Tribunal arbitral afasta-se de decisões recentes sobre o Metro e fixa serviços mínimos nas greves para as manhãs de 28 e 30 de outubro. Repetição de paralisações pelo mesmo motivo pesou na mudança.
Sindicatos espanhóis confirmam contacto com portugueses. A acontecer, greve ibérica seria a “greve Saramago”, diz secretário-geral da CCOO. O secretário-geral da maior central sindical espanhola disse, esta quinta-feira, haver contactos com os sindicatos portugueses para tentar fazer coincidir uma greve geral em Portugal com a que já está convocada para 11 de novembro em Espanha. “Efetivamente, estamos a falar com eles. São os portugueses que têm de dizer se vamos coincidir numa mobilização na Península Ibérica, que seria também histórica”, disse Unai Sordo, secretário-geral da CCOO (“Comisiones Obreras”), depois de ser questionado sobre a possibilidade de uma “greve geral ibérica”
A Câmara de Lisboa (que vai acabar com as trotinetas), os transportes públicos (que fazem outra vez greve) e as associações de estudantes (que não querem propinas) são o Bom, o Mau e o Vilão.
A central sindical responde ao apelo dos promotores da acampada pela habitação, que pediram uma "greve geral ibérica" para 11 de novembro. UGT ainda não se pronunciou.
Alfa Pendular, Intercidades e outros serviços podem ser afetados pela greve durante três dias na próxima semana. Passageiros com bilhete têm direito a reembolso total ou troca gratuita.
Serviços mínimos voltaram a registar-se na linha 3 (Cacilhas - Universidade) entre as 7h00 e as 9h00. A partir de quinta-feira e até 27 de outubro, a paralisação será restrita "às duas últimas horas".
Uma "greve total" está prevista para esta terça e quarta-feira, segundo responsáveis do SMAQ. A linha que liga Cacilhas-Universidade contou com serviços mínimos entre as 7h00 e as 9h00.
Esta terça-feira e quarta-feira está prevista uma "greve total", sendo que, a partir de quinta-feira e até 27 de outubro, a paralisação será às "duas últimas horas dos períodos de trabalho".
O sindicato aponta o fim da limpeza externa como agravante e admite uma semana de greve em novembro. A câmara anuncia novas contratações para as escolas.
Sindicato dos Maquinistas diz que dois anos e meio sem acordo justificam a paragem. Empresa garante actualizações salariais acima da inflação e acusa SMAQ de má-fé.
Dirigente sindical do SINAPE dá conta do encerramento de escolas dos distritos de Lisboa, Viseu, Aveiro, Coimbra, Vila real, Faro e Setúbal, prevendo uma adesão de 70% de trabalhadores não docentes.
De acordo com o Sinape, os trabalhadores não docentes reivindicam carreiras próprias face à especificidade das funções
A greve de 24 horas pretende reivindicar melhores condições salariais. Ainda neste jornal, os acampamentos em Lisboa e no Porto e um olhar ao debate das eleições brasileirais.
Em comunicado divulgado hoje a empresa anuncia greve entre as 5h e as 10h. Ainda, António Costa defende mais apoio à Ucrânia e maior pressão sobre a Rússia, à entrada da reunião dos 27.
Um deputado decidiu que a melhor forma de vencer debates é contar os filhos. Rui Borges elogia-se a si mesmo e há quem ache que a receita para as greves esbarra na falta de dinheiro para o Uber.
Líder do Chega e presidente do inquérito vai conversar com o Presidente da AR para pedir que os trabalhos possam decorrer em simultâneo. Ainda, trabalhadores do Metro de Lisboa cumprem dia de greve.
Lisboa enfrenta dia de caos nos transportes, com paralisação do Metro até 6h30 de quinta-feira. Imagens mostram as paragens lotadas, autocarros cheios e muito trânsito no acesso à capital.
Em causa está um alegado esquema milionário de fuga ao pagamento de IMT na aquisição de imóveis. Ainda, a greve do Metro de Lisboa tem provocado trânsito e constrangimentos nas paragens de autocarros.
Sofia Gligo, dirigente da FECTRANS, defende que há falta de profissionais e outros impedidos de realizar funções por falta de licenças que a empresa ainda não disponibilizou.