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O “cruzeiro sem fim” acabou. Viagens pararam quando o combustível disparou

O combustível subir mais de 300%. O  Villa Vie Odyssey suspendeu as operações e mandou os residentes desembarcar no Camboja. Um navio de cruzeiro que vendia a promessa de uma vida permanente no mar parou de repente. A Villa Vie Residences, que opera o navio-residência Villa Vie Odyssey, anunciou na terça-feira, em comunicado, que tinha suspendido as operações no Camboja, por causa da forte subida dos custos do combustível. Segundo a empresa, a despesa mensal de combustível por camarote, que antes rondava os 1.800 dólares, tinha subido até 344% em algumas zonas da Ásia, para um valor estimado entre 6.000

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O combustível subir mais de 300%. O  Villa Vie Odyssey suspendeu as operações e mandou os residentes desembarcar no Camboja. Um navio de cruzeiro que vendia a promessa de uma vida permanente no mar parou de repente. A Villa Vie Residences, que opera o navio-residência Villa Vie Odyssey, anunciou na
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Preços do gás na Europa atinge 100 euros pela 1º vez desde dezembro de 2022

O contrato de referência do gás natural na Europa atingiu brevemente € 100 por MWh (megawatt-hora) pela primeira vez desde dezembro de 2022 nesta quarta-feira (28), devido às interrupções no transporte de GNL (gás natural liquefeito) do Oriente Médio, que mantêm a oferta restrita antes do inverno.

O contrato futuro holandês para o mês seguinte, negociado no hub TTF TFMBMc1, chegou a ser cotado a € 100 por MWh por volta das 13h35 GMT, um aumento de cerca de 4% em relação à sessão anterior, segundo dados da Intercontinental Exchange.

Os preços subiram para as máximas de 2022 à medida que o conflito no Oriente Médio se intensificou e agora estão sendo negociados a cerca de três vezes os níveis anteriores à guerra com o Irã.

As famílias e indústrias europeias já estão sentindo o impacto dos altos preços da energia este ano, visto que a guerra liderada pelos EUA contra o Irã elevou os custos do petróleo, combustíveis para transporte, gás, eletricidade e alimentos.

Analistas e especialistas do setor preveem pelo menos mais um ano de preços elevados do gás, mesmo que a guerra termine e o inverno seja ameno, pois a Europa precisará reabastecer suas reservas de gás natural, que estão em níveis historicamente baixos.

Os altos preços do gás no mercado atacadista estão se refletindo nas contas de gás e energia dos consumidores, com as usinas a gás natural normalmente definindo o preço da eletricidade durante os períodos de maior demanda.

Algumas empresas de setores industriais que utilizam gás como matéria-prima, como as de fertilizantes, produtos químicos e siderurgia, já reduziram a produção.

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Unilever alerta para aumentos de preços com efeitos da guerra no Irã

A Unilever prevê que os aumentos de preços se intensifiquem no quarto trimestre e no próximo ano, informou a empresa nesta quarta-feira (28), alinhando-se a outras fabricantes de bens de consumo que já anunciaram que repassarão aos clientes o aumento nos custos relacionado à guerra com o Irã.

Grandes empresas, incluindo a Coca-Cola, a Procter & Gamble, a Nestlé e a Reckitt , alertaram para o risco de novos aumentos de preços no próximo ano para compensar o impacto da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, que começou no final de fevereiro.

Cada uma dessas empresas aumentou drasticamente os preços durante a pandemia da Covid-19 e nos primeiros meses da invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia.

Desde então, elas passaram anos tentando reconquistar consumidores que se afastaram e passaram a optar por produtos de marca própria mais baratos.

Agora, enfrentam a realidade de ter que aumentar os preços novamente para proteger as margens dos acionistas.

“Definitivamente, esperamos que os preços em 2027 sejam mais altos do que a média de 2026”, disse o presidente-executivo Fernando Fernandez.

“Agora que temos mais clareza sobre isso (o ambiente de custos), estamos acelerando os aumentos de preços.”

“Vamos garantir um bom equilíbrio entre volume e preços em tudo o que fizermos no curto e no médio prazo”, acrescentou.

A Unilever, cujas inovações e foco em marketing ajudaram a empresa a recuperar a demanda após a pandemia, conseguiu este ano repassar parte do aumento nos custos das matérias-primas aos consumidores sem prejudicar os volumes de vendas.

As ações caíam 3,4% na quarta-feira, já que a Unilever também divulgou um crescimento do volume de vendas no terceiro trimestre mais lento do que no segundo trimestre, prejudicado pelo seu negócio de alimentos.

A Unilever divulgou um crescimento subjacente das vendas de 5,2% no trimestre, acima dos 4,8% esperados pelos analistas em um consenso elaborado pela empresa.

A empresa também manteve suas projeções de vendas e margem de lucro para 2026 e afirmou que espera um crescimento subjacente das vendas de cerca de 5% no segundo semestre de 2026.

Ela prevê um crescimento subjacente do volume no ano inteiro de pelo menos 3%, acima da projeção anterior de cerca de 3%, após registrar um crescimento de volume de 2,9% no terceiro trimestre e um aumento de preços de 2,3%.

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Cenoura ficou mais barata em setembro; batata, alface e cebola subiram

Os preços da cenoura caíram 16% em setembro, na média ponderada das principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país, apesar da redução no volume comercializado. A tendência de baixa foi mantida na primeira quinzena de outubro, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (27) pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).

Os dados fazem parte do 10º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro. De acordo com a Companhia, as chuvas nas regiões produtoras do Sul e do Sudeste limitaram a expansão da oferta e prejudicaram a qualidade das raízes, contribuindo para pressionar os preços para baixo.

A queda ocorre após a cenoura registrar recuo nas cotações em julho e estabilidade em agosto. O comportamento recente, portanto, indica a continuidade da desvalorização do produto no mercado atacadista.

Chuvas elevam preços de outras hortaliças

Enquanto a cenoura ficou mais barata, as condições climáticas contribuíram para a alta de outras hortaliças. A alface registrou aumento de 15,69% na média ponderada em setembro. Na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), a valorização chegou a 48,3% em relação a agosto.

A batata teve alta de 32,88%, após dois meses consecutivos de queda. Já a cebola subiu 29,31%, enquanto o tomate apresentou avanço de 48,9% na média ponderada.

Segundo a Conab, as chuvas dificultaram a colheita e os plantios nas regiões produtoras, reduzindo a disponibilidade desses alimentos nos mercados atacadistas. No caso do tomate, as precipitações também retardaram a maturação dos frutos.

A companhia alerta que a continuidade das chuvas pode atrasar os plantios de batata e resultar em uma colheita mais tardia, mantendo a pressão de alta sobre os preços.

Melancia, mamão e banana também ficam mais baratos

Entre as frutas analisadas, a melancia apresentou queda de 11,06% na média ponderada em setembro. O movimento foi observado principalmente na segunda quinzena do mês, com o aumento da produção em Uruana, em Goiás, após a melhora das condições climáticas.

O mamão teve recuo de 8,92%, impulsionado pelo aumento da oferta da variedade papaia nas Ceasas, enquanto o mamão formosa continuou com disponibilidade restrita. A banana registrou queda de 2,63% na comparação com agosto. Na primeira quinzena de outubro, os preços das duas frutas mantiveram tendência de baixa na maior parte dos entrepostos analisados.

Em sentido contrário, a laranja ficou 3,28% mais cara, enquanto a maçã registrou valorização de 11,99%. No caso da maçã, a alta está relacionada ao avanço do consumo dos estoques armazenados após o encerramento da colheita da safra 2025/26, em um cenário de redução da comercialização.

Exportações de frutas e hortaliças crescem

Os dados do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) citados pela Conab mostram que as exportações brasileiras de frutas e hortaliças somaram 909 mil toneladas entre janeiro e setembro de 2026, alta de 6,61% em relação ao mesmo período do ano passado.

O faturamento alcançou US$ 1,17 bilhão, crescimento de 17,56% na comparação anual.

Entre os produtos com maior avanço nas vendas externas estão as maçãs, com alta de 255%; os pêssegos, com 101%; os abacates, com 100,5%; as mangas, com 26,4%; e os mamões, com 4,14%.

Preço das terras rurais varia de R$ 50 mil a R$ 250 mil por hectare

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A Lindt está em sarilhos. E já percebeu que subiu demasiado os preços do chocolate

O presidente da Lindt & Sprüngli reconheceu que a empresa sobrestimou quanto podia aumentar preços sem reduzir a procura, sobretudo na Alemanha. As ações caíram mais de 25% este ano, e o CEO foi despedido. A fabricante já baixou alguns preços. A Lindt & Sprüngli está a passar por dificuldades. A fabricante suíça de chocolate “avaliou mal a reação dos consumidores” aos aumentos de preços, disse o presidente, poucos dias depois de a empresa ter afastado o CEO, Adalbert Lechner. Numa entrevista ao jornal NZZ am Sonntag citada pela Reuters, o presidente executivo, Ernst Tanner, admitiu que a empresa sofria

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Renda moderada de 2300 euros faz aumentar as rendas? Ministro não percebe

Sarmento lembra que as rendas para lá dos 2300 euros podem baixar e que não se cobrará esse valor quando os interessados não estão dispostos a pagar tanto. Mas não consegue afastar o risco apresentado pela UTAO. O ministro das Finanças afirmou este sábado ter dificuldade em perceber como a definição do conceito de “renda moderada” nos 2.300 euros possa aumentar os preços, argumentando que diminui os valores imediatamente acima, até 2.600 euros. “Tenho muita dificuldade em perceber como é que, ao fixar-se o limite da renda moderada até 2.300 euros, isso pode contribuir para aumentar as rendas. Não tenho

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Digi admite abandonar Portugal. E a fatura pode chegar ao cliente

A Digi ameaça abandonar Portugal se a Anacom renovar quase sem concurso as licenças de espetro da Meo, Nos e Vodafone. Quem perde são os consumidores: 3,5 mil milhões de euros em 15 anos. A Digi admitiu esta sexta-feira sair de Portugal, noticiou o ECO. Não é uma decisão, é uma hipótese — mas é a primeira vez que a quarta operadora a assume. “Um dos desfechos pode ser sairmos de Portugal”, disse em Lisboa o diretor executivo do grupo, Valentin Popoviciu, que deu o exemplo da Deutsche Telekom, que deixou a Roménia por não conseguir competir com a Vodafone

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