❌

Reading view

Recife recebe espetáculo estrelado por Mariana Xavier e com direção de Lázaro Ramos e Ana Paula Bouzas

O Teatro Luiz Mendonça, localizado no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, vai receber o espetáculo “Antes do Ano que Vem”, da atriz Mariana Xavier. As apresentações serão nos dias 30 e 31 de outubro e 1º de novembro

Com texto de Gustavo Pinheiro e direção de Ana Paula Bouzas e Lázaro Ramos, o monólogo já percorreu 37 cidades e recebeu mais de 75 mil espectadores.

Na peça, Mariana usa o humor para dar a vida a diversas personagens e falar sobre saúde mental, autocuidado e acolhimento. Entre as temáticas abordadas estão a solidão, a empatia e a influência das redes sociais no bem-estar da população.

“Acredito muito na comédia como ferramenta não só de entretenimento, mas de crítica e reflexão. Acredito também no poder transformador da empatia e é através dela que esperamos que o público saia do teatro leve, afagado e um pouco transformado também”, destaca a atriz.

A história tem como ponto de partida uma noite de Ano Novo no CAD (Centro de Apoio aos Desesperados), quando a psicóloga responsável pelo grupo não aparece e Dizuite, funcionária do local, passa a atender as ligações e auxiliar os pedidos de ajuda.

“O humor abre portas para novas percepções do mundo. Vivemos num tempo em que rir é o primeiro remédio para as nossas mazelas”, afirma Lázaro Ramos.

Serviço

Espetáculo “Antes do Ano Que Vem”
Data: 30 e 31 de outubro às 20h; 1º de novembro, às 18h
Local: Teatro Luiz Mendonça – Avenida Boa Viagem, S/N
Ingressos: a partir de R$ 60, no site do Teatro

© Adriano Dória/Divulgação

Mariana Xavier protagoniza "Antes do Ano que Vem", no Teatro Luiz Mendonça
  •  

Muere el actor Patrick Stewart, el profesor Xavier de X-Men y capitán Picard de Star Trek

El intérprete británico Patrick Stewart, consagrado actor de teatro, además de estrella de cine y TV, ha fallecido en su casa de Los Ángeles Leer

El intérprete británico Patrick Stewart, consagrado actor de teatro, además de estrella de cine y TV, ha fallecido en su casa de Los Ángeles
  •  

Jessie Buckley cambia los sueldos millonarios de Hollywood por los 167 euros diarios que paga el teatro Royal Court de Londres

Jessie Buckley (36 años, Kerry, Irlanda) es la última ganadora del Oscar a mejor actriz; se lo llevó el pasado mes de marzo por su papel protagonista en la película Hamnet, que le valió el reconocimiento de la crítica y el público en todo el mundo. Pero su primer reflejo no ha sido quedarse en Hollywood, sino volver al teatro. Y lo ha hecho a pesar de los sueldos millonarios de la meca del cine que puede ganar quien se hace con la preciada estatuilla. Tras recibir el Oscar, podría cobrar hasta 5,4 millones de euros por película, según analistas del sector consultados por The Times. Pero ella ha cambiado esos millonarios contratos por los 167 euros diarios que paga el teatro Royal Court de Londres, donde protagonizará la obra experimental Afterbirth.

Seguir leyendo

© SIPA USA (Sthanlee Mirador/Sipa USA)

Jessie Buckley con su Oscar a mejor actriz por 'Hamnet', el 15 de marzo de 2026 en Los Ángeles, California.
  •  

“La Madonna è la mia luce, le dedico ogni cosa importante. Nacqui prematura e in pericolo, la mia bisnonna trasformò la culla in un altarino per chiedere a Maria che mi salvasse”: parla Isab

Una culla trasformata in un altare mariano e le preghiere ininterrotte di una bisnonna per salvare una neonata prematura che persino il padre medico temeva di perdere. È iniziata così, nei primissimi e drammatici giorni di vita, la profonda e inossidabile devozione di Isabel Russinova per la Vergine Maria. L’attrice, oggi in tournée teatrale, ha scelto di aprire il suo cuore e raccontare le radici della sua fede in un’intervista rilasciata al settimanale Maria con te del Gruppo Editoriale San Paolo.

Le confidenze dell’attrice partono proprio dal momento in cui è venuta al mondo, segnato dalla fragilità e dalla paura: “Nacqui prematura e anche mio padre, che era medico, temette molto per la mia vita”, rivela Russinova alla rivista. “La mia bisnonna, Maria Cristina, trasformò la mia culla in un altarino dedicato alla Madonna, invocandola senza sosta perché riuscissi a sopravvivere e così è stato. L’ho sentito raccontare più volte in famiglia e questo ricordo è diventato parte di me”.

L'articolo “La Madonna è la mia luce, le dedico ogni cosa importante. Nacqui prematura e in pericolo, la mia bisnonna trasformò la culla in un altarino per chiedere a Maria che mi salvasse”: parla Isab proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

Ainda faltam mais de duas semanas, mas Festival de Teatro de Viana do Castelo já tem espetáculos esgotados

O Festival de Teatro de Viana do Castelo, que decorre de 13 a 21 de novembro, já tem espetáculos esgotados e outros prestes a esgotar.

O certame realiza-se no Teatro Municipal Sá de Miranda, que vai acolher, este ano, dez espetáculos ao longo de nove dias, a par de um programa paralelo de formação e criação artística.

Entre as sessões que já esgotaram a totalidade dos bilhetes disponíveis, encontram-se as duas apresentações de “Entrelinhas”, de Tiago Rodrigues e Tonán Quito.

Perto da lotação completa, estão “Veneno”, encenado e interpretado por Albano Jerónimo, agendado para 16 de novembro, às 21:30, e “Ensaio Sobre a Lucidez”, encenação de José Carlos Garcia, pela Companhia de Teatro do Chapitô, no dia 17 de novembro, à mesma hora. Este último espetáculo pode também ser visto a 18 de novembro, às 11:00 e às 15:30.

Para a peça infanto-juvenil “Só Eu É Que Não tenho!”, dia 21 de novembro, também já restam poucos lugares. 

O Festival de Teatro de Viana do Castelo abre a 13 de novembro, às 21:30, com a estreia de “A Menina”, nova criação do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, no ano em que a companhia vianense assinala 35 anos de atividade contínua. A peça é encenada por Rita Lello, a partir da obra de August Strindberg. 

Os destaques da programação incluem ainda “Os Lusíadas”, com o ator António Fonseca, pela Companhia Nacional de Espectáculos; “Dolce Far Niente”, de Lucía Satta, coprodução da companhia Desattada e do Centro Dramático Galego em estreia em Portugal; “O Tamanho das Coisas”, da Terra Amarela, com direção de Marco Paiva; “O Despertar das Borboletas”, pelo Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana; e “Esta Noite Improvisa-se com Bergman”, de Mónica Calle, espetáculo que encerra o Festival a 21 de novembro, às 19:00.

Além da programação artística, o Festival integra uma Oficina de Escrita, orientada por Alex Cassal, uma Aula Magistral de Interpretação com Albano Jerónimo e uma Residência Artística conduzida por Mónica Calle com a comunidade, que culminará no espetáculo de encerramento.

A acessibilidade mantém-se como uma das marcas distintivas do evento. Todas as récitas contam com legendagem em português e inglês, tradução simultânea para Língua Gestual Portuguesa e audiodescrição. O reconhecimento de palco está disponível mediante inscrição prévia. As habituais conversas pós-espetáculo promovem o encontro entre artistas e espetadores.

Criado em 2017 pelo Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, em parceria com a Câmara Municipal de Viana do Castelo, o Festival de Teatro de Viana do Castelo já acolheu mais de uma centena de produções nacionais e internacionais desde a sua origem, afirmando-se como um espaço de encontro entre criação artística, participação cidadã, inclusão e acesso à cultura.

Os bilhetes estão disponíveis na bilheteira do Teatro Municipal Sá de Miranda e através da plataforma BOL. O bilhete normal tem o valor de 10 euros, o bilhete social/grupo custa cinco euros e o passe geral, também de 10 euros, permite adquirir bilhetes para os espetáculos por 3 euros cada, mediante disponibilidade da sala.

O conteúdo Ainda faltam mais de duas semanas, mas Festival de Teatro de Viana do Castelo já tem espetáculos esgotados aparece primeiro em O MINHO.

  •  

María Velasco: "Se están denigrando y deshumanizando las infancias"

El filósofo Joan-Carles Mèlich sostiene que la infancia "es la patria de la incertidumbre"; y María Velasco la amplía señalando que también lo es "de la vulnerabilidad". Bien lo sabe ella, que vivió en primera persona una niñez no del todo ideal. Décadas después, de aquello "solo" quedan las cicatrices que le han hecho ser la persona y la autora del hoy. Pero no saca pecho por ello. Lo critica. Y clama por un futuro de infancias felices. ¿Utópico? Seguramente, pero está permitido soñarlo.

Con ese espíritu presenta la Premio Nacional de Literatura Dramática 2024 este 'Mantener fuera del alcance de los niños' (Teatro de la Abadía; de hoy al 22 de noviembre) en el que mezcla su historia con la 'Carrie' de Stephen King, la "performance" y el flamenco que la acompañó, de la mano de la comunidad gitana, en la clase de necesidades educativas especiales.

Lo primero que hace María Velasco cuando se le pregunta por su estreno es resoplar: "Uf". Toma aire. Y arranca: "Es una obra que me está poniendo patas arriba. Mis obras suelen ser muy transformadoras en el proceso y eso es una condición para que le suceda algo al público", expone la autora, directora e intérprete de esta pieza.

"Hasta los 16 años no fui feliz de verdad"

–¿Por qué volver a subirse a las tablas?

–Eso también hace especial a esta pieza. Volver a lo que hice en el pasado en algunas "performances", en Pradillo o en Réplika. Aunque desde 2016, en la Cuarta Pared, no hacía una obra como tal. Pero esta vez, según iba escribiendo, sentía que yo necesitaba "encuerparlo" porque es un testimonio de mi infancia. Se reproducen el aula y los baños de un centro escolar. Es como volver al lugar del crimen para sanarlo o sublimarlo. Es una especie de masoquismo el querer volver deliberadamente.

–¿Qué le sucedió en estos espacios?

–No es una obra sobre el "bullying". Nadie me lo hizo. Pero sí es una etapa de Primaria en la que estuve tres años en el aula de necesidades educativas especiales. Me sentí muy incomprendida, sola. También en Secundaria sentí una profunda soledad como niña, desamparada. Y eso sin ser una niña en riesgo de exclusión o con diagnósticos cada vez más complejos, como con los que convivía en clase.

–¿Por qué le llevaron a esa aula?

–Nunca tuve un diagnóstico. Luego uno trata de informarse sobre los síntomas y creo que tenía una ansiedad social muy fuerte; una persona altamente sensible (PAS). También creo que hoy sobrediagnostican a los niños. Y ya de adulta, haciendo terapia, he vuelto mucho a la infancia. Y ahí da comienzo todo. Como se dice en 'El Principito': todos los adultos han sido antes niños. Pero también polemizo con lo que dijo el novelista irlandés John Banville de que "lo peor para un autor es tener una buena infancia". No estoy de acuerdo. Yo, y lo digo en la pieza, en el futuro querría tener una infancia feliz. Creo en esa aspiración.

–Pero la María actual, tanto la autora como la persona, no existiría sin su pasado.

–Somos nuestra infancia, pero es que hay niños y niñas que no llegan a superarla. En la obra mencionamos casos reales de suicidios de menores. Es estremecedor. Uno puede sublimar el trauma cuando lo sobrevive, pero no siempre es posible.

–¿Entonces, su infancia fue difícil?

–No. Problemas de una infancia normal en el Burgos de los años 90. Momentos de sentirse desamparado. Pero no me quedo en lo testimonial o íntimo. Lo extrapolo a infancias sobreprotegidas. Al final sirve para hacer una reflexión sobre cómo entendemos la niñez en el siglo XXI, como esa deshumanización de los menores no acompañados (menas). Son casos que ya se citan en la obra de Charles Dickens, que tuvo una especial sensibilidad para escribir Oliver Twist; igual que el escritor marroquí Mohammed Chukri, que fue un niño de la calle. Nos echamos las manos a la cabeza pero actualmente se está denigrando y deshumanizando terriblemente a las infancias. Son tiempos difíciles.

"La violencia forma parte de la naturaleza humana, pero la infancia necesita profilaxis y sensibilidad"

–¿Y cuándo comenzó a ser feliz?

–De verdad, a partir de los 16 años. Di con mi sitio y eso tiene mucho que ver con el teatro, con encontrar vías de expresión que no eran las que trabajaba en el colegio, donde se trataba de normalizar algunas conductas. Yo no tenía un lugar en las actividades extraescolares. Fui feliz cuando tuve la libertad de elección para acceder a enseñanzas artísticas públicas.

–¿Qué hay que 'Mantener fuera del alcance de los niños'?

–La violencia. Forma parte de la naturaleza humana, pero la infancia necesita profilaxis y sensibilidad.

–Tiempos en los que usted misma reconoce que echa en falta estar más en la calle.

–Tengo FOMO (miedo a perderse algo). Creo en las manifestaciones, creo en la multitud como sujeto político. He estado en Sol, me he manifestado por Palestina, por la vivienda... Tengo que controlar mi FOMO y saber que desde mi trabajo también tengo la oportunidad de hacer comunidad.

© Laura M. Lombardía

María Velasco se abre en canal con esta pieza que estrena en el Teatro de la Abadía

© Laura M. Lombardía

Velasco compartirá escena con cantaor Al-Blanco y el bailarín-perfomer Mario Patrón
  •  

María Garralón, actriz: "Después de 'Verano Azul' no me contrataba nadie, tuve muchos problemas para trabajar"

Lleva más de medio siglo entregada a la interpretación, con personajes icónicos como el de Julia de 'Verano azul' o la policía de 'Farmacia de guardia'. Acaba de estrenar en los Teatros Luchana de Madrid 'Pactos y promesas', que representa todos los sábados Leer

Lleva más de medio siglo entregada a la interpretación, con personajes icónicos como el de Julia de 'Verano azul' o la policía de 'Farmacia de guardia'. Acaba de estrenar en los Teatros Luchana de Madrid 'Pactos y promesas', que representa todos los sábados
  •  

Oriol Pla, Premio Nacional de Teatro: "Cuando el arte se usa para anestesiar, tenemos un problema"

Primer actor español en ganar un Emmy Internacional, Oriol Pla regresa al cine con Esta soledad, una historia de desamor en la precariedad: "Lo que mola es salir del teatro o del cine y observar en la calle lo que nos han contado en la sala" Leer

Primer actor español en ganar un Emmy Internacional, Oriol Pla regresa al cine con Esta soledad, una historia de desamor en la precariedad: "Lo que mola es salir del teatro o del cine y observar en la calle lo que nos han contado en la sala"
  •  

O fim do Cão Solteiro: "Não são vocês que acabam com isto"

Coletivo que transformou a forma de pensar e fazer teatro em Portugal põe ponto final na sua história. Não sem um espetáculo de despedida, de 13 a 15 de novembro, no Teatro Nacional, em Lisboa.

© TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

Com voz rouca e um sorriso, a fundadora da companhia que desde 1997 se impôs como única no panorama teatral português acede ao pedido do Observador para algumas (poucas e discretas) fotografias
  •  

Miguel Thiré: "A pobreza no Brasil é um sistema endémico"

Miguel Thiré aborda o impacto das redes na eleição de Lula da Silva e a manipulação política. Alerta para as graves desigualdades no seu país e apresenta a sua nova peça em Lisboa sem telemóveis.

  •  

Il ragazzo dai pantaloni rosa, il dolore diventa musical: al Sistina la storia di Andrea che ha commosso l’Italia

Una storia nata dal dolore che, attraverso il cinema, è diventata memoria collettiva e che ora trova una nuova forma sul palcoscenico. Il ragazzo dai pantaloni rosa arriva al Teatro Sistina dal 29 ottobre al 1° novembre, prima di intraprendere un tour che porterà il musical in diverse città italiane. A trasformare il racconto cinematografico in spettacolo teatrale è Massimo Romeo Piparo, che firma l’adattamento insieme a Roberto Proia, sceneggiatore del film. Al centro resta la vicenda di Andrea Spezzacatena, quindicenne vittima di bullismo e cyberbullismo, la cui storia ha aperto una discussione profonda sulle conseguenze della violenza psicologica, sull’isolamento e sul peso che le parole possono avere soprattutto durante l’adolescenza.

Il ragazzo dai pantaloni rosa, il dolore diventa musical: al Sistina la storia di Andrea che ha commosso l’Italia
Dal cinema al teatro, Samuele Canino veste, ancora una volta, i panni di Andrea ne Il ragazzo dai pantaloni rosa, portando sul palcoscenico la storia che ha commosso l’Italia

Una storia che cambia linguaggio

Il passaggio dal grande schermo al teatro non è però una semplice trasposizione. Piparo sceglie infatti la strada del jukebox musical, costruendo il racconto attraverso alcune delle canzoni più conosciute del pop-rock italiano. La musica diventa così parte integrante della narrazione e accompagna emozioni, ricordi e passaggi della storia. Nella selezione trovano spazio, tra gli altri, Canta ancora di Arisa, brano simbolo del film e vincitore del Nastro d’Argento come miglior canzone originale, insieme a 100 messaggi, A modo tuo, Gigante, Il filo rosso, La fine, Sogna ragazzo sogna di Roberto Vecchioni, Una musica può fare e Volevo essere un duro. Gli arrangiamenti sono affidati al maestro Emanuele Friello.

Il teatro come specchio della società

La scelta teatrale nasce dalla volontà di non fermarsi alla rappresentazione della tragedia, ma di utilizzare il palcoscenico come luogo di confronto. Il bullismo diventa così il punto di partenza per parlare di adolescenti, famiglie, scuola e responsabilità collettiva. Non soltanto una denuncia, dunque, ma un invito a interrogarsi su quanto sia necessario imparare a riconoscere e rispettare l’unicità degli altri.

Uno sguardo sul futuro

È questa, per Piparo, la sfida più significativa del progetto: trasformare una vicenda drammatica in un racconto capace di lasciare spazio anche alla speranza. Una prospettiva che lo ha portato a immaginare Andrea non soltanto come il protagonista della sua storia, ma come una presenza narrativa capace di accompagnare il pubblico. Il personaggio torna idealmente sulla scena nella versione adulta, attraverso la figura di un Andrea ventisettenne che guarda al passato e racconta ciò che avrebbe potuto essere il suo futuro.

Il ragazzo dai pantaloni rosa, il dolore diventa musical: al Sistina la storia di Andrea che ha commosso l’Italia
Samuel Canino in una foto di scena del fatidico errore della lavatrice: tutti i panni si tingono di rosa

A interpretare Andrea adolescente sarà ancora Samuele Carrino, già protagonista del film e tra i giovani interpreti più interessanti della nuova generazione. Con lui torna anche Sara Ciocca. Nel ruolo della madre di Andrea ci sarà Rossella Brescia, chiamata a confrontarsi con un personaggio di forte impatto emotivo. Christian Roberto interpreterà invece Andrea a 27 anni, assumendo anche la funzione di narratore e voce del “domani”. Il cast comprende inoltre Donato Altomare, nei panni del padre Tommaso; Matteo Volpotti, che interpreta il professor Gioli, insegnante di musica eccentrico e trascinante; Tommaso Pieropan, nel ruolo di Christian, il ragazzo che incarna la dimensione del bullo; e il giovanissimo Michele Mula, che interpreta Daniele, il fratellino di Andrea. La squadra creativa completa il progetto con la direzione musicale di Emanuele Friello, le coreografie di Dalila Frassanito, le scenografie di Teresa Caruso, i costumi di Cecilia Betona, le luci di Umile Vainieri e il suono di Stefano Gorini. Il musical raccoglie l’eredità di un film prodotto da Eagle Pictures e Weekend Films, nato dal libro scritto da Teresa Manes, madre di Andrea Spezzacatena.

L'articolo Il ragazzo dai pantaloni rosa, il dolore diventa musical: al Sistina la storia di Andrea che ha commosso l’Italia proviene da Affaritaliani.it.

  •  

VI Fórum Ideias de Negócios – São Brás de Alportel volta a dar palco ao empreendedorismo

Tem uma ideia, um projeto ou um sonho de negócio por concretizar? O Município de São Brás de Alportel promove o VI Fórum Ideias de Negócios, no próximo dia 27 de outubro, terça-feira, às 18h00, no São Brás Cineteatro Jaime Pinto. 

A iniciativa convida empreendedores e todos os interessados a apresentar em poucos minutos, de forma ativa e participativa, propostas para desenvolver no ou para envolver o concelho, bem como a trocar experiências e encontrar parceiros e apoios que ajudem a transformar ideias em realidade.

Dinamizado anualmente pelo Município de São Brás de Alportel desde 2021, o Fórum integra a estratégia municipal de incentivo à iniciativa empresarial e à criação de novos negócios, promovendo a cooperação e o estabelecimento de sinergias entre empreendedores, empresas e entidades do concelho.

Ao longo das edições anteriores, este encontro tem contribuído para dar visibilidade a novos negócios e aproximar os diferentes agentes da economia local, estimulando o trabalho em rede e a colaboração entre empresas e empreendedores. 

Nesta sexta edição, mantém-se o propósito de criar oportunidades de encontro e de partilha, capazes de contribuir para o desenvolvimento de novas iniciativas empresariais.

A participação é gratuita e aberta a todos, estando abertas as inscrições para quem pretende dar a conhecer o seu projeto ou empresa. Para inscrições e pedidos de informação, estão disponíveis os seguintes contactos: 289 840 212 (rede fixa nacional) e empreendedor@cm-sbras.pt.

Organizado pelo Município de São Brás de Alportel, através do Gabinete do Empreendedor, com o apoio de empresas e empreendedores locais, o VI Fórum Ideias de Negócios reafirma o compromisso municipal com a dinamização da economia local e a valorização da iniciativa empresarial no concelho.

O conteúdo VI Fórum Ideias de Negócios – São Brás de Alportel volta a dar palco ao empreendedorismo aparece primeiro em Sempre à Mão.

  •  
❌