❌

Reading view

GNR alertada para esquema de falsas visitas no Alentejo

Falsos técnicos contactam clientes por telefone para agendar visitas a casas. A empresa intermunicipal cobre 10 municípios do distrito de Portalegre.

"O controlo da qualidade da água é feito na rede pública, por técnicos identificados com cartão da empresa e fardamento", acrescenta a AAA
  •  

Sismo de magnitude 4,0 sentido em São Miguel

O CIVISA registou o evento às 14h18 locais desta quarta-feira, a 40 km a oeste de Ginetes. A zona já tinha sido afetada a 20 de outubro por um sismo de 5,2.

© MÁRIO CRUZ/LUSA

O evento foi ainda sentido com intensidade III (escala de Mercalli Modificada) no concelho da Ribeira Grande
  •  

Sismo de magnitude 2,7 sentido na ilha Terceira

O sismo insere-se na crise sismovulcânica em curso na ilha Terceira. Em algumas regiões o abalo foi sentido com intensidade de IV e noutra com intensidade de III na escala de Mercalli Modificada.

© ANTÓNIO ARAÚJO/LUSA

Segundo o CIVISA, o abalo foi registado às 22h53 locais e teve epicentro a cerca de seis quilómetros a norte-nordeste de São Bartolomeu
  •  

Paredes de Coura: 757 mil euros em abastecimento de água

Construção de um novo reservatório num ponto elevado adjacente à zona industrial é projeto previsto para reforçar abastecimento doméstico, das empresas e da rede de combate a incêndios da freguesia.

© ANT

O prazo para apresentação de propostas termina às 16h00 do dia 26 de novembro
  •  

Investigadores dos Açores na expedição internacional The Gap

Três investigadores da Universidade dos Açores integram expedição que estuda a Zona de Fratura Romanche e já identificou possíveis espécies novas para a ciência.

© OLIVIER HOSLET/EPA

A equipa registou ainda "vários organismos que poderão ser espécies novas para a ciência", mas a sua identificação "só poderá ser confirmada após a análise em laboratório das amostras recolhidas"
  •  

Leiria: 9,3 milhões em resíduos após Kristin

Nove meses após a tempestade, o município ainda regista custos com recolha de resíduos, incluindo amianto — despesa não elegível no Fundo de Emergência Municipal.

© VASCO COELHO/OBSERVADOR

Dia 28 de janeiro de 2026 a depressão Kristin destruiu várias habitações em Leiria e nos concelhos vizinhos
  •  

Como engolir pedras de propósito ajuda jacarés e crocodilos a viverem melhor

Jacarés e crocodilos têm uma alimentação bem variada, devorando peixes, tartarugas, pássaros, cobras, moluscos, insetos, pequenos mamíferos que estejam dando sopa na água e até humanos – embora sejam casos raros. No entanto, um comportamento intrigava os cientistas: por que eles engolem pedras?

A crença inicial era de que elas ajudariam esses animais no processo de digestão, ou iam parar em seu estômago sem que percebessem. Mas um estudo publicado na revista “Integrative Organismal Biology” revelou que a atitude faz com que os jacarés e crocodilos consigam passar mais tempo debaixo d’água.

As pedras de granito ingeridas equivalem a 2,5% do peso corporal. Com elas no corpo, a duração média dos mergulhos aumentou 88% e a duração máxima, 117%. A hipótese é de que os gastrólitos, como são chamadas, aumentem a densidade mineral óssea e a capacidade pulmonar, permitindo imergir com uma reserva maior de oxigênio.

Vantagem

Como passam a maior parte do dia na água, ficar mais tempo submerso é uma vantagem. Para analisar a teoria, pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, levaram 7 jovens jacarés americanos para comparar quanto tempo permaneciam embaixo d’água depois de engolirem um conjunto de pedras pequenas.

Após 42 mergulhos — 21 antes e 21 depois dessa “refeição” – os resultados apareceram em até 35 minutos. Sem pedras, eles conseguiam ficar submersos por, em média, seis minutos – número que passava de 11 minutos com elas dentro de si.

É como se as pedras passassem a exercer a mesma função que um cinto de lastro para os mergulhadores. Com isso, esses animais ficam à espreita, fora da vista de todos, e podem manter a presa debaixo d’água até que ela perca a respiração. Os pesquisadores creem que os jacarés e crocodilos utilizam a técnica há milhões de anos.

Jacaré ou crocodilo?

O maior jacaré encontrado no Brasil é o jacaré-açu, que pode alcançar 5 metros de comprimento. Também vivem no bioma brasileiro os jacarés-do-papo-amarelo, jacaré-coroa e jacaré-anão. Não há crocodilos no Brasil – eles costumam viver na África, na Austrália, sudeste da Ásia, América Central e norte da América do Sul.

E como reconhecer? A diferença física é visível no rosto: jacarés têm focinho arredondado (em formato de U), mais largo e curto, enquanto o do crocodilo é em formato de V, além de ser mais comprido, fino e longo. Jacarés vivem apenas em locais com água doce, enquanto crocodilos se adaptam a água doce ou salgada.

  •  

Sismo de magnitude 3,2 sentido na ilha do Faial

Abalo de baixa magnitude foi registado às 0h30 locais (1h30 em Lisboa) desta terça-feira e teve epicentro a cerca de 39 quilómetros a noroeste de Capelo, na ilha do Faial, nos Açores.

© Agência Lusa

Uma intensidade III, considerada fraca, o abalo é sentido dentro de casa e os objetos pendentes baloiçam, sentindo-se uma "vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados"
  •  

Novo sismo de 3,6 sentido em São Miguel

O epicentro foi a 38 km a oeste de Ginetes, em Ponta Delgada. Semana atrás, no mesmo ponto, registou-se um sismo de magnitude 5,2 sem vítimas ou danos.

© Facebook Visitnordeste

No dia 20 de outubro, às 18h07 locais (19h07 em Lisboa), foi registado um sismo de magnitude 5,2 na escala de Richter nas ilhas de São Miguel, Santa Maria e Terceira
  •  

UE a caminho de falhar metas de proteção dos mares

Áreas marinhas protegidas são muitas vezes "protegidas" só no nome. Faltam medidas concretas, financiamento e cooperação entre países, conclui auditoria do TCE.

© ullstein bild via Getty Images

O TCE sublinha que "traçar uma área marinha protegida no mapa não cria automaticamente um escudo à sua volta"
  •  

WWF lança segunda fase do projeto "We Love Solutions"

Torres Vedras, Sintra e Loulé, participaram este ano na segunda fase do projecto que visa envolver os cidadãos na construção de cidades mais sustentáveis e resilientes às alterações climáticas.

© SOPA Images/LightRocket via Gett

O projeto teve uma edição piloto em 2024 envolvendo as cidades de Almada, Braga e Cascais
  •  

Associação de Ponte da Barca pede árvores para reflorestar a Serra Amarela

A Associação Cultural Recreativa e Desportiva Entre Ambos-os-Rios, Ponte da Barca, apelou hoje à dádiva de árvores para continuar com a reflorestação da Serra Amarela, que ficou em cinzas, em 2025, após um incêndio que durou 12 dias.

“Precisamos de árvores autóctones. Temos cerca de 300 a 400 que plantámos o ano passado, produzidas a partir de sementes recolhidas localmente. Quantas mais conseguirmos reunir, melhor, para que a Serra Amarela volte a ganhar raízes. O objetivo é podermos criar um anel de proteção da aldeia de Lourido e Froufe”, afirmou Tanya Pires, da direção da associação.

Além das árvores, a associação precisa “de voluntários, ferramentas e outros meios” necessários à operação de reflorestação.

Em 2025, as aldeias de Lorido, Froufe, Sobredo e Ermida, inseridas na União das Freguesias de Entre Ambos-os-Rios, Ermida e Germil e integradas na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês, na encosta da Serra Amarela, foram das afetadas pelos incêndios de julho de 2025.

Segundo o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), as chamas consumiram 5.786 hectares do PNPG. O ICNF indicou que, no total, o incêndio atingiu uma área de 7.550 hectares.

“No ano passado conseguimos plantar cerca de mil árvores, cedidas por várias entidades e particulares, sendo uma grande parte disponibilizada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), mas em julho ardeu tudo”, sublinhou. 

No próximo dia 08 de novembro, a associação volta a juntar a população de Entre Ambos-os-Rios para a apresentação do projeto da Reflorestar Portugal, associação sem fins lucrativos dedicada à regeneração ecológica, reflorestação biodiversa, agrofloresta e capacitação de comunidades em Portugal”.

A iniciativa inclui um magusto e música minhota com os Zuca-Truca.

“Mais do que plantar árvores, queremos criar raízes, aproximar pessoas, cuidar do que é nosso e envolver as próximas gerações na proteção da serra Amarela”, explicou Tanya Pires.

Este ano, a associação de Entre-Ambos-os-Rios volta a contar com a colaboração da Reflorestar Portugal, que tem vindo “a acompanhar a comunidade e a desenvolver propostas para tornar as aldeias mais preparadas e resilientes aos incêndios rurais”.

“Desta colaboração realizou-se uma Assembleia de Cidadãos na freguesia, onde a população teve oportunidade de partilhar preocupações, experiências e ideias para o futuro”, explicou Tanya Pires.

Dessa auscultação à população “surgiram propostas que a Reflorestar Portugal pretende transformar num projeto de capacitação e formação dirigido às comunidades locais, cuja concretização dependerá da obtenção dos apoios e financiamento necessários”.

Um dos projetos vai arrancar no dia 10 de novembro com a criação de “um viveiro pedagógico em colaboração com a escola básica de Entre-Ambos-os-Rios.

O viveiro vai ser instalado nas traseiras do pavilhão gimnodesportivo, equipamento onde as crianças da escola praticam exercício físico.

Assim, as crianças podem semear, acompanhar o crescimento e cuidar das plantas desde o início. Uma espécie de maternidade de árvores autóctones”, especificou.

A iniciativa “contará com a participação de uma especialista que, de forma educativa e descontraída, irá mostrar às crianças a importância das sementes que tantas vezes vemos cair no chão, sem lhes darmos grande atenção”. 

“É um projeto muito interessante, sobretudo pela ligação entre as crianças, a comunidade e o futuro da nossa floresta”, reforçou Tanya Pires.

O conteúdo Associação de Ponte da Barca pede árvores para reflorestar a Serra Amarela aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Tufão Champi provoca um morto e 163 feridos em Taiwan

Entre rajadas de vento de até 191 quilómetros por hora, vítima mortal foi arrastada pelas ondas numa praia no distrito de Pingtung. Quedas de motociclos ou acidentes de viação lesaram 163 pessoas.

© CHENG-CHIA HUANG/EPA

O Champi tornou-se, no início desta semana, uma das tempestades mais intensas registadas no planeta desde o início do ano
  •  
❌