investimento efetivo, emprego qualificado, maior conectividade e desenvolvimento.

Como pode influenciar as infraestruturas que estão previstas para Portugal?

A entrada da Lufthansa poderá funcionar como um catalisador para a modernização das infraestruturas aeronáuticas portuguesas. Uma companhia aérea que pretenda expandir a frota e aumentar a sua atividade necessita de aeroportos com capacidade suficiente, acessibilidades eficientes, instalações de manutenção e centros de formação adequados. Logo, e pensando de forma otimista, a entrada da Lufthansa poderá reforçar a necessidade de acelerar o planeamento e o desenvolvimento das infraestruturas aeronáuticas portuguesas.

Com a previsão de crescimento da TAP, é lógico que irá aumentar a pressão sobre a capacidade aeroportuária e o reforço dos argumentos económicos a favor da necessidade de uma infraestrutura de maior dimensão. Temos obrigatóriamente de ter um aeroporto com capacidade adequada, permitindo desenvolver o hub de Lisboa, melhorando as ligações entre voos e apoiando a expansão das rotas transatlânticas e europeias.

Mas, até à entrada em funcionamento de uma nova infraestrutura, a capacidade do aeroporto Humberto Delgado continuará a ser uma questão fulcral . A necessidade de gerir o aumento do tráfego poderá justificar investimentos na sua eficiência. Logo, o objetivo deverá ser melhorar a capacidade e a qualidade operacional sem comprometer a segurança ou aumentar excessivamente o congestionamento.

Além dos aeroportos, merecem destaque os investimentos anunciados na formação, na manutenção e na inovação. O centro de inovação anunciado para Aveiro poderá favorecer a colaboração entre empresas e instituições de ensino superior, enquanto a atividade da Lufthansa Technik em Santa Maria da Feira poderá reforçar a manutenção e a engenharia aeronáutica em Portugal.

A localização, o financiamento e a construção de aeroportos dependem de decisões governamentais, avaliações ambientais, planeamento territorial e procedimentos legais. Daí que convém sublinhar que a Lufthansa pode influenciar as decisões de investimento, mas não decide infraestruturas públicas. Por isso, é importante que Portugal aproveite esta parceria para promover uma estratégia integrada que articule aviação, aeroportos, ferrovia, rodovia, ensino superior, investigação aplicada e indústria, construindo um ecossistema aeroportuário competitivo, sustentável e equilibrado, capaz de apoiar o crescimento da TAP e, simultaneamente, servir os interesses económicos e sociais de todo o país.

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“Está tudo bem, piloto?”. Erro em voo da TAP alerta controlador

Piloto virou para o lado errado ao descolar de Los Angeles com destino a Lisboa. “Já disse que está tudo bem”, respondeu o piloto. Um avião da TAP desviou-se da rota prevista após descolar do Aeroporto Internacional de Los Angeles, nos Estados Unidos, e acabou na trajetória de outra pista, protagonizando um momento insólito gravado em áudio. A companhia garante que a segurança do voo nunca esteve em causa e explica que o incidente aconteceu na terça-feira passada, quando um Airbus A330 iniciava a viagem de regresso a Lisboa. Depois de descolar da pista 24L, o avião deveria ter seguido

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Dal Tap alle terre rare, Roma e Baku rafforzano la partnership industriale

Cooperazione industriale, export rafforzato, nuove strade di investimenti e ulteriori partnership nei settori strategici, come le materie critiche. Italia e Azerbaigian viaggiano spedite verso una nuova stagione di relazioni, fondate su business, cultura e geopolitica, in vista del Business Forum di Baku. Gli ultimi accordi siglati a Roma alla presenza di istituzioni e imprese raccontano tutta la bontà dell’iniziativa “Italy-Azerbaijan: Strengthening Economic and Industrial Cooperation”, organizzata da Confindustria, in collaborazione con il ministero delle Imprese e del Made in Italy, il ministero degli Affari Esteri e della Cooperazione Internazionale e il ministero dell’Economia della Repubblica dell’Azerbaigian.

Gli accordi

La presenza del ministro dell’Economia azero Mikayil Jabbarov, in visita in Italia, racconta i concreti passi in avanti nel rafforzamento delle relazioni bilaterali, anche in vista del Business Forum Italia-Azerbaigian, in programma a Baku entro la fine dell’anno. Primo punto affrontato le prospettive di collaborazione tra i sistemi produttivi dei due Paesi in settori nevralgici, come energia, materie prime critiche, industria mineraria e metallurgica, intelligenza artificiale, infrastrutture digitali. Dal momento che l’Italia è il primo mercato di destinazione delle esportazioni azere, con un interscambio bilaterale che nel 2025 ha raggiunto gli 8 miliardi di euro, ecco che il futuro delle relazioni tra i due Paesi può essere costruito su una base già ampiamente solida, che è cartina di tornasole per individuare nuove partnership.

Come è noto, la cooperazione energetica è stato uno dei pilastri del partenariato bilaterale, grazie al gasdotto TAP, che ha permesso di inviare in Italia quasi 48 miliardi di metri cubi di gas tra il 2021 e il 2025. Si tratta di un’infrastruttura decisamente strategica per la diversificazione degli approvvigionamenti energetici italiani ed europei, per cui Baku e Roma intendono mettere a frutto questa buona relazione al fine di lavorare per nuove filiere industriali e tecnologiche. L’incontro, aperto dal vicepresidente di Confindustria per l’Energia, Aurelio Regina, ha approfondito le opportunità di cooperazione tra i due Paesi. Le imprese azere hanno presentato progetti e possibili ambiti di collaborazione, seguiti da incontri B2B con le aziende italiane.

Le voci

“Il partenariato strategico tra Italia e Azerbaigian si rafforza con una nuova prospettiva: affiancare alla consolidata collaborazione energetica tra i nostri Paesi nuovi investimenti azeri nel nostro sistema produttivo”, ha affermato il ministro delle Imprese e del Made in Italy, Adolfo Urso. “Vogliamo costruire con l’Azerbaigian una partnership tecnologica e industriale che valorizzi le eccellenze italiane nei settori più innovativi, dall’intelligenza artificiale applicata ai processi produttivi, fino alla robotica avanzata. La dichiarazione congiunta sulle materie prime critiche firmata oggi va in questa direzione: unire risorse azere e competenze italiane per diversificare gli approvvigionamenti e promuovere investimenti lungo l’intera filiera, anche con il possibile sostegno del Fondo Nazionale del Made in Italy”, ha aggiunto. “L’Azerbaigian può essere un partner importante anche per il progetto di deposito strategico di materie prime critiche che l’Italia si candida a realizzare a Porto Marghera: un primo sito pilota europeo per proteggere le industrie italiane ed europee dagli shock nelle forniture e rafforzare la nostra autonomia strategica”.

“La cooperazione energetica è un pilastro delle relazioni tra Italia e Azerbaigian, ma oggi abbiamo l’opportunità di rafforzare e ampliare questa partnership a nuovi settori strategici, dalle materie prime critiche alla metallurgia, dall’intelligenza artificiale alle tecnologie digitali. Il nostro export verso l’Azerbaigian ha raggiunto i 432 milioni di euro nel 2025, ma possiamo fare molto di più: secondo le stime del nostro Centro Studi esiste un potenziale aggiuntivo di oltre 110 milioni di euro”, ha dichiarato il Presidente di Confindustria Emanuele Orsini. “L’obiettivo è trasformare queste opportunità in progetti industriali, investimenti e collaborazioni di lungo periodo, valorizzando le competenze e le tecnologie delle nostre imprese e contribuendo alla diversificazione produttiva dell’Azerbaigian. Confindustria è pronta a sostenere questo percorso e a favorire nuove sinergie tra i due sistemi produttivi, anche in vista del prossimo Business Forum di Baku”.

“L’Azerbaigian è un partner strategico per l’Italia, sia sul piano economico che su quello politico e vogliamo rafforzare ulteriormente le opportunità di cooperazione industriale, anche nel settore delle materie prime critiche. La Dichiarazione congiunta sulla cooperazione strategica offrirà una cornice per integrare le competenze italiane con il potenziale minerario azero, lungo l’intera filiera, dall’estrazione alla trasformazione e al riciclo”, ha detto il ministro degli Esteri Antonio Tajani.

Le prospettive

La capacità di intercettare le nuove rotte geopolitiche a cavallo tra Caucaso e Mare Nostrum è all’origine dell’intensificarsi delle relazioni tra Italia e Azerbaigian, convinzione che il Governo Meloni ha da subito avuta ben chiara nelle priorità internazionali. Baku rappresenta un peculiare partner che si inserisce alla perfezione nel concetto di Mediterraneo Globale, da dove Roma può tessere nuove relazioni e imprimere un’accelerazione alle proprie priorità. Se in principio il nesso era essenzialmente circoscritto al dossier energetico coagulatosi attorno al TAP, progressivamente le interlocuzioni del viceministro degli Esteri Edmondo Cirielli e di quello delle Imprese e del Made in Italy Urso hanno rafforzato anche le relazioni personali, oltre che di sistema tra i due Paesi. Molto lavoro negli ultimi anni si deve anche all’ambasciatore Rashad Aslanov, che ha da poco lasciato Roma per la nuova destinazione in Turchia.

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Economia. A luta pela habitação e as explicações da CGA

As manifestações com o mote principal na habitação marcaram os últimos dias em Portugal, com os políticos a atirarem culpas uns para os outros.

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João Galamba: "A prioridade é o aeroporto e não a TAP"

João Galamba defende a venda total da TAP e sustenta que a prioridade de atuação do Estado deve focar-se nos aeroportos. O antigo ministro das Infraestruturas alerta para a urgência na habitação.

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Lufthansa reuniu-se em 2025 com a Câmara de Beja

Ex-presidente da Câmara de Beja considera "importante saber quem tomou a decisão de Tancos em "desfavor" de Beja e com que argumentos". Em 2025, Beja era local de preferência para a escola de pilotos.

© NUNO VEIGA/LUSA

O ex-autarca reconhece que não são permitidas escolas de pilotagem na Base Aérea n.º 11, Beja
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TAP. Chega quer Escola de pilotos em Tancos

O projeto representa uma oportunidade de revitalização económica, criação de emprego qualificado, atração de investimento e fixação de população, num concelho que sofreu efeitos de reorganização.

© PAULO NOVAIS/LUSA

A vereadora do Chega na Câmara de Vila Nova da Barquinha adverte, no entanto, que estas oportunidades "não estão garantidas" e exigem planeamento, viabilidade económica, articulação institucional
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A privatização da TAP vem com aeroporto na mala?

A venda de metade da companhia aérea traz na bagagem a promessa de uma nova pista. Ainda, a acumulação de detritos nas ruas serve de pretexto para apontar o dedo ao sistema Volta.

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Lufthansa paga sinal de até 30 milhões pela privatização

Valor resulta de um despacho publicado em julho, que fixou a prestação pecuniária inicial em 2,5% do montante oferecido pelas ações a adquirir no âmbito da venda direta de referência.

© MÁRIO CRUZ/EPA

Conclusão da operação está prevista até ao início de 2028
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