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CGTP convoca manifestação nacional para 21 de novembro

A CGTP-IN vai convocar uma “grande manifestação nacional” em Lisboa para dia 21 de novembro, anunciou hoje o secretário-geral, prometendo intensificar as ações e apelando aos trabalhadores que novembro seja “um grande mês de luta”.

“A luta tem que continuar em crescendo”, disse o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, em conferência de imprensa após a central sindical ter reunido o seu Conselho Nacional, apelando aos trabalhadores que façam “do mês de novembro um grande mês de ação e de luta”.

Entre as ações hoje anunciadas está “uma grande manifestação nacional” a realizar em Lisboa no dia 21 de novembro, bem como uma concentração em frente à Assembleia da República no dia 24 de novembro, que coincide com o dia da votação final global da proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).

“Façamos no dia 21 de novembro uma grande jornada à luta e um grande momento de afirmação contra todas as injustiças que sentimos no nosso dia-a-dia”, apelou Tiago Oliveira.

O secretário-geral criticou o Governo por não dar resposta aos “problemas concretos da vida de quem trabalha”, desde o aumento do custo de vida, ao investimento no Serviço Nacional de Saúde, na educação ou na habitação.

“Todos nós temos direito a um teto. Todos nós temos direito a uma casa. Todos nós temos direito a uma vida digna e, portanto, aquilo que nós dizemos é que temos um Governo que é fraco com os fortes e forte com aqueles que menos têm e que mais precisam”, referiu.

Pedindo “um novo rumo para o país”, Tiago Oliveira lembrou que o Orçamento do Estado é uma “das maiores ferramentas que o Governo tem para a implementação da opção política” e insistiu que o documento é “profundamente negativo para os trabalhadores”.

“Este Orçamento de Estado só será aprovado se o Governo tiver a mão de alguém. Quer isto dizer que no dia 24 [de novembro] não é só o Governo que está em questão, são todos aqueles que apoiarão com a sua posição um Orçamento de Estado que é profundamente penalizador para o país e para os trabalhadores”, alertou.

O secretário-geral da CGTP apelou aos trabalhadores que se juntem às ações convocadas pela central sindical e lembrou o papel que tiveram na rejeição da proposta de lei de alterações à legislação laboral.

“Continuamos a acreditar que é com os trabalhadores que vamos derrotar este rumo de política que está a ser seguida por este Governo”, rematou.

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Greve de trabalhadores da Misericórdia da Póvoa de Varzim com adesão de 30%

 A greve dos trabalhadores da Santa Casa da Póvoa de Varzim para contestar os horários impostos e reivindicar aumentos salariais e o cumprimento do contrato coletivo de trabalho regista uma adesão de cerca de 30%, disse hoje fonte sindical.

Em declarações à Lusa, Célia Vareiro, do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), explicou que a alteração dos turnos, fixada em 26 de outubro, levou a que “alguns trabalhadores passassem a terminar o horário às 00:00”, situação que considera “incompatível com as responsabilidades familiares e as limitações dos transportes públicos”.

“Há trabalhadores a pensar em despedir-se. Alguns residem longe do local de trabalho e não dispõem de transporte próprio para regressar a casa durante a noite”, disse.

A greve decorre durante todo o dia e abrange trabalhadores de várias categorias profissionais da instituição que, segundo Célia Vareiro, conta com “cerca de 250 funcionários” e assegura respostas sociais como lares, unidades de cuidados continuados, apoio domiciliário, centro de dia e serviços de fisioterapia.

No final de uma concentração frente à Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim, realizada cerca das 07:30, o sindicato entregou “declarações individuais dos trabalhadores contestando os horários e manifestando a intenção de continuar a cumprir os horários anteriores, alegando que a vida familiar e pessoal estava organizada em função desses períodos de trabalho”.

Segundo Célia Vareiro, a alteração dos turnos afeta sobretudo os trabalhadores de apoio, serviços gerais e ajudantes de ação direta.

À Lusa, a responsável sindical denunciou ainda “a substituição de trabalhadores em greve, através da realização de turnos de 12 horas por trabalhadores escalados para o turno da tarde e da alteração das folgas de outros funcionários para assegurar os serviços mínimos”.

A dirigente do CESP considerou que a adesão à greve também é condicionada pela “existência de muitos trabalhadores contratados e pelo receio de represálias, nomeadamente entre os que temem não conseguir assegurar a continuidade do vínculo laboral”.

Entre as reivindicações dos trabalhadores estão aumentos salariais significativos, a redução do horário de trabalho para 35 horas semanais, o cumprimento das cláusulas do contrato coletivo, o pagamento dos subsídios de turno, a atualização das categorias profissionais e a progressão nas carreiras.

O sindicato contesta igualmente o tratamento dos intervalos para refeição e a organização dos horários, alegando que não estão a ser respeitadas as disposições previstas no contrato coletivo de trabalho.

De acordo com Célia Vareiro, a administração da instituição comprometeu-se a conceder as duas folgas e a pagar os subsídios de turno a partir de agora, mas não respondeu favoravelmente às restantes reivindicações.

A sindicalista afirmou que os trabalhadores reclamam o pagamento dos subsídios de turno relativos a cerca de 15 anos, período durante o qual, segundo o sindicato, esses valores não foram pagos.

Contactado pela Lusa, o provedor da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim, Virgílio Ferreira, remeteu esclarecimentos sobre este protesto para mais tarde.

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Volkswagen vê prejuízo trimestral subir para 5,8 mil milhões de euros face à concorrência chinesa

A gigante automóvel Volkswagen registou um prejuízo de 5,8 mil milhões de euros no terceiro trimestre, um valor mais de cinco vezes superior ao de um ano antes, sobretudo devido à concorrência chinesa.

De acordo com um comunicado do grupo alemão, a principal causa dos fatores excecionais, que totalizam 7,8 mil milhões de euros, é a desvalorização dos ativos ligados à Porsche.

A subsidiária de automóveis de luxo, que enfrenta sérias dificuldades, sofreu uma desvalorização que ascende a 6,4 mil milhões de euros.

Os ativos na China, mercado onde a fabricante automóvel, que atravessa uma crise, enfrenta uma concorrência feroz, também sofreram uma desvalorização de mil milhões de euros.

O impacto acumulado destes fatores ao longo de nove meses ascende a 8,7 mil milhões de euros, informou a Volkswagen.

Outros fatores excecionais incluem o impacto financeiro da interrupção da produção do modelo elétrico ID.4 nos Estados Unidos, as despesas com a reestruturação e os custos associados à venda planeada da fábrica de Osnabrück (no oeste da Alemanha), que deverá ser convertida para o setor da defesa.

“Estamos a sentir o peso das tarifas aduaneiras norte-americanas, o mercado chinês está a encolher e, na Europa, a pressão competitiva está a intensificar-se consideravelmente”, explicou o diretor financeiro da empresa, Arno Antlitz, citado no comunicado.

Na China, as entregas de veículos no terceiro trimestre caíram 38,5%, totalizando 405.800 unidades, segundo dados divulgados anteriormente pela Volkswagen.

Neste cenário, o grupo, que detém 10 marcas (VW, Audi, Porsche, Seat, entre outras), registou, entre julho e setembro, um prejuízo operacional de quase 5,9 mil milhões de euros, o que equivale a uma margem negativa de 7,8%. Nos primeiros nove meses do ano e sem ter em conta fatores excecionais, a margem operacional terá atingido 3,8%.

Face à concorrência chinesa, a Volkswagen reduziu, em meados de setembro, as previsões para 2026, passando a projetar uma margem de, no máximo, 1%, face aos 4% a 5% anteriormente estimados.

Envolvido num amplo programa de reestruturação, integrado num acordo com os sindicatos que prevê a eliminação de até 100 mil postos de trabalho, o grupo, que conta com cerca de 648 mil colaboradores em todo o mundo, procura poupar um total de 31 mil milhões de euros.

Entre julho e setembro, a receita da Volkswagen totalizou 75,3 mil milhões de euros, uma quebra de 6,3%.

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Jefatura de canal galo defiende pluralidad ante crítica de sindicatos

París, 28 oct (Prensa Latina) El director del canal BFMTV, Fabien Namias, debió defender hoy la existencia de un clima de pluralidad en ese medio, tras conocerse acusaciones de partidos y sindicatos franceses por tolerar ideas racistas y xenófobas.

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El líder de UGT obvia a Óscar Puente y pide "inversión" para el sistema ferroviario

El secretario general del sindicato UGT, Pepe Álvarez.

El secretario general de UGT, Pepe Álvarez, no ha pedido responsabilidades al ministro de Transportes, Óscar Puente, y se ha limitado a pedir más "inversión para el sistema ferroviario, según informa la Agencia Efe.

El líder de UGT ha reclamado este miércoles más inversiones en el sistema ferroviario español y que se cubran las plazas de personal necesarias para garantizar la seguridad, tras el accidente de tren de Toledo, cuyas consecuencias ha calificado de "dramáticas".

Álvarez ha hecho estas declaraciones en Magaluf, donde ha clausurado unas jornadas de su sindicato sobre camareras de piso, y ha trasladado sus condolencias y solidaridad a los familiares de las víctimas y a los trabajadores de Renfe y de las empresas ferroviarias.

"El sistema ferroviario en nuestro país necesita inversión, necesita que se cubran las plazas, los puestos de trabajo necesarios", ha reivindicado el dirigente sindical.

El secretario general de UGT ha subrayado que la mejora de los recursos humanos y materiales del ferrocarril constituye una de las principales reivindicaciones que su organización ha mantenido durante los últimos años.

"No podemos asistir a estas situaciones dramáticas, ni cada poco tiempo ni cada mucho tiempo", ha declarado.

"Tenemos que encontrar la explicación"

Álvarez ha insistido en la necesidad de disponer de un sistema ferroviario, incluida la alta velocidad, que sea seguro y confortable tanto para los pasajeros como para los trabajadores.

El dirigente sindical ha señalado que es necesario esclarecer las circunstancias del accidente y, sobre todo, adoptar las medidas necesarias para evitar que se repitan sucesos de estas características.

"Tenemos que encontrar la explicación y, sobre todo, tenemos que trabajar para que estos temas no se repitan", ha manifestado.

Asimismo, ha mostrado su solidaridad con los familiares de las víctimas y con los trabajadores del sector ferroviario, a quienes ha enviado un mensaje de apoyo ante la difícil situación que atraviesan.

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Desconvocada greve de sexta-feira na CP

A greve na CP – Comboios de Portugal marcada para sexta-feira pelos revisores e trabalhadores de bilheteiras foi hoje desconvocada, após “desenvolvimentos positivos” numa reunião entre o sindicato e o Ministério das Infraestruturas e Habitação.

Em comunicado, o Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) aponta que suspendeu o pré-aviso de greve de 30 de outubro depois de terem sido “registados desenvolvimentos positivos no processo de resolução do conflito laboral que opõe os trabalhadores à CP” numa reunião com representantes da tutela na terça-feira.

O SFRCI aponta que a suspensão da greve é um sinal de responsabilidade e confiança no diálogo, depois da disponibilidade manifestada pelo Ministério das Infraestruturas e Habitação e pela administração da CP em dar seguimento às reivindicações apresentadas.

Durante a reunião de terça-feira, os intervenientes analisaram o caderno reivindicativo apresentado pelo sindicato, tendo “os representantes ministeriais em conciliação com a administração da CP manifestado disponibilidade para dar seguimento às reivindicações colocadas pelo SFRCI”.

“Esta decisão constitui um sinal de responsabilidade institucional e de abertura ao diálogo, demonstrando que o SFRCI privilegia a negociação e a procura de soluções concretas, sempre que exista vontade efetiva de responder aos problemas dos trabalhadores”, acrescenta o sindicato.

Ainda assim, o sindicato registou que esta abertura deverá “traduzir-se em medidas concretas, compromissos objetivos e resultados efetivos”.

Apesar da suspensão do pré-aviso de greve, o SFRCI sublinha que tal não significa um abandono das reivindicações ou “um cheque em branco à tutela ou à administração da CP”, mas sim “uma oportunidade para que o diálogo” produza os resultados esperados pelos trabalhadores.

Caso tal não aconteça, o SFRCI diz reservar-se ao direito “retomar a luta sindical e de recorrer às formas de ação que considere necessárias, incluindo a convocação de novas ações de luta, nos termos legalmente aplicáveis”.

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Administração pública em greve no dia 20 de novembro

A Frente Comum convocou hoje uma greve nacional dos sindicatos da administração pública para o dia 20 de novembro. 

“Reafirmando que não aceitam o empobrecimento, a desvalorização profissional nem a destruição dos serviços públicos, o plenário de sindicatos da Frente Comum delibera avançar com uma greve geral dos trabalhadores da administração pública, no dia 20 de novembro”, lê-se na resolução do plenário que decorreu hoje em frente à Assembleia da República. 

Os sindicalistas exigem a negociação da Proposta Reivindicativa Comum (PRC) para 2027, melhores condições de vida e de trabalho, bem como uma administração pública que sirva verdadeiramente as populações. 

Em declarações aos jornalistas, o coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, disse estar em causa “lutar contra um orçamento que destrói a administração pública” e que está “longe do interesse das populações”. 

“Neste sentido, não nos vemos com outra hipótese, que não seja fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que este orçamento não passe”, afirmou o líder sindical. 

Questionado sobre a escolha do dia para a realização da greve, Sebastião Santana disse ser estratégico por “permitir não ter uma greve de protesto, mas uma greve que pode ter consequências”.

A votação global do Orçamento do Estado (OE) 2027 está agendada para o dia 24 de novembro.  

Para que a greve seja desconvocada, o coordenador da Frente Comum disse ser necessário que o “Governo se sente à mesa, que pegue nas 83 propostas que entregamos no dia 30 de setembro e esteja disposto a negociar, que é tudo o que não fez”. 

“Este governo, pelos vistos, tem medo de quem se manifesta de todas as maneiras”, rematou Sebastião Santana, acrescentando que não está à espera que o anúncio da greve tenha alguma influência na marcação de reuniões. 

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Agricultores juntam-se a protestos em Madrid na quarta-feira

Inflação Espanha

Os agricultores juntam-se na quarta-feira às manifestações que estão a sair à rua em Espanha com uma ‘tratorada’ em Madrid contra o aumento dos preços, a um mês das eleições de 29 de novembro.

O protesto foi convocado por três das maiores associações de agricultores de Espanha e promete levar 500 tratores até às ruas da capital, com uma marcha pelo centro da cidade a partir das 11:00 locais (menos uma hora em Lisboa) que culminará com uma concentração em frente do Ministério da Agricultura.

Mais manifestações de agricultores estão convocadas para sábado em Espanha, por outras associações de menor dimensão.

As organizações que convocaram o protesto de quarta-feira queixam-se dos aumentos dos custos de produção, sobretudo desde o início da guerra do Irão, no final de fevereiro, assim como de decisões políticas que dizem “ameaçar ou agravar ainda mais a situação”.

Perante o aumento de custos que “muitas vezes” não são compensados pelos preços de venda da produção, as associações pedem medidas e ajudas públicas, incluindo “fiscalidade reduzida e estável” para o gasóleo agrícola ou tarifas de eletricidade adaptadas ao regadio e à criação de gado.

Os agricultores pedem por outro lado uma Política Agrícola Comum (PAC) com menos burocracia e com uma “dotação suficiente” no próximo orçamento europeu, para o período 2028-2034.

As associações voltam também a queixar-se da “concorrência desleal” em que se traduzem os acordos comerciais que a União Europeia (UE) está a assinar com países terceiros, como o alcançado com o Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai).

Fontes do Ministério da Agricultura de Espanha consideraram que o protesto desta quarta-feira tem um caráter político, a um mês das eleições legislativas antecipadas.

O Governo lembrou que desde o início do atual conflito no Médio Oriente já foram disponibilizados mais de 1.000 milhões de euros em ajudas ao setor, mais do que no resto dos países da UE.

O executivo lembrou ainda o acordo com 43 medidas para flexibilizar regras da PAC, entre outras, assinado em 2024 com as associações.

A manifestação de quarta-feira dos agricultores junta-se a outros protestos, de pensionistas, pela habitação ou de professores que têm estado nas ruas de Madrid e outras cidades de Espanha nas últimas semanas e que também têm marcado a pré-campanha das legislativas. Para dia 11 de novembro, véspera do arranque oficial da campanha eleitoral, está convocada uma greve geral, a primeira em Espanha em 14 anos.

O protesto mais longo é o da habitação, que mantém uma acampada com centenas de tendas no centro de Madrid, de forma ininterrupta, desde 26 de setembro.

A par destes protestos, que têm decorrido de forma pacífica, houve distúrbios no sábado em Barcelona e na segunda-feira em Bilbau, envolvendo grupos de jovens.

Em Barcelona, onde foram detidas 130 pessoas, 74 das quais menores de idade, as autoridades dizem estar a investigar quem está por trás de grupos nas redes sociais que mobilizaram cerca de 500 jovens para fazer pilhagens e destruir mobiliário humano no centro da cidade.

As autoridades espanholas sublinharam que os distúrbios e pilhagens em Barcelona foram “vandalismo puro” sem relação com qualquer protesto, e apelaram às plataformas WhatsApp e Telegram para fecharem ‘chats’ em que estão a ser feitas novas convocatórias para o próximo sábado.

Já em Bilbau, foram detidas na segunda-feira 19 pessoas por causa de distúrbios, como queima de carros e contentores de lixo, além de ataques a estabelecimentos comerciais.

Os distúrbios foram protagonizados por pessoas que protestavam contra um evento de Vito Quiles, conhecido em Espanha como “agitador político” ligado à extrema-direita.

O responsável pela Segurança no governo regional do País Basco, Bingen Zupiria, considerou que “dá a impressão de que alguém está a tentar emular movimentos violentos vistos noutras partes da Europa”.

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Proponen en Angola incremento salarial del 10 % en la función pública

Luanda, 26 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Angola propuso hoy un incremento salarial en la función pública del 10 por ciento para 2027, pero algunos dirigentes sindicales señalan está por debajo de lo acordado en 2024.

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Trabalhadores da hotelaria e restauração protestam junto ao congresso da AHRESP em Lagoa

A concentração está marcada para as 11h00 de 22 de outubro, em frente ao Centro de Congressos de Lagoa. A FESAHT exige melhores salários e condições de trabalho.

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União dos Sindicatos do Algarve realiza congresso em Faro

A União dos Sindicatos do Algarve, estrutura intermédia regional da CGTP-IN, realiza no dia 23 de outubro de 2026 o seu XI Congresso, no auditório da Escola Secundária João de Deus em Faro, a partir das 9 horas.

O Congresso é o órgão máximo deliberativo da USAL/CGTP-IN, que reúne quadrienalmente para aprovar o relatório da atividade desenvolvida pela União, para definir as orientações para a atividade sindical do quadriénio 2026-2030 e para eleger uma nova Direção da USAL.

O Congresso contará com a presença de mais de 100 delegados, representantes dos trabalhadores dos vários setores de atividade e é o momento alto de análise e discussão da situação política e sindical, da ação reivindicativa, dos problemas concretos dos locais de trabalho, apontando as estratégias para a ação sindical integrada dos próximos 4 anos.

No final do Congresso, a partir das 18H30, os delegados e outros trabalhadores do Algarve realizarão uma manifestação pela Av. 5 de outubro até à Praça da Liberdade, afirmando a unidade e organização dos trabalhadores em torno dos sindicatos de classe da CGTP-IN.

A luta continua pelo aumento dos salários e pensões, contra o brutal custo de vida, em defesa e reforço dos serviços públicos e pelo cumprimento do direito à habitação.

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