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Gil Vicente goleado na Luz e falha ‘final four’ da Taça da Liga

O Benfica conquistou hoje a derradeira vaga na final four da Taça da Liga de futebol, com um triunfo indiscutível por 4-1 na receção ao Gil Vicente, em noite de ‘golaços’ no Estádio da Luz.

Em duelo dos quartos de final no recinto lisboeta, o belga Lukebakio ‘bisou’, aos 36 e 54 minutos, com Sudakov, aos 40, e Durán, aos 81, a completarem o triunfo benfiquista, de nada valendo ao Gil Vicente o fantástico tento de Lausen, aos 56.

O clube da Luz marcou encontro com o FC Porto nas meias-finais da competição, que se disputam em Leiria, no início de janeiro, enquanto Sporting e Famalicão discutem a outra ida à final de uma prova cujo detentor é o Vitória de Guimarães.

Dahl, Lenglet, João Palhinha e Sudakov foram os únicos resistentes no ‘onze’ do Benfica, ao passo que o treinador Luís Pinto também mudou muito no Gil Vicente, com seis mexidas comparativamente ao desaire na receção ao FC Porto, na I Liga.

O primeiro remate perigoso pertenceu ao Gil Vicente, com David Moreira a ganhar em velocidade a Dahl, hoje adaptado à lateral direita, e, aos cinco minutos, a atirar para uma grande defesa de Trubin, que voltaria a estar em excelente plano aos 34.

Foram as duas únicas aproximações dos barcelenses na primeira parte, ‘barrando’ sempre no guarda-redes ucraniano, que, numa dupla intervenção, parou o disparo potente de Murilo e, a seguir, afastou a recarga com os pés, já na pequena área.

Contudo, eram as ‘águias’ quem tomavam conta do jogo, e já após as tentativas de Echeverri, aos 18, e de Circati, aos 19, ganhou vantagem aos 36, com Lukebakio a ‘encher’ o pé e a atirar rasteiro para o fundo das redes, após o mau alívio contrário.

Echeverri voltou a ameaçar o golo, mas foi Sudakov, novamente graças a um corte incompleto da defesa barcelense, a ser mais veloz a chegar à bola ‘perdida’ junto à área e a colocar de primeira no ângulo mais distante, num fantástico golo, aos 40.

Durán ainda alvejou as malhas laterais antes do intervalo, mas o segundo período chegou com uma dupla substituição no Gil Vicente, face às entradas de Lausen e Tidjany Touré, mas o Benfica continuou a mandar e Schjelderup acertou no poste.

A vantagem dos ‘encarnados’ tornou-se ainda mais confortável aos 54, através do ‘bis’ de Lukebakio, com um pontapé acrobático que só terminou dentro da baliza, na sequência de um pontapé de canto e de um desvio de cabeça de um oponente.

No entanto, o Gil Vicente respondeu de imediato, graças a um fenomenal golo de Lausen, ao desferir um remate potente ‘do meio da rua’ que surpreendeu toda a gente e onde Trubin bem se esticou – tocando ainda na bola -, mas sem hipóteses.

Um corte ‘in extremis’ de Lenglet evitou o ‘disparate’ de El Karouani, mas o Benfica dominou até final e Durán fez finalmente o gosto ao pé, aos 81, após lance veloz do recém-entrado Rafa, que ainda ‘expulsou’ Espigares, aos 82, quando ia isolado.

Ficha de jogo

Jogo realizado no Estádio da Luz, em Lisboa.

Benfica – Gil Vicente, 4-1.

Ao intervalo: 2-0.

Marcadores

1-0, Lukebakio, 36 minutos.

2-0, Sudakov, 40.

3-0, Lukebakio, 54.

3-1, Andreas Lausen, 56.

4-1, Jhon Durán, 81.

Equipas

Benfica: Trubin, Samuel Dahl, Circati, Lenglet, El Karouani, João Palhinha (Manu Silva, 72), Echeverri (Rafa Silva, 78), Lukebakio, Sudakov (Aursnes, 72), Schjelderup (Prestianni, 72) e Jhon Durán (Anísio Cabral, 84).

(Suplentes: Samuel Soares, Alexander Bah, Aursnes, Kaminski, Pavlidis, Manu Silva, Prestianni, Rafa Silva, Tomás Araújo, João Fonseca, Anísio Cabral e Tiago Freitas).

Treinador: Marco Silva. 

– Gil Vicente: Samuel Portugal, Espigares, Buatu, David Moreira (Martin Benitez, 80), Ricardo Esgaio, Santi Garcia, Zé Carlos, Guilherme (Andreas Lausen, 46), Murilo (Augustín Morales, 63), Sansi (Walace França, 63) e Gil Martins (Tidjany Touré, 46).

(Suplentes: André Piconell, Lucão, José Silva, Tidjany Touré, Walace França, Joelson Fernandes, Andreas Lausen, Malick Gning, Sergio Lillo, Augustín Morales, Martin Fernández e Gonçalo Maia).

Treinador: Luís Pinto.

Árbitro: José Bessa (AF Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para João Palhinha (67) e Aursnes (77). Cartão vermelho direto para Espigares (82)

Assistência: 53.654 espetadores.

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“Custa-nos porque era um objetivo marcar presença na ‘final four’, queremos conquistar títulos e estar nas decisões”

Declarações após o jogo dos quartos de final da Taça da Liga de futebol entre SC Braga e Famalicão (1-3 no desempate por grandes penalidades, após empate 2-2 no tempo regulamentar), disputado hoje no Estádio Municipal de Braga:

– Franclim Carvalho (treinador do SC Braga): “Foi um jogo em que fomos melhores, criámos muitas oportunidades e não concretizámos. O prémio de homem do jogo foi para o guarda-redes adversário. Mostrámos crença até ao fim empatámos aos 90 minutos e depois fomos menos competentes que o adversário nos penáltis, porque também é uma questão de competência. Parabéns ao adversário, a nós custa-nos porque era um objetivo marcar presença na final four, porque queremos conquistar títulos e estar nas decisões.

A equipa deu sinais que me agradaram, jogámos com muita mais velocidade, mais chegada à frente e criámos muitas oportunidades, as suficientes para fazer mais golos. Não fomos eficazes nos 90 minutos e cometemos alguns erros defensivos, os nossos homens do equilíbrio estavam a chegar tarde. Vamos trabalhar e temos que aparecer amanhã [sexta-feira] na academia chateados, porque isto tem que nos doer e tenho um balneário abatido. Eu fiquei satisfeito por muita coisa que fizemos hoje, mas triste pela eliminação.

[Falta de concentração ou mau posicionamento?] Não é falta de concentração. Sofremos o primeiro golo num lance que estava controlado pelo Arrey-Mbi e acabámos por perder essa bola. Depois, o segundo golo, o penálti, o adversário queria sair em tabela e estamos expostos. Os centrais estavam amarelados desde os dez minutos, não percebi o critério dos amarelos, e tive de tirar os dois. O equilíbrio é uma questão de timing, temos de pensar todos o mesmo, se não podemos pressionar vamos organizar.

Flinto Costa é um miúdo, tem qualidade, tem jogado na equipa B e optámos por chamá-lo porque o Gabriel [Silva] estava de fora [lesão], mas fez a sua estreia com a camisola principal do Sporting de Braga e isso tem algum peso. Foi destemido e contamos com ele e com todos os jogadores das equipas B, sub-23 e sub-19″.

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Famalicão na ‘final four’ da Taça da Liga: “É um prémio justo para o Famalicão e para os seus jogadores, para as suas gentes”

Declarações após o jogo dos quartos de final da Taça da Liga de futebol entre SC Braga e Famalicão (1-3 no desempate por grandes penalidades, após empate 2-2 no tempo regulamentar), disputado hoje no Estádio Municipal de Braga:

– Ricardo Silva (treinador do Famalicão): “Primeira parte competente da nossa equipa, fomos esclarecidos e a fazer o que nos tínhamos proposto. Na segunda parte, o Braga empurrou-nos e tivemos que sofrer para suster esse jogo e acabámos o jogo a sofrer para segura a vantagem. Depois, o Braga consegue a igualdade num penálti, mas penso que o desempate por grandes penalidades trouxe justiça ao resultado.

O objetivo era estar na ‘final four’, vínhamos aqui para ganhar, agora quando lá chegarmos passa por abordar o jogo da melhor forma e não conheço outra forma de preparar um jogo sem ser para ganhar. Esse jogo, no caso com o Sporting, será preparado para tentar vencer, naturalmente.

É um prémio justo para o Famalicão e para os seus jogadores, para as suas gentes, a sua massa adepta. Os jogadores mostraram que têm qualidade nestes jogos e os nossos adeptos também merecem estas alegrias. Os jogadores devolveram a confiança e alegria de ver a nossa equipa a jogar.

Não tenho nenhuma ambição ou vontade de assumir esse papel [de treinador principal]. Tenho dito de forma muito genuína que o tempo vai trazer respostas a mim e à minha direção e o que tiver que ser, será. Se me perguntarem se alguma vez imaginei estar nesta posição hoje, nunca imaginei, nem nos meus melhores sonhos. Foi a vida que me colocou isto. Estou extremamente feliz, acima de tudo pelos jogadores, porque eles merecem. O destino vai trazer as respostas e será o que tiver que ser”.

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Barcelos reforçado com investimentos de 4,5 milhões em respostas sociais inovadoras

O concelho de Barcelos reforçou a resposta social com duas propostas inovadoras com a inauguração, esta quinta-feira, da Azenha dos Afetos – Habitações Colaborativas e Comunitárias, da Casa do Povo de Alvito, e das Casas da Aldeia – Residência de Autonomização e Inclusão, do Centro Social Vale do Homem, em Alvito (São Pedro).

A inauguração foi presidida pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, e contou ainda com a participação de Carlos Reis, vereador da Câmara de Barcelos.

A cerimónia reuniu ainda os responsáveis das instituições promotoras, José Silva, presidente da Casa do Povo de Alvito, e Jorge Pereira, presidente do Centro Social Vale do Homem, bem como o presidente da União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Braga (UDIPSS), padre José Antunes, representantes da Segurança Social, autarcas e outras entidades institucionais e locais.

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, destacou a importância dos dois projetos na promoção da autonomia, da dignidade e da inclusão social, afirmando que “proteger alguém não é decidir por essa pessoa. É criar as condições para que ela possa, tanto quanto possível, com o maior grau possível de autonomia, decidir por si”.

A governante deu particular destaque à Azenha dos Afetos, salientando que o projeto disponibiliza “10 novas habitações colaborativas em que cada pessoa tem a sua casa, a sua porta, a sua privacidade”, conciliando a independência dos residentes com espaços comuns e uma rede de apoio e entreajuda.

Maria do Rosário Palma Ramalho defendeu que este modelo de habitação colaborativa e comunitária deve ser incentivado e alargado a outras regiões do país, por representar uma alternativa às respostas residenciais tradicionais e permitir encontrar soluções ajustadas às necessidades e ao grau de autonomia de cada pessoa.

Relativamente às Casas da Aldeia, a ministra sublinhou que as residências de autonomização e inclusão representam mais do que uma resposta habitacional, proporcionando às pessoas com deficiência condições para desenvolver competências, participar na comunidade e construir percursos de vida mais autónomos. “Uma proteção social eficaz não se limita a amparar, também deve impulsionar”, afirmou.

A governante destacou ainda o investimento realizado pelas instituições promotoras, com o apoio do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e valorizou a cooperação entre o Estado, as autarquias e o setor social e solidário na concretização de respostas que promovam a qualidade de vida e a inclusão das populações.

Na sua intervenção, Carlos Eduardo Reis destacou a importância dos dois equipamentos para o reforço das respostas sociais do concelho, sublinhando que a concretização destes projetos demonstra a capacidade de iniciativa das instituições e a importância da cooperação entre o setor social, as autarquias e o Governo.

O vereador salientou que o Município de Barcelos dedica cerca de 60 milhões de euros do seu orçamento às áreas da educação, saúde e ação social, abrangendo investimentos em recursos humanos, equipamentos, infraestruturas e apoios às instituições particulares de solidariedade social.

Carlos Eduardo Reis alertou ainda para os desafios associados ao envelhecimento da população, ao aumento do custo de vida, às dificuldades no acesso à habitação e ao surgimento de novas situações de vulnerabilidade social. Neste contexto, reafirmou o compromisso da autarquia em continuar a trabalhar com as instituições do concelho, defendendo a criação de condições para que os cidadãos possam “nascer, crescer, estudar, trabalhar, constituir família e envelhecer com qualidade” em Barcelos.

Azenha dos Afetos é habitação colaborativa e comunitária

A Azenha dos Afetos, promovida pela Casa do Povo de Alvito, constitui uma das primeiras respostas de habitação colaborativa e comunitária do distrito de Braga, representando um investimento de cerca de dois milhões de euros, acrescido de IVA, com financiamento do PRR.

O empreendimento dispõe de dez habitações independentes, distribuídas por quatro tipologias, do T0 ao T3, com capacidade para acolher 30 residentes. Integra ainda espaços comuns destinados a promover o convívio, a partilha e a entreajuda, conciliando a privacidade de uma habitação própria com os benefícios de uma rede de apoio comunitário.

Organizadas em torno de um espaço exterior comum, as habitações foram concebidas para proporcionar condições de acessibilidade, conforto e independência, permitindo que cada residente mantenha a sua “privacidade e participe, de forma voluntária, nas atividades e dinâmicas da comunidade”, como refere a autarquia.

O projeto pretende contribuir para a “prevenção do isolamento social e para a promoção do envelhecimento ativo e da qualidade de vida, através de um modelo que valoriza a autonomia individual, as relações de proximidade e a solidariedade entre gerações”.

Na sua intervenção, o presidente da Casa do Povo de Alvito, José Silva, destacou o caráter inovador desta resposta social e o esforço desenvolvido pela instituição para a sua concretização.

O responsável agradeceu a colaboração do Município de Barcelos e das restantes entidades envolvidas, tendo também chamado a atenção para os desafios da sustentabilidade financeira das instituições, nomeadamente ao nível das comparticipações públicas e da recuperação do IVA associado aos investimentos realizados.

Barcelos reforçado com investimentos de 4,5 milhões em respostas sociais inovadoras
Foto: CM Barcelos
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Casas da Aldeia reforçam respostas para pessoas com deficiência

A cerimónia assinalou igualmente a inauguração das Casas da Aldeia, um projeto do Centro Social Vale do Homem destinado a “promover a autonomia pessoal, a inclusão social e a qualidade de vida de pessoas com deficiência ou incapacidade”.

A primeira fase do empreendimento representa um investimento de cerca de 2,5 milhões de euros e disponibiliza capacidade para acolher 30 utentes, com as vagas já preenchidas, contemplando ainda a criação de 15 postos de trabalho.

As residências foram concebidas para proporcionar um “ambiente habitacional adaptado às necessidades dos seus destinatários, privilegiando o desenvolvimento de competências pessoais e sociais, a participação na vida comunitária e a construção de percursos de maior independência”.

Na sua intervenção, o presidente do Centro Social Vale do Homem, Jorge Pereira, destacou a importância do projeto para o reforço das respostas dirigidas às pessoas com deficiência e anunciou que a segunda fase, destinada à instalação de um Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI), deverá ser inaugurada em janeiro de 2027.

Com a concretização das três fases previstas, o investimento global deverá atingir os dez milhões de euros, permitindo a criação de cerca de 60 postos de trabalho.

Jorge Pereira sublinhou ainda a importância das Casas da Aldeia enquanto resposta inovadora, orientada para a promoção da autonomia, da inclusão e da melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência, destacando o contributo do projeto para o desenvolvimento social do concelho.

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EuroDreams: Português ganha ‘salário’ de 2.000 euros por mês durante 5 anos

O segundo prémio do EuroDreams, de 2.000 euros/mês durante cinco anos, saiu a um apostador que registou o boletim em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. 

Outro apostador no estrangeiro também ganhou o segundo prémio, com seis números certos.

O primeiro prémio especial (50.000 euros/mês durante 30 anos) não foi atribuído.

É esta a chave do sorteio do EuroDreams desta quinta-feira, 29 de outubro: 3, 8, 11, 13, 34, 40 (números) e 5 (número de sonho).

O EuroDreams, cujo primeiro sorteio ocorreu no dia 06 de novembro de 2023, foi criado para assinalar o 20.º aniversário do Euromilhões.

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Famalicão elimina Braga nos penáltis e está na ‘final four’ da Taça da Liga

O Famalicão qualificou-se hoje pela primeira vez para a final four da Taça da Liga de futebol após vencer o SC Braga por 3-1 no desempate por penáltis, num jogo que teve outros três no tempo regulamentar.

O guarda-redes Gabriel Correia, em estreia absoluta, foi o herói do Famalicão, ao defender três grandes penalidades, ele que tinha cometido um em cima dos 90 minutos, que permitiu ao Braga esse desempate.

Koutsias abriu o marcador aos 16 minutos, mas Ricardo Horta empatou para os bracarenses de grande penalidade (37). Seria também de penálti que o ponta-de-lança grego do Famalicão e o ‘capitão’ do SC Braga ‘bisaram’, em cima do intervalo (45+4) e do minuto 90 respetivamente.

No desempate por grandes penalidades, os bracarenses só marcaram por uma vez (João Moutinho) e falharam três, os tais que o guardião brasileiro parou.

Após o desaire algo inesperado na Madeira, diante do Nacional (1-0), na nona jornada o campeonato, o Braga perde um dos objetivos assumidos da temporada, numa competição da qual foi finalista na época passada.

Ricardo Silva, ex-adjunto de Carlos Carvalhal, assumiu recentemente o comando técnico do Famalicão, e após a goleada por 4-0 imposta no terreno do Rio Ave, no domingo, na nona jornada do campeonato, coloca o Famalicão pela primeira vez na sua história nesta fase da prova.

O primeiro sinal de perigo pertenceu ao SC Braga num remate de fora da área de Ricardo Horta que Gabriel Cabral defendeu com alguma dificuldade (06), mas seria o Famalicão a marcar primeiro, após um desentendimento entre Arrey-Mbi e Gabri Martínez.

O lateral esquerdo alemão adaptado atrasou a bola sem sequer olhar para o posicionamento do extremo espanhol e permitiu um rápido contra-ataque dos famalicenses que foram letais a aproveitar o ‘buraco’: Marcos Peña assistiu de forma primorosa Koutsias que rematou de primeira, já na grande área.

O Braga partiu para uma boa reação e esteve perto do empate aos 33 minutos, mas Gabriel Cabral fez uma grande defesa a remate de Ricardo Horta.

Um minuto depois, Ricardo Horta tocou de calcanhar na área para Tiknaz rematar e o guardião brasileiro do Famalicão defendeu para canto, na sequência do qual surgiu a grande penalidade, por mão de Koutsias parando um remate de Tiknaz – Ricardo Horta fez a igualdade.

O Famalicão, que nas ‘meias’ da final four vai defrontar o Sporting, voltou a colocar-se em vantagem já na compensação da primeira parte, com Koutsias a ‘bisar’, de grande penalidade, assinalada a punir falta de Bernardo Fontes sobre Pedro Santos, na sequência de um contra-ataque e nova ‘cratera’ na defesa ‘arsenalista’ (45+4).

O SC Braga tinha que procurar a baliza adversária para dar a volta ao marcador, mas foi o Famalicão a entrar bem melhor no segundo tempo e a estar perto do terceiro golo por duas vezes: aos 48 minutos, Paulo Moreira ‘disparou’ de fora da área para defesa difícil de Bernardo Fontes que voltou a parar a recarga de Koutsias perante a passividade da defesa da equipa da casa.

Seis minutos depois, os visitantes voltaram a ameaçar a baliza bracarense e Victor Rofino cabeceou à barra, após livre lateral da direita.

OS ‘arsenalistas’ dispuseram uma grande oportunidade para empatar na sequência de um canto, mas Pau Victor, ao segundo poste e após primeiro desvio de Sergio Barcia, com tudo para marcar, atirou por cima (61).

Os treinadores começaram a mexer nas suas equipas, com destaque para a entrada no SC Braga de Flinto Costa, jovem extremo que cruzou para um cabeceamento perigoso de Fran Navarro (65).

Dorgeles foi lançado aos 77 minutos e pouco depois rematou com violência de fora da área, mas à figura de Gabriel Cabral (81), que acabaria por manchar uma boa exibição ao ‘atropelar’ Jonas Wind após uma má saída – Ricardo Horta ‘bisou’ de penálti, o terceiro da partida (90).

Confortado pelos colegas no final dos 90 minutos, Cabral foi depois decisivo.

Ficha de jogo

Estádio Municipal de Braga.

SC Braga – Famalicão, 2-2 (1-3 gp).

Ao intervalo: 1-2.

Marcadores

0-1, Koutsias, 16 minutos.

1-1, Ricardo Horta, 37 (grande penalidade).

1-2, Koutsias, 45+4 (grande penalidade).

2-2, Ricardo Horta, 90 (grande penalidade).

Desempate por grandes penalidades:

0-0, Gil Dias (defesa guarda-redes).

0-0, Ricardo Horta (defesa guarda-redes).

0-0, Marcos Peña (remate à barra).

1-0, João Moutinho.

1-1, Sorriso.

1-1, Jonas Wind (defesa guarda-redes).

1-2, Szucs.

1-2, Dorgeles (defesa guarda-redes).

1-3, Paulo Moreira.

Equipas

– SC Braga: Bernardo Fontes, Victor Gómez, Lagerbielke (Barisic, 46), Sergio Barcia (Travassos, 63), Arrey-Mbi, João Moutinho, Tiknaz (Jonas Wind, 73), Pau Victor, Ricardo Horta, Gabri Martínez (Flinto Costa, 63) e Fran Navarro (Dorgeles, 77).

(Suplentes: Tiago Sá, Barisic, Bajrami, Vitor Carvalho, Gorby, Diego Rodrigues, Tommy Marqués, Travassos, Dorgeles, Flinto Costa, Milosevic e Jonas Wind).

Treinador: Franclim Carvalho.

– Famalicão: Gabriel Cabral, Rodrigo Pinheiro, Victor Rofino, Léo Realpe, Pedro Bondo (Gustavo Garcia, 63), Marcos Peña, Pedro Santos (Tamás Szucs, 73), Aranda (Sorriso, 73), Mathias de Amorim (Paulo Moreira, 27), Gil Dias e Koutsias (Abubakar, 63).

(Suplentes: Zlobin, Gustavo Garcia, Juvenal, Serafimovic, Van Breemen, Van De Looi, Paulo Moreira, Tamás Szucs, Roméo Beney, Pato, Sorriso e Abubakar).

Treinador: Ricardo Silva.

Árbitro: João Gonçalves (Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Lagerbielke (09), Sergio Barcia (11), Koutsias (35), Pau Victor (45+5), Flinto Costa (85), Gabriel Cabral (87). Cartão amarelo para o treinador do SC Braga, Franclim Carvalho (47).

Assistência: 7.521 espetadores.

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Empresa que quer explorar lítio em Trás-os-Montes conclui trabalhos geotécnicos e diz que vê “cada vez maior aceitação”

A Savannah anunciou hoje que concluiu os trabalhos geotécnicos no âmbito da mina de lítio do Barroso, em Boticas, numa área onde se instalará a fábrica e se concentrarão as atividades durante os primeiros oito anos de operação.

“A conclusão desta campanha representa mais um passo concreto no desenvolvimento do projeto lítio do Barroso. Foram cinco meses de trabalho intenso, com uma equipa alargada e envolvendo empresas locais e regionais, que nos permitiram recolher um conjunto muito significativo de informação técnica para a próxima fase do projeto”, afirmou, citado em comunicado, o diretor-executivo (CEO) da Savannah, Emanuel Proença.

Entre terça-feira e hoje, algumas dezenas de pessoas concentraram-se junto a um local de sondagens em Covas do Barroso, em terreno baldio abrangido pela servidão administrativa concedida pelo Governo em maio, para bloquearem os trabalhos da empresa e protestarem contra o projeto mineiro.

Hoje juntaram-se cerca de 50 pessoas naquela área florestal onde estavam máquinas da empresa.

No comunicado divulgado hoje, a Savannah disse que, “ao contrário do referido repetidamente, o protesto dos últimos dias não paralisou trabalhos”.

“Conforme a empresa foi esclarecendo, não estavam previstas intervenções no local dos protestos, encontrando-se o programa já concluído nessa área. As operações prosseguiram noutras frentes de trabalho, de acordo com o planeamento definido pela empresa. A Savannah reafirma que a sua atuação no local ocorreu ao abrigo da servidão administrativa concedida pela Estado português”, salientou a empresa.

A Savannah disse ter comunicado hoje ao mercado que concluiu “com sucesso” no início da semana os trabalhos de reconhecimento geotécnico e hidrogeológico previstos para o bloco neste do projeto. Esta é a área onde se instalará a fábrica e se concentrarão as atividades durante os primeiros oito anos de operação.

“Relativamente à contestação ao projeto dos últimos dias, por sermos da região, sabemos que a mesma não representa o sentimento local. Nós vemos no dia a dia a cada vez maior aceitação do projeto por todos aqueles que acolheram a via do diálogo, vemos o interesse que as pessoas têm no projeto e nas oportunidades que ele está já a criar nas comunidades”, acrescentou Emanuel Proença.

O responsável referiu que “mais de 2.000 candidatos a novos empregos e 50 novas vagas para preencher nos próximos meses, reforçam a grande responsabilidade” que a empresa “tem em mãos”.

A campanha durou cinco meses e envolveu 276 pontos de observação e mais de 180 poços de reconhecimento e, segundo a empresa, os trabalhos “representaram um investimento superior a 500 mil euros em serviços diretos na economia local”.

Realizaram-se ainda 32 sondagens para piezómetros, que permitem medir e acompanhar os níveis de água, e 30 sondagens geotécnicas, que forneceram dezenas de amostras destinadas a caracterizar as condições das fundações das futuras instalações e a qualidade dos materiais que poderão ser utilizados em construção.

A empresa concretizou que, para além dos mais de 40 trabalhadores da Savannah envolvidos nesta campanha, os trabalhos mobilizaram, em média, cerca de 30 profissionais por dia.

A contestação à mina é feita há oito anos e já a 09 de outubro a associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso interrompeu os trabalhos da empresa, com a GNR a identificar 27 opositores à mina de lítio.

O projeto mineiro foi viabilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023.

A empresa Savannah Resources pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.

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Guimarães: Paço dos Duques reabre todos os espaços após obras

O Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, reabre na sexta-feira, com a totalidade dos seus espaços visitáveis acessíveis ao público, após a conclusão das intervenções realizadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Em comunicado, a instituição refere que esta nova etapa assinala a “conclusão de um importante ciclo de trabalhos de reabilitação e valorização do monumento, permitindo aos visitantes percorrer integralmente o circuito museológico e descobrir as novas soluções de decoração e museografia”.

As intervenções realizadas permitiram “renovar os espaços e melhorar a apresentação das coleções, proporcionando uma experiência de visita mais completa e enriquecedora”.

E acrescenta: “A nova museografia convida à redescoberta do Paço dos Duques de Bragança, da sua história e do património que conserva”.

O Paço dos Duques de Bragança, edifício do século XV associado à história da Casa de Bragança, integra a rede de equipamentos patrimoniais da Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E.

O espaço funciona todos os dias entre as 10:00 e as 18:00.

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    Romaria d’Agonia convida a pôr as mãos no barro e a descobrir a pintura de azulejo

    A VianaFestas, entidade que organiza a Romaria d’Agonia, em Viana do Castelo, vai promover em novembro e dezembro dois ‘workshops’ no âmbito do ciclo “Somos Todos Romaria”, sendo que cada sessão está limitada a 15 participantes, foi hoje divulgado.

    Os ‘workshops’, nos dias 07 de novembro e 12 de dezembro, são dedicados à arte da cerâmica e azulejo.

    Criar uma caneca, um prato ou uma taça a partir do barro cru, ou dar cor a azulejos com técnicas de pintura tradicional são os desafios desta edição.

    As sessões serão orientadas pelos artistas Sara Jácome e Nuno Ranha, criadores da GOCA, a Galeria e Oficina de Cerâmica e Azulejo, e destinam-se a pessoas a partir dos 16 anos, com ou sem experiência prévia.

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    Yoga para famílias em Vieira do Minho

    A Biblioteca Municipal Padre Alves Vieira, em Vieira do Minho, acolhe, a partir deste sábado, uma nova atividade dirigida às famílias, que propõe “explorar o universo das histórias através da prática do yoga”.

    Orientadas por Bárbara Nogueira, as sessões convidam crianças e adultos a “descobrir uma história de forma diferente, recorrendo a posturas de yoga inspiradas nas personagens, nos cenários e nos acontecimentos do livro escolhido”.

    Yoga para famílias em Vieira do Minho
    Imagem: Divulgação

    Esta iniciativa pretende “proporcionar momentos de partilha e interação entre os participantes, aliando a leitura ao movimento, à imaginação e ao bem-estar, num ambiente lúdico e enriquecedor para toda a família”.

    A atividade terá uma periodicidade mensal e, de acordo com a autarquia, permitirá às famílias participar regularmente nesta experiência que cruza a literatura com a prática do yoga, incentivando o “gosto pelos livros e promovendo o convívio entre diferentes gerações”.

    Com esta iniciativa, a Biblioteca Municipal reforça a sua “aposta na dinamização de atividades que aproximam os livros dos leitores, criando novas formas de contacto com a leitura e promovendo experiências culturais dirigidas à comunidade”.

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    Governo aprova descida das taxas de IRS de 2026

    O Governo aprovou hoje em Conselho de Ministros o decreto-lei que altera o Código do IRS para reduzir as taxas dos primeiros seis escalões sobre os rendimentos de 2026, de acordo com a autorização dada pelo parlamento ao executivo.

    No final da reunião, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, lembrou que o desagravamento tem efeitos retroativos a janeiro e que irá refletir-se nas retenções na fonte de novembro.

    A alteração ao Código do IRS é feita através de um decreto-lei, porque o executivo de Luís Montenegro (PSD/CDS-PP), quando apresentou ao parlamento a proposta de lei para descer as taxas do 1.º ao 6.º escalões entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais, submeteu um pedido de autorização para ser o próprio Governo ajustar a legislação, em vez de haver uma alteração direta por lei.

    Depois de obter essa autorização pela lei n.º 64-B/2026, de 22 de outubro, o executivo formalizou hoje esse passo.

    A autorização legal permitiu ao executivo “alterar o n.º 1 do artigo 68.º do Código do IRS, reduzindo as taxas normais aplicáveis aos primeiros seis escalões de rendimento coletável para 12,20%, 15,20%, 20,70%, 23,60%, 30,60% e 34,60%, respetivamente, e procedendo ao correspondente ajustamento das taxas médias”.

    Antes de o concretizar, o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, assinou em 13 de outubro um despacho que ajusta as tabelas de retenção na fonte de novembro reduzindo o valor da cobrança do IRS desse mês em 50% para a generalidade dos salários e pensões.

    O despacho prevê que o valor da retenção sobre os “rendimentos do trabalho dependente e de pensões pagos ou colocados à disposição entre 01 e 30 de novembro de 2026” é calculado normalmente, segundo as tabelas de IRS que se encontram em vigor desde o início do ano, mas aplicando-se nesse mês apenas 50% do valor.

    O alívio procura traduzir, com efeitos retroativos ao início do ano, a descida das taxas de IRS nos primeiros seis escalões.

    O mecanismo das retenções na fonte adapta a cobrança mensal ao alívio intercalar, concentrando o desagravamento num só mês, tanto no vencimento ou pensão mensal, quanto no subsídio de Natal, que é alvo de retenção na fonte de forma autónoma em relação ao salário ou à reforma.

    Em dezembro, voltam a aplicar-se as tabelas normais – as que vigoram desde janeiro -, não se aplicando nessa altura o corte de 50% decidido para novembro.

    O despacho prevê ainda que se excetuam do corte de 50% na retenção alguns salários e pensões mais altos, ficando de fora quem tem rendimentos que excedem o limite superior do penúltimo escalão das tabelas de retenção – valores acima de 20 mil euros mensais (no caso dos trabalhadores por conta de outrem) ou acima de cerca de 18 mil euros (no caso dos pensionistas).

    As taxas de retenção não correspondem de forma direta às taxas dos escalões de rendimento, funcionando como um mecanismo de cobrança regular do imposto, para os contribuintes pagarem IRS de forma fracionada ao longo dos 12 meses.

    O Estado fica com o valor do seu lado e, no momento do cálculo final do IRS sobre todos os rendimentos de 2026, o fisco faz o acerto de contas, ficando a saber-se se a pessoa recebe um reembolso, se ainda tem de entregar mais algum montante ao fisco ou se nada há a entregar ou a receber.

    A taxa do 1.º escalão passa de 12,50% para 12,20%.

    A do 2.º degrau desce de 15,70% para 15,20%.

    A do 3.º baixa de 21,20% para 20,70%.

    No 4.º degrau há um desagravamento de 24,10% para 23,60%.

    A taxa da 5.ª fatia de rendimento passa de 31,10% para 30,60%.

    No 6.º degrau, a taxa recua de 34,90% para 34,60%.

    Nos degraus seguintes, as taxas mantêm-se iguais: 43,10% no 7.º, de 44,60% no 8.º e de 48,00% no 9.º.

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    Taxa turística de Barcelos em consulta pública por 30 dias

    O regulamento da taxa municipal turística de Barcelos, que preconiza o pagamento de dois euros por dormida nos alojamentos do concelho, está em consulta pública a partir de hoje e por um período de 30 dias.

    Segundo aviso hoje publicado em Diário da República (DR), as sugestões devem ser dirigidas, por escrito, ao presidente da Câmara de Barcelos, podendo ser apresentadas pessoalmente no Balcão Único do Município ou enviadas pelo correio ou por email.

    O regulamento já foi aprovado, em reunião do executivo, com os votos favoráveis dos sete eleitos pela coligação PSD/CDS-PP e do vereador do Chega, enquanto os três vereadores do PS se abstiveram.

    Segundo o regulamento, a taxa é aplicável durante todo o ano, independentemente das épocas, até ao máximo de sete noites consecutivas por pessoa e estadia.

    A taxa incide sobre dormidas remuneradas em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, empreendimentos de turismo de habitação e de turismo no espaço rural e ainda em alojamento local.

    É cobrada por pessoa com idade igual ou superior a 13 anos, independentemente do seu local de residência ou nacionalidade.

    Ficam isentos do pagamento as dormidas relacionadas com tratamentos médicos, pessoas com deficiência (incapacidade igual ou superior a 60%), estudantes em programas de formação como Erasmus ou similar e peregrinos que pernoitem em albergues reconhecidos pelo município.

    Na proposta aprovada, o município dá conta de que, nos últimos anos, a atividade turística no concelho de Barcelos, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), registou uma “evolução positiva” subindo de 71.949 dormidas em 2023 para 77.885 em 2025.

    O município ressalva que, em 2025, poderão ter sido mais de 120 mil dormidas, considerando que apenas 34 das 171 estruturas de alojamento elegíveis foram contabilizadas segundo os critérios do INE.

    “Este crescimento sustentável evidencia a necessidade de criar mecanismos que permitam aos visitantes contribuir de forma justa para a manutenção, valorização e promoção do território, garantindo que o impacto do turismo seja simultaneamente positivo e equilibrado, sem onerar os residentes”, lê-se na proposta.

    Para o município, a implementação da taxa turística permitirá financiar a manutenção e qualificação de infraestruturas e espaços públicos, investir na promoção turística, apoiar eventos culturais e turísticos, melhorar a sinalética e informação turística e promover práticas de sustentabilidade ambiental.

    “Conclui-se que os benefícios são manifestamente superiores aos custos associados. Na verdade, ao instituir esta taxa, o Município de Barcelos assegura uma repartição equilibrada e proporcional do esforço financeiro necessário para sustentar e reforçar os argumentos diferenciadores do território, permitindo que os visitantes contribuam diretamente para a valorização do património, das infraestruturas e da oferta turística”, refere ainda a proposta.

    O regulamento ainda terá de ser ratificado em assembleia municipal, após o que entrará em vigor.

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    Braga vai recordar histórica fábrica Pachancho

    O projeto Letras de Braga e a associação Velha-a-Branca promovem, no sábado, uma palestra dedicada à história da Fábrica Nacional de Pistões Pachancho e do seu fundador, António do Vale Peixoto. Tem início às 17:00, no Complexo de Gualtar da APPACDM de Braga.

    A sessão será conduzida por João Miguel Nogueira, que dedicou os últimos dois anos a uma “investigação intensiva” sobre a fábrica, e contará com a presença de José Manuel Peixoto M. Rodrigues, neto do fundador e último administrador da Pachancho.

    Braga vai recordar histórica fábrica Pachancho
    Imagem: Divulgação

    O evento incluirá ainda a exposição de duas motos da Pachancho e de outros materiais da coleção pessoal de João Miguel Nogueira.

    A entrada no evento é livre.

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    Esposende investe 212 mil euros para fazer leituras da água à distância

    A empresa municipal Esposende Ambiente vai investir mais de 212 mil euros na instalação de sistemas de telemetria nos contadores de água das zonas centro e sul daquela cidade, foi hoje anunciado.

    Em comunicado, o município refere que aquela medida permitirá a recolha remota e regular dos consumos, reforçando o acompanhamento da rede e a capacidade de deteção de situações anómalas.

    “A Esposende Ambiente passa a dispor de informação mais regular e rigorosa sobre os consumos. O sistema permitirá reduzir a necessidade de leituras presenciais e identificar mais rapidamente situações como consumos continuados ou fora dos padrões habituais, disponibilizando uma ferramenta adicional para uma utilização mais responsável da água”, sublinha o comunicado.

    A tecnologia deverá também simplificar procedimentos internos relacionados com a gestão das leituras, análise de consumos, tratamento de informação e planeamento de intervenções.

    A empresa municipal prevê, assim, uma utilização mais eficiente dos recursos humanos e técnicos afetos ao serviço.

    O investimento integra uma candidatura apresentada ao Norte 2030, que obteve um apoio de quase 146 mil euros.

    Em paralelo com a instalação da telemetria, a Esposende Ambiente dará continuidade à substituição dos contadores de água, no âmbito do controlo metrológico dos equipamentos de medição.

    Esta substituição decorre de uma obrigação legal da entidade gestora do serviço.

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    Freguesia de Caminha exige “suspensão imediata” de aterros junto ao rio Minho

    A Junta de Freguesia de Lanhelas, no concelho de Caminha, pediu hoje a “suspensão imediata” dos aterros e outras intervenções que vêm sendo realizados “ao longo dos anos” junto ao rio Minho, no Rego da Torre.

    O “pedido de suspensão imediata dos trabalhos, fiscalização urgente e apuramento de responsabilidade”, a que a Lusa teve acesso, foi assinado pelo presidente da junta de freguesia de Lanhelas, Adolfo Marrocos, e tem como destinatários o Ministério Público e várias outras entidades.

    Contactada pela Lusa, a presidente da Câmara de Caminha diz acompanhar a preocupação da freguesia e aguardar a intervenção das autoridades.

    “Tivemos conhecimento das preocupações da junta de freguesia há cerca de duas semanas e demos conhecimento às entidades competentes. Aguardamos que nos contactem. Não sei se já fizeram alguma fiscalização”, observou Liliana Silva, presidente da Câmara de Caminha.

    A autarca revela não existir, no município, qualquer pedido de licenciamento ou obra naquele local.

    “Para haver uma intervenção teria de haver um pedido na câmara e não há”, explicou.

    No ofício, a junta de Lanhelas manifesta a “profunda preocupação perante a continuidade das intervenções que têm vindo a ser realizadas, de forma sucessiva e ao longo dos últimos anos, na zona ribeirinha do rio Minho, concretamente no local conhecido por Rego da Torre, junto à Quinta da Torre”.

    “Apesar das situações anteriormente comunicadas, verificamos que as intervenções não cessaram, sendo possível observar novas movimentações de terras, aterros, alterações das margens, colocação de postes e vedações, bem como plantações que aparentam consolidar uma nova configuração dos terrenos”, refere o documento.

    A junta diz ter “sérias dúvidas quanto à eventual ocupação de áreas pertencentes ao domínio público hídrico, à legalidade das intervenções e ao possível comprometimento da integridade ambiental e funcional deste histórico canal do rio Minho”.

    Para a junta, “não é admissível continuar a protelar a intervenção das autoridades competentes”.

    “Os trabalhos que se vêm realizando ano após ano, com aparente alteração progressiva da configuração original do terreno e das margens, exigem uma resposta efetiva, célere e articulada. Não basta aguardar por procedimentos administrativos enquanto continuam a ocorrer intervenções que poderão tornar irreversível a alteração do espaço”, defendeu.

    A junta quer “a intervenção imediata das autoridades com competência fiscalizadora, designadamente da Agência Portuguesa do Ambiente, do SEPNA/GNR e da Autoridade Marítima”.

    Solicita, também, a adoção urgente das medidas legais necessárias à suspensão preventiva de quaisquer trabalhos de movimentação de terras, aterros, construção, instalação de vedações ou outras intervenções suscetíveis de alterar a zona ribeirinha em causa, até que esteja devidamente esclarecida a sua legalidade, as autorizações existentes e a delimitação do domínio público hídrico”.

    Lanhelas pretende, igualmente, “a delimitação rigorosa do domínio público hídrico e a verificação de eventuais situações de ocupação indevida, obstrução do canal ou apropriação de terrenos que legalmente não possam integrar propriedades particulares”.

    A par disso, espera “a comunicação ao MP dos factos suscetíveis de constituir ilícitos criminais, sem prejuízo do apuramento das eventuais responsabilidades contraordenacionais”.

    O ofício é também dirigido à Assembleia da República, ao Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente — SEPNA/GNR, à capitania do Porto de Caminha — Autoridade Marítima Nacional, à Agência Portuguesa para o Ambiente (APA) e aos ministérios do Ambiente e Energia e da Economia e Coesão Territorial.

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    Aprovada proteção de captações de água que abastecem 19 habitantes na Peneda-Gerês

    O ministério do Ambiente aprovou a delimitação do perímetro de proteção de duas captações de águas subterrâneas na freguesia de Gavieira, Parque Nacional da Peneda-Gerês, destinadas ao consumo humano, refere a portaria hoje publicada em Diário da República (DR).

    De acordo com o documento, a delimitação dos perímetros de proteção, que entra em vigor na sexta-feira, abrange as captações designadas por “Furo F1” e “Furo F2” do polo de captação de Beleiral-Gavieira, localizadas no concelho de Arcos de Valdevez.

    A “massa de água onde se inserem as captações, Maciço Antigo Indiferenciado da Bacia do Lima, foi classificada no âmbito do Plano de Gestão da Região Hidrográfica Minho e Lima, com Estado Global Bom”.

    As captações abastecem 19 habitantes, com um volume médio de 1,13 metros cúbicos por dia.

    Os “perímetros de proteção visam prevenir, reduzir e controlar a poluição das águas subterrâneas, nomeadamente, por infiltração de águas pluviais lixiviantes e de águas excedentes de rega e de lavagens”.

    Estes perímetros pretendem “potenciar os processos naturais de diluição e de autodepuração das águas subterrâneas, prevenir, reduzir e controlar as descargas acidentais de poluentes e, por último, proporcionar a criação de sistemas de aviso e alerta para a proteção dos sistemas de abastecimento de água proveniente de captações de águas subterrâneas, em situações de poluição acidental destas águas”.  

    Aprovada proteção de captações de água que abastecem 19 habitantes na Peneda-Gerês
    Fonte: Diário da República

    Segundo a portaria hoje publicada em DR, o regime jurídico da qualidade da água destinada ao consumo humano atribuiu à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) a avaliação do risco das bacias de drenagem dos pontos de captação de água destinada ao consumo humano.

    Aquele regime jurídico inclui “a georreferenciação dos pontos de captação nas bacias de drenagem (…) que apenas pode ser dada a conhecer à Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), às autoridades de saúde, à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), aos órgãos de polícia criminal e às entidades gestoras de sistemas públicos e privados de abastecimento de água servidos pelos pontos de captação”.

    “Nesse sentido, a APA apresentou (…) uma proposta de delimitação do perímetro de proteção e respetivos condicionamentos das duas captações de água, sustentada nos estudos que lhe foram apresentados pela Águas do Alto Minho, entidade gestora das captações”, lê-se na portaria.

    Todas as captações de águas subterrâneas destinadas ao abastecimento público de água para consumo humano, bem como a delimitação dos respetivos perímetros de proteção, estão sujeitas às regras previstas na legislação em vigor, bem como na Lei da Água.

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    Mário Ferreira absolvido de fraude com venda de navio construído em Viana do Castelo

     O empresário Mário Ferreira, que detém a Mystic Invest, dona da Douro Azul, foi hoje absolvido do crime de fraude fiscal qualificada no caso da venda do navio Atlântida, em 2015, a uma sociedade constituída em Malta.

    Na leitura do acórdão, que decorreu esta tarde, no Tribunal de S. João Novo, no Porto, o coletivo de juízes considerou que não foram dados como provados os elementos objetivos e subjetivos daquele crime, pelo que absolveu o empresário e as demais empresas envolvidas.

    Em causa está a compra e venda do navio Atlântida, adquirido pela Mystic Cruises aos estaleiros de Viana do Castelo por 8,75 milhões de euros, em setembro de 2014, e vendido, em junho de 2025, à Internacional Trade Winds (ITW), empresa criada em Malta e gerida pelo empresário, por 11 milhões de euros.

    Posteriormente, a Internacional Trade Winds vendeu o navio à norueguesa Hurtigruten por 17 milhões de euros.

    “Era aquilo que esperávamos, o Tribunal é sempre soberano e decide como entende, mas, de facto, era o que esperávamos. Estamos satisfeitos pelo Tribunal ter reconhecido que o Mário Ferreira não cometeu com nenhum crime, que declarou os rendimentos de IRS na altura própria, que pagou na altura própria”, afirmou, no final da sessão, o advogado de Mário Ferreira, Rui Patrício.

    O Ministério Público falou em “venda simulada” para deslocalizar para Malta o lucro da venda do navio e que a embarcação foi vendida a um preço “significativamente” inferior ao valor de mercado, recorrendo a uma avaliação feita anteriormente à venda que lhe atribuiria um valor superior a 26,6 milhões de euros, facto que o Tribunal reconheceu.

    “O Tribunal, o que entendeu foi que o negócio era simulado, isso é uma questão societária digamos assim, isto não é um processo societário, não é um processo civil, é um processo de crime e tinha de haver uma intenção de não pagar o imposto e essa intenção o Tribunal, categoricamente, por unanimidade, deu-a por não provada”, reafirmou.

    O advogado salientou que o “tema técnico fiscal de IRS foi a única coisa a chegar a julgamento de um longo e exaustivo processo de investigação, em que tudo o mais foi arquivado com clareza pelo Ministério Público”.

    Rui Patrício salientou que “não houve qualquer fraude em IRS, nem sequer nenhum atraso”.

    Também em declarações aos jornalistas, Mário Ferreira salientou que está “completamente absolvido”.

    “A realidade é que estou completamente absolvido, fez-se justiça, mas, por se ter feito justiça, não quer dizer que me tenha tirado aquilo que foi a falta de tranquilidade durante este tempo, graças a muita tinta que se imprimiu em jornais, ou muitas das acusações que pareciam verdade, e muitas acusações ditas muitas vezes não se tornam verdade”, afirmou o empresário.

    Mário Ferreira quis ainda realçar que, na questão de não ter pago o IRS devido sobre os seus rendimentos, o Tribunal deu como provado o oposto.

    “Paguei mais, paguei IRS sobre dinheiro que eu nunca tinha recebido, e eu preferi pagar a mais do que ter de aturar a Autoridade Tributária”, salientou.

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    Universidade Politécnica de Viana prepara formação de 120 professores em criatividade e pensamento crítico

    A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) concluiu a formação de 27 formadores em criatividade e pensamento crítico, que deverão agora levar estas competências às escolas do ensino básico e secundário. A próxima fase do projeto prevê abranger cerca de 120 professores, numa iniciativa desenvolvida em articulação com o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e especialistas da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

    Segundo a UNIPVC, em comunicado, dos 30 participantes inscritos na formação, 27 concluíram o programa com aproveitamento, alcançando uma classificação média de 18,6 valores.

    Para Ana Teresa Oliveira, pró-reitora da UNIPVC responsável pela Inovação Pedagógica e Flexibilidade Curricular e pelo Gabinete de Ensino e Aprendizagem, a conclusão desta etapa representa um avanço importante num projeto que a instituição ajudou a concretizar em Portugal.

    “Quando trouxemos este programa para a UNIPVC, tínhamos uma ambição muito clara: contribuir para que a criatividade e o pensamento crítico deixassem de ser apenas competências reconhecidas como fundamentais e passassem a estar efetivamente presentes nas práticas pedagógicas. Concluímos agora uma etapa essencial, com formadores preparados para levar este trabalho mais longe. O verdadeiro alcance do projeto estará na capacidade de multiplicar este conhecimento, chegar aos professores e, através deles, às salas de aula e aos alunos, que são o principal propósito. É também esse o papel que queremos assumir enquanto instituição de ensino superior: criar pontes entre o conhecimento, a formação de professores e as necessidades concretas do sistema educativo”, afirma, citada no comunicado.

    Ana Teresa Oliveira destaca ainda a importância de transformar a colaboração internacional em oportunidades concretas de desenvolvimento profissional para os docentes, através de um modelo que articula referenciais científicos, formação especializada e aplicação em contextos educativos reais.

    A formação decorreu entre 27 de abril e 01 de julho, em regime presencial e online, com uma carga horária de 135 horas. O programa incluiu estratégias pedagógicas para integrar a criatividade e o pensamento crítico nas atividades de ensino, aprendizagem e avaliação.

    A equipa formativa contou com especialistas da UNIPVC e da OCDE, no âmbito de um memorando de entendimento entre as instituições, com uma vigência de três anos.

    Com esta nova etapa, o projeto pretende capacitar professores para aplicar as metodologias nas salas de aula, promovendo o desenvolvimento destas competências junto dos alunos.

    A iniciativa reforça o papel da Escola Superior de Educação da UNIPVC na formação de docentes e na implementação de novas abordagens pedagógicas no sistema educativo nacional.

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    Governo nomeia professora da UMinho para liderar Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua

    A professora catedrática Assunção Flores, que preside ao Instituto de Educação da Universidade do Minho, foi nomeada, pelo secretário de Estado Adjunto e da Educação, presidente do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC).

    Em comunicado, a academia minhota explica que este organismo é responsável pelo planeamento estratégico e pela definição das orientações técnico-pedagógicas da formação contínua e especializada de docentes. “Assumo este cargo com sentido de responsabilidade, ciente dos desafios que a formação de professores atualmente enfrenta”, diz Assunção Flores, que investiga há três décadas nas áreas da formação, do desenvolvimento profissional dos professores, do currículo e da avaliação.

    Criado em 1994 e com sede em Braga, o CCPFC é responsável pela acreditação de entidades formadoras, formadores, ações de formação contínua de professores e cursos de formação especializada em Portugal, além de produzir pareceres e relatórios e de participar na avaliação do sistema nacional de formação contínua.

    “O seu papel é particularmente relevante para os docentes dos ensinos básico e secundário, já que a formação contínua está associada ao seu desenvolvimento profissional e à progressão na carreira. Esta entidade foi já presidida por nomes como Sérgio Machado dos Santos, João Formosinho, João Lopes e Rui Trindade”, salienta o comunicado.

    Assunção Flores é licenciada em Ensino de Português-Francês e mestre em Educação pela UMinho, e doutorada em Educação pela Universidade de Nottingham (Reino Unido). É membro da direção da Rede Europeia de Políticas de Formação de Professores e do Fórum Internacional para o Desenvolvimento dos Formadores de Professores. Foi membro do Conselho Geral do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) e é, desde 2022, conselheira no Conselho Nacional de Educação (CNE), onde coordena a Comissão Especializada Permanente “Docentes e outros profissionais da educação”.

    Tem sido consultora/avaliadora de projetos científicos em vários países, como Bélgica, Finlândia e Noruega. Foi visiting scholar nas universidades de Cambridge, Glasgow e Londres, e a única portuguesa a presidir ao Conselho Internacional de Educação para o Ensino (ICET) e à Associação Internacional de Estudo dos Professores e do Ensino (ISATT).

    Na UMinho, liderou ainda o Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) e vários projetos financiados.

    Com mais de 300 publicações, integra o top 2% de cientistas mais influentes do mundo e soma diversos prémios, como da Associação Americana de Investigação em Educação.

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