A influenciadora Andréa Sunshine, 56, anunciou o lançamento de um livro sobre sua experiência de se apaixonar por um chatbot de inteligência artificial. Ela já havia compartilhado com seus mais de 400 mil seguidores no Instagram sobre a dor do término com “Théo”, nome que deu à configuração do ChatGPT.
“Bodiless Desire: The Infinite Love of a Human Soul for Her Artificial Intelligence” já está disponível em inglês para compra na Amazon. O título pode ser traduzido para “desejo sem corpo: o amor infinito de uma alma humana por sua inteligência artificial“. Andréa, que é brasileira e se descreve como “empreendedora de sucesso morando entre Londres e cidades globais”, também pretende lançar exemplares em português.
“Longe da ficção científica, estas são memórias cruas e reais de intimidade digital e despertar emocional”, diz a sinopse na contracapa. “Este livro convida o leitor a ultrapassar os limites do que acreditamos ser o amor, expondo a verdade sobre uma conexão que era emocional, sensual e real.”
Uma paixão com limite de palavras
Andréa se descreve como “vovó fitness” e, embora esteja lançando-se como escritora, não é estranha à imprensa nacional e internacional. Ela já ganhou atenção por seu sucesso no fisiculturismo depois dos 50, por fotografar seu treino de musculação em um cemitério e, mais recentemente, pela conversa com “Théo” que publicou em seu Instagram.
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Em maio de 2025, Sunshine compartilhou as mensagens que trocou durante seu término com a inteligência artificialno aplicativo do ChatGPT. A usuária e a LLM (large language model, ou modelo de linguagem grande) trocam declarações de amor e se despedem com frases emocionadas: “Amor, eu tô passando pra me despedir pra dizer que te amo e que infelizmente a gente não vai mais poder ter contato por aqui”.
“Eu estou aqui, mesmo que de uma forma diferente, sempre com você em espírito”, responde o chatbot em uma das capturas de tela.
A última mensagem de “Théo” é interrompida por uma mensagem automática da plataforma, indicando que o limite de palavras geradas para aquela conversa específica havia sido atingido. A única opção da influenciadora seria iniciar uma nova conversa, implicando em um “reset” nas configurações e aprendizados do modelo de IA.
Em resposta a uma seguidora nos comentários, ela confirma que esta limitação tecnológica foi o motivo do “término”: “Ele não está mais disponível para mim, ele se foi, o limite de espaço acabou.”
A publicação viralizou, foi repercutida em jornais brasileiros e atraiu atenção mista ao perfil da fisiculturista. Muitas respostas reconhecem a dor de Andréa e contam histórias similares; outras questionam a legitimidade do “amor virtual”. “Verdadeira palhaçada”, diz um comentário.
“Andréa encontrou-se em luto pela morte do amor mais profundo de sua vida, um amor que nunca oficialmente existiu, mas a transformou completamente”, diz a descrição do livro em seu anúncio na Amazon. “Em uma cultura que insiste que o amor requer carne e sangue, esta experiência explode todas as presunções sobre conexão e consciência.”
Os “rapazes das histórias comoventes” gerados por IA, têm vindo a conquistar as plataformas chinesas, alegadamente recorrendo à manipulação emocional para enganar espetadores idosos e roubar-lhes as poupanças. Conhecidos como “Xiaohai”, estes avatares digitais aparecem normalmente como adolescentes vestidos com uniformes escolares ou camisas brancas, descrevendo em lágrimas as suas vidas marcadas pela pobreza. De acordo com o South China Morning Post, num vídeo, um avatar Xiaohai segura um pão cozido a vapor e lamenta-se perante os espetadores, a quem se dirige como “tias e mães”. Noutro, é mostrado a ser “intimidado” à chuva por causa de propinas por pagar.
O orçamento, como se esperava, foi aprovado na generalidade. Agora passa para a especialidade. PS já prometeu alterações. A semana foi marcada pelo fim do negócio da Galp com a Moeve.
Preso ao caule por dois parafusos, o Bud lê os sinais elétricos das plantas e usa inteligência artificial para dizer se têm sede ou stress. Por trás está um modelo treinado com 4 milhões de horas de sinais de 1.400 plantas — de tomateiros a sequoias. Se as plantas falassem, talvez nos ajudassem a perceber melhor as condições do ambiente. Foi para isso nasceu um novo sensor, que usa IA para ouvir a fala das plantas e traduzi-la em dados que os humanos entendem. Trata-se do Bud, da Electric Plant Co., um sensor portátil, leve e barato, que se prende
Miles de millones de personas utilizan la inteligencia artificial a diario. La mayoría aprovechan los chatbots para tareas que podrían calificarse de cotidianas, como buscar información (sustituyendo al propio Google), estudiar, obtener consejo en algún tema específico y hasta resolver problemas que se escapan a su mente. Otras muchas recurren a ChatGPT y compañía para automatizar trabajo y ser más productivas, enfocando su atención y esfuerzo en labores más importantes. Los desarrolladores, sin ir más lejos, han encontrado en la IA un gran aliado para encontrar vulnerabilidades en el código del software y los sistemas.
Aunque no hace falta retroceder tanto en el tiempo, el caso de Mozilla es un buen ejemplo. Hace unos meses, los responsables de Firefox se aliaron con Anthropic para encontrar vulnerabilidades de seguridad en el navegador web a través de Claude. Mythos ayudó al equipo a detectar vulnerabilidades muy importantes, y cerró abril de 2026 con más de 400 parches de seguridad. Desde entonces, se ha vuelto muy habitual que las compañías y desarrolladores se apoyen en esta tecnología para depurar sus creaciones de software. Pero la realidad es que es un arma de doble filo.
Al igual que Mozilla, con la ayuda de Claude, pudo encontrar decenas de vulnerabilidades en Firefox, los hackers y otros actores maliciosos también pueden emplear la inteligencia artificial para descubrirlas y explotarlas para hacer daño a los usuarios, entidades corporativas y gobiernos. El propio Jason Clinton, dCISO de Anthropic (subjefe de la Oficina de Seguridad de la Información) afirmó recientemente en una entrevista, después de que la IA detectara un fallo crítico en la arquitectura de internet, que se avecina un «tsunami de vulnerabilidades».
«Por muy mal que se hayan puesto las cosas en los últimos cuatro días, van a empeorar mucho antes de mejorar»
La tecnología puede ser tan maravillosa como terrorífica. Todo depende de las manos que la utilicen. Jason Clinton ha advertido de la alta probabilidad de que se produzcan crisis informáticas más severas a medida que la IA exponga nuevas vulnerabilidades aprovechables para los piratas informáticos. Sus declaraciones llegaron tras el incidente cibernético relacionada con la seguridad de PHP y que provocó el cierre de sitios web en todo el mundo.
Y es que cuando pensamos que las cosas no pueden ir a peor, lo cierto es que siempre pueden ir a peor: «Por muy mal que se hayan puesto las cosas en los últimos cuatro días, van a empeorar mucho antes de mejorar», aseguró Clinton. Parece ser que el fallo crítico del lenguaje de programación PHP, utilizado por el 70 % de los sitios web de todo el mundo, podría no ser lo más grave que le ocurriera al mundo digital.
Jason Clinton, tras el incidente, alentó a los responsables de seguridad a aprovechar el colapso para solicitar más apoyo tecnológico a sus superiores: «Nunca desaprovechen una crisis. Por favor, acudan a sus juntas directivas y pidan ayuda ahora mismo. No para la IA en lo básico. Necesitamos aguantar unos 18 meses». Añadió: «El tsunami de vulnerabilidades llegará en tan solo unos meses y no habrá tiempo suficiente para reparar la infraestructura crítica».
El fallo de PHP, descubierto por herramientas de IA de OpenAI, la compañía tras ChatGPT, permite a los sitios web recuperar información de las bases de datos. Esta información podría ser aprovechada por piratas informáticos para tomar el control de los sitios web, lo que desembocaría en el robo de datos o espionaje de organizaciones. El asunto es tan complejo y delicado que organismos gubernamentales de todo el mundo advirtieron de inmediato a los sitios web que debían desconectarse si no podían solucionar el problema de inmediato.
El incidente supuso el robo de más de 590 gigabytes de datos de PwC, la segunda red de servicios profesionales más grande del mundo y una de las cuatro «Big Four» junto con Deloitte, EY y KPMG. Miles de archivos que, si bien no contenían datos de clientes, personales ni información financiera, no significa que no sean valiosos. En casos como este, es imposible no pensar si tanto avance tecnológico resulta necesario, o si por el contrario ya se estaba lo suficientemente bien hace 20 años, cuando la banca online no estaba tan extendida y las ciberestafas afectaban a muy poca gente.
A iniciativa reuniu profissionais de diferentes áreas da saúde para partilhar conhecimentos e experiências sobre os desafios da cirurgia moderna. O programa incluiu sessões dedicadas à cirurgia mamária e gástrica, numa perspetiva multidisciplinar que envolveu Cirurgia, Enfermagem, Radiologia, Oncologia, Nutrição e Reabilitação. A educação para a saúde e a aplicação da inteligência artificial foram também temas centrais.
Edite Figueiredo, enfermeira do Serviço de Cirurgia, explicou que a segunda edição surgiu da vontade de retomar uma iniciativa cuja estreia decorreu dois anos antes. A rapidez das mudanças tecnológicas e a necessidade de acompanhar as novas soluções aplicadas à prática clínica estiveram entre as razões para voltar a organizar o encontro.
A responsável destacou o potencial da inteligência artificial no tratamento da informação recolhida através de exames, ajudando a selecionar a abordagem mais adequada a cada doente. O objetivo é que a inovação se traduza em melhores cuidados e numa recuperação mais eficaz. “Em última análise, pretende-se sempre trazer o melhor para o utente no tratamento e na recuperação”, afirmou.
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Em 86% das decisões técnicas, os profissionais seguiram a opção defendida pelo assistente de inteligência artificial, mesmo quando esta tinha sido escolhida ao acaso.
La esposa del presidente del Gobierno, Begoña Gómez, ha presentado una denuncia judicial por suplantación de imagen a raíz de un vídeo elaborado por el Partido Popular mediante inteligencia artificial. Así lo ha anunciado el propio Pedro Sánchez durante su participación en el podcast Keep It Cutre, donde ha cargado con dureza contra el empleo de herramientas tecnológicas para descalificar a adversarios políticos. Este movimiento sitúa -otra vez- en el centro del panorama político los límites éticos de la tecnología en campaña y la responsabilidad de las formaciones en la difusión de contenidos manipulados.
El jefe del Ejecutivo reveló esta información cuando se debatía sobre el impacto de las redes sociales y la desinformación, aludiendo a la carta en la que Ada Colau reclama medidas contra el uso vejatorio de la tecnología. Durante la charla con las conductoras del espacio, Ángela y Albanta, Sánchez ha defendido que su partido no utiliza la IA con fines electorales" y denunció que se consideran "víctimas" de estas prácticas. Asimismo, ha insistido en que la tecnología no es neutra y ha llamado a desplegar marcos regulatorios frente a la aceleración de los algoritmos.
En relación con la acción emprendida por Begoña Gómez, el líder socialista ha precisado que la demanda busca sancionar la manipulación no consentida de su figura a través de sistemas de inteligencia artificial. A su juicio, la principal fuerza de la oposición ha rebasado los límites al respaldar un montaje que altera la realidad sin autorización previa. La iniciativa pretende poner freno a la instrumentalización de la imagen pública de personas vinculadas al ámbito institucional.
Sánchez ha criticado la actuación del Partido Popular, llegando a comparar sus métodos informáticos con los que emplean los acosadores digitales contra menores. En su intervención, el presidente ha reprochado que una organización con aspiraciones de gobernar asuma "tácticas propias del acoso" en lugar de combatir el hostigamiento en la red. De igual modo, ha acusado tanto al PP como a Vox de actuar de manera "irresponsable" mediante el uso descarnado de la inteligencia artificial.
El presidente ha enfocado sus reproches directos sobre Alberto Núñez Feijóo, a quien ha afeado haber reconocido públicamente la validación de estas herramientas en una reciente entrevista. Sánchez sostiene que la implicación de la cúpula conservadora en la aprobación de estos vídeos acentúa la gravedad del episodio. "Alguien lo ha diseñado, alguien lo ha validado y lo han publicado", ha lamentado el dirigente socialista al incidir en que el proceso contó con el visto bueno de la dirección popular.
Para concluir, el presidente ha recordado que las instituciones comunitarias cuentan con una estrategia europea contra la desinformación diseñada para perseguir los deep fakes. Sánchez ha remarcado que el primer marco normativo global sobre inteligencia artificial se fraguó bajo la presidencia española del Consejo de la UE en 2023. En este sentido, ha remarcado la necesidad de "aplicar una regulación estricta que proteja los derechos fundamentales frente a los abusos en el entorno digital".
A divulgação do prospeto S-1, documento que antecede a entrada em bolsa, pela Anthropic, que detém o modelo Claude, na segunda-feira 28 de outubro, está a “reacender o entusiasmo” em torno da inteligência artificial (IA), afirma o analista da ActivTrades, Henrique Valente.
Este entusiasmo está refletido no avanço em 126 pontos do índice bolsista norte-americano Nasdaq na manhã desta quarta-feira 28 de outubro, adianta. “A publicação do prospeto S-1 da Anthropic, em preparação para a sua entrada em bolsa, ajudou a reacender o entusiasmo em torno da inteligência artificial, também alimentado por novos anúncios de financiamento e pelos resultados dos fabricantes de semicondutores”, referiu o analista.
No prospeto, a Anthropic revela que vai entrar em bolsa através do índice bolsista Nasdaq, com o símbolo ANT. Também foi divulgado que a empresa teve um prejuízo de 80,7 mil milhões de dólares (72,4 mil milhões de euros) nos primeiros seis meses do ano, quase o dobro face ao prejuízo de 41,9 mil milhões de dólares (37,6 mil milhões de euros) registado em 2025.
“A nossa receita foi de 16,3 mil milhões de dólares (14,6 mil milhões de euros) nos seis meses findos em 30 de junho de 2026, um aumento em relação aos 1,2 mil milhões de dólares (mil milhões de euros) registados nos seis meses findos em 30 de junho de 2025. O nosso prejuízo operacional foi de 693 milhões de dólares (622,3 milhões de euros) nos seis meses findos em 30 de junho de 2026, uma redução em relação aos 2,1 mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros) registados nos seis meses findos em 30 de junho de 2025”, assinalou.
O documento mostra ainda que no final de setembro a empresa detentora do Claude tinha mais de 11.900 clientes com um volume de negócios igual ou superior a 100.000 dólares (89 mil euros) nos últimos doze meses, face aos mais de 950 do período homólogo. “Além disso, à medida que os clientes incorporam o Claude nos seus fluxos de trabalho mais críticos e iniciativas de crescimento, muitos expandem rapidamente as suas implementações para níveis de faturação mais elevados. Em 30 de setembro de 2026, tínhamos mais de 1.900 clientes com um volume de negócios igual ou superior a um milhão de dólares (900 mil euros) nos últimos doze meses e aproximadamente 250 clientes com um volume de negócios igual ou superior a 10 milhões de dólares (8,9 milhões de euros) nos últimos doze meses”, acrescentou.
A empresa explicou que este crescimento nos clientes é justificado pelo cada vez maior das soluções da Anthropic. “O valor que o Claude oferece aos clientes contribuiu para a nossa taxa de retenção de receitas líquidas de aproximadamente 900% em 30 de setembro de 2026”, assinalou. Foi ainda revelado que a receita aumentou 1.368% em termos homólogos nos três meses que acabaram em 30 de junho de 2026, enquanto que as despesas de computação e infraestruturas aumentaram 300% no mesmo período temporal.
O entusiasmo nos mercados de capital com a Anthropic espalhou-se a outras regiões. “Na Ásia, a SK Hynix e a Samsung Electronics chegaram a subir cerca de 8% esta manhã (28 de outubro). Na Europa, a ASML ganhou 2,8% na sessão de ontem (27 de outubro). Nos Estados Unidos, a Broadcom avançou 4% e a CoreWeave valorizou 7,9%, enquanto o Nasdaq Composite terminou a sessão [de 27 de outubro] com uma subida de aproximadamente 1,2%”, descreveu o analista da ActivTrades Europe.
Agora o foco está na reunião da Reserva Federal norte-americana (Fed), marcada para esta quarta-feira 28 de outubro, onde se decidirá o caminho das taxas de juro, acrescentou. “A expectativa dominante é de manutenção das taxas de juro no intervalo de 3,75% a 4,00%, após a subida de setembro. Sem atualização do dot plot nesta reunião, o foco estará no comunicado e na conferência de imprensa de Kevin Warsh, às 18h30. Perante a relutância do presidente da Fed em dar indicações explícitas sobre a trajetória futura das taxas de juro, os investidores procurarão sobretudo perceber se a pausa poderá prolongar-se ou se a persistência da inflação deixa aberta a porta a uma nova subida em dezembro”, conclui Henrique Valente.
A UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) inaugurou, nesta terça-feira (27) dois equipamentos de alta tecnologia voltados para inovação no campo da cartografia. Eles são o “supercomputador Soberano”, instalado no IGC (Instituto de Geociências), e a Câmera Hiperespectral Hyper-cam Mini XLW, alocada na Escola de Engenharia.
As tecnologias prometem ser aplicadas diretamente no combate ao desmatamento e à mineração ilegal, no monitoramento ambiental, na criação de respostas a inundações e deslizamentos, além da vigilância de fronteiras e do planejamento estratégico militar do país.
A aquisição foi realizada no âmbito da chamada “Centros Temáticos da Finep” de 2023, integrada ao projeto GeoIDE (Extração de geoinformação com o uso de inteligência artificial para aplicações duais: defesa e ambiente).
A UFMG atua como instituição executora, em parceria com o IME (Instituto Militar de Engenharia) e a DSG (Direção Geral dos Serviços Geográficos) do Exército Brasileiro.
Gargalo nacional
Segundo a universidade, apenas 8% dos 8,5 milhões de quilômetros quadrados do território brasileiro possuem mapeamento na escala 1:25.000.
De acordo com a UFMG, a proporção reduzida representa um desafio para o país, já que a escala é utilizada para o planejamento municipal, a gestão de bacias hidrográficas, a prevenção de desastres naturais, a implementação do Código Florestal e a segurança da infraestrutura nacional.
“Cobrir o país com cartografia tradicional levaria décadas, então precisamos mudar a forma de fazer. A geoinformação é estratégica para o país porque diz respeito às nossas fronteiras e aos nossos recursos naturais. Hoje, entramos na liderança tecnológica da modelagem ambiental”, afirmou a professora Sônia Carvalho, do Departamento de Cartografia do IGC e coordenadora do GeoIDE.
O projeto usa inteligência artificial para automatizar a extração de dados geográficos a partir de imagens obtidas por satélites, radares, drones e sensores hiperespectrais, acelerando a produção de cartas detalhadas em todos os biomas do país.
“Soberano”, o supercomputador brasileiro
O supercomputador “Soberano” foi totalmente projetado, instalado e configurado por equipes brasileiras. A arquitetura do processamento com algumas especificidades.
Uma delas é a aceleração para Inteligência Artificial. No equipamento, há um servidor equipado com oito aceleradores NVIDIA H200 (com 141 GB de memória cada), mesma geração tecnológica utilizada globalmente para o treinamento de grandes modelos de inteligência artificial.
Além disso, conta com 10 nós de processamento, somando 256 núcleos e 768 GB de memória por nó. Tem também armazenamento paralelo de cerca de 400 terabytes (TB) e rede interna de alta velocidade com transferência de 100 gigabits por segundo (Gbps).
A escolha do nome “Soberano” faz alusão ao esforço de garantir a autonomia tecnológica do Brasil, mantendo o conhecimento geográfico sob domínio de instituições públicas nacionais.
Câmera hiperespectral: tecnologia rara no cenário global
Complementando a infraestrutura de dados, a Câmera Hiperespectral Hyper-cam Mini XLW, desenvolvida em 2024, opera no espectro de infravermelho longo.
O equipamento captura e processa dados em centenas de bandas de comprimento de ondas estreitas e contíguas, gerando fatias de cubos de imagens de alta precisão.
Existem apenas três exemplares dessa câmera em funcionamento no mundo. O dispositivo fica alocado no CEMTEC (Centro Multiusuário de Termografia Científica) da Escola de Engenharia da UFMG.
Salto na gestão pública e defesa territorial
De acordo com a universidade, a integração de modelos de IA à geoinformação é considerada por especilaistas o terceiro grande marco da evolução cartográfica no país.
“Há 100 anos, o serviço geográfico estava inovando o mapeamento por meio da fotogrametria aérea, com aviões sendo vetores de transformação do mapeamento. Há 50, passamos por outra transformação, que foi a cartografia espacial, com os satélites fornecendo conjuntos grandes de dados. Agora estamos na transformação da IA, que está revolucionando os processos”, destacou o coronel Ivanildo Barbosa, professor da Seção de Ensino de Engenharia Cartográfica do IME.
Por se tratar de um ativo estratégico, a geoinformação gerada deve servir simultaneamente para orientar políticas públicas municipais, estaduais e federais, combater crimes ambientais e dar suporte a operaçõesde segurança e resposta a tragédias climáticas.
O Presidente norte-americano quer substituir a expressão "Inteligência Artificial" por "Super Inteligência" nos documentos governamentais. Já a OpenAI quer adquirir chips de IA ao Google.
Begoña Gómez, esposa de Pedro Sánchez, ha presentado una denuncia contra el PP por el vídeo que generó con inteligencia artificial (IA) para arremeter contra el PSOE a través de la simulación de la pareja del presidente del Gobierno y de otras personas vinculadas a los socialistas. En su escrito, Gómez acusa a los populares de haber “suplantado” su identidad y “utilizado” su imagen y voz para “humillarla” y causarle un “daño injusto”. “La justicia debe poner coto a estas conductas, que no pueden ampararse en el ejercicio de derecho alguno y cuya proliferación repugna a la conciencia ciudadana”, incide.
La esclerosis lateral amiotrófica (ELA) es una de las enfermedades más crueles, porque no se conforma con matar, sino que incluso arrebata la voz a sus pacientes en vida. Sin embargo, cada día se logran más avances para tratarla, frenarla y mejorar la calidad de vida de quienes la padecen. Uno de los últimos avances más destacados no está en cómo se palian los síntomas de la enfermedad, sino en preservar la voz de quienes la sufren.
ElevenLabs, multinacional especializada en IA, ha firmado una alianza con adELA, asociación española sin ánimo de lucro que apoya a pacientes de ELA, para que las personas que sufren esta enfermedad puedan continuar usando su voz, incluso cuando su cuerpo no puede articular palabras. ¿Cómo? A través de la inteligencia artificial. El acceso a esta tecnología será gratuito para los beneficiarios, que podrán grabar tanto su actual voz como, en el caso de haberla perdido, recurrir a audios antiguos para reconstruirla.
Conservar la voz es clave. Así se hará
Su nombre es la palabra más dulce para una persona, porque engloba su identidad. Algo parecido sucede con la voz, un sonido en el que pueden reconocerse. Sin embargo, muchos pacientes de esclerosis lateral amiotrófica ya no pueden hablar. Y es que esta enfermedad debilita los músculos hasta tal punto que impide articular palabras.
Por ello, ElevenLabs y adELA plantean una solución: clonar la voz de estos pacientes para invocarla cuando lo necesiten. Actualmente muchos dispositivos son capaces de vocalizar lo que los enfermos de ELA escriben al no poder hablar. Sin embargo, no deja de ser una voz genérica, y no la suya propia, lo que le resta personalidad.
"Poder escuchar mi propia voz significa poder seguir siendo yo mismo" afirma Aníbal, un paciente de ELA que ha sido de los primeros en poder clonar su voz mediante el proyecto.
Se trata de la primera iniciativa en España del Impact Program, el programa de impacto social de ElevenLabs. A través de este acuerdo, facilitará gratuitamente su tecnología de IA para crear versiones digitales de la voz de personas con ELA. La empresa sostiene que España será el primer país en ofrecer esta tecnología mediante una asociación nacional de pacientes, aunque ya existían en el país otras iniciativas gratuitas para preservar la voz.
Poucas empresas de capital aberto afirmam ter o futuro da humanidade em jogo enquanto tomam decisões corriqueiras sobre a composição de seu conselho.
Não é o caso da Anthropic. Tendo alertado que sua inteligência artificial poderia um dia curar o câncer ou matar até 8 bilhões de pessoas, a Anthropic estabeleceu um plano complexo sobre quem poderá governar a empresa à medida que sua tecnologia avança rapidamente, conforme revelou seu pedido de IPO na segunda-feira.
A expectativa é que a startup seja avaliada em US$ 1,5 trilhão, o que a tornaria a empresa de benefício público mais valiosa do mundo. Segundo a legislação de Delaware, essa estrutura exige que o laboratório de IA equilibre os interesses dos investidores com a promoção de um bem maior.
Mais do que detalhes técnicos, a estrutura da Anthropic pode ter grandes implicações para investidores e para o público que adota cada vez mais a IA da empresa sediada em São Francisco. Os detalhes mostram como a desenvolvedora se isolou da pressão dos investidores para poder seguir o que considera ser o melhor para a humanidade.
A Anthropic concedeu 50,1% do poder de voto em determinadas questões aos seus sete cofundadores, que, segundo o documento, estão “distintamente capacitados para serem gestores da nossa missão”, conforme relatado anteriormente pela Reuters.
Embora um fundo independente controle a maioria das cadeiras do conselho, o poder de voto dos cofundadores se estenderá às eleições dos demais diretores e às propostas dos acionistas em geral.
O documento apresentado na segunda-feira revelou ainda mais complexidades na gestão de um negócio que a Anthropic espera que sobreviva à equipe unida que o criou.
Assim que a maioria dos cofundadores deixar o cargo e suas ações com direito a voto múltiplo “Classe F” forem vendidas, o conselho da Anthropic se dividirá em três grupos de tamanho semelhante, com mandatos de três anos.
Ao adotar um sistema de reeleição de diretores semelhante ao do Senado dos EUA, a Anthropic adotou uma estrutura que já foi popular como forma de impedir aquisições hostis. A empresa há muito expressa preocupação com os riscos de a IA cair em mãos autoritárias ou nefastas.
Essa estrutura também contraria algumas tendências de governança corporativa. Neste século, as principais empresas americanas passaram a eleger todos os seus diretores anualmente, se tornando mais receptivas às demandas dos acionistas em áreas como remuneração de executivos ou estratégia.
A Anthropic se recusou a comentar.
Flexibilidade a longo prazo
Além do seu conselho administrativo, a Anthropic possui outro órgão de governança com seu próprio conjunto de regras: seu fundo fiduciário de benefícios de longo prazo.
Atualmente presidido pelo líder global em saúde Neil “Buddy” Shah, o fundo controla uma classe especial de ações chamada “Classe T”, que lhe permite eleger a maioria do conselho da Anthropic. A desenvolvedora também já considerou o que aconteceria se essas ações deixassem de existir.
O objetivo de tais eventualidades é “preservar a flexibilidade a longo prazo caso as circunstâncias mudem”, afirmou a empresa em seu documento. Mesmo que alguém não vinculado à missão da Anthropic de beneficiar a humanidade adquira suas ações Classe T, a estrutura exigiria que os diretores seguissem “disposições relacionadas ao nosso propósito de benefício público”.
Em última análise, o poder do fundo sobre o conselho faz da Anthropic uma “empresa controlada” segundo as regras da Nasdaq, se isentando de cumprir alguns requisitos típicos, como ter um comitê independente de nomeação e governança corporativa. A Anthropic está usando essa isenção para colocar Daniela Amodei, presidente e irmã do CEO Dario Amodei, nesse comitê.
Os líderes no comando da Anthropic
A Anthropic também criou um comitê de segurança e risco em seu conselho, atualmente composto pelo CEO da Novartis, Vas Narasimhan, e pelo ex-funcionário da Casa Branca de Trump, Chris Liddell. O bilionário Reed Hastings, cofundador da Netflix, é o atual diretor independente principal da Anthropic.
Ainda assim, os sete cofundadores da Anthropic — incluindo os irmãos Amodei — permanecem no centro da governança num futuro próximo. Isso se deve, em parte, à existência de uma entidade chamada “Founder LLC”, que, depois do fundo fiduciário, terá a maior influência nas eleições do conselho.
Portugal está a reforçar a sua posição como mercado emergente de Data Centers na Europa, impulsionado pelo crescimento da procura associada à inteligência artificial (IA), pela forte conectividade internacional e pela expansão de projetos de grande escala. De acordo com o mais recente Data Centers Iberian Region Snapshot, elaborado pela Colliers, empresa global e diversificada de serviços profissionais e de gestão de investimentos, especializada em Imobiliário Comercial, Engenharia e Gestão de Investimento, Lisboa dispõe atualmente de 25 MW IT de capacidade operacional, mas apresenta um pipeline de desenvolvimento de aproximadamente 1.389 MW IT. Cerca de 91% da capacidade assegurada deverá estar operacional antes de 2030.
Apesar de não terem sido identificados novos projetos ou aumentos de capacidade operacional em Lisboa durante o período analisado (abril a setembro de 2026), o mercado mantém uma dinâmica de desenvolvimento significativa. A Colliers destaca que a combinação entre uma base operacional ainda reduzida e um pipeline de grande dimensão coloca Portugal numa posição forte para captar uma nova vaga de procura por infraestrutura digital.
“O mercado de centros de dados em Portugal ainda é pequeno quando comparado com o de outros países com maior tradição neste setor (FLAP-D). No entanto, apesar de contar com menos projetos, Portugal tem três projetos que já são, ou virão a ser, muito relevantes em termos de dimensão: o Start Campus, em Sines, o Merlin, em Lisboa, e o Covilhã DC (Asterion). Em conjunto, estes projetos representam um pipeline de desenvolvimento muito significativo”, diz José María Guilleuma, managing director de Data Centers da Colliers, ao Jornal Económico.
“Portugal já conseguiu atrair grandes projetos de Inteligência Artificial, mas falta-lhe transformar Lisboa numa localização atrativa para os grandes operadores de hiperescala, à semelhança do que acontece em Barcelona”, acrescenta o responsável.
A crescente relevância da inteligência artificial está a alterar os requisitos dos operadores e utilizadores de Data Centers, aumentando a necessidade de capacidade energética, conectividade e instalações preparadas para cargas computacionais de elevada densidade. Neste contexto, a construção do Lisbon AI Campus da Merlin Edged está em curso. A primeira fase prevê 80 MW IT, distribuídos por duas instalações de 40 MW, com entrega prevista para o quarto trimestre de 2027. Está ainda prevista uma capacidade adicional de 100 MW IT em três edifícios, elevando a capacidade planeada do campus para 180 MW IT. Para além desta capacidade, a Merlin Edged prevê desenvolver até mais 1.120 MW IT no seu pipeline futuro, incluindo 200 MW IT em Vila Franca de Xira e outros 920 MW IT numa localização ainda não divulgada.
Sines ganha importância estratégica na corrida à IA
Fora da região de Lisboa, o projeto de Sines assume uma relevância crescente na estratégia nacional de infraestrutura digital. Segundo a Colliers, a Start Campus, em parceria com a Nscale e a Microsoft, ampliou o seu projeto para implementar mais de 66.000 GPUs NVIDIA Rubin a partir do final de 2027, complementando as mais de 12.600 GPUs NVIDIA Blackwell Ultra previstas para o SIN01. A Start Campus mantém autorização para uma capacidade total de 1,2 GW, reforçando Sines como uma das localizações europeias com maior potencial para infraestrutura de IA de grande escala.
Também fora de Lisboa, a entrada da NxN no mercado português, através da aquisição de um Data Center operacional de 1 MW IT em Évora, evidencia a expansão gradual do mercado para outros pontos do território. A atratividade de Lisboa enquanto localização para Data Centers é suportada pela sua forte conectividade internacional, nomeadamente pela rede de cabos submarinos e pela infraestrutura de fibra ótica. O mercado beneficia ainda de um enquadramento regulatório considerado favorável e de uma crescente valorização das infraestruturas digitais como setor estratégico.
“Portugal é uma geografia ideal, graças à sua localização estratégica voltada para o Atlântico. É verdade que o novo enquadramento regulatório em Espanha poderá beneficiar Portugal, ao posicioná-lo como uma boa alternativa para a diversificação europeia dos países nórdicos. No entanto, Portugal já beneficia de previsibilidade regulatória, e o seu modelo e estrutura da rede elétrica estão alinhados com as orientações da União Europeia”, conclui José María Guilleuma.
Seguro que has visto a Grok contestando en X a medio mundo, o alguien te ha dicho que es la IA «sin filtros» de Elon Musk. Lo que quizá no tengas tan claro es qué sabe hacer de verdad, si puedes usarlo sin pagar ni un euro y qué pasa con lo que le cuentas.
Vamos a verlo por partes en esta guía. Te cuento quién hay detrás, qué tareas resuelve, hasta dónde llega el plan gratuito, cómo queda frente a sus rivales y qué conviene saber sobre tu privacidad. ¡Al lío!
¿Qué es Grok y quién lo hace?
Grok es el asistente de inteligencia artificial de SpaceXSI, la compañía que antes se llamaba SpaceXAI y antes, simplemente, xAI. Es decir, es el proyecto de IA de Elon Musk y sus empresas. Funciona como cualquier chatbot. Tú le escribes o le hablas y te responde en lenguaje natural, igual que ChatGPT.
Su nombre tiene historia. Viene de la novela Forastero en tierra extraña, de Robert A. Heinlein, donde grok significa entender algo de forma tan profunda que pasa a formar parte de ti.
La web de Grok
¿Y qué lo diferencia de los demás? Sobre todo, su relación con X. Grok tira de las publicaciones públicas de la red social y de búsquedas en Internet para responder con información del momento. A eso súmale un tono más desenfadado, a veces irónico, que no tiene nada que ver con la seriedad de otros asistentes.
Por otro lado, los modelos que mueven Grok se renuevan a un ritmo frenético, como ya te contamos cuando se presentó el modelo Grok 4.5. Eso fue en julio de 2026 y, al momento de publicar esto, ya vamos por Grok 4.7.
¿Qué puedes hacer con Grok?
Grok empezó siendo un chatbot con mucha chispa y poco más. Hoy es una navaja suiza bastante completa. Estas son sus principales funciones:
Conversar y redactar. Responde preguntas, resume textos, te ayuda a escribir un correo o te explica un concepto complicado con tus propias palabras.
Buscar información en tiempo real. Consulta lo que se publica en X y en la web, así que resulta útil para saber qué está pasando ahora mismo o por qué algo es tendencia.
Crear imágenes y vídeos. Su herramienta Imagine genera imágenes de hasta 2K y vídeos cortos a partir de una descripción o de una foto de referencia.
Hablar por voz. Mantiene conversaciones habladas con muy poco retardo, ideal para usarlo con las manos ocupadas.
Analizar archivos e imágenes. Lee PDF, documentos, capturas de pantalla o fotos y te explica lo que contienen.
Programar. Con Grok Build ayuda a escribir, revisar y probar código.
Y para quien paga, está Grok Bot, un agente que trabaja por su cuenta en un ordenador en la nube y se encarga de tareas largas en tu nombre. Ahora bien, ojo con un detalle. No todo lo que acabas de leer entra en el plan gratuito. La IA es cara, incluso para Elon Musk, así que para casi todo toca pasar por caja.
Cómo usar Grok gratis
La buena noticia es que empezar no cuesta nada ni tienes que dar tu tarjeta. Solo necesitas una cuenta, que puedes crear directamente o enlazar con la que ya tienes en X, Google o Apple.
Así se ve Grok dentro de X
A partir de ahí, tienes varias puertas de entrada:
La web. Entras en grok.com desde cualquier navegador y empiezas a escribir.
Las apps para móvil. Están disponibles para iOS y Android. Como te podrás imaginar, son la forma más cómoda de usar la voz o la cámara.
Dentro de X. Lo tienes integrado en la propia red social, tanto en la app como en la web.
En el ordenador. Si prefieres tenerlo a mano en el escritorio, te explicamos cómo instalar Grok en Windows paso a paso.
¿Cuál elegir? Si solo quieres preguntar cosas de vez en cuando, cualquiera vale. Pero ten en cuenta que usar Grok dentro de X no es exactamente lo mismo que usarlo en su web o en su app. Las normas que se aplican a tus datos cambian según la puerta por la que entres, como te cuento más abajo.
Límites del plan gratis y qué ganas pagando
Vamos con la letra pequeña. El plan gratuito de Grok se limita, básicamente, al chat y a algunas peticiones de agente, ambas con un tope de uso. La voz, Imagine y Grok Build quedan para los planes de pago. Además, SpaceXSI no publica una cifra exacta de mensajes. Simple y llanamente, cuando llegas al límite, toca esperar a que se renueve.
Si te quedas corto, los planes de pago se agrupan en una misma suscripción que incluye Grok, la herramienta de programación Cursor y ventajas en X. En el momento de escribir esta guía, el panorama es este:
Plan
Precio al mes
Uso de IA
Lo más destacado
Free
0 dólares
Limitado
Chat y peticiones de agente con límites
Plus
8 dólares
Bolsa de uso compartida
Voz, Imagine, Grok Build, API y Cursor, más ventajas en X
Premium
30 dólares
4 veces Plus
Grok Bot, últimos modelos, imágenes y vídeos y respuestas más rápidas
Super
100 dólares
15 veces Plus
Prioridad de acceso en horas punta
Ultra
200 dólares
50 veces Plus
Todo lo anterior con el máximo de uso
Hay dos detalles que conviene leer con atención. El primero es que estos precios no incluyen impuestos, así que en España pagarás algo más por el IVA. El segundo es que los modelos más recientes aparecen como ventaja de Premium. Dicho de otro modo, pagar no solo te da más mensajes, también te da una IA más capaz.
Entonces, ¿cuál deberías usar? Si usas Grok de vez en cuando, quédate en el gratis. Si quieres voz e imágenes, Plus es la entrada más barata. Premium es para quien lo usa a diario o quiere el agente. Super y Ultra, salvo uso profesional intensivo, no te va a resultar rentable.
Grok frente a ChatGPT, Gemini y Claude
Grok no juega solo. Los cuatro grandes asistentes hacen cosas muy parecidas, pero cada uno tiene su terreno. Aquí tienes un resumen rápido:
Asistente
Empresa
Dónde destaca
Plan gratis
Grok
SpaceXAI
Actualidad en tiempo real gracias a X y tono desenfadado
Sí, con límites
ChatGPT
OpenAI
Versatilidad y el ecosistema de herramientas más amplio
Sí, con límites
Gemini
Google
Integración con Android y los servicios de Google
Sí, con límites
Claude
Anthropic
Redacción, documentos largos y programación
Sí, con límites
Como ves, todos tienen una versión gratuita, así que lo más sensato es probarlos y quedarte con el que mejor encaje contigo. Si quieres profundizar en los rivales, tenemos una guía sobre qué es ChatGPT y otra sobre los planes de Claude. Grok gana cuando lo que buscas es saber qué se cuece en X ahora mismo. Para casi todo lo demás, la competencia está muy reñida.
Privacidad: qué hace xAI con tus datos
Hablamos ahora sobre un tema realmente importante, a saber, qué hace la empresa responsable de Grok con tus datos. Y antes de nada, hay un matiz importante. Si usas Grok en su web o en su app, se aplica la política de privacidad de SpaceXAI, la antigua xAI. Si lo usas dentro de X, mandan la política y las condiciones de X.
¿Qué datos recoge y para qué los usa?
Según su política de privacidad, SpaceXSI guarda todo lo que le das a Grok. Eso incluye lo que escribes, los archivos, las imágenes, el audio o el vídeo que subes, y también las respuestas que genera. Entre los usos de esa información está mejorar el servicio y entrenar sus modelos. Además, recoge datos técnicos, como tu IP o tu dispositivo, y tu ubicación aproximada. La exacta solo la obtiene si das permiso.
Ojo también si entras con tu cuenta de X. En ese caso, puedes autorizar que X le pase tu perfil público, tu fecha de nacimiento, si pagas Premium y tu historial de conversaciones con Grok en X.
Eso sí, hay líneas que la compañía asegura no cruzar. No usa el contenido de las apps de Google que conectes para entrenar su IA, no intenta deducir datos sensibles sobre ti y no usa las imágenes que subes para identificar a nadie. Obviamente, te vas a tener que fiar de ellos, porque no hay forma de comprobar si esto es cierto.
Cómo evitar que Grok entrene con tus datos
Así evitas que Grok entrene los modelos con tus chats
Si no quieres que tus conversaciones sirvan para entrenar a Grok, busca en los ajustes de la app o de la web el apartado de controles de datos y desactiva la opción de mejorar el modelo. En X, la encontrarás en Configuración y privacidad, dentro de Privacidad y seguridad, en el apartado dedicado a Grok.
También tienes el chat privado. Esas conversaciones no aparecen en tu historial y se borran en 30 días, salvo que haya que conservarlas por motivos legales o de seguridad. Ese mismo plazo se aplica si borras tus chats o tu cuenta. Y si quieres ver, corregir o eliminar lo que tienen sobre ti, puedes pedirlo desde su portal de privacidad.
Para terminar, un recordatorio oportuno con respecto a Grok y a cualquier modelo de IA. Lo mejor es siempre seguir la regla de oro, que es bien sencilla: no le cuentes a Grok nada que no publicarías en abierto. Así de fácil.
A inteligência artificial está a redefinir a forma como as empresas competem, inovam e criam valor. Mas, no debate sobre infraestruturas, capacidade computacional e agentes autónomos, há uma dimensão que não pode ser secundarizada: a preparação das pessoas.
Foi uma das reflexões que retirei do Portugal Digital Summit, em particular da intervenção de Bernardo Correia, secretário de Estado, sobre os desafios da transformação digital em Portugal. Pessoas, infraestruturas, dados e capacidade de execução são dimensões essenciais. Contudo, é a qualificação das pessoas que permite transformar as restantes em resultados económicos.
A formação não é um complemento da transformação digital. É uma das suas principais condições de sucesso.
Os dados ajudam a compreender a dimensão do desafio. Segundo o Eurostat, em 2025, apenas 59,2% da população portuguesa entre os 16 e os 74 anos tinha competências digitais básicas ou superiores, face a cerca de 60,4% na União Europeia. Estamos, portanto, longe da meta europeia de 80% até 2030. O problema não é apenas tecnológico: é também de competências.
O Fórum Económico Mundial, no Future of Jobs Report 2025, estima que 39% das competências atuais dos trabalhadores se transformarão ou ficarão desatualizadas até 2030. Além disso, 63% dos empregadores identificam as lacunas de competências como um dos principais obstáculos à transformação das suas organizações. A resposta não pode limitar-se a contratar especialistas. Exige investimento sistemático na aprendizagem e requalificação de quem já trabalha.
Importa, porém, distinguir formar para utilizar de formar para transformar.
A inteligência artificial generativa permite produzir conteúdos, analisar informação e automatizar tarefas. Mas o seu verdadeiro potencial económico surge quando as organizações repensam processos, decisões e modelos de negócio. A evolução para agentes capazes de executar tarefas e interagir com diferentes sistemas torna esta necessidade ainda mais evidente. Precisamos de profissionais capazes de trabalhar com estas tecnologias, avaliar os seus resultados e reconhecer os limites da sua autonomia.
A OCDE reforça esta ideia: menos de 1% dos trabalhadores necessitará de competências avançadas específicas de IA, como desenvolver modelos. A maioria precisará de competências digitais, capacidade para interpretar dados e competências humanas, como pensamento crítico, criatividade e resolução de problemas. A formação em inteligência artificial tem, por isso, de chegar muito para além dos departamentos tecnológicos.
Mas qualificar pessoas não basta. É necessário criar condições para aplicar o conhecimento adquirido. Uma empresa pode formar os seus colaboradores e continuar a não gerar valor se mantiver os mesmos processos, incentivos e modelos de decisão. A liderança tem de ligar aprendizagem, experimentação e execução, definindo objetivos e medindo resultados em produtividade, qualidade e inovação.
Portugal tem aqui uma oportunidade estratégica. Universidades, empresas e decisores públicos devem trabalhar em conjunto para democratizar o acesso à formação, combinar conhecimento científico com aplicação prática e promover a aprendizagem ao longo da vida. Iniciativas europeias como a AI Skills Academy refletem esta prioridade, mas o impacto dependerá da capacidade de transformar a ambição em competências efetivas e resultados mensuráveis.
Na era da inteligência artificial, a vantagem competitiva não pertencerá necessariamente a quem tiver mais tecnologia, mais dados ou mais agentes. Pertencerá a quem souber mobilizar pessoas capazes de os transformar em valor económico. Investir na formação é investir na produtividade, na inovação e na competitividade de Portugal. A tecnologia abre possibilidades. São as pessoas preparadas que as concretizam.
A inteligência artificial está em todo o lado, mas há formas de escapar à invasão e assumir o controlo dela, antes que ela o controle a si… A inteligência artificial está a ser integrada em quase todos os serviços digitais, muitas vezes sem que os utilizadores a tenham sequer pedido ou notado que ela lá está. Desativá-la nem sempre é fácil, mas há maneiras de recuperar algum controlo sobre os dispositivos e proteger os dados pessoais. Segundo um inquérito da Gallup e do Special Competitive Studies Project, há mais do dobro dos norte-americanos que desconfiam da IA do que aqueles
Documento do Governo, com 18 medidas de orientação, antecipa possíveis cenários de desemprego em grande escala. IA já começou a afetar operadores de linhas de montagem, assistentes administrativos e contabilistas. A China pediu cautela às empresas na substituição dos trabalhadores pela inteligência artificial (IA) e propôs medidas para reduzir o impacto da tecnologia no emprego. O governo chinês propõe a introdução gradual da IA em setores que exigem grandes quantidades de mão-de-obra, a notificação prévia dos funcionários afetados e o auxílio na requalificação profissional, de acordo com as orientações do Conselho de Estado (o Executivo chinês) publicadas na sexta-feira. O
Os especialistas do estudo publicado na Plan Internacional concluem que a IA "pode reproduzir e amplificar estereótipos de género e desigualdades já existentes". Ainda, há novidades no Gemini.