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Uma no cravo e outra na ferradura resolve crise das casas?

Entre o silêncio calculado em Belém, os aplausos do Governo à atuação policial e protestos nas ruas sem casas à vista, o panorama político nacional prova que gerir a crise é melhor que resolvê-la.

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"António José Seguro falou tarde e a más horas"

Para Miguel Santos Carrapatoso, Editor Adjunto de Política do Observador, a reação do Presidente da República contra a violência policial nas manifestações deixa o Governo numa posição delicada.

© JOAO PORFIRIO/OBSERVADOR

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Esquerda critica Seguro e Governo após cargas policiais

Os dirigentes do BE, do Livre e do PCP dizem que faltou firmeza e imediatismo ao Presidente da República e que o Governo não está a saber dar resposta à situação atual do país.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

A líder parlamentar do PCP sublinhou o "papel muito importante" que tem o Presidente da República "na garantia do cumprimento da Constituição da República Portuguesa"
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Ventura acusa Seguro e "discurso vago e redondo"

Ventura considerou que, "enquanto chefe de Estado e representante maior das instituições", António José Seguro devia ter-se "colocado ao lado daqueles que estavam apenas a cumprir a lei e a ordem".

© JOSÉ COELHO/LUSA

"Um Presidente da República não pode ser sempre em cima da ponte. Tem que tomar decisões, tem que assumir riscos e tem que assumir posições.", criticou Ventura
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"Mostra a cara". Coro das Caldas canta à porta de Seguro

Músicas de intervenção foram entoadas por Coro das Caldas da Rainha à entrada da casa do Presidente da República, que se tem mantido em silêncio. Agente que estava à porta disse que "gostou muito".

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Francisca Venâncio, integrante do Coro Social do Bairro, diz que os problemas da habitação não se concentram só nas grandes cidades
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14h. Ventura acusa PR de “discurso vazio” sobre protestos

As críticas às declarações do PR sobre a violência nos protestos pela habitação são feitas também por Fabian Figueiredo, do BE. Ainda, o Porto recebe amanhã o Académico de Viseu para a Taça da Liga.

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Seguro diz «não gostei do que vi», apela ao diálogo «e nunca à violência»

Presidente da República quebra o silêncio sobre resposta a manifestações pelo acesso à habitação e apela ao diálogo.

O conteúdo Seguro diz «não gostei do que vi», apela ao diálogo «e nunca à violência» aparece primeiro em Barlavento.

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Seguro quebra silêncio: "Não gostei do que vi em Lisboa"

Pressionado a tomar posição sobre atuação da polícia nas manifestações do Rossio, Presidente da República mostra desagrado com imagens de violência, mas quer esperar pelo inquérito da IGAI.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

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Um OE minimalista num país em ebulição? — Debate

A viabilização do Orçamento de Estado parecia uma garantia de paz, mas discussão está longe de ser tranquila. Desde a esquerda radical nas ruas e um primeiro-ministro desaparecido, todos rumarão à AR.

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12h. Protestos Habitação. Seguro quebrou o silêncio

O Presidente da República garante que já falou com o PM. Ainda, MP volta a propor a suspensão provisória do processo aos manifestantes pelo direito à habitação detidos no dia 20 de outubro.

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Seguro sobre carga policial nos protestos pela habitação: “Não gostei do que vi”

O Presidente da República apelou hoje ao diálogo sobre a habitação “e nunca a violência”, afirmando que não gostou das imagens que viu, mas que aguarda o resultado dos inquéritos sobre a atuação policial sobre manifestantes.

“A cultura portuguesa é uma cultura de diálogo. Não é uma cultura de violência, nem é uma cultura de confronto. Não gostei do que vi nas imagens recentes, designadamente em Lisboa, no passado sábado”, afirmou António José Seguro aos jornalistas, no fim de uma visita à Agência Europeia da Segurança Marítima (EMSA), em Lisboa.

“Não gostei do que vi tal como, estou convencido, a maioria dos portugueses, porque não são imagens normais para uma democracia consolidada”, considerou o chefe de Estado, que apelou a que se recorra ao “diálogo como solução para os problemas e nunca a violência”.

Numa declaração aos jornalistas, antes de responder a perguntas, António José Seguro referiu que “desde as sete da manhã desse domingo” tem estado “sempre atento, preocupado, a recolher a informação, a exigir as informações” e que na segunda-feira se reuniu com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e “este foi um dos temas que foi falado”.

“Esse é o papel do Presidente da República”, defendeu.

Interrogado, a seguir, se estava a condenar a atuação da PSP, o chefe de Estado respondeu: “O que eu estou a dizer é que não gostei do que vi porque a violência não faz parte da cultura portuguesa. Quanto à atuação das autoridades, estão a decorrer inquéritos. Os inquéritos devem apurar se houve desvios ao Estado de direito ou não”.

“O Presidente da República deve respeitar esses inquéritos. Deve pedir todas as explicações, deve exigir todas as explicações – foi aquilo que eu fiz – e, naturalmente, deve aguardar pelos resultados. Ninguém julga antes de saber quais são os factos”, argumentou.

O conteúdo Seguro sobre carga policial nos protestos pela habitação: “Não gostei do que vi” aparece primeiro em O MINHO.

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Seguro e Montenegro calados viraram o alvo dos protestos?

Sem defenderem a polícia nem os manifestantes, o presidente e o primeiro-ministro fragilizam o Governo. A Galp em descida com negócio falhado com a Moeve e a greve de metro caiu nos serviços mínimos.

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Até quando vai continuar o silêncio de António José Seguro?

O Presidente desapareceu do mapa e o seu silêncio incomoda tudo e todos. Já a CPI a Luís Neves parece não ter fim à vista com metade de Portugal chamado a depor e o noivado falhado entre Galp e Moeve.

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7h.PM e PR pressionados a falar sobre protestos da habitação

Luís Montenegro e António José Seguro têm agenda pública, num dia marcado pelo início do debate sobre o OE 2027. Ainda, a reportagem em direto a partir de Israel, em dia de eleições legislativas.

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Aniversário de Lula: presidente completa 81 anos em meio a uma curiosidade no registro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa 81 anos nesta terça-feira (27), dois dias depois de vencer o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O aniversário do petista, no entanto, é marcado por uma particularidade: enquanto ele nasceu em 27 de outubro de 1945, seu registro de nascimento aponta o dia 6 do mesmo mês.

Natural de Pernambuco, Lula nasceu no então distrito de Caetés, que pertencia a Garanhuns. A diferença entre as datas está relacionada ao registro feito anos depois do nascimento, quando a família já havia se mudado para São Paulo.

Por que Lula tem duas datas de aniversário?

Segundo relatos de familiares, a divergência ocorreu durante o registro dos filhos de Eurídice Ferreira de Mello, conhecida como dona Lindu. Na época, a falta de registros frequentes de nascimento em localidades do interior contribuía para desencontros nas informações.

Frei Chico, irmão mais velho do presidente, relatou que a mãe levou ao cartório anotações com os nomes e as datas de nascimento dos filhos, mas acabou se confundindo durante o procedimento. A explicação foi apresentada em relatos reproduzidos pela imprensa.

Apesar da data que consta no documento, Lula costuma comemorar o aniversário em 27 de outubro, dia apontado pela família como a data real de seu nascimento.

Aniversário após vitória nas eleições

A chegada aos 81 anos ocorre dois dias depois do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, realizado no domingo (25). Lula venceu o senador Flávio Bolsonaro (PL) e foi reeleito para um quarto mandato à frente da Presidência da República.

Segundo informações publicadas pelo Metrópoles, aliados do presidente organizam uma comemoração para a tarde desta terça-feira, em Brasília. A festa está prevista para ocorrer no Palácio da Alvorada, com a presença de aliados e auxiliares próximos.

© Ricardo Stuckert

Escalada da dívida pública e o custo milionário do endividamento.
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