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Há 39 restaurantes para comer pica no chão em Barcelos

O arroz “Pica no Chão” vai estar em destaque, entre 13 e 15 de novembro, em 39 restaurantes do concelho de Barcelos.

Promovida pelo Município de Barcelos, a iniciativa convida residentes e visitantes a saborearem uma das especialidades “mais emblemáticas da cozinha tradicional local, contribuindo para a valorização da gastronomia e a dinamização da restauração”.

Integrado no programa anual “7 Prazeres da Gastronomia”, o Fim de Semana do Arroz Pica no Chão assinala este ano a sua 18.ª edição, reafirmando a importância desta iguaria na identidade gastronómica do concelho e na promoção de Barcelos enquanto destino turístico.

Restaurantes aderentes

Abel Martins

Várzea (ver no mapa)

Arcos na Praça

Barcelos (ver no mapa)

Atina Restaurante

Várzea (ver no mapa)

Ávila

Vila Seca (ver no mapa)

Babette

Barcelos (ver no mapa)

Bagoeira

Barcelos (ver no mapa)

Belchior

Campo (ver no mapa)

Belo Horizonte

Rio Côvo Santa Eulália (ver no mapa)

Casa da Cocheira

Fragoso (ver no mapa)

Casa do Eduardo

Milhazes (ver no mapa)

Casa Lourenço

Areias S. Vicente (ver no mapa)

Chuva

Barcelinhos (ver no mapa)

Dom Carlos

Silva (ver no mapa)

Fatty Ferros

Arcozelo (ver no mapa)

Fina Mesa

Grimancelos (ver no mapa)

Furna

Barcelos (ver no mapa)

Galliano

Barcelos (ver no mapa)

Gosto Muito

Barcelos (ver no mapa)

Manjar das Estrelas

Várzea (ver no mapa)

Maria de Medros

Barcelinhos (ver no mapa)

Muralha

Barcelos (ver no mapa)

Os Mouros

Arcozelo (ver no mapa)

Pedra Furada

Pedra Furada (ver no mapa)

Pérola

Barcelos (ver no mapa)

Restaurante Messias

Galegos S. Martinho (ver no mapa)

Restaurante NuSal

Barcelinhos (ver no mapa)

Restaurante O Cruzeiro “O Rabeca”

Gilmonde (ver no mapa)

Rústico

Mariz (ver no mapa)

Solar das Fontes

Várzea (ver no mapa)

Solar Vila Meã – Restaurante Barro

Silveiros (ver no mapa)

Sonho do Cávado

Manhente (ver no mapa)

Taberna do Armindo

Remelhe (ver no mapa)

Taberna Dom Gallo

Barcelos (ver no mapa)

Taberna Lopes

Gilmonde (ver no mapa)

Taberna “O Manhoso”

Tamel S. Veríssimo (ver no mapa)

Taberninha O Chico

Perelhal (ver no mapa)

Tasquinha do Cândido

Rio Côvo Santa Eulália (ver no mapa)

Tasquinha O Telheiro

Viatodos (ver no mapa)

Vera Cruz

Barcelos (ver no mapa)

O Município de Barcelos recomenda a reserva antecipada nos restaurantes aderentes, de forma a garantir a degustação desta especialidade gastronómica.

Rota do Vinho e da Vinha e I Encontro Enogastronómico de Barcelos no mesmo fim de semana

Paralelamente ao Fim de Semana do Arroz Pica no Chão, realiza-se, em 14 de novembro, entre as 14:00 e as 18:00, a Rota do Vinho e da Vinha, que este ano inclui uma visita às Caves Campelo, em Moure. A iniciativa pretende “dar a conhecer a tradição vitivinícola do concelho e valorizar a produção local”. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, sujeita à disponibilidade de vagas, através do site www.agenda.barcelos.pt.

No mesmo dia, entre as 14:00 e as 18:00, o Convento de São Salvador de Vilar de Frades acolhe o I Encontro Enogastronómico de Barcelos, subordinado ao tema “Património, Identidade e Futuro da Alimentação”. A iniciativa pretende “promover a reflexão e a partilha de conhecimentos em torno da gastronomia, enquanto elemento de identidade cultural e de valorização do património local”. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, sujeita à disponibilidade de vagas, através do endereço eletrónico cultura@cm-barcelos.pt

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Voluntários mobilizam-se para restauro ecológico na Serra de Arga, habitat do lobo-ibérico

A associação Amigos da Montanha, de Barcelos, vai realizar uma ação de restauro ecológico na Serra de Arga, em Caminha, em 28 de novembro, com a colaboração de várias dezenas de voluntários.

Aberta a toda a população, a iniciativa já tem inscrições abertas (ambiente@amigosdamontanha.com) e a organização prevê transporte gratuito de ida e volta entre Barcelinhos e Arga de São João.

Voluntários mobilizam-se para restauro ecológico na Serra de Arga, habitat do lobo-ibérico
Imagem: Divulgação

A ação, que decorre em parceria com o Cibio-Biopolis e com o apoio da Câmara Municipal de Caminha, pretende “melhorar as condições naturais para espécies como o corço, uma das presas do lobo-ibérico, envolvendo a comunidade na conservação da biodiversidade”.

A iniciativa integrada no projeto europeu LIFE Wild Wolf terá lugar nas imediações do Mosteiro de São João de Arga, onde os participantes vão desenvolver trabalhos de controlo de acácias, através da técnica de descasque manual, e de plantação de árvores e arbustos autóctones.

De acordo com a associação, as intervenções procuram reduzir a presença de espécies invasoras, favorecer a regeneração da vegetação natural e recuperar as condições ecológicas deste espaço.

Mais do que uma ação de plantação, o objetivo é “contribuir para a melhoria dos habitats naturais e para a conservação das espécies que deles dependem”. Entre estas encontra-se o corço, um herbívoro selvagem que integra a alimentação do lobo-ibérico.

A recuperação da vegetação autóctone pode “criar condições mais favoráveis à presença destas presas naturais, contribuindo, a médio e longo prazo, para o equilíbrio dos ecossistemas e para a conservação do lobo”.

A intervenção insere-se no trabalho desenvolvido pelos Amigos da Montanha no âmbito do LIFE Wild Wolf, dando continuidade a outras ações de restauro ecológico realizadas este ano em Pitões das Júnias, no concelho de Montalegre, e em Paredes de Coura.

A associação refere que este percurso tem permitido “associar o envolvimento de voluntários ao conhecimento científico e à recuperação de habitats, demonstrando a importância de uma intervenção continuada na proteção da biodiversidade”.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Caminha, que está também a promover o envolvimento de diferentes agentes locais, nomeadamente representantes dos baldios, da junta de freguesia, do Mosteiro de São João de Arga e da Paisagem Protegida da Serra de Arga.

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É no Minho onde se vive mais tempo

É no Minho, mais concretamente na região do Cávado, que agrega os concelhos de Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Terra de Bouro e Vila Verde, que é maior a esperança de vida à nascença em Portugal, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística hoje divulgados.

Segundo o relatório consultado por O MINHO, relativo ao triénio 2023-2025, no Cávado a esperança de vida à nascença é de 83,06 anos. Um valor superior à média nacional que foi estimada em 81,85 anos, sendo 79,22 anos para os homens e 84,26 anos para as mulheres.

A nível nacional, estes dados representam, relativamente a 2022-2024, um aumento de 0,28 anos (3,4 meses) para os homens e de 0,26 anos (3,1 meses) para as mulheres.

“No triénio 2023-2025, a esperança de vida à nascença mais elevada registou-se na região Norte, para o total da população (82,31 anos), para os homens (79,83 anos) e para as mulheres (84,57 anos)”, sublinha o INE, sendo que a sub-região do Cávado é que a volta a ter, tal como nos últimos três anos, a maior longevide: 83,06 anos.

No Alto Minho, a esperança média de vida à nascença é de 81,92 anos e no Ave de 82,23.

Esperança de vida aos 65 anos

A esperança de vida aos 65 anos em Portugal, no período 2023-2025, foi estimada em 20,19 anos para o total da população. Aos 65 anos, os homens podiam esperar viver 18,49 anos e as mulheres 21,55 anos, o que corresponde a um aumento de 0,13 anos para os homens e 0,19 anos para as mulheres relativamente a 2022-2024.

Por região NUTS II, no triénio 2023-2025, a esperança de vida aos 65 anos mais elevada registou-se na região Norte para o total da população (20,49 anos), para os homens (18,93 anos) e para as mulheres (21,75 anos).

Por região NUTS III, o Cávado e a Região de Coimbra registaram os valores mais elevados da esperança de vida aos 65 anos: 21,28 e 20,99 anos, respetivamente. 

No Alto Minho, é de 20,78 anos e no Ave de 20,57.

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Divertimentos dão vida à cidade

VTM

Para os feirantes, porém, a permanência durante várias semanas representa um investimento elevado, que nem sempre é compensado antes dos três dias principais do certame.

Vítor Monteiro está ligado aos carrinhos de choque desde a infância, numa atividade iniciada pelo pai há mais de três décadas. Esta é a terceira vez que participa na Feira dos Santos, depois de uma passagem em 2015 e de outra em 2023. A pista é, aliás, uma das atrações que mais distingue a edição de cada ano. “Os carrinhos de choque são o único divertimento que muda”, explica.

Durante a semana, o movimento é sobretudo de estudantes e adolescentes, enquanto ao fim de semana chegam mais famílias. Ainda assim, os primeiros dias servem essencialmente para cobrir despesas. “Os dias da festa é que são para começar a ganhar algum dinheiro”, afirma.

Também Alfredo Martins, responsável pelo espaço de restauração junto aos divertimentos, reconhece que os “Santos” se tornaram progressivamente mais importantes para o negócio. Natural de Barcelos, participa no certame há cerca de oito anos e acompanha o crescimento da procura e da própria apresentação do espaço.

Feira dos Santos Comercio Tradicional PAM

“É o ponto de encontro na reta final da nossa tournée”
ALFREDO MARTINS 

“Fomos crescendo gradualmente, ano após ano”, explica, agradecendo à população de Chaves o contributo para a evolução do negócio. O movimento começa a aumentar com a chegada dos primeiros visitantes e dos estudantes, que depois regressam com as famílias. “Os últimos três dias são o ponto alto, sem dúvida”, reconhece. Para os feirantes, a feira é também um momento de reencontro, numa altura em que a temporada está prestes a terminar. “É o ponto de encontro na reta final da nossa tournée”, resume, descrevendo a experiência como “umas férias a trabalhar”.

O negócio de António Amaral passa de geração em geração, num percurso marcado por viagens, sacrifícios e longos períodos longe de casa. “É uma vida de muito trabalho e de muito sacrifício”, afirma.

Para Abílio Felício, que participa na Feira dos Santos há cerca de 15 anos com dois divertimentos, a afluência tem vindo a diminuir. Depois de um aumento significativo no período pós-pandemia, considera que o interesse voltou a cair, sobretudo nos fins de semana anteriores ao certame. “É mesmo só mais os dias dos Santos”, lamenta, referindo que o movimento dos restantes dias dificilmente cobre despesas como a eletricidade.

O feirante elogia as condições do espaço, mas considera que a afluência não corresponde ao potencial do evento. “É um ambiente agradável, limpo, acolhedor, mas tem muito pouca afluência durante a semana”, afirma, defendendo que os fins de semana anteriores mereciam maior promoção.

Luís Silva, feirante de Valença, também sente os efeitos do menor poder de compra. Com mais de três décadas de experiência, considera que a localização atual não é a mais favorável, embora reconheça que o espaço poderia ser pior. “A vida é mais difícil agora. O salário é sempre o mesmo e as pessoas cada vez têm menos poder de compra”, observa.

A Feira dos Santos mantém-se, assim, como um ponto de encontro para quem vive dos divertimentos e da restauração itinerante, sendo, para muitos, a última etapa da sua temporada de feiras e festas pelo país.

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Autarca de Barcelos considera que anúncio de PPP é “passo decisivo” para o novo hospital

O presidente da Câmara de Barcelos, Mário Constantino Lopes, considerou hoje que o início dos procedimentos necessários à preparação de uma parceria público-privada (PPP) constitui “um passo decisivo” para a construção do novo hospital da cidade.

Em comunicado, Mário Constantino sublinha que o novo hospital, que vai servir os concelhos de Barcelos e Esposende, “é uma prioridade absoluta”.

“O novo hospital de Barcelos-Esposende é uma prioridade absoluta para o nosso concelho e para toda a região. Temos trabalhado para criar as condições necessárias à sua concretização e vemos com satisfação que o Governo continua a desenvolver os procedimentos indispensáveis para que este investimento avance. O que importa é garantir que cada etapa seja cumprida e que este projeto, tão importante para as nossas populações, se torne uma realidade”, referiu.

Um despacho assinado pelo secretário de Estado da Gestão da Saúde, Francisco Pinheiro Catalão, e hoje publicado em Diário da República, incumbe a Administração Central do Sistema de Saúde de preparar e submeter uma proposta devidamente fundamentada para o estudo e preparação do lançamento de uma PPP destinada à conceção, projeto, construção, financiamento, conservação e manutenção do novo hospital.

Sublinha que a PPP terá por objeto exclusivamente a componente infraestrutural do novo hospital, “ficando expressamente excluídas do seu âmbito a gestão do estabelecimento hospitalar e a prestação de cuidados de saúde, as quais permanecerão sob responsabilidade da Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende”.

Entre os procedimentos agora determinados, consta a definição do enquadramento assistencial da futura unidade hospitalar, a apresentar pela direção executiva do Serviço Nacional de Saúde até 15 de dezembro de 2026

A proposta fundamentada deve ser entregue até 01 de março de 2027.

“Esta decisão representa um avanço importante na definição do modelo de concretização de uma infraestrutura há muito aguardada pelas populações de Barcelos e Esposende, estabelecendo responsabilidades e prazos concretos para o desenvolvimento do processo”, apontou ainda Mário Constantino.

O autarca frisa que o município assumiu um “compromisso efetivo” com este projeto, nomeadamente através da aquisição, por quatro milhões de euros, dos terrenos necessários.

O novo hospital vai servir mais de 150 mil pessoas dos concelhos de Barcelos e Esposende, distrito de Braga.

“Vai substituir o atual edifício da Misericórdia, cujas limitações estruturais são conhecidas de todos, desde a Urgência sobrelotada até à escassez de blocos operatórios, à inexistência de condições dignas para consultas e internamentos e à precariedade das valências de oncologia, ortopedia e pediatria”, disse Mário Constantino.

O processo de construção do novo hospital arrasta-se há cerca de duas décadas.

Em 2007, o Governo e a Câmara de Barcelos assinaram um protocolo para a construção do novo hospital daquela cidade.

O projeto do hospital seria depois apresentado publicamente pelo então secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro.

No entanto, o processo nunca saiu da gaveta.

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Governo prepara parceria público-privada para construção do novo hospital de Barcelos

O novo hospital de Barcelos vai ser construído ao abrigo de uma parceria público-privada (PPP), mas a gestão da futura unidade ficará na esfera pública, segundo despacho hoje publicado em Diário da República.

Assinado pelo secretário de Estado da Gestão da Saúde, Francisco Pinheiro Catalão, o despacho incumbe a Administração Central do Sistema de Saúde de preparar e submeter uma proposta devidamente fundamentada para o estudo e preparação do lançamento de uma PPP destinada à conceção, projeto, construção, financiamento, conservação e manutenção do novo hospital.

Consultado por O MINHO, o despacho sublinha que a PPP terá por objeto exclusivamente a componente infraestrutural do novo hospital, “ficando expressamente excluídas do seu âmbito a gestão do estabelecimento hospitalar e a prestação de cuidados de saúde, as quais permanecerão sob responsabilidade da Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende”.

A proposta fundamentada deve ser remetida ao Governo até ao dia 01 de março de 2027.

Investimento de 200 milhões

A Câmara de Barcelos já formalizou, em dezembro de 2025, a aquisição, por quatro milhões de euros, dos terrenos para a construção do novo hospital.

Conforme anunciado nessa altura, o novo hospital, que servirá também Esposende, deverá representar um investimento de 200 milhões de euros.

Terá uma área de construção superior a 25 mil metros quadrados, com 218 camas para internamento, 30 gabinetes de consulta externa, seis salas de cirurgia (mais duas de reserva), 11 postos de hospital de dia e uma área de diagnóstico equipada com ressonância magnética, TAC, RX e ecografia.

A futura unidade hospitalar oferecerá um vasto conjunto de especialidades médicas e cirúrgicas, incluindo Medicina Interna, Pediatria, Cardiologia, Pneumologia, Psiquiatria, Cirurgia Geral, Ginecologia, Ortopedia, Oftalmologia e Urologia, entre outras.

Estão igualmente previstas áreas dedicadas à formação, investigação e inovação tecnológica, nomeadamente através da telemonitorização e apoio domiciliário.

O novo hospital é uma aspiração antiga, mas o processo tem-se arrastado no tempo.

Em 2007, o Governo e a Câmara de Barcelos assinaram um protocolo para a construção do novo hospital daquela cidade.

O projeto do hospital seria depois apresentado publicamente pelo então secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro.

No entanto, o processo nunca saiu da gaveta.

O hospital funciona num edifício propriedade da Santa Casa da Misericórdia.

Câmara reage com “satisfação”

Entretanto, em comunicado, a Câmara de Barcelos reagiu “com satisfação” ao anúncio do Governo, considerando que este desenvolvimento “vem dar continuidade ao trabalho desenvolvido nos últimos anos e reforçar as condições necessárias à concretização de um investimento estruturante para a região”.

Citado no comunicado, o presidente da Câmara, Mário Constantino Lopes, diz que “o Novo Hospital de Barcelos-Esposende é uma prioridade absoluta para o nosso concelho e para toda a região”.

“Temos trabalhado para criar as condições necessárias à sua concretização e vemos com satisfação que o Governo continua a desenvolver os procedimentos indispensáveis para que este investimento avance. O que importa é garantir que cada etapa seja cumprida e que este projeto, tão importante para as nossas populações, se torne uma realidade”, conclui.

Notícia atualizada às 11h02 com mais informação e às 11h24 com alteração do título.

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