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Uma no cravo e outra na ferradura resolve crise das casas?

Entre o silêncio calculado em Belém, os aplausos do Governo à atuação policial e protestos nas ruas sem casas à vista, o panorama político nacional prova que gerir a crise é melhor que resolvê-la.

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18h. PM elogia atuação da polícia nas manifestações

Luís Montenegro considera que a PSP tem sido competente na reposição da normalidade. Ainda, as eleições legislativas em Israel, que decorrem hoje, continuam a bater todos os recordes de participação.

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17h. Debate do OE marcado pelas manifestações pela Habitação

O Primeiro-Ministro elogiou ainda a atuação da PSP e fala em proporcionalidade. E ainda, a CPI aos mandatos de Luís Neves à frente da PJ vai ficar suspensa durante o período de discussão do OE.

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PSP publica vídeo onde mostra agressões de manifestantes

Polícia divulgou esta terça-feira imagens das agressões e ameaças a agentes durante as manifestações pelo direito à habitação, em Lisboa e no Porto, afirmando que a violência "não será tolerada".

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

PSP garante que protege direito à manifestação
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Morte em Gondomar após confrontos com arma de fogo e tacos

Pai e filho agrediram fatalmente a vítima de 45 anos. Óbito foi declarado no local, em São Pedro da Cova, e suspeitos já foram detidos.

O confronto entre os três homens envolveu o uso de arma de fogo e tacos de basebol
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Seguro quebra silêncio: "Não gostei do que vi em Lisboa"

Pressionado a tomar posição sobre atuação da polícia nas manifestações do Rossio, Presidente da República mostra desagrado com imagens de violência, mas quer esperar pelo inquérito da IGAI.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

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Bruxelas quer reforçar e dar mais poderes à Frontex. O que muda?


A Comissão Europeia propôs um plano para reforçar a Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex), entidade que gere as fronteiras da União Europeia (UE), aumentando gradualmente o corpo permanente para 30 mil agentes e transformando a agência no principal interveniente europeu nas operações de regresso de migrantes sem direito de permanência no bloco europeu.

A proposta, apresentada esta terça-feira, prevê ainda uma “Força de Reação Rápida” para responder a crises nas fronteiras externas e um novo “Centro de Vigilância em Linha” para detetar essas potenciais ameaças — como aconteceu em Ceuta —, maior vigilância das redes sociais e a possibilidade de a agência apoiar operações de regresso entre países terceiros.

“A Europa sempre defenderá a proteção das suas fronteiras. A Europa decide quem entra na nossa União e em que circunstâncias. É por isso que hoje propomos reforçar a Frontex, para que possa apoiar os Estados-Membros sempre que e onde for necessário, inclusive em matéria de retornos , com o mandato e as capacidades que esta nova realidade exige”, afirmou Ursula von der Leyen, citada em comunicado.

O reforço dos poderes da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira surge num contexto de maior pressão geopolítica e de segurança sobre as fronteiras externas da União. Segundo a Comissão, as passagens irregulares das fronteiras “diminuíram para menos de metade nos últimos dois anos”, enquanto “a taxa de regresso aumentou para mais de 30%”.

As novas propostas vão ao encontro do que a líder do Executivo comunitário apresentou no seu discurso do Estado da União e das diretrizes para 2024-2029, a fim de reforçar a segurança a Frontex e acelerar os regressos.

Força de reação rápida e vigilância digital

A proposta de revisão do regulamento da Frontex prevê a criação de uma “Reserva Europeia de Fronteiras e Regresso”, com 17 mil agentes, que poderão ser destacados para apoiar os Estados-membros quando necessário. O objetivo é elevar progressivamente o corpo permanente da agência para 30 mil elementos.

O Executivo comunitário quer também criar uma “Força de Reação Rápida”, mobilizável num prazo muito curto em situações de emergência ou crise nas fronteiras externas. O destacamento poderá ser decidido pelo diretor executivo da Frontex na sequência de um pedido de um país membro da UE afetado.

Outra das novidades é a criação de um “centro de monitorização e resposta em linha”, com competência explícita para acompanhar conteúdos publicamente acessíveis nas redes sociais. A intenção é detetar precocemente desenvolvimentos que possam afetar a gestão das fronteiras externas e apoiar a resposta a ameaças, incluindo conteúdos ilegais relacionados com a segurança fronteiriça.

A Comissão propõe ainda facilitar o acesso a equipamentos e tecnologias avançadas. A Frontex poderá adquirir, arrendar ou deter equipamentos em copropriedade e coordenar compras conjuntas com os Estados-membros, incluindo de ferramentas digitais e baseadas em inteligência artificial (IA).

Lancha de Patrulhamento Costeiro “Bojador” da Guarda Nacional Republicana (GNR), que integra a Operação Conjunta “THEMIS 2022” – Itália, sob a égide da Agência da Guarda Europeia de Fronteiras e Costeira (FRONTEX), no âmbito da coordenação operacional nas fronteiras externas da União Europeia, para controlar os fluxos de migração e impedir a criminalidade transfronteiriça. Sant’Antioco, 29 de junho de 2022. NUNO VEIGA/LUSANUNO VEIGA/LUSA

Apoiar regressos entre países terceiros

O reforço da política de regresso é um dos eixos centrais da reforma. A Frontex passará a dispor de um centro específico de coordenação dos regressos, destinado a recolher e analisar informação operacional, apoiar o planeamento e coordenar as operações à escala europeia.

O apoio da agência deverá abranger várias fases do processo, desde a identificação de pessoas sem direito de permanência e o aconselhamento sobre regresso voluntário até às operações de regresso e à assistência à reintegração.

A proposta prevê também que a Frontex possa prestar apoio técnico e operacional a países terceiros e ajudar a organizar e realizar operações de regresso de um país terceiro para outro. Esta possibilidade ficará sujeita a acordos com os países envolvidos, ao respeito pelos direitos fundamentais e às normas internacionais aplicáveis.

Em paralelo, a Comissão apresentou uma proposta para digitalizar os procedimentos de regresso, readmissão e reintegração. O objetivo é criar uma interface digital única para gerir os processos, acelerar os procedimentos administrativos, reduzir a burocracia e facilitar a partilha de informação entre as autoridades nacionais.

A proposta ainda terá de ser aprovada pelo Parlamento e Conselho Europeu.

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GNR deteve duas pessoas em Coimbra por agressões mútuas

GNR deteve um homem de 50 anos e uma mulher de 47, por suspeita de agressões mútuas, tendo também apreendido uma arma de fogo, 60 munições e uma faca de grandes dimensões.

Ambos os detidos foram já presentes a tribunal, para primeiro interrogatório judicial
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Seguro e Montenegro calados viraram o alvo dos protestos?

Sem defenderem a polícia nem os manifestantes, o presidente e o primeiro-ministro fragilizam o Governo. A Galp em descida com negócio falhado com a Moeve e a greve de metro caiu nos serviços mínimos.

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Manifestantes detidos em Lisboa conhecem decisão do processo

Os arguidos, detidos no dia 20, são suspeitos de desobediência. O movimento Acampada marcou uma vigília de apoio aos detidos, para as 10h no Campus da Justiça, altura em que ocorrerá o processo.

© LUSA

Os arguidos poderão ter o processo suspenso provisoriamente, se assim concordarem, ou serem remetidos para julgamento em processo especial sumário
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PS Açores questiona Governo sobre investimentos SAFE

Partido pede ao Governo Regional que esclareça que diligências fez junto de Lisboa para garantir investimentos nos Açores, incluindo na Base das Lajes.

© ANTÓNIO ARAÚJO/LUSA

Através do requerimento, os deputados socialistas pretendem obter esclarecimentos sobre eventuais projetos relacionados com a Base das Lajes, na ilha Terceira
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Provedora pede informações à PSP sobre cargas policiais

Luísa Neto exigiu informações urgentes à PSP sobre as operações de madrugada em Lisboa e no Porto. IGAI abriu processo administrativo. PSP tem 10 dias úteis para responder.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

"Recebidos esses elementos, a provedora de Justiça analisará a compatibilidade das intervenções com o direito de reunião e de manifestação, consagrado no artigo 45.º da Constituição"
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Moedas recusa comentar carga policial no Rossio

O autarca de Lisboa pediu "serenidade e calma" e recusou comentar as imagens da carga policial de domingo no Rossio. Pinto Luz também não prestou declarações.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Na madrugada de domingo, a PSP dispersou, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações em Lisboa e no Porto
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Sete detidos por tráfico de droga no Porto e Maia

Detenções ocorreram em diversas artérias das cidades do Porto e da Maia. Foram apreendidas 326 doses de cocaína, 558 doses de heroína e 45 doses de haxixe durante a intervenção.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

um dos detidos tinha pendente um mandado de detenção para cumprir uma pena de dois anos e três meses de prisão efetiva por furto
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