❌

Reading view

Urbisjovem pede audiência a Seguro para resolver crise

Criada em março, a Urbisjovem quer construir apartamentos a custos controlados em municípios de norte a sul do país. Já negocia terrenos em Santarém para 44 fogos e em Almeirim.

© RITA FRANÇA/LUSA

A Urbisjovem está a negociar com a Câmara de Santarém vários terrenos, alguns "já com o projeto", nomeadamente para 44 fogos na cidade, e em Almeirim
  •  

Novo apoio pretende garantir igualdade de oportunidades no ensino superior

VTM

Esta medida encontra-se prevista no projeto do regulamento municipal de Bolsas de Capacitação e Formação para Jovens do município de Boticas, que foi aprovado pela câmara municipal na reunião de 17 de setembro. O regulamento encontra-se em consulta pública por um período de 30 dias úteis, durante o qual os interessados poderão apresentar sugestões e observações.

Segundo Guilherme Pires, presidente da Câmara Municipal de Boticas, esta medida tem como objetivo apoiar os jovens do concelho e garantir a igualdade de oportunidades de acesso ao ensino superior. “Investir nos nossos jovens é investir no futuro de Boticas”.

O autarca destacou ainda a importância de dar a todos os jovens a oportunidade de prosseguir os estudos, desenvolver competências e construir um futuro com mais possibilidades. “Porque as oportunidades devem ser para todos. Porque o futuro de Boticas começa nos nossos jovens”.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Novo apoio pretende garantir igualdade de oportunidades no ensino superior appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso

Vítima foi atraída para um cemitério com pretexto sexual, agredida com uma moca e roubada. Arguidos pagam 2.114,92 euros à vítima, que ficou com quatro costelas partidas.

Entre abril de 2025 e o dia 11 de maio seguinte, os dois casais "elaboraram um plano para se apropriarem de bens ou valores monetários" do ofendido
  •  

Federação jovem quer melhorar literacia sobre a UE

Daniel Novais, 23 anos, é o novo presidente da Federação Nacional dos Estudos Europeus. Combate à desinformação e aproximação dos jovens à UE estão no topo da agenda.

© JACEK BEDNARCZYK/EPA

A nota da federação assinala que o novo mandato "representa uma nova etapa para a FNEE, formada pelas associações juvenis focadas no estudo"
  •  

Jovens precisam de "espaço nos lugares de decisão"

A Próxima Geração abriu candidaturas para um programa de liderança cívica. A presidente defende representatividade jovem no parlamento, autarquias e empresas.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

"É (preciso) existir representatividade dos jovens nos grupos parlamentares, é (preciso) existir representatividade dos jovens nas assembleias municipais e nos quadros das empresas", apelou a associação
  •  

Governo apoia jovens agricultores com 35 milhões

Nova linha de apoio simplificada promete licenciamentos mais rápidos. Há já 330 milhões para renovação geracional, com mais de 1.500 projetos em curso.

© NUNO VEIGA/LUSA

"Uma outra simplificação tem a ver com a possibilidade de termos uma transmissão de uma exploração de uma forma mais simples e célere sem penalização da candidatura", afirmou José Manuel Fernandes
  •  

Ministro da Agricultura anuncia linha de apoio de 35 ME para jovens agricultores

VTM

“Agora abrimos mais um novo concurso com o objetivo de termos 200 novos agricultores, no valor de 35 milhões de euros”, adiantou o ministro, hoje, no I Encontro de Jovens Agricultores, que está a decorrer em Macedo de Cavaleiros.

José Manuel Fernandes adiantou que esta linha terá “custos unitários e custos simplificados” e haverá “desburocratização”, nomeadamente no licenciamento dos recursos hídricos e na transmissão de explorações, sendo por isso, “muito mais rápida” a aquisição do apoio.

“Quem apresentar agora a candidatura, no que diz respeito aos licenciamentos dos recursos hídricos, não será no momento da submissão da candidatura que tem de ter esse licenciamento, nem faz sentido, […] mas será apresentado no momento que há o contrato depois da candidatura aprovada […] Uma outra simplificação tem a ver com a possibilidade de termos uma transmissão de uma exploração de uma forma mais simples e célere sem penalização da candidatura”, explicou.

O ministro referiu ainda um outro apoio, direcionado à renovação de gerações na agricultura, com 330 milhões de euros disponíveis para apoiar 2.000 jovens, adiantando que “mais de 1.500″ projetos já estão em curso.

“A nossa média de idades na agricultura é de cerca de 64 anos. Nós temos de trabalhar para a segurança alimentar, comida no prato, isso implica renovação geracional, que também traz conhecimento, modernidade, a possibilidade de usar drones, robótica, essa agricultura e agricultura de precisão com maior produtividade também é essencial”, afirmou.

Em 07 de outubro, a Lusa noticiou testemunhos de jovens agricultores que dizem não conseguir viver apenas do setor agrícola, sendo obrigados a recorrer a outra fonte de financiamento.

Confrontado com estas declarações, José Manuel Fernandes entende “que hoje os jovens têm todo o direito e devem poder ter empregos complementares”, sublinhando que os que estão em exclusividade na agricultura recebem um “bom apoio” de “55 mil euros” para a instalação do seu projeto.

“Não podendo ter jovens em exclusividade, estando eles também a trabalhar para agricultura já estão a ajudar o objetivo da segurança alimentar”, disse.

Durante a sua intervenção no I Encontro de Jovens Agricultores, o governante deixou ainda criticas a políticas ambientais que colocam “em desvantagem” os agricultores portugueses, realçando que há falta de perceção de que a “agricultura é um financiador do ambiente”, vincando que “cerca de 41% da Política Agrícola Comum é para objetivos ambientais”, que se traduzem em “mais de 400 milhões de euros por ano”.

Para o ministro da agricultura, esta deveria ser a “missão do fundo ambiental, não devia ser uma missão da agricultura”, obrigando a cumprir legislação “onde às vezes há exageros”.

“Como é que eu explico a um agricultor que ele não pode utilizar um determinado produto fitofarmacêutico na produção e eu vou a seguir a um supermercado, compro um alimento que foi importado de países fora da União Europeia e eu usa aquele produto fitofarmacêutico. (…) Qual é a lógica disto?”, questionou.

Segundo José Manuel Fernandes, estas políticas levam “a perda de competitividade”.

“Aquilo que é permitido fazer em Portugal e na Europa deve ser permitido também aos outros países que exportam para aqui, mas aquilo que é proibido fazer aqui no processo de produção também devia ser proibido fazer nos países que exportam para aqui. Trata-se de uma igualdade de circunstâncias”, defendeu.

The post Ministro da Agricultura anuncia linha de apoio de 35 ME para jovens agricultores appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Habitação em Vila Real: os milhões do PRR e um PDM que tarda

VTM

Cinquenta anos depois, ter casa continua a ser um dos maiores problemas sociais do país. A Constituição consagra esse direito, mas a realidade mostra como está longe de ser acessível a todos.

A crise tem várias causas, mas os governos de António Costa, entre 2015 e 2024, tiveram tempo e responsabilidade para enfrentar a escassez de oferta habitacional. Falharam na resposta estrutural. Segundo o Banco de Portugal, entre 2015 e 2023, o número de habitações concluídas foi inferior a metade do registado nos oito anos anteriores. O resultado está à vista: preços elevados, rendas incomportáveis e jovens adiados nos seus projetos de vida.

Vila Real não escapa a esta realidade. Como polo de ensino superior, saúde, administração pública, comércio e serviços, precisa de condições para fixar jovens, atrair profissionais e permitir que as famílias construam aqui o seu futuro.

A aquisição de 180 habitações na Quinta do Centenário, num investimento de cerca de 24 milhões de euros financiado pelo PRR, é um passo importante. Seria desonesto não o reconhecer. Mas seria igualmente irresponsável apresentar este investimento como solução para o problema da habitação no concelho.

E os jovens que começam a trabalhar? E os casais com rendimentos intermédios? E os profissionais que querem viver em Vila Real, mas não conseguem suportar os preços do mercado? A política de habitação não pode limitar-se à emergência social. Tem de aumentar a oferta, recuperar imóveis devolutos e criar condições para que mais pessoas possam viver no concelho.

É aqui que entra uma questão incontornável: o planeamento do território.

A revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) começou em 2018, com um prazo inicial de 24 meses. Estamos em outubro de 2026 e o processo continua sem aprovação e publicação da revisão. Oito anos depois, Vila Real permanece à espera de um instrumento essencial para ordenar o crescimento urbano, enquadrar a construção, reabilitar o edificado e dar previsibilidade a quem pretende investir.

Em reunião de Câmara, foi apontado outubro; na Assembleia Municipal, surgiu dezembro como horizonte para a conclusão. Esperemos que o prazo seja cumprido. Mas os anúncios não substituem resultados. Os munícipes e os agentes económicos merecem conhecer o ponto de situação, o trabalho em falta e um calendário credível.

Um PDM atualizado não resolve, por si só, a crise da habitação. Mas a sua demora também não pode ser tratada como um pormenor burocrático. Governar não é apenas captar fundos e inaugurar projetos. É planear, antecipar necessidades e criar condições para o futuro.

O governo de Luís Montenegro já avançou com várias medidas fiscais: – aprovou uma linha de crédito de 1,5 mil milhões de euros para apoiar a construção ou reabilitação de cerca de 50 mil habitações sociais; reduziu o IVA para 6% em algumas operações de construção e reabilitação habitacional; criou benefícios fiscais para rendas moderadas e o aumento das deduções de rendas no IRS; isenção de IMT e Imposto do Selo na compra da primeira habitação e a simplificação dos licenciamentos.

O investimento público é necessário, mas o planeamento municipal também conta. Vila Real continua a ser um concelho que tarda em planear o seu território, comprometendo a capacidade de construir esse futuro.

The post Habitação em Vila Real: os milhões do PRR e um PDM que tarda appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Incentivo à natalidade procura atrair famílias jovens ao concelho

VTM

O apoio varia consoante o número de filhos do agregado familiar. Pelo primeiro filho, o incentivo é de 3500 euros, valor que sobe para 4000 euros no caso do segundo filho e para 4500 euros a partir do terceiro filho.

O montante é atribuído através de duas modalidades complementares: o Cheque-Bebé, pago diretamente às famílias após a aprovação da candidatura, e o Crescer+, destinado ao reembolso de despesas relacionadas com o desenvolvimento e o bem-estar da criança.

A componente Crescer+ permite comparticipar despesas com consultas e exames médicos, medicamentos, alimentação infantil, artigos de higiene e puericultura, vestuário, calçado e frequência de estabelecimentos de ensino, entre outras despesas previstas no regulamento. Para serem elegíveis, as compras e os serviços têm de ser realizados em estabelecimentos comerciais localizados no concelho de Armamar.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Incentivo à natalidade procura atrair famílias jovens ao concelho appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

A Garantia Jovem só serviu para inflacionar as casas?

O governo quis agradar aos jovens, mas só conseguiu o oposto. Já nas escolas, alunos estão mais atentos com proibição dos telemóveis e na política os doadores partidários ficam no segredos dos deuses.

  •  

Jovens do Norte e da Galiza querem fixar-se na eurorregião

VTM

Coorganizada com a entidade galega “Conecta Galícia” e financiada pela Comissão Europeia, através do programa Erasmus+, a iniciativa promoveu o diálogo, a cooperação transfronteiriça e o envolvimento dos jovens na construção do futuro da região.

Os jovens abordaram questões relacionadas com a sustentabilidade, a fixação de jovens, a criação de oportunidades e o envolvimento das novas gerações nos processos de decisão.

Renato Gil, presidente da Inspira, disse à VTM que o objetivo é tentar encontrar soluções para que os jovens possam ficar na eurorregião em vez de sair dela. “Queremos que os jovens se fixem na região e tenham um papel decisivo no futuro desta eurorregião e não sejam os mais velhos a decidirem por eles”.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Jovens do Norte e da Galiza querem fixar-se na eurorregião appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Prática desportiva jovem relacionada com satisfação de vida

Estudo analisou os efeitos comparativos de diferentes tipos de envolvimento desportivo, em equipa, individual e não participação, nas diferentes variáveis selecionadas, em jovens entre os 12 e 18.

© LUSA

O trabalho revelou também que "tanto a participação em desportos coletivos, como individuais, está associada a níveis mais elevados de utilização das emoções"
  •  

Jovens agricultores obrigados a ter outra fonte de rendimento

VTM

“São poucos os jovens que fazem da agricultura a sua única fonte de rendimento”, disse Diana Alves, jovem agricultora na aldeia de Ala, concelho de Macedo de Cavaleiros.

Cresceu na agricultura, com os pais e avós, e recentemente submeteu um projeto jovem para plantação de olival, para aumentar a exploração que já existe.

No entanto, é também professora de Filosofia, outra área que admite não ser fácil, a da docência, mas que, ainda assim, “é mais estável do que a carreira de agricultura”, que é “muito instável” e que torna “muito complicado ser-se agricultor a tempo inteiro”.

“Tenho um projeto de olival. Ora um olival para começar a dar rendimento só a partir dos cinco anos, ora eu tenho de estar cinco anos a injetar dinheiro, aliás, a investir no olival e só a partir daí consigo tirar algum furto. Imagine o que é cinco anos a investir e ter retorno zero. Portanto, é muito complicado. Mesmo assim, a partir dos cinco ou 10 anos o retorno financeiro não é assim tão elevado que seja possível manter uma casa, manter uma família, apenas com esse rendimento”, lamentou.

Para André Bragada, no concelho de Bragança, a situação não é muito diferente. Tem exploração de animais, como porcos e cabras, e ainda produção de castanha e azeite, mas também é agente imobiliário.

“Eu tenho a sorte e posso dizer que sou um agricultor ou semi-agricultor graças às terras, ao trator que me foi deixado, às alfaias que me foram deixadas”, explicou, dizendo que sem esta herança familiar nunca conseguiria ser agricultor nos dias de hoje.

Para o jovem, “hoje em dia só é agricultor ou quem já estava muito enraizado nisto ou quem é teimoso e gosta muito”.

“Eu sei que hoje em dia estou na agricultura por teimosia”, afirmou.

André Bragada já tentou viver só desta atividade, mas faltou “incentivo”, porque num “ano mau” de produção não é possível “aguentar”.

“Agora, neste momento, está muito difícil viver só disto e acho que os jovens não se vão agarrar a algo que não lhe permite ter uma vida estável”, sublinhou.

Por isso, no seu entender, os incentivos dados pelo Governo “deviam ser trabalhados de outra maneira”.

“Eu gosto muito da forma que se trabalha na Espanha. (…) Lá são pagos à produção e não como aqui, que se fala muito dos subsídios e assim. Acho que mesmo logo da base da escola devia ser outro tipo de incentivo”, vincou.

A contribuir para a baixa rentabilidade do setor está o aumento do preço dos combustíveis, que faz disparar o custo de produção, a tipologia de agricultura na região transmontana, ou seja, o minifúndio, que não permite competir com produções em grande escala, e ainda as alterações climáticas, segundo apontaram.

“Estamos em outubro e estão cerca de 30 graus. Portanto, o facto de não termos estruturas e infraestruturas para colmatar estas alterações climáticas também não ajuda (…) aqui na minha região não temos sequer acesso ao regadio (…) nós sabemos que plantações que têm regadio têm um nível de produção muito mais elevado, porque a planta nunca fica tão em stress como é puramente de sequeiro”, afirmou Diana Alves.

Estas alterações climáticas são também evidentes em pequenas plantações, por exemplo de cereal, para alimentar os animais.

“Semeio abóboras para poder dar às porcas e tive uma baixa muito grande. Fiz a sementeira, foi um ano também fraco de sementeira. Castanha foi um ano igual. Azeite, o ano passado, basicamente nem cheguei a bater as oliveiras porque não me compensava o que tinha de pagar, fosse jeira ou fosse máquina, não me compensava, ia ser literalmente trabalhar para aquecer”, contou André Bragada.

Em explorações de grandes dimensões, como a do jovem agricultor Miguel Reis, no concelho de Macedo de Cavaleiros, as alterações climáticas tentam combater-se com investimentos no regadio, mas que, segundo revelou, são muito elevados e “assustam”.

“Todo este investimento que está por trás só apenas da captação de água (…) é perto 15 mil euros por cada captação. Se estou a dizer que temos 13 furos ou 13 captações de água estamos aqui a falar de um valor muito próximo a 200 mil euros”, adiantou.

A sua família tem 70 hectares de amendoal, soutos e olival. Embora se dedique maioritariamente à agricultura é também presidente de junta da sua aldeia, Corujas, no concelho de Macedo de Cavaleiros.

O jovem agricultor, de 30 anos, reconhece que as alterações climáticas e a falta de infraestruturas de regadio são um dos grandes desafios da agricultura em Trás-os-Montes, mas também o emparcelamento de terrenos e a dificuldade de ter explorações de maiores dimensões.

“São regiões que há muitas parcelas, ou seja, os terrenos estão muito divididos e é muito difícil encontrarmos dois hectares, três hectares, quatro hectares para podermos fazer emparcelamentos. Falo nesse sentido para poder justificar investimentos. (…) Uma pessoa que se queira instalar, jovem agricultor, vai ter de começar do zero, preparar os solos, colocar novas plantações. Com a diferença do clima, cada vez mais quente, é necessário recorrer a sistemas de rega, portanto, se estamos a falar em investimentos (…) uma grande fatia de dinheiro [é para] começar do zero, mais somar a isso em cada parcela um sistema de regadio (…) torna-se um valor tão dispendioso por hectare ou por parcela que dificilmente vai ter retorno”, apontou.

Miguel Reis considera ainda que as pessoas mais idosas oferecem alguma resistência e veem como “tabu” vender ou alugar terrenos, o que cria mais um entrave.

Criticou ainda as “isenções fiscais” de que beneficiam os agricultores reformado que, além de receberem a sua pensão, têm ainda benefícios por manterem uma exploração agrícola.

“Um idoso que produz castanha pode produzir até um certo valor castanha e terá isenções fiscais de segurança social, etc., e outro tipo de impostos, enquanto um jovem terá de ser sempre sobrecarregado com esses impostos, ou seja, de certa parte um jovem agricultor já começa mais penalizado”, criticou.

Para discutir os desafios dos jovens na agricultura, na sexta-feira, em Macedo de Cavaleiros, vai acontecer o I Encontro de Jovens Agricultores de Trás-os-Montes, com empresários, investigadores e entidades gestoras.

The post Jovens agricultores obrigados a ter outra fonte de rendimento appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Lula grava conteúdo com jovens e aparece de óculos inusitados

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gravou conteúdo com jovens nesta quarta-feira (14/10). A gravação faz parte da movimentação da campanha nesta etapa da disputa eleitoral.

Na gravação, Lula aparece com óculos inusitados. O acessório chamou a atenção nas redes sociais e integra a estratégia de aproximação com o público jovem.

O presidente também fez o gesto de hang loose, mesmo sem um dedo mindinho. A cena repercutiu entre internautas e apoiadores.

Em busca de uma virada no segundo turno, a campanha do petista aposta em conteúdo para redes sociais. A gravação foi publicada pelo perfil @brasilcomlula.

The post Lula grava conteúdo com jovens e aparece de óculos inusitados appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  
❌