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Intuitivo capta 1,35 milhões de euros para acelerar expansão internacional e SRS Legal assessorou

A startup portuguesa de tecnologia educativa Intuitivo angariou 1,35 milhões de euros numa ronda de financiamento seed liderada pela Caixa Capital e pelo Impact Innovation Fund, gerido pela 3xP Global, com participação da Techstars e da COREangels Lisboa e Porto, anunciou a SRS Legal, que aconselhou a empresa na operação.

Os fundos serão aplicados no desenvolvimento da plataforma da Intuitivo e na preparação da expansão da empresa para o mercado brasileiro. A startup desenvolve uma solução digital de avaliação para instituições de ensino que recorre à inteligência artificial para simplificar e automatizar o processo de avaliação.

A Intuitivo participou em 2022 no Startup Lab da SRS Legal, considerado o primeiro programa de aceleração de startups criado em Portugal por uma sociedade de advogados, e venceu em 2024 a competição PITCH da Web Summit, entre 105 startups concorrentes.

A equipa jurídica da SRS Legal que acompanhou a transação foi liderada pelo sócio Paulo Bandeira e pela managing associate Solange Fernandes.

 

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TAP lança rota direta entre Lisboa e Reiquiavique no verão de 2027

A TAP Air Portugal vai passar a ligar Lisboa a Reiquiavique, na Islândia, a partir de 1 de abril de 2027, com uma operação sazonal de três voos semanais que decorrerá até outubro, reforçando a sua rede de destinos no Norte da Europa.

Segundo a companhia aérea, a nova rota será operada às terças, quintas e sábados, com partida do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, às 21h05 e chegada ao Aeroporto Internacional de Keflavík às 00h55 do dia seguinte.

No sentido inverso, os voos partirão de Reiquiavique às quartas, sextas e domingos, às 01h45, aterrando em Lisboa às 07h25.

Com esta nova ligação, a TAP pretende reforçar a conectividade entre Portugal e a Islândia, oferecendo uma ligação direta entre os dois países e facilitando, através do seu ‘hub’ de Lisboa, o acesso dos passageiros islandeses à restante rede de destinos da companhia.

A transportadora considera que a nova operação cria novas oportunidades de viagem nos dois sentidos, aproximando mercados turísticos com características distintas.

A Islândia é atualmente um dos destinos turísticos mais procurados da Europa, destacando-se pelas suas paisagens vulcânicas, cascatas, glaciares, geiseres e zonas geotérmicas.

Entre os principais pontos de interesse figuram o chamado Círculo Dourado, que inclui o Parque Nacional de Thingvellir, a cascata de Gullfoss e a área geotérmica de Geysir, bem como a costa sul da ilha.

Os bilhetes para a nova rota já se encontram disponíveis, com tarifas de ida e volta a partir de 349 euros, incluindo taxas, segundo a companhia.

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Airbnb vai doar parte de receitas de cada reserva para alojamento a pessoas em crise

A Airbnb vai doar a partir desta quarta-feira uma parte das receitas de cada estadia à Airbnb.org para proporcionar alojamento temporário gratuito a pessoas em situação de crise, com o objetivo de canalizar 500 milhões de dólares nos próximos cinco anos.

Segundo comunicado divulgado hoje, o novo modelo de financiamento vai permitir à Airbnb.org disponibilizar um milhão de noites de alojamento gratuito por ano a nível global.

A Airbnb precisou que vai doar 0,10 dólares (cerca de 0,09 euros) das receitas de cada estadia, sem que isso implique um aumento do montante pago pelos hóspedes ou uma redução dos pagamentos aos anfitriões. Não serão feitos donativos relativos a estadias canceladas antes do check-in nem a reservas de experiências ou serviços.

“Há catorze anos, após o furacão Sandy ter atingido a região, uma anfitriã disponibilizou a sua casa a pessoas que não tinham para onde ir. Esse simples gesto de generosidade deu origem à Airbnb.org. Desde então, ajudámos a proporcionar mais de 1,6 milhões de noites de alojamento gratuito a pessoas em situação de crise. Agora, sempre que alguém reservar um alojamento na Airbnb, estará também a ajudar outra pessoa a encontrar um lugar onde ficar quando mais precisar. É a Airbnb no seu melhor”, afirmou o cofundador e diretor executivo da Airbnb, Brian Chesky.

A Airbnb.org teve origem em 2012, na sequência do furacão Sandy, quando uma anfitriã abriu as portas da sua casa a desalojados. O gesto foi seguido por outros anfitriões e, em 2020, deu origem à fundação da organização independente sem fins lucrativos.

Desde então, a Airbnb.org já proporcionou mais de 1,6 milhões de noites de alojamento gratuito a mais de 250.000 pessoas em todo o mundo.

A organização, que este ano disponibilizou alojamento em resposta a mais de 200 catástrofes – face a apenas oito em 2023 -, está agora a alargar a sua atuação a outras situações.

O financiamento da Airbnb vai permitir apoiar, até ao final de 2026, famílias que se deslocam para receber cuidados médicos em mais de 20 países, vítimas de violência doméstica e exploração, e veteranos de guerra nos Estados Unidos com doenças graves.

A Airbnb.org colabora com organizações locais e entidades governamentais para identificar quem precisa de apoio e disponibiliza créditos para reserva de alojamento. Os hóspedes ficam alojados gratuitamente, enquanto os anfitriões recebem o pagamento pela estadia.

A Airbnb assegura os custos operacionais da organização, garantindo que a totalidade dos donativos do público se destina a alojamento gratuito, refere o comunicado.

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Temu reforça controlo de qualidade com laboratórios próprios avaliados pela Bureau Veritas

Temu

A plataforma de comércio eletrónico Temu está a reforçar os mecanismos de controlo de qualidade dos produtos vendidos no seu marketplace através da integração de laboratórios próprios nas operações logísticas, após uma avaliação independente realizada pela Bureau Veritas.

Segundo a empresa, a auditoria incidiu sobre laboratórios instalados em armazéns operados por parceiros logísticos da Temu e confirmou a capacidade técnica destas instalações para executar testes específicos de produtos de acordo com determinadas normas europeias. O objetivo é detetar potenciais problemas de conformidade antes da expedição dos artigos para os consumidores.

A avaliação da Bureau Veritas analisou equipamentos de teste, instalações e condições ambientais, procedimentos operacionais, sistemas de controlo de qualidade e competências técnicas das equipas. De acordo com a Temu, os laboratórios cumprem os requisitos técnicos necessários para a realização dos ensaios previstos.

Os laboratórios encontram-se já operacionais e efetuam controlos por amostragem em produtos selecionados. Entre os testes realizados estão verificações de segurança elétrica em eletrodomésticos, avaliações de desempenho de produtos têxteis e ensaios destinados a aferir o cumprimento das normas de segurança aplicáveis a brinquedos.

A Temu explica que esta nova camada de verificação complementa os controlos já efetuados antes da colocação dos produtos à venda e a monitorização contínua realizada posteriormente.

“O nosso objetivo é contribuir para elevar os padrões de controlo dos produtos nas plataformas de comércio eletrónico, integrando os testes laboratoriais de forma mais abrangente nas operações logísticas”, afirmou um porta-voz da empresa. O mesmo responsável sublinhou que esta capacidade permite “identificar e resolver potenciais problemas de conformidade antes da expedição”.

A empresa esclarece que os laboratórios internos não substituem os testes realizados por entidades terceiras independentes nem alteram a responsabilidade dos vendedores de garantir o cumprimento da regulamentação aplicável. Além disso, a avaliação da Bureau Veritas refere-se apenas à capacidade técnica dos laboratórios para realizar os ensaios previstos, não constituindo uma certificação dos produtos.

Também a Bureau Veritas destacou o investimento realizado pela plataforma no reforço dos controlos internos. “A Temu está a trabalhar para desenvolver uma plataforma de comércio eletrónico com um forte foco na qualidade e na conformidade”, afirmou um porta-voz da entidade de certificação, acrescentando que acompanhou “o tempo e o esforço significativos” dedicados ao desenvolvimento das capacidades internas de testes.

A colaboração entre as duas organizações decorre desde 2023 e abrange áreas como testes de produtos, controlos aleatórios, serviços de ensaio prestados a vendedores e ações de formação. O trabalho conjunto envolve categorias que incluem têxteis, equipamentos elétricos e eletrónicos, produtos de beleza e cuidados pessoais, materiais em contacto com alimentos, equipamentos de proteção individual e joalharia.

A Temu revelou ainda que está a explorar novas parcerias com organizações especializadas para expandir as capacidades dos seus laboratórios internos.

A iniciativa integra uma estratégia mais ampla de reforço da segurança dos produtos e da conformidade regulamentar. A empresa prevê investir cerca de 200 milhões de dólares em 2026 em programas de conformidade e garantia da qualidade a nível global, valor que representa o dobro do montante aplicado no ano anterior.

Além dos laboratórios instalados nos armazéns, a plataforma trabalha atualmente com mais de 60 instituições independentes de testes em todo o mundo e tem vindo a alargar os programas de formação dirigidos aos vendedores, com o objetivo de reforçar o cumprimento dos requisitos regulamentares e dos processos de certificação.

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IA transforma procura de escritórios na Europa e abre oportunidades para Portugal, segundo Colliers

A inteligência artificial está a ganhar peso na procura de escritórios na Europa, com Londres, Paris e Berlim a destacarem-se como os principais polos de desenvolvimento do setor, segundo um estudo da Colliers, que identifica oportunidades para Portugal na atração de investimento tecnológico e na expansão das infraestruturas digitais.

O relatório AI Clusters in Europe: Where AI companies are growing and what it means for office demand, publicado pela equipa de investigação da Colliers EMEA em setembro, identifica ainda Munique, Zurique, Amesterdão, Dublin, Estocolmo, Varsóvia, Barcelona e Helsínquia como cidades em crescimento na área da inteligência artificial.

Em Londres, as empresas de inteligência artificial representaram 19% da absorção de escritórios no segundo trimestre de 2026, face a 10% nos três meses anteriores, segundo o estudo. A Colliers alerta, contudo, que parte da procura poderá não estar refletida nas estatísticas tradicionais, uma vez que muitas empresas começam por recorrer a espaços flexíveis antes de avançarem para contratos de arrendamento de maior dimensão.

O crescimento destas empresas está a alterar as necessidades do mercado imobiliário comercial. Apesar da adoção do trabalho híbrido, os escritórios continuam a desempenhar um papel importante na colaboração, investigação, recrutamento e desenvolvimento de equipas. A proximidade a universidades, o acesso a profissionais qualificados, a qualidade dos edifícios e a flexibilidade dos espaços são fatores cada vez mais relevantes.

Em Portugal, a oportunidade passa também pelo reforço das infraestruturas digitais e pela capacidade de atrair empresas e talento especializado. O Plano Nacional de Centros de Dados, aprovado em abril de 2026, prevê 15 iniciativas para o período de 2026-2027, abrangendo áreas como regulação, energia, infraestruturas e desenvolvimento do mercado.

De acordo com uma análise da Colliers publicada em maio, Portugal contabilizava mais de 2,6 gigawatts (GW) de capacidade de centros de dados planeada, dos quais cerca de 1.389 megawatts (MW) de capacidade de tecnologias de informação (TI) previstos na região de Lisboa. Estes valores dizem respeito a projetos planeados e não à capacidade já instalada ou operacional.

A concretização deste potencial depende, entre outros fatores, da disponibilidade de energia e de ligações à rede elétrica, da previsibilidade dos processos de licenciamento e da mobilização de investimento privado.

Para o mercado de escritórios, o desenvolvimento da inteligência artificial poderá criar oportunidades em localizações com boas ligações de transportes, proximidade a centros de investigação e acesso a talento. Ainda assim, a Colliers sublinha que o investimento em centros de dados não implica necessariamente um aumento proporcional da procura de escritórios, uma vez que os dois segmentos imobiliários apresentam dinâmicas e necessidades distintas.

O desafio para Portugal será, assim, transformar o investimento em infraestruturas digitais em atividade económica, inovação e emprego qualificado, reforçando a capacidade de atrair empresas tecnológicas e profissionais especializados.

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Kadora atribui quatro bolsas de alojamento a estudantes em Portugal e Espanha

O grupo de residências universitárias Kadora atribuiu quatro bolsas de alojamento a estudantes do ensino superior em Portugal e Espanha para o ano académico 2026/2027, anunciou hoje a empresa em comunicado.

O programa, lançado este ano pela primeira vez, contempla três bolsas de alojamento no valor individual superior a 10.000 euros (num apoio conjunto de mais de 30.000 euros), atribuídas através de concurso interno. Uma destas bolsas destina-se à cidade do Porto e as restantes duas a residências em Espanha.

A quarta bolsa foi desenvolvida em parceria com a organização não governamental espanhola Periodistas Solidarios e assegura alojamento e alimentação completa na residência da Kadora em Sevilha durante um ano letivo.

A iniciativa surge “num contexto em que a habitação jovem volta a estar no centro da discussão pública”, numa altura em que escasseiam as soluções de alojamento acessível para estudantes universitários.

Segundo dados do Relatório sobre o Alojamento Estudantil em Portugal 2026, da consultora Cushman & Wakefield, citados pela empresa, apenas 7% dos estudantes do ensino superior no país têm acesso a camas em alojamento estudantil especializado, uma taxa que atinge os 10% no Porto.

“Não encaramos esta iniciativa como uma ação isolada, mas como uma forma concreta de colocar os estudantes no centro das nossas decisões”, salienta João Teixeira, diretor das residências Kadora Porto, citado na nota de imprensa.

No Porto, o grupo opera duas residências universitárias no polo da Asprela — Campus Street e Polo Universitário —, com uma capacidade combinada de 1.245 camas.

Com presença em Portugal, Espanha e Itália, a Kadora gere atualmente oito unidades e mais de 4.000 camas distribuídas pelas cidades do Porto, Barcelona, Granada, Sevilha, Saragoça e Turim.

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Cegid e Católica Porto SBE lançam programa executivo de liderança

A Cegid e a Católica Porto School of Business and Economics (SBE) têm candidaturas abertas para a primeira edição do programa “Liderança e Human Skills – Capacitação para Liderança”, uma formação executiva 100% online que arranca em novembro.

O programa, que resulta da primeira parceria entre a Cegid Academy e a Católica Porto SBE, é limitado a 20 vagas e será lecionado através da plataforma My Learning da Cegid Academy, com certificação conjunta das duas instituições.

Dirigido a profissionais com responsabilidades de liderança ou com potencial de progressão para funções de gestão, o curso combina competências técnicas e comportamentais e visa responder à evolução das funções, dos modelos de trabalho e das necessidades do mercado.

Os conteúdos foram desenvolvidos pela Católica Porto SBE e a componente letiva desta edição ficará a cargo do professor catedrático Arménio Rego, especialista em liderança e gestão de pessoas.

Em comunicado, a diretora da Cegid Academy na Ibéria e África, Susana Teixeira, refere que o programa está alinhado com a estratégia da academia de “contribuir para a formação e para o desenvolvimento das pessoas e das organizações”.

“Investir nas competências dos profissionais, oferecendo-lhes um mindset e ferramentas de excelência, é fundamental para a sustentabilidade dos negócios, preparando-os para responder aos seus desafios atuais e futuros”, sublinha.

O diretor de Formação Executiva da Católica Porto SBE, Carlos Vieira, considera que “num contexto empresarial em constante transformação, é essencial desenvolver soluções de formação que respondam às necessidades reais das organizações”.

“Esta parceria com a Cegid permite aproximar o conhecimento académico da prática empresarial, especialmente num setor de elevada evolução tecnológica, reforçando a nossa aposta em programas relevantes, atuais e alinhados com os desafios do tecido empresarial”, afirma.

A Cegid é um grupo europeu especializado em soluções de gestão empresarial na cloud para as áreas financeira, de recursos humanos e de retalho, e conta com mais de 5.000 colaboradores e mais de um milhão de clientes em 130 países.

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LG regista crescimento de 55,9% no lucro operacional acumulado até ao terceiro trimestre

A LG Electronics encerrou o terceiro trimestre de 2026 com receitas consolidadas de 23,82 biliões de wones (cerca de 16,09 mil milhões de euros) e um lucro operacional de 781,9 mil milhões de wones (528 milhões de euros), segundo dados divulgados pela empresa.

No acumulado dos primeiros nove meses do ano, as receitas consolidadas atingiram 71,38 biliões de wones (48,21 mil milhões de euros), traduzindo um acréscimo de 9,2% em comparação com o período homólogo. No mesmo período, o lucro operacional registou um forte impulso, crescendo 55,9% para 4,03 biliões de wones (2,72 mil milhões de euros).

A multinacional destacou que todas as quatro principais unidades de negócio se mantiveram rentáveis, sustentadas pela solidez nas áreas de eletrodomésticos, soluções para veículos e por uma recuperação significativa no segmento de media e entretenimento. Destaque ainda para o avanço nas encomendas de soluções de refrigeração para centros de dados de inteligência artificial, que superaram os 3 biliões de wones (2,03 mil milhões de euros).

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CTT recompram 315.496 ações próprias e passam a deter 3,91% do capital

Os CTT compraram, entre quinta-feira e hoje, através do intermediário financeiro JB Capital Markets, 315.496 ações próprias e passaram a deter 3,91% do seu capital social, foi comunicado ao mercado.

“Os CTT – Correios de Portugal, S.A. informam que no período compreendido entre 22 de outubro e 28 de outubro de 2026 (inclusive), a JB Capital Markets, S.V., S.A.U. procedeu a aquisições de 315.496 ações representativas do capital social dos CTT, ao abrigo do programa de recompra de ações próprias da sociedade e enquanto intermediário financeiro encarregue da execução do mesmo”, lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

No âmbito do programa de recompra, os CTT já compraram 5.120.697 títulos por 30.751.247 euros.

A empresa detém agora 5.230.432 ações próprias, representativas de 3,91% do seu capital social.

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IA Portugal lança loja online de inteligência artificial para PME com soluções prontas a implementar

A IA Portugal anunciou o lançamento de uma plataforma de comércio eletrónico dedicada à venda de soluções de inteligência artificial para pequenas e médias empresas (PME), num modelo que promete simplificar o acesso a esta tecnologia através de preços fixos, contratação online e implementação em poucos dias.

Segundo a empresa, a nova loja digital disponibiliza serviços nas áreas de diagnóstico e estratégia, formação, desenvolvimento de soluções de inteligência artificial e marketing, com preços a partir de 97 euros por mês. A oferta inclui chatbots, automações, ferramentas de governança de IA e produção de conteúdos, estando todas as soluções sujeitas a validação humana antes da entrega ao cliente.

“As PME portuguesas não precisam de mais reuniões sobre IA. Precisam de colocar a inteligência artificial a funcionar o mais depressa possível”, afirma Ricardo Gil, fundador da IA Portugal.

A empresa justifica a iniciativa com os obstáculos que muitas PME continuam a enfrentar na adoção de inteligência artificial, apesar do crescente reconhecimento da importância destas tecnologias para a competitividade empresarial. Entre as principais barreiras identificadas estão a falta de recursos técnicos, limitações orçamentais e a complexidade dos processos habitualmente associados à consultoria tecnológica.

De acordo com a IA Portugal, o objetivo passa por oferecer uma alternativa aos modelos tradicionais de consultoria, frequentemente caracterizados por processos comerciais prolongados, propostas técnicas complexas e custos difíceis de antecipar. Com a nova plataforma, as empresas podem consultar os serviços disponíveis, conhecer previamente os preços e contratar soluções sem necessidade de reuniões iniciais ou contratos de fidelização.

No catálogo constam diagnósticos de maturidade digital a partir de 197 euros, com entrega prevista em 48 horas, além de soluções de automatização, assistentes virtuais e um pacote de governança destinado a apoiar a utilização da inteligência artificial em conformidade com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD).

Na área do marketing, a empresa disponibiliza serviços de criação de conteúdos para redes sociais, artigos, imagens, vídeos e newsletters. Já na vertente de formação, a oferta inclui workshops online e presenciais com preços a partir de 247 euros por sessão.

A IA Portugal disponibiliza ainda ferramentas destinadas a ajudar as empresas a analisar a forma como as suas marcas são apresentadas por assistentes de inteligência artificial, como o ChatGPT, e a otimizar a sua presença nestes novos canais de descoberta e recomendação.

Segundo a empresa, o processo de contratação e implementação pode ser concluído entre dois e 15 dias úteis, dependendo do serviço escolhido. As subscrições mensais não incluem períodos mínimos de permanência, permitindo aos clientes cancelar o serviço a qualquer momento.

A tecnológica defende que a combinação entre inteligência artificial e supervisão humana permite disponibilizar soluções a custos mais reduzidos do que os modelos tradicionais de consultoria. A empresa estima que os clientes possam alcançar ganhos de produtividade até 50% e reduções de custos operacionais até 40%, sobretudo em áreas como atendimento ao cliente, criação de conteúdos, processamento documental e elaboração de relatórios.

“A nossa missão é colocar a inteligência artificial a trabalhar em todas as PME portuguesas, independentemente da sua dimensão, da existência de uma equipa técnica ou do orçamento disponível”, sublinha Ricardo Gil.

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Cidadãos contra concessão das linhas de Sintra e Cascais

Subscritores defendem empresa pública integrada com gestão da infraestrutura. Acidente em Toledo, com 68 mortos, deu peso extra ao argumento contra a separação entre operação e via.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

O porta voz do manifesto "CP Pública Una e Nacional" deu também como exemplo negativo a Fertagus, referindo que a concessionária privada, que assegura ligações ferroviárias na margem sul do Tejo, opera com comboios da CP, numa infraestrutura gerida pela Infraestruturas de Portugal (IP)
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Lucros da XTB disparam quase 300% no terceiro trimestre para 49,3 milhões de euros

XTB - O sonho da aterragem suave

A XTB encerrou o terceiro trimestre de 2026 um resultado líquido consolidado a disparar 295,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo os 49,3 milhões de euros.

O desempenho trimestral da corretora financeira superou as estimativas dos analistas, mesmo num contexto de menor volatilidade nos mercados financeiros entre julho e setembro. Com este resultado, o lucro acumulado da XTB nos primeiros nove meses do ano ascende aos 289,9 milhões de euros — um salto expressivo face aos 109,4 milhões de euros registados no período homólogo de 2025.

As receitas operacionais da empresa acompanharam a trajetória de forte crescimento, alcançando os 143,8 milhões de euros no terceiro trimestre (+63,3% face ao ano anterior). No total dos primeiros três trimestres de 2026, as receitas operacionais já somam 633,1 milhões de euros, representando um aumento de 74,5%.

“O último trimestre provou que a nossa estratégia é eficaz não apenas em períodos de maior volatilidade nos mercados financeiros. Os últimos meses caracterizaram-se por uma acalmia significativamente maior do que no primeiro semestre de 2026 e, apesar disso, conseguimos alcançar resultados financeiros que superaram as expectativas dos analistas”, destacou Omar Arnaout, CEO da XTB.

Mais de 1 milhão de novos clientes em 2026

O crescimento assenta numa expansão acelerada da base de utilizadores. Só no terceiro trimestre, a plataforma acolheu mais de 335 mil novos utilizadores (+51,4%), fazendo com que o total de novos clientes adicionados desde o início do ano ultrapasse a fasquia do 1 milhão de investidores (1,04 milhões).

A base total de clientes da XTB fixou-se em quase 3,14 milhões (+64,8% em termos homólogos), enquanto os clientes ativos atingiram o recorde de 1,56 milhões (+70,3%).

Os ativos dos clientes sob custódia da XTB atingiram o valor recorde de 12,7 mil milhões de euros no final de setembro. Este crescimento tem sido impulsionado pela mudança no perfil de investimento da plataforma: mais de 84% dos novos clientes começam por negociar ações, ETFs ou Planos de Investimento.

No total, as ações (5,8 mil milhões de euros) e os ETFs (5,3 mil milhões de euros) representam já mais de 86% do total dos ativos detidos na corretora.

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BCE decide esta quinta-feira: cada 0,25 pontos na Euribor pode custar 21 euros por mês num crédito de 150 mil euros

Euribor

O Banco Central Europeu volta a decidir as taxas de juro na quinta-feira, 29 de outubro. A decisão não altera de imediato a prestação do crédito à habitação, mas pode influenciar a Euribor — e, com ela, o valor pago mensalmente por milhares de famílias portuguesas.

Como regra de bolso, cada 0,1 ponto de variação na Euribor equivale a cerca de 0,50 euro a 0,60 euros por mês por cada 10.000 euros em dívida, em prazos entre 15 e 30 anos. Num crédito de 150.000 euros a 30 anos, um aumento de 0,25 pontos representa aproximadamente 21 euros a mais por mês. Uma descida dos juros na mesma dimensão reduz a prestação no mesmo montante. Os números são calculados pela Academia das Finanças.

Por cada 10.000 euros em dívida, um aumento de 0,25 pontos acrescenta 1,29 euros mensais num prazo de 20 anos, 1,35 euros em 25 anos e 1,41 euros em 30 anos.

Por sua vez com uma subida de 0,50 pontos, os valores sobem para 2,60 euros, 2,72 euros e 2,84 euros, respetivamente. Os cálculos assumem uma prestação constante e uma TAN inicial de 3,5%.

Importa sublinhar que a decisão do BCE não chega logo à prestação: na revisão, o banco utiliza a média da Euribor do mês anterior e só atualiza a taxa no prazo do indexante, de três, seis ou doze meses, como determina o Decreto-Lei n.º 74-A/2017, artigo 21.º.

Além disso, a Euribor costuma antecipar as decisões do BCE: a 26 de outubro, a taxa a seis meses situava-se em 2,978%, com a taxa de depósito do BCE em 2,50%.

A Academia das Finanças destaca que a Euribor a seis meses subiu 0,042 pontos numa semana, para 3,012% a 23 de outubro, sinal de que o mercado já estava a precificar um cenário menos favorável para as prestações.

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Alphabet cai quase 11% após resultados abaixo do esperado


As ações da Alphabet, dona da Google, caíram quase 11% nas negociações após o fecho de Wall Street, depois de os resultados do terceiro trimestre terem ficado abaixo das expectativas, segundo a Bloomberg (acesso pago, em inglês). As receitas, excluindo pagamentos a parceiros, somaram 111,2 mil milhões de dólares nos três meses terminados em setembro, ligeiramente abaixo das projeções dos analistas.

A publicidade, que permite financiar os investimentos do grupo em Inteligência Artificial, gerou receitas de 82 mil milhões de dólares, aquém dos 83,6 mil milhões esperados. Também as receitas da pesquisa e atividades relacionadas falharam as previsões. Na conferência com analistas, a Google reconheceu que a monetização das consultas no modo de Inteligência Artificial abaixo do esperado condicionou o crescimento das receitas deste negócio, de acordo com a agência.

O lucro por ação ficou nos 2,12 dólares, abaixo dos 2,99 dólares antecipados por Wall Street. Os resultados foram penalizados por perdas de 8,7 mil milhões de dólares em participações financeiras, sobretudo na SpaceX, refere a Bloomberg. A evolução contrasta com os ganhos registados um ano antes e no segundo trimestre, quando a valorização de investimentos contribuiu para os lucros.

Já a Google Cloud superou as expectativas, com receitas de 30,7 mil milhões de dólares e um resultado operacional de 11,1 mil milhões, acima das estimativas de 29,1 mil milhões e 9,8 mil milhões, respetivamente. As receitas desta divisão, que fornece infraestrutura e serviços de inteligência artificial a empresas, cresceram 103%, mas o desempenho não evitou a reação negativa dos investidores.

A Alphabet tinha anunciado em julho despesas de capital de até 205 mil milhões de dólares este ano, mais do dobro do ano anterior. Segundo a Bloomberg, o grupo indicou ainda ter, no final de setembro, compromissos de compras futuras de 924 mil milhões de dólares, além de 152 mil milhões em contratos de arrendamento ainda não iniciados e outras obrigações. A dimensão destes compromissos aumenta a pressão sobre Sundar Pichai para demonstrar o retorno da aposta em inteligência artificial.

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BCP supera expectativas no 3º trimestre e reforça metas estratégicas para 2028, diz Jefferies que mantém price-target

O Banco Comercial Português (BCP) apresentou um resultado líquido de 308 milhões de euros no terceiro trimestre de 2026, superando em 3% as previsões do consenso de mercado, com a receita financeira em Portugal a destacar-se como o principal motor do desempenho, segundo uma nota de análise do Jefferies.

Os analistas mantiveram a recomendação de “buy” para as ações do banco e um preço-alvo de 1,30 euros, o que representa um potencial de valorização de cerca de 19% face à cotação de 1,09 euros.

As ações do BCP subiram 0,046% para 1,09 euros. Mas o impacto das contas só se vai ver na cotação desta quinta-feira.

De acordo com o Jefferies, os resultados ficaram acima do esperado graças a receitas mais fortes, sobretudo na margem financeira e nos resultados de mercados, bem como a custos inferiores ao antecipado. Ao nível do resultado antes de impostos, o banco apresentou um desempenho 5% acima das estimativas.

A margem financeira (NII) excedeu em 2% as previsões dos analistas, registando um crescimento de 6% face ao trimestre anterior e de 11% em termos homólogos. A margem de juros melhorou sete pontos base no trimestre, beneficiando de uma expansão tanto em Portugal como na Polónia.

“A margem financeira portuguesa foi a estrela do trimestre”, sublinha o Jefferies, destacando que esta cresceu 14% nos primeiros nove meses do ano.

O banco revelou ainda uma evolução favorável da atividade comercial. A carteira de crédito aumentou 1,4% em cadeia e 7,8% em termos homólogos, impulsionada pelo segmento de particulares em Portugal, que cresceu 10,2%, e pela atividade empresarial na Polónia, onde o crédito às empresas avançou 23%.

Já os depósitos de clientes recuaram ligeiramente face ao trimestre anterior, refletindo a sazonalidade habitual do terceiro trimestre, mas mantiveram um crescimento de 6% relativamente ao período homólogo.

No capítulo da qualidade dos ativos, o BCP registou imparidades totais de 161 milhões de euros, um valor ligeiramente acima do esperado. Este montante inclui uma provisão adicional de 67 milhões de euros na Polónia, dos quais cerca de 35 milhões estão relacionados com o risco associado aos créditos hipotecários em francos suíços, bem como uma provisão de 21 milhões de euros referente ao risco soberano em Moçambique.

Apesar destes encargos, o custo do risco fixou-se em 38 pontos base no trimestre, com Portugal a apresentar uma evolução melhor do que a indicada nas orientações do banco.

A posição de capital permaneceu robusta. O rácio CET1 atingiu 15,2%, superando em 30 pontos base as expectativas dos analistas e beneficiando de operações de transferência significativa de risco (SRT).

Em paralelo com a divulgação dos resultados, o BCP atualizou em alta as metas estratégicas para 2028.

O banco passa agora a prever lucros acumulados entre 2025 e 2028 de 4,75 mil milhões a 5,25 mil milhões de euros, acima da meta anterior de 4 mil milhões a 4,5 mil milhões de euros.

A instituição passou ainda a apontar para uma rendibilidade dos capitais próprios (RoE) superior a 17,5% em 2028, face ao objetivo anterior de mais de 13,5%, além de um rácio CET1 superior a 14,25%, acima da meta anterior de 13,5%.

O Jefferies nota que as novas metas estão alinhadas com as suas próprias estimativas, que apontam para lucros acumulados de 5,17 mil milhões de euros entre 2025 e 2028 e um RoE de 19,1% no final do período.

O retorno sobre o capital tangível (RoTE) do BCP situou-se em 16,1% no terceiro trimestre.

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Empresa de Braga leva fibra ótica a mais de 3.000 casas no Parque Natural do Douro Internacional

As localidades de Mazouco, Lagoaça e Fornos, em Freixo de Espada à Cinta, situadas em território do Parque Natural do Douro Internacional, vão receber pela primeira vez a expansão da rede de fibra ótica, que deverá incluir até final de 2026 cerca de 3.300 casas no global, foi hoje divulgado.

“A operação deverá elevar para cerca de 3.300 o número de casas abrangidas no concelho até ao final de 2026, correspondendo a uma cobertura de 95%. A rede já se encontra disponível em Freixo de Espada à Cinta e Ligares”, pode ler-se numa nota publicada na página oficial da ‘dstelecom’, a empresa de Braga responsável por esta expansão.

Já o presidente executivo (CEO) da empresa, Ricardo Salgado, citado na mesma nota, disse acreditar que o acesso a infraestruturas digitais de qualidade não pode depender do local onde se vive ou trabalha”, defendendo que “o investimento “contribui para aproximar o interior das oportunidades proporcionadas pela economia digital”.

Segundo esta empresa com sede em Braga, “a expansão insere-se na estratégia de reforço das infraestruturas digitais no interior do país, procurando reduzir as desigualdades de acesso à conectividade e melhorar as condições para o desenvolvimento económico e social dos territórios de menor densidade populacional”.

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Contribuições obrigatórias aumentam para 42,2 milhões e BCP aguarda efeitos da decisão do Constitucional

As contribuições obrigatórias suportadas pelo BCP em Portugal aumentaram para 42,2 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2026, face aos 38,7 milhões de euros registados no mesmo período do ano passado. Segundo Miguel Maya, a evolução reflete sobretudo o aumento da contribuição sobre o setor bancário, que passou de 28,6 milhões para 31,3 milhões de euros, acompanhando o crescimento do banco.

Questionado sobre o impacto da decisão do Tribunal Constitucional (TC), que deu parcialmente razão ao Millennium BCP no processo relativo às contribuições para o Fundo de Resolução, através do Acórdão n.º 666/2026, o presidente executivo afirmou que “não há aqui vitórias ou derrotas”, reiterando que o banco considera que o modelo atual representa “uma carga inusitada”.

O TC declarou inconstitucional a norma que permitia ao Banco de Portugal fixar as taxas das contribuições periódicas adicionais para o Fundo de Resolução relativas ao período entre 2013 e 2017, por entender que a definição desse elemento essencial cabia ao legislador. A decisão não abrange a contribuição inicial e não produz automaticamente efeitos para os restantes bancos.

Em detalhe, o Tribunal Constitucional, através do Acórdão n.º 666/2026, de 13 de julho de 2026, pronunciou-se sobre o recurso de constitucionalidade de uma decisão do Supremo Tribunal Administrativo (STA), de 11 de setembro de 2024, relativa às contribuições periódicas para o Fundo de Resolução pagas entre 2013 e 2017. O TC concedeu provimento parcial ao recurso e determinou a reforma da decisão do STA em conformidade com o juízo de inconstitucionalidade.

Em causa está a norma que permitia ao Banco de Portugal fixar as taxas das contribuições periódicas adicionais para o Fundo de Resolução naquele período, tendo o TC considerado que a definição desse elemento essencial cabia ao legislador.

O processo aguarda agora que o Supremo Tribunal Administrativo reforme o seu acórdão de 11 de setembro de 2024, em conformidade com a decisão do Tribunal Constitucional.

Miguel Maya referiu que o montante das contribuições que poderão ser abrangidas pelos processos judiciais ascende a cerca de 154 milhões de euros, excluindo a contribuição sobre o setor bancário.

O CEO sublinhou que a decisão ainda não permite antecipar um impacto nas contas do BCP. Mas voltou a defender uma alteração do modelo que permita às instituições financeiras concorrer em condições de maior igualdade.

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Economia. Orçamento aprovado, orçamento alterado?

O orçamento, como se esperava, foi aprovado na generalidade. Agora passa para a especialidade. PS já prometeu alterações. A semana foi marcada pelo fim do negócio da Galp com a Moeve.

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