Sindicato nega participação na retenção de ônibus em Salvador



O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou que o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e a Procuradoria Eleitoral se manifestassem, em até 30 minutos, sobre falhas no transporte público de eleitores durante o segundo turno das eleições neste domingo (25).
A determinação ocorreu após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pedir que a votação não fosse encerrada às 17h em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas. Os três municípios baianos registraram relatos de redução ou ausência de ônibus em circulação.
O documento assinado pelo presidente do TSE entrou no sistema do tribunal às 16h06. Às 16h25, foi publicada a intimação que formalizou o prazo para manifestação da Procuradoria Eleitoral. Até a última atualização das informações disponíveis, não havia resposta dos órgãos na consulta pública dos processos.
Em decisão separada, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prorrogação da votação até as 19h em todo o país.
No pedido encaminhado ao TSE, a federação formada por PT, PCdoB e PV afirmou que o transporte coletivo nos três municípios baianos havia sido “suprimido ou drasticamente reduzido”. A representação mencionou ônibus fora de circulação, terminais e pontos lotados e longos períodos de espera, apesar de anúncios de operação com frota de dia útil e gratuidade.
O caso também mobilizou o corregedor do TSE, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que determinou ao TRE-BA o envio de informações sobre as ocorrências. O tribunal regional deverá relatar a situação do transporte coletivo nas três cidades e informar se foi cumprida a decisão que ordenou o restabelecimento imediato da frota de Salvador, com frequência equivalente à dos dias úteis e gratuidade para os passageiros.
Mais cedo, o TRE-BA determinou a prisão do secretário de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, após pedido do PT relacionado à falta de ônibus na capital baiana durante a votação.
A Prefeitura de Salvador informou que Souza está em Paris, na França, em missão oficial a convite do governo francês. Segundo a administração municipal, ele retorna nesta segunda-feira (26) e vai se apresentar às autoridades para prestar esclarecimentos.
O Ministério da Justiça identificou falhas na oferta de transporte para eleitores em oito estados durante o segundo turno. Além da Bahia, o levantamento inclui São Paulo, Piauí, Sergipe, Pará, Alagoas, Rio de Janeiro e Paraíba.
As informações foram reunidas pelo setor de inteligência do ministério com base em dados de órgãos públicos locais, como Ministério Público Eleitoral, agências reguladoras estaduais e gestores do transporte.
A disponibilidade de transporte público ganhou relevância na disputa eleitoral diante da preocupação das campanhas com a participação dos eleitores. A equipe de Lula pediu a ampliação do horário de votação para permitir que pessoas afetadas pelos problemas de deslocamento tivessem mais tempo para chegar às seções eleitorais.
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Em nota, a secretaria detalhou que, das cinco garagens onde foram localizados veículos parados, duas estão localizadas na Barros Reis e três, no Subúrbio.
Ainda de acordo com o comunicado, na garagem da empresa OT Trans G3, no bairro Campinas de Pirajá, foram localizados 118 veículos no pátio. Na Integra Plataforma Barros Reis (G7), há 55 veículos parados. Na Integra Plataforma Suburbana, são 142. Na OT Trans, na estrada Velha de Campinas de Pirajá, há 174 carros no pátio.
“A fiscalização segue em outras garagens da capital”, concluiu a secretaria.
Diante do cenário, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento imediato da frota integral do transporte público de Salvador, operando com frequência equivalente à de dias úteis e mantida a gratuidade integral aos passageiros.
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), Maurício Kertzman Szporer, determinou ainda, à Superintendência Regional da Polícia Federal (PF), que prenda o secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza.
Após a decisão, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), disse, em seu perfil na rede social X, ter colocado a Polícia Militar e a Secretaria da Segurança Pública à disposição para identificar policiais com habilitação categoria D, aptos a dirigir os ônibus, caso necessário.
Já a prefeitura de Salvador informou, em nota, ter determinado que todos os ônibus fossem liberados das garagens, ainda que estivessem com adesivação considerada como propaganda irregular, facilitando a locomoção de eleitores neste domingo.
Desde a manhã deste domingo, eleitores relatam dificuldades para chegar aos locais de votação em Salvador e se queixam sobre demora e problemas na circulação de ônibus durante o segundo turno das eleições.
De acordo com o governo baiano, fiscais encontraram ônibus aptos para operação que permaneciam nas garagens durante a vistoria realizada no dia da votação.
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“Estamos entrando com o pedido na Suprema Corte Eleitoral para que ela possa prorrogar o processo eleitoral para que as pessoas que foram proibidas de votar por sacanagem de prefeito compareçam para votar”, disse o candidato do PT na tarde deste domingo (25).
“Depois das eleições, o próximo passo é pedir a prisão desses prefeitos por crime eleitoral”, disse. “Ninguém pode desistir de votar porque um empresário sacana ou algum prefeito mau caráter, bandido, tentou evitar que o povo votasse. Quero pedir que o povo não desista de votar”, acrescentou.
O candidato do PT também afirmou ter recebido informações de problemas semelhantes nas cidades de Petrópolis (RJ), Teresina (PI), Lauro de Freitas (BA), Recife (PE), Maceió (AL) e João Pessoa (PB).
Na capital baiana, eleitores relataram dificuldades para chegar aos locais de votação em meio a queixas sobre demora e problemas na circulação de ônibus durante o segundo turno das eleições.
De acordo com o governo do estado, fiscais encontraram ônibus aptos para operação que permaneciam nas garagens durante a vistoria realizada no dia da votação.
Já o secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH), Felipe Freitas, afirmou ter recebido do sindicato dos trabalhadores do transporte a informação de que motoristas não teriam sido convocados para operar toda a frota.
Diante disso, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento imediato da frota integral do transporte público de Salvador.
Em São Paulo, o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores enviou uma notificação ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) informando que há problemas na circulação da frota de ônibus. Segundo o presidente estadual do partido, Kiko Celeguim, 60% da frota está em operação, quando deveria ser 100%.
A prefeitura de São Paulo informou que recebeu uma notificação do TRE ainda no sábado (24) a respeito do funcionamento da frota de ônibus. O órgão municipal relatou dificuldades na ampliação da frota “em prazo tão reduzido”, o que teria gerado alguns “desafios”, como a “readequação das escalas de trabalho e rotinas previamente estabelecidas”.
*com informações de Pedro Peduzzi e Odair Braz Junior

“É um absurdo que, em pleno dia de eleição, centenas de ônibus estejam parados nas garagens, enquanto a população enfrenta dificuldades para chegar às urnas”, disse, em seu perfil na rede social Instagram.
Diante do cenário, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento imediato da frota integral do transporte público de Salvador, operando com frequência equivalente à de dias úteis e mantida a gratuidade integral aos passageiros.
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), Maurício Kertzman Szporer, determinou ainda, à Superintendência Regional da Polícia Federal (PF), que prenda o secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza.
Após a decisão, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), disse, em seu perfil na rede social X, ter colocado a Polícia Militar e a Secretaria da Segurança Pública à disposição para identificar policiais com habilitação categoria D, aptos a dirigir os ônibus, caso se faça necessário.
Já a prefeitura de Salvador informou, em nota, ter determinado que todos os ônibus fossem liberados das garagens, ainda que estivessem com adesivação considerada como propaganda irregular, facilitando a locomoção de eleitores neste domingo.
Desde a manhã deste domingo, eleitores relatam dificuldades para chegar aos locais de votação em Salvador e se queixam sobre demora e problemas na circulação de ônibus durante o segundo turno das eleições.
De acordo com o governo baiano, fiscais encontraram ônibus aptos para operação que permaneciam nas garagens durante a vistoria realizada no dia da votação.
Neste domingo de eleições, 25 de outubro, o transporte de ônibus de Salvador entrou no centro do debate eleitoral. Começou com moradores da capital, que denunciaram nas redes sociais dificuldades para ir votar devido ao atraso ou mesmo falta dos veículos nos pontos. Depois, a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) confirmou à imprensa que, ao menos, 75 ônibus foram impedidos de sair das garagens. O motivo seriam adesivos colados nos veículos com o número do candidato à Presidência do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A situação escalou rapidamente: o presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador Mauricio Kertzman Szporer, determinou que a Polícia Federal (PF) prendesse em flagrante o secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, atualmente em Paris. A decisão, assinada às 13h15, atribui à secretaria a ordem para reduzir a frota de ônibus durante a votação e manda a prefeitura recolocar 100% dos veículos nas ruas em até uma hora, com tarifa zero, sob multa de R$ 1 milhão por hora.

O pedido partiu da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV). Às 10h30, a federação informou ao tribunal que o transporte coletivo da capital operava com redução superior a 50% em relação aos dias úteis. Entre 10h56 e 11h09, anexou vídeos e fotos de dezenas de ônibus parados em garagens durante o horário de votação, depois listou os endereços das concessionárias onde os veículos estariam retidos e pediu a prisão em flagrante dos responsáveis.
O ponto central da decisão é um termo de vistoria elaborado pelo juiz auxiliar Antônio Marcelo Oliveira Libonati na sede do BRT, na avenida Barros Reis. Segundo o documento, o magistrado encontrou “diversos veículos na garagem”, e o supervisor do local, Igor Cesar da Cruz Moraes, informou que a frota em atividade era inferior à dos dias de semana, “seguindo orientação da SEMOB”, a Secretaria Municipal de Mobilidade de Salvador. Avisado da obrigação de manter a frota de dia útil, o supervisor disse que mobilizaria motoristas, o que, segundo a decisão, não havia ocorrido até então.
“Considerando-se que a orientação para redução da frota partiu da Secretaria Municipal de Mobilidade de Salvador (SEMOB), diante das evidências da violação dos artigos 297, 304 e 347 do Código Eleitoral, determino que seja procedida a imediata prisão do seu titular”, escreveu o desembargador. Os artigos tratam de impedir ou embaraçar o exercício do voto, de sonegar meios de transporte no dia da eleição e de desobedecer a ordens da Justiça Eleitoral. O texto dá à própria decisão “força de mandado”.
O Procon-BA autuou a empresa OT Trans após encontrar 55 ônibus aptos a rodar parados no pátio. Segundo o secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, o órgão contou 252 veículos parados em três garagens da cidade.
A federação petista pretende pedir que a votação na Bahia seja estendida até as 19h — o prazo normal é às 17h. Até a publicação deste texto, não havia confirmação de que a prisão de Pablo Souza tivesse sido cumprida. A reportagem procurou o secretário, que não respondeu.
Também a Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) pediu ao TRE-BA, às 12h42, a prisão em flagrante do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil). O pedido acusa prefeitura e concessionárias de descumprir uma decisão do próprio tribunal, tomada às 11h54, que mandava colocar toda a frota nas ruas, com gratuidade, para garantir o deslocamento dos eleitores. Para os advogados, a situação configura crime eleitoral por dificultar o voto e desobedecer à Justiça Eleitoral. Eles pedem também que a multa recaia pessoalmente sobre o prefeito. O Tribunal ainda não decidiu sobre o pedido.
Segundo nota da Prefeitura de Salvador: “A Secretaria de Mobilidade (Semob) determinou que todos os ônibus fossem liberados das garagens, com a frota máxima, ainda que estivessem com adesivação considerada como propaganda irregular, facilitando a locomoção dos eleitores neste domingo (25), segundo turno das eleições. A prioridade segue sendo a circulação de veículos e o deslocamento da população. A operação já está sendo normalizada através do diálogo entre as equipes da Secretaria e representantes sindicais”.
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O prefeito de Salvador é Bruno Reis (União Brasil), reeleito em 2024 para o mandato de 2025 a 2028 e alinhado à chapa de Flávio Bolsonaro. No primeiro turno, Lula, do PT, obteve 944.358 votos (65,26%), enquanto Flávio obteve 391.188 votos (27,03%). A vitória de Lula em Salvador foi a maior porcentagem dentre todas as capitais brasileiras, sendo que a cidade é a quinta do país com maior número de eleitores.
O desembargador ampara a ordem no julgamento da ADPF 1013, em que o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional a omissão do poder público em oferecer, nos dias de eleição, transporte gratuito com frequência igual à dos dias úteis. A regra foi incorporada pela Resolução TSE n.º 23.751/2026, cujo artigo 23 prevê responsabilização penal eleitoral em caso de redução do serviço. Para o magistrado, a retenção da frota “frustra a participação eleitoral dos cidadãos soteropolitanos” e cria risco de “dano irreparável à soberania popular”.
A multa recai solidariamente sobre o município, o secretário e as empresas concessionárias. A decisão também determina que a PF fiscalize as garagens, garanta a saída imediata dos ônibus e prenda em flagrante quem impedir o cumprimento da ordem. Cópia do processo foi enviada à Procuradoria Regional Eleitoral para investigação criminal. A gratuidade e a frota completa devem ser mantidas até o fim da votação e pelo tempo necessário para que os eleitores voltem para casa.

A história começou em 13 de abril deste ano, quando a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Salvador publicou o projeto de número 28, que concedia o título de “Cidadão da Cidade de Salvador” a Flávio Bolsonaro (PL). O documento original, ao qual a Pública teve acesso, foi assinado pelo presidente da Câmara, Carlos Muniz, do PSDB.
Na justificativa do projeto, o texto afirma que a homenagem reconhece os “relevantes serviços prestados à sociedade brasileira e à sua contribuição para o fortalecimento dos valores democráticos, institucionais e sociais que refletem diretamente o desenvolvimento da cidade de Salvador”.
O projeto também traz que “ainda que sua atuação se dê em âmbito nacional, suas iniciativas legislativas e posicionamentos reverberam em todo o território brasileiro, alcançando também os cidadãos de Salvador, contribuindo para o aprimoramento de políticas públicas que impactam diretamente a capital baiana”.
No dia 28 de abril, a proposta avançou, e foi aprovada pela Comissão de Justiça da Câmara. Em 6 de maio ela foi aprovada pela Câmara. Já em 10 de junho, foi publicada no Diário Oficial.
A entrega da homenagem a Flávio Bolsonaro seria marcada mais para frente, para o dia 17 de outubro — já dentro do calendário eleitoral — o que foi denunciado por políticos da oposição como ato de campanha. Além disso, a Câmara aprovou uma transferência temporária da sede para o Farol da Barra, para que a homenagem pudesse acontecer no local junto a um comício de Flávio.
“Deslocar a cerimônia para um palanque converte a mais alta honraria da cidade em peça de propaganda de uma candidatura, em afronta aos princípios da impessoalidade e da moralidade que regem a Administração Pública”, escreveu o vereador Hamilton Assis, do PSOL, em 14 de outubro, num projeto que pediu a suspensão da homenagem.
Quem articulou a transferência de local foi o vereador Cezar Leite (PL), que inclusive se colocou como o responsável para entregar a honraria a Flávio. “Foi um pedido do vereador Cezar Leite, que só se deu após ser aprovado pelos pares em plenário. Agora é possível dizer que já está tudo certo para que aconteça. Nós aqui somos democráticos; o que a maioria decidir está decidido”, disse o presidente da Câmara.
“Estou feliz. A gente acabou de aprovar o requerimento que fiz para a mudança de sede para a entrega do título de cidadão soteropolitano a Flávio Bolsonaro, o nosso futuro presidente da República. Então, vai ser entregue no Farol da Barra, em um grande encontro com o povo. Nada melhor do que entregar um título de cidadão soteropolitano no meio do povo, que hoje está aclamando Flávio Bolsonaro como presidente da República”, disse Leite à época.
No dia 16, a Vara da Fazenda Pública de Salvador suspendeu a cerimônia, entendendo que o movimento poderia “comprometer a imparcialidade da atuação institucional do Legislativo municipal no período eleitoral”. No dia seguinte, após Cezar Leite recorrer, o Tribunal de Justiça do Estado voltou a autorizar a entrega da condecoração, que aconteceu no Farol da Barra na mesma data.
Flávio recebeu o título de cidadão de Salvador no dia 17 de outubro, ao lado do atual prefeito, Bruno Reis (União Brasil), do deputado federal Nikolas Ferreira de Minas Gerais (PL), do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fora outros políticos. O título foi entregue pelo vereador César Leite. Um dia após receber a homenagem, Flávio errou o nome da avenida onde foi agraciado, confundindo a Avenida Oceânica, em Salvador, com a Atlântica, no Rio de Janeiro.


Na Cidade Estrutural, antes mesmo das 8h, as filas nos locais de votação reuniam dezenas de pessoas. A dona de casa Luciana Cândida da Silva acordou às 5h30 para garantir que seria uma das primeiras. “Estou morando em Corumbá 4, em Goiás. Como é longe, eu saí de lá cedinho. Cheguei aqui e fui a terceira a votar.”
O aposentado Francisco Vieira Gomes, de 72 anos, está entre os eleitores para quem o voto é facultativo, mas fez questão de ir até a escola próxima a sua casa e exercer a cidadania.
“Sempre acompanhei a política e acho que temos que defender a soberania do nosso país. E essa é uma forma de sermos cidadãos.”
A legislação eleitoral define que o voto é facultativo para pessoas a partir dos 70 anos, assim como para analfabetos e jovens maiores de 16 e menores de 18 anos.
No primeiro turno, 8,77 milhões de eleitores como seu Francisco foram às urnas, mais da metade dos 17,25 milhões de eleitores acima de 70 anos aptos a votar nas Eleições de 2026.
A estudante de direito Bruna Tereza de Souza estava ansiosa para votar pela primeira vez em uma eleição geral. Ela retornou hoje às urnas para participar do segundo turno.
“O que a gente vai decidir aqui vai definir o nosso futuro, sobre o salário mínimo, sobre a educação e as próximas gerações.”
Aos 18 anos, Bruna passou a integrar este ano o grupo de eleitores para quem o voto é obrigatório.
Aproximadamente 158,7 milhões de eleitores são esperados nas urnas de todo o Brasil neste segundo turno das eleições que vão definir o próximo presidente da República e também os governadores de cinco estados e do Distrito Federal.
Até as 17 horas (horário de Brasília), os eleitores podem comparecer às urnas de suas zonas eleitorais. Os locais de votação podem ser consultados no site do TSE e dos tribunais regionais eleitorais (TREs), no e-Título e no ChatVote, assistente virtual que fornece informação por meio do WhatsApp.
Ecuadorian opposition leader Luisa González’s arrest has prompted her lawyers to accuse President Daniel Noboa’s government of selective prosecution, citing alleged procedural violations and inconsistencies in the financial evidence underpinning the case.
RELATED: Ecuador Transfers Luisa González to Riobamba Prison
González, a former presidential candidate and leading figure in the Revolución Ciudadana movement, was arrested on Oct. 22. Her lawyer, Diego Guarderas, disputes the allegations linked to campaign finances and argues that authorities have treated similar cases involving the ruling party differently.
In an interview with CNN, Guarderas questioned figures attributed to Ecuador’s Financial and Economic Analysis Unit (UAFE), which he said changed at different stages of the investigation. According to the defense, the amounts cited ranged from $6,000 to $500,000 and $700,000, while the technical report recorded $204,000.
Bajo una fuerte granizada, la militancia de Revolución Ciudadana se mantiene en los exteriores de la Unidad de Flagrancia tras la retención de la líder política Luisa González.#Ecuador #Noboa #Alerta #Luisa #teleSUR pic.twitter.com/v4MHVWnSzN
— teleSUR TV (@teleSURtv) October 22, 2026
Text Reads: Under a heavy hailstorm, the militants of Revolución Ciudadana remain outside the Flagrancy Unit following the detention of political leader Luisa González.
The legal team argues that discrepancies in campaign accounting have been treated as evidence of money laundering without sufficient technical justification. Guarderas maintains that the shifting figures undermine the legal basis of the accusations against González.
He also pointed to what he described as unequal treatment of campaign-finance irregularities. Ecuador’s National Electoral Council identified inconsistencies exceeding $408,000 in the campaign of Acción Democrática Nacional (ADN), Noboa’s party. According to the defense, prosecutors have not opened an investigation into those findings.
González’s lawyers have also challenged the procedures leading to her arrest. They say she was informed of the charges only 30 minutes before the hearing at which they were formally presented.
The defense further disputes the jurisdiction of the judges who presided over the hearing, arguing that they failed to account for the provincial jurisdictional privilege of other defendants in the case.
Her legal team has also challenged her transfer from Quito to a prison in Riobamba, about four hours from the capital. Guarderas said a judicial order had required González to remain in Quito to protect the rights of her minor child and her father, who has kidney disease.
Convocan plantón en la Fiscalía en Quito, Ecuador, contra el Gobierno del presidente Daniel Noboa. Legisladores exigen el cese de la persecución política y reclaman información sobre el paradero de Luisa González, exigiendo justicia y debido proceso. 🇪🇨📢 #Ecuador #Quito #teleSUR… pic.twitter.com/F5DK2JzoDV
— teleSUR TV (@teleSURtv) October 22, 2026
Text Reads: Protest rally called at the Prosecutor’s Office in Quito, Ecuador, against the Government of President Daniel Noboa. Lawmakers demand an end to political persecution and request information on the whereabouts of Luisa González, calling for justice and due process.
Despite the order, authorities moved her during a nighttime operation, which Guarderas described as clandestine. He argued that the transfer obstructed the preparation of her defense and violated the judge’s instructions.
Revolución Ciudadana has described the case as political persecution intended to weaken the opposition and prevent González from competing politically. Guarderas likewise accused Noboa’s administration of using judicial proceedings to target prominent opponents.
These allegations remain the position of González’s defense and have not been independently established in the information available for this report.
González’s lawyers said they would file legal challenges seeking to reverse her transfer and report the alleged violations of due process. The case remains before Ecuador’s courts, with the defense contesting both the financial evidence and the procedures that led to her arrest and imprisonment.
Within the first two months of the state of emergency in El Salvador imposed by President Nayib Bukele back in 2022, two of Gladis Álvarez’s sons were arrested and accused of being gang associates. Since then, the 53-year-old woman’s life has fallen apart. “There were eight of us in my family. Now, I’m the only one left,” Álvarez laments. “Since my sons were arrested, our lives have been destroyed in a terrible way,” she adds.

© Jose Cabezas (REUTERS)
Bolivia prison project “La Tumba” would isolate high-risk inmates in Santa Cruz, inspired by El Salvador’s controversial CECOT model.
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The Bolivia prison project announced by Santa Cruz Governor Juan Pablo Velasco would create a maximum-security facility in the Chaco region, inspired by El Salvador’s controversial Terrorism Confinement Center, known as CECOT.
Velasco said his administration is seeking international financing to build the prison, which would be named “La Tumba”—The Tomb.
The facility would be located in an isolated area of the Chaco cruceño, far from major urban centers, to ensure a strict confinement regime.
According to the governor, the prison would operate with permanent surveillance and severely restricted communication with the outside world. Inmates would be allowed to contact relatives only through authorized video calls.
Velasco presented the proposal as a response to organized crime networks that operate from inside Bolivia’s prisons.
“Prisons turned into offices for organized crime are over,” the governor said. “Dangerous criminals must be isolated from society, not running their businesses from a cell.”
He added that the project would respect rights but end what he described as criminal privileges inside detention centers.
The proposal takes direct inspiration from the CECOT prison built in El Salvador under President Nayib Bukele. That facility was created as part of Bukele’s hard-line security strategy against gangs and organized crime.
CECOT has become a symbol of Bukele’s security policy, but human rights organizations have raised serious concerns about due process, prison conditions and allegations of abuse.
The Santa Cruz governor did not provide details about the cost of the project, the source of financing, the construction timeline or the number of inmates the facility would hold.
The announcement comes amid growing pressure to address crime and violence in Bolivia’s prison system.
Santa Cruz is Bolivia’s most populous department and includes Palmasola, the country’s largest and most conflictive prison.
Bolivia’s Defensoría del Pueblo | United Nations Human Rights Office
The Bolivia prison project is intended to separate inmates considered high-risk from the general prison population.
Velasco argues that the current system allows criminal organizations to continue operating from prison cells. He says the new facility would prevent leaders of criminal networks from directing illegal activities while in detention.
The governor’s proposal is part of a broader security agenda that includes efforts to strengthen police patrols and increase the number of officers on the streets.
The Santa Cruz governorate has also promoted a legislative route to return command authority over the police to the departmental government.
Currently, Bolivia has only one maximum-security prison: Chonchocoro, located in the highland department of La Paz.
Santa Cruz has four main detention centers administered by the General Directorate of the Penitentiary System.
The most important is Palmasola, an urban prison located within the city of Santa Cruz. It houses both men and women and is considered the country’s largest, most populated and most violent detention facility.
Palmasola has been the scene of serious episodes of violence between inmates in previous years.
The proposed prison in the Chaco would seek to decentralize the custody of high-risk detainees and reduce the risks created by locating large prisons near residential areas.
The project would also aim to prevent criminal groups from maintaining control over prison populations.
However, the proposal raises questions about the legal framework, the definition of “high-risk” inmates and the safeguards that would protect due process.
Human rights organizations have warned that maximum-security facilities can become sites of isolation, abuse and lack of transparency if they are not subject to independent monitoring.
The Defensoría del Pueblo has repeatedly warned that Bolivia’s prison system is facing a structural crisis.
The institution reported that the country’s prison population reached 33,058 people in 2025, nearly double the 17,305 inmates recorded in 2020.
The increase has intensified overcrowding, weakened security and reduced access to health services.
Bolivia’s prisons are currently operating at approximately 109 percent of their installed capacity, according to the Defensoría del Pueblo.
More than half of the prison population is being held under pretrial detention, meaning they have not received a final conviction.
The institution has warned that overcrowding, poor nutrition, limited medical care and inadequate security are creating a humanitarian crisis inside the country’s 46 detention centers.
The Defensoría has called for measures to reduce overcrowding, including judicial congestion programs, alternative sentences and legal reforms.
It has also urged the state to guarantee food, medical care and dignified conditions for all people deprived of liberty.
Amnesty International—El Salvador | Human Rights Watch—El Salvador
The Bolivia prison project is inspired by a model that has generated significant controversy in El Salvador and across Latin America.
El Salvador’s CECOT was inaugurated in 2023 as part of President Nayib Bukele’s campaign against gangs. The facility was designed to hold up to 40,000 inmates.
The prison became the centerpiece of a state of exception declared in March 2022. That measure suspended several constitutional protections and expanded police powers to arrest and detain suspected gang members.
El Salvador’s government says the policy has drastically reduced gang violence and restored public security.
The administration argues that the state of exception was necessary to dismantle criminal organizations that had controlled neighborhoods, extorted businesses and committed violent crimes for decades.
Bukele remains highly popular among many Salvadorans who credit his government with improving safety and reducing gang activity.
However, human rights organizations have documented serious concerns about the policy.
Amnesty International and Human Rights Watch have reported mass arbitrary detentions, lack of due process, mistreatment of detainees and restricted access to legal defense.
Rights groups have also raised concerns about prison conditions at CECOT, including overcrowding, prolonged isolation and limited contact with families and lawyers.
Reports by human rights organizations have alleged that detainees have faced beatings, sexual violence, denial of medical care and incommunicado detention.
The Salvadoran government has rejected those accusations and says its policies respect human rights while protecting citizens from criminal violence.
The debate over the Bukele model has become increasingly influential across Latin America. Several governments have expressed interest in adopting tougher security policies, including mass detention, military deployment and the construction of large prisons.
Supporters argue that the model responds to public demands for security in countries affected by organized crime, extortion and drug trafficking.
Critics warn that it can weaken democratic institutions, criminalize poverty and allow abuses to occur without accountability.
The Bolivia prison project will therefore be closely watched by human rights organizations, legal experts and regional governments.
The proposal could mark a significant shift in Bolivia’s approach to crime and incarceration.
Impulsamos una ruta legislativa para devolver al gobernador facultades de mando sobre la Policía, fortalecer los patrullajes y garantizar más efectivos en nuestras calles. pic.twitter.com/UXKDT0ip18
— Gobernación de Santa Cruz (@GobSantaCruz) October 21, 2026
The Bolivia prison project reflects a broader regional debate over security, democracy and the limits of state power.
Latin American governments have faced growing pressure to respond to organized crime, drug trafficking, extortion and prison violence.
In several countries, public demand for security has strengthened political leaders who promise hard-line measures, including mass arrests, military deployment and the construction of maximum-security prisons.
El Salvador has become the most visible example of that approach. Bukele’s government has used the state of exception to detain tens of thousands of people and build large-scale detention facilities.
The model has gained influence across the region, but it has also raised concerns about the erosion of constitutional protections and judicial independence.
Bolivia’s proposal could place the country within that wider trend. Santa Cruz is a key economic and political region, and its governor has made security a central issue of his administration.
The project could also affect relations between the departmental government and Bolivia’s central authorities.
Prison administration, criminal justice and policing are areas that require coordination between national and subnational governments. Any new prison would need to comply with national law, budget rules and human rights obligations.
The proposal comes at a time when Bolivia’s prison system is already under severe strain. The Defensoría del Pueblo has warned that overcrowding and pretrial detention are weakening the rule of law.
A new maximum-security prison could reduce pressure on existing facilities, but it would not solve the underlying causes of prison overcrowding.
Experts say that reducing pretrial detention, improving judicial efficiency and addressing poverty and inequality are essential to creating a sustainable solution.
The Bolivia prison project will therefore test whether the country can strengthen security while preserving human rights and democratic institutions.
Ecuadorian opposition leader and former presidential candidate Luisa González was transferred to a prison in Riobamba on Friday night after a judge ordered her pretrial detention over alleged money laundering in the so-called Labyrinth case.
RELATED: Ecuador Prosecutors Seek Preventive Detention for Leftist Leader Luisa Gonzalez
A convoy of National Police and Armed Forces personnel arrived outside the detention center in Riobamba, in Chimborazo province, shortly after 9 p.m. local time on Oct. 23. Prison authorities had not officially confirmed González’s admission to the women’s facility at the time of the report.
The transfer began shortly after 4 p.m. from the Modelo barracks in Guayaquil, where González had been taken following her arrest Thursday in Canuto, Manabí province. Police transported her to an air base before she boarded a flight that landed at Latacunga airport in Cotopaxi province at 7:30 p.m.
Although initial reports indicated that González would be held at a prison in Cotopaxi or Quito, police ultimately arranged for her to travel by road to Riobamba in a heavily guarded convoy accompanied by patrol cars and tactical units.
Text Reads: 🛬 Luisa González, former presidential candidate for the Citizen Revolution (Revolución Ciudadana) movement, arrived at Cotopaxi Airport under the escort of military and police personnel, hours after a judge ordered her pretrial detention.
⚖️ This measure relates to alleged money laundering, as part of the “Laberinto” (Labyrinth) case. González was taken into custody early Thursday morning following a raid on her home in Chone, Manabí.
🏛️ The State Attorney General’s Office maintained its request for pretrial detention, which also applies to former assembly member Santiago Díaz and Wendy Onofre, secretary of the RETO movement.
📌 These judicial actions are part of a broader agenda of political persecution being carried out by the administration of Daniel Noboa against opposition figures and leaders.
The use of air transport for part of the journey was intended to reduce public-order risks amid tensions at several prisons across Ecuador. Interior Minister John Reimberg directly linked the unrest to reactions to González’s arrest.
González, the former leader of the Citizen Revolution movement, has rejected the allegations against her. The movement and her associates denounced the pretrial detention order as an act of lawfare and political persecution.
In a statement posted on social media, González reaffirmed her innocence and declared that she would remain in Ecuador to face the judicial proceedings.
Supporters gathered outside the Riobamba prison to hold a vigil, carrying flags and banners behind a security barrier erected by uniformed personnel. Patricia Núñez, a member of the National Assembly representing Chimborazo province, joined the gathering.
The court also ordered pretrial detention for former lawmaker Santiago D. and Wendy Onofre, secretary of the RETO movement, in connection with the same case. Onofre voluntarily surrendered in Guayas province and was admitted shortly after 8 p.m. to the Pichincha No. 3 detention center in Chillogallo, southern Quito.
Another defendant, Estefanía M., was granted alternative measures for the 90-day investigation period, including regular reporting to authorities, a ban on leaving the country and electronic monitoring.
The United States Drug Enforcement Administration (DEA) neither forgets nor forgives. On its official website it hosts a microsite called “Justice for Kiki” dedicated to agent Enrique Camarena, who was killed in Guadalajara in February 1985. In the welcome message for the memorial, the DEA names Rafael Caro Quintero as the principal perpetrator of the kidnapping, torture and murder of its most famous agent, describing him as “a cartel kingpin who unleashed violence, destruction, and death.” The “Narco of narcos” is back in the headlines as he negotiates a deal that could lead him to plead guilty for events that took place 41 years ago. The story of this drug trafficker — one of the founders of the powerful Guadalajara Cartel in the 1980s — could end with an image far removed from the terrifying legend that surrounds Mexican kingpins of that era: a 74-year-old, battered man with a head full of gray hair, asking forgiveness for his sins before a jury in the U.S. Federal Court in Brooklyn.

© Jane Rosenberg (REUTERS)

Como a DECO já havia denunciado há pouco mais de um ano , apesar do marketing de influência dominar o ambiente digital e estar cada vez mais profissionalizado, é reduzido o número de influencers que identifica corretamente a natureza comercial dos conteúdos que publica e rara a utilização das etiquetas de “parceria remunerada” disponibilizadas pelas plataformas digitais de forma a tornar claro que se trata de um anúncio.
O exercício realizado pela DECO demonstra como o scroll nas redes sociais está carregado de conteúdos comerciais de influencers que preferem apresentar os conteúdos como sugestões desinteressadas e experiências pessoais e que exploram, cada vez mais, setores e produtos que trazem outro tipo de complexidade e de potenciais danos.
Entre publicidade mais banal a hotéis, marcas de roupa e cosméticos, com códigos de desconto e sorteios à mistura, está cada vez mais presente também a publicidade não identificada a suplementos alimentares, sem a sua identificação enquanto tal e a procedimentos estéticos, incluindo aplicação de injetáveis como botox.
A grande maioria das denúncias está a ser encaminhada para a Direção Geral do Consumidor, Comércio e Serviços – DGC, mas também a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica – ASAE e a Entidade Reguladora da Saúde – ERS receberam denúncias no seu âmbito de competências.
A DECO vê com preocupação que a natureza comercial dos conteúdos continue de forma reiterada a não ser identificada e que as publicações de influenciadores cada vez mais explorem áreas como a saúde e alimentação e promovam a publicidade a produtos e serviços potencialmente mais problemáticos a diferentes níveis.
Defende, por isso, mais fiscalização e que produtos e serviços que trazem maiores riscos exigem regras mais apertadas, apelando à introdução de um conjunto de restrições que melhor proteja os consumidores nos canais digitais e não só.
Para mais informação ou denúncias, contacte a equipa da DECO através de deco@deco.pt, whatsapp 966 449 110 ou 21 371 02 00.
A DECO Algarve, sugere que para ler o artigo anteriormente publicado clique aqui.

© Fred Ramos for The New York Times

A DECO INFORMA… DECO alerta para feeds de redes sociais inundados de conteúdos comerciais não identificados como publicidade pelos influencers. Como a DECO já havia denunciado há pouco mais de um ano, apesar do marketing de influência dominar o ambiente digital e estar cada vez mais profissionalizado, é reduzido o número de influencers que identifica […]