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Moedas. "Não entrei em decisão nenhuma de segurança"

O autarca de Lisboa nega qualquer ligação à carga policial sobre manifestantes pela habitação no Rossio, na madrugada do passado domingo. "Os serviços da Câmara são convocados pela própria PSP", diz.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

O vereador do PS Pedro Anastácio criticou o silêncio de Carlos Moedas sobre "uma ordem do Governo de reprimir o direito à manifestação à bastonada"
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Assalto a estabelecimento na Nossa Senhora da Conceição

VTM

“Eram dois que entraram encapuzados e tentaram levar a máquina do tabaco, mas não conseguiram, apesar das várias tentativas”, contou à VTM, adiantando que tentaram entrar pela porta de trás, não conseguiram, mas depois entraram pela porta da Praceta, que está toda danificada”.

Acrescentou ainda que os larápios andaram “à vontade”, enquanto um entrava, o outro ficava cá fora a vigiar se vinha alguém.

O alarme foi acionado e a espaço também tem câmaras de videovigilância, que serão entregues às autoridades.

A proprietária ainda não contabilizou os prejuízos, mas levaram o dinheiro em caixa, mais de 100 euros, e também tem o prejuízo das portas”.

A PSP esteve no local no próprio dia e está a investigar este assalto.

A gelataria continuou a trabalhar com normalidade logo no dia seguinte, apesar do assalto e da confusão.

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Habitação: Nuno Melo diz que PSP “levou a paciência até ao limite” e agiu “com contenção”

O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, defendeu, esta quarta-feira, 28 de outubro, a atuação das forças de segurança nos protestos pela habitação, considerando que a PSP respondeu “com firmeza e contenção” e “levou a paciência até ao limite”.

“Perante a provocação, [a PSP] respondeu com profissionalismo. Perante a tensão, com firmeza e contenção, levou a paciência até ao limite, mas quando foi necessário agir, agiu e agiu com determinação”, considerou Nuno Melo, durante o debate na generalidade sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2027, na Assembleia da República.

O também presidente do CDS-PP subiu ao púlpito para uma intervenção centrada no investimento nas Forças Armadas, mas acabou por também elogiar as forças de segurança, num momento que tem sido marcado por vários protestos pela habitação e a atuação policial.

Nuno Melo salientou que “Portugal é um país seguro”, mas que tal não pode ser dado como adquirido e deve-se “ao profissionalismo, à competência e ao sentido de missão das mulheres e dos homens das nossas forças e serviços de segurança e das nossas Forças Armadas”.

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PSP deteve dois seguranças ilegais e apreendeu arma de fogo

Os suspeitos não detinham licença necessária para serem seguranças privados. Durante as revistas feitas pela PSP foram apreendidos dois carregadores e 23 munições do mesmo calibre e uma arma de fogo.

© ANDRE KOSTERS/LUSA

"A intervenção policial ocorreu após se confirmar que os suspeitos se encontravam a efetuar a vigilância de um estaleiro de obra, sem terem licença", explicou a PSP
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PSP detetou grupo com "possível ligação" à extrema-esquerda

A PSP avança que, no domingo, identificou "um grupo de indivíduos" na manifestação do Rossio com "possível ligação" a "grupos de cariz mais radical e extremista".

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

A PSP afirma que o grupo "evidenciava maior organização"
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Crise da habitação: Seguro, Montenegro e a novela da polícia

Guerra na habitação, PSP ao barulho e Pedro Nuno a protestar? Pois é: Seguro esperou pelos inquéritos, Montenegro elogiou a polícia e o país ficou exactamente na mesma. E casas para o povo? 

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7h. Argentina confirma que Flávio Bolsonaro entrou no país

Candidato derrotado nas presidenciais brasileiras voou depois para o Equador. Destino final deverá ser os EUA. Ainda, PSP revela que detectou extremistas infiltrados nos protestos pela habitação.

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Sem voto e sem acampada, São Bento encheu-se pela habitação

De uma cozinheira de 56 anos a uma emigrante de regresso à Suíça, a crise da habitação levou milhares a São Bento. A organização da Acampada travou o acampamento e mandou a multidão para a "cama".

© FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

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MPSP passa a usar SmartSampa para combate ao crime organizado

Logo Agência Brasil

O Ministério Público de São Paulo formalizou parceria com a Prefeitura de São Paulo para usar o sistema de monitoramento por câmeras em operação na cidade, o Smart Sampa, para investigações de combate ao crime organizado e em ações focadas no combate à violência contra as mulheres.

A assinatura de dois acordos técnicos permitirá que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) use o sistema no apoio a investigações e ações de prevenção e repressão. O acordo terá vigência de 12 meses, contados a partir da data de assinatura, e poderá ser prorrogado.

Notícias relacionadas:

“Desde que visitamos o Smart Sampa pela primeira vez, vimos o grande potencial da estrutura que a Prefeitura de São Paulo tem implementado cada dia mais, não só na identificação de criminosos. O policiamento preventivo, o monitoramento e os deslocamentos de determinados alvos têm um potencial muito grande para aprimorar as nossas investigações”, declarou o promotor de Justiça do Gaeco, Luiz Fernando Bugiga Rebellato, em coletiva na tarde desta terça-feira (27).

Contra a violência de gênero, o Núcleo de Gênero do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim) utilizará o sistema para notificar os homens que está proibidos, por medidas protetivas, de se aproximarem de suas companheiras ou ex-companheiras. A ação será realizada por uma equipe da Guarda Civil Metropolitana (GCM). Segundo o MPSP, cerca de 40% dos alvos deste tipo de medida não são encontrados para tomar ciência. Este convênio tem duração de 60 meses, igualmente prorrogáveis.

De acordo coma a prefeitura, há uma rede de 58 mil câmeras na cidade e em breve haverá expansão de mais 20 mil equipamentos.

Na semana passada, foi noticiado vazamento de informações do sistema por um acesso indevido de um dos operadores. A prefeitura afirma que o caso foi isolado e não constitui uma falha de segurança.

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