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Governo continuará atento a "futuras parcerias" da Galp

Carvalho promete acompanhar futuras parcerias da Galp e defende taxação dos lucros da petrolífera, que subiu 68% no terceiro trimestre, para 682 milhões.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

"Há empresas que tiveram lucros extraordinários devido à situação e, portanto, pensamos que, até por uma questão de justiça social, devem ser taxadas", sustentou a ministra do Ambiente e Energia
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Montenegro reaparece ao fim de 10 dias de silêncio: onde andou o primeiro-ministro e o que fez o Presidente?

Primeiro-ministro e Presidente voltam a ter agenda pública esta terça-feira: Montenegro no debate do Orçamento do Estado, Seguro em visitas a instituições europeias em Lisboa. O silêncio do Presidente sobre manifestações tem causado incómodo entre socialistas e outros apoiantes

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Montenegro reaparece ao fim de 10 dias de silêncio: onde andou o primeiro-ministro e o que fez o Presidente?

Primeiro-ministro e Presidente voltam a ter agenda pública esta terça-feira: Montenegro no debate do Orçamento do Estado, Seguro em visitas a instituições europeias em Lisboa. O silêncio do Presidente sobre manifestações tem causado incómodo entre socialistas e outros apoiantes

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Livre pressiona Governo sobre aterro em Valongo

Licença da Recivalongo expira a 1 de dezembro. Partido quer saber se será renovada e exige esclarecimento público antes dessa data sobre o futuro da instalação.

© JOÃO RELVAS/LUSA

O Livre defende garantias financeiras que assegurem que os custos do encerramento e da recuperação são suportados pelo operador e não pela população ou pelo erário público
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Armazenamento. Governo abre leilões de energia

Dois concursos abertos para atribuir capacidade de ligação à rede: 300 MVA para renováveis com armazenamento e 750 MVA para baterias autónomas. Municípios recebem parte das receitas.

© FILIPE AMORIM/LUSA

"Para os municípios são reservados 30% das receitas do leilão de armazenamento autónomo e 70% das receitas do leilão de capacidade sobrante", refere o Ministério do Ambiente
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Segurança Social. Ministra defende "pacto de regime"

Palma Ramalho voltou a avisar que reforma laboral "vai ser inevitável". Confrontada com casas devolutas da Segurança Social, ministra diz que só 32 podem servir para habitação.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

"Existem neste momento 32 casas devolutas [da Segurança Social], o que dificilmente resolve as questões da habitação", garantiu Palma Ramalho
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Leitão Amaro: "Somos um Governo orgulhoso das polícias"

Sem mencionar os protestos pela habitação, Leitão Amaro disse que "há quem esqueça que não há convivência sã em democracia sem regras". "A função das nossas polícias é defender regras".

© JOSÉ COELHO/LUSA

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Acampadas põem em causa a democracia representativa?

Francisco Assis, eurodeputado do PS, ⁠Hélder Sousa e Silva, eurodeputado do PSD e ⁠Tiago Moreira de Sá, eurodeputado do Chega, debatem as manifestações e falam sobre as eleições do Brasil.

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Há pouco tempo, o PS proibia manifestações. Não se lembram?

A polícia (que não está ao serviço do "fascismo"), Luís Montenegro (que devia ter falado ao país) e o PS (que no seu tempo proibia manifestações invocando esta lei) são o Bom, o Mau e o Vilão.

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Brasil virou do avesso com a vitória de Lula da Silva?

Lula regressa aos 80 anos num país dividido ao meio e com o derrotado a contestar. Já o braço de ferro entre autoridades e acampadas nas ruas não dá tréguas nem solução à vista.

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5h. Sporting perde em casa com o Académico de Viseu por 1-2

Surpresa em Alvalade: Académico de Viseu vence o Sporting por 2-1, com dois golos de João Guilherme, e soma a quinta vitória consecutiva no campeonato. Ainda, o líder do PS já felicitou Lula da Silva.

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1h. Lula reeleito Presidente do Brasil com 51,7% dos votos

Lula é reeleito Presidente do Brasil e parte para o quarto mandato. Pela primeira vez, um candidato vence segunda volta depois de perder a primeira. Ainda, Sporting perde com o Académico de Viseu.

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21h. Pedro Nuno acusa Montenegro de se esconder em Espinho

Antigo secretário-geral do PS diz que o PM está a instrumentalizar as forças de segurança para se proteger a si e ao Governo. Ainda nesta edição, milhares em Lisboa e no Porto em novos protestos.

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Polícia “bateu a mando do Governo”: BE chama por Seguro

“Luís Montenegro respondeu à força grande, democrática e pacífica das ruas com violência policial, batendo, perseguindo, encurralando”, acusou Pureza. O coordenador do Bloco de Esquerda afirmou este domingo que a intervenção policial desta madrugada sobre os manifestantes pela habitação aconteceu “a mando do Governo” e considerou que o Presidente da República deve pronunciar-se sobre o que aconteceu. “Luís Montenegro respondeu à força grande, democrática e pacífica das ruas com violência policial, batendo, perseguindo, encurralando. Toda a nossa solidariedade com quem foi agredido e perseguido nesta madrugada só por se ter manifestado pacificamente”, afirmou José Manuel Pureza. No encerramento da Cimeira

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Governo anuncia apoios a empresas privadas de transporte de doentes

O Governo vai incluir as empresas de transporte não urgente de doentes no âmbito do Decreto-Lei n.º 199/2026, que estabelece um pacote de apoios financeiros extraordinários e temporários para mitigar o aumento dos custos com combustíveis e AdBlue.

Em comunicado, três dias após as empresas privadas de transporte de doentes não urgentes terem ameaçado parar se não forem incluídas nos apoios do Governo por causa do aumento dos combustíveis, assim como terem equacionado uma marcha lenta em Lisboa, o Ministério da Saúde disse reconhecer a importância destas empresas. 

“Esta decisão reconhece a importância destas empresas para assegurar o acesso dos utentes aos cuidados de saúde e traduz a preocupação do Governo com o impacto do aumento dos custos de exploração na sustentabilidade da sua atividade e na continuidade de um serviço essencial à população”, lê-se no comunicado de dois parágrafos.

Na quinta-feira, o jornal Público revelou que estas empresas, que há meses reclamam ser incluídas nos apoios extraordinários que têm sido concedidos a diversos setores de atividade, dizem-se discriminadas e lembram que, sem os transportes que garantem, alguns tratamentos podem ficar em risco.

Para chamar a atenção para as dificuldades criadas pelo aumento do preço dos combustíveis, as empresas distribuíram panfletos pelos passageiros, depois de todas as tentativas de contacto com o Governo terem saído frustradas e o último decreto-lei sobre os apoios os ter deixado de fora.

“Da parte do Governo há um silêncio absoluto. Só o gabinete da presidência da República nos recebeu”, lamentou o presidente da Liga Portuguesa de Ambulâncias (LPA), Álvaro Gil, citado pelo Público.

O responsável explicou que o transporte de doentes não urgentes segue preços tabelados em 2023, pelo que as empresas não podem refletir o aumento dos custos no cliente, ou seja, no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Lembrou ainda que o aumento dos preços dos combustíveis, no contexto da crise no Médio Oriente, está também a fazer subir os preços da manutenção dos veículos e dos consumíveis, como é o caso do oxigénio.

Em 2025, o SNS registou mais de quatro milhões de transportes a doentes não urgentes, dos quais cerca de metade feitos por empresas privadas, que concorrem aos concursos abertos pelas unidades de saúde.

A maioria dos transportes são para tratamentos oncológicos ou de hemodiálise, sessões de fisioterapia e consultas, mas estes serviços incluem também transferências entre hospitais e altas clínicas, serviços que podem ficar em causa se estas empresas pararem.

Como forma de pressão, estas empresas admitem fazer uma marcha lenta na próxima semana em Lisboa, se o Governo não abrir uma via de diálogo.

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