❌

Reading view

A Anthropic quer o seu dinheiro (mas guarde as opiniões para si)

Empresa norte-americana de IA vai entrar em bolsa, mas investidores não terão poder de decisão: quem comprar ações tem de aceitar qualquer rumo que a Anthropic seguir. A Anthropic prepara-se para entrar em bolsa nas próximas semanas, mas os novos acionistas terão pouca (ou nenhuma) influência sobre as decisões da empresa. O controlo da gigante da inteligência artificial continuará concentrado num pequeno grupo de fundadores e num fundo fiduciário, segundo o documento S-1 divulgado pela empresa e apresentado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) antes de lançada uma Oferta Pública Inicial (IPO). Sete fundadores, incluindo o diretor-executivo

  •  

Galp considera diferentes parceiros para retalho e refinação


O acordo para uma fusão parcial entre Galp e Moeve caiu por terra, mas a petrolífera rapidamente informou que estaria interessada em explorar novas parcerias para as áreas de retalho e refinação. Em declarações ao ECO/Capital Verde, os co-CEO da cotada indicam que está em cima da mesa a hipótese de fazer alianças com parceiros diferentes para cada uma das áreas.

O co-CEO da Galp indica que o importante para a Galp é que “o mérito estratégico” de uma futura transação, no sentido da consolidação, se mantenha inalterado. A empresa portuguesa quer, por um lado, um parceiro que, na área do retalho, esteja “claramente focado na Península Ibérica e no cliente”. Em paralelo, procura um parceiro que, no negócio industrial, traga “escala, competitividade, complementaridade e alguma aceleração na transição energética”.

Estas “são duas componentes perfeitamente segregáveis e não necessariamente com o mesmo parceiro”, indica João Diogo Silva. Por seu lado, Maria João Carioca frisa que “seria muito estranho” já ter uma lista de potenciais parceiros, pronta a ativar, no dia em que dá por terminada uma negociação com uma elevada “intensidade” e “compromisso” com a Moeve.

[Retalho e indústria] são duas componentes perfeitamente segregáveis e não necessariamente com o mesmo parceiro.

João Diogo da Silva

Co-CEO da Galp

Sobre as razões que determinaram que a Galp não firmasse um acordo com a concorrente espanhola, o mesmo gestor indica apenas que os termos finais, do ponto de vista comercial, não permitiram atingir o racional de investimento e a disciplina de alocação de capital da Galp, sem querer detalhar os fatores específicos que influenciaram a decisão.

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, afirmou esta segunda-feira que, perante o salto de 68% nos lucros da Galp relativos ao terceiro trimestre, a iniciativa do Governo de avançar com uma taxa sobre os lucros extraordinários das petrolíferas foi “a decisão correta”.

Confrontada com estas declarações, a co-CEO salienta que a empresa que gere pagou, neste mesmo trimestre, uma taxa de imposto efetiva de 43%. “Naturalmente que nós respeitamos as opções de política fiscal do governo, isso não é tema. Mas temos tido sempre um diálogo no sentido de se salientar que qualquer medida desta natureza tem impacto”, indica, explicando que o negócio tem ciclos de investimento muito longos e que ativos como a refinaria de Sines “estão permanentemente a ser confrontados com ativos semelhantes”. Ativos estes que recebem incentivos, “muitas vezes mais significativos” do que aqueles que a Galp tem recebido em Portugal, afere.

Temos tido sempre um diálogo no sentido de se salientar que qualquer medida desta natureza tem impacto.

Maria João Carioca

Co-CEO da Galp

João Diogo da Silva recorda que a Galp investiu uma média de 340 milhões ao ano na atividade da empresa em Sines e que, em 11 dos últimos 20 anos, esta unidade industrial registou um free cash flow negativo. “É muito fácil nos anos em que as coisas correm bem taxarmos Sines, mas temos memória relativamente curta acerca dos anos em que investimos e perdemos dinheiro em Sines”, conclui.

  •  

Ativo do dia. Galp ‘emagrece’ 1,7 mil milhões na bolsa após divórcio espanhol


O ativo

Galp. A petrolífera nacional apresentou esta segunda-feira resultados “sólidos”, segundo os analistas do RBC Capital Markets, com os lucros a subirem 68% para 682 milhões de euros no terceiro trimestre, à boleia da subida do preço do petróleo e da margem de refinação, acima do esperado pelos analistas.

Ainda assim, o dia ficou marcado por outra notícia que levou as ações da petrolífera portuguesa a afundarem na bolsa de Lisboa: o fim das negociações com a espanhola Moeve para a fusão dos negócios de refinação e distribuição.

O marco

As ações da Galp tombaram 10,84% e registaram a pior sessão em quase um ano, fechando o dia a cotar nos 20,47 euros.

É preciso recuar a 9 de dezembro de 2025 para observarmos uma queda mais acentuada, quando os investidores reagiram de forma negativa ao anúncio de uma parceira com a francesa TotalEnergies para exploração de petróleo na Namíbia.

Com base neste preço, a petrolífera perdeu esta segunda-feira praticamente 1,68 mil milhões de euros em termos de capitalização bolsista, passando a registar um valor de mercado acima dos 13,8 mil milhões – e mantendo-se, ainda assim, como uma das cotadas mais valiosas da bolsa nacional.

A sessão também ficou marcada pelas fortes desvalorizações de empresas com forte exposição ao Brasil, casos da Telefónica e Santander, que cederam 6,6% e 3,2%, respetivamente, após a vitória de Lula da Silva nas eleições para Presidente do Brasil. Parte relevante do negócio de upstream da Galp está precisamente no Brasil, no pré-sal.

Nota: Se está a aceder através das apps, carregue aqui para abrir o gráfico.

A causa

O ECO já tinha noticiado no domingo e a confirmação veio nas primeiras horas da manhã: a Galp e os acionistas da Moeve encerraram as negociações com vista a fundirem as atividades de refinação e distribuição sem chegarem a um acordo.

No âmbito desta operação, anunciadas a 8 de janeiro, seria criada uma joint-venture juntando a refinaria de Sines e as duas refinarias da Moeve em Espanha, com a Galp a ficar com 20% da nova empresa. Além disso, também seriam fundidas as redes de postos de abastecimento na Península Ibérica, numa parceria detida em cerca de 50% pelas duas partes.

Como avançou o ECO, a proposta financeira apresentada este mês de outubro pela Mubadala Investment Company e especialmente o The Carlyle Group, os dois acionistas da Moeve, acabou criar uma divergência inultrapassável entre as duas partes e o negócio ruiu.

Uma fonte citada pela Reuters revelou ainda que a volatilidade nos mercados de energia provocada pela guerra no Irão dificultou o processo de avaliação dos ativos, nomeadamente as refinarias, acrescentando que não há intenção de retomar as conversações no médio prazo.

“Apesar de todos os esforços desenvolvidos, não foi possível alcançar um acordo que permitisse concretizar uma oportunidade de elevado potencial para a criação de um grande operador europeu de downstream”, salientou a presidente da Galp, Paula Amorim, no comunicado em que oficializava o fim da operação.

“Embora o racional estratégico subjacente à operação proposta continue a fazer sentido, as partes não conseguiram alcançar o alinhamento comercial necessário para estabelecer uma parceria duradoura e geradora de valor a longo prazo”, acrescentou a empresária.

O analista Frédéric Lorec, da Alphavalue, considerou que “a pressão vendedora sobre as ações da Galp após o colapso das negociações com a Moeve parece difícil de justificar apenas com base nesta notícia”.

“A nossa análise de fevereiro questionou a proposta de mudança para um modelo de quase-holding, com menos controlo sobre o cash flow e as decisões de investimento do setor da refinação. Manter o negócio integrado não é necessariamente um revés”, destacou Lorec numa nota publicada esta segunda-feira.

O que esperar a seguir

O co-CEO da Galp, João Diogo Marques da Silva, adiantou aos analistas que a companhia petrolífera continua aberta a oportunidades. “Mas só as concretizamos em condições que criem claramente valor a longo prazo para os nossos acionistas”, frisou.

O ECO sabe que, apesar do falhanço das negociações com a Moeve, a Galp continua empenhada em diluir a sua participação nos ativos downstream para se focar no negócio de exploração e produção de petróleo no Brasil e África Ocidental.

A transação previa que cada empresa procedesse a uma separação dos respetivos negócios (carveout) para logo a seguir fundi-los em duas empresas, a IndustrialCo (refinação) e a RetailCo (distribuição). Embora sem um negócio com a Moeve, a Galp deverá avançar com a separação dos negócios para tentar encontrar soluções alternativas posteriormente.

O analista do RBC Capital Markets, Biraj Borkhataria escreveu que os investidores esperavam um acordo entre no início do quarto trimestre e que a fusão poderia tornar a Galp mais atrativa para uma possível aquisição de outro grupo.

Mas, agora, a falta de acordo “pode ​​colocar em causa a elevada avaliação da Galp em relação aos seus pares”.

A frase

A Galp mantém o controlo da refinaria de Sines e do seu cash flow operacional, em vez de depender das decisões de distribuição da IndustrialCo para financiar a empresa-mãe. A forte geração de cash-flow reduz a urgência de realizar transações e melhora a sua capacidade de aguardar por melhores condições. Perdem-se potenciais sinergias em compras, logística e manutenção, e a Galp mantém o ónus do investimento. No entanto, o desaparecimento de um negócio incerto não equivale à destruição do valor dos negócios retidos.

Frédéric Lorec

Analista da Alphavalue

  •  

Bolsa brasileira suspende transações com ações a perder 17% e real a cair 12%

✇ECO
By: Lusa

A bolsa de São Paulo suspendeu as transações depois de ter aberto a cair 17% e de a moeda nacional brasileira, o real, ter caído 12% face ao dólar, no dia seguinte às eleições presidenciais.

A bolsa brasileira suspendeu as operações durante meia hora usando o mecanismo conhecido como ‘circuit breaker’, que permite aos gestores da bolsa interromperem as transações se as quedas da média dos títulos superarem os 10%.

No mercado de divisas, também foi afetado pela vitória de Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva face a Flávio Bolsonaro, que os analistas davam com o favorito dos investidores, o real também começou o dia a perder 12% face ao dólar, para 5,444 reais por dólar para a venda e 5,945 para a compra de dólares no Brasil.

Os movimentos financeiros refletem a surpresa perante a vitória de Lula da Silva e o desvio em relação às expectativas em torno da eleição de Bolsonaro, depois de este ter ultrapassado o Presidente na primeira volta das eleições, há três semanas.

O mercado demonstrava uma clara preferência pelo candidato de extrema-direita, que tinha prometido implementar um ajustamento fiscal face ao aumento da dívida nos últimos anos, bem como privatizar algumas empresas públicas.

Lula, por outro lado, comprometeu-se durante a campanha a manter um forte investimento social, especialmente na educação e na saúde, uma marca distintiva dos seus três mandatos presidenciais.

Como reflexo dessa preferência pelo senador de extrema-direita, de acordo com a Efe, a Bolsa disparou 7,7% quando Bolsonaro venceu a primeira volta das eleições presidenciais, há três semanas.

Nesse dia, o mercado fechou no seu máximo histórico, impulsionado pela confiança do mercado numa eventual vitória de Bolsonaro, que não se concretizou este domingo.

Lula da Silva venceu com cerca de 51,7% a segunda volta das eleições presidenciais do Brasil, contra Flávio Bolsonaro, e irá exercer o seu quarto mandato presidencial a partir do início do próximo ano.

Na segunda volta, disputada no domingo, o antigo operário e sindicalista, do Partido dos Trabalhadores (PT), conseguiu reverter, de forma inédita, a desvantagem da primeira volta, em que ficou em segundo lugar, atrás do filho de Jair Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), disse que não reconhecia a derrota e que iria pedir a anulação das eleições, criticando a prorrogação do prazo de fecho das urnas por duas horas, decidida na sequência da denúncia de problemas nos transportes públicos que prejudicaram a mobilidade de eleitores.

Lula da Silva, que fará 81 anos na terça-feira, está a terminar o seu terceiro mandato presidencial, para o qual foi eleito em 2022, quando derrotou o então Presidente em exercício Jair Bolsonaro – que atualmente cumpre prisão domiciliária por tentativa de golpe de Estado.

Os dois mandatos primeiros mandatos de Lula como Presidente da República do Brasil foram entre 2003 e 2011.

 

  •  

Como a nova lei do arrendamento desprotege os inquilinos

A nova lei do arrendamento proposta pelo Governo desprotege os inquilinos e não responde àquele que é atualmente o maior problema social do país, a crise de habitação, dizem especialistas. A consideração é de dois especialistas ouvidos no podcast Lusa Extra. Gonçalo Antunes, geógrafo, e Rita Silva, economista social, não defendem as mesmas medidas, mas concordam no diagnóstico: a crise de habitação é atualmente o maior problema social do país. Os dois criticam a decisão do Governo de propor uma lei do arrendamento urbano que acelera os despejos e acaba com os limites ao aumento das rendas. Proposta pelo Governo

  •  

Município de Tavira abre concurso para exploração de sete lojas nos Mercados de Tavira, Cabanas e Luz

O Município de Tavira abriu concurso público para a exploração de sete espaços comerciais nos mercados municipais de Tavira, Cabanas de Tavira e Luz de Tavira, criando novas oportunidades para empreendedores e investidores desenvolverem projetos nas áreas do comércio, serviços e restauração.

O concurso contempla três lojas no Mercado Municipal de Tavira, uma loja no Mercado da Freguesia de Cabanas de Tavira e três lojas no Mercado da Freguesia da Luz de Tavira, espaços que se destacam pela sua localização estratégica e pelo potencial para dinamizar a atividade económica local.

As concessões poderão vigorar por um período máximo de 10 anos, incluindo renovações, permitindo aos futuros concessionários assegurar estabilidade e consolidar a sua atividade em equipamentos municipais que recebem diariamente residentes e visitantes.

O valor mínimo global da taxa de compensação por loja é seguinte:

  • Lote 1 – Loja n.º 4 do Mercado Municipal de Tavira: 5.000 €
  • Lote 2 – Loja n.º 5 do Mercado Municipal de Tavira: 5.000 €
  • Lote 3 – Loja n.º 13 do Mercado Municipal de Tavira: 5.000 €
  • Lote 4 – Loja “Padaria” do Mercado de Cabanas de Tavira: 1.000 €
  • Lote 5 – Loja “Verde” do Mercado da Luz de Tavira: 500 €
  • Lote 6 – Loja “Vermelha” do Mercado da Luz de Tavira: 250 €
  • Lote 7 – Loja “Azul” do Mercado da Luz de Tavira: 250 €

Os interessados podem apresentar propostas até às 17h00 do dia 19 de novembro.

Com esta iniciativa, o Município pretende reforçar a atratividade dos mercados municipais, incentivar a criação de novos negócios e contribuir para a dinamização económica das freguesias, valorizando estes espaços como polos de proximidade, convivência e desenvolvimento local.

As peças do procedimento e demais informações encontram-se disponíveis nos serviços municipais e no site do Município de Tavira.

  •  

¿Abre Mercadona en el puente de Todos los Santos? Horarios y aperturas de supermercados por comunidades

Estos son los horarios de los supermercados por el puente

El calendario laboral de noviembre nos trae el segundo gran descanso del otoño con el Día de Todos los Santos. En 2026, la festividad del 1 de noviembre cae en domingo, una coincidencia que ha llevado a varias comunidades autónomas a trasladar la fiesta oficial al lunes 2 de noviembre. Esta diferencia en el calendario autonómico afecta directamente al horario comercial de los principales supermercados.

La duda que surge entre algunos clientes es evidente: ¿Mercadona abre el domingo 1 o el lunes 2 de noviembre? Así es cómo operará la cadena presidida por Juan Roig durante el puente y qué alternativas estarán disponibles en cada región.

Horario de Mercadona durante el puente de Todos los Santos

Las aperturas y cierres de Mercadona este puente varían en función del territorio donde residas:

  • Sábado 31 de octubre. Funciona con total normalidad en todo el país en su horario de 9:00 a 21:30 horas.
  • Domingo 1 de noviembre (Todos los Santos). Cerrado en toda España. Al coincidir en domingo, la compañía mantiene de forma estricta su política de descanso dominical en la totalidad de sus tiendas.

El caso del lunes 2 de noviembre

A diferencia de otros festivos de ámbito nacional, la jornada del lunes 2 de noviembre presentará un panorama desigual en la red de supermercados. Dado que el traslado del festivo a la jornada del lunes no es unánime en todo el territorio nacional, el funcionamiento de la cadena dependerá exclusivamente del calendario laboral fijado por cada gobierno autonómico.

Por un lado, Mercadona mantendrá las persianas bajadas durante todo el lunes en aquellas comunidades que han decidido trasladar el festivo oficial a esa jornada. Esto afectará a los establecimientos situados en Andalucía, Aragón, Asturias, Canarias, Castilla-La Mancha, Castilla y León, Extremadura, la Comunidad de Madrid y Navarra. En todas estas regiones, las tiendas físicas permanecerán así cerradas durante todo el día y tampoco se prestará servicio de compra online ni de reparto a domicilio.

Por el contrario, en las autonomías donde el lunes 2 de noviembre se considera un día laborable ordinario, las tiendas operarán en su régimen habitual. Es el caso de Cataluña, la Comunidad Valenciana, Galicia, las Islas Baleares, Cantabria, la Región de Murcia, el País Vasco, La Rioja, Ceuta y Melilla. En todos estos territorios, los supermercados de la marca abrirán sus puertas con normalidad desde las 9:00 hasta las 21:30 horas.

Cómo confirmar si tu Mercadona está abierto

Para salir de dudas con un establecimiento concreto, la mejor opción es consultar el buscador de supermercados de Mercadona en su página web introduciendo tu código postal. Aunque en grandes capitales como Madrid, Barcelona, Valencia, Sevilla o Bilbao la norma general es el cierre en festivos oficiales, en dicha web se pueden confirmar posibles excepciones locales y los horarios de cada centro antes de desplazarte.

Qué supermercados sí abren en el puente: horarios del 2 de noviembre

Frente a la política de cierre de Mercadona en festivos, otras grandes marcas recurren a horarios reducidos o aprovechan las normativas de libertad comercial autonómicas.

Carrefour

Las tiendas de menor tamaño, como Carrefour Express y buena parte de las superficies Carrefour Market, suelen mantener la atención al público tanto el domingo como el lunes festivo. En el caso de sus grandes hipermercados, la apertura depende de la zona, como en la Comunidad de Madrid y áreas con gran afluencia turística, donde atenderán en horario festivo especial.

ALDI y Lidl

ALDI acostumbra a fijar aperturas especiales en áreas urbanas, prestando servicio en franjas que suelen ir de 10:00 a 21:00 o 22:00 horas. Lidl, por su parte, contempla aperturas matinales, generalmente de 9:00 a 15:00 horas, en tiendas seleccionadas en zonas de costa o de alta densidad turística.

Ahorramás, DIA, Consum y El Corte Inglés

Ahorramás abrirá en turno de mañana (de 9:00 a 15:00 horas) bastantes establecimientos de la zona centro de la península. DIA mantiene abiertas por las mañanas sus franquicias locales y de menos tamaño, como Dia Go. La red de tiendas Consum y supermercados Charter suele ofrecer servicio matinal de 9:00 a 14:30 horas en festivos y domingos autorizados.

El Corte Inglés e Hipercor cierran sus grandes centros excepto en zonas autorizadas como Madrid, pero sus tiendas Supercor y Supercor Express funcionarán con normalidad.

Tiendas de conveniencia y gasolineras

Si necesitas realizar una compra de última hora, las tiendas ubicadas en estaciones de servicio (Repsol/Carrefour Express, Cepsa/Carrefour Flash), la cadena Supercor Express y los pequeños comercios de alimentación de barrio mantendrán su actividad durante todo el puente.

Dado que la regulación comercial varía considerablemente entre municipios, resulta imprescindible verificar la ficha de la tienda concreta en la web o app oficial de la cadena antes de desplazarse.

  •  
❌