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Vasco x Flamengo: escalações e onde assistir ao jogo do Brasileirão

Vasco e Flamengo entram em campo nesta quinta-feira (29), às 20h (de Brasília), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ). O confronto vale pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A.

A partida terá transmissão exclusiva do Prime Video. Além do tempo real do CNN Esportes.

O Vasco chega ao clássico após vencer o Corinthians de forma dramática por 3 a 2, no São Januário. O resultado deu fôlego ao Cruz-Maltino na reta final da competição, e garantiu a 13ª posição da tabela.

Já o Flamengo derrotou o Atlético-MG por 3 a 2, no Maracanã. Com a vitória, o Rubro-Negro manteve a liderança mantendo a diferença de apenas um ponto para o Palmeiras, na segunda posição, e segue na disputa pelo título.

O jogo acontece no Nilton Santos após o Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios (Bepe) da Policia Militar e a CBF não autorizarem a realização da partida na casa do Gigante da Colina por questões de segurança.

Escalações

Vasco: Léo Jardim; Puma Rodríguez, Gabriel Pereira, Lucas Freitas, Cuiabano; Jair, Thiago Mendes, Lescano; Marino Hinestroza, Colidio e Brenner;
Técnico: Pedro Emanuel.

O 𝓖𝓲𝓰𝓪𝓷𝓽𝓮 𝓭𝓪 𝓒𝓸𝓵𝓲𝓷𝓪 está escalado para o clássico! 📋💢⚔ #EscalaçãoVasco #VascoDaGama https://t.co/aKpnps7bfn

— Vasco da Gama (@VascodaGama) October 29, 2026

Flamengo: Rossi, Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Emerson Royal; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta; Plata, Samuel Lino e Pedro.
Técnico: Leonardo Jardim.

NOSSO TIME É A GENTE EM CAMPO! Confira a #escalação do Flamengo para enfrentar o Vasco, pelo @brasileirão! #VASxFLA https://t.co/gzjfxyxmXt

— Flamengo (@Flamengo) October 29, 2026

Onde assistir a Vasco x Flamengo

Ficha técnica de Vasco x Flamengo

  • Data: 29/10/2026
  • Horário: 20h (de Brasília)
  • Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
  • Fase: 33ª rodada

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Unesco reconhece três lugares de memória da escravidão no Brasil

Logo Agência Brasil

O Cais do Valongo, a Sociedade Protetora dos Desvalidos e a Serra da Barriga foram inscritos na Rede de Lugares de História e Memória Relacionados à Escravidão e ao Tráfico de Pessoas Escravizadas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). 

“O governo brasileiro saúda a inclusão dos três lugares, que contribui para a preservação e a transmissão da memória da escravidão, o reconhecimento da resistência histórica da população negra e a educação das novas gerações”, apontou, em nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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A candidatura com o pedido de inclusão na Rede foi apresentada pelo MRE, que indicou o Cais do Valongo (foto em destaque), na região portuária do Rio de Janeiro, por ser um local de preservação de vestígios de um dos principais pontos nas Américas para desembarque de africanas e africanos escravizados. Desde 2017, o Cais do Valongo também está inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.

A Sociedade Protetora dos Desvalidos, em Salvador, na Bahia, é uma referência histórica da organização e da solidariedade da população negra desde o século XIX. É a primeira instituição civil negra do Brasil em funcionamento contínuo. Foi fundada em 1832 por Manoel Victor Serra e outros homens negros livres, com o perfil de resistência, que, conforme a própria entidade, “ecoou nas Revoltas dos Búzios (1798) e dos Malês (1835), unindo organização, solidariedade e luta pela liberdade do nosso povo”.

A Serra da Barriga é onde está localizado o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, em União dos Palmares, Alagoas. O local guarda a memória do Quilombo dos Palmares, mais um lugar de resistência à escravidão no Brasil. Desde 1988 é uma região que faz parte da União.

Quilombo dos Palmares na Serra da Barriga, em Alagoas Quilombo dos Palmares na Serra da Barriga, em Alagoas
Quilombo dos Palmares na Serra da Barriga, em Alagoas - Arquivo/Agência Alagoas

Rede de Lugares de História e Memória Relacionados à Escravidão e ao Tráfico de Pessoas Escravizadas

A intenção da Unesco ao criar a Rede foi promover a preservação dos lugares relacionados à história da escravidão e do tráfico de pessoas escravizadas. Com a participação das comunidades locais, tem ainda a função de intercâmbio de experiências e o desenvolvimento de iniciativas educativas.

“Criada em 2024, no âmbito do Programa Rotas dos Escravizados: Resistência, Liberdade e Patrimônio, da UNESCO, a Rede busca conectar lugares de diferentes países, promovendo o intercâmbio de experiências, a cooperação internacional e o desenvolvimento de iniciativas de educação, pesquisa e valorização da memória”, informou à Agência Brasil, a diretora e Representante da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto.

A apresentação das candidaturas nacionais é coordenada pelas Comissões Nacionais para a Unesco. No Brasil essa missão cabe ao Ministério das Relações Exteriores. Já integram a iniciativa o Museu da Inconfidência, em Minas Gerais; e os Museus Casa da Hera e da República, os dois no Rio de Janeiro.

Marlova Jovchelovitch Noleto disse que a inclusão dos três novos sítios brasileiros na Rede “representa um importante reconhecimento internacional de seu valor histórico e de sua contribuição para a preservação da memória da escravidão e da resistência da população negra”.

Para a diretora e Representante da Unesco no Brasil, mais do que reconhecer o passado, a iniciativa procura contribuir para que essa memória seja transmitida às novas gerações e ajude a compreender os efeitos duradouros da escravidão, inclusive o racismo estrutural e as desigualdades que persistem nas sociedades contemporâneas.

“Também cria oportunidades para que os responsáveis por esses espaços compartilhem boas práticas, desenvolvam ações conjuntas e ampliem a visibilidade de suas histórias em um contexto internacional”, apontou.

“É uma maneira de transformar lugares de memória em espaços vivos de conhecimento, diálogo intercultural e promoção dos direitos humanos”, completou.

Na visão do doutor em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Ivanir dos Santos, a inclusão desses três sítios em iniciativas de reconhecimento patrimonial vinculadas à Unesco representa mais do que a valorização de espaços históricos. "Constitui uma oportunidade de questionar as narrativas tradicionais sobre a formação da sociedade brasileira e reconhecer o protagonismo da população negra na construção da história nacional”.

O também babalaô e interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro (CCIR) acrescentou que esses lugares expressam diferentes dimensões da experiência negra no Brasil, desde a violência do tráfico transatlântico de africanos escravizados, simbolizada pelo Cais do Valongo, até as estratégias de organização coletiva, solidariedade e resistência.

“A importância desses patrimônios também está diretamente relacionada à trajetória histórica do movimento negro brasileiro, cuja atuação tem sido fundamental para denunciar o racismo, reivindicar direitos, combater o apagamento da memória afro-brasileira e exigir o reconhecimento da contribuição da população negra para a sociedade”, indicou.

De acordo com Ivanir dos Santos, a Serra da Barriga, em particular, constitui um símbolo da resistência à escravidão e da luta por liberdade e autonomia, enquanto o Cais do Valongo evidencia a dimensão histórica da violência escravista e a necessidade de preservar a memória das vítimas do tráfico transatlântico.

“A Sociedade Protetora dos Desvalidos, por sua vez, demonstra como a população negra construiu formas de associação, apoio mútuo e mobilização coletiva diante das restrições impostas pelo racismo e pela desigualdade social”, completou.

Segundo o professor, esses espaços, não apenas preservam vestígios do passado, mas dialogam com as reivindicações contemporâneas do movimento negro por reparação histórica, igualdade racial e reconhecimento de direitos.

“Nesse sentido, o reconhecimento e a valorização desses patrimônios podem fortalecer as lutas do movimento negro ao conferir visibilidade internacional às experiências de violência, resistência e organização política da população negra”, observou.

Ivanir dos Santos ponderou, no entanto, que essa valorização não deve se restringir ao reconhecimento institucional ou simbólico. O professor defendeu que é fundamental que seja acompanhada de políticas efetivas de preservação, educação antirracista e participação das comunidades negras na gestão e interpretação desses lugares.

“Dessa forma, a proteção desses patrimônios contribui para democratizar a memória coletiva, confrontar o racismo estrutural e reafirmar o papel histórico do movimento negro na construção de uma sociedade mais justa, plural e comprometida com a reparação das desigualdades produzidas pela escravidão e por seus desdobramentos históricos”.

O professor destacou que o reconhecimento desses espaços ultrapassa a dimensão da preservação patrimonial, assumindo também um caráter político, social e educativo.

"Ao valorizar a memória do Quilombo dos Palmares, reafirma-se que a história do Brasil foi construída não apenas pela ação dos colonizadores e das elites econômicas, mas também pela resistência, pelo trabalho e pelas contribuições dos povos africanos e de seus descendentes”, concluiu.

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Vasco e Jair não chegam a acordo, mas conversas por renovação seguem

As tratativas para a extensão do vínculo do volante Jair com o Vasco encontram-se paradas. No primeiro ciclo de conversas, a cúpula vascaína acenou com a extensão do vínculo por mais uma temporada, contudo, atrelada a uma redução vencimental. A oferta inicial acabou recusada pelos representantes do volante.

Embora o corpo técnico e a diretoria sustentem o desejo de manter o camisa 8 no elenco por mais doze meses, o departamento de futebol avalia que a atual folha salarial do atleta excede o teto orçamentário estabelecido para a modalidade.

Diante deste cenário, a agremiação busca readequar os valores contratuais, condicionando parte da remuneração ao cumprimento de metas de desempenho.

Um novo encontro entre as partes deve ser agendado para o encerramento do calendário esportivo. A pausa nas negociações deve-se ao momento decisivo vivenciado pelo time carioca, que se divide entre a permanência na Série A do Campeonato Brasileiro e o compromisso pelas semifinais da Copa do Brasil.

Apesar de estar respaldado legalmente para assinar um pré-acordo com qualquer outra equipe, o estafe do jogador assegura que só avaliará propostas externas caso as tratativas com a equipe de São Januário sejam oficialmente encerradas.

Desde sua contratação, o atleta acumula 86 exibições e seis gols assinalados, período marcado também por dois graves reveses médicos que o distanciaram dos gramados por extensos intervalos.

Quem é Baianinho de Mauá, jogador de sinuca preso após acidente em SP

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Governo aprova descida de IRS até ao sexto escalão


O Governo aprovou esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, a descida do IRS até ao sexto escalão para este ano, com retroativos a janeiro de 2026, anunciou o ministro da Presidência, António Leitão Amaro. De acordo com as simulações feitas pela EY para o ECO com base nas novas taxas já divulgadas pelo Ministério das Finanças, há quem poupe 171 euros com este alívio fiscal, que deverá ser sentido já no salário de novembro.

“Temos um autorização legislativa [que foi concedida pelo Parlamento] que é hoje concretizada até ao sexto escalão. São mais 400 milhões de euros no bolso das pessoas”, indicou o governante, durante o briefing do Conselho de Ministros. O decreto foi aprovado depois de a Assembleia da República ter viabilizado a proposta de lei do Executivo com os votos a favor do PSD, do CDS-PP, Chega e IL, a abstenção do BE, Livre e PS e o votos desfavorável do PCP.

Em causa está uma redução entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais das taxas de IRS. No primeiro escalão, a taxa baixa 0,3 pontos percentuais para 12,2%; Do segundo ao quinto, desce 0,5 pontos percentuais para 15,2%, 20,7%, 23,6% e 30,6%, respetivamente; E no sexto escalão, recua 0,3 pontos para 34,6%. Esta redução, importa ainda notar, deverá ser aplicada à totalidade dos rendimentos obtidos em 2026, com efeitos retroativos a 1 de janeiro.

Para garantir que o alívio fiscal se reflete ainda este ano no rendimento disponível das famílias, o Governo ajustou as tabelas de retenção na fonte no mês de novembro. “Esta descida, nós queremos repercuti-la já no bolso dos portugueses nestes meses que faltam, com a mudança das tabelas de retenção na fonte”, sublinhou António Leitão Amaro.

O ministro da Presidência enquadrou a medida no esforço de reforço do poder de compra das famílias, numa altura em que os portugueses sentem o agravamento do custo de vida, nomeadamente através dos preços dos combustíveis. Segundo o governante, o benefício está sobretudo concentrado “nos rendimentos da classe média, embora os contribuintes com rendimentos superiores também possam beneficiar”, uma vez que estes incluem os escalões anteriores.

Leitão Amaro lembrou ainda que esta redução faz parte do conjunto de descidas do IRS promovidas pelo Governo, que, segundo afirmou, representam quase três mil milhões de euros. “É mais dinheiro que fica no bolso dos portugueses”, frisou.

O governante destacou também a opção de reduzir as retenções na fonte para aproximar o imposto retido mensalmente do valor efetivamente devido pelos contribuintes. O objetivo, explicou, é evitar que as famílias entreguem ao Estado mais dinheiro do que aquele que têm de pagar em IRS e só recebam a diferença de volta vários meses depois, através do reembolso anual.

“Menos retenção significa menos empréstimo ao Estado e menos dinheiro a receber mais tarde”, afirmou. O ministro ressalvou, por isso, que os contribuintes poderão receber reembolsos menores em 2027, mas apenas porque uma parte desse dinheiro terá ficado disponível nos seus salários ao longo de 2026.

“Reparem, o que se recebe menos de volta é o que não se emprestou”, explicou, defendendo que as famílias devem poder decidir como utilizar o rendimento que auferem, seja para fazer face a despesas com alimentação, combustíveis e educação, seja para poupar.

“Este é um Governo que acredita na liberdade”, concluiu António Leitão Amaro, reiterando que a descida das taxas de IRS e o ajustamento das retenções na fonte são duas das linhas orientadoras da política fiscal do Executivo.

(Notícia atualizada às 16h59)

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Mário Ferreira absolvido do crime de fraude fiscal na venda de navio


O empresário Mário Ferreira, que detém a Mystic Invest, dona da Douro Azul, foi absolvido do crime de fraude fiscal qualificada. Estava acusado de fraude fiscal qualificada na venda do navio Atlântida, em 2015, a uma sociedade constituída em Malta.

Mário Ferreira negou a prática de qualquer crime, afirmando que as operações foram legais e estratégicas. O empresário referiu tratar-se apenas de um “potencial atraso de IRS” e que a situação tributária com o Fisco já foi integralmente saldada.

Em causa está a compra e venda do navio Atlântida, adquirido pela Mystic Cruises aos estaleiros de Viana do Castelo por 8,75 milhões de euros, em setembro 2014, e vendido, em junho de 2025, à Internacional Trade Winds (ITW), empresa criada em Malta e gerida pelo empresário, por 11 milhões.

Posteriormente, a Internacional Trade Winds vendeu o navio à norueguesa Hurtigruten por 17 milhões de euros.

Segundo a acusação do Ministério Público (MP), essa venda resultou num ganho de 3,7 milhões de euros, montante que não foi atempadamente declarado, o que possibilitou a obtenção de uma vantagem ilegítima, em sede de IRS, de cerca de um milhão de euros.

Durante as alegações finais, o MP pediu a condenação do empresário, sem especificar a pena a aplicar, por considerar que ficou provado o crime de fraude fiscal qualificada.

E requereu ainda a condenação das empresas envolvidas no negócio – Mystic Cruises e Valens Private Equality – que são detidas pelo empresário e que também são arguidas no processo.

O MP falou em “venda simulada” para deslocalizar para Malta o lucro da venda do navio e que a embarcação foi vendida a um preço “significativamente” inferior ao valor de mercado, recorrendo a uma avaliação feita anteriormente à venda que lhe atribuiria um valor superior a 26,6 milhões de euros.

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Vídeo: Homem com faca na mão avança contra PMs e é baleado em Osasco

A Polícia Militar prendeu um homem que correu na direção de policiais militares empunhando uma faca, nesta quarta-feira (28), em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo.

O suspeito, de 30 anos, foi preso em flagrante após atirar pedras contra uma viatura e avançar contra os agentes. Durante a prisão, os policiais atingiram o homem com um tiro na perna.

Câmeras de segurança registraram a ocorrência. 

Veja vídeo:

Em nota, a SSP afirmou que os policiais realizavam patrulhamento preventivo na região, quando encontraram um homem caminhando pela calçada, gesticulando e falando sozinho. Ao o abordarem, foram atacados pelo suspeito.

Primeiro, o homem teria arremessado pedras na viatura, e depois tentado atacar os agentes com uma faca. Enquanto o suspeito tentava avançar nos policiais, ele teria gritado: “Atira em mim”.

Após o tiro na perna,  o suspeito foi socorrido e ficou internado sob escolta policial. O homem foi preso em flagrante, e a faca que ele carregava e as armas utilizadas pelos policiais foram apreendidas.

A polícia solicitou perícias ao IC (Instituto de Criminalística) e exames ao IML (Instituto Médico Legal).

O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Osasco.

Mortes violentas caem 8,2% no Brasil em 2025; sete estados registram alta

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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El epicentro de "la esperanza" por las víctimas en el Centro Parroquial de Toledo: "Que no se 'caguen' en nadie, que no despotriquen, rezamos por ellos"

Desde el minuto uno del accidente, la Iglesia se ha volcado con los afectados. Numerosos sacerdotes acudieron a la zona cero para socorrer a víctimas y ahora el arzobispado les da un lugar donde esperar Leer

Desde el minuto uno del accidente, la Iglesia se ha volcado con los afectados. Numerosos sacerdotes acudieron a la zona cero para socorrer a víctimas y ahora el arzobispado les da un lugar donde esperar
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Quem não crê em Deus, será que se salva?

VTM

Foi ateu assumido desde a juventude, momento em que deixou para trás a “quinquilharia da crença”. Disse-lhe que Deus tem muitos caminhos para nos salvar, ou seja, para nos chamar a uma plenitude de vida para além da morte.

Jesus Cristo é o caminho para essa salvação, que já se começa a viver aqui desde o batismo. E quem não acredita em Jesus Cristo, ou por outras palavras, quem não chega à fé não se salva? Noutros tempos, quem não acreditava ou era contumaz na descrença estava condenado e excomungado. Fora da Igreja não existia salvação, nem mesmo para as outras fações cristãs. Mas o Concílio Vaticano II reformulou esta doutrina dogmática e rígida: salientou a consciência. Já em tempos lembrava o Papa Francisco: “para quem não crê em Deus a questão está em obedecer à própria consciência: acontece o pecado, mesmo para aqueles que não têm fé, quando se vai contra a consciência. De facto, ouvir e obedecer a esta significa decidir-se diante do que é percebido como bem ou como mal; e é sobre esta decisão que se joga a bondade ou a maldade das nossas ações”.

Um não crente, que não tenha encontrado a razoabilidade para acreditar em Deus, se for fiel à sua consciência ao longo da vida, salva-se. Esta mesma doutrina já está patente no que a Igreja chama de “cristãos anónimos”, homens e mulheres de boa vontade, que não assumem a fé cristã e não fazem parte da Igreja, mas que comungam e agem na vida de acordo com muitos princípios e valores do Evangelho, na fidelidade à sua consciência. Convinha vincar que é preciso ouvir mesmo a consciência, sendo necessária a devida formação. “O homem tem no coração uma lei escrita pelo próprio Deus; a sua dignidade está em obedecer-lhe, e por ela é que será julgado” (Gaudium et Spes, nº 16).

Hoje, a consciência anda num mar de confusões, confundida, muitas vezes, com arbitrariedade individualista ou sendo máscara de puro subjetivismo. Convinha também salientar que todo o homem é “capaz” da fé e está feito para a relação com Deus. Entende-se que determinadas pessoas tenham mais exigências intelectuais do que outras para acreditar em Deus e até podem mesmo, com verdade, não conseguir chegar lá. Mas não se deve confundir isto com a teimosia ou o comodismo de não querer acreditar. Estes casos ficam entregues à misericórdia de Deus.

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La Tor Vergata di Ultimo diventa un disco: 250mila voci da portare a casa

Il concerto record del 4 luglio a Roma arriva in versione live il 13 novembre. Nel cofanetto foto e una lettera ai fan; poi il tour 2027

A Tor Vergata c’erano 250mila persone. Chi non è riuscito a entrare, e chi c’era ma vorrebbe riavvolgere il tempo, potrà almeno alzare il volume. Ultimo trasforma il concerto romano del 4 luglio in un album dal vivo: si intitola Ultimo live Tor Vergata e sarà pubblicato il 13 novembre da Ultimo Records, in formato fisico e digitale. Un modo per conservare la colonna sonora di una serata che ha trasformato un’area della periferia della Capitale in una città temporanea di cori, telefonini accesi ed emozioni.

Dalla folla di Roma al cofanetto con una confessione

Non sarà soltanto una registrazione del palco. La confezione comprenderà un booklet fotografico e la lettera che Niccolò Moriconi aveva indirizzato al pubblico prima del «Raduno degli Ultimi». Tra quelle righe il cantante abbandona i numeri da primato e torna alle proprie fragilità: il legame con i fan, la timidezza dell’infanzia, la promessa di proteggere quel bambino che ancora riconosce dentro di sé.

È il terzo disco live dell’artista romano, dopo quelli dedicati ai tour negli stadi del 2024 e del 2025. Stavolta, però, il protagonista non è un itinerario di date: è una sola notte, con un pubblico sterminato a fare da secondo cantante.

«Tutto», la canzone nata a riflettori spenti

Ad aprire l’ascolto sarà Tutto, scritto all’alba, dopo la maratona musicale a Tor Vergata. Ultimo l’ha definita «la canzone più importante della mia vita»: un brano nato quando la folla era ormai lontana e il silenzio tornava a occupare lo spazio.

L’album segue l’operazione cinematografica: il film-concerto diretto da Giorgio Testi, Ultimo – Tutto. Live a Tor Vergata, ha portato sul grande schermo l’evento romano, registrando un primato al botteghino per questo genere di spettacolo.

Nel 2027 gli stadi, ma Roma resta fuori dal calendario

Ultimo ripartirà il 10 giugno 2027 da Lignano Sabbiadoro con La favola continua…. In programma 17 concerti, con tappe a Bologna, Padova, Milano, Napoli, Messina, Reggio Calabria, Bari, Firenze e Torino, fino alla chiusura del 24 luglio a Olbia. Nessuna nuova data romana figura nel calendario: dopo aver chiamato un quarto di milione di persone nella sua città, sarà il cantautore ad attraversare l’Italia per incontrarle. Intanto Roma resta impressa in un disco: non riprodurrà l’immensità di quella folla, ma potrà restituirne almeno la voce.

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El PNV sortea in extremis la fractura y Aitor Esteban salva un delicado pulso interno

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La diputada general de Bizkaia, Elixabete Etxanobe, ha renunciado a postularse a la reelección al frente de la institución foral en la segunda vuelta del proceso interno del PNV y deja vía libre a Ibone Bengoetxea, vicelehendakari y consejera de Cultura y Política Lingüística. La decisión permite al PNV sortear un enfrentamiento interno que amenazaba con reabrir viejas heridas en la formación jeltzale, a apenas un mes de las elecciones generales del 29 de noviembre.

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Bar Gros, la taberna de barrio que arrasa en el centro de Barcelona:“Por 35 euros sales con el estómago lleno”

Boquerones de lonja a la andaluza, en el Bar Gros.

“Abrimos las puertas de nuestro primer restaurante con un cocinero novato. Yo atendía las mesas y servíamos pescado y arroz. O ese era el plan. Empezó a entrar mucha gente y yo quise asegurarme de que la cocina estaba controlada. Así que le dije al cocinero: ‘dos mesas de ocho han pedido arroz. ¿Hay algún problema?’. Y el tipo me contestó: ‘no, no, tira’. Al cabo de unos minutos volví a preguntar: ‘hay otra mesa de seis y también quieren arroz. ¿Algún problema?’. ‘No, no, tira’, insistió. Media hora después y al ver que no salía nada de la cocina, fui a mirar: el delantal estaba allí bien colocado, pero del cocinero no había ni rastro. Se había largado”. Lo cuenta riendo Jordi Millán (1981, Barcelona) quien junto a su mujer Sara Martín (1983, Barcelona) lleva desde 2014 poniendo patas arriba la capital catalana.

Los propietarios Sara Martín y
Jordi Millán, y el chef  Matías Paiva.

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Lubina Sencer del Bar Gros, en Barcelona.Huevos rotos con gambas al ajillo, de Bar Gros.Interior del Bar Gros en la Calle Provença, Barcelona.
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México captura a jefe regional de Cártel Jalisco Nueva Generación

Ciudad de México, 28 oct (Prensa Latina) El Gobierno de México anunció hoy la captura de Carlos “N”, alias “El Semáforo”, y Ana Gabriela “N”, señalados como presunto jefe regional y operadora logística, respectivamente, del Cártel Jalisco Nueva Generación.

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